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Colunista diz que é válido questionar vida pessoal de Lula


29/11/2012 - 08h15

29/11/2012 – 03h30
O poder de Rosemary

na Folha

SÃO PAULO – Não é da tradição do jornalismo brasileiro tratar da vida privada dos políticos. Diferentemente do que ocorre nos EUA e em outros países, opção sexual, amantes, bebedeiras e uso de drogas não são normalmente considerados como assuntos para reportagens.

O entendimento muda se o sujeito mistura sua vida particular com a profissional. Um prefeito, por exemplo, que nomeie a sobrinha para um cargo público pode acabar virando notícia. O mesmo ocorre com um secretário de Segurança que frequente a casa de um chefe de quadrilha.

Na sexta passada, a PF indiciou, por suspeita de corrupção e tráfico de influência, a assessora Rosemary Noronha. Ex-secretária do PT, foi nomeada no governo Lula para o cargo de chefe de gabinete do escritório da Presidência em SP e rodou o mundo a serviço do Planalto, viajando com o então presidente para 23 países.

Acumulou tanto poder que conseguiu, inclusive, emplacar diretores em agências reguladoras mesmo quando havia resistência no Congresso. Em situação incomum, o Senado aprovou um nome indicado por Rose que vetara quatro meses antes.

Há anos especula-se nos corredores do governo sobre a origem do seu poder, zum-zum-zum que cresceu agora com a ação da PF. Em editorial, o jornal “O Estado de S. Paulo” disse que sua influência “derivava diretamente de sua intimidade com Lula”.

Diante da gravidade das acusações da PF, Lula deveria dar explicações sobre sua antiga assessora. Ela tem qualificações para o cargo que ocupava? Quais eram suas atribuições nas viagens e por que ganhou passaporte diplomático? E como conseguiu dobrar o Senado?

Dilma, que a deixou no cargo até sábado, também deveria prestar esclarecimentos. Se a função de Rose era tão importante, por qual razão a presidente simplesmente extinguiu o seu cargo após as revelações da PF?
Sem explicações convincentes, resta uma questão: Lula misturou sua vida privada com a pública?

Rogério Gentile é Secretário de Redação da Folha. Entre outras funções, foi editor da coluna Painel e do caderno “Cotidiano”.

PS do Viomundo: É casado? Tem filhos? Quando é o Lula tudo vale, como nos lembra este editorial de O Globo…

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102 comentários

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Mário SF Alves

30 de novembro de 2012 às 10h44

É tudo culpa do Lula. A transição para a democracia tinha de ser lenta e gradual; assim o determinava o regime do ESTADO DE FATO e seu braço armado, a ditadura “civel”-militar. Por “lenta e gradual”, entenda-se, aquilo que não deve acontecer nunca. Portanto, é tudo culpa do Lula. É o Lula que apressou o processo e não respeitou o “ad infinitum”, o ultimato, o selo real, a chancela, da ditadura. E, claro, tudo isso no contexto da época, Brasil, 1980. Imagine-se agora, no contexto atual, quando o neoliberalismo imposto pelas grandes corporações, tenta, a todo custo, solapar o que ainda restava de responsabilidade social no Estado.
__________________________________________
Aliás, sobre a vida pessoal do Lula, desde os primórdios, desde o primeiro governo Lula, a coisa do respeito à vida pessoal dele já estava posta. Quem não se lembra daquele episódio em 2004 envolvendo um tal Larry Rohter, jornalista norte-americano do “New York Times”, que criticou Lula pelo excessivo consumo de bebida alcoólica. A (in)Veja (sempre ela, a catapulta medievalesca) aproveitou o embalo para disparar: “Em todas as reportagens estrangeiras ouvia-se o eco de uma indagação constrangedora – e ela não tinha nada a ver com a questão de quanto e com que freqüência Lula bebe. A indagação era bem pior: será que o Brasil retrocedera ao estágio de uma republiqueta latino-americana dirigida por um ditadorzinho caprichoso e impulsivo?”

Só para quem tem estômago forte, tipo de avestruz: http://veja.abril.com.br/190504/p_036.html

http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/1110765-jornalista-do-nyt-que-chamou-lula-de-bebado-diz-gostar-de-dilma.shtml
____________________________________

Responder

Evandro

30 de novembro de 2012 às 08h30

Prezados amigos

Agora a oposição quer levar Lula ao congresso para dar explicações sobre a operação Porto Seguro. Em minha opinião, nós, petistas, devemos ter receio de algumas convocações que querem fazer como por exemplo o Ministro da Justiça, que me parece não ter muitas habilidades com as palavras e uma frase errada pode virar manchete contra o governo. Mas para a convocação de algumas pessoas, não devemos temer nada. Por exemplo o grande Lula, eu até acho que deveria ir. E por que penso assim? Enquanto a oposição acha que dará “nó” no nosso presidente, eles é que não sabem aonde estão se metendo. E por que digo isto? Vocês se lembram (eu não me esqueci até hoje) quando a Ministra Dilma foi convocada para ir dar explicações sobre cartões corporativos. Não me esqueço jamais como ela, delicadamente, humilhou o senador Agripino colocando-o no seu devido lugar. Está no youtube. É muito vibrante…

Responder

LEANDRO

30 de novembro de 2012 às 08h29

Nunca dantes na história do Brasil se gastou tanto dinheiro do povo com uma amante tão baranga.

Responder

pedro - bahia

30 de novembro de 2012 às 07h29

A união do STF com parte da mídia: estamos nos aproximando do golpe.

Responder

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 10h49

    Você quer dizer da continuidade sequencial do golpe, não?

Antonio Donizeti - SP

30 de novembro de 2012 às 07h26

Bangue-bangue

Autor(es): Tereza Cruvinel

Correio Braziliense – 29/11/2012

A Polícia Federal, há alguns anos dividida entre a ala tucana e a ala petista, assim como o Ministério Público, de aparelho do Estado, transformou-se em protagonista do bangue-bangue nacional.

Combater a corrupção é fundamental e o Brasil vem avançando também neste campo. Mas quando a iniciativa e o estouro de esquemas delituosos ocorrem movidos pela luta política, fica-se em dúvida: estamos diante de maior rigor no combate a este mal corrosivo ou assistindo ao bangue-bangue em que foi transformada a política nacional desde 2005, quando a descoberta do valerioduto do PT produziu a narrativa conhecida como mensalão? Ou melhor, desde que Lula chegou à Presidência.

No Congresso, ouve-se com tranquilidade, seja entre governistas ou oposicionistas, que o escândalo do momento, envolvendo, entre outros funcionários graduados, a chefe de gabinete do escritório da Presidência da República em São Paulo e a segunda autoridade da Advocacia-Geral da União — ambos já exonerados —, foi uma resposta a duas “insolências” do PT: a reação agressiva às condenações dos réus do mensalão, com críticas ao Supremo e ao Ministério Público, e a inclusão, pelo relator, de um jornalista da revista Veja e do procurador-geral Roberto Gurgel no relatório final da CPI do Cachoeira. Com o próprio ex-presidente Lula no alvo da Operação Porto Seguro, o relator ontem recuou, retirando do texto o jornalista e o procurador. Fragilizado, começou a sofrer pressões da oposição para novas concessões. Agora, novo baile seguirá, com depoimentos de ministros e funcionários ao Congresso, quem sabe com uma nova CPI. E proliferam rumores, como o já desmentido pela procuradora responsável, de que existiria uma centena de gravações de conversas entre Lula e Rosemary Nóvoa de Noronha, a ex-chefe de gabinete em São Paulo.

É também voz corrente que o delator do esquema de tráfico de influência desvendado, o ex-auditor do TCU Cyonil Borges, só fez a denúncia porque não lhe pagaram a segunda metade da propina. Tanto é que, verificando sua conta, a Polícia Federal constatou que o dinheiro ali depositado vinha de um empréstimo consignado. A primeira metade, ele gastara. Enquanto isso, no Supremo, Roberto Jefferson teve a pena atenuada, segundo o relator Joaquim Barbosa, por ter contribuído para a revelação do esquema. Quem tem memória se recorda que, após a divulgação de fita em que seu correligionário Maurício Marinho pedia propina em seu nome, Jefferson acusou o PT de comprar a maioria parlamentar com pagamentos mensais de R$ 30 mil. Daí a expressão mensalão. A CPI descobriu o valerioduto, um megacaixa dois, no entanto, essa legião de mensaleiros, que precisavam ser mais de 100 para garantir a maioria, nunca apareceu. Mas o trem vai passando e a narrativa vai sendo estabelecida.

Ainda em relação ao novo escândalo em cartaz, é espantoso que o ministro da Justiça não tenha sabido que, há mais de um ano, o escritório da Presidência era investigado. Não para proteger Rose, como era conhecida Rosemary, mas para que o governo pudesse agir com mais rapidez, demitindo todos os envolvidos por iniciativa própria, e não na defensiva, depois do estouro do escândalo. Autonomia para investigar a Policia Federal deve ter, mas isso não significa que lhe seja dispensada a subordinação hierárquica. A Polícia Federal, há alguns anos dividida entre a ala tucana e a ala petista, assim como o Ministério Público, de aparelho do Estado, transformou-se em protagonista do bangue-bangue nacional.

Responder

Gil Rocha

30 de novembro de 2012 às 04h54

Que interessante, todos por aqui falando
da sugestão na Inglaterra de uma regulação
da mídia.
Pois bem, o que os queridos progressistas acham
se um episódio como este acontecesse na Inglaterra?
Todos, inclusive o Lula já estaria dando explicações
para um juiz.
E nada a ver com vida particular, mas sim porque uma
chefe de gabinete conseguiu tanto poder.
A vida dela seria investigada desde o nascimento.
Mas eu tenho certeza que muita gente aqui acharia um
pouco demais.
Tem coisas que servem e outras não, não é?

