VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Universidade Federal de Campinas é pra valer ou só promessa de campanha?


31/10/2012 - 22h27

Carta-bilhete do professor Caio Toledo a Márcio Pochmann, via e-mail para o Viomundo

Prezado MÁRCIO POCHMANN,

Como seu colega da Unicamp e morador da cidade de Campinas, acompanhei de perto sua campanha eleitoral. Não se pode senão parabenizar sua atuação e desempenho político em todos estes atribulados e tensos meses.

Foram inegáveis seu equilíbrio, clareza e seriedade em todos os eventos eleitorais de que participou. Os poucos debates na TV, por exemplo, puderam revelar suas qualidades morais e intelectuais a uma boa parcela da população de Campinas. Seu contentamento pessoal e do PT, não obstante o resultado eleitoral adverso, são justificáveis.

Neste breve comentário, destaco apenas um tema que foi exposto em alguns de seus programas no Rádio e TV: a questão da criação de uma Universidade Federal em Campinas. São suas palavras:  

“Nosso compromisso é universalizar a educação (…) além da criação da Universidade Federal de Campinas.”

Na mesma direção,  o atual Ministro da Educação e também professor da Unicamp, Aloizio Mercadante, fez um promessa idêntica em seu programa eleitoral na TV no dia 16/10/2012.

Conhecendo agora suas declarações pós-eleitorais, nas quais você afirmou que, nos próximos quatro anos, estará atento à atuação da futura administração da prefeitura de Campinas, indago se o colega se empenhará junto ao seu partido no sentido de lutar pela efetiva criação de uma Universidade Federal em Campinas.

Todos que acreditam na sua seriedade política e intelectual não podem senão esperar que isso ocorra. Entendemos que seu compromisso com a ideia da criação da Universidade Federal em Campinas – que viria beneficiar os filhos e filhas de trabalhadores e setores médios da cidade (e de toda a região) – não se constituiu uma mera peça de campanha a ser, posteriormente, lançada no “baú do eleitoralismo”.

Julgamos que a proposta de criação da Universidade é fruto de suas convicções democráticas e republicanas, pois bem sabe você que milhares de jovens de toda a região de Campinas anseiam por uma educação superior pública de qualidade e gratuita.

A Direção de seu partido – caso se empenhe na criação de uma Universidade Federal de Campinas durante a gestão de  um adversário político (aliás, conjuntural, pois o PSB compõe a atual base de sustentação política do governo federal) – demonstraria que o Partido dos Trabalhadores não pratica a “pequena política” nem defende amesquinhados interesses que bem caracterizam os partidos políticos das classes dominantes.

Por último, é de se ressaltar alguns momentos da campanha do PT em São Paulo e em Campinas; neles, finalmente, a palavra socialismo ressurgiu. Teria voltado para ficar?

Atenciosamente,

Caio toledo

Unicamp

Leia também:

Ser indio em tempos de mercadoria

Pública: Governador zombou de pedido dos Guarani

PT se posiciona contra confinamento dos Kaiowá

A morte coletiva dos Guarani Kaiowá





25 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Silvio Fernandes

22 de agosto de 2013 às 12h15

Azenha, o que o atual prefeito quer fazer. O Marcio, pochamm trouxe para campanha de 2012 o assunto da Universidade Federal de Campinas. Precisamos dela, mas o atual prefeito quer trazer-la para Barão Geraldo, aqui ja tem a Unicamp e os polos tecnologicos. A Região do Campo Grande e a Região do Ouro Verde, proximos a Viracopos é que precisa dessa Universidade, o Marcio colocou isso na campanha. Veja o PSDB(carlão Sampaio,Paulão da Unicamp, Brito Cruz(unicamp/FAPESP) que coloca aqui. Não tem como andar em Barão Geraldo, eu moro e trabalho na Unicamp, A especulaçao imobiliaria e terrivel.
Abaixo o link da noticia, o prefeito ja disse na radio CBN. Aqui dentro da Unicamp, os professores tucanos estão em festa.
Nos ajude!!!
Silvio Fernandes

