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No Senado, Collor diz estranhar decisão de omitir indiciados


29/11/2012 - 08h49

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A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



42 comentários

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H. Back™

29 de novembro de 2012 às 16h20

O que Collor ainda não percebeu, é que antes ele era a pedra, e agora virou o telhado.

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Bertold

29 de novembro de 2012 às 13h51

Collor e mais ninguem não deveria estranhar o recuo do relator, afinal o relatório precisa ser votado e se não tem maioria para aprová-lo do jeito que foi proposto a solução é negociar o que é possivel aprovar. Elementar meus caros indignados e irracionais. O Senador Collor, por exemplo, não tem apoio nem de um terço do ptb, o partido dele. O pmdb (a Confederação Nacional da Chantagem e da Corrupção), o pdt (que muitos aqui gostam)e o psb, já deixaram claro, também, que não aprovam o relatório de Odair Cunha do jeito que está. O que querem que o PT faça? Como aprovar sozinho sem ter maioria? Ir á briga com os aliados e provocar uma crise política que poderá desetabilizar o país e favorecer à direita? O poder presidencial ainda é muito personalizado na nossa cultura política mas não tem o condão de sacramentar maiorias parlamentares e programática de governo. Sejamos francos, Collor não está em aliança programática com o governo do PT, assim como seu partido e outros estão na base de apoio em beneficio próprio. Seu partido, o ptb, em conluio com a oposição e à direita, foi o responsável pelo maior golpe sofrido pelo governo petista. Me digam o que Collor fez a respeito?

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    SEBASTIAO MARQUES

    29 de novembro de 2012 às 15h26

    Seguindo essa linha de raciocínio, lógica e racional, tudo se justifica para aprovar o relatório final. Mas, ao afinal de todas as negociações, vai sobrar o que mesmo para ser lido e aprovado?

    Roberto Locatelli

    30 de novembro de 2012 às 00h45

    Relatório final:

    “Esta CPI, depois de se debruçar sobre provas e mais provas, escutas da Polícia Federal, documentos incriminadores, etc, conclui o seguinte:
    Alguém, em algum lugar, cometeu algum ato ilícito, mas esta CPI não se atreve a dizer quem foi, onde foi ou qual foi o ato.”

    Julio Silveira

    29 de novembro de 2012 às 15h43

    O analfabetismo politico de grande parte de nós brasileiros é o que leva gente esclarecida em outras saberes, falar besteiras que sinalizam a descupa ideal para que a baixa politica prospere no Brasil.
    Como essa, de quem crê que se justifica ter poder para nada mudar, aparentemente apenas para gozar das prerrogativas. Toda inoperância é justificada na simpatia, a titulo da dificuldade de se governar dentro do sistema que se tem por aqui, com as pessoas que existem no poder por aqui. É essa a ladainha que só convence aqueles que se contentam com a migalha, que parece enorme, num país tantas necessidades extremas. Muita gente “intelectual” ainda não entende que o país não precisa só da cultura meramente financeira, a dos bens de consumo para a cidadania, precisa também, mas acredito até que dentro das carencias nacionais, essa merecia uma atenção secundária, Antes, precisa sim, intranhar na mente popular a cultura do esforço consequente, dos bons valores, tranformando a cultura da sociedade. Sob pena de movermos nossa gente para a ação do circulo do ioio. Que hora tá em cima, hora tá em baixo, e quando nas poucas vezes vai pra frente logo tem de recuar para ficar nas mãos do dono do brinquedo.

    Bertold

    29 de novembro de 2012 às 19h06

    Quanta “viajada” amigo. Estou discutindo no terreno da política que, juntamente com a linguagem, foi o maior avanço que o homo sapiens atingiu como paradigma civilizatório. Se não entende, paciência.

    Cibele

    29 de novembro de 2012 às 19h10

    Julio, não é questão de se contentar. Nós não temos o poder, nunca tivemos de fato. Não se pode criar tanta expectativa quanto a mudanças profundas no Brasil, ainda não. Infelizmente. Não podemos brigar com os fatos, apenas fazer alguma coisa.

