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Nassif: Por que o ministro Ayres Britto se calou?


14/11/2012 - 14h31

O ministro Ayres Britto completa a desconstrução do direito de resposta. Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Como Ministro do STF, Ayres Britto acabou com a Lei da Imprensa e não cuidou de preservar o direito de resposta. Deixou ao desamparo centenas de vítimas dos crimes da imprensa.

Logo que assumiu a presidência do STF e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) anunciou a criação de um grupo visando coibir abusos de juizes de primeira instância contra a imprensa. Em seguida, uma série imensa de entrevistas onde tratava a liberdade de imprensa como valor absoluto – não o direito à informação e a liberdade de expressão, mas objetivamente a liberdade de imprensa.

Aqui mesmo enderecei-lhe  Carta Aberta questionando sua falta de sensibilidade para com as vítimas de assassinatos de reputação da mídia. Mostrei-lhe que o problema maior era o contrário, a dificuldade das vítimas em recorrer ao Judiciário, mercê de uma visão distorcida sobre a natureza das empresas jornalísticas e sobre sua relação com o direito à informação.

A imprensa é um instrumento do direito à informação – este, sim, um direito  absoluto. Por ser responsável pelo cumprimento de um dos direitos fundamentais da sociedade democrática, sua responsabilidade deve ser redobrada.

Há momentos em que a imprensa cumpre com essa responsabilidade. Em outros momentos extrapola, muitas vezes colocando interesses comerciais à frente da responsabilidade perante a informação. O papel do Judiciário é justamente o de permitir às vítimas defenderem-se, zelar por sua reputação e por sua privacidade, estabelecer um mínimo de equilíbrio entre o imenso poder de um órgão de mídia e a vulnerabilidade do cidadão atingido por seus ataques.

Depois da Carta fui convidado para um almoço com Ayres Britto. Iniciou o almoço apresentando-se como poeta, para ganhar a simpatia do interlocutor.

Cobrei dele afirmações sobre a liberdade de imprensa como direito absoluto. Qualquer forma de direito tem que vir acompanhado de responsabilidades proporcionais. Mas em suas entrevistas, só lia sobre os direitos. Com ar inocente, disse que sempre falava em direitos e obrigações, mas os jornais só publicavam a parte dos direitos.

Ministro – argumentei -, tudo bem essa manipulação na primeira entrevista. Mas o senhor permitiu que se repetisse na segunda, na terceira, na quarta. E a palavra que vai para todo o país é aquela transmitida pelos meios de comunicação. Disse que não podia fazer nada.

Solicitei que permitisse, ao menos, que houvesse um debate plural no CNJ, sobre os limites à ação da imprensa, sobre a importância do direito de resposta, sobre a proteção ao direito difuso da população, das vítimas da imprudência jornalística. Prometeu que abriria essas discussões.

Que nada! Levou algum tempo para entender o que movia Ayres Britto.

No dia 2 de outubro de 2010, a Folha trouxe matéria sobre o seu genro (clique aqui). Ele se apresentava como advogado de políticos que seriam julgados pela Lei da Ficha Limpa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e no STF. Vendia o peixe de que, sendo advogado, o sogro teria que se declarar impedido de votar, dificultando a condenação do político. O genro tentou vender os serviços para Joaquim Roriz.

O argumento central do genro, segundo a reportagem, era de que esse mesmo esquema tinha sido montado com o senador Expedito Júnior, de Rondônia.

Diz a reportagem:

“No caso de Expedito Júnior, Britto alegou impedimento duas vezes: no STF e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
No ano passado, Britto foi sorteado relator de um inquérito no Supremo que investiga Expedito. Uma semana depois, Borges entrou na causa e obrigou o ministro a se declarar impedido.

Para atuar na Justiça Eleitoral, Borges foi contratado em 2006, quando o tucano foi acusado de comprar votos para se eleger senador em Rondônia. No ano passado, ele foi cassado pelo TSE em julgamento que não contou com a presença Ayres Britto, impedido de votar.

Na tentativa de estipular um preço para defender Roriz, Borges afirma ter cobrado R$ 4,5 milhões do cliente de Rondônia. “Eu estou trabalhando [para] o Expedito Júnior, o pró-labore foi cobrado um milhão e meio e três no êxito, né”, disse.

Ontem, Borges e Expedito, por meio de suas assessorias, negaram o pagamento de R$ 4,5 milhões. Alegando confidencialidade, não revelaram o preço pago. O genro do ministro do STF também é um dos advogados de Expedito no caso da Ficha Limpa”.

Desde que essa reportagem foi anunciada, mudou completamente o comportamento de Ayres Britto. Tornou-se o mais intimorato defensor da liberdade de imprensa, como valor absoluto, e nunca mais foi incomodado por denúncias. Muito provavelmente foi vítima da armação do genro, mas pouco importa.

