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Diário da Resistência


Política

Leitor J: Dois alertas sobre o Rio de Janeiro


04/11/2012 - 16h15

por J, em comentário no blog

Aproveito este espaço democrático, para pedir-lhe que alerte os colegas petistas em relação ao perigo político que representa o ex-governador Garotinho. Apesar da negligência da mídia carioca quanto ao fato, a verdade é a seguinte: Ele está mais vivo do que nunca e pode causar sérios problemas ao PT no 2º maior colégio eleitoral do país, onde o partido sempre obteve um excelente desempenho nas eleições presidenciais.

O Garotinho, além de ter conquistado expressivas vitórias nas eleições municipais do estado do Rio ( São Gonçalo/Campos), participou de quase 30 coligações vitoriosas, sem contar que foi eleito Deputado Federal em 2010 com mais de 700 mil votos. Contudo, o perigo maior, é conceder espaço para ele se comunicar e o governo federal não contra-atacar. Ele tem um programa na Rádio Manchete e um blog muito popular (Blog do Garotinho ), onde ataca diuturnamente o PT, a Dilma, o Lula e o Sérgio Cabral. É de dar inveja ao PIG!

Outro alerta: Iludem-se aqueles que acham que o governador Sérgio Cabral é o grande cabo eleitoral da Dilma no RJ. O Cabral está queimadíssimo e desgastado dentro e fora do PMDB, pelos seguintes motivos: Disputa pelo controle do PMDB/RJ com o ex-deputado Jorge Picciani – traído em 2010 pelo Cabral; indisposição com a cúpula nacional do PMDB após usar o Prefeito Eduardo Paes para reivindicar a Vice-Presidência da República para 2014; é visto pelo PMDB nacional como um político inábil e que possui apenas um projeto político pessoal; teve o seu nome ventilado no Caso DELTA, sendo inclusive, flagrado no patético episódio da “Gangue dos Guardanapos”; e possui um alto índice de rejeição entre os servidores públicos estaduais.

Pode anotar: “Na próxima eleição o Cabral não fará o sucessor. E se o candidato do PMDB for o vice-governador Luiz Fernando Pezão, o partido corre sério risco de não chegar nem ao 2º turno”.

Ainda em analogia à perda do prestígio político do atual governador do Rio, cabe ressaltar o resultado das eleições municipais desse ano, onde se torna perceptível que o grande derrotado chama-se Sérgio Cabral. Apesar do uso vergonhoso da máquina pública e da cumplicidade do TRE/RJ agindo como serviçal do Palácio Guanabara, o PMDB teve o número de suas prefeituras reduzido de 42 para 24.

A derrota só não foi maior, por causa da vitória do Eduardo Paes, que diga-se de passagem, venceu graças aos investimentos que estão sendo realizados pelo governo federal na capital do RJ, referentes aos eventos esportivos de 2014 e 2016.

Quem elegeu o Paes foi a Dilma e não o Cabral. Tanto é verdade, que no interior – onde existe pouco reflexo dos investimentos para Copa e as Olimpíadas – o governador não conseguiu transferir votos para a maioria dos seus candidatos, que tiveram em muitos casos, derrotas acachapantes.

Por último, acho que o governo federal deve fazer uma reflexão a respeito da sua aliança com o PMDB/RJ e, consequentemente, passar a considerar o Senador Lindbergh Farias como o candidato natural a ser apoiado em 2014. O Lindbergh é o único político do estado que reúne condições para derrotar o Garotinho na disputa para o governo estadual. Se o Lula fizer intromissões indevidas e a Dilma chancelar o apoio ao candidato do PMDB, o Garotinho ganhará de bandeja o governo do estado, assim como, a Presidenta sofrerá sérios prejuízos com a perda de votos preciosos no Rio de Janeiro.

O Lula apesar de ser um grande estrategista político, também não deixa de cometer os seus equívocos. Conseguiu eleger um excelente “poste” em São Paulo, todavia, errou feio em: Salvador, Recife, Fortaleza e Manaus.