Responder

    xacal

    30 de novembro de 2012 às 11h16

    Gil, Gil, sua inteligência e rapidez me assombram.

    Deixa eu ver se eu entendi.

    Então porque defendemos que a mídia(e não o seu conteúdo ou produção)deve ser, como toda e qualquer pessoa, ente ou instituição, em uma sociedade livre e em um estado de direito, regulada e responsabilizada por atos que excedam seus limites no direito a informar o público, ou quando pratica atos criminosos sob esta justificativa(liberdade de informar), como acontece na Inglaterra, devemos levar o Lula ao banco dos réus, justamente para dar conta destas infâmias produzidas e que queremos combater com este controle?

    Ué, não entendi.

    Vamos tentar de novo, porque você está muitos anos luz à nossa frente…

    Se o que dissemos aqui é que ninguém está acima da Lei, nem atual, nem ex-presidentes(leia-se TODOS, e não só Lula), mas que devemos resguardar a judicialização (ou criminalização, ou policialização, como queiram) dos conflitos quando estes forem realmente caso de Justiça ou de polícia, e não uma pretensão político-partidária camuflada em editoriais, como vamos levar a cabo sua comparação?

    Impossível.

    Se agíssemos com o mais leve sotaque inglês em relação a mídia, um ex-chefe de governo nunca seria tratado desta forma.

    E olha que Tony Blair se esforçou com a o caso do Iraque e bush jr.

João-PR

30 de novembro de 2012 às 04h02

Quando o FHC teve o filho com a jornalista da Globo (depois descobriu-se que o fiho não erado FHC), o PIG nada falou.
Ao contrário, deportaram a moça e o filho para a Espanha…fosse o Lula…

Responder

Fabio Martins

30 de novembro de 2012 às 02h31

Vezes há em que, mesmo em pleno estado de vigília, a gente tem beliscar-se. E matutar, se está tendo em pleno Reino de Morfeu, mergulhado num tétrico pesadelo. Mas, ante ao “anelo colonista” sobre a Vida de Lula, nem isso acontece. Pois o palpite é tão nanométrico que perto dele um micuim
assume proporções de um Hércules, a cacarejar sandices.

Responder

Luiz

30 de novembro de 2012 às 00h07

Sugiro que o referido colunista que deseja saber da vida pessoal de Lula vá lamber sabão.

Responder

Bonifa

29 de novembro de 2012 às 23h16

À primeira vista, é apenas ignorância, coisa de jornalismo provinciano. Mas há uma boa possibilidade de que seja mais que isso, que seja má fé. Ou pior, má fé remunerada por tal. Estamos, nós progressistas em nossos amados blogs, numa situação difícil, mas passageira. Mensalão, e logo em seguida mais alguma outra coisa. Querem quebrar nossa resistência, coisa que não é fácil, senão não se desdobrariam tanto para tal. Os golpes da mídia de direita são como andar de bicicleta, eles precisam pedalar o tempo todo para fazer, inventar uma coisa após outra, ou param. Eles não controlam o mundo, eles não controlam nada, ou não estariam em crise terminal, sempre tentando pedalar. Eles podem recolher dados, mas não sabem processar os dados. Eles são fracos, caros amigos. Jamais poderão conosco. Se estamos com a razão, e estamos, podemos ser pouquíssimos, mesmo assim seremos vitoriosos. Basta não cedermos nem continuarmos a nos culpar e jogar pedrinhas uns nos outros, por passos que não puderam ser dados, como os da CPI. O relator foi bravo. Mas não conseguiu continuar. Não faz mal. Nem por isso vamos fazer o querem, que é dizer que o PT é fraco. Eles vão perder, porque não têem a razão. Já perderam, isso está claro para quem vê através da névoa da mídia, que só funciona por alguns instantes e não resiste ao Sol que ela mesma terá de reconhecer que nasceu. A mídia não pode parar o Sol. Vamos ficar tranquilos.

Responder

    xacal

    30 de novembro de 2012 às 11h27

    Bonifa,

    O que temos aqui não é só provincianismo ou má-fé remunerada. São ambas as situações e mais:

    Como de costume, o thin tank vai construindo os argumentos para dar sustentação “jurídica” as 11 bestas do Apocalipse(leia-se STF).

    Tateando, vão ouvindo ali, pinçando aqui, escrevendo acolá, para determinarem o eixo central do próximo ataque.

    Foi assim na ação 470.

    Foi assim na CPMI do cachoeira para justificar a ausência da “óia”, governadores e a delta no banco dos indiciados.

    As construções ideológicas da mídia são a mais nova fonte de direito positivo brasileiro.

    Há uma fratura considerável em nosso tecido institucional. De um lado, o Estado representado pelo executivo e legislativo, o governo como ente político, a enorme maioria da sociedade. De outro, o judiciário, a mídia corporativa e os não-partidos de oposição.

    O equilíbrio entre estes dois mundos paralelos é frágil. Dos dois lados, os extremistas convidam para uma dança perigosa e sedutora.

    O problema é que os minoritários e barulhentos da mídia e seus acólitos parecem se oferecer para o “sacrifício”, onde um ato de “força e reação” das forças majoritárias daria o contorno dramático a luta imaginária que travam pela “democracia”.

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 12h24

    Xacal,

    Considero essencial este seu comentário, só não entendi bem o último parágrafo. Tá claro que você incluiu aspas na democracia, mas…

    xacal

    30 de novembro de 2012 às 14h51

    Mário,

    É para distinguir o sentido distorcido de democracia que os demotucanopatas cultuam.

Antonio Donizeti - SP

29 de novembro de 2012 às 22h31

Publicado no Última Instância

Quinta, 29 de Novembro de 2012 “FLEXIBILIZAÇÃO DE PROVAS”

Julgamento do mensalão foi “um soluço na história do Supremo”, diz jurista Bandeira de Mello

Felipe Amorim – 28/11/2012 – 18h18

Na opinião do jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, o julgamento do mensalão “é um soluço na história do Supremo Tribunal Federal”. Para o renomado especialista em Direito Administrativo, a Suprema Corte do país não vai repetir em outros casos a mesma “flexibilização de provas” utilizadas para fundamentar a sentença: “não se condenará mais ninguém por pressuposição”. Cético quanto à postura de alguns ministros na condução da Ação Penal 470, o jurista avalia que garantias básicas foram transgredidas, em um julgamento fortemente influenciado pelo furor do que chamou de “opinião publicada”, difundida por jornais e revistas que formam um verdadeiro “cartel”, na sua visão.

Para melhorar a dinâmica do STF, ferramenta útil seria a fixação de um mandato de oito anos para que cada magistrado exerça o cargo. “Tanto somos chamados de excelência, que o camarada acaba pensando que ele é a excelência”, lembrou. Embora há muito ouvida de um colega antigo e ex-membro da Suprema Corte, a frase veio à memória do administrativista ao defender a fixação do mandato rígido. Perguntado sobre como aperfeiçoar o modelo da mais alta corte do país, confessa, no entanto, ter mais dúvidas do que certezas. Ao mesmo tempo em que não consegue definir qual o melhor processo para escolha dos novos ministros, Bandeira de Mello é assertivo ao sugerir que o plenário deveria ter um número maior de juízes de carreira entre o colegiado: são eles quem, “desde meninotes”, têm a convicção de serem imparciais e alheios às influências.

Reconhecidamente um dos maiores nomes de Direito Administrativo do país, Celso Antônio Bandeira de Mello foi responsável por encerrar o seminário Direito Público na atualidade: diálogos latino-americanos, que ocorreu na última terça-feira (27/11), na sede da Escola da AGU (Advocacia-Geral da União), em São Paulo. À vontade na mesa de debate, onde não raras vezes era reverenciado pelos colegas palestrantes no evento — entre eles, um jurista argentino e um professor da PUC-SP (Pontifícia Universidade de São Paulo) —, Bandeira de Mello foi otimista ao especular sobre um futuro “risonho” do Direito Público no país. Nesse cenário, o cidadão deverá participar e interferir ainda mais diretamente nas decisões do Poder Público. “Hoje, as audiências públicas servem apenas para uma meia dúzia de pessoas que vão, mas elas chegarão a servir a todos”, aposta.

Em um dia inspirado para fazer projeções, Bandeira de Mello também indicou que o futuro da humanidade está em países nórdicos como Dinamarca, Noruega e Finlândia. “Eles revelam a visão de mundo mais evoluída. Não há ricos e pobres”, comentou o jurista, impressionado com o que testemunhou quando visitou a região escandinava. Passeando pelo interior dos países, Bandeira e Mello achou curioso que todos respeitavam religiosamente o limite de velocidade nas estradas mesmo sem que houvesse nenhum tipo de fiscalização. Aliás, percebeu também que havia pouquíssimos policiais nas ruas e que imigrantes confraternizavam à vontade com os nativos nas praças públicas. “Meu Deus, isso é que é civilização”, concluiu, digerindo tudo o que viu. “Se a sociedade continuar caminhando ela vai chegar nesse ponto, em que as pessoas se respeitam e onde está banida ao máximo a crueldade”, disse, admirado.

Embora rechace a alcunha de “um formalista kelseniano”, Celso Antônio Bandeira de Mello reconhece que sofreu (e sofre) grandes influências “deste que foi o maior jurista da história”. Para encerrar a sua fala, o administrativista extraiu de Hans Kelsen um trecho sintomático — e que também dialoga com a sua visão sobre o julgamento do mensalão, especialmente no que se refere à falta de provas alegada pela defesa dos réus. “Do fato de uma coisa ser, não se segue que deva ser. Do fato de que uma coisa deva ser, não se segue que será”. Instigado pela epígrafe, Bandeira de Mello lembra que é preciso ter em mente que a aplicação do Direito está permeada e tisnada pelas condicionantes psicológicas, sociais, políticas e pessoais. Isto é, embora o Direito fixe padrões ideais de convivência e conduta, sua interpretação terrena não pode ser vista como isolada e alheia às imperfeições do mundo em que vivemos.

