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O embate entre Dilma e os tucanos nas contas de luz


06/12/2012 - 09h34

do blog do Planalto

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (5),durante cerimônia de abertura do 7º Encontro Nacional da Indústria, que o governo não recuará da decisão de reduzir a tarifa de energia elétrica. Segundo ela, a medida é tão importante quanto a redução da taxa de juros para tornar a indústria brasileira competitiva.

“Reduzir o preço da energia é uma decisão da qual o governo federal não recuará, apesar de lamentar profundamente a imensa insensibilidade daqueles que não percebem a importância disso agora para garantir que o nosso país cresça de forma sustentável. Isso vai onerar bastante o governo federal e quando perguntarem para onde vão os recursos orçamentários do governo, uma parte irá para suprir, para a indústria e a população brasileira, aquilo que outros não tiveram a sensibilidade de fazer. Nós somos a favor da redução dos custos de energia no país e faremos isso porque é importante para o país”, disse.

O governo havia anunciado que, a partir de fevereiro de 2013, a conta de luz das residências ficaria 16,2% mais barata, enquanto que nas indústrias a redução chegaria a até 28%. No discurso, a presidenta reiterou que, apesar de algumas resistências no setor, o compromisso com a medida anunciada em pronunciamento em 6 de setembro.

“Eu reitero aqui o meu compromisso de no início de 2013 buscar o máximo esforço do governo federal para reduzir essas tarifas de energia. O preço da energia é algo que era fundamental no Brasil, que todos soubessem que é tão importante quanto a redução da taxa de juros, da taxa de câmbio, da melhoria das condições de investimento, da estabilidade e do respeito aos contratos para melhorar a nossa competitividade”, reforçou.

*****

06/12/2012 – 05h30

Renovar concessão causaria perda de R$ 8 bi, estimam SP, MG, PR e SC

AGNALDO BRITO

TATIANA FREITAS

DE SÃO PAULO, na Folha

A renovação das concessões pelas regras estabelecidas pelo governo trariam perdas de pelo menos R$ 8 bilhões às elétricas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina. As quatro elétricas estatais recusaram total ou parcialmente a proposta do governo.

O cálculo inclui perdas com indenizações –as oferecidas ficaram abaixo das calculadas pelas empresas– e receita de tarifas –que, pelo plano da presidente Dilma, teriam que ser obrigatoriamente reduzidas (veja quadro abaixo).

Não estão incluídas as perdas que as empresas tiveram em valor de mercado após o anúncio da MP, nem os números da Cemig. A estimativa do mercado é que a indenização deveria ser superior a R$ 6 bilhões, mas a empresa não revela seus números.

Segundo a Cemig, o acordo foi recusado porque não garantia a gestão das hidrelétricas sem riscos ambientais e operacionais.

“Com os contratos atuais, temos condições de assumir esses riscos”, disse ontem Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da empresa.

Já no caso da Cesp, da Copel e da Celesc, os motivos para a não adesão foram os prejuízos implicados. Com exceção da Celesc, as três estatais são controladas por tucanos.
A única grande geradora a aceitar as condições de Dilma foi a Eletrobras, que é controlada pela União.

Embora o governo petista tenha atribuído as recusas a um propósito político, a Cemig e a Copel desistiram de renovar a concessão de geradoras, mas aceitaram os contratos de transmissão.

A Cemig disse ontem que terá de cortar em 20% o custo da operação dos 5.000 km de linhas de transmissão em razão do corte tarifário que foi obrigada a aceitar.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), potencial candidato à Presidência em 2014, disse que o governo quer “reduzir o preço da energia às custas da insolvência do setor elétrico”.

O governador do Paraná, Beto Richa, acusou o governo federal de fazer “cortesia com o chapéu alheio”. “Estou defendendo interesses do meu Estado. Não dá mais para perder receita”, afirmou.

A Cesp, que não tem transmissão, considerou que a oferta do governo federal representava prejuízo para o Estado e os acionistas.

“Se aceitássemos as condições da MP teríamos de assumir um prejuízo de de R$ 5,3 bilhões”, disse Mauro Arce, presidente da Cesp. “A receita que teríamos em 30 anos não permitia pagar a dívida. Com os dois anos sem a renovação, pagamos com folga.”

APAGÕES

Não só as elétricas reagiram mal à proposta do governo. Um grupo de especialistas e acadêmicos ligados ao setor elétrico, representados pelo ex-presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, encaminhou carta à presidente Dilma Rousseff pedindo ao governo o recuo em relação às mudanças previstas.