Responder

Sérgio Fernando Goy

05 de dezembro de 2012 às 11h20

Acho mesmo que Jonas Donizette-PSB vai em Brasília-DF “bater nesta tecla”, pois ele mesmo disse que têm muito interesse que esta Metrópole de CAMPINAS venha mesmo ter sua Universidade Federal de Campinas. Jonas Donizette-PSB, têm muito “trâmite” na Capital Federal, pois já faz tempo que atua como Deputado Federal. Seu Partido, o PSB é “aliado” com o Governo do PT de Dilma Roussef-PT, e também têm todo o apoio do Governador de Pernambuco e Presidente do PSB, Roberto Campos-PSB, que esteve aqui em CAMPINAS na campanha de eleição de Jonas Donizette-PSB. Resta agora aguardar, se o Ministro da Educação Sr. Aloísio Mercadante-PT, depois das “declarações” de que CAMPINAS ganharia mesmo sua UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINAS, que disse na TV, na campanha do candidato Márcio Pochman-PT, venha agora à cumprir sua “palavra” ainda mais sendo ele “Ministro da Educação”. Acredito que o PT não vai querer decepcionar sua legião de adeptos e simpatizantes nesta que é a 2ª maior cidade do Estado de São Paulo.

Responder

Antonio

06 de novembro de 2012 às 10h57

Universidade Federal em Campinas eu não sei se vai sair, mas pedágio urbano em Campians é quase certeza. É mais interessante Pedágio do que Universidade, dá mais renda.

Responder

erico almeida

03 de novembro de 2012 às 15h20

Quem votou no candidato que venceu a eleição tem que cobrar dele não de que perdeu, promessa ou projeto de campanha é outra coisa. O Marcio não tem obrigação nenhuma de fazer o que estava no seu projeto já que a população infelizmente não aceitou. Cobre as promessas do candidato eleito. Para finalizar com o PSDB na chapa que venceu a eleição vocês não vão ter nada de investimento em educação, por que a lógica do PSDB na educação é só uma EDUCAÇÃO = DINHEIRO, é só um negocio e nada mais. Boa sorte para o povo campineiro.

Responder

Magda Maria Magalhães

01 de novembro de 2012 às 18h01

Desde 2003 em que o Presidente Lula começou o mandato, os bons projetos, tanto de governos municipais ou estaduais, são contemplados com verbas federais ou mesmo financiamento. Sem olhar a cor partidária.
Caio Toledo, favor dirigir a sua reivindicação ao prefeito eleito e, se este tiver vontade de apresentar ao governo federal o projeto efetuado pelo Porchmann, tenho certeza, vai encontrar guarida.
Que ele não faça igual ao Alckmin que pediu milhões ao governo federal para a segurança pública em São Paulo sem apresentar projeto e muito menos compromisso.
Cobrar de quem não foi eleito é covardia.
A mesma coisa a elite fazia em relação ao Lula: que ele fosse ser prefeito, governador para depois ser presidente. hahaha! Bem que ele candidatou aos cargos, os paulistas e/ou paulistanos recusaram. Fazer o quê, né? Teve que começar por cima mesmo. rs

Responder

Alberto Nasiasene

01 de novembro de 2012 às 11h51

Mas é preciso lembrar que o Márcio não foi eleito e a cobrança, agora, não cabe a ele. Também é preciso lembrar que o prefeito eleito, pelo PSB, é que tem a responsabilidade de cumprir suas promessas e, entre elas, não constava a criação de universidade federal em Campinas, já que está coligado intimamente com os tucanos, na vice prefeitura (e não é do interesse dos tucanos trazer uma universidade federal para Campinas, que pretendem manter sob o monopólio da universidade estadual em mão deles; que, aliás, não aceita o sistema de cotas das federais).

Interessante como se inverte a lógica política, o adversário é que vence e a cobrança política por promessas de campanha vem para o candidato derrotado. Interessante também que o candidato que venceu, não tendo as melhores propostas para a cidade, nem o melhor programa, agora quer roubar as propostas e programas do candidato que derrotou. Fala sério!

O PT pode ser acusado de tudo, menos que é burro é irá fortalecer seus principais adversários (para que eles, depois, cantem vitória e tripudiem sobre o PT, esnobando o apoio da Dilma e do Lula, como fez a campanha do Jonas, mantendo-se no poder por oito anos consecutivos, excluindo politicamente o PT; só se o PT fosse suicida em Campinas, logo agora, que está se recuperando depois do assassinato do Toninho em 2001).

