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Paulo Metri: Inaugurada a temporada de caça ao petróleo brasileiro


31/10/2012 - 12h19

Inaugurada a temporada de caça ao petróleo brasileiro

(Veiculado pelo Correio da Cidadania a partir de 30/10/12)

por Paulo Metri*

Nos dias atuais, proliferam veículos, na mídia brasileira, que utilizam a desinformação. Como exemplo, surgem artigos, editoriais, notícias e entrevistas dizendo que as rodadas de leilão de áreas para produzir petróleo devem ser realizadas, a Petrobras não tem capacidade para explorar sozinha o Pré-Sal, devido a suas limitações financeira, gerencial e tecnológica e, para ajudar o Brasil a vencer esta dificuldade, as empresas petrolíferas estrangeiras precisam ser convidadas. Nestas mensagens, para atraí-las, é necessário que as concessões do Pré-Sal sejam firmadas sob as regras da lei 9.478, o que significa revogar no Congresso a lei 12.351, recém-aprovada, devolvendo o Pré-Sal à antiga lei 9.478.

Trata-se de uma arrogância sem igual, típica de quem se acha imbatível. Para tentar convencer os leitores ou espectadores, supondo todos desatentos, lançou-se mão de inverdades, acreditando que ninguém vai contestar um grande jornal, revista semanal, rádio ou televisão. Arquitetaram com grande esmero o que pode ser chamado de a “temporada de caça ao petróleo brasileiro”. Felizmente, existem alguns sites, blogs e veículos digitais que estão dispostos a conscientizar a população e publicam novos dados e análises.

Contudo, a mídia do capital, aquela que não prioriza a sociedade, às vezes comete erros, por partir do princípio de que o povo tem um baixo nível de compreensão política. Durante dez anos seguidos (de 1999 a 2008), existiram rodadas de leilões de áreas para exploração de petróleo. Nunca trouxeram para seus veículos uma voz que advogasse a não realização destas rodadas. Em compensação, disseminaram matérias contando as supostas maravilhas das rodadas. Os leitores ou espectadores atentos devem pensar: “Que estranho insistirem tanto em um mesmo ponto!”. Neste instante, eles querem ter acesso a algo, não necessariamente divergente, mas com diferente ângulo de visão, e não encontram, porque estas matérias só existem na imprensa alternativa. Mais cedo ou mais tarde, eles conhecerão os veículos livres, comprometidos com as causas sociais, e entenderão que a grande mídia é um braço camuflado do capital, principalmente o internacional.

Na atual temporada de caça ao nosso petróleo, inúmeras matérias de comunicação satisfazem, sem serem explícitas, aos interesses estrangeiros sobre nosso petróleo. Se fosse rebater cada material divulgado, este artigo iria ficar longo e cansativo; então, comento a seguir as principais acusações dos detratores.

Começo pela que diz que, depois da descoberta do Pré-Sal, o Brasil, em vez de começar a exportar petróleo, está se distanciando da autossuficiência. Para explicar o que ocorre, é preciso desenvolver um raciocínio preliminar.

A velocidade que o governo brasileiro impõe à exploração no setor de petróleo, com uma rodada de leilões por ano, de 1999 até 2008, é do interesse único das empresas estrangeiras, que não têm petróleo em seus países de origem, e dos países desenvolvidos, que precisam do petróleo para mover suas economias. Se não forçassem a Petrobras a ter que participar de tantos leilões, mais recursos sobrariam para os desenvolvimentos de campos e a autossuficiência estaria garantida há mais tempo. Por outro lado, em cada leilão que a Petrobras não participa e não ganha, há uma perda enorme para o país. Além disso, é preciso saber que, entre a declaração de comercialidade de um campo marítimo e o início da sua produção, são necessários em média cinco anos.

Entretanto, estamos hoje bem próximos da autossuficiência, o que não ocorreria, com absoluta certeza, se em 1953 o projeto de interesse das petrolíferas estrangeiras tivesse sido aprovado. No nosso país, hoje, não existiria a Petrobras e a produção nacional seria mínima. As empresas estrangeiras não iriam para a plataforma continental quando a Petrobras foi, em 1974, pois a lógica do capital as levaria para a Arábia Saudita, o Iraque, o Cazaquistão e outros lugares promissores para o petróleo, como de fato ocorreu. Também, certamente ninguém saberia, hoje, da existência do Pré-Sal.

É interessante que não se conta, para garantir a autossuficiência, com o petróleo produzido no país pelas empresas estrangeiras. De forma pouco soberana, raciocina-se que este petróleo é delas e elas não têm a obrigação de abastecer o Brasil. Esta falta de lógica social é resguardada pela lei 9.478 de 1997 e é parte do pensamento subserviente da década de 1990, que imaginava o Brasil como economia complementar à dos desenvolvidos, mero exportador de minerais e produtos agrícolas.