“Vimos manifestar nossa grande apreensão sobre as consequências que, com grande probabilidade, podem decorrer das alterações.”

Dentre elas estão riscos regulatórios (contratos poderiam ser contestados) e sistêmicos (apagões, por exemplo). “Todos nós sabemos, a duras penas, que não existe plano B para energia elétrica. Eletricidade não tem substituto e pior que kWh caro é a falta de energia que poderá ocorrer no futuro.”

O grupo, que assessorou o governo Lula, pede a revogação da MP e a proposição de um projeto de lei a partir do qual seja possível uma discussão ampla.

ARRECADAÇÃO

Todos os Estados do país perderão arrecadação, uma vez que os tributos são calculados sobre o preço da energia, que será reduzido. O presidente do Fórum dos Secretários de Energia, José Aníbal, disse que a perda vai chegar a R$ 5,5 bilhões em ICMS. São Paulo e Rio já pensam em cobrar compensações.

1. Cesp

Perda com indenizações
R$ 5,373 bilhões (diferença entre a indenização calculada pela empresa -R$ 7,132 bi- e a oferecida pelo governo -R$ 1,759 bi)
Perda com tarifas
R$ 2,316 bilhões (receita atual -R$ 2,5 bi- menos a obtida com a tarifa exigida pelo governo -R$ 184 mi)
Perda com ações
Queda de 39% entre o anúncio do plano e a recusa na adesão

2. Cemig

Perda com indenizações
A empresa não divulga. O mercado estima que poderiam chegar a R$ 6,8 bi
Perda com tarifas
A empresa não divulga
Perda com ações
Queda de 19% entre o anúncio do plano e a recusa na adesão

3. Copel

Perda com indenizações
R$ 80 milhões (governo ofereceu zero)
Perda com tarifas
- geração: R$ 72 milhões
(R$ 96 mi faturados atualmente menos receita com tarifas exigidas no plano -R$ 24 mi)
- transmissão: R$ 178 mi
(R$ 305 mi de receita atual menos R$ 127 mi se aderisse ao plano)

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35 comentários

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[…] O embate entre Dilma e os tucanos nas contas de luz […]

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Saul Leblon: O jogral da mídia contra a política econômica « Viomundo – O que você não vê na mídia

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09 de dezembro de 2012 às 17h06

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Dilma Rousseff, Vandana Shiva, Tony Blair e os vira-latas « Ficha Corrida

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Chávez já pede a eleição de seu vice-presidente e beija crucifixo « Viomundo – O que você não vê na mídia

09 de dezembro de 2012 às 03h27

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Terezinha

07 de dezembro de 2012 às 20h59

Os governos tucanos do Paraná, Minas Gerais e São Paulo seguem direitinho o conselho de FHC. Só que ao invés de apoiar e se aproximar dos interesses do povo – se aproximam dos futuros financiadores de campanha.

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Rogério Correia: Cemig escolhe o lucro da Andrade Gutierrez e outros poucos « Viomundo – O que você não vê na mídia

07 de dezembro de 2012 às 15h09

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Conta de luz: MAB diz que tucanos preferiram acionistas ao povo « Viomundo – O que você não vê na mídia

07 de dezembro de 2012 às 02h57

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Skaf acusa Cesp, Cemig e Copel: Estão jogando contra todos os brasileiros « Viomundo – O que você não vê na mídia

07 de dezembro de 2012 às 00h46

[…] O embate entre Dilma e os tucanos nas contas de luz […]

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Aline C Pavia

06 de dezembro de 2012 às 22h38

A Andrade Gutierrez e a OAS ficam felizes com o boicote dos tucanos. O deles está garantido. O ICMS de MG é 48% da conta de luz. Aécio gaguejando no jornal nacional não tem preço.

Responder

    Sagarana

    07 de dezembro de 2012 às 07h47

    Noosssaaaa!!! Voce tem como provar essa afirmação?

Sagarana

06 de dezembro de 2012 às 21h26

Prometeu tem que cumprir. Salvo engano, ela prometeu 28% de redução para o Gerdau e 16% para o restante da patuleia. Botar a culpa nos outros nao eh atitude de quem tem caráter!