Antes de se aposentar,  cria a tal brigada com integrantes das principais associações de mídia, para defendê-los de quem ousar buscar reparação na Justiça contra as injustiças de que tenha sido vítima.

Ayres Britto resolveu seus problemas com a imprensa, à custa do comprometimento dos direitos de centenas de vítimas dos assassinatos de reputação.

Do Blog de Fernando Rodrigues

CNJ vai monitorar ações contra imprensa

Fernando Rodrigues

Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa vai agregar dados sobre todos os processos

Ideia é melhorar o padrão de decisões do Judiciário em casos que a liberdade de expressão esteja em jogo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Britto conseguiu aprovar hoje (13.nov.2012), seu último dia útil como integrante da Corte, uma proposta para que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) monitore ações judiciais que envolvem a imprensa.

Britto é presidente do STF e do CNJ. Completará 70 anos no domingo (18.nov.2012) e terá que se aposentar compulsoriamente.

A proposta, apresentada por Britto e aprovada pelo CNJ, estabelece a criação do “Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa”. O órgão deverá levantar o número de ações judiciais que tratam das relações de imprensa e estudar os “modelos de atuação da magistratura em países democráticos”, segundo texto divulgado pelo site do CNJ. Na prática, o Fórum vai elaborar um banco de dados que permitirá saber os casos em que jornalistas são punidos pela Justiça.

Trata-se de medida relevante para tentar criar um padrão para que os juízes em todas as instâncias possam tomar decisões mais ponderadas quando a ação julgada contenha algum aspecto relacionado à liberdade de imprensa.

Em maio, Britto falou sobre a criação do Fórum durante o Seminário Internacional de Liberdade de Expressão, do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). Na ocasião, ele disse que a medida ajudaria a acompanhar o cumprimento da decisão do STF que julgou inconstitucional a Lei de Imprensa, criada ainda no governo militar.

O presidente do Fórum sempre será um dos conselheiros do CNJ. Os outros integrantes serão: dois conselheiros e um juiz auxiliar do CNJ, 1 integrante da OAB, 1 integrante da Associação Nacional de Jornais (ANJ), 1 integrante da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), 1 integrante da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e 2 magistrados (um da magistratura estadual e um da justiça federal). Todos precisarão ser indicados pelo presidente do CNJ e aprovados pelo plenário.

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54 comentários

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Frente pela memória, verdade e Justiça: Ato dia 10, na Praça 7, em BH « Viomundo – O que você não vê na mídia

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Mensalão: Relator e revisor divergem sobre perda de mandato « Viomundo – O que você não vê na mídia

06 de dezembro de 2012 às 22h54

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Carta Maior denuncia o modo ‘Folha’ de fazer jornalismo: Vergonha! « Viomundo – O que você não vê na mídia

28 de novembro de 2012 às 21h35

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Bob Fernandes: Rose & Cia., mas Lula é o grande alvo « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de novembro de 2012 às 17h27

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Malu Busis

20 de novembro de 2012 às 23h08

O Ayres Brito se calou porque é covarde e fraco diante da força dos grande veículos de comunicação do país. Só isso, é covarde.

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Pedro Serrano: Só o Congresso pode cassar o mandato de deputados envolvidos no mensalão « Viomundo – O que você não vê na mídia

19 de novembro de 2012 às 20h02

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Manifesto defende reaglutinação de forças no Brasil para enfrentar crise mundial « Viomundo – O que você não vê na mídia

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Lewandowski, um desagravo ao Direito brasileiro « Viomundo – O que você não vê na mídia

15 de novembro de 2012 às 17h37

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Maria Libia

15 de novembro de 2012 às 13h01

Desconfiava que os membros do STF estavam chantageados pelo PIG. Está reportagem é uma prova. Ayres foi candidato petista, muito conhecido como o “CARLIM DO PT”., JB batia na ex-mulher como disse Eros Graus. O que esconde as mulheres do STF?

Responder

Maria Libia

15 de novembro de 2012 às 12h34

GENTE, voces sabiam que CARLOS AYRES BRITO, em 1990 concorreu a deputado federal, em Sergipe, e não foi eleito? Era conhecido como o “CARLIM DO PT”. Ele era petista e procura apagar essa MANCHA de seu passado. Outra jóia, o JB foi acusado pela ex-esposa, até com queixa na polícia,de bater nela. Quem Disse isso foi Eiros Graus, ex ministro do STF, quando foi ameaçado pelo JB de apanhar.

