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Diário da Resistência


Denúncias

23 ex-moradores farão exame de corpo de delito; há mais feridos


02/02/2012 - 18h18

23 ex-moradores do Pinheirinho farão exame de corpo de delito; número de feridos é maior

por Conceição Lemes

O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe-SP) promoveu na última segunda-feira, 30, um mutirão com moradores despejados do Pinheirinho, em São José dos Campos. Integrantes de movimentos sociais, entidades de direitos humanos e parlamentares participaram.

“Foram coletados depoimentos de 507 pessoas; 23 tinham marcas no corpo causadas por ferimentos de balas de borracha, estilhaços de bomba, cassetete de borracha e até agressões físicas e quiseram depor”, acusa Renato Simões, conselheiro do Condepe, onde representa o movimento nacional de direitos humanos. “Já protocolamos esses 23 casos na Delegacia Seccional de São José dos Campos, pedindo inclusive o exame de corpo de delito de todos.”

Mas o número de pessoas feridas na reintegração de posse do Pinheirinho, em 22 de janeiro, é maior.

Primeiro: entre essas 507 pessoas, algumas, apesar de terem marcas no corpo em função da operação policial, não quiseram formalizar queixa.

Segundo: o conjunto das 507 pessoas pesquisadas não inclui dois universos bastante importantes.

Um é o das famílias que não aceitaram ir para os abrigos, para não ficar sob a tutela policial, entre outros motivos. Foram para a casa de parentes, conhecidos. Boa parte das lideranças do movimento não está nos abrigos.

Outro universo ainda não pesquisado é o do Campo dos Alemães, bairro vizinho ao Pinheirinho, onde há centenas de casas. Muitos dos seus moradores saíram às ruas para saber o que estava acontecendo e apanharam também da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.

“A violência foi generalizada não só contra os ocupantes do Pinheirinho, mas contra quem estava nas ruas do Campo dos Alemães. A polícia ‘fechava’ a rua e vinha batendo em que estivesse pela frente”, relata Simões. “Sobrava gente correndo pra todo lado.  Tinha casa que abria a porta para o pessoal entrar.  Tinha casa que não abria. Tinha gente que pulava muro para se esconder no jardim…Parecia época ditadura militar.”

Detalhe: nenhuma dessas denúncias era do conhecimento da Delegacia Seccional. Pelo menos foi o que disse o delegado seccional assistente à comissão do Condepe que o visitou.

Na verdade, até segunda-feira passada, do ponto de vista das vítimas só havia dois inquéritos abertos pela polícia de São José dos Campos.

Um, referente à prisão de Guilherme Boulos, do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem-Teto (MTST). Guilherme foi preso por dano ao patrimônio e denunciou a polícia por violência contra ele e abuso de autoridade.

O outro diz respeito ao caso de David Washington Furtado, ex-morador do Pinheirinho, baleado pelas costas pela Guarda Civil Municipal (GCM).

“O inquérito do David é um vexame; na segunda-feira, ele ainda não tinha sido ouvido nem feito exame de corpo de delito”, prossegue Simões. “Apenas na terça-feira — nove dias depois de ele ter sido baleado! –, determinaram a apreensão das armas envolvidas naquela operação. E isso porque nós fomos lá, se não nem isso teria sido feito.”

Em tempo: A reintengração de posse ficou a cargo da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal (GCM). A polícia civil de São José dos Campos não foi avisada, ficou de fora da operação. Só soube dela volta de 9 horas do próprio domingo, dia da desocupação, quando a imprensa começou a noticiar.

Leia também:

“Parecendo um porco para abater amanhã”





37 comentários

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Pinheirinho, suas vítimas, seus algozes, protestos | A Tal Mineira – Blog da Sulamita

07 de fevereiro de 2012 às 10h44

[…] Gente em estado de coma, como o aposentado Ivo Teles dos Santos, de 69 anos, – aqui e aqui, no Vi o […]

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sonia maria

03 de fevereiro de 2012 às 21h25

A lei não é conceder as terras aos ja invasores, mas,retirá-los a quakquer preço, o preço do neoliberalismo que não importa o ser humano, mas o capital – nesta situação primeiro deixam invadir para ter mais eleitores depois… vira-se as costas. Isso é muito nomal brasileiros ja estão acostumado com essas atitudes agressoras ,sejam elas feitas pelos partidos que for, mas está na cara os grandes capitais que tem vergonha dos pobres que enfeiam a cidade com os seus casebres .