Após o evento, Bandeira de Mello — sobrenome símbolo de uma família que há cinco gerações está intrinsicamente ligada ao Direito — falou ao Última Instância sobre mensalão, excesso de exposição dos juízes, composição do Supremo e também sobre a crise deflagrada recentemente na PUC-SP, universidade da qual integra o corpo docente. Perguntado sobre as eleições na OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de São Paulo), o jurista inscrito na Ordem declarou convictamente o seu voto em Alberto Zacharias Toron, que encabeça uma das chapas de oposição. Leia a íntegra da entrevista:

Última Instância — Com a fixação das penas, chegamos à reta final do julgamento da Ação Penal 470. Como o senhor enxerga o julgamento?
Bandeira de Mello — O mensalão, na minha visão, não era mensalão porque não era mensal. Isso foi a visão que a imprensa consagrou. Em segundo lugar, entendo que foram desrespeitados alguns princípios básicos do Direito, como a necessidade de prova para condenação, e não apenas a suspeita, a presunção de culpa. Além disso, foi violado o princípio do duplo grau de jurisdição.

Há um mês atrás, um juiz mineiro decidiu anular os efeitos da Reforma da Previdência. Ele citou textualmente o julgamento no STF para alegar que a compra de votos foi comprovada e que, portanto, a reforma seria inconstitucional. É possível anular atos do Legislativo com base na tese do mensalão?
Bandeira de Mello — Se é com base no mensalão, não. A Reforma da Previdência pode ser censurada por outros aspectos, mas não por causa do mensalão. Acho que a chance de anular atos legislativos aprovados durante o escândalo é zero. Isto, pois há um impedimento jurídico de que quando um colegiado decide, quem decidiu foi o colegiado como um todo e não os membros do colégio. É por isso que, se um indivíduo tem o mandato invalidado, porque ele foi ilegalmente investido, isso não afeta em nada [a validade dos atos].

O senhor se considera amigo do ex-ministro do Supremo Carlos Ayres Britto?
Bandeira de Mello — Ele é como um irmão.

Como avalia o mandato do ministro à frente da presidência do STF?
Bandeira de Mello — Não posso avaliar isso. Como vou falar a respeito dele? Ele é muito mais do que um amigo.

Sua gestão no Supremo se encerrou na semana passada, em função da aposentadoria compulsório dos que atingem 70 anos de idade. O senhor achou que a presidência de Ayres Britto foi curta demais?
Bandeira de Mello — Eu não posso dizer que foi curto demais, porque eu acho que ninguém devia ser ministro por mais de oito anos. Na minha opinião, o Supremo devia ter mandato fixado; oito anos, no máximo. Certa vez, ouvi de um ministro a seguinte frase: “tanto somos chamados de excelência, que o camarada acaba pensando que ele é excelência”.

Quanto ao processo de indicação dos novos ministros, qual é o melhor modelo?
Bandeira de Mello — Não há nada mais difícil do que imaginar um bom processo de escolha. No passado, já sugeri que a escolha fosse feita através de um processo de eleição entre todos os juízes do Brasil. Mas, nem mesmo isso, eu me atrevo a dizer que será o ideal. Porque isso é capaz de politizar tanto, criar tantos grupos de partidários, que o mérito do candidato pode também ficar em segundo plano.

Como deve ser o Supremo Tribunal Federal, então?
Bandeira de Mello — Hoje eu tenho poucas ideias a respeito de como deve ser o Supremo. Uma delas é o mandato de oito anos. A outra: o número de juízes de carreira devia ser maior entre os ministros. Obrigatoriamente, deveria haver um número mínimo de juízes de carreira, porque os juízes têm dentro de si, desde quando se formam, a convicção de que devem ser imparciais e alheios, o máximo possível, das influências. Devia haver um número mínimo obrigatório, eu colocaria pelo menos dois terços de juízes de carreira. Porque o juiz de carreira é diferente dos outros. Mesmo que você goste ou desgoste da maneira como ele julga, deve reconhecer que ele tem um viés isento. Por exemplo, o ex-ministro Cezar Peluso. As pessoas podiam gostar ou não gostar das tendências pessoais dele, mas todos reconheciam que era um homem aplicadíssimo, conhecia os processos em pauta como ninguém. Ele era um homem com uma isenção absoluta, e isso é típico do juiz.

O senhor considera exagerada a publicidade que alguns magistrados recebem ao exercer suas funções jurisdicionais?
Bandeira de Mello — Antigamente, se dizia que o “juiz só fala nos autos”. Eu acho que o juiz devia ser proibido de dar entrevistas. E não só os ministros do Supremo — mas eles é que parecem que gostam.

Qual é a sua impressão da postura do relator Joaquim Barbosa ao longo do julgamento?
Bandeira de Mello — Eu não gostei. Achei uma postura muito agressiva. Nele não se lia a serenidade que se espera de um juiz. Inclusive, em relação aos colegas, ele tinha que ter uma atitude de maior urbanidade em relação aos colegas. E no caso do Lewandowski, ele é um príncipe. Um homem de uma educação e uma finura monumental. É quase que inacreditável que Barbosa tenha conseguido fazer um homem como Lewandowski perder a paciência.

Recentemente, o grão-chanceler da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), o cardeal Dom Odilo Scherer, usou do artifício da lista tríplice para nomear a próxima reitora da universidade. O cardeal nomeou a terceira candidata mais votada nas eleições da comunidade. Na posição de professor da Faculdade de Direito e filho do primeiro reitor leigo (não vinculado à Igreja) da universidade, como o senhor enxerga essa decisão?
Bandeira de Mello — Eu avalio que o cardeal exerceu um direito dele. O estatuto diz que o método e uma lista tríplice. Vou mais longe: os candidatos não poderiam ter dito que não aceitariam se não fossem o primeiro, pois isso equivaleria a dizer que o cardeal só pode nomear o primeiro da lista tríplice. E isto não existe, eles estariam violando o direito do cardeal escolher entre três. E eu acho que o cardeal tem esse direito, porque está escrito. Nós podemos não gostar.

A decisão é legítima?
Bandeira de Mello — Não existe esse negócio de ilegítimo, na minha opinião. Ou é legal, ou não é legal. Mas, só podemos falar em ilegítimo, no sentindo em que ele aparece como imoral. E eu não acho imoral, escolher entre os três mais votados, se o estatuto presente permite. Se o estatuto considera, eu não vejo como imoral poder escolher entre o que mais te agrada, acho legítimo.

Responder

EDUARDO

29 de novembro de 2012 às 22h31

A MORAL DOS PETRALHAS ESTÁ ABAIXO DE ZERO.

Responder

    xacal

    30 de novembro de 2012 às 11h19

    Só quem está aí embaixo (abaixo de zero) é capaz de dar uma “sentença” tão virulenta.
    Não há melhor ponto de vista de quem está perto. Logo, tende a imaginar que todos podem ser medidos por sua régua!

Marcelo de Matos

29 de novembro de 2012 às 22h25

Nesse caso Rosemary temos de tirar o chapéu para o PIG. Eles conseguiram o impossível: implicar o ex-presidente e Dirceu com desvios de conduta de funcionários subalternos do atual governo, ou de diretores de agências reguladoras. O pano de fundo de tudo isso é o novo porto na Ilha dos Bagres, em Santos. O que os petistas, que nem fazem parte do governo, têm com isso? Se fosse o porto de Suape, em Pernambuco, tudo bem. Lá não houve escândalo de pareceres encomendados para aprovação de obras. Isso é coisa de tucano. Gilberto Miranda, o proprietário do empreendimento, é ligado aos tucanos, não a Lula ou Dirceu. Quem pariu Judas que o sacuda. Essa investigação da PF tem de implicar Alckmin e não Lula. Como conseguiram esse desvio de foco? O que eu posso dizer é – Alckmin toma que o filho é teu. Claro que os tucanos estão se empenhando ao máximo para blindar Alckmin. O governador já está sofrendo grande desgaste com as ações do PCC e mais esse escândalo seria a pá de cal.

Responder

    Marcelo de Matos

    29 de novembro de 2012 às 23h17

    ET: Segundo a procuradora da República Suzana Fairbenks, que coordena a investigação no Ministério Público Federal em São Paulo, em conjunto com a PF, “infiltrados nos órgãos públicos os irmãos Vieira vendiam pareceres a grupos empresariais para os mais diversos fins. O processo do Tribunal de Contas da União que gerou toda essa investigação era a concessão de áreas no terminal do Porto de Santos que não tinham sido licitadas”. Portanto, quem a CCJ do Senado deveria chamar a depor, além do Ministro da Justiça, já “convidado”? Claro que os interessados na aprovação das obras do porto da Ilha dos Bagres, em Santos: o prefeito João Papa, o governador Alckmin e o empresário Gilberto Miranda. Além dessas pessoas, o responsável pela indicação de Paulo Vieira para a Agência Nacional de Águas (ANA). Segundo Sarney, o nome de Paulo Vieira não foi aprovado pelo Senado, mas, o senador Magno Malta requereu que a indicação fosse reexaminada pela casa e Vieira acabou aprovado. Por que Magno insistiu na indicação? Que interesses estariam por trás disso?