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20 comentários

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Lindomar

06 de novembro de 2012 às 21h28

A Dilma tem que apoiar o Lindbergh, sem se preocupar com o Cabral. Ele está com o filme queimado e não tem condições de reivindicar absolutamente nada.
Ao Cabral resta apenas a disputa por 1 vaga no Senado ou 1 ministério no governo da Dilma. Por isto, ele não vai brigar com quem tem a caneta na mão, caso queira alcançar o seu objetivo. Se a Dilma apoiar o Lindbergh,
o Cabral vai ter que engolir, como teve que engolir o apoio do governo federal para o Lindbergh e para o Crivela na disputa para o Senado em 2010. O resto da história, todos sabem….O Cabral continuou lambendo a Dilma para não cair do cavalo.

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FabioT

05 de novembro de 2012 às 17h57

o que houve em recife , fortaleza e outras cidades foi uma troca de apoio principalmente com o psb, para viabilizar a vitoria em sp, a estrategia principal sempre foi ganhar em sp, mesmo sacrificando outras capitais, ou seja, ele não errou feio…teve que ceder

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Marcelo

05 de novembro de 2012 às 17h43

A candidatura do Lindbergh é totalmente viável e tem tudo para ser exitosa. Realmente, ele é o único que no momento possui as credenciais necessárias para derrotar o Garotinho.
O Eduardo Paes, também possui este perfil. Entretanto, ele não abrirá mão de se tornar o primeiro prefeito olímpico, com todos os holofotes do mundo voltados para o Rio de Janeiro, em 2014 e 2016. Ele é jovem – tem apenas 42 anos – e, certamente, aguardará o “cavalo passar selado” em 2018.
Voltando ao Lindbergh, ele possui ótimas chances após a formatação do novo mapa eleitoral do estado, construido após o recente pleito eleitoral. Além de possuir uma grande densidade eleitoral na Baixada Fluminense – onde saiu da prefeitura de Nova Iguaçu com alto índice de aprovação – aumentou o seu cacife político com a conquista de 11 prefeituas pelo PT ( entre elas, Niterói e Angra dos Reis ), assim como, consolidou alianças importantíssimas com os prefeitos eleitos de Duque de Caxias, S.João de Meriti, Belford Roxo, Petrópolis e Macaé.
Tendo o apoio do governo federal, o Lindbergh Farias será um candidato imbatível!

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Luiz Francisco

05 de novembro de 2012 às 16h02

A candisatura do Lindbergh não comprometerá em hipótese alguma a aliança nacional entre PT e PMDB, tampouco, garantirá a vitória do Garotinho. Muito pelo contrário. O máximo que ocorrerá é garantir do passaporte do Garotinho para o 2º turno. Ocorrendo isto, haverá uma aliança natural entre PT e PMDB para derrotar o ex-governador, inimigo mortal do Cabral.
Ainda em relação ao hipotético prejuízo causado pelo rompimento da aliança PT/PMDB no Rio de Janeiro, essa tese já nasce morta, visto que,
o Sérgio Cabral se encontra fragilizado politicamente, sem condições de impor nada.
Também vale ressaltar que, em 2010, na disputa para o Senado, o governo federal apoiou o Crivella e o Lindbergh em detrimento da candidatura do Jorge Picciani, candidato do PMDB e do Cabral.
O resultado final foi o seguinte: Lindbergh e Crivella eleitos, assim como, a presidente Dilma teve uma votação consagradora no estado do Rio de Janeiro.

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Guilherme Tavares

05 de novembro de 2012 às 11h52

Xacal

Perfeita a sua análise. Contudo, permita-me fazer a seguinte correção:
“O Senador Lindbergh foi condenado por improbridade pelo TJ/RJ ( braço de apoio ao Cabral ), baseado em parecer técnico do TCE/RJ.
Entretanto, segundo súmula emitida pela Ministra Carmen Lúcia do TSE,
o que vale é aprovação das contas pela Câmara Municipal.
Vários candidatos ao cargo máximo do executivo municipal neste ano – que estavam na mesma situação do Lindberg – lograram êxito nos recursos impetrados junto ao TSE.
Portanto, cabe recurso e existe jurisprudência. Antes de 2014, o senador Lindbergh derruba a “cassação” do desembargador Luiz Zveiter,
o “amiguinho” do Cabral.