As universidades federais, quando são criadas, surgem de parcerias com prefeituras municipais (no caso, que estarão nas mãos da coligação PSB-PSDB) com o governo federal (e o Jonas só está comprometido intimamente é com o governo estadual tucano que não quer uma universidade federal aqui em Campinas). É a prefeitura que cede o terreno e, no caso de Campinas, o grande capital imobiliário que apoiou a eleição do Nonas não irá deixar que ele faça isto, porque está contando com lucros estratosféricos e não pretende doar, nem ver desapropriados seus ativos imobiliários.

É o Alckmim que deve ajudar o Jonas a cumprir seu programa pífio de governo, afinal, a vitória das urnas deu chancela política a este programa, não ao do PT.

Responder

RICARDO GODINHO

01 de novembro de 2012 às 08h59

Será que Campinas precisa de uma Universidade Federal? Não sei se minhas informações estão defasadas, mas até onde sei, a UNICAMP é um centro de excelência e é pública. Quem sabe alguma cidade da região, menor do Campinas mas importante também, não seria uma sede melhor? Estou só pensando no efeito que a descentralização, por assim dizer, produziria na cultura e desenvolvimento da região…

Responder

    Sérgio Fernando Goy

    01 de novembro de 2012 às 17h28

    Boa tarde Ricardo Godinho. Lendo as notícias sobre a UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINAS, gostaria de dizer à voce e demais que também escreveram sobre ela, que eu sou de pleno favor e luto para que isto venha à acontecer nesta Metrópole de CAMPINAS. Sou assinante do Jornal Correio Popular e venho enviando vários e-mails sobre à instalação da UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINAS desde quando o ex-Presidente Lula esteve aqui em CAMPINAS, pois era muito “amigo” do ex-Prefeito cassado Dr. Hélio de Oliveira Santos-PDT, aliás Lula esteve aqui por diversas vezes e em um de seus “discursos” em 2008 e 2009, “prometeu” para CAMPINAS dizendo que CAMPINAS “ganharia” uma UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINAS. Poia é Ricardo Godinho, isto até hoje “não aconteceu”.
    Guarde bem isto que vou lhes dizer: “Todas as Capitais Brasileiras e muitas das cidades do interior de São Paulo e do Brasil, possuem uma UNIVERSIDADE FEDERAL. Pergunto: Porquê CAMPINAS, uma grande Metrópole não possue até hoje uma UNIVERSIDADE FEDERAL???
    Esta história de dizer como muitos aí, que CAMPINAS já têm muitas Universidades e principalmente à UNICAMP, é “balela”, é besteira”, é ignorância” e outros adjetivos mais.
    Um Exemplo: Toadas as Capitais Brasileiras têm e também têm Universidades Estaduais, e daí??? Porquê CAMPINAS não???
    É preciso que Jonas Donizette-PSB lute por esta causa.
    Um lema importante: “CAMPINAS precisa de Homens Audazes, Homens que de fato fazem às coisas acontecerem”. E não de Homens que “prometem”, porém não “cumprem”. Eu tenho absoluta certeza que a UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINAS vai se tornar “realidade”, ou não poderemos mais “acreditar” nos
    nossos Governantes. Ex. O Ministro da Educação Aloísio Mercadante confirmou, só resta aguardar agora se por causa que Jonas Donizette-PSB foi “eleito”, este Ministro não vai também “cumprir”???

    Miguel A. de Matos

    08 de novembro de 2012 às 08h26

    Pra que tantas “aspas”?

Ismar Curi

01 de novembro de 2012 às 08h48

Acho perfeitamente possível que um homem como o Máricio possa se empenhar para alcançar tal feito, ainda que fora do poder municipal, isso inclusive lhe daria base de apoio para a próxima corrida e quem sabe em 2014 poderíamos tê-lo como candidato a deputado ou senador.