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 12h19

    Aêeê, Marcelo! Você põe a nu a “dialética” dessa bagaça toda. Só os tontos impregnados pelo veneno ideológico – sintetizado e incrementado pelo julgamento da AP 470, sintetizado e veiculado sob os auspícios da teoria do domínio funcional dos fato pelo consórcio PiG-demotucano, não veêm que a corrupção é inerente, que está na gênese e é o motor do capitalismo; agora, imagine-se a coisa toda em sua versão tupiniquim, vulgo capitalismo selvagem e num contexto de democracia plutocrática. Quem segura?!!
    ________________________________________
    Brasil Um País de Todos, é só isso o que queremos; nada além. Consolidação da democracia no Brasil, é só isso o que queremos, e nada mais. E quem tem medo disso, e por quê? Ah! É questão de Estado?!! Qual Estado, o oculto, e seu sócio majoritário, o norte-americano?
    ________________________________________________________
    Recado ao PiG: É hora dos lambe-botas do EUA repensarem sua estratégia. Ou… vão querer pagar pra ver? Cuidado, PiG, sua desmoralização completa pode vir antes do que se imagina.

JOACIL DA SILVA CAMBUIM

29 de novembro de 2012 às 22h01

Eu não sou petista nem lulista, embora tenha simpatia pelo ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, local em que fiz o curso supletivo (1° e 2º anos, depois fomos transferidos para uma escola particular, subsidiados pelo Sindicato. Mas, deve dizer que as pessoas bem informadas – digo: bem informadas! – estarão atentas para as manobras da grande imprensa e do STF, cada dia mais influenciado pelos holofotes. Aquela classe raivosa, que será sempre contra Lula e o PT, não passa de dez milhões, ou 5% da população. O resto, o povão, que sabe das coisas, por mais que alguém duvide, está pouco se lixando para as notícias envolvendo os escândalos do PT – só do PT e seus aliados. O povo não é idiota quanto a grande mídia tenta impor, e que os raivosos antipetistas acreditam ou fingem acreditar.

Responder

Gerson Carneiro

29 de novembro de 2012 às 21h42

Isso é o que questionavam quando aproximava o tempo do Lula deixar a Presidência.

Agora pergunto: quando o PIG vai desencarnar de Lula?

Responder

Roberto Ribeiro

29 de novembro de 2012 às 18h44

É realmente, creio que o tal colunista nunca tenha cobrado da Globo e do FHC aquela história do filho de ambos criado na Espanha.
Ser anti Lula, anti Dilma e anti PT dá garantia e promoção de emprego no PIG.
Qualquer esboço de cobrança de um empregado do PIG em relação a FHC, Serra, demotucanato em geral dá demissão nas redações.
É rua mesmo.

Responder

    Abel

    29 de novembro de 2012 às 20h33

    … cuja pensão era paga pela Globo. dizem as más línguas ;)

    marco

    29 de novembro de 2012 às 21h06

    O sr.Gentil esta sendo unicamente subserviente com o que o seu patrãomandou escrever.Pura subserviência.Apos ter escrito,deve ter recebido algumas sobras do banquete do rico,que quando o deixa entrar no seu santuário,exige que limpe os pés e apos manda outro criado servi-lhe os restos.

Francisco

29 de novembro de 2012 às 18h44

Na BBC, hoje:

“O lorde Brian Leveson apresentou nesta quinta seu relatório, que durante oito meses tratou do comportamento dos veículos de comunicação do país. Ele concluiu que, ainda que a imprensa cumpra seu papel de prestar serviço ao público “na maior parte do tempo”, ela muitas vezes desconsiderou seus próprios códigos para obter notícias e furos.
Ele propôs a criação de uma entidade autorreguladora, que, em sua opinião, só terá eficácia se for apoiada por uma lei.”

Ley de Midia na Inglaterra? Mas isso não é coisa de bolivariano?

Responder

Marc

29 de novembro de 2012 às 17h54

Prezado Azenha,

Sou eu, o chato.

Mudar a relação com a imprensa via CPI, STF, “lei de medios” é valido mas muito difícil na atual conjuntura, estes caminhos representam o “atacado”.

Minha sugestão?

O varejo.

Comer pelas beiradas.

O PT deve recorrer a justiça comum para se defender quando for atacado, afinal, hoje, qualquer um pode inventar qualquer coisa contra Lula e o PT sem se preocupar com as consequências, esta apatia é responsável por muitos dos excessos e loucuras da mídia, alem disso, para muita gente boa, o silencio do PT é uma confissão de culpa.

O PT não é uma ONG pobre e desprotegida, o PT é um partido politico forte, ligado a sindicatos e movimentos sociais com recursos humanos e financeiros para enfrentar disputas jurídicas.

Recorrer a justiça independente do resultado é um sinal de coragem, pois mesmo sendo derrotado o PT terá na pior da hipóteses, a chance de divulgar a sua versão dos fatos, influenciar os ânimos dos juízes e mapear as tendencias dos magistrados.

Alem disso tudo, vamos ser pragmáticos, o governo federal tem direito a um grande leque de nomeações e indicações a fazer, seja nos TJs, TCUs, etc.

Qual o critério usado?

Eu não sei, mas se o PT investir na justiça comum poderá identificar quais são os magistrados que compartilham de seus valores e aspirações e usar isto para melhor fazer suas escolhas.

Isto é legitimo e democrático.

Responder

MariaC

29 de novembro de 2012 às 17h40

Lula tá um gato nessa foto. Até eu que sou bobinha iria dar uns beijos. Mas Dona Mariza pode ficar tranquila que é tudo fofoca de colunista que tem o que fazer: fofoca.

Responder

Cidadão Mequetrefe

29 de novembro de 2012 às 15h54

CIDADÃO MEQUETREFE, VEJA O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA INGLATERRA, MAS NA INGLATERRA.

Do O Globo

Relatório propõe regulação mais forte e lei para imprensa britânica

Cameron apoia recomendações a partir do caso de escutas ilegais em jornais, mas sugere cautela diante de novas leis

LONDRES – Depois de meses de investigação e pesquisa, a Comissão Leveson sugeriu a criação de um novo órgão independente para regular a imprensa britânica, após o escândalo das escutas ilegais praticadas por jornais do magnata australiano Rupert Murdoch. O juiz Brian Leveson, responsável pelo relatório, destacou que não é dever do governo ou do Parlamento regular o setor, mas que a Comissão de Queixas sobre a Imprensa (PCC, na sigla em inglês) fracassou em seu papel e que o sistema deve ser alterado. Ele defendeu uma forma mais severa de regulação, respaldada por uma lei de imprensa. As propostas causaram divergência dentro do governo britânico. O primeiro-ministro David Cameron apoiou boa parte das conclusões do relatório, mas se mostrou cauteloso diante da criação de novas leis. Seu vice, Nick Clegg, por sua vez vê na mudança da lei a única forma de garantir a independência do novo órgão regulador.

Responder

abolicionista

29 de novembro de 2012 às 15h41

E daí? A gente sabe da vigarice da Veja e do PIG em geral? O que o PT vai fazer a respeito? Minha avó já dizia: “quem muito se abaixa, acaba por mostrar o fiofó”.

A covardia do PT já passou dos limites, cadê o fundamento político desse partido? Cadê a luta? É só conchavo? Não sobrou nem um pinguinho de política?

Responder

Marcos Lima

29 de novembro de 2012 às 14h29

Eu também digo.
O responsável por esta matéria deveria ler o que disse o MP: A procuradora foi mais longe e garantiu não haver qualquer troca de mensagens entre os dois em todo o inquérito. “Conversa dela com o Lula não existe. Nem conversa, nem áudio e nem e-mail. Não sei de onde saiu isso. Vocês podem virar de ponta cabeça o inquérito”. disse a procuradora a jornalistas que insistiam ouvir dela uma ligação entre Lula e Rose.

A oposição e o pig deveriam reconhecer que o ex-presidente LULA, é igual a clara de ovo, quanto mais eles baterem ÊLE ( O EX-PRESIDENTE )SOBE.

Responder

    razumikhin

    29 de novembro de 2012 às 17h45

    Isso mesmo, companheiro. O presidento Lula é imbatível.

Sala Fério

29 de novembro de 2012 às 14h16

O curioso da estória é dizerem que a Rosemary já estava na mira do MPF há dez anos e só agora, quando o julgamento do mensalão começa a esfriar e surgem várias denúncias contra Gurgel, aparece mais esse escândalo. Agora, ele dizer que a imprensa brasileira não tem por hábito tratar da vida pessoal de personalidades da política é MENTIRA. A filha de Brizola, a cachaça de Lula, a amante e o topete de Itamar, tudo é pretexto pra sentar a lenha – quando interessa fazê-lo – seja via reporcagens, seja via charges (muitas vezes babacas) dos artistas pagos para isso. Ou seja: tudo indica que a estratégia é manter sempre um escândalo em pauta, mas só contra o PT. Nesse caso, pode ser até primo em terceiro grau do amigo de um conhecido …

Entrevista exclusiva no meu bloguinho com o cineasta chileno Andres Wood, autor do filme “Machuca”. Clique no meu nick!

Responder

Marcos C. Campos

29 de novembro de 2012 às 14h02

“O mesmo ocorre com um secretário de Segurança que frequente a casa de um chefe de quadrilha.”

E quando um jornalista da Veja de Brasilia, Policarpo, frequenta o telefone de um chefe de quadrilha ? A esqueci é da imprensa aí pode … Fonte né ?

Responder

FJP

29 de novembro de 2012 às 13h34

Ora!
Só queria saber em que planeta estava este jornalista que não se misturou a vida pública pela privada do FHC na ocasião do filho dele com a jornalista da Globo.
Principalmente o por que da Globo tê-la mantida como empregada na Espanha e por outros anos a fio durante o reinado do pincipe dos sociólogos.