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Felipe

03 de fevereiro de 2012 às 09h42

Este maniqueísmo entre PT e PSDB é uma grande ilusão – a luta do bem contra o mal – parem com esta inocência meus queridos, os dois partidos compactuam da mesma cartilha: a do neoliberalismo que despontou após a década de 1980. O PT com seu neoliberalismo disfarçado de uma nova socialdemocracia só se difere no discurso do escancarado neoliberalismo tucano-financista. Esta luta que vemos no Pinheirinho, travestida de guerra civil, é a pura e simples luta de classes, enfeitada por conflitos eleitoreiros. Desculpem-me, mas pra mim é tudo muito simples esta situação que se resume assim: o pobre desprovido de seu produto alienado pelos regimes de produção capitalista contra o rico especulador que aliena o trabalhador e seu ser estranhado de sua produção. Florestan Fernandes (deputado eleito do PT) – em uma entrevista à Roda Viva que se deu logo após a eleição do FHC para o seu primeiro mandato – já dizia que muitos do PT em nada se diferem do PSDB, citou nomes das direções do partido na época, nomes que depois vimos no governo Lula e agora também no governo Dilma.

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Gerson Carneiro

03 de fevereiro de 2012 às 09h05

"Primeiro ignoram, depois riem, depois agridem, e depois você vence” – Mahatma Gandhi

Estamos na fase da agressão.

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Ze Duarte

03 de fevereiro de 2012 às 08h29

São os 23 mortos?

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Sagarana

03 de fevereiro de 2012 às 08h21

Que tal trazer aquela turma que apanhou no Piauí, no Acre, na Bahia para fazer corpo de delito no IML paulista

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Morvan

02 de fevereiro de 2012 às 23h02

Boa noite

O Geraldo Opus Alckmin Dei não queria pagar sozinho a fatura de Pinheirinho; queria dividir, ou como manda o figurino dos caloteiros, velhacos e assemelhados, queria "ir ao banheiro" na hora da paga. Felizmente, Dilma não entrou nesta. Temos agora dois problemas: como resolver, em definitivo, o problema destas pessoas, que de um momento para outro passaram a não dispor de um lugar para viver; o Governo Federal poderia – e deveria – remanejar verba suficiente para a construção de um centro residencial para estas famílias. Dinheiro tem. Se preciso, utiliza o tal de Fundo Soberano. Outro problemão é a questão do descumprimento de ordem judicial suspendendo a reintegração de posse em Pinheirinho. Não é mera questão de conflito de competência. É questão de descumprimento de Mandado Federal. A juizinha nazista Márcia Mathey (matou, sim, muitos sonhos de pessoas humildes) fez o que Dilma não fez (para desespero do Picolé de chuchu e de todo o PIG): passou por cima das instituições. Maculou o pacto federativo.
E aí, quem chama a nazistinha às responsabilidades? Ou aos poucos o Ordenamento Jurídico brasileiro vai à lona, via quem dele deveria cuidar?

:-)

Morvan, Usuário Linux #433640.

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Augusto

02 de fevereiro de 2012 às 22h20

Quando é que você vai falar da reintegração de posse de Brasília, feita pelo governo petista do corrupto Agnelo Queiroz, Azenha??????????????????????????????????????????

Podem fazer o que vocês quiserem. Podem mandar o caso para onde quiserem, até para o Vaticano.

A verdade é que o Estado de São Paulo cumpre as leis e respeita a propriedade privada. O fato é que isso deixa vocês (radicais fundamentalistas de esquerda, shiradistas castristas), todos loucos! Feito cães babando!

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    Leider_Lincoln

    03 de fevereiro de 2012 às 08h08

    Uiiiiiii, ele sabe "a verdade"; o governo de São Paulo (o mesmo que não tomou as terras griladas pela Cutrale ou pelos fazendeiros do Paranapanema), "cumpre a lei"… Ele engana quem?!? O discursinho tucano vai se resumir ao "cumprimos a Lei? Troll, manda um recado para seus patrões: nós sabemos o que vocês fizeram quando a Globo grilou um terreno; quando a Justiça Federal mandou vocês mandarem os professores cumprirem a carga horária em casa; sabemos o que vocês NÃO fizeram com os grileiros da Cutrale e do Paranapanema… E aí, além de insensíveis aos problemas sociais e inimigos dos pobres e da classe média (lembra da USP e do Rodas?), vocês pegarão a pecha de mentirosos hipócritas. Entendeu?