Responder

Julio Silveira

15 de novembro de 2012 às 12h02

A unica coisa que pode nos trazer conforto é sabermos que o homem é transitório, assim como a regras podem ser. Basta que acompanhem a evolução das sociedade. Assim como o Ayres Brito, que sai se omitindo, poderemos colocar no futuro a esperança de que possa haver evolução no entendimento daqueles que podem mudar culturas. De que possa haver inspiração para o entendimento de que está em suas mãos a capacidade de promover ações proativas para mudar a sociedade. E para isso há que se buscar homens e projetos politicos em perfeita sintonia.

Responder

Rose PE

15 de novembro de 2012 às 11h34

É desse tipo de ministro que temos, vamos de mal a pior nesse área.

Responder

Messias Franca de Macedo

15 de novembro de 2012 às 10h50

retificação desprezível: … (ibidem sic)… (em vez de … (‘ibiem sic’)…

Respeitosas saudações democráticas, progressistas, humanistas, civilizatórias, nacionalistas e antigolpistas,

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Hélio Pereira

15 de novembro de 2012 às 10h08

Ayres Britto,”como Juiz foi um mal Poeta,e como pretenso Poeta foi um mal Juiz”
Este ex ministro só vai deixar saudades naqueles orgãos de Imprensa acostumados a manipular informação e que descobriram como manipula-lo!

Responder

    FrancoAtirador

    15 de novembro de 2012 às 12h33

    .
    .
    E como médico guru foi o quê, então?

    “Derramamento de bílis
    e produção de neurônios
    não combinam.”

    Joaquim Barbosa que o diga…
    .
    .

Gerson Carneiro

15 de novembro de 2012 às 06h38

Outra poesia de autoria do Carlos Ayres Brito (declamada na revista Carta Capital em maio de 2012):

“Vai ser um julgamento técnico, justo, fundamentado, sem nenhum ingrediente político. Senão, é justiçamento, é linchamento. Não podemos surfar nessa onda da cólera coletiva, da pressão social.”

Responder

Jorge Moraes

15 de novembro de 2012 às 02h04

Fogueira de vaidades, sabujismo, cumprimento de “vendettas”, ameaças ocultas, tudo ajuda a explicar o que estamos vivendo. Ainda assim, não justificaria a gravidade da farsa cada dia mais evidente.

Rendo-me às evidências: um núcleo de ministros do STF, comandando de fato outros, de menor “calado” participa de algo bem maior, a preparação para a consumação de um golpe de estado, em moldes mais “modernos” do que os que empregados há tempos atrás.

Não podemos permitir que o pouco que conseguimos de democracia nos seja retirado.

O chamado estado de direito, com todas as suas limitações, é um avanço da humanidade. O que eles querem pôr no lugar é um retrocesso.

Responder

abolicionista

14 de novembro de 2012 às 22h26

Mais uma flor no jardim das musas: será uma maria-sem-vergonha?

Responder

Luís Carlos

14 de novembro de 2012 às 21h53

Ayres saiu e criou estrutura com a fina flor da ditadura das empresas de comunicação. A herança maldita de Ayres para a população brasileira fortalecendo a ditadura da grande mídia contra os interesses e direitos individuais.
Ayres Brito entra para história brasileira como o que é o STF, sócio das oligarquias, do poder econômico contra interesses da população brasileira.

Responder

Darci Scavone

14 de novembro de 2012 às 21h19

Eita Ministro que gosta de uma platéia e do elogio fácil. Ao invés de investigar o parente se calou. Será que ele vai trabalhar junto com o Genro? É isso?

Responder

FrancoAtirador

14 de novembro de 2012 às 21h16

.
.
AYRES BRITTO DEU COM A LÍNGUA NOS DENTES:

O ‘NEGÓCIO’ É FALTA DE DINHEIRO (sic)
.
.
Despedida antes do fim

Por Amanda Almeida, do Correio Braziliense, via clipping Planejamento

Em sua última sessão à frente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ontem, Britto recebeu a homenagem de colegas e fez forte defesa à categoria.

“O Poder Judiciário é o mais cobrado, mais exigido e o menos perdoado”, afirmou, acrescentando que seus integrantes não podem fazer greve, não podem se filiar sindicalmente, não têm hora extra e cargo comissionado.

“No Judiciário, é inconcebível o desmando e o desgoverno.
No entanto, não é tratado remuneratoriamente — e não é corporativismo — à altura de sua dignidade, imprescindibilidade, superlatividade.”

Britto criticou ainda a comparação salarial de integrantes do Poder Judiciário no Brasil e outros países, citando os Estados Unidos.

“Mas (no exterior) o sistema de saúde é pago. O sistema de educação é pago. O valor de um carro é menor do que no Brasil. Com salário de US$ 10 mil (fora do Brasil), tem-se alta qualidade de vida”, avaliou, completando que “o Judiciário é o fiador da Constituição”.

https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/11/14/despedida-antes-do-fim

Responder

    [email protected]_2

    14 de novembro de 2012 às 23h11

    é muito cinismo pra uma figurinha menor como esta…

    que perdição, esse conluio mafio-midiatico-judiciario.