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    xacal

    06 de novembro de 2012 às 15h42

    Guilherme,

    Sua análise procede se “lindinho” estiver sob o protetorado do governador. Veja, o fato do governador ter “rompido” a aliança em “um gesto de força” com o lançamento de “pezão” não quer dizer muita coisa:

    Ou seja, neste jogo, o lance do tabuleiro é quase sempre uma ação diversionista.

    Cabral pode:

    1- Ganhar tempo com “pezão”, uma cabeça-de-ponte para negociar lá na frente;

    2- Se ele se “viabilizar” vai ele mesmo, ou “vende ele” mais caro na montagem das alianças para (pré)2014.

    3- Cria um embaraço ao PT, porque açoda a disputa dos que estão no governo do PMDB na capital(adilson pires é o vice)e os que pretendem lançar “lindinho”.

    E mais um tanto de possibilidades que só tem quem já não disputa outro mandato, e que tem a sua disposição muito mais margem para manobrar.

    O projeto político do napoleão da lapa(garotinho) passava por uma ampliação de seu eleitorado na capital com a exposição da chapa maia-clarissa, que foi uma grande bola fora, e custou “algum dinheiro”.

    Aqui em Campos dos Goytacazes, há o julgamento final do TSE sobre o registro de sua esposa-prefeita.

    Claro que o substituto não ficará contra o grupo do deputado, e manterá contratos e compromissos, mas não há dúvidas que o quadro muda um pouco.

    Tem muita água para rolar embaixo da ponte, mas o certo é que a posição mais privilegiada, até porque não disputa diretamente, é o governador, e sabemos que ele funciona muito melhor sem “a pressão” da fatalidade sobre si, como dândi parisiense que é…

xacal

05 de novembro de 2012 às 08h52

Ufa, até que enfim alguém lembrou de nós, aqui na planície lamacenta.

As análises sobre o deputado federal garotinho, entre nós blogueiros independentes da cidade conhecido como “napoleão da lapa”(bairro onde nasceu)estão corretas.

Seu objetivo é retornar ao governo do Estado, e quem sabe, embaralhar a sucessão presidencial depois.

Com a força do conservadorismo(fanatismo)religioso e seu púlpito midiático, lastreados em um caudilhismo de pior espécie, o napoleão da lapa conferiu a çerra em 2010 uma votação maior que Dilma na nossa cidade, Campos dos Goytacazes.

O advento da luta pela manutenção dos royalties pode lhe conferir a coesão necessária pelo bairrismo “fluminense” contra a “usurpação federal”.

O capital político do governador Cabral não vale meio tostão. Correto afirmar que a vitória de Paes é muito mais o reconhecimento de seu trabalho (goste-se ou não) e da expectativa dos eventos futuros(Copa e Olimpíada) que resultado de força do seu padrinho, que penso eu, já é menor que a criatura que criou.

Temos o problema Lindbergh: Caso a ficha limpa dure até 2014, a condenação no colegiado do TJ por improbidade administrativa(senão me engano, já publicada em acórdão) em razão de um contrato em Nova Iguaçu tolhe seus passos.

Paes não deve sair em 2014, a não ser que a ausência do “lindinho” pelo corte jurídico imponha um novo acerto: entregar a prefeitura ao Adilson Pires e garantir Paes na disputa com a aliança renovada no Estado para enfrentar o “napoleão da lapa”.

De todo jeito, a fragmentação PMDB e PT é tudo que o napoleão da lapa deseja.

Em tempo: com o controle da prefeitura da cidade com orçamento médio de 2 bilhões nos últimos 4 anos pela sua esposa, reeleita agora, com 21 vereadores em 25, não faltará “poupança” para o napô gastar em 2014.