    Miguel

    03 de fevereiro de 2012 às 09h16

    shiradistas castristas… voce ainda consegue perturbar alguem com esse besteirol?

    J Fernando

    03 de fevereiro de 2012 às 11h39

    Quando é que você vai parar de falar na reintegração de posse de Brasília?
    Praticamente todos já afirmaram que o caso de Pinheirinho não tem comparação com o de Brasília, principalmente devido ao tempo de invasão: 6 dias em Brasília, 8 ANOS em Pinheirinhos.
    Já foi dito também que Pinheirinhos não existiria com toda aquela infraestrutura se desde as primeiras invasões os invasores fossem desencorajados a ficar no local. Se a dona do terreno cuidasse, cercasse e impedisse as invasões desde o princípio, Pinheirinhos não existiria. Ninguém contesta isso. Mas você quer porque quer ficar batendo nesta tecla de comparação improcedente.
    Gostaria ainda que o estado de São Paulo "Cumpre a Lei" tomasse de volta o terreno que a rede globo tomou do estado.

    mara suzana

    04 de fevereiro de 2012 às 00h24

    Ainda bem que temos pessoas sensatas que governam esse país, o Brasil é de todos e as leis é para servirem a nós trabalhadores, se for para os capitalistas nós temos que modifica-lá.

Yarus

02 de fevereiro de 2012 às 21h22

Comentário de Ronaldo Sanches. Blog da Cidadania

Ronaldo Sanches
02/02/2012 • 19:54

Olha a mídia paulista aí, gente:

Denúncia: Desocupação em SP – Faccioli da Band e o tratamento vip aos cidadãos
Posted on 02/02/2012

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Dica Nilva de Souza
Rafaela Carvalho

PRECISO JOGAR ISSO AOS QUATRO VENTOS.

Enquanto eu estava dentro do prédio que foi desapropriado hoje, no centro da cidade, a líder da ocupação, dona Carmem, ficou revoltada com o que o jornalista da Band, Luciano Faccioli, falou sobre os moradores que seriam despejados:

“Essas mulheres estão precisando lavar uma louça, passar uma roupa… esses homens precisam ir construir laje. Povo vagabundo, que não trabalha.”

Ela pegou o telefone do repórter da Band que estava na ocupação e contatou o jornal matutino da emissora, enquanto o Faccioli continuava falando baboseiras como

“o que esses invasores estão fazendo é a mesma coisa que se eles chutassem a porta da sua casa, te colocassem pra fora e ficassem lá”.

E aí a coisa conseguiu piorar. Além de ele não colocar a dona Carmem no ar, disse que a pessoa que contatou o programa xingou o repórter da Band presente na ocupação, mas que não passava de uma

“garota de programa que admitiu também ser usuária de drogas.”

Eu vi essa mentira acontecer e vi os moradores gritarem para a televisão, urrarem de revolta. E quase chorei de ódio. O que esse Faccioli tá fazendo é repugnante, me dá nojo, asco. E eu sei que ainda vou chorar lágrimas de raiva por causa do que vi.

recebido por email de @cidoli
http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/a-mao-que

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Yarus

02 de fevereiro de 2012 às 21h09

“Greve de fome em frente à TV Globo segue adiante por vítimas do Pinheirinho”

“Eu estou em frente a Globo, porque a Globo é o último ponto de resistência dos criminosos.”

Jornalista Pedro Rios Leão
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embed

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Paulo Henrique

02 de fevereiro de 2012 às 20h14

Um horror nazista. Sem dúvida

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FrancoAtirador

02 de fevereiro de 2012 às 20h05

.
.
Ato em apoio ao Pinheirinho leva 5 mil pessoas às ruas, em São José dos Campos de Concentração

Cerca de 5.000 pessoas participaram hoje, dia 2, do Ato Nacional em solidariedade às famílias do Pinheirinho, em São José dos Campos.

Foi uma das maiores manifestações populares que a cidade já viu. Entre os manifestantes, delegações vindas de várias partes do país, com representantes de Sindicatos e movimentos populares, entre elas o MST e o MTST. Partidos políticos (PT, PSTU, PSOL e PCB) e centrais sindicais (CSP-Conlutas, CUT e CTB) também marcaram presença e apoiaram o movimento.

Representantes do MST, trouxeram, além de apoio e solidariedade, 4 caminhões cheios de alimentos para o povo do Pinheirinho.