    Podridão sem fim!

    ASCO!

    RicardãoCarioca

    15 de novembro de 2012 às 07h44

    No último parágrafo, entregou a mente piguenta:

    Apesar da saúde e da educação serem pagas, ganhando menos dá para ter mais qualidade de vida porque carro é mais barato do que aqui.

    Se a quantidade de carros comprados for maior do que o número de consultas médicas e de mensalidades escolares pagas, aí faria sentido.

    FrancoAtirador

    15 de novembro de 2012 às 12h27

    .
    .
    Comentários colhidos no G1,
    que estampou matéria idêntica:

    Maria Gomes 14/11/12 – 09:46
    Esta insatisfeito com o carguinho que o PT lhe deu , não tem tudo que queria ter como deputado… Dirceu não deixou… Carlim do PT parou em vereador.
    Odeia o judiciário, não tem tudo isso que ele queria ter como deputado do PT.
    Mentiras:
    1. o judiciário não é o poder com menor salário…
    Lula botou teto salarial pra todos (por isso o odeia)

    2. a saúde náo é paga no exterior, em toda Europa é pública…;

    3. O PSTF só começou a fazer algo agora, de vingança contra o PT.
    Bota o pijama… vai dormir!…

    Maria Gomes 14/11/12 – 09:42
    O velhinho aposentado agora viu que fez mal negócio, ao brigar com Dirceu quando era “Carlim do PT”, vereador do Sergipe.
    Dirceu não o apoiou para continuar a carreira politica…
    Agora se vingou.
    Dirceu sabia a cobra que ia criar, não é besta.
    Em qualquer judiciário do mundo, uma pessoa com tais conflitos de interesses não poderia ser juiz contra a pessoa que mais odeia,
    que não o apoiou para entrar no congresso.
    O erro foi tê-lo “compensado” com o judiciário… ele não queria…
    .
    .

Francisco

14 de novembro de 2012 às 20h28

Lamentavelmene, este ai é só mais um mediocre que passa pela instituição que não criou caso com o regime militar, criou caso com a punição dos homicidas do regime militar, escreve versos e tira onda de “moderno”. Garcia Marques descreveu essa raça que só muda de endereço há mais de vinte anos. Passou da vida (pública) para o anonimato…

Importa é anotar que a esquerda ainda (ainda, meu Deus!) não entendeu a natureza do poder. Luis Carlos Prestes disse mais de uma vez que ele errou muito na vida (e errou mesmo), mas que Lula só acertaria mais que ele se se desse ao trabalho de ler algum livro além da página 17.

Aliás, o PT (todo!) precisa com urgência ler “O Principe” além da página 17.

A verdade é que o PT sempre encarou a nomeação para o STF como sendo o lugar onde deveria indicar “os melhores curriculos”. O que é “melhor” curriculo? Melhor curriculo para quem? Para os interesses republicanos?

Collor indicou melhor para o STF que Lula, FHC indicou melhor do que Dilma para o STF. Posso afirmar isso porque nem um dos dois esta na cadeia ou próximo dela, apesar das “provas materiais” que certamente esmariam o PT caso as mesmas fossem contra ele.

Ambos não estão no poder até hoje porque eram (?) arrogantes e totalmente displicentes com os interesses do povão. Mas não foram para o xilindró. Nem irão – passado já tanto tenpo em que estiveram no poder.

Eles, os dois, leram Maquiavel…

O poder mora nas instituições: STF, reforma politica, Lei de Mídia…

É muito cansativo repetir, repetir, repetir…

Responder

    Mário SF Alves

    15 de novembro de 2012 às 00h23

    Não há Maquiavel que dê conta disso. Estamos no Brasil, amigo. Não há parâmetro. Estamos num dos Países mais ricos do mundo e por mais paradoxal que seja é justamente por isso que continuamos nesse secular e degradante subdesenvolvimento. Nessa condição civilizatória condição primordial.
    __________
    Talvez seja melhor ficar na 17 e entender a história do Brasil do que ficar por aí se fazendo de sábio e tendo que aturar vexame e bronca pública do Clinton. Talvez seja melhor ficar na 17 do que se fazer de erudito, chamar o Brasil de caipira, aposentado de vagabundo, ter honras e glórias da mídia corporativa, ser adesista de primeira hora ao fatídico neoliberalismo e não entender o quanto nos é indispensável um partido de massas suficientemente forte até mesmo para atualizar o Maquiavel.

    Bonifa

    15 de novembro de 2012 às 07h28

    Você está mais que certo. Algumas pesssoas pensam que Maquiavel é intuivo mas não é. É preciso que Dona Marisa amarre o Lula numa cadeira e leia para ele “O Príncipe” da primeira à ultima página.