Responder

    Willian

    29 de novembro de 2012 às 14h16

    Que eu me lembre, a imprensa “progressista” foi contra o caso extra-conjugal de FHC não ser tratado pela impresa. Afinal, a imprensa “progressista” é contra que se trate de assuntos da vida privada de políticos?

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 12h43

    Sua razão existe, porém… é totalmente parcial ou… ingênua, prezado Willian. Ou você acha mesmo que o poder de fogo de uma suposta imprensa do PT, de esquerda ou democrática é o mesmo do consórcio PiG-demotucano?
    ____________________________________
    É por essas e por outras que volta e meia se ouve “singelas, inocentes” comparações entre virtudes e vícios entre países. Descontextualização total é a regra; quando convém, claro.

Pelika

29 de novembro de 2012 às 13h26

O PIG misturou jornalistas na Privada? Deu estes colonistas aí? Desculpem estou confuso, mas já estou conseguindo entender…

Responder

Messias Franca de Macedo

29 de novembro de 2012 às 13h22

… Aproveitemos e façamos uma acareação entre o FFHH e aquela ex-jornalista “da Globo” – “passada para trás” [diriam os mais velhos (sic)] e, depois, “deportada”!… Vamos perguntar a esta jornalista, entre outras coisas: 1- FFHH tinha tempo para as preliminares?! FFHH declarava ter dor na consciência pelo adultério cometido, vitimando a (quase-)santa dona Dulce?! Por que somente depois de tantos anos, FFHH resolveu assumir a paternidade do filho bastardo?! Por que a diligente Rede Globo omitiu – e omite – da opinião pública brasileira esta travessura palaciana do ex-presidente FFHH?!…

NOTA: deixemos que o PIG promova a entrevista com o FFHH! E que acate estas sugestões de perguntas porquanto segundo ‘os colunistas’ “é válido questionar vida pessoal de FFHH e a jornalista, mãe de um dos filhos do tucano!…

EM TEMPO: é a tal da coisa, “a DIREITONA está apostando todas as fichas(!) no cassino (sic) das últimas consequências!” Muita podridão ainda a jorrar dos esgotos miasmáticos das baixarias insondáveis das “elites” ‘nacioná’, ‘o cheiro dos cavalos ao do povo!’… “De tão estúpida despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente e catedrático pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano.

MAIS PATIFARIA PARA O PIG EMPANTURRAR-SE!…

Suassuna acobertou “pulada de cerca” de FHC e virou Ministro da Integração, diz Humberto

O ex-senador paraibano Ney Suassuna virou ministro de Fernando Henrique Cardoso não somente por que era do PMDB, a quem o Governo estava mimoseando, mas principalmente porque fizera para o Presidente, quando este ainda Senador da República, um “serviçozinho” amigo e de alcova que ficara em segredo até hoje, quando revelado pelo jornalista Cláudio Humberto, detentor de espaço em pelo menos 40 jornais do País. Casado com dona Dulce, Fernando Henrique Cardoso sempre foi um contumaz “pulador de cerca”, sendo a mais conhecida delas a que gerou um filho com a jornalista Mirian Dutra, da Rede Globo de TV, em Brasília, rebento este que somente agora depois da morte da esposa o ex-presidente anuncia reconhecimento. O que até hoje não se sabia é que FHC teve outro filho fora do casamento, também na Capital da República, mas isto antes de ser eleito Presidente da República. E que contou para manter vivo o segredo, e livrar Dona Dulce de constrangimentos, com a operosa e inestimável ajuda do amigo de Senado Ney Suassuna, o careca paraibano milionário que se dispôs a ceder seu “ombro amigo” para o colega de Parlamento. Segundo Cláudio Humberto, chama-se Leonardo dos Santos Pereira, hoje aos 20 anos de idade, o outro filho bastardo de Fernando Henrique Cardoso. Ele trabalha como carregador (auxiliar de serviços) em um órgão público da Capital da República e nasceu da relação do então senador FHC com sua empregada Maria Helena, descrita pelo jornalista como “uma negra que o impressionava pela formosura”. Ainda segundo Humberto, Leonardo é muito parecido com o pai…

FONTE: http://www.wscom.com.br/noticia/politica/SUASSUNA+ACOBERTOU+%E2%80%9CPULADA+DE+CERCA%E2%80%9D-5113
em / Notícias / Política
20/11/09 – 17:31 – Atualizado em 15/03/10 – 15:06

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Ana

    30 de novembro de 2012 às 01h09

    fhc não era casado com dona RUTH?

joe

29 de novembro de 2012 às 13h17

E a Dona Antonia com Tancredo Neves?
E o FHC com a Miriam Dutra e o filho?
E o Ademar de Barros com a amante de Santa teresa?
E os varios casos de amantes,orgias,bebedeiras?
Vide Aécio e suas bebedeiras e outras coisitas mais que a midia omite.
Nestes casos a Midia nao faz manção alguma ou quando faz passa desapercebido pois a imprensa coloca nas paginas secundárias.
Mas quando se trata de Lula,Dilma ou o pessoal do PT.cacetada permanente até o sangramento total.
E o governo continua a dar fortunas em publicidade para essa midia nojenta.
Partido de covardes e de capachos,este é o pt atual.

Responder

lulipe

29 de novembro de 2012 às 13h14

Eu também quero um passaporte diplomático!!!

Responder

    sandro

    29 de novembro de 2012 às 16h45

    Prá que Luiz Felipe ? A “casa do Caral..é aqui voce nem precisa sair
    pois tem ares escrôtos.

    Abel

    29 de novembro de 2012 às 20h35

    Na cadeia eles não vão te pedir isso, sossegue ;)

    xacal

    29 de novembro de 2012 às 22h57

    Só se fizer o que você (e os jornalistas de coleira) disseram que a Rosemery fazia pro Lula. Que tal?

    Eu não falei? O cara queria contar para dona Marisa, queria saber o conteúdo dos e-mails, e agora quer passaporte diplomático…

    Vai querer também cirurgia? Mudança de sexo?

Gersier

29 de novembro de 2012 às 12h16

Não são e nunca foram colunistas e sim CALUNISTAS puxa sacos dos demos e tucanóides e lambe botas dos seus patrões.
Ou seja,uns mer…deixa pra lá.

Responder

paulodarocha

29 de novembro de 2012 às 11h56

O filho aquele do FHC ficou no limbo quantos anos ? Todo mundo sabia mas a midia amiga nunca escreveu uma linha !

Responder

renato

29 de novembro de 2012 às 11h54

Rogério Gentile, Não é irmão do Gentile da Tv, aquele rapaz
considerado o Maior Comediante da TV Brasileira.Wuisá das
Americas…
Se não for, deveria ser.Merece!Ter uma irmão como este!
E um cara deste é casado e tem filhos, só não tem Moral
nem é Homem para dizer o que pensa.
Se em minha Empresa eu a colocasse em xeque. Estaria despedido
mas que faz parte da Mídia, pode tudo.
Não é Macho! Macho no sentido de Homem, como poderá defender tua
família.

Responder

Hans Solo

29 de novembro de 2012 às 11h35

Disse que disseram que foi dito na presença daquele que falou… Vem cá, que imprensa bizarra é essa? É óbvio que em qualquer instância existe o tráfico de influência – a começar pela própria imprensa – são diferentes níveis e óbvio que a competência deve ser levada em consideração. Daqui a pouco vão falar que os partidos aliados praticam tráfico de influência quando pleiteiam ministérios e cargos junto a Dilma. É claro que se existe uma pessoa próxima de um presidente vai acontecer muito assédio – Se houve má fé na escolha ou se essa pessoa escolhida ocupou de má fé do cargo, aí é outra história. Entretanto, como o alvo é o Lula, a imprensa sempre tenta jogar no colo dele a culpa por todas as mazelas do governo. Gente, independente de tudo, isso é inerente, vai continuar acontecendo. A imprensa trata QUALQUER coisa que possa ser usada contra o Lula e o PT como se fosse ‘a calamidade’ do século. É óbvio que o Lula não teve controle sobre tudo e todos durante o governo e, mais óbvio ainda, o poder (em qualquer nível) inebria o exercício de qualquer ser humano. O problema nesse caso é o tratamento dado pela mídia ao caso – Lembram da Eurenice Guerra? Pois é, foi inocentada por total falta de provas. O problema é que a grande mídia tem o vício antigo de chamar todo mundo de idiota – são deturpadores recorrentes, difamadores declarados e juízes supremos de uma classe ‘limpa e elitizada’ em plena extinção. O Lula talvez não tenha plena ciência, mas fomentando a base, ele sentenciou a casa grande e seus representantes. A nossa mídia está na inércia, falando com ninguém para um Brasil do passado, através dos filhos fracos daqueles que outrora mandavam – o famoso ‘esperma ralo da ditadura’.

Responder

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 23h38

    Hans, você alcançou aquilo que a maioria de nós aqui ainda sonha alcançar: capacidade analítica. Ou seja:

    “A nossa mídia está na inércia, falando com ninguém para um Brasil do passado, através dos filhos fracos daqueles que outrora mandavam – o famoso ‘esperma ralo da ditadura’.”
    ________________________________________________
    Com esperma ou sem esperma, parabéns.
    _______________________________________________________
    Vale ressaltar:
    _____________________________________________________________
    “Lembram da Eurenice Guerra? Pois é, foi inocentada por total falta de provas. O problema é que a grande mídia tem o vício antigo de chamar todo mundo de idiota – são deturpadores recorrentes, difamadores declarados e juízes supremos de uma classe ‘limpa e elitizada’ em plena extinção. O Lula talvez não tenha plena ciência, mas fomentando a base, ele sentenciou a casa grande e seus representantes. A nossa mídia está na inércia, falando com ninguém para um Brasil do passado, através dos filhos fracos daqueles que outrora mandavam – o famoso ‘esperma ralo da ditadura’.