A manifestação começou por volta das 9h, quando começaram a chegar os primeiros manifestantes na Praça Afonso Pena. Por volta das 11h, os manifestantes saíram em passeata, tomando as ruas da região central da cidade.

Com muita animação, os manifestantes empunhavam bandeiras e faixas, com frases de protesto. Um grupo homenageou o exército de Brancaleone do Pinheirinho, empunhando escudos improvisados.

Por onde passava, a passeata ia ganhando apoiadores, tanto de comerciantes, quanto da população que acenava do alto dos prédios.

O ato terminou por volta das 14h30, em frente ao prédio da Prefeitura de São José dos Campos.

Em todos os discursos, uma coisa em comum: palavras de apoio à luta do povo do Pinheirinho e críticas contra a tentativa da prefeitura de criminalizar o movimento.

“Para o prefeito, aglomeração de pobres é igual a aglomeração de bandidos. Aqui não tem bandido não. Aqui estão trabalhadores, a parcela mais explorada da sociedade”, disse o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos Luiz Carlos Prates, o Mancha, que foi muito aplaudido.

“É emocionante ver toda essa mobilização. E o que eu posso dizer a vocês é que nós vamos manter essa guerra em pé, até que os moradores do Pinheirinho tenham suas casas de volta”, disse o presidente nacional do PSTU, José Maria de Almeida.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL) disse, durante o ato, que o governo federal tem o dever de desapropriar a área do Pinheirinho. “É isso que vamos exigir”, finalizou.

<img src="http://3.bp.blogspot.com/-Y76QOlomTR0/TtOlkvVXyYI/AAAAAAAAATw/wgZEJ4dWZwU/s1600/titulo%2Bblog%2Bpinheirinho%2Bcopy.jpg"&gt; Responder

Neuza

02 de fevereiro de 2012 às 19h56

Grande manifestação hoje pela manhã e início da tarde,em São José dos Campos, em protesto contra o massacre em Pinheirinho: http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/um-dia-de-ca

Responder

joão 33

02 de fevereiro de 2012 às 19h51

mais uma noticia do pinheirinho mais por essa eu já esperava , incêndio em restos demóveis e demais materiais de fácil combustão , sem expicação de como iniciou , muito suspeito , onde foi omitido um baleado , falta total de transparência , proibição de imprensa , muito suspeito tem que ser investigados por especialista , será que pode ser encontrado corpos carbonizados nos retos do incêndio , por que existem rumores de mortes bem factiveis pelo modo como realizaram a coisa.

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Morvan

02 de fevereiro de 2012 às 19h41

Boa noite.

Imagina se não tivesse sido uma "operação perfeita", pelo menos para a juizinha nazista.
A tese da "operação perfeita" está cheia de rebocos e eles estão a cair…

:-)

Morvan, Usuário Linux #433640.

Responder

João-PR

02 de fevereiro de 2012 às 19h38

E a juíza Mathey disse que a desocupação foi planejada, sem vítimas, e que a PM estava de parabéns!
Será que ela sabe dessa notícia??

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Eduardo

02 de fevereiro de 2012 às 19h15

Vou bater na mesma tecla: cadê o Governo Federal? Nesse Alckmin só os néscios um dia acreditaram, mas achei que Dilma teria outra postura, de enfrentamento do problema como um problema brasileiro.

Responder

Leila Brito

02 de fevereiro de 2012 às 19h03

Espero que meu comentário anterior não seja censurado. De toda forma, a atitude dúbia dos Governos petistas, há tempos, já foi desmascarada.

Responder

    Jorge Andrade

    02 de fevereiro de 2012 às 21h14

    Senhora Leila Brito, eu não estou entendendo. O Alckmin, um governador legitimamente eleito, dentro das normas do Pacto federativo (a senhora sabe o que é isso? Se já leu, leia outra vez…) manda a sua Polícia fazer do que fez, a mando de uma juíza que não gostava de ver a favela Pinheirinho da janela de sua casa(ordem judicial cumpre-se), porque não tomou nenhuma medida a favor daquele povo antes, digo o Alckmin, e a senhora vem dizer que a culpa do criem é da Dilma?
    A presidente ERROU mesmo em confiar na palavra do Alckmin, que mentiu, pois enquanto dizia estar negociando estava mandando a polícia tomar conta de tudo>
    Mas a presidente não pode, a priori, pensar que o governador de São paulo er aum NERO! Agora sabe. A um custo muito alto.v

    Paulo Henrique

    02 de fevereiro de 2012 às 21h15

    E a do seu partido, o PSDB? O mesminho do Alckmin? O que tem a dizer senhora?