Vlad

14 de novembro de 2012 às 20h24

Vai ver se calou porque ficou com vergonha de não pagar o empréstimo do povo que contraiu junto ao BNDES.

Responder

FrancoAtirador

14 de novembro de 2012 às 20h14

.
.
Nomear membros do cartel empresarial máfio-midiático

para fazer parte integrante da cúpula administrativa

do Poder Judiciário, para investigar juízes e decisões

que contrariam os interesses da máquina da difamação,

é muito mais que a privatização neoliberal do Estado,

é um atentado à soberania de um Poder da República.

Como disse o sapiente jurista Dalmo de Abreu Dallari,

em maio, no debate ‘O JUDICIÁRIO E O PODER DA MÍDIA’:

“Só não digo que é ingênuo, porque é safado”.

http://www.youtube.com/watch?v=DMHxllvOtnw

Responder

Tomudjin

14 de novembro de 2012 às 19h22

No dia que um Advogado for enquadrado, baseado na tese do “domínio dos fatos”, essa tese não terá a menor relevância.

Responder

ricardo silveira

14 de novembro de 2012 às 19h19

Por que o ministro Ayres Brito não se defende? Cetamente porque sabe que todos que não se informam só no PIG já não mais acreditam nele.

Responder

Bernardino

14 de novembro de 2012 às 18h41

Nao adianta lamentar agora,meus caros a culpa é do sr LULA que nao soube escolher nao so ele mais uns quatros,inclusive o sr Barbosa.Ao Lula faltou-lhe a cultura necessaria para conhecer as pessoas no jogo cotidiano e nao se deixar influenciar pelos apegos de amigos e correligionarios para fazaer as indicaçoes.O SR AYRES foi apadrinhado pelo Marcelo DEDA do Sergipe e o sr Barbosa o jurista FREI BETO tinha quae da no que deu.O LULA pode ser lider e coisa e tal,mas nao é ESTADISTA,alias o FHC tambem nao,tendo nomeado comprades so que leais a ele.
O PT e seu governo não fez as reformas INSTITUCIONAIS que ko pais precisa,como reforma politica,regulamentaçao da MIDIA e outras mais ficou igual aos outros governo no joguinho de empurra-empurra.Pouco adianta atacar o sr BRITO e outros mais ele é mais um mediocre que se vai tem que mexer no vespeiro peitar o jucdiciario e a imprenssa via congresso e movimentos populares,exigindo reformas o resto é jogar Confete em AVIAO

Responder

    Mário SF Alves

    14 de novembro de 2012 às 19h41

    Estadista de estado de fato? Não. Lula, meu caro, foi estadista naquilo que lhe permitiu o efeito surpresa e/ou o grau de liberdade inerente ao estado de fato travestido/fantasiado de Estado Democrático de Direito.

Urbano

14 de novembro de 2012 às 18h24

Na verdade, não é bem que ele tenha se calado; é que em alguns desses momentos nem dá para se falar.

Responder

    Mário SF Alves

    14 de novembro de 2012 às 19h51

    Então, Urbano, é nesses momentos que o estado de fato impõe suas regras não escritas. É nesses momentos que você aprende a diferenciar o poder concedido nas urnas do poder do estado montado/criado pelo hegemonia capitalista/oligárquica. Há lei que o regulamente, aliás, lei é o que não falta, porém, paradoxalmente, não há lei que o contenha. Pelo menos não até agora.

    Urbano

    14 de novembro de 2012 às 21h03

    Mário, nesses momentos a que me refiro, ele vai ter de parar momentaneamente a leitura do jornal, da revista, do livro, até de pitar o cigarro que alguns chegam a levar para tal faina; isso quando o evento é totalmente administrável, claro.

Zé Roberto

14 de novembro de 2012 às 18h11

Já vai tarde. E impune. A fragilidade cultural de Britto é o inverso do seu esmero e submissão como serviçal da elite rancorosa, mesquinha e golpista e da mídia reacionária e odiosa.

Ele, e outros do STF, cumpriram à risca a pauta imposta, o cronograma e as sentenças neste julgamento, que, como farsa, atende os ditames de uma classe dominante para promover um Estado Legal de Direito, distante do Estado Democrático de Direito.

A história será o juízo de juízes de cabresto. Seduzidos pelas câmeras dos oligopólios e monopólios midiáticos e acuados pela opinião publicada, que constroem e descontroem reputações, não terão coragem de olhar nos olhos de cidadãos que compreenderam toda a armação e resistem aos factóides narrados pela mídia.