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Bonifa

06 de dezembro de 2012 às 19h38

Trata-se de estratégia nacional que responde a dois pontos: À crise mundial, cujo horizonte é de mais e mais inquietação, e ao esforço da indústria nacional para se posicionar de modo mais vantajoso em mercado altamente competitivo. Não cabe discutir essa estratégia, embora caiba discussão alentada sobre como implementá-la. Comentários como do senhor Richa, que tenta desqualificar a própria estratégia tentando reduzí-la a um gestículo politiqueiro, um “fazer cortesia com chapéu alheio”, é apenas lamentável e ridícula. Já o senhor Aécio, que vê as ações de governo também fundamentalmente por suas implicações em seu projeto político pessoal e tucano, mas é mais cuidadoso, tenta obstar a estratégia governamental com argumentos reducionistas e paroquiais.

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J Souza

06 de dezembro de 2012 às 19h08

Em termos relativos, percentuais, quem arrecada mais, o governo de São Paulo ou a União?

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João Brasileiro

06 de dezembro de 2012 às 17h12

Rodrigo,

Seus pais e seu filhos continuam acreditando em você!!!!

Quando você vai dar uma chance a você?

Um abraço!!

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Antonio Carlos

06 de dezembro de 2012 às 14h05

PARA OS GOVERNOS TUCANOS A REDUÇÃO DO PREÇO DA ENERGIA INVIABILIZA A PRIVATIZAÇÃO DO SETOR E AI O “PREJUÍZO” É MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO MAIORRRRRRRRRRR!!!!
AGORA VENDER O SETOR ELÉTRICO AOS PREÇOS QUE FORAM REALIZADOS DANDO O MAIOR PREJUÍZO AO POVO BRASILEIRO…..”COMO CONSTA NO PRIVATARIA TUCANA” AI PODEEEEEEEEEEEEEEEEEE!

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luis

06 de dezembro de 2012 às 13h04

PSDB, Partido Sabotador do Brasil

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    Sagarana

    06 de dezembro de 2012 às 21h21

    Quem sabotava o Brasil era o PT, insinuando um calote que, ao final, nao deram, onerando estupidamente o serviço da nossa divida.

Marcelo

06 de dezembro de 2012 às 12h54

A mídia também é contra à medida da Presidente pois pode perder muita grana com a publicidade que essas estatais fazem nos jornais e tv.

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RicardãoCarioca

06 de dezembro de 2012 às 12h53

O que o governo federal retira de impostos federais os governos tucanos repõem em impostos estaduais.

E o PiG não noticia.

E os midiotas demotucanos não somente reclamam do desconto na conta de luz como ainda têm coragem de falar mal da Ley de Medios. Como são manipulados… Muitos dentre esses sabem e até gostam dessa condição… E dentre esses alguns vêm postar aqui nesse blog.

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José Antônio P Pereira

06 de dezembro de 2012 às 11h50

A nossa Presidenta está defendendo o bolso dos trabalhadores; enquanto os tucanos ALCKMIN, AÉCIO e BETO RICHA estão defendendo os PRIVATEIROS beneficiados com a PRIVATARIA promovida pelo FHC. O povo precisa expulsar de vez esses tucanos da vida pública. O voto é a arma do povo.

Responder

J Souza

06 de dezembro de 2012 às 11h45

É hora de a ANEEL ser rigorosa na fiscalização dessas empresas, pois são capazes de tudo para sabotar o plano de redução das tarifas!
A mídia golpista, sempre contra o país, apóia o lobby das elétricas!

Responder

José X.

06 de dezembro de 2012 às 11h14

Taxa de juros, contas de luz, investimento na educação…

Coisa que (quase) TODO MUNDO criticava (da boca pra fora, lógico), agora que a Dilma está fazendo alguma coisa, o que acontece ? TODO MUNDO que criticava…continua criticando…

Ela devia entrar em rede nacional e dar os nomes aos bois, ops, aos tucanos, dos que estão contra a redução dos valores da conta de luz.

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Gerson Carneiro

06 de dezembro de 2012 às 10h32

Como disse o José de Abreu, no twitter: “Tucanos têm pavor a poste, e vem a Dilma falar em conta de luz..”

Responder

Julio Silveira

06 de dezembro de 2012 às 10h11

A Dilma defende o interesse dos cidadãos, enquanto seus adversários defendem seus interesses, ainda que sob disfarce.
Tem muita bajulação nela, com o conservadorismo, que não concordo, mas, racionalmente falando, só quem não está nem aí para o País, nessa crise mundial, é que podem ser contra o ato da nossa Presidenta.
É por isso que são insuportaveis os partidos oposicionistas no Brasil, eles curtem manter os cidadãos ferrados para poderem surfar em cima de suas necessidades.