Como boas críticas neoliberais, as matérias lembram sempre os prejuízos da Petrobras no segundo trimestre de 2012. Ela teve prejuízo porque o governo determinou que segurasse o preço dos derivados, uma vez que os aumentos destes preços repercutem muito no índice de inflação. Não se pode beneficiar o cidadão brasileiro em detrimento dos dividendos maravilhosos que seriam dados aos acionistas? Não se pode fazer isto eternamente, mas, de vez em quando, se pode. Além disso, os acionistas não vão ficar sem dividendos. Só não vão ter aqueles maravilhosos.

Acusam gratuitamente as mudanças do setor porque modificaram o sistema de royalties, fato catastrófico, porque desencadeou no Congresso disputa entre os parlamentares dos diferentes estados sobre a distribuição dos mesmos. É verdade que discutir o sistema de royalties foi catastrófico, mas o que os autores não percebem é que, mesmo que a lei 9.478 fosse utilizada para o Pré-Sal, os parlamentares iriam querer modificar seus artigos que estabelecem a distribuição dos royalties arrecadados. O que atraiu estes parlamentares a buscarem mudar esta distribuição foi a perspectiva de arrecadações milionárias deste tributo, quando o Pré-Sal entrasse em operação.

Criticam a lei 12.351 por atribuir à Petrobras participação obrigatória de 30% em cada consórcio e por esta empresa ser a operadora única dos novos contratos do Pré-Sal, determinações estas que seriam desnecessárias, além de outros adjetivos pesados. Assim, transmitem a visão que nos desejam impingir, a qual favorece as empresas estrangeiras. A Petrobras ser a operadora dos consórcios é primordial, pois quem compra bens e serviços para as fases de exploração, desenvolvimento e produção é a operadora. E, dentre as empresas que atuam no Brasil, só a Petrobras compra aqui. As empresas estrangeiras ganharam áreas para explorar petróleo desde 1999 e, até hoje, 14 anos depois, nenhuma delas comprou uma plataforma no Brasil. Os 30% são explicados porque nenhuma empresa consegue ser a operadora com menos de 30% de participação no consórcio.

Criar nova empresa estatal para gerir o programa, que também é motivo de crítica, é na verdade muito importante para, dentre outros objetivos, fiscalizar as contas de todos os consórcios.

Finalizando, os autores invariavelmente criticam o governo por procurar viabilizar uma exploração do Pré-Sal que visa satisfazer a sociedade. Neste momento, dizem que “o governo tenta ressuscitar a ideologia nacionalista de outros tempos”.

Buscam impor o conceito de que nacionalismo é ruim. E trazem, como única crítica ao nacionalismo, o fato de ser “de outros tempos”. Além de ser um preconceito contra o velho, chega a ser engraçado, porque princípios liberais estão nos textos de Adam Smith (1723-1790).

Aliás, seria bom reconhecermos que, graças ao nacionalismo, o Pré-Sal é nosso. Em primeiro lugar, porque o nacionalismo o descobriu. Em segundo lugar, porque foram visões nacionalistas de órgãos do governo brasileiro que lutaram para o estabelecimento da Zona Econômica Exclusiva de 200 milhas, onde se encontra mais de 90% do nosso Pré-Sal. E a conquistaram junto às Nações Unidas.

*Conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros e do Clube de Engenharia

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26 comentários

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Leitor J: Dois alertas sobre o Rio de Janeiro « Viomundo – O que você não vê na mídia

04 de novembro de 2012 às 16h20

[…] Paulo Metri: Inaugurada a temporada de caça ao petróleo brasileiro […]

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As mortes atribuídas a Bill Clinton « Viomundo – O que você não vê na mídia

03 de novembro de 2012 às 11h26

[…] Paulo Metri: Inaugurada a temporada de caça ao petróleo brasileiro […]

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Jorge Souto Maior: Um legítimo gol de mão « Viomundo – O que você não vê na mídia

01 de novembro de 2012 às 14h57

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ZePovinho

01 de novembro de 2012 às 11h33

E CUIDADO COM OS F-16(as jacas que os EUA querem vender para nós no programa FX-2)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

http://www.aporrea.org/internacionales/n217320.html

Los F-16 que Irak compró a EEUU vinieron “envenenados” con dispositivos de espionaje israelíes, revela reportaje

IMG SRC=”” Los F-16 vendidos a las fuerzas aéreas de Egipto, Turquía y Omán, también tienen los mismos dispositivos israelíes.