Rodrigo Leme

29 de novembro de 2012 às 11h33

“PS do Viomundo: É casado? Tem filhos? Quando é o Lula tudo vale, como nos lembra este editorial de O Globo…”

Isso me lembra de quando todo mundo fica falando do caso do Lula com a Soninha…ah, perai, é do Serra com a Soninha, né?

Não, não pode ser, progressista não compactua com isso. Aposto que se eu varrer esse blog e seus comentários (aceitos pela moderação), não acho UMA citação de mau gosto sobre Serra / Soninha.

Não, ninguém passaria julgamento se fizesse isso, tenho certeza.

Responder

    sandro

    29 de novembro de 2012 às 16h51

    Ah zoin virado, nem precisa justificar seu triângulo amoroso: Rodrigo-Lulipe-willian, gente progressista normalmente não liga prá isso.
    Agora realmente acho que a Sôninha tem bom gosto e certamente
    ficaria com o Lulão-sabonete e não com o vampirão do caríbe.

    Rodrigo Leme

    29 de novembro de 2012 às 17h26

    Pessoas que pensam igual fazem parte de um triângulo amoroso? Freud explica essa obsessão homofóbica.

    sandro

    29 de novembro de 2012 às 19h56

    Calma ‘zoin’ não antecipe nada , onde fui homofóbico?
    Quando disse triangulo amoroso foi uma representação do amor
    por uma causa. No mais, pode haver amor sem sexo (?), sexo
    sem amor e causas perdidas.

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 12h54

    Kkkkkkkkkkkkkkkkk….

    Pqp! Cara, assim eu não consigo sair daqui. Ri pra cara…mba.
    __________________________

    Vale ressaltar:
    ________________________________________
    “Calma ‘zoin’ não antecipe nada , onde fui homofóbico?
    Quando disse triangulo amoroso foi uma representação do amor
    por uma causa. No mais, pode haver amor sem sexo (?), sexo
    sem amor e causas perdidas.”
    _________________________________
    Kkkkkkkkkkkkkkkkk….
    ________________________________________________
    Isso é só nosso; típico do quase nosso Brasil varonil.

    Abel

    29 de novembro de 2012 às 20h36

    É… falar da Soninha é bater em cachorro morto. Melhor falar da amante do FHC com pensão paga pela Globo ;)

    xacal

    29 de novembro de 2012 às 23h10

    Pobre Rodrigo.

    Eu entendo.

    Achar argumentos onde não há, transformar versão em fato é uma barra.

    Olhe, ninguém é totalmnete politicamente correto, pelo menos, eu não sou.

    Claro que vamos encontrar “sacanagens” e ironias com lula/marise, çerra/soninha, marta suplicy/eduardo/favre, nicéa pitta/celso, xuxa/pelé, etc, etc.

    Mas uma pessoa que se diz inteligente como você sabe a diferença de uma brincadeira(ainda que com objetivo político do desgaste), um “chiste” da MTV, ou uma charge, com um editorial, 10 minutos no JN ou em qualquer outro representante do jornalismo-cretino nacional.

    Comparar comentários de blogs com a tentativa de corporações (eu falei corporações) de mídia usando TODO seu horário e esforços mais “nobres” para criar uma “tese” com fim de desestabilizar um governo que não encontra oposição político-partidária digna deste nome não pode ser chamado de ingenuidade: ou é burrice ou é má-fé, como você não parece burro…

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 13h24

    Essa é a pergunta e não tem um meio termo ái não: ou é burrice ou é má-fé. ___________________________
    Bom, a não ser que se admita a hipótese de uma estranha e atípica (e corriqueira) sonolência. Vai que é sua Rodrigo!

LEANDRO

29 de novembro de 2012 às 11h22

Po….lula….que mau gosto, se ainda fosse um filé,,,deixa pra lá

Responder

Carlos Cruz

29 de novembro de 2012 às 11h15

Quando muito se abaixa, o fundo das calças aparece… Sem coragem de levar adiante as VERDADEIRAS denuncias, comprovadas, que envolvem a tal “oposição”, o PT vai levar na cara sempre. Tentarão agir como fizeram com Getulio, Jango, Brizola… Provas tem, denuncias tem, coragem….

Responder

    Gersier

    29 de novembro de 2012 às 12h18

    Não tem

sandro

29 de novembro de 2012 às 11h12

Eu brinquei ontem com isso, e olha ai! Não é que profetizei?!
folha e veja não tardam irão colocar Lula como “amante” da Rose.
Não se esqueçam da ex mulher de 1989, esses caras são lixo do lixo
colunistas, articulistas raras excessões, tem mais a ver com revistas
de fofocas que tudo.A cada prêmio que o Lula recebe mais eles babam
de ódio. Preparem-se para o Lula ligado ao PCC, certamente já estão
preparando algo nessa linha.

Responder

Hélio Pereira

29 de novembro de 2012 às 11h02

A Folha de SP e seus “calunistas” odeiam o ex Presidente Lula e fazem de tudo para destruir sua reputação.
Com Joaquim Barbosa é diferente,este agressor de Mulher,foi transformado em “Héroi Nacional” pelo Grupo Frias,que vê nele a unica possibilidade de abrir as “Portas do Poder” para a oposição!
“Joaquinzão” ao sentir que poderia perder a Guarda do Filho para a ex esposa,não teve dúvidas e partiu para a agressão,depois fez um acordo com a ex mulher,que retirou a queixa contra Joaquim Barbosa e este inquerito foi transformado em “Agressão mútua”,para não prejudicar a “brilhante” carreira deste “héroi” do Grupo Folha de SP.
Sera que a Folha de SP não considera Joaquim Barbosa um homem público(?),ou sera que esta guardando munição para o Futuro,caso “Joaquinzão” contrarie de alguma maneira os interesses dos aliados da Folha de SP?

Responder

Vlad

29 de novembro de 2012 às 10h55

Que absurdo!

Urge que a douta AGU emita um Parecer esclarecendo se é válido ou não.

Responder

Morais

29 de novembro de 2012 às 10h40

Esta imprensa que o PT tem medo de investigar, continua inventando mentiras e envolvendo pessoas que não estão no caso como o nome do LULA que já foi desmentido pela procuradora, mas o povo que lê estes jornalões estão diminuindo e a influência deles esta acabando e ainda o povo já sabe que só falam mentiras, pois a revista Veja o povo não quer nem de graça e até nos consultórios ela estão sumindo.

Responder

Cidadão Mequetrefe

29 de novembro de 2012 às 10h37

AO CONGRESSO NACIONAL, PROPOSTA DE MUDANÇA DE NOME PARA O BRASIL

Senhoras deputadas e senadoras, senhores deputados e senadores.

Como todos nós sabemos, no último período eleitoral e sob uma pressão esmagadora da mídia corporativa nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) assumiu a condição de cabo eleitoral dos partidos de oposição ao governo Dilma. Esta oposição se manifestou escancaradamente durante o julgamento da ação penal 470, conhecida como “mensalão, julgamento este que se transformou num espetáculo circense graças a pressão insuportável de uma mídia ávida pela condenação dos réus envolvidos no processo. Neste período eleitoral, ou melhor, durante os mandatos dos Governos Lula-Dilma, dois grupos empresariais midiáticos (um deles familiar) têm se destacado como uma força avassaladora na condução deste processo de desmoralização das Instituições Públicas Brasileiras, por frequentemente produzirem denúncias vazias ou boatos veiculadas como verdades absolutas contra seus integrantes : A Rede Globo de Televisão e a Editora Abril, esta última através do seu hebdomadário, a revista Veja.

As mentiras, manipulações, empulhações e omissões desses grupos empresariais visam geralmente o assassinato de reputações daqueles políticos que exercem ou exerceram um mandato eletivo qualquer, como é o caso dessa perseguição política implacável ora em curso contra um réu da ação penal 470, o José Dirceu, e contra o ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, por ambos serem PTistas. As ações desses grupos empresariais midiáticos são perpetradas às claras, porque eles contam com o beneplácito da justiça para concretizá-las. E ai daqueles políticos, funcionários públicos não eleitos pelo voto direto ou até mesmo daqueles cidadãos mequetrefes que ousarem contestar este comportamento abjeto, ou se manifestarem contra as relações promíscuas existentes entre tais grupos empresariais e o crime organizado. O resultado é a degola, a perseguição política e a condenação antecipada do manifestante antes mesmo de uma investigação ou julgamento minimamente justo. Mas quando se fala em “Ley de Medios”, esta expressão é exorcizada como se fosse coisa de argentino ou do demônio do inferno. E nem mesmo o direito de resposta, segundo o modelo proposto pelo senador Roberto Requião, encontra guarida na atual Constituição ou junto aos juízes da Suprema Corte.

Diante desse quadro ignominioso de tanta chantagem por parte da mídia corporativa e de quase sempre covardia por parte daqueles que deveriam zelar pelo nome e por condutas republicanas das/nas Instituições Nacionais, eu requeiro ao Congresso Nacional que o nome REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL seja trocado pelo nome BATACLÃ DA FAMÍLIA MARINHO.

Cidadão Mequetrefe
São Paulo, 29 de novembro de 2012.

Responder

Alexandre Tambelli

29 de novembro de 2012 às 10h36

E o PT ficou com medo de incluir o Policarpo no relatório da CPMI do Cachoeira! Como se fosse refrescar o modo como tratam seus políticos e o partido, a não inclusão dele!

E viva a velha mídia!