Responder

Jose Mario HRP

01 de novembro de 2012 às 06h25

Estas são fotos da Unifesp Santos, meu filho estuda lá, e por isto estou muito esperançoso com seu futuro.
Essa é mais uma das universidades de papel que a PIG fala:
http://www.google.com.br/search?q=Unifesp+santos+fotos&hl=pt-BR&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=SjGSUOSrEpHU8wSIkYHoAw&ved=0CB8QsAQ&biw=1024&bih=681

Responder

Alexandro Rodrigues

01 de novembro de 2012 às 02h47

Universidade pública no Brasil, na minha opinião, é o símbolo perfeito do que eu chamo de “distribuição de renda as avessas”. Os chamados cursos de elite das Estaduais de São e de todas as Federais Brasil afora são empesteados por mauricinhos e patricinhas vagabundas, que tiveram toda sua formação escolar nos “laboratórios” onde a elite vagabunda e racista brasileira se forma.

É uma equação maquiavélica! Temos um sistema tributário baseado no consumo. Extirpa sem dó boa parte da renda de quem trabalha para manter sua casa, pagar as contas básicas e água, luz e telefone e desta porcaria nacional que é a internet brasileira (isso nos lugares onde ela já chegou, e não são muitos!). Enquanto isso Eikes Batistas Brasil a dentro continuam enriquecendo alegres e contentes e livres de uma lei que tribute suas fortunas. O filhote de Eike, o He-Man assassino, pode continuar matando quantos negros pobres ele quiser, e seus herdeiros também, pois não temos uma lei que tribute as heranças. Ele terá dinheiro pra pagar o Márcio Thomaz Bastos por gerações…

Enquanto isso? Enquanto isso, o pai pobre, negro e pedreiro continua deixando boa parte da renda que tem para o Governo, ao comprar os mantimentos da sua família. Com este dinheiro o Governo mantem, dentre outras coisas, a boa vida da elite universitária brasileira. Aqueles que quando entram na faculdade de medicina, direito, economia ou engenharia ganham de presentinho pelo bom comportamento um carro 0km. Enquanto isso o filho do pai pobre, negro e pedreiro, se conseguir, irá entrar apenas em uma dessas universidades fast-food que tem em toda esquina.

Quantos médicos negros vocês conhecem? Quantos engenheiros com sobrenome Silva e filhos de empregadas domésticas vocês conhecem? Quantos economistas nascidos em bairros de periferia vocês conhecem?

Não, eu não sou a favor da privatização das Universidades. Eu sou a favor, isso sim, de sua socialização! Que continuem públicas e servindo aos interesses do país. Que continuem formando a elite intelectual encarregada de levar o país ao pleno desenvolvimento. Mas que elas sejam gratuitas APENAS, aos brasileiros que realmente precisam da sua gratuidade para se formar em um curso universitário. Mas não, isso não vai acontecer. São os filhos dos políticos que estudam lá! São filhos dos profissionais liberais, a elite dos Jardins, Higienópolis e Morumbi que estudam lá! São os filhos de muitos jornalistas que estudam lá! Pra essa gente, esse negócio de inclusão social tem limite. Esse limite é até onde esses interesses possam ser ameaçados.

Sou totalmente a favor das ações afirmativas, do PROUNI, das cotas, mas elas não resolvem o problema!

PS: Morei 6 anos da minha vida em Barão Geraldo, onde fica a Unicamp e onde, por acaso, também mora o Prof. Pochmann a quem respeito muito por sinal. Quem tiver a oportunidade passem em frente das faculdades de medicina das Universidades públicas perto de suas casas, elas são o melhor exemplo. Engenharia também serve. Parece um mini-salão do automóvel promovendo os últimos modelos do mercado. Se checarmos os nomes, os sobrenomes e o mais importante, o imposto de renda das famílias destes estudando, teríamos a prova cabal dessa “distribuição de renda as avessas” de que falei.

Isso, na minha opinião, é um crime contra quem acorda cedo todo dia pra pegar ônibus lotado, deixa boa parte de sua renda pro Leão, e pra quê? Pra subsidiar a farra de mauricinhos e patricinhas vagabundas que depois de formados as nossas custas, vão embora do país gozar a vida bem longe dessa tal “gente diferenciada”.