Caracas, 31 Octubre.- Según revela el diario bareiní Akhbar Al Khaleej, autoridades militares de Irak encontraron dispositivos de grabación de información, fabricados por el régimen de Israel, en aviones comprados recientemente a Estados Unidos.

El rotativo, citando a fuentes oficiales militares iraquíes, informó que la comandancia de las Fuerza Aérea de Irak, envió una carta a la compañía estadounidense Lockheed Martin, fabricante del caza F-16, en la que pide explicaciones sobre dichos aparatos encontrados en los aviones.

En la misiva, Irak también denuncia que las aeronaves estadounidenses F-16, presentes en las fuerzas aéreas de Egipto, Turquía y Omán, también tienen los mismos dispositivos israelíes.

El diario señaló que hasta la fecha la comandancia de la Fuerza Aérea de Irak no ha tenido respuesta de la compañía Lockheed Martin todavía.

Las sorprendente revelaciones se producen a pocas semanas de que el gobierno de EEUU bloqueara en ese país, la venta de dispositivos de redes informáticas y manejo de infraestructura de telefonía móvil por parte de la empresa china Huawei, la segunda más grande del mundo en ese ramo, bajo sospecha de que contienen dispositivos de espionaje chinos.

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Rafael

01 de novembro de 2012 às 09h44

O pré-sal na melhor hipótese terá 120 bilhões de barris, somente o Iraque tem 80 bilhões de barris, Arábia Saudita 250 bilhões de barris isso sem falar nos outros países do oriente médio. O Brasil com certeza não é o último lugar do mundo com petróleo. Tem muito brasileiro que quer de mão beijada petróleo pronto sem ter que investir em pesquisa, todo o processo de procurar, analisar comercialidade dos poços e tudo mais. Sempre foi assim aqui no Brasil. Vejam quais empresas grandes foram criadas da iniciativa privada. Grande maioria foram no início estatais depois privatizadas. Nos anos 50 queriam que o Brasil fosse somente um ponto de abastecimento de combustiveis. Vale não fosse o Estado não seria um milésimo do que é hoje. Aqui iniciativa privada é muito pouco atuante, não fosse o Estado não teríamos a Petrobras, empresa desse porte, não teríamos a Vale, os próprios bancos os maiores são estatais ou foram estatais.

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Mariac

31 de outubro de 2012 às 19h52

Os rentistas que ditam a matéria para os “jornais” ficaram malhando o nacionalismo brasileiro como um apendice do nacional-socialismo da Alemanha, durante us 10 anos, descaradamente, com vistas a convencer as gerações novas de que qualquer nacionalismo é o mesmo e portanto é ruim. Até que alguém se cansou e começou a malhar os rentistas.

De minha parte gosto de malhar os rentistas e sou absolutamente nacionalista.

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Guanabara

31 de outubro de 2012 às 19h13

Não é jornalismo, é lobby.

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Jayme Vasconcellos Soares

31 de outubro de 2012 às 18h38

O Pré-Sal é nosso! O Brasil não precisa correr na exploração desta expressiva reserva de petróleo, que será de grande importância para a economia de nosso País. Esta riqueza dever´ser explorada para a educação de nosso povo, para programas de saúde, que venham a atender nossa gente extremamente carente neste ramo de assistência social. Não vamos entregar estas nossas reservas petrolíferas às empresas aves de rapina multinacionais,a maioria delas servindo ao modelo neoliberal capitalista. A reserva petrolífera do “Pré-Sal”foi descoberta graças ao talento e denodo dos nossos profissionais geólogos, geofísico e engenheiros e de seus auxiliares técnicos, e portanto uma riqueza inalienável dos brasileiros. Assim, somente nós temos capacidade moral e técnica para usufrui-la, tendo em vista a melhoria de vida do nosso povo.

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Vlad

31 de outubro de 2012 às 17h15

Quando éramos oposição, criticávamos o entreguismo do governo.
Agora que a “esquerda” (licença…pausa para conter o riso) está no poder criticamos o entreguismo dos jornais?!

Se o cachorro colocado para cuidar das galinhas está agindo como a raposa, chumbo no imprestável do cachorro e não culpar as pulgas, que mordem o cachorro e o deixam nervoso.
As pulgas são assim mesmo: parasitárias. Cabe ao cachorro, muito maior, ignorá-las e cumprir seu dever.

Bah!
Nem falem nada. Ficou ruim isso aí.
haha

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    Mariac

    31 de outubro de 2012 às 19h53

    De minha parte, critico Lula e Dilma diariamente por serem pouco nacionalistas, embora nem se comparem em falta da nacionalismo aos membros do PSDB e aos rentistas.

    Vlad

    31 de outubro de 2012 às 23h03

    Isso é verdade.

