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Organizando as ideias: Ken Robinson, as massas brasileiras e o neurocientista


09/01/2011 - 14h29

O Oliveira indicou o vídeo acima.

O Professor indicou o vídeo com legendas em português (é preciso acionar o CC).

Segue o texto em inglês (assim você pode ler, se não tiver como assistir):

“Todos os países do mundo, no momento, estão promovendo reformas na educação. Existem dois motivos para isso: um é econômico. As pessoas estão tentando descobrir como devemos educar nossas crianças para que ocupem um lugar na economia do século 21. Como fazer isso? Apesar de não conseguirmos prever como a economia vai se comportar no fim da semana que vem, como os distúrbios recentes demostraram…

A segunda é cultural. Todos os países do mundo estão tentando descobrir como podemos educar as crianças de forma que tenham uma identidade cultural e possamos passar os genes sociais das nossas comunidades ao mesmo tempo em que são parte do processo de globalização. Como equacionamos isso?

O problema é que estão tentando atingir o futuro fazendo as mesmas coisas que faziam no passado e, no processo, alienando milhões de crianças que não vêem nenhum propósito em ir para a escola.

Quando nós fomos para a escola, fomos mantidos lá com uma história: se você se esforçasse, fosse bem e tirasse um diploma universitário, você teria um emprego. Nossas crianças não acreditam nisso. E elas têm razão. Hoje, é  melhor ter um diploma do que não ter. Mas não é mais uma garantia. Especialmente se o caminho até lá marginaliza todas as coisas que você acha que são importantes a seu respeito.

Então as pessoas dizem que é  preciso elevar os padrões, como se estivessem descobrindo a pólvora. Jura? Sim, devemos. Por que rebaixaríamos? Ainda não encontrei um motivo para rebaixá-los…

O problema é que o atual sistema de educação foi desenhado e concebido e estruturado para uma outra era. Foi concebido na cultura intelectual do iluminismo. E nas circunstâncias econômicas da Revolução Industrial. Antes da metade do século 19 não existia sistema público de ensino. Você podia, talvez, ser educado pelos jesuítas, se tivesse dinheiro. Mas a educação pública, paga por impostos compulsórios e oferecida de graça, era uma idéia revolucionária.

E muita gente era contra. Diziam: não  é possível, para várias crianças de rua e filhos de trabalhadores, se beneficiar da educação pública. Eles não são capazes de aprender a ler e escrever. Por que estamos perdendo tempo com isso? O argumento foi construído sobre uma série de suposições a respeito de estruturas sociais e capacidades. Foi impulsionado por necessidades econômicas da época mas era resultado de um modelo intelectual da mente que é, essencialmente, a visão do iluminismo sobre a inteligência.

A real inteligência consiste na capacidade para certo tipo de dedução lógica e o conhecimento da literatura clássica. O que passamos a conhecer como habilidade acadêmica. Isso está  encravado na genética da educação pública; de que existem dois tipos de pessoa: acadêmicas e não acadêmicas. Pessoas inteligentes e pessoas não inteligentes. E a consequência é que várias pessoas brilhantes pensam que não são porque estão sendo julgadas por esta visão particular da mente. Então, temos duas vertentes: econômica e intelectual. E a minha visão é que este modelo provocou o caos na vida de muita gente.

Foi ótimo para alguns. Algumas pessoas se beneficiaram muito deste modelo. Mas a maioria, não. Ao contrário, elas sofrem com isso: essa é uma epidemia moderna, mal colocada e fictícia. Essa é a praga do TDAH [transtorno do déficit de atenção].

Esse é o mapa da incidência do TDAH nos Estados Unidos. O mapa da medicação. Não me levem a mal. Eu não quero dizer que não existe TDAH. Não sou qualificado para dizer isso.  Sei que a grande maioria dos psicólogos e pediatras pensam que ele existe. Mas ainda é motivo de discussão. O que eu sei, de fato, é que não é uma epidemia.

Essas crianças estão sendo medicadas com a mesma frequência com que tirávamos as amígdalas. E com a mesma base esquisita e pela mesma razão: modismo médico. Nossas crianças estão vivendo no período de estímulos mais intenso da história da Terra. Estão sendo atacadas por informações e a atenção delas é exigida por todas as plataformas: computadores, Iphones, anúncios, centenas de canais de TV e são castigadas por estarem distraídas. Distraídas do que? De coisas chatas! Da escola, principalmente.