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Guilherme Tavares

05 de novembro de 2012 às 01h39

Se o PT romper a aliança com o PMDB/RJ, em nada afetará a aliança nacional entre os dois partidos. Mesmo porque, o PMDB é um partido fisiológico e, além disso, não possui unidade ideológica, prevalecendo nas alianças estaduais os interesses políticos locais.
Um exemplo clássico é o PMDB/RS, que no âmbito estadual é adversário do PT, inclusive, tendo sido aliado do José Serra nas eleições presidenciais de 2002/2006/2010.
Outros casos podem ser elencados, como por exemplo, o apoio do PMDB/BA – liderado por Geddel Vieira Lima – ao candidato do DEM, ACM Neto, na recente eleição municipal de Salvador. O mesmo ocorre em diversos municípios do país – principalmente – no Nordeste.
Portanto, parabéns ao Leitor J pela sua lucidez. Concordo plenamente com a sua tese de apoio do governo federal a candidatura do Lindbergh Farias.

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Raimundo Guilherme

05 de novembro de 2012 às 00h39

Quando se escreve, deixando no ar alguma qualificação, se opina de forma objetiva. É posta no papel uma opinião baseada em fatos e exemplos concretos, mesmo que ainda mostrando dúvida sobre um ou outro ponto.
Faz-se, portanto, juízo de valor. E foi isto, que o Leitor J fez com bastante eficiência e clarividência. Parabéns pelo comentário!

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J Souza

04 de novembro de 2012 às 21h57

Imaginem se a Inglaterra fosse “purista” e não tivesse se aliado à França nas guerras mundiais.
Ou se os Estados Unidos não tivessem se aliado à União Soviética.
Não se pode fazer política apenas na base do gosto, do não gosto, do eu sou melhor do que eles.
Quem define as alianças são as circunstâncias também, e não apenas a ideologia.
O pragmatismo da foto com Maluf prova isso.
Perder em algum lugar, perder algumas batalhas, faz parte da guerra.
O que não se pode é destruir alianças nacionais para vencer batalhas isoladas. O que importa é vencer a guerra.
Visões estreitas, locais, não surtirão o efeito desejado no cenário nacional, mais abrangente.

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Fernando

04 de novembro de 2012 às 20h44

Tenho certeza que se o PT romper com o PMDB teríamos uma aliança PT-PSOL.

Certeza absoluta.

Lindberg-Freixo seria uma chapa sensacional para o povo fluminense.

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Carlos Cruz

04 de novembro de 2012 às 19h56

Luis Carlos Prestes dizia que antes de agir devemos estudar as coisas com cuidado, identificando seus problemas, para, então, agir. O PT não faz assim. Primeiro é arrogante (Leonel Brizola já avisava que era o grande problema do PT). Segundo, acha que APENAS com a popularidade do Sr. Luis Inácio conquistará o que quiser. Terceiro, afasta-se de seus leais apoiadores, os sindicatos e seus sindicalizados, usando a máquina pública em confrontos permanentes e desgastantes. Quarto, que o controle economico (em favor dos grandes grupos economicos) o fará reconhecido como necessário no poder.O PT tem que se ver como um partido de massa, e não de elites. Seus adversários (ou inimigos) são poderosos, ardilosos, sistemáticos. O partido dos trabalhadores (?) tem que voltar a suas origens, aos seus compromissos, se reencontrar com suas bases, sair dos gabinetes, voltar ao “cheiro de povo” sempre (e não apenas quando necessitar). O governo da tecnocracia tambem foi usado por ditaduras, e vejam no que dá. D. Dilma deve deixar os palácios, a mídia, a “massa cheirosa”. Se não o fizer há um grande perigo de fracasso em 2014.Depois não adianta vir com explicações….

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Luana

04 de novembro de 2012 às 19h36

Ué, mas qualquer que tenha um mínimo de visão política no Rio sabe que Cabral não elege Pezão, a menos que ele coloque Paes para conter Lindbergh e Garotinho, mas mesmo assim vai ser acirrada a disputa. Se as eleições fossem hoje no Rio, o governador seria Lindbergh. Isto é fato. Ah, e vale dizer que não voto em nenhum deles.