Acrecente-se o tratamento leniente dado aos casos que envolvem figuras da mesma “turma”, como Gilmar Mendes, e de outros escândalos e partidos, entre os quais o Mensalão do PSDB, a Operação Monte Carlo, a Privataria Tucana, da Satiagraha…

Responder

    renato

    14 de novembro de 2012 às 19h35

    Zé, desculpe.
    Se entendi ele vai ser Conselheiro do CNJ, apadrinhado
    pela mídia, nem a mulher de lá vai tirar ele.
    É correto isto!
    Ele continua influenciando!
    Ele é um M…., entenda o M como você quiser.
    Mas acredite há varias hipoteses!
    Dizem que este M…. esta muito envolvido no DIreiTO.

trombeta

14 de novembro de 2012 às 17h32

Reforço mais uma vez a necessidade de se promover uma emenda constitucional fixando prazo para mandato de ministro do STF, esse episódio mostrou com clareza que esse senhores se mal-intencionados e aliados à mídia podem fazer grande estrago à democracia brasileira.

Quanto a esse rábula, trata-se de um juiz medíocre, típico dissimulado que como os ratos em noite quente saiu do esgoto no momento em que julgou oportuno.

Responder

    Mário SF Alves

    14 de novembro de 2012 às 20h22

    Em sendo assim que poesia poderia advir de tal desprezível condicionamento moral? Taí, e por isso mesmo, gostaria de folhear um livro dele. Sim, desde que fosse autenticamente dele.

    _____________________

    Se algo de belo for encontrado ali, estaremos diante de uma singularidade sociológica e na iminência de confirmar a tese: traidores também têm alma; corruptos também têm alma; seres submissos também têm alma; enfim, ou quase isso: todos os homens têm alma.
    ___________________________________________

    E assim caminha a desumanidade.

Fabio Passos

14 de novembro de 2012 às 16h36

Gravíssimo.
Para se livrar de denúncias incômodas sobre o genro… o ministro deixou os chantagistas do PiG livres para difamar qualquer cidadão brasileiro.

Responder

Frederico

14 de novembro de 2012 às 16h25

Impressiona a “obra” de destruição que nos deixa o poeta. Após a “apoteose” de arbítrio, de violência institucional e de negação de direitos fundamentais individuais que o julgamento da ação penal 470 legou ao país, e para a qual o ministro tanto contribuiu, vem, como arremate, a criação deste Fórum, onde o notável é a ausência de representantes diretos do povo, único e autêntico titular dos direitos difusos que pretensamente se busca defender. Na verdade, trata-se de mais uma demonstração de arrogância e prepotência dos tais operadores do direito, mais uma contribuição do sempre tão operoso ministro na senda de desconstrução do prestígio e da estima do STF junto à sociedade. esclarecida.

Responder

Carlos J. R. Araújo

14 de novembro de 2012 às 15h52

O Ayres de Britto nunca teve o “perfil” – se é que isto, em termos profissionais e psicológicos, possa assim ser entendido – exigido e esperado de alguém para exercer a magistratura no STF. Ali requer outro tipo de gente, seja sob a ótica puramente jurídica, seja pelo complemento profissional, cultural e psicológico. Explico.

Ele sempre me pareceu um personagem quase burlesco, decerto embaralhado numa montanha de livros outros – dito de outro modo, uma cultura livresca mal administrada. E deu no que deu. Quando enuncia um voto, permeia tudo com picuinhas literárias (algumas inadequadas, senão risíveis, para o caso objeto da sua manifestação jurídica). Um arlequim no lugar errado. Enfim, sempre me pareceu uma figura inadequada para o STF.

E por que digo isto? Simples. Ali, afora as qualidades técnico-profissionais, exige-se outra personalidade, ainda que comprometida com interesses outros. Um homem de personalidade fraca não combina com o STF. Este tipo de personalidade é facilmente manietado e utilizado por detentores de interesses escusos. É o caso do seu papel no episódio da morte da Lei de Imprensa – afora o seu papel no caso do mensalão, verdadeiro “maria vai com as outras”, como os demais, à exceção de Lewandowski. Rui Barbosa tinha razão, quando afrontava o STF desde o tempo de Floriano Peixoto. É hora da sociedade afrontá-lo, já que as instituições (OAB, MP e entidades outras) silenciam e coonestam a loucura do STF de hoje.

Responder

Saul Leblon: O silêncio que ofende a consciência nacional « Viomundo – O que você não vê na mídia

14 de novembro de 2012 às 15h52

[…] Nassif: Por que o ministro Ayres Britto se calou? […]

Responder

João Eduardo

14 de novembro de 2012 às 15h51

Meu Deus! Quando pessávamos que a luz entraria no STF, acendem-se a “skuromatic”.

Justiça, pelo visto, só a Divina! Mas um dia chegamos lá.

Responder

Messias Franca de Macedo

14 de novembro de 2012 às 15h49

[“ESCUTA ESSA”!]

RECORDANDO: O QUE DISSE MESMO O PRESIDENTE DO @STF_OFICIAL EM ENTREVISTA À CARTA CAPITAL EM ABRIL DE 2012?

AYRES BRITTO SOBRE O “MENSALÃO’: VAI SER UM JULGAMENTO TÉCNICO, JUSTO, FUNDAMENTADO, SEM NENHUM INGREDIENTE POLÍTICO. SENÃO, É JUSTIÇAMENTO, É LINCHAMENTO.

(…)
Ayres Britto: “Não quero ser popular em termos de cortejar a opinião pública, ser vassalo da imprensa. Nem populista”
(…)
Ayres Britto sonhava em ser jogador de futebol profissional.
(…)
Se fosse citar um poeta para terminar este papo, quem seria?
Citaria Fernando Pessoa, que sempre nos convidava para arrumar as malas rumo ao infinito.
FONTE: http://mariafro.com/

LÁ VEM O MATUTO TREMULANDO A BANDEIRA DO GLORIOSO FLUMINENSE DE FEIRA DE SANTANA, ‘O TOURO DO SERTÃO’! [RISOS]

… “o supremo” Ayres Brito não realizou o sonho de ser jogador de futebol, no entanto, no final da carreira (sic), tornou-se juiz… De campeonato de várzea, ‘bolas e bastidores’ não devem faltar! É ‘plausível’! E ‘crível’!…
… O fato [do insucesso] é a falta do domínio!…

Que país é este, sô?!…
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Carlos G P Lenz

14 de novembro de 2012 às 15h42

Quanto custou o julgamento da AP 470

Recentemente a nação brasileira tem sido bombardeada diuturnamente com o julgamento da dita AP 470, mais conhecida como “Mensalão do PT”.
A pressão pelo afogadilho de última hora para que o julgamento coincidisse com as eleições, demonstrou claramente os interesses em jogo :
As “oposições”, das quais a mídia é seu maior representante, com sua ânsia de influenciar os resultados das eleições e preparar o “teatro”, para a tomada do poder logo mais a frente, e “V.Sas. Exmas.”, ávidos pelo poder e pela ribalta, mesmo que fugaz.
As acusações ineptas, mesmo após 07 longos anos de tramitação do processo, exigiu e exige malabarismos semânticos e jurídicos de V.Sas. Exmas., para produzir os resultados esperados por todos os interesses em jogo, bem como pela malta assanhada e ensandecida, que deseja tão somente justiça com sangue.
Tem sido horas e mais horas de cobertura televisiva e radiofônica, com entrevistas, artigos e comentários de eminentes (e nem tantos) juristas, repórteres e personagens, além de páginas e mais páginas dos diários e periódicos impressos e da mídia eletrônica. Todos, em sua esmagadora maioria, brandindo moralidade e exigindo condenação dos réus e tendo espasmos de júbilo (“orgasmos” como diria o finado Dr. Ulisses Guimarães), quando de um voto ou comentário condenatório de V.Sas. Exmas..

Pergunta que não quer calar : Quanto custou esse julgamento ?

– Como já mencionado acima, custou longas e intermináveis aparições públicas nos mais diversos meios midiáticos, especialmente nas Tv’s em horário nobre. Verdade que nem sempre em situações edificantes e abonadoras. Algumas um tanto sonolentas, em que pese os esforços de não “dormitarem” de algumas de V.Sas. Exmas.. Outras bastante tristes, quando V.Sas. Exmas. tentavam passar erudição e conhecimento, nem sempre concordes com os comentários e intervenções dos vossos pares. Outras ainda bisonhas, posto que situações de bate boca, impróprias para membros tão importantes da mais alta corte do país.

– Custou para nós simples mortais, a certeza de que estamos indefesos diante do interesse vil, dos que detém o poder neste pais. De fato, nossa percepção, até aqui era de que somente iam para a cadeia os membros das classes mais baixas da população. Os famosos 3 P’s. Hoje podemos certamente entender, que além destes e dos petistas e seus agregados, também poderão ir todos aqueles em que haja “interesses” maiores em jogo. Se não houver as provas, tem-se o “domínio do fato”. Se a acusação é fraca, poder-se-á invocar a “ligação” por subalternidade ou até mesmo por superioridade. Se não houver nada, se inclui o “personagem” no “processo” e ele que se vire e consiga provar sua inocência, de que só estava passando por ali, no momento errado… Sempre ao gosto do “interesse” maior.

– Custou, para a esmagadora maioria de a V.Sas. Exmas., o respeito devido ao posto que ocupam como funcionários públicos, que deveriam ser do mais alto saber e conhecimento, posto que, regiamente pagos com o suado dinheiro dos nossos impostos. Funcionários que acreditávamos de elevados conhecimentos jurídicos e também humanísticos e de ilibada reputação como profissionais do “direito”. Qual não tem sido a nossa desagradável surpresa ao constatar, perplexos, comentários e intervenções de V.Sas. Exmas., que são prontamente corrigidas por vossos pares e por outros juristas renomados e não tão renomados e até mesmo insignificantes, diante da vossa importância.