Me parece não ser totalmente coincidência que a incidência do TDAH cresceu paralelamente ao uso dos testes-padrão. Essas crianças estão tomando Ritalina, Aderal e tantas outras coisas, normalmente drogas muito perigosas, para focarem e se acalmarem.

Mas de acordo com isso aqui [o mapa das receitas aviadas nos Estados Unidos], a incidência do TDAH aumenta na medida em que você viaja para o leste do país. As pessoas começam a perder o interesse [na escola] em Oklahoma.  Quase não conseguem mais pensar direito em Arkansas.  E quando chegam a Washington já enlouqueceram (e acredito que existem diferentes razões para isso!).

É uma epidemia fictícia. Se você pensar sobre isso, as artes, e não apenas as artes mas a ciência e a matemática também,  mas falo das artes porque são a principal vítima dessa mentalidade corrente…as artes lidam, especialmente, com a idéia da experiência estética.  Na experiência estética, seus sentidos estão operando no pico.  Você está presente no momento, quando está envolvido com essa experiência que está  vivendo, quando está completamente VIVO.  O anestésico é  quando desliga seus sentidos. E se mata para o que está acontecendo. E muitas dessas drogas são isso. Nós estamos fazendo com que as crianças enfrentem o processo educacional anestesiando-as. E acho que deveríamos estar fazendo justamente o oposto. Não devíamos adormecê-las e sim acordá-las para o que têm dentro delas mesmas.

Mas o modelo que temos é o seguinte: um sistema de educação moldado pelos interesses do industrialismo e à semelhança dele. Dou-lhes alguns exemplos.

As escolas estão organizadas como linhas de montagem. O sino toca, áreas separadas, especialidades que não se interconectam. Ainda educamos as crianças em fornadas. Entram no sistema pela idade. Por que? Por que essa suposição de que o que têm em comum é a idade?

A coisa mais importante é a data de fabricação?

Eu conheço crianças que são muito melhores que outras, da mesma idade, em algumas disciplinas.

Ou em diferentes horários do dia. Ou melhores em grupos pequenos e não grandes. Às vezes, preferem ficar sozinhas. Se você está interessado em um modelo  de aprendizagem, não começa com essa mentalidade de linha de montagem.  Isso diz respeito, essencialmente, à conformidade. E aumenta com os testes-padrão e o currículo padrão. Tudo é a padronização. Acho que deveríamos seguir na direção diametralmente oposta. É  isso que quero dizer quando falo em mudar o paradigma.

Recentemente foi feito um excelente estudo sobre pensamento divergente. Pensamento divergente não  é a mesma coisa que criatividade. Eu defino a criatividade como o processo de ter idéias originais que tem algum valor. Não é  sinônimo, mas é capacidade essencial para a criatividade. É  a habilidade de ver várias respostas possíveis para uma pergunta. Várias maneiras diferentes de interpretar a pergunta. Pensar para os lados, não pensar de forma linear ou convergente apenas. Ver respostas múltiplas e não apenas uma.

Aqui vai um exemplo. Você pode pensar em quantos usos diferentes para um clip [de metal]? A maioria das pessoas provavelmente vai pensar em 10 ou 15. As pessoas boas nisso podem se sair com 200. E chegam lá perguntando:  o clips pode ter duzentos pés e ser feito de espuma de borracha? Ou tem que ser um clips de papel como nós conhecemos?

O teste foi feito com 1500 pessoas [aparece no livro Break Point & Beyond]. Se você atingisse um determinado patamar, seria considerado um gênio do pensamento divergente.  Minha pergunta prá vocês é essa: que percentagem dos 1500 testados atingiu o nível de gênio do pensamento divergente?

Quando todos eram alunos de jardim da infância, 98%. Mas era um estudo longitudinal. Testaram as mesmas crianças cinco anos depois, na idade de 8 a 10 anos. O que vocês acham? 50% [o resultado] E testaram novamente cinco anos depois, na idade de 13 a 15 anos. Aí vem o padrão [de queda]. Isso conta uma história interessante. Você poderia imaginar isso indo em qualquer sentido. Começa sendo muito bom mas piora na medida em que envelhece. Isso mostra duas coisas: todos nós temos essa capacidade.  E dois, ela quase sempre se deteriora.

Agora, muitas coisas aconteceram com essas crianças enquanto elas cresceram.  Mas a mais importante, estou convencido, é de que agora elas se tornaram educadas. Passaram dez anos na escola ouvindo que existe uma única resposta, [anotada] no verso. E não olhe, nem copie! Isso é fraude! Mas fora da escola, isso se chama colaboração.  Isso não é porque os professores querem assim. É porque aconteceu assim.  Porque está na genética da educação.

Temos que pensar de forma diferente a respeito da capacidade humana.  Temos que superar esse conceito antigo de acadêmico e não acadêmico. Abstrato. Teórico. Vocacional. E ver como realmente é: um mito.

Em segundo lugar, temos que reconhecer que a maior parte do aprendizado acontece em grupos. Colaboração é  essencial para o crescimento.  Se atomizar as pessoas, separá-las e julgá-las separadamente, vamos criar uma disjunção entre elas e o ambiente natural do aprendizado.

Em terceiro lugar, é crucialmente a respeito da cultura das nossas instituições. Os hábitos das nossas instituições e os habitats que elas ocupam”.

O Zé Povinho trouxe (acima) uma segunda palestra desta série, que está bombando no You Tube (esta com legendas em português direto no vídeo).

O Nilton acrescentou sua colaboração (acima), que fala especificamente da deseducação continuada promovida por uma certa elite dominante.

O Jorge disse que este debate sobre educação no Brasil o faz lembrar das propostas do neurocientista Miguel Nicolelis.

Aqui, a proposta de Nicolelis para a Ciência brasileira.

Aqui, a reportagem da revista Science sobre o Brasil.

Aqui, Nicolelis pode ser candidato ao Nobel.





37 comentários

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Luciene

05 de setembro de 2011 às 21h12

Como professora, devo dizer que nós, professores, estamos bastante cansados de sempre ter um "especialista", seja um acadêmico que nunca entrou em uma escola – principalmente pública -, economistas ou o Gustavo Ioschpe, o Gilberto Dimenstein, que igualmente não tem a menor noção da especificidade de uma política pública de educação pública, gratuita e de qualidade, de forma universal e democrática, conforme dita a Constituição. Estamos cansados de ninguém nos perguntar o que pensamos, o que sabemos, o que queremos, o que precisamos. Precisamos de salário, que possibilite que nos dediquemos integralmente a uma única escola

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    Eliseu Lucas

    14 de setembro de 2011 às 20h01

    Magistral seu comentário profª Luciene. Sou professor também aqui em Minas e estamos lutando numa greve histórica pelo pagamento de um mísero piso salarial nacional que o governo se recusa a pagar.
    abs, Eliseu.

“Evitar que os cidadãos pensem é uma tarefa permanente da mídia” | Viomundo - O que você não vê na mídia

25 de agosto de 2011 às 12h39

[…] Ken Robinson: Repensando a educação pública   […]

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niveo campos e souza

25 de agosto de 2011 às 08h07

A próxima fronteira humana é o cerebro.
A "educação" hoje consiste em empurrar as crianças para dentro de uma corredor.
"Vida de gado" já diz a música.
Entretanto a capacidade dos "humanos" é radial e infinita!!
O pior é que infinitas também sempre foram: a ganância, a prepotência, a esperteza, a desonestidade, a vaidade, a enganação em geral……

Niveo Campos e Souza

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Heloisa Villela: Em livro, psiquiatra entrega os segredos sujos da profissão | Viomundo - O que você não vê na mídia

24 de agosto de 2011 às 23h13

[…] Ken Robinson: Ideias para reorganizar a educação pública […]

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STF determina: Hora de pagar o piso aos professores | Viomundo - O que você não vê na mídia

24 de agosto de 2011 às 17h33

[…] Ken Robinson: É preciso repensar a educação […]

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edv

11 de janeiro de 2011 às 21h08

Excelente visão!
O grande desafio não é a mudança emocional-educacional, mas do convencimento do poder político-econômico míope … ou desinteressado.

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@danweo

11 de janeiro de 2011 às 15h02

Relembro as Invariantes Pedagógicas de Cèlestin