Responder

Luis Campinas

29 de novembro de 2012 às 10h22

Até que o jornalista poderia ter alguma razão não fosse a impropriedade do tema, visto que não se vislumbra neste caso por parte do ex presidente a mistura do público e do privado, isso é confirmado pelo MP. Segundo que se ele fosse realmente um bom jornalista e não estivesse apenas fazendo tabelinha com o tal de Graziano para reverberar uma fofoca, teria no caso de FHC, a tal história do filho que acabou não se comprovando, agido da mesma forma. Aliás, ali ficou claro a mistura do público com o privado. O silêncio da imprensa custou muito caro a todos nós! E diria mais, no caso de um outro filho empregado no Senado Federal também!
O Brasil da imprensa é um Brasil da mentira, que só se presta a piorar nossas instituições. O Brasil consequente que quer distribuição de renda e justiça social se manifesta nas urnas!!!

Responder

abolicionista

29 de novembro de 2012 às 10h21

O PT não parece estar descontente, pois continua financiando a mídia, talvez até concorde com esse modus operandi…

Responder

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 13h39

    Calma, companheiro, calma. De início é bom que não se esqueça a quem e a que forças a corporação PiG atende.
    ___________________________________________

    1) O PiG é a voz (e parte interessada) do que há de mais retrógrado em termos de elite mundial, ou não?
    2) E que não nos restem mais dúvidas, esse é um jogo de xadrez no qual principiante sempre vai ficar de fora.

    __________________________________________________________
    Firma o ânimo, companheiro, firma o ânimo, pois tudo isso há de passar. E pior, a gente ainda vai sentir uma certa saudade desse embate (que pode via a ser glorioso).
    _____________________________________________________
    Abs.,
    Mário.

JoãoP

29 de novembro de 2012 às 10h18

Já que o mequetrefe do PIG gosta do tema vida privada, quem sabe ele pode explicar para nós como foi que mataram a modelo no meio do mensalão do PSDB de Minas. Por que será que nunca foi esclarecido aquele caso? Ou melhor, talvez esteja tão esclarecido que o PIG não deve divulgar.

Responder

FrancoAtirador

29 de novembro de 2012 às 10h14 Responder

    Mário SF Alves

    30 de novembro de 2012 às 14h16

    Sim. A não ser que se admita que o Cachoeira estava a serviço de um dado, oculto, clandestino e criminoso jogo politico não institucional. Ou… melhor, nem assim, posto que, como dito, aí, sim, “política” criminosa.
    _________________________________________

    Aliás, não foi isso o que se viu com o desfecho final da trajetória daquele herói da (in)Veja, mosqueteiro, criação imoral, ofensiva ao Dumas e impunemente divulgado aos quatro cantos do Brasil, o DemoÓstenes? E pior, diante disso, o panfletinho de circulação nacional não pode nem sequer alegar ingenuidade ou ignorância, posto que por trás do fato ou do engendramento do referido “herói” tinha o dedo de um outro igualmente safo poli(multi)carpíco fruto podre pago por aquela catapulta medievalesca de injúrias, difamação/ignomínias.

Étore

29 de novembro de 2012 às 10h07

Novamente este blog faz uma inversão de valores para defender os seus.

Uma pessoa pública deve ter expostas quaisquer das suas relações que possam ter influência em sua função. Uma ação que influencie um processo público deixa de ser privada.

Porque o blog não dá atenção às atividades, provavelmente, nada republicanas da senhora em questão ao invés de dirigir suas forças para a estratégia de transformar o Lula em um coitadinho ?

Já está ficando chata esta paranóia de que tudo que é feito no Brasil é para ferrar com o Lula.

Responder

CNunes

29 de novembro de 2012 às 10h03

Acho que é mais uma estratégia ‘tiro no pé’ da mídia conservadora quer abrir esse campo de batalha.
Em Minas ninguém dever ter vida privada pelo jeito, ne?

Responder

Ulisses

29 de novembro de 2012 às 09h41

É apenas uma imprensa FDP. Quando chamavam a Marta de prostituta, nenhum representante da dita “imprensa” achou qualquer coisa de anormal. Quando a Marta duvidou da hombridade do Kassab, a mesma “imprensa” veio em cima da Marta, chamando de absurdo envolver questões pessoais com política. Agora, novamente, a mesma “imprensa” se preocupa com o Lula, a mesma que escondeu o rebento que não era do FHC. Fazemos assim, vida pessoal, só vale para o PT, mensalão só vale o do PT. E assim a imprensa “parcial” do Willian, lulipe vai de vento em popa na tentativa de golpe. Se o PT continuar borrando nas calças, com medo de uma “imprensa” destas, mesmo sabendo do apoio popular, logo logo vai voltar: Privatizações, desemprego, roubalheira PSDB + imprensa, Brasil passando vergonha internacional. Alguem tem saudades do que rolava a 12 anos atrás?

Responder

    Romanelli

    29 de novembro de 2012 às 10h10

    não, não tenho saudades, mas eu tenho saudades do BRASIL do futuro que nunca veio (e que nem virá tão cedo, nem pra minha ou pra sua existência) ..inclusive das promessas do PT que vieram e foram adiadas, cancelas, esquecidas

    e do que lembro, uma correção, Marta (esta que ajudei a virar senadora e que depois pulou fora impunemente, pra variar) não contestou a virilidade do Kassab (mesmo que diante de outros homens) ela inclusive censurou seus publicitários ..ela, EU, o Eduardo Guimarães, se bem me lembro, entre outros

    EU penso que não tenho nada com a vida de macumbeiro do Collor, da do seu filho fora do casamento, mas sim com seu relacionamento com PC, como não?

    e sobre LULA e sua secretária, no paralelo ..SIM, penso que há que haver mais esclarecimentos sim de onde e pq surgiu e foi mantida tal personagem ..desculpe, questão de cidadania ..e tudo dentro da melhor civilidade

    Romanelli

    29 de novembro de 2012 às 10h11

    aliás, já que vc falou em BANDALHEIRA, me ajuda a desanuviar sobre estas minhas preocupações:

    e quando os “amigos” nos traem ? o que fazer ?

    Dentre as piores coisas que podem existir na vida de um indivíduo é a sensação de traição, de que foi passado pra trás, usado em sua boa fé, ainda mais se por aqueles que ele considerava amigo.

    Não é de hoje, aliás, mais precisamente, desde que GRAÇA FORTES assumiu, que muitas das decisões pretéritas da Petrobrás vem sendo colocadas em duvida.

    Primeiro foi a denuncia de que a Estatal estava sendo usada para bancar parte da farra de consumo via represamento no preço do combustível. (fato verdadeiro bastando para tanto verificarmos que hoje ela trabalha com prejuízo na compra de importados)

    Depois a certeza de que o BRASIL nunca foi auto-suficiente em óleo como dizia a antiga administração, e de que as promessas feitas via seus projetos, estariam sujeitas a toda sorte de imprecisão e adiamento.

    Um dos casos mais emblemáticos foi a Refinaria de Pernambuco que, fora a desistência e adiamento de seu sócio, a PDVSA, ainda fomos obrigados a engolir que o projeto avaliado em US$ 2,3 bi seria concretizado em verdade somente com um desembolso quase 10 x maior (hoje passa de US$ 20 bi)

    Não fossem estas GRAVES constatações de uso indevido do patrimônio dos brasileiros (em que pese que LULA já dizia que MAIS DA METADE de seus dividendos eram creditados no estrangeiro) agora a sociedade é novamente surpreendida com a notícia de que a estatal teria pago por uma refinaria nos EUA uma quantia 28 (vinte e oito vezes) maior do que ela valia. ..será possível ?

    Francamente, penso que pelo universo das denuncias, e se se comprovado mais esta ultima, da minha parte não restariam duvidas de que a diretoria anterior da Estatal deveria ser levada à prisão por tamanho atrevimento e assalto ao bem, e acima de tudo, a boa fé do público.

    ..e pensar que pra tamanha esculhambação os preços das ações foram até catapultados pra facilitar a “capitalização”. (lesando aqui toda sorte de acionistas envolvidos)

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20geral,comissao-investiga-compra-de-refinaria,136274,0.htm

    http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2012/09/04/inconsistencias-2/

    ps – aqui reitero, se NÃO queremos ouvir criticas injustas e generalistas de que uma sociedade não pode contar com um Estado ativo e altivo para ajudar-lhe a prover suas carências, com certeza, pra que isso ocorra, pra que retomemos a razão, HÁ a NECESSIDADE de abatermos estes corvos sugadores em pleno voo antes que mais estragos sejam feitos.

    Ulisses

    29 de novembro de 2012 às 21h07

    Romaneli. Para que perder seu tempo escrevendo para mim. Como todos trolla daqui, você, Willian e e o tal de lulipe, não leio mais as bobagens que escrevem. Não alimento trollagem

    Caracol

    29 de novembro de 2012 às 14h11

    Mas Ulisses, é assim mesmo, o papel de uma imprensa ética e profissional é informar. Já o papel da imprensa do pig é “imprensar”.
    Eles estão fazendo o que sabem fazer, estão “imprensando”.

Sérgio

29 de novembro de 2012 às 09h40

Tudo isso é o que a mídia sabe fazer muito bem: a escandalização do nada. Para depois se omitir quando as pessoas são inocentadas. Tudo isso é cortina de fumaça para esconder o real: a violência em São Paulo que sumiu do noticiário para dar espaço a essas notícias de pasquim.

Responder

Jose Mario HRP

29 de novembro de 2012 às 09h25

A procuradora já garantiu que Lula nada fez, o Alvaro Dias está de novo com o p….na mão, KKKKKKKKKK, e ………

LULALÁ!!!!!!!!!