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Narr

04 de novembro de 2012 às 19h00

O Estado do RJ inteiro pode ser dividido em dois pedaços: 1) A zona sul do rio de Janeiro e a Barra da Tijuca 2) O resto. É assim que grande parte da população sente a ação da maioria dos governantes. Os noticiários RJ TV ou O Globo praticamente só falam do Rio e em particular da zona sul do Rio. Por isso, candidatos como Garotinho capitalizam a justa preocupação dos fluminenses de que serão considerados cidadãos de 2a categoria. Acontece que o Rio tem áreas altamente industrializadas (Caxias, a Dutra, quase um prolongamento de São Paulo) e conta com o petróleo exatamente na região de Garotinho. Todos eles se identificam com o candidato do interior, no caso Garotinho, que poderia inverter o jogo de preocupações públicas voltadas para a capital, ou para bairros da capital. Lindeberg do PT foi prefeito de Nova Iguaçu, área pobre, baixada fluminense, sotaque nordestino, tem tudo para se contrapor a Garotinho, ainda mais que Garotinho não teria votos na zona sul do Rio. O PMDB conta com a expressiva liderança de Picciani, que já foi punido por haver trabalho escravo em suas propriedades.

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edson tadeu

04 de novembro de 2012 às 18h28

EM SALVADOR LULA NAO ERROU – e que concordo com essa linha de pensamento com relaçao a cabral, nao porque ache que ele perdeu popularidade no rio mais por estar envolvido com esse tal de cachoeira e isso estar obrigando o pt a nao deixar a cpi do cachoeira ir a frente para salvar a cabeça do cabral. Para mim se ele deve tem que pagar. o pt foi o maior prejudicado ate agora porque os outros partidos nao poderao ser tambem. Em Salvador a perda como ja disse foi por pouca diferença, entao nao se pode considerar tanto uma derrota para 7% apenas. sinal que a metade da populaçao estava com Pelegrino. Agora sinceramente eu que tenho videos de antoni Garotinho e muita gente tem tambem, quando o Rio ficar sabendo das lambanças dele com certeza nao vai pra lugar nenhum. Apoio a indicaçao de Lindberg mais garotinho nao é pareo para o PT.

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    vinicius

    05 de novembro de 2012 às 16h17

    Edson Tadeu, passe um mês no Rio de Janeiro e você verá o quanto o carioca (nascido na capital, Rio de Janeiro) e o fluminense (nascido nas demais cidades do Estado do Rio de Janeiro) são conservadores.

    O Garotinho é um forte candidato a governador do Rio de Janeiro.
    Você pode não acreditar, mas é fato.

    O Rio de Janeiro é conservador prá xuxu… por incrível que pareça!!!

joão Luiz Brandao Costa

04 de novembro de 2012 às 18h02

Com todo respeito, mas esse J não manja nada do Rio. Garotinho é carta fora do baralho ad aeternum por aqui.

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Rodrigues

04 de novembro de 2012 às 17h22

Azenha, não sei onde postar, então me comunico com vc por aqui.
Está rolando um post no Facebook com o print de tela do tweeter da revista Veja, na qual a revista incentiva os candidatos a mandarem fotos do ENEM para o Instagram da revista. Depois, a revista noticia que oscandidatos postaram fotos de dentro da sala de aula onde ocorrem as provas do ENEM.
Acho que é um bom exemplo do modo como esta revista criminosa cria factoides e inventa notícias!
NO site da Veja está cheio de fotos das salas de aula do ENEM! Abaixo, o link para a postagem do Facebook.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=383421895067677&set=a.254470861296115.58750.254465434629991&type=1&theater

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Rasec

04 de novembro de 2012 às 17h10

Kikikikiki Lula já está na fase de poder errar quanto quiser já que o maior poste ele elegeu: Dilma! E agora, de bandeja, Haddad! Lembremos que elegeu a presidenta do Brasil e o Prefeito da maior capital do país!!!!! Helouuu

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Marcio H Silva

04 de novembro de 2012 às 16h47

Parafraseando PHA, Cabral pode se tornar a P-36 da Dilma, junto com alguns Ministros do STF e a mídia.

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