    Julio Silveira

    29 de novembro de 2012 às 21h12

    Não amigo, não entendo.
    Talvez voce se contente com a história. Minha ambição é por mudar o paradigma politica Brasileira e todas as consequencias nefastas que atualmente produz. É pelo teu citado marco civilizatório que o Brasil atualmente ostenta indices de envergonhar a cidadania esclarecida de qualquer país.

    Cibele

    29 de novembro de 2012 às 19h50

    Isso aí, Bertold!

    paulo roberto

    29 de novembro de 2012 às 20h16

    “Ir á briga com os aliados e provocar uma crise política que poderá desestabilizar o país e favorecer à direita?”

    Colocar o relatório em votação desestabilizaria o país? Não tá meio exagerado isso, não? Ora, o recuo do PT foi um ato de fraqueza e covardia. Por que não colocaram o relatório em votação? Assim a gente ficaria sabendo como votam os senhores representantes do povo e a que interesses eles obedecem. O recuo do relator só demonstra que ele não tem personalidade própria, é apenas um pau-mandado que vai ficar com a culpa exclusiva de ter livrado a cara do Poicarpo “Caneta” e do Prevaricador Geral.

    Julio Silveira

    29 de novembro de 2012 às 21h15

    Cibele, quem não tem competência não se estabelece. Se promete sem capacidade de entregar é propaganda enganosa para iludir o esperançoso, que muitas vezes abre o flanco por essa motivação.
    Eu não estimulo isso.

    Cibele

    30 de novembro de 2012 às 00h47

    Julio, até concordaria com você. Sabe, não acredito que os governos decidam realmente coisa alguma. Sei lá. Tentaram convocar o Poli, nem isso foi possível! Beleza, os membros da CPI decidem chamá-lo pra prestar depoimento e ele escapa. Me diga, quem manda no país? Será exagero supor que… hã… poderia ser a mídia? E depois do show do STF? Ok, se for paranoia, tudo bem, mas que o buraco é mais embaixo, isso é. O Brasil é roteiro de cinema… Quero ver quem, na atual conjuntura, teria alguma chance de peitar todo mundo. Acho que não adiantaria colocar o relatório em votação só para mostrar que tem coragem. A indignação é legítima, contudo. Só não acho construtiva a forma como os leitores vêm se manifestando. Abraços.

    Julio Silveira

    30 de novembro de 2012 às 06h16

    Cibele, saiba que eu nunca fui contra o partido que governa o país, muito pelo contrário, fui um dos que contribuiu para ele estar onde está.
    Mas diferente de grande de parte de seus apoiadores atuais eu me sinto responsavel por verificar que tudo não passou apenas de interesse pelo poder para seus lideres. Nada mais que um jogo, como no futebol, onde se luta para ocupar espaço do adversário, mas nada mais que isso. Eu não compactuo com a ocorrência disso que vc diz, do país não ser governado pelo poder eleito para tal mas por midias e outros quintos poderes, que levam o cidadão ao quinto dos infernos.
    Não quero ser cumplice da canastrice que tem sido essa luta pelo poder no país, que se faz apenas para mudar as moscas. Minha principal indignação é que acredito que aqueles que buscam o poder deveriam ter estratégias para governar, deveriam estar preparados para enfrentar esses desvios que você aponta. Mas não a luta é apenas para ocupação de espaço e garantia de multiplas aposentadorias elevadas ao fim da carreira, quem paga a conta? Eu e você, toda a cidadania que sustenta os chupins.

    Cibele

    30 de novembro de 2012 às 15h04

    Só para deixar claro, não é questão de ser cúmplice. Esta discussão dá pano pra manga, mas eu encaro da seguinte forma: há uma guerra. Um dos lados tem um arsenal inimaginável de armas sofisticadas e muita gente bem treinada. O outro, alguns foguetes russos e umas pistolas. E um monte de gente aprendendo a atirar na própria batalha. Este último, por mais que tente, não consegue se antecipar ao outro. Infelizmente, não veremos grande evolução, mas temos que continuar, por nossos netos e bisnetos e seus descendentes. É assim que vejo.