Responder

    Rodrigo Leme

    06 de dezembro de 2012 às 11h20

    O problema é que até para fazer o certo você tem que fazer direito. Não adianta reduzir a conta de luz sentando a marreta na rentabilidade das concessionárias, que precisam atender acionistas e investimentos feitos.

    Se for assim, o governo federal que retome as concessões, oras. Mas aí, se as concessões fossem do governo federal de largada, duvido que a redução de luz seria tratada desse jeito ou até mesmo existiria.

    Se o governo federal não se importa com a conseqüência no setor privado com a redução da conta de luz, pq o governo federal não reduz impostos e tributos que afetam diretamente o caixa da União?

    s3

    06 de dezembro de 2012 às 11h47

    Serve o IPI?

    Maria Libia

    06 de dezembro de 2012 às 12h19

    Rodriguinho, porque o governo de São Paulo, não reduz para 25% o ICM da conta de luz, que embutida, cobra-se 33%. É só fazer a conta. Até o Joelmir Betting comentou a respeito. O que o PSDB esta fazendo com a conta de luz é mesmo que fez com os produtos brancos que a Dilma diminuiu os impostos, menos em São Paulo, pois tirou-se o IPI,mas por uma manobra do Alckimin o governo do estado, ficou com o desconto. Nós, paulistas, realmente, não temos vez.

    Gersier

    06 de dezembro de 2012 às 12h41

    Em Minas o ICMS (somados aos quarenta por cento da tal taxa de iluminação pública) é um verdadeiro assalto ao bolso do contribuinte.Lembro que o aecim foi contra a redução do mesmo.Nessas horas é que esses lobos que andam travestidos de mansos cordeirinhos,mostram seus dentes e suas garras.Só lembram das ansiedades dos eleitores em época de eleição quando prometem o que sabem nunca irão cumprir.

    Wellington

    06 de dezembro de 2012 às 13h17

    Rodrigo,
    vai segurar o caixão de Serra/Alkmim.

    Julio Silveira

    06 de dezembro de 2012 às 13h43

    Rodrigo, é tudo uma questão de boa vontade comercial, no que tange a iniciativa privada, e politica nos estados de onde vêm a resistência. Ou será que as concessionárias que atuam em estados de administrações mais alinhados com o governo, e que aceitam e concordam com a intenção, perdem? Meu caro, acredito que neste momento, onde o esforço deste governo é para segurar a onda da crise mundial, cruel sob todos os aspectos, quando em anos anteriores os primeiros a sofrerem as consequências eram os empregados em geral e os cidadãos em particular (apesar de nós nem estarmos nos dando conta, acreditando que as demonstrações externos são meras novelas ou nada a ver conosco), onde existe um evidente alinhamento internacional em oposição a essa visão de que governos, democraticos, responsáveis, devem pensar primeiro na sobrevivência dos cidadãos antes das corporações, acredito que sua defesa a resposta daqueles em quem voce acredita fica muito frágil diante dos fatos.

    sandro

    06 de dezembro de 2012 às 17h13

    O Rodrigo “zoin virado” é café com leite a opinião dele é pueril,
    nada que o governo do PT faça presta. Como ele não tem um perfil crítico
    e sim o de um lumpen, relevem.

    Bonifa

    06 de dezembro de 2012 às 19h19

    Você quer insinuar que as concessionárias estão de pires na mão? Que já haviam, pelo bem do Brasil, feito todo o ajuste possível e estão no último furo do cinturão apertado? Ou será que os governos tucanos se viciaram em basear seus orçamentos ou “outros” custos no superlucro destas empresas, tornando-as, deste modo, “imexíveis”?

    Julio Silveira

    06 de dezembro de 2012 às 21h15

    Rodrigo, por outro lado quero manifestar minha solidariedade a você pela falta de respeito de alguns que se acreditam progressistas, politicamente, mas que não perdem a oportunidade de demonstrar seu pouco respeito, caracterizado na propria incapacidade de lidar com aquilo que julgam imperfeição. São bossais, neandertais em humanidade, ou seja prometem chegar ser humano, mas podem não chegar a sê-lo. Não é de hoje que vejo esses uns e outros se pegarem a aspectos fisicos para retaliar. Isso só demonstra propria incapacidade verbal e intelectual. Como vemos, essas figuras querem parecer gente de ação, mas na verdade não passam de gente sem noção. Um abraço.


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