Responder

    Willian

    29 de novembro de 2012 às 10h44

    Como o título matéria aqui em Viomundo já diz, o que Procuradora afirmou é que não existe conversa de Rosemary com Lula, nem aúdio e nem e-mail, o que era esperado.

Marcelo de Matos

29 de novembro de 2012 às 08h55

Não adianta ficar vasculhando a vida de funcionários subalternos. Quem nomeou, era “ligado” a quem, por que não foi exonerado… Eu quero saber a quem interessava a aprovação do porto: só ao empresário Gilberto Miranda ou à dupla Miranda/Alckmin? Não adianta punir só os corruptos. Precisamos identificar e punir os corruptores. Não está na hora de aplicar a teoria do Domínio do Fato? Aqui em Sampa tá tudo dominado…

Responder

    Marcelo de Matos

    29 de novembro de 2012 às 09h07

    Por falar em Alckmin, a Folha publicou em 25.11.12: “A onda de violência que atinge São Paulo derrubou a aprovação do governador Geraldo Alckmin (PSDB), segundo pesquisa do Datafolha”. O índice de paulistanos que consideram o governo ótimo ou bom caiu de 40% em setembro deste ano para 29% na última quinta-feira. Nesse período, o percentual dos que avaliam que a gestão é ruim ou péssima subiu de 17% para 25%”.

    Valdeci Elias

    29 de novembro de 2012 às 12h47

    A vingança de Serra , será maligna !!!!!!

Willian

29 de novembro de 2012 às 08h48

Vou tentar ser claro:

1) Kassab: se ele era casado, se tinha filhos, isto não influencia sua capacidade de governar. Não há qualquer relação entre este fato de sua vida particular e suas funções públicas. Nâo há relação de causa e efeito.

2)Lula: uma funcionária tinha um cargo importante na administração pública (ligado diretamente à Presidencia da República)e que se ocupava de outras ações que não eram inerentes ao seu cargo, ações estas que seriam ilegais e que poderiam ter sucesso devido a sua aproximação com Lula. É lícito se investigar esta aproximação entre ambos? Sim, pois há relação entre causa e efeito. O sucesso das ações de Rosemary se daria por sua aproximação com Lula. O que se pede para investigar é esta aproximação.

Responder

    Marcos Marques de Sousa Trindade

    29 de novembro de 2012 às 09h13

    Vou tentar ser mais claro ainda: O Rodrigo Garcia foi Secretário de Governo de Kassab. Sobre os dois circulam muitos comentário, há anos. Mesmo assim, ele acabou como Secretário de Governo. Por quê insinuações só contra Lula ? Por quê nenhuma insinuação contra o Kassab ? Por quê ?

    Willian

    29 de novembro de 2012 às 10h22

    O que Rodrigo Garcia fez de ilegal? Se fez algo de ilegal, o sucesso do que ele fez de ilegal se deve a aproximação de Kassab? Caso sim, a aproximação entre os dois pode ser investigada. Fui claro?

    Altemar

    29 de novembro de 2012 às 10h40

    O Kassab é gay?

    Paulo Ribeiro

    29 de novembro de 2012 às 11h33

    Marcos, aí já nem é um questão política, mas sim o lobby da mídia em questões que envolvam pessoas conhecidas em situações como essa. Entrar neste terreno é perigoso.

    andre i souza

    29 de novembro de 2012 às 09h57

    Só é válido para o Lula, PT e cia Ltda., né?

    E a filha do Alckmin com os contrabandos da Daslu? Não se pode ligar os pontos?

    E a filha do Serra com a filha de Daniel Dantas? Também não se pode ligar os pontos?

    A p**** da fsp e quetais fizeram algum questionamento, ou colocaram no fundo cofre?

    Só dois exemplos bem claros.

    sandro

    29 de novembro de 2012 às 11h37

    Acho engraçado , trolls de plantão darem pítacos em tudo.
    Esse ai mesmo tem duvidas se o Lula usa cuecas vermelhas, o que
    seria um ultraje.

Jose Mario HRP

29 de novembro de 2012 às 08h45

Vamos lá, aqui a declaração da procuradora federal no caso Porto Seguro.
Nada há contra LULA!
PRÓXIMO!

http://correiodobrasil.com.br/procuradora-desmente-ligacao-entre-lula-e-rosemary-novoa/551810/#.ULc8kqzLST4

Responder

Marino

29 de novembro de 2012 às 08h34

A vida pessoal do Presidente Lula não me interessa. Que a imprensa que tanto o agride mostre uma foto comprometedora, se é que há fato para isto, nos jornais. E aproveita para mostrar fotos comprometedoras do Aécio, também. E do FHC, deve ter nos arquivos Folhais e Globais, não? E do Álvaro Botox, também?
Realmente, quando é sobre Lula, bastam as ilações. Tudo para desmoralizá-lo. Quando é sobre a direita, escondam tudo, como se o povo que vive perto desses não soubessem também de tudo.
Hipocrisia pouca é bobagem. Qual a diferença de o Beto Richa ter nomeado a esposa para uma Secretaria do Estado com essa moça que dizem ser intima de Lula? Por que a outra é esposa? Ora, bolas, o que vale para para zeu, vale para o teu. Sem hipocrisia, direita!, que para esta estamos atentos.

Responder

Romanelli

29 de novembro de 2012 às 08h25

Penso que NINGUÉM deve se considerar acima de prestar esclarecimentos à sociedade que lhe DEU da confiança e do SUSTENTO !!! ..o cabra que é eleito precisa entender que não recebeu carta branca do eleitor pra fazer na vida publica o que costuma fazer na privada.

No caso, acho sim que os questionamentos são pertinentes (pq ela foi escolhida, quais as suas funções, pq foi mantida e quais eram as suas alçadas por exemplo)

Agora, bom reiterar, questionamentos pertinentes e sustentados por FATOS e não por boatos e mentiras,como as falsas notícias que diziam que os telefonemas e e-mails da tal Rose eram diários, dados às centenas num prazo de poucos meses ao ex-presidente, inclusive em período até de convalescença.

ps – a pior coisa que pode acontecer a uma sociedade é ela entregar o ESTADO a homens públicos recheados de interesses privados ..e isso vale tanto a empresários como a sindicalistas e/ou corporativistas de todos os “nipes”

Responder

    Marcelo de Matos

    29 de novembro de 2012 às 08h49

    “ps – a pior coisa que pode acontecer a uma sociedade é ela entregar o ESTADO a homens públicos recheados de interesses privados ..e isso vale tanto a empresários como a sindicalistas e/ou corporativistas de todos os “nipes”. Pérolas do Romanelli. Vamos filosofar mais: a sociedade não é tão recheada de interesses privados quanto os políticos? Quem sai aos seus não degenera…

    Romanelli

    29 de novembro de 2012 às 09h16

    pois é ..questão de educação e civilidade talvez ? ..um paralelo da casa da mãe joana recente foi a existência do sexo livre na praia de Ipanema ..verdade é que a turma, se não educada, confunde mesmo

    ..veja aqui em SP as ruas tomadas pelo FUNK e pancadões em fins de semana com patrocínio até de político (vc acredita que nem polícia te socorre, a vc, iodoso, doentes e crianças, trabalhadores que precisam trabalhar cedo no dia seguinte?) ..e tudo isso pra mim faz parte do mesmo livro, talvez até do mesmo capítulo

    eu consigo perfeitamente identificar o que viria a ser um interesse privado do de um indivíduo e/ou pequeno grupo, ou de um coletivo e de larga abrangência por exemplo ..e se não, sempre busco fazê-lo (vide a polêmica sobre os royalties do petroleo em que SP e Rj querem tudo pra si, do que esta no mar)

    ..verdade é que a sociedade não é formada só de Chico Xavier pois há os Eike Batista tb ..agora, ESTADO ? republica ? isto nos remete mais ao coletivo, não ?

    sei tb que a transparência nas relações é de fundamental importância ..daí defender a identificação e legalização de lobistas por exemplo ..triste quando vemos TODOS os partidos preferirem o escamoteamento

    pronto, te enchi de mais pérolas, fala verdade ?

    abrá

    aliás, DILMA acaba de informar que encerra “seu” escritório em SP ..e no mesmo dia avisa que esta abrindo vagas em Brasilia pra dezenas de comissionados (re re re, e com salário médio de R$ 11 mil)

    barreto

    29 de novembro de 2012 às 10h19

    Vemos agora com a CPI que esta questão de ligação telefônica pouco importa para indiciamento de pessoas, sobretudo quando estas teem ligações pessoais e institucionais, como no caso.
    Veja o caso do Policarpo: foram mais de 200 ligações com o Cachoeira, também num curto espaço de tempo, e que versavam sobre questões que envolviam compra de reportagens e matérias de interesse do grupo criminoso, mas nada disso é suficiente para abertura de inquérito, segundo o MP e o depeutados/senadores.
    Ademais, a procuradora foi enfática: o assuntos tratados nas ligações entre Lula e Rose, todas grampedas, eram institucionais e não versavam sobre o suspostos crimes cometidos pela mesma.
    Entenda o seguinte: Se a Rose utilizaou-se do cargo e do prestígio, utilizando, indevidamente, o nome de Lula para intermediar negócios ( não é crime), emplacar nomes em agências(não é crime) quem deve responder é a mesma, no âmbito administrativo.
    Se a Rose, no entanto, recebeu alguma vantagem por ter feito o que foi relatado acima, a sim, houve crime.

    Paulo Figueira

    29 de novembro de 2012 às 10h22

    “a pior coisa que pode acontecer a uma sociedade é ela entregar o ESTADO a homens públicos recheados de interesses privados”
    É exatamente tudo o que foi feito no governo FHC, tendo como carro chefe as privatizações.

    Luiz

    30 de novembro de 2012 às 00h08

    Chi… Eu, hein?


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