    Paulo Henrique

    02 de fevereiro de 2012 às 21h16

    Deixe de ser nazista enrustida. Descobri seu IP eleitora do PSDB

    Sagarana

    03 de fevereiro de 2012 às 08h17

    Noosssaaaa… Isso eh uma ameaça?

    groucho

    02 de fevereiro de 2012 às 21h30

    já a atitude do governo alckmin não é nada dúbia….

    Leider_Lincoln

    03 de fevereiro de 2012 às 08h10

    Ui, ela "desmascarou", todas as reintegrações, as feitas com violência e assassinatos inclusas, são iguais! Como "ela" é uma lucana esperta! Nossa, o Graeff já foi mais seletivo ao contratar trolls…

Leila Brito

02 de fevereiro de 2012 às 19h01

Cadê a Presidenta que lutou para libertar o país da Ditadura Militar e hoje viira as costas para os pobres desse país? De que adianta dar o Bolsa Família mas cuspir, junto com seus agressores, na dignidade desses cidadãos? Ela vem a público para lamentar vítimas de tudo quanto é tragédia, mas se cala perante um crime desta magnitude contra pobres sem-teto. Qual é a dela? É uma COVARDE!!! Sua ação em relação ao caso foi, dia seguinte ao massacre desta população indefesa, massagear o ego dos psdebistas paulistanos, LADRÕES E ASSASSINOS, como o FHC e o Alckimin, no evento de comemoração do aniversário de SP. INADMISSÍVEL. Esse seu gesto amoral foi uma cuspida na cara do Povo Brasileiro. Por isso, NUNCA MAIS ELA TERÁ MEU VOTO nem mesmo outro candidato do PT à presidência.

Responder

    Neuza

    02 de fevereiro de 2012 às 19h52

    Leila
    A Presidenta declarou em reunião com representantes de movimentos sociais, logo após o massacre,o que você pode ler na segunda parte desse documento e que foi amplamente divulgado: http://www.mst.org.br/node/12894

    lia vinhas

    03 de fevereiro de 2012 às 01h21

    Por que acalmar a Leila? Ela nunca votou nem em Lula, nem na Dilma. Conheço esse papo. É típico de troll que quer malhar e vem com um ar de indignação. Seja quem for que esteja assinando esse nome, não chega ao mindinho de Dilma.

    Leider_Lincoln

    03 de fevereiro de 2012 às 08h03

    Concordo; no limite, é uma marinista, mas muito provavelmente é alguma tucana paga para tentar compartilhar a culpa e dar a impressão de que o governo federal é tão culpado quanto os tucanos… Estratégia bem manjada, incluindo ser a primeira a comentar para tentar pautar a discussão.

    Bonifa

    02 de fevereiro de 2012 às 20h02

    Vamos com calma, Dona Leila. O Governo Federal tem alguma responsabilidade no que aconteceu, sim, principalmente por não ter antecipado a possibilidade do Governo de São Paulo, da Prefeitura de São José e da Justiça paulista terem feito o que fez. Mas a responsabilidade federal para aí. Sua compreensível indignação deveria se concentrar nos grandes e verdadeiros responsáveis pelo que se deu, e mais a imprensa corporativa do país que foi cúmplice na tentativa de acobertamento daquele massacre movido por motivo torpe. Quanto à Dilma em particular, ddeixe-a fora disto, porque a ela não cabe nenhuma culpa direta.

    luiz pinheiro

    02 de fevereiro de 2012 às 23h04

    A presidenta não calou, usou a palavra precisa para qualificar a ação do governo de SP: barbárie. Muito xingamento contra a Dilma e pouco comentário sobre o crime do Alkmin.

Eli

02 de fevereiro de 2012 às 18h56

Puxa vida Azenha, soube que vc esteve hoje na minha cidade, Pariquera-Açu, no Hospital Regional fazendo uma reportagem e não pude ir cumprimentá-lo!!!!
Que pena!!!

Responder

    Lia

    02 de fevereiro de 2012 às 22h30

    Pena que você não tenha vindo até Iguape. Teria sido muito bom se você pudesse ver a qualidade dos serviços "terceirizados" oferecidos para a população.


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