Marcelo

31 de outubro de 2012 às 16h44

Esse tipo de coisa acontece pq nosso governo ainda é , infelizmente , colonial . Nosso Estado trabalha para facilitar aqueles que aqui vem para explorar nossos recursos e o povo , cobrando é claro sua parte no saque . Para mudar nosso país só refazendo , recriando , reinventando nosso Estado por completo .Se não aceitamos mais ser tratados como se fossemos ainda indios , escravos e degragados , temos que deixar de agir como se fossemos , grilhões não se abrem apenas pelo desejo , é preciso ação . Devemos deixar claro que não nos basta escolher quem vai nos roubar por 4 anos , queremos nossa parte em toda riqueza que produzimos .

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H. Back™

31 de outubro de 2012 às 16h35

Quer dizer que já esgotaram todo petróleo que roubaram do Iraque? Porque não continuam na Arábia Saudita? Porque não vão fazer tais propostas na ex-URSS? Nestes países têm até mais petróleo do que aqui!

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Roberto Locatelli

31 de outubro de 2012 às 15h17

O pré-sal é um dos motivos para o golpe de estado que está em preparação. Washington tem pressa. Tio Sam precisa que a América do Sul volte a ser seu quintal. Especialmente Venezuela e Brasil, países com grande reserva de petróleo.

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Mardones Ferreira

31 de outubro de 2012 às 15h07

A Dilma sabe que os leilões são um tiro no pé.

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Willian

31 de outubro de 2012 às 14h25

O petróleo só tem valor depois que sai do fundo da terra. Tem que tirar ele de lá.

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    J Fernando

    31 de outubro de 2012 às 15h09

    Ah, sim, ninguém aqui sabia disso…

    Willian

    31 de outubro de 2012 às 17h12

    De nada. Estamos aí.

    renato

    01 de novembro de 2012 às 00h29

    Há lugares que estão a flor da terra!
    E aqui no Brasil! Já sabia disto desde que brincava
    em deposito de amostras da Petrobras!
    Há poços encobertos com cimento???
    A cada tempo o nescessário, a petrobras já mapeou o país!
    Sabia disso também JF.
    Agora é tempo dos oceanos!!

Dorival

31 de outubro de 2012 às 14h00

Na verdade o governo esta admnistrando mal o comando da Petrobras , para ocupar este cargo , tem que ser uma pessoa acima da media , só competencia , diploma , cursos mestrados doutorados não serve , tem que ter algo mais , e a pessoa que ocupa este cargo hoje com certeza não tem , o problema que talvez isto só seja percebido tarde demais !

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Hélio Pereira

31 de outubro de 2012 às 13h56

Sou Brasileiro,logo sou NACIONALISTA com orgulho,só não é Nacionalista quem não se sente Brasileiro,tem vergonha de sua língua natal,tira os sapatos pra entrar nos EUA e vive batendo Palmas a tudo que vem de fora!

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Rafael

31 de outubro de 2012 às 13h47

Nacionalismo: digam por favor qual filme americano não aparece a bandeira dos EUA hasteada??? Então faço outra pergunta: pode os americanos serem nacionalistas e nós não podemos??? para eles não é conceito antigo???
Esses que fazem as críticas ao modelo de exploração do pré-sal, partilha, são na verdade pagos pelas petroleiras estrangeiras que querem roubar nossso patróleo. Não é válida essa visão deles, é uma visão manipulada, paga para que seja assim.

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    jaime

    31 de outubro de 2012 às 14h05

    Os norteamericanos não são apenas nacionalistas, o que não seria ruim, mas são imperialistas e isso é muito ruim.

RicardãoCarioca

31 de outubro de 2012 às 13h07

1) Quem manda majoritariamente na Petrobras é o governo e, portanto, aumenta o preço da gasolina quando ele quer e não quando a Míriam PiGão quer;

2) Tranformar nacionalismo em coisa ruim é a missão do PiG desde o seu surgimento. Nacionalismo bonito é só o dos americanos, né? O nosso não? Sai pra lá, cambada oposicionista entreguista…

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flavio jose

31 de outubro de 2012 às 12h54

Puxa, como são muitos os traidores da patria amada BRASIL. Entregar petroleo para multinacionais e traição a PATRIA. Esta midia cinica, vagabundo, mentirosa e desonesta fica publicando mentiras para enganar os tolos. Diga não a esta farsa que está sendo publicada.

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Antonio Carlos Fon: Ato ecumênico em memória dos mortos e desaparecidos « Viomundo – O que você não vê na mídia

31 de outubro de 2012 às 12h34

[…] Paulo Metri: Inaugurada a temporada de caça ao petróleo brasileiro […]

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