    Julio Silveira

    30 de novembro de 2012 às 21h04

    Ah! Cibele, quem chega ao poder não pode ou não deveria ser tão fragil assim. Se voce se propõe a ir a luta deve estar preparado.
    Senão será um perdedor anunciado. Meu prazo de ingenuidade se encerrou no abraço do Malluf. Desculpe mas essa turma aí do PT, de hoje não me representa em nada, nada a ver comigo.
    Como um Tarso Genro que entra na justiça para não pagar o piso da categoria dos professores, quer coisa mais surreal que isso? E o pior são as justificativas. Francamente, eu quero gente melhor para um melhor futuro dos meus netos. Mas acredito que olhamos as pessoas com otica e expectativas diferentes. Mas mesmo assim um abraço. A você, cidadã de fé, eu respeito.

    Cibele

    01 de dezembro de 2012 às 01h53

    Tá, agora acho que a gente termina isto aqui – rsrs. O Tarso, me parece, prometeu pagar o piso até o final do mandato, ou seja, 2014. Ele alega que agora não tem grana. Não sei, não acompanhei a campanha para o governo do RS. Mas vocês têm motivos para comemorar, a Yeda saiu! Aquela mulher me assustava!!! Agora, dê uma passadinha aqui na locomotiva pra ver o que é bom pra tosse, com esse “governador” que nós temos. A coisa aqui tá feeeia…
    Sabe, aprendi a não desprezar a fé. E também não vou chorar nem bater a cabeça na parede. Se você pensar bem, os sucessivos impérios não permitem a evolução da humanidade.
    Julio, você também tem meu respeito, assim como vários outros comentaristas deste blog. Além do mais, vocês me divertem muito. E o menos importante é concordar em tudo… Valeu e um abraço.

ZePovinho

29 de novembro de 2012 às 13h44

http://www.obroguero.com/2012/11/relatorio-da-pf-subsidiou-o.html

27/11/2012
Relatório da PF subsidiou o indiciamento do Caneta!

<img src="“> CADEIA JÁ PARA “O CANETA”!!!!!!!!!!!

Foi o relatório da PF que subsidiou o indiciamento do jornalista Policarpo da Veja

A revista Veja emitiu nota considerando “revanchismo” o indiciamento do seu diretor da sucursal de Brasília, Policarpo Júnior, na CPI do Cachoeira. Para tentar desqualificar trabalho do relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), a nota da revista diz que o Ministério Público e a Polícia Federal teriam passado uma espécie de atestado de idoneidade ao jornalista. Nada mais falso. Pelo contrário, a intensidade da relação do jornalista com o contraventor chamou atenção da Polícia Federal. O que não havia era um aprofundamento nesta linha de investigação, dado o volume de coisas e pessoas que haviam para serem investigadas.
Está transcrito com todas as letras na página 4509 do relatório de Odair Cunha, um trecho de um relatório da Polícia Federal de 2011 (antes do início da CPI, portanto) que levanta suspeitas sobre condutas que podem ir além das relações jornalista-fonte. Eis o trecho:

Nesse sentido, a própria Polícia Federal, asseverou em relatório parcial de conclusão das investigações (Ofício n. 68/2011-0PMC/SR/DPF/DF Ref.: Processo
cautelar de Interceptação telefônica n° 13279-78.2011.4.01.3500, em apartado aos autos do Processo 12023-03.2011.4.01.3500 – IPL 08912011-SR/DPF/DF):
“(…)

Exmo. Sr(a) Juiz(a) Federal da te Vara Federal de Goiânia-GO (em mãos)

O DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, por intermédio de seu Delegado de Polícia Federal que subscreve esta peça, vem, no exercício de suas atribuições legais, perante V. Exa., em obediência ao r. despacho de I1s.6435/3436, datado de 02 de agosto de 2011, apresentar RELATÓRIO DE
INTELIGÊNCIA acerca dos ENCONTROS-FORTUITOS envolvendo pessoas que possuem prerrogativa de foro, que foram interlocutores (ou referidos) de investigandos dos autos principais.
….
CARLINHOS CACHOEIRA, além de utilizar parte da imprensa de ANÁPOLIS de forma direta, demonstra, pelos áudios interceptados; conseguir “emplacar” reportagens de seu interesse em outros órgãos da mídia. Destaca-se sua ligação com dois importantes jornalistas, RENATO ALVES, repórter do Jornal
CORREIO BRAZILIENSE, e POLICARPO JÚNIOR, Editor Chefe da Revista VEJA em BRASÍLIA.
Por sua vez, CACHOEIRA utiliza de seu contato com POLICARPO para passar informações que obtém que levam a reportagens na Revista VEJA, que venham a favor de seus interesses políticos. Exemplo disso é a reportagem veiculada na página da Veja que teria sido o “estopim” da queda da cúpula do MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES.

Os dados iniciais que deram subsídios à investigação da VEJA que resultou na série de reportagens, teriam sido repassados a POLICARPO pessoalmente por CLÁUDIO ABREU, após intermediação feita por CARLINHOS. O interesse de CLÁUDIO ABREU deveu-se ao fato de que a DELTA estaria sendo prejudicada nos possíveis negócios escusos envolvendo o DNIT em obras de engenharia.

Este episódio demonstra que CARLINHOS possui informações e contatos que lhe permitem, mesmo que indiretamente, causar abalos políticos de tamanhas proporções, como o que ocorreu no MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES…

Há mais de 80 páginas no relatório de Odair Cunha descrevendo diálogos e o relacionamento entre o jornalista da Veja e o bicheiro, desde 2004. Se há alguma falha é, nesta parte, não ter incluído como mais um dos motivos para indiciamento, a ameaça da mulher de Cachoeira ao juiz Alderico Rocha Santos, com um dossiê que seria divulgado na revista Veja, através de Policarpo Júnior.

Diante de fartas evidências, não indiciar o jornalista praticamente equivaleria a prevaricar. E o indiciamento não é condenação. É uma recomendação para abertura de inquérito, onde o jornalista, a revista e Cachoeira poderão apresentar suas versões dos fatos, já que a própria revista fez forte lobby para não prestar depoimento na CPI, de forma a apresentar os esclarecimentos necessários.

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José Carlos Santana

29 de novembro de 2012 às 11h09

Vocês então querem dizer que as organizações Globo e o grupo Abril chantageam parlamentares? Então eles teriam medo ou retaliação? Isso é um aburdo! Isso é bem plausível diante da covarde decisão do deputado Odair Cunha de retirar inecrupolsamente os jornalistas e o procurador do relatório. Então ta aí, a rede Globo e o grupo Abril mandam no Brasil!

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Morais

29 de novembro de 2012 às 10h15

Meus pêsames ao PT, antes um partido forte e combativo, por isso meu partido, agora um partido fraco e covarde, correndo o risco de se tornar menos que DEM, pois com tantos parlamentares no partido e na base aliada são derrubado por um Álvaro Dias, isto me deixa triste e espero uma mudança de postura do partido.

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Mardones Ferreira

29 de novembro de 2012 às 09h41

Estranhar o quê? O PMDB, do vice Temer, foi intimado pela Globo, Veja e cia ltda a não permitir a inclusão de jornalistas ou donos de empresas de jornalismo entre os envolvidos com a organização criminosa.

Parece que Collor não sabe que a Globo pode, digamos, chantagear e estragar a carreira de muitos políticos nesse Brasil. Da mesma forma – como ele bem sabe – essa gangue pode ajudar a eleger políticos, até presidentes da República.

Michel Temer sabe que os negócios dele no Porto de Santos são fáceis de se tornar alvo de denúncias contra a carreira política e os negócios privados. Da mesma forma, os demais parlamentares do PMDB que têm seus interesses privados – devidamente protegido por juízes, advogados e jornalistas.

Ou os vazamentos seletivos do Gurgel e cia ltda são coisa nova na política nacional? Claro que não. São moeda de troca na vida política do Congresso Nacional.

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    LEANDRO

    29 de novembro de 2012 às 11h35

    E o pt foi intimado pela delta a não ir fundo no foco da cpi?


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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.