Responder

    Patrick

    01 de novembro de 2012 às 09h49

    Caro Alexandro, seu contato com a realidade nas universidades federais deve ser bastante parcial ou restrito. Quando fui aluno da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, ainda na década de 1990, 40% dos alunos eram egressos da rede pública. E isso num estado, RN, e cidade, Natal, onde as redes públicas estadual e municipal estavam (e estão, infelizmente), muito mal das pernas. De lá pra cá, durante o governo Lula, a instituição mais do que triplicou o número de vagas. Com certeza, uma proporção superior a 40% de oriundos da rede pública atingiu os novos ingressantes, pois eram os principais excluídos nos processos seletivos. durante as décadas anteriores.

    Com a lei de cotas, ao menos na UFRN, esses números agregados não devem nem mudar de forma sensível, mas qualitativamente: alguns cursos, tidos como de elite (medicina, engenharia, direito), também serão arejados com a entrada de alunos da rede pública.

    Um abraço e um ótimo fim de semana.

    Alexandro Rodrigues

    01 de novembro de 2012 às 19h01

    Você tem o mesmo dado para os cursos de elite que mencionei? Acho que não. De qualquer forma, 40% de alunos da rede pública em uma universidade pública, para mim Patrick, é um crime! De onde vem os outros 60%? Em que bairros de Natal ou Mossoró eles moram? Quem são seus pais? Qual é a renda média de suas famílias? Você tem como responder isso?

Bertold

01 de novembro de 2012 às 01h19

Campinas já é uma cidade bem servida de Universidades e se viesse mais uma e federal seria ótimo. Entretanto, considero um tanto descabida essa cobrança em cima de Marcio Pochmann para a implantação de uma Universidade Federal na cidade. A idéia foi aventada durante a campanha como uma entre tantas outras apresentadas pelo candidato petista mas o eleito foi Jonas Donizette e é ele quem deve demonstrar interesse em viablizar. A não ser que o prof. Caio Toleo queira que Marcio Pochmann cometa o despautério de passar por cima da instituição Prefeitura Municipal de Campinas e seu prefeito legitimamente eleito para fazer trafico de influências junto ao MEC para realizar seu desejo e “provar” que o candidato petista não fazia demagogia. É o fim da picada!

Responder

    Patrick

    01 de novembro de 2012 às 09h51

    Como Haddad explicou na campanha de São Paulo, não foi criada uma nova Universidade Federal na Zona Leste de São Paulo porque o município não ofereceu área para o campus. Se Campinas se comportar do mesmo jeito, será difícil ver a implantação de uma universidade federal.

lulipe

31 de outubro de 2012 às 23h34

Se for como as que lula disse ter criado…..

Responder

    M. S. Romares

    01 de novembro de 2012 às 00h32

    Melhor de que copiar aquelas que seu guru, fhc, nunca fez.

    Rodrigo Creme

    01 de novembro de 2012 às 00h55

    Trolls únidos, jamais serão vencidos (sic)!

    flavio

    01 de novembro de 2012 às 16h06

    acho incrível o viomundo dar chance desse chato tucaninho vir aqui só criar confusão.

joão sal

31 de outubro de 2012 às 23h24

Como poderá cumprir uma promessa se não foi eleito. Não tem cabimento fazer cobranças para o candidato do PT, cobranças devem ser feitas aos eleitos.

Responder

    Willian

    01 de novembro de 2012 às 08h44

    Uma Universidade Federal pode ser criada em Campinas, apesar do candidato do governo federal não ter sido eleito. Ou era só chantagem: caso o candidato ligado ao partido do governo não se eleja o projeto é arquivado até a próxima eleição?

    flavio

    01 de novembro de 2012 às 16h07

    mais um troll – willian coleguinha do lulipe

    Lenise Motta

    01 de novembro de 2012 às 09h22

    concordo. Que vá cobrar as promessas de quem ganhou. Ou o prefeito eleito não fez propostas? E tem mais, se perdeu é porque a população de Campinas não acha fundamental uma Universidade federal em sua área, parece que a estadual é suficiente.

    lulipe

    01 de novembro de 2012 às 12h11

    Ou então não acreditou em mais uma das promessas do candidato do PT, não é Lenise???


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding