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Professores gaúchos preparam greve, detonam ‘meritocracia’ e aluno-cobaia


27/09/2011 - 14h30

por Luiz Carlos Azenha

O governo Tarso Genro descumpriu promessas eleitorais, as escolas públicas do Rio Grande do Sul estão sucateadas e a situação dos professores é de “miserabilidade”, com salário de 395 reais para uma carga horária de 20 horas semanais.

Quem afirma é a presidente do CPERS, o Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul, Rejane de Oliveira. O CPERS equivale ao sindicato dos trabalhadores na educação, que representa 87 mil sócios.

Rejane diz que a concepção de ‘meritocracia’, implantada na educação gaúcha durante o governo de Yeda Crucius (PSDB-RS) e mantida até agora pelo governador Tarso Genro (PT-RS), transfere para estudantes e professores a responsabilidade pela qualidade da educação. Escolas, professores e alunos aferidos como “ruins” pelos rankings, diz Rejane, acabam justificando a falta de investimento do estado em educação pública, gratuita e de qualidade para todos.

Rejane encara da mesma forma os testes de caráter nacional implantados pelo Ministério da Educação, que tratam os alunos feito cobaias (teste, teste, teste, diz o Viomundo, não Rejane). “Nós achamos que este tipo de mecanismo busca enganar e mascarar aquilo que a sociedade está exigindo dos governos, que é uma política pública para a educação”, afirma ela.

A representante do CPERS diz que o governador Tarso Genro, desde a campanha eleitoral, vem mudando de posição em relação ao cumprimento do Piso Nacional dos Professores no Rio Grande do Sul. Infelizmente, afirma ela, os governantes acham que a legislação é feita apenas “para o povo e os trabalhadores cumprirem”.  Professores de vários estados brasileiros estão em greve pela implantação do piso, julgado constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Para ouvir toda a entrevista, clique abaixo:

rejane RS

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69 comentários

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Túlio Muniz: Os inimigos da escola | Viomundo - O que você não vê na mídia

03 de outubro de 2011 às 09h00

[…] Professores do Rio Grande do Sul preparam greve […]

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vladimir lacerda

29 de setembro de 2011 às 16h22

Ontem em comentário afirmei que situação ou oposição não tem compromisso com a educação.Hoje no Ceará a polícia do governador Cid Gomes mandou ver nos professores.Distribuiu democráticas borrachadas em todos.
Na verdade este é o comportamento usual dos descontrolados Ferreira Gomes.Este destempero já custou,ainda bem, a eleição de Ciro,o Brasil não merece.Espero agora que o povo do Ceará também extirpe o seu irmão da política local.Antes filhotes de ditador( Jereissati), hoje ditadores diginos de um Cordel encantados ao estilo "Timotinho cabral.".

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    Julio Silveira

    29 de setembro de 2011 às 20h32

    Concordo contigo Vladimir, a educação é muito boa para se usar no discurso. A direita, a esquerda e o Centro tem soluções para nossos problemas de educação, mas bastou estarem lá na gestão para relegarem o ensino, colocarem num segundo, terceiro plano, e os professores são essas faces visiveis tal o desrespeito. Dizer que fazem planos de cargos isso e salarios aquilo, para melhor remunerar o professor é sempre a conversa de inicio de governo, depois surgem as prioridades da midia, ou seja gastar uma grana com a publicidade oficial para aparecer bonito na foto. O professores, e vejam não sou professor, devem sim buscar lutar contra essa conversa fiada, prá boi durmir, devem lutar sim por seus salarios como faz o CPERS, independendente do governo vigente, isso deve doer neles já que sempre estiveram mais afinidades com os governos de esquerda, mas a realidade é o prato de comigo a mesa e de pouco em pouco sucessivos governos vem tirando o tomate, o feijão, o arroz de cada dia e fornecendo um grande suprimento de pepinos para a educação.

Julio Silveira

29 de setembro de 2011 às 11h57

Fico de cara com pessoas que sequer têm afinidades com as politicas dos estados e opinam com base somente ideologicas, no apelo emocional ligado a seu partidarismo. Acho que é isso um dos causadores desse nivelamento na politica, que tem tornado a esquerda quando no poder tão pareceda com a direita. Pessoas que avalizam seus partidários acima de qualquer coisa são cumplices quando não querem aceitar que de suas hostes venham atos hostis a cidadania.
Esse caso do RS é basilar pelas reações que são postas cá no blog. Querem viver o mundo da fantasia em que o dever de defraldar das bandeiras somente devam ocorrer mediante pré requisitos de simpatia e não de atos.

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giovani montagner

28 de setembro de 2011 às 20h05

a tarso é personalista, faz o que lhe dá melhor retorno dentro da sua estratégia eleitoral. qual é a estratégia eleitoral dele? fazer do seu governo a frente do estado do rio grande do sul trampolim para a disputa nacional, para presidente.

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Rui

28 de setembro de 2011 às 19h28

Cid não quer a Comissão de Educação aqui( Nem sei se foram a Minas, mas devem estar vindo pro Ceará andando de costas e de joelhos). Não quer dinheiro da governo federal, pois teria de abrir suas contas para justificar o pedido. Abertas,que aconteceria? Aqui também a maldição da Casa Civil pegou. Hehehe! Cenas dos próximos tristes capítulos.

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Rui

28 de setembro de 2011 às 19h23

No Ceará o PT usa sua influência no sindicato para detonar com a greve.

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Rui

28 de setembro de 2011 às 19h21

Cid Gomes dá rasteira em sindicato pelego, ataca a carreira dos professores, lança mensagem bomba na Assembleia Legislativa Coptada do Ceará e vai , tal como Maria Antonieta alheia à peixeiras do Sena, fazer média de defensor da educação em Paris, durante a premiação de Lula, com dinheiro do contribuinte cearense. De quebra relaxa da enxurrada de escândalos em seu governo.
Seu maninho Ciro completa a obra familiar. Depois do me-dê-um-cigarro-aí-pra-eu-dar-uma-baforada-nesse-pessoal (os professores) que teria sido proferido por Ivo Gomes em reunião com a categoria, há meses atrás, Ciro língua solta chama movimento dos docentes de molecagem, no Crato dia 25 deste: http://www.youtube.com/watch?v=h0Q6IjI6-Ns
a mensagem de Cid. Vejam e pasmem. Alguém com doutorado ganharia a fortuna de 2,500 reais: http://www.apeoc.org.br/capital-e-interior/4044-g…

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yacov

28 de setembro de 2011 às 15h08

Eu sou da opinião que os professores de todas as escolas públicas do país que ainda não recebem esses piso, deveriam se unir e fazer uma Greve Geral. CHEGA de adiar os investimentos em educação pública de qualidade e a formulação e instituição de um política pública de educação nacional, que o país tanto precisa. Esse, e sómente esse, será o começo da GRANDE REVOLUÇÃO BRASILEIRA. FORÇA PROFES DO BRASIL!!

"O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

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Sagarana

28 de setembro de 2011 às 10h06

Tá faltando só uma coisa: vontade política.

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Marcelo de Matos

28 de setembro de 2011 às 10h02

Todo mundo sabe que o professor é mal remunerado, mas, sabe também que só remunerá-lo melhor não resolverá o problema da educação no país. Não se trata, apenas, de pegar o dinheiro do pré-sal e despejá-lo na educação – isso só não resolve. A educação carece de gerenciamento, restauração da disciplina, comprometimento das partes interessadas, como família e professores. Cidades que recebem pequenas fortunas dos royalties do petróleo, como Cabo Frio, entre outras, que têm carteiras digitais, telões e o escambau, apresentam desempenho similar ao outras bem pobrezinhas. Querem acabar com a “meritocracia”? O que, efetivamente, estão querendo fazer? O aluno não deverá ser submetido a nenhuma averiguação de conhecimentos? No meu tempo havia exame de admissão para o aluno sair do primário e ingressar no ginásio. Bom tempo aquele! Quem não estivesse preparado não seguia adiante. Agora parece que os professores fingem que ensinam e os alunos fingem que aprendem.

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Tarso, uma Yeda de bombacha « Ficha Corrida

28 de setembro de 2011 às 09h50

[…] Professores gaúchos preparam greve, detonam ‘meritocracia’ e aluno-cobaia | Viomundo – O … Sirva-se:Like this:LikeBe the first to like this post. Deixe um comentário […]

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Julio Silveira

28 de setembro de 2011 às 07h07

Sempre disse aqui, no periodo das eleições, que o Tarso era um burgues metido a socialista, e que por isso a penetração dele dentro do meios regionais de midia corporativa que o vêm como igual. Saudades do Olivio que foi tendo minimizada sua participação no centro de poder do PT gaucho.

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Raphael Tsavkko

28 de setembro de 2011 às 04h58

O Tarso está ferrado até com a Polícia Militar… Prometue salários e não tá cumprindo a promessa. http://flitparalisante.wordpress.com/2011/09/24/s…

Deveria haver uma lei para obrigar cargos eleitos a cumprir suas promessas sob pena de perderem o mandato. Prometer é fácil, mentir é mais fácil ainda.

Aliás, o mesmo Tarso está criminalizando o MST, cuja Brigada Militar está mantendo um acampamento sem comida e água. http://sul21.com.br/jornal/2011/09/mais-fatos-mai…

A direita ADORA essa esquerda que faz o trabalho sujo por ela…

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    Antonio R. Navarro

    29 de setembro de 2011 às 01h35

    Concordo plenamente. A direita adora esta esquerda que faz o trabalho sujo por ela. E como faz.

luiz claudio pontes

28 de setembro de 2011 às 02h23

Desde que a Srª CLAUDIA COSTIN e o SR PAULO JOBIM, desempregados do PSDB, migraram para o Rio de Janeiro pela mãos do tucano Eduardo Paes, os professores da capital e do estado não tiveram mais sossego. Ambos trouxeram da administração José Serra as idéias mirabolantes (MERITOCRACIA E TERCEIRIZAÇÃO) que afundaram com a qualidade dos serviços públicos de SP. Resultado: piores índices do IDEB na educação e precarização da saúde com a vinda das OSs.
Lamentavelmente os cariocas e fluminenses -além da Dilma e do Lula- foram enganados por Paes e Cabral que, pouco a pouco, vão queimando o filme do PT aqui no Rio.
Vale lembrar que, embora secretários da prefeitura doRio, Jobim e Costin são grandes colaboradores da Administração de Sérgio Cabral e, caso a oposição ganhe a prefeitura no próximo ano, ambos são cotados para compor o secretariado do governador.

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sadaki yama

28 de setembro de 2011 às 00h01

Greve é necessidade, porque governos não discutem com professores a educação, as metas , e o proprio plano de carreira dos professores. É porque eles não tem convicção de que eduçação é fundamental para o Brasil de 2020, de 2030, etc. Mas ha um erro nessa greve. Todos os professores deveriam estar na sala de aula com alunos não para ensino normal, mas para discutir politica todos os dias. Mostrar que mesmo entre professores em greve quando vier a eleiçao, ha muitos que vão tranquilamente votar em PMDB, DEM, PSDB, PPS enfim em partidos da classe dominante economicamente que usam votos do povão so para se elegerem, como se votar não tivesse nada a ver com os salarios. Ensinar que se ha corruptos que recebem um milhão, ha na outra ponta corruptor que ja roubou um bilhão. Mostrar que os donos da grande midia contralam os parlamentares, e impoe agenda. Mostrar que mesmo os governantes do PT como o do Rio Grande do Sul, ou da Bahia tratam a educaçao unicamente como questão salarial e dizem dane- se o conhecimento. Esses governantes, quando perceberem que todos os professores estão fazendo campanha para não nunca votarem em partidos da direita vão imediatamente convocar para dialogo.
Governante que quer a nação desenvolvida social, intelectual e economicamente sabe que deve mobilizar os professores, os alunos, os pais , e principais agentes da comunidade para em conjunto discutir a educaçao, as tendencias, o planejamento , e as metas
E os professores devem cobrar não so a melhoria do ensino, que é generico demais mas sim discutir qualidade de ensino, e especificar o que vem a ser essa qualidade. Discutir padroes minimos de aferiçao, ao inves de ficarem criticando os testes. Estudo ou pesquisa descomprometida não ha. Se querem substituir os atuais testes por uma avaliaçao a cada xis anos, por exemplo a cada quatro anos de estudo do aluno submetido a uma banca examinadora pode ser, mas sem avaliaçao é empulhaçao.
Não da para entender um professor chorando as condiçoes pauperrimas que tem de encarar, e amanhã sair correndo para votar eSerra , Aecio , Freire, Grampinho, ou qualquer politico da direita esquecendo tudo.

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Pedro Luiz Paredes

27 de setembro de 2011 às 23h50

Falou bonito.
O problema político é todo aquele derivado de um processo prioritário de privatização de um serviço.
A partir do momento em que a unidade pública concede à unidade particular, a anuência para a prestação de determinado serviço, e ainda, sabendo da natureza social da unidade particular, que é obter lucro e "crescer" prestando um serviço, esta claro que é preciso, do ponto de vista politico, a fragilização da prestação deste mesmo serviço pela unidade pública. É a jogada que a unidade privada precisa para aumentar a demanda.
Ora, não pode o poder público de repente optar pelo modelo privado e simplesmente parar – de uma hora para a outra – de prestar o serviço, posto que sabe da incapacidade do prestador privado em cumpri-lo em sua plenitude (bastaria gastar o dinheiro que repassa aos estados, diretamente para a iniciativa privada em forma de bolsas); como sabe-se também da incapacidade financeira da maior parte da população em adquirir um serviço de natureza privada.
No meu ponto de vista, a única solução cabível, e a mais benéfica em vista a qualidade do ensino, seria durante todo o processo de privatização, dure ele 2 ou 200 anos, preservar pelo menos a qualidade de ensino.

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Gerson Carneiro

27 de setembro de 2011 às 23h06

PLANTÃO: ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO @JornalOGlobo no twitter:

"@JornalOGlobo Xbox fabricado no Brasil vai ser 40% mais barato" E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Já deu parabéns para o #google? O site faz 13 anos hoje." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Vaza foto de Anne Hathaway como Mulher-Gato" E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo JN ganha Emmy por cobertura da retomada do Complexo do Alemão." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

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Gerson Carneiro

27 de setembro de 2011 às 22h54

PLANTÃO: ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO @JornalOGlobo no twitter:

"@JornalOGlobo Depois de tudo, Charlie Sheen faz acordo com emissora e embolsa US$ 25 milhões" E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Romário vai deixar PSB e entrar para o PSD, de Kassab." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

Alguém me respondeu:
“@Masseli2 : @JornalOGlobo O jornaleco se fudeu de novo. O ex jogador já desmentiu a informação aqui no tt. Mais uma batatada da O. Grobo”

"@JornalOGlobo RT @oglobopolitica: Romário nega mudança para o PSD." QuáQuáQuáQuáQuá!

"@JornalOGlobo Cão de Sirius Black em 'Harry Potter' é posto para adoção. " E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Brasil deve ter três atacantes e Ronaldinho no meio-campo contra a Argentina." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Foto de Michael Jackson em maca é mostradas no tribunal." E A GREVE DOS
PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Público agora pode levar comida e bebida para o #RockinRio." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Mulheres australianas agora podem ocupar a linha de frente de combate." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Griselda é unanimidade na primeira pesquisa de 'Fina estampa'." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Retoque para esconder decote de deputada canadense vira polêmica" E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Guns N' Roses, Red Hot, Cure e Joan Jett indicados para o Hall da Fama do Rock" E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo Erupções no Sol podem afetar a Terra e deixam cientistas em alerta" E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo McDonald's mais light: comidas terão menos calorias, açúcar e sódio." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

"@JornalOGlobo À la James Bond: bactérias espiãs podem carregar informações secretas." E A GREVE DOS PROFESSORES DE MINAS GERAIS?

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    Fabio SP

    28 de setembro de 2011 às 09h36

    E A GREVE DOS PROFESSORES DO CEARÁ?

    Nelson

    28 de setembro de 2011 às 19h08

    E o título conquistado pelo brasileiro, de maior consumidor de agrotóxicos no mundo (mai de 5 litros per capita anuais), garantindo a cada um de nós uma alimentação prá lá de "saudável"?
    Ah! Esqueci que isso é algo de somenos importância, meu caro Carneiro.

FrancoAtirador

27 de setembro de 2011 às 22h30

.
.
O Tarso está querendo fazer um governo de coalizão

para promover reformas administrativa e previdenciária no RS,

nos moldes do primeiro Governo Lula (2003).

Isto não está dando certo. E não vai dar certo!

Quem estão certos são os professores:

– Não foi para isto que o elegemos.
.
.

Responder

CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

27 de setembro de 2011 às 22h13

É o PT, virando cada vez mais um partido de centro, que luta pelo poder somente, e não por um projeto de governo.Tá virando um PMDB!

Responder

Felipe

27 de setembro de 2011 às 21h58

Azenha, sem entrar no mérito: onde está o contraponto? Fizeste uma nota baseada unicamente do ponto de vista do Sindicato.
A situação do Professor no Rio Grande do Sul é lastimável. Os dois últimos governos não tinham qualquer tipo de preocupação com a Educação ou com os professores. O último, da dona Yeda, sequer recebeu a categoria pra dialogar. Foi pau e pedra.
O Governo atual mantém intenso debate, recebe, dialoga e tenta – NOS LIMITES financeiros do Estado – dar condições salariais dignas ao Professor. Reajustou em março o salário do professor em 10,91% o que foi o MAIOR aumento nos últimos 10 anos! E esta ruim o salário ainda? Está.

Mas os detalhes aqui são gigantescos. Este soldo, usado como exemplo, é para um professor em início de carreira e no salário Base. Existe no Estado o "Plano de Carreira", que garante diferentes formas de progressão remuneratório o que deixa 88% da categoria com soldo acima do valor do "Piso". Ou seja, 12% recebe abaixo do Piso.

O que acontece? Isto já poderia ter sido sanado pelo Estado, mas a Direção do Cpergs não aceita um aumento que não seja linear. Exemplificando: Pro governo reajustar o salário da Professora Maria, que recebe R$ 395, em R$ 39, ele tem que reajustar o salário do Professor José que recebe R$ 2500 em R$250. Sendo que existem muito mais Josés do que Marias. Ou seja, o próprio sindicato leva a esta situação e cria o argumento da ultra desvalorização da categoria, pra exigir mais aumento.

É evidente que o sindicato tem legitimidade pra exigir um soldo superior à R$ 2500, mas cá entre nós, falta sinceridade no argumento utilizado pra isto! Não há qualquer solidariedade para com aqueles que estão abaixo do piso, apenas uma situação surreal onde se briga pra tirar do Estado o dinheiro que ele não tem.

Por isto, acho importante um espaço de resposta as afirmações da presidenta do sindicato e as ponderações do Azenha, ao Governo do Estado do RS.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    28 de setembro de 2011 às 11h23

    Felipe, você fez um ótimo contraponto. abs

    Felipe

    28 de setembro de 2011 às 16h31

    pode ser, mas a resposta não é oficial e não tem o mesmo destaque do texto, que está na capa do site.
    abraço

    Luiz Carlos Azenha

    28 de setembro de 2011 às 16h53

    Então faz o seguinte. Escreve um texto a respeito, que eu publico. Mande para o e-mail do site. abs

    Vavá

    28 de setembro de 2011 às 12h12

    Engraçado é que o "limite financeiro do estado" só serve de argumento para governadores petistas. Pata os outros, é "falta de vontade políotica" mesmo… só rindo…

    Sobre a questão das diferentes remunerações, é praticamente a mesma argumentação da Secretaria de educação de Minas…

    Vladimir Lacerda

    28 de setembro de 2011 às 15h34

    Vale lembrar que o Tarso é um dos que assinaram a lei do piso nacional e não cumpre. Vale lembrar que o RS entrou no supremo contra esta lei,perdeu e não cumpre.Vale lembrar que no Ceará os professores estão em greve a 53 governo do psb,e Minas Gerais a mais de Cem,governo do psdb.Em resumo seja qual for o partido nenhum tem compromisso com a Educação e muito menos com os educadores.
    Povo instruído não se deixa enganar fácil. Melhor mantê-lo na ignorância.Quanto a desculpa da falta de recursos todos alegam o mesmo.Porque Felipe vc não defendia este ponto de vista no governo da Yeda?

    Estanislau

    28 de setembro de 2011 às 16h58

    Você está confundindo a questão quando afirma: "o RS entrou no supremo contra esta lei,perdeu e não cumpre."

    Em primeiro lugar, quem entrou no STF com ação de inconstitucionalidade contra o piso foi a ex-governadora Yeda Crusius, do PSDB, assim como também o fez o PSDB em Minas. Tão logo assumiu o RS, Tarso tentou inclusive retirar a ADIN de tramitação no STF, o que lhe foi negado por impossibilidade jurídica. Depois, enviou comunicado ao relator do caso cientificando-o de que o novo governo eleito no estado defendia o piso nacional dos professores.

    Em segundo lugar, o atual governo ainda não pôde implantar o piso por não contar com previsão orçamentária que o permita este ano – POIS O ATUAL ORÇAMENTO, lembre-se, FOI DEFINIDO AINDA SOB O GOVERNO DE YEDA.

    Portanto, o atual governo pede apenas um pouco mais de tempo para, a partir de formação de seu próprio orçamento, cumprir aquilo que é direito incontestável dos professores, coisa que, ao contrário do governo da tucana, reconhece e cumprirá.

    Mas uma mudança qualquer professor já pode confirmar aqui no RS: não se trata mais a categoria com cacetetes e bombas, como no governo anterior. Isto, podem ter certeza, um governo de Tarso Genro jamais permitirá. Palavra de um filho de professor.

Professores gaúchos preparam greve, detonam ‘meritocracia’ e aluno-cobaia | Viva Marabá Pará Brasil

27 de setembro de 2011 às 21h30

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josaphat

27 de setembro de 2011 às 19h26

É fácil observar, em especial nos blogs progressistas, como este, como a esquerda não é capaz de discutir a educação. Ficam sempre transferindo responsabilidades a governos anteriores ou desviando o foco quando a acusação quando os fatos mostram a própria incompetência.
Não há um só executivo do PT que tenha feito uma boa gestão da educação.
Ai, que chatice desse pessoal!
Vamos discutir e olhar os fatos, minha gente, que há muito que a vaca tá agarrada lá no brejo!

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Vlad

27 de setembro de 2011 às 19h10

São movimentos golpistas, manipulados pela grande mídia (PIG) e pela elite branca e rica contra o PT, que tanto tem feito por uma educação de qualidade no Brasil, enquanto partido progressista e social, muito diferente dos entreguistas que o antecederam.

E não se enganem com o ronco das lombrigas no bucho dos professores, são roncos de conotação evidentemente política.

º,..,º

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Cidadão Gaúcho

27 de setembro de 2011 às 19h08

É muito triste ver um governo trabalhista fazendo isso com os trabalhadores em educação.

Responder

Domingos Coelho

27 de setembro de 2011 às 18h34

é mais fácil fazer uma revolução do que mudar a escola (pública ou particular)! Como mudar essa escola (pública ou particular) de quadro, cuspe e giz que resiste ao século 21 ? precisa investimento em infra estrutura (equipamentos, cadeiras e mesas) e capacitação. Não vejo problema em premiar o mérito mas é preciso capacitar as pessoas que precisam ser capacitadas senão continuaremos com a tradicional lousa sem responder a questão que nos interessa: como conciliar ensino de turmas com muitos alunos (35, 40 alunos) com o atendimento as diferenças que cada grupo de alunos apresenta (médio, lento ou veloz) ?

Responder

    Vlad

    27 de setembro de 2011 às 22h04

    Agora alguém tocou em um ponto importante.
    Parece que o mundo concluiu que 30 alunos é o máximo tolerável para o ensino fundamental:

    Quantidade máxima de alunos por sala de aula no ensino fundamental:
    Cuba 20; Canadá 25; Espanha 25; Noruega 25; Inglaterra 25; Dinamarca 28; Alemanha 30; Estados Unidos 30; Finlândia 30; França 30; Japão 30 e Portugal 30.

    Outra coisa…capacitação sim…mas capacitação CONTINUADA.
    Não há mais como dizer "sou preparado"…mas apenas "estou preparado"…se parar 2 anos de estudar e aperfeiçoar-se, foi-se o bonde…o mundo é outro…a cada ano.

    Quanto a salário nem vou dizer nada, pq acho até a reivindicação aviltante…quanto mais a situação.

    Quem sabe depois da Copa…das Olimpíadas…do tal pré-sal milagroso…depois que o bolo crescer…ou o sol esfriar.

Augusto

27 de setembro de 2011 às 18h21

Agora quero ver o pessoal dizendo q isso é intriga do PSOL! Estou afirmando há tempos que o PT pouco se importa com a educação nos estados… Então voltam a me dizer que isso não é tarefa do governo federal, q isso cabe aos estados… isso não é mentira… mas cadê o governo de esquerda comprometido com a educação do povo??? Onde está? No outro dia fiquei pensando: no ritmo que as coisas estão, o Brasil dificilmente crescerá muito. Uma grande potência necessita de profissionais qualificados. Contaram-me que aqui em SP os alunos que saem do terceiro ano do ensino médio têm o mesmo conhecimento que muitos alunos das escolas particulares que estão na sétima série! A defasagem é enorme. A progressão continuada prevê meios para que os alunos alcancem os demais, mas do jeito que está é simplesmente a "aprovação automática" mesmo. Passam de qualquer jeito, sabendo ou não. Logo mais teremos o 'apagão' educacional!

Responder

Carlos Cruz

27 de setembro de 2011 às 17h52

O governo petista do RS age com o governo federal do PT. Aparecem apenas qdo há eleições, e como aparecem! Sorrrindo, gentis, educados, com promessas e promessas que jamais tornarão realidade. Demagogia pura, etelionato eleitoral, como tantos outros o fizeram. São iguais aos que precederam. E sempre com uma conversa fiada para justificar o estelionato: são as contas que devemos controlar. E vão mentindo, mentindo. Mas parece que estamos chegando ao limite da demagogia. As pessoas estão acordando e denunciando. Ter os sindicatos submissos já não basta. A eleição de 2012 mostrará muita coisa boa. Que ela venha logo!

Responder

    Sanches

    27 de setembro de 2011 às 21h03

    Será que ainda veremos um PT loiro e de olhos azuis, pertencente ao partido da "massa cheirosa", que só procura os pobres na eleição, na mentira, na demagogia? No Rs e no resto do pais estabeleceu-se a demagogia politica, apesar do legislativo ser renovado de 4 em 4 anos. Proximo ano tem eleição e muitos demagogos "salvadores da patria" aparecerão. Vamos olhar com cuidado, pois não existe selo de qualidade…

    Orsola Ronzoni

    28 de setembro de 2011 às 00h00

    Ué, Tarso Genro não é louro de olhos azuis, ou ele usa lentes coloridas?

    Vlad

    28 de setembro de 2011 às 12h46

    Não tão azuis quanto o ariano governador da Bahia.
    Meio azuis, só.

    Orsola Ronzoni

    28 de setembro de 2011 às 20h08

    E esquecíamos-nos das 2 mais dignas representantes brancas, de olhos azuis e com acesso ao que apenas a zelites conseguem: aplicação de botox. A primeira, Marisa Letícia Rocco Casa Lula da Silva, que junto com a figura máxima do partido gerou vários Ronaldinhos. A segunda, a quatrocentona Marta Teresa Smith Vasconcelos Suplicy.

    Martins

    28 de setembro de 2011 às 08h47

    Eu já estou vendo há tempos.

José Ruiz

27 de setembro de 2011 às 17h45

Esse negócio de professor ter que brigar em governo do PT para que se cumpra o piso salarial criado pelo governo Lula é de lascar… pô, dêem um jeito aí, mas paguem os professores… uma sociedade mais justa e solidária começa com educação de qualidade e essa com salários decentes para os professores…

Responder

Jorge Santos

27 de setembro de 2011 às 16h58

Não tem jeito: enquanto esse país apostar em superávit primário para pagar juros da dívida externa (ela não havia sido paga?), nunca vai sobrar dinheiro para saúde, segurança e educação. Esse é um vespeiro que nem o Governo e a Oposição querem chegar perto, quanto mais mexer.

O governo Tarso Genro tem se mostrado vacilante, isso é um fato, mas é bom que essas coisas aconteçam para que fique claro a responsabilidade dos estados e do GF. Os governadores não querem melhorar a vida dos professores e, por tabela, melhorar a educação do povo, simples assim. Para esses Cabrais e Anastasias da vida, Investir em conhecimento é perigoso, ô… Vai que o povo se revolte de vez e arranque a gente do nosso conforto, como no Chile! Isola!

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    Dallas

    27 de setembro de 2011 às 21h53

    A externa foi paga …. a interna deu uma dimuida , mas com juros de 12% … vai ser foda paga-lá

Roberto Locatelli

27 de setembro de 2011 às 15h59

Agora, por favor, não me venham dizer que isso é coisa do PSOL ou do PSTU. Pode até ser, mas nesse caso, os professores tem razão.

Na boca dos demotucanos, priorizar a Educação significa: 1) priorizar a Educação da elite, 2) priorizar falcatruas com a merenda escolar.

E na boca do Governo, priorizar a Educação é a sério ou não? Foi um avanço o Governo ter batalhado na Justiça pelo salário mínimo de professor (R$ 1.080,00 por 40 h semanais). Agora é preciso batalhar para os governadores (Anestesia, por exemplo) cumpram a decisão da Justiça.

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    Marcio H Silva

    28 de setembro de 2011 às 02h47

    Cabral no RJ, também. Não esqueça, porque EU não esqueço. RJ, CE, MG e RS estão na mesma canoa furada com a educação. RJ ( PMDB coligado com PT ), CE ( PSB ) RS ( PT ) e MG ( PSDB ), estão todos se nivelando por baixo quando o assunto é Educação. Parece que o problema não é partido político é vontade.

    Raphael Tsavkko

    29 de setembro de 2011 às 00h56

    Não se esqueça do mais absurdo de todos, Pt com Sarney no Maranhão. Só que não dá pra pinçar algo ue esteja pior por lá, porque não tem nada bom…

Roberto Locatelli

27 de setembro de 2011 às 15h50

Enquanto a Educação não for prioridade, o Brasil não se tornará um país sem pobreza.

Vamos fazer umas contas: São 87.000 professores. Se o Governo der a eles R$ 600,00 de aumento, para que o salário complete R$ 1,000,00 (menos do que isso é ridículo), o "gasto" (na verdade, investimento) anual a mais será de aproximadamente R$ 680 milhões. Não é tanto assim. Será que não vale a pena cortar gastos em outras áreas para investir nos educadores?

Tudo bem que o plano é investir o dinheiro do pré-sal em Educação, mas não podemos esperar. A extração do pré-sal ainda está em cerca de 120 mil barris por dia, pois o objetivo é vender petroquímicos (adubo, lubrificantes, etc) e não petróleo bruto. Então vai demorar muito até termos uma extração que renda um bom retorno para Educação e Saúde…

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    Vinícius

    28 de setembro de 2011 às 09h18

    Roberto, sabe quantos pilas por ano o governo não arrecada em razão dos abatimentos no imposto de renda que a gente tem por botar os filhos em escola privada?

    5 bilhões, velho. Imagina se diminuíssem esse abatimento em só 2 bilhões, e usassem todo esse dinheiro pra dar aumento pros professores… Não ia onerar tanto a classe média, e talvez praticamente resolvesse a situação salarial dos professores por muitos anos…

    Roberto Locatelli

    28 de setembro de 2011 às 10h16

    Ôpa, esse dado eu não tinha, Vinicius. Por aí você vê que é preciso mudaras prioridades.

    Pegando sua ideia, vamos imaginar o seguinte: o abatimento no Imposto de Renda só iria até, vá lá, uma mensalidade escolar de R$ 1.500,00. Ôrra meu, já tá de bom tamanho, né não? Pronto, já daria para melhorar a situação salarial dos professores.

    Acho que não é só uma questão salarial. É uma questão de dignidade. No nosso mundo capitalista, ganhar menos de R$ 1.000,00 por mês é ser um pária.

    vladimir lacerda

    28 de setembro de 2011 às 15h39

    Caro Vinícius a escola privada foi criação do Estado brasileiro para dar lucro a empresário e deixar a maioria do povo á deriva do saber.Não tão nem ai.O que é o Pro-uni( e eu gosto do programa) senão transferência de dinheiro pública para faculdades privadas,algumas delas de deputados e senadores e que aliás de péssima qualidade acadêmica.Não seria o caso de melhorar instalações,remunerar professores e aumentar vagas e o acesso ao nível superior.Sei lá quanto se gasta com o pró-uni,mas que daria,daria.Agora querem criar o pró-uni nível médio.Para que? Pagar milhares de matrículas a escolas particulares de nível duvidoso.Quer apostar que os resultados serão tão baixos quanto hoje?Se for falar mais vira artigo…é que são tantas coisas.

    Marcio H Silva

    28 de setembro de 2011 às 16h18

    Se a receita federal se tornar mais eficiente ainda arrecadará muito mais em sonegação das empresas. Atitude bem melhor e mais democrática do que a sugerida por voce. Não onere mais a nossa contribuição pessoa física. Ataquem mais a contribuição pessoa jurídica. O país agradecerá.

Adilson

27 de setembro de 2011 às 15h15

Esse é sem dúvida o grande entrave do Brasil pra se tornar uma grande potência: Educação.

Já disse aqui e repito: Educação é o ponto onde esquerda, direita, PT, PSDB atingem a unaninimidade máxima. Não é prioridade e ponto final.

A implementação do Piso Nacional – que promove a mudança da condição salarial dos professorres brasileiros de INDIGNA ao patamar de LAMENTÁVEL – é o mínimo, do mínimo, do mínimo que poderia ser feito a favor do profissional.

No Rio, 2 meses de greve, acampamento, humilhações, ameaças etc_ e a proposta final do governo foi de 3.5% em cima de um salário líquido de R$ 680. Com mais uma luta a ser travada na Alerj concederam mais 1.5%. Não corrigiu nem a inflação do período..

ps: Isso sem falar no Rock in Rio… a cada evento celebrado pela sempre sorridente dupla de dois junto aos amigos empresários os preços aqui disparam!!!!!!

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    trombeta

    27 de setembro de 2011 às 16h05

    Menos Adilson, a sua comparação deve ter saído da catequese matutina do PIG, o ensino superior brasileiro melhorou muito nos governos Lula/Dilma, houve uma ampliação e criação de novos campus, nunca teve tanto pobre, negro, índio… na universidade como hoje.

    Quanto ao governo Tarso, faz alguns meses que assumiu o governo gaúcho e pegou toda a herança dos governos Rigotto/Yeda, estrutura sucateada, salários baixíssimos… O que ocorre é que o CPERS quer tirar o atraso em alguns dias e isso é impossível, há uma negociação em andamento embora a pirotecnia radical da atual direção do CPERS, acho que seria sensato deixar para cobrar a administração Tarso do meio para o final de seu mandato.

    M.S. Romares

    27 de setembro de 2011 às 16h54

    Trombeta, gostaria de comentar algo que pode estar relacionado com as universidades federais.
    Sou professor universitário de uma estadual (considerada uma das melhores do estado) e o que tenho visto é que nessas instituições (estaduais) o nivel está despencando de foram rápida e sem previsão de um ponto de retorno. Quando falo do nivel (tanto na graduação como na pós), não me refiro a tão somente aos alunos. Os professores que ministram disciplinas estão muito aquém do que lhe é pedido. Uma verdadeira lástima, realmente. Alguns desses professores são formados pela própria instituição e parece que nesse ponto nós mesmos nos damos o atestado de incompetencia: como contratar alguem, formado por nós mesmos, que não tem capacidade para ministrar essa ou aquela disciplina? Não sei bem qual é a realidade da federais, mas não deve ser muito diferente do que expus aqui. Parece que formatamos as universidades pra darem diplomas (graduação, mestrado e doutorado), uma titulação sem qualificação.

    Étore

    27 de setembro de 2011 às 17h07

    Eu era aluno da 5ª série da 1º grau em 1984 quando fui mandado para casa devido a um greve de professores, portanto a tal herança recebida pelo Tarso vem de bem mais tempo.

    Adilson

    27 de setembro de 2011 às 17h48

    Prezado,

    Não fiz uma comparação e sim uma constatação e reafirmo: Educação não é prioridade para nenhum governo.

    Por favor, releia com atenção.

    Quanto ao que vc diz sobre esperar para cobrar qualquer governo da metade pra frente, desculpe mas isso não faz o menor sentido. Cada categoria ou cidadão deve ser livre para escolher quando é chegada a hora de "ir ter" com seus representantes.

    O tempo, meu caro, nesse caso é relativo; um minuto é muito ou pouco dependendo do lado da porta do banheiro em que vc se encontra.

    abs

    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    27 de setembro de 2011 às 22h09

    Esta imagem do banheiro foi sensacional cara, não me cobre direitos autorais, por favor, pois vou usa-la a partir de hoje rsrs!!

    sergior

    27 de setembro de 2011 às 18h22

    A ampliação de despesas com educação superior no período Lula foi feita via compra de vagas em escolas privadas (PROUNI) e a ampliação da oferta de vagas públicas (REUNI). A ampliação e criação de novos campi foi feita sem a devida infra-estrutura para que tal acontecesse, a começar por um quadro efetivo de professores e técnicos-administrativos. Os professores dos IFETs estão em greve a quase 100 dias principalmente devido a isso, além do baixo salário, o quinto menor do serviço público federal. Não foram sequer recebidos pelo MPOG para qualquer forma de negociação. Segundo o ministério, ordens de Dilma. Quanto ao governo Tarso, ele entrou com embargos de declaração no STF contrário ao (mísero) piso nacional dos professores. Nada mais parecido com um tucano que um petista no governo.

Vavá

27 de setembro de 2011 às 15h12

Viva ! viva ! Aleluia ! saiu uma nota sobre o RS de tarso genro !!

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Rasec

27 de setembro de 2011 às 14h53

Tá tudo bem, tá tudo lindo!
Mas diga aí a que partido é ligada essa tal de Rejane! Se não for PSTU e Psol duvido! Principalmente o PSTU tem usado os sindicatos pra detonar o Governo Lula e agora o Governo Dilma! E pelo que vejo também no sul! Diga aí a quem é ligada essa moça para a gente entender melhor "as lamúrias".
Volta Yeda!

Responder

    Klaus

    27 de setembro de 2011 às 16h07

    Hummm, não me lembro de qualquer comentário seu quando se tratava aqui dos problemas da educação em São Paulo e Minas Gerais. Não leu? Você acha que o PT está usando a greve em Minas para detonar o governo tucano? Alguma vez você perguntou se a famosa Bebel é ligada a algum partido? Talvez se tivéssemos estas respostas entederíamos as lamúrias dos professores paulista e mineiros, correto? Ou não, Rasec?

    Vavá

    27 de setembro de 2011 às 16h53

    Xeque-mate.

    ProfeGélson

    27 de setembro de 2011 às 16h21

    Nem ao PSTU e nem ao Psol!!
    Muito menos ao PSDB do Cerra que humilha os professores há 104 dias em MInas Gerais!!
    A Rejane é ligada ao Partido dos Professores, que lutam por um salário digno!!
    Quanto à YEDA, essa NEVER MORE!!!!!!!

    Klaus

    27 de setembro de 2011 às 16h52

    "Rejane afirmou que os trabalhadores reconhecem na atual direção autonomia e independência em relação a governos e partidos. Nos últimos dias, enquanto já transcorria a eleição do sindicato, a dirigente ficou em evidência por bater de frente com deputados de seu partido, o PT, e, até mesmo, da corrente da qual faz parte, a Democracia Socialista (DS), como o deputado Raul Pont."

    Bem, Rasec, ela é do PT. Surpreso?
    http://sul21.com.br/jornal/2011/06/rejane-de-oliv…

    Vavá

    27 de setembro de 2011 às 16h53

    Se é assim, me diga também a quem está ligado o SIND-UTE de MG… pau que dá em chico tem que dar em francisdco também.


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