– Custou para V.Sas. Exmas a imagem e a honra, posto que se mostraram “mesquinhos”, como propriamente mencionado por um dos vossos pares, com seus próprios interesses e ou como serviçais dos poderosos, que agora vos açulam e manipulam. Além de terem sido incapazes de representar condignamente o Poder, de que estão instituídos, muitos de V.Sas. Exmas. se expuseram indignamente com aparições públicas, entrevistas “exclusivas”, convescotes de amigos da mesma mídia que os incensa e nos vossos próprios tratamentos desrespeitosos inter pares, diante das câmeras durante o “julgamento” em questão.
Somente o ministro revisor do processo pode ser considerado e chamado digno, posto que votou e pronunciou-se de acordo com os autos e conforme a sua consciência.

Por tudo isso e pelo apenamento “dosimetricamente” elástico e confuso, a demonstrar a total falta de conhecimento e improvisação, podemos concluir que os grandes condenados não serão os que estão agora estão sendo humilhados com as vossas sentenças.

Não, quem sai deste “julgamento” derrotado e condenado a vexame e humilhação eternos, são V.Sas. Exmas., pelo papel ridículo, de tolos servis a interesses políticos menores e pela sordidez estúpida das vossas “atuações”.

A história se encarregará de relegá-los ao limbo a que se fizeram por merecer !

Custou algo mais, que nossas mentes e corações não conseguiram perceber ?
Por certo vossos travesseiros ou o recôndito das vossas almas, poderão revelar a “V.Sas. Exmas.”, quanto custou esse “julgamento”, isso se elas ainda não estiverem cauterizadas. Quem sabe ?

Carlos Guilherme Pfau Lenz
Brasileiro, 57 anos

Responder

Marco Vitis

14 de novembro de 2012 às 15h18

Tudo indica que o ministro intimidou-se com a pressão da mídia.
Se o ministro fez uma barganha para proteger seus interesses pessoais, isto não seria um crime tipificado ?

Responder

FrancoAtirador

14 de novembro de 2012 às 15h18

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O JUDICIÁRIO E O PODER DA MÍDIA:

O DEBATE QUE NÃO CHEGOU AO POVO.

QUANDO CHEGARÁ?
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21/05/2012
Dr. Pedro Estevam Serrano,
advogado e professor de Direito Constitucional da PUC,
trata da cobertura da imprensa sobre o caso do ‘Mensalão’
no debate ‘O Judiciário e o Poder da Mídia’, na PUC-SP:

A pressão da mídia sobre os ministros do STF
(http://www.youtube.com/watch?v=C44eKXVurHQ)

A mídia e o julgamento do mensalão
(http://www.youtube.com/watch?v=rYR_yAzNmEc)
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30/05/2012
O jurista Dalmo Dallari, o jornalista Luis Nassif, o sociólogo e jornalista Laurindo Lalo Leal Filho, professor de Jornalismo da ECA-USP, e a professora doutora Elisa Liberatore Silva Bechara, orientadora do pós-graduação de Direito Penal na USP, entre outros, debatem na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo.

Parte 1: (http://www.youtube.com/watch?v=hSE2XlwUGyE)
Parte 2: (http://www.youtube.com/watch?v=OE7oNJtlB4Y)
Parte 3: (http://www.youtube.com/watch?v=2G2_yzjyuCU)
Parte 4: (http://www.youtube.com/watch?v=HUDtPnTcFdc)
Parte 5: (http://www.youtube.com/watch?v=tnM7XlO6c3Y)
Parte 6: (http://www.youtube.com/watch?v=DMHxllvOtnw)
Parte 7: (http://www.youtube.com/watch?v=NpVD37hPSt0)
Parte 8: (http://www.youtube.com/watch?v=eOz8AS2m3lI)
Parte 9: (http://www.youtube.com/watch?v=wmIqOixDXOE)
Parte 10: (http://www.youtube.com/watch?v=6x3EgqNhwv4)
Parte 11: (http://www.youtube.com/watch?v=cLw3FLS3Nq4)
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PS:
Será que o Ministério da Justiça ou o da Educação ou o da Cultura se disporiam a patrocinar um livro que condensasse as transcrições destes debates promovidos nas Faculdades de Direito do Brasil, sob o título
“O JUDICIÁRIO E O PODER DA MÍDIA” ?

Se não, alguma editora se dispõe?
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Responder

    renato

    14 de novembro de 2012 às 19h28

    Vou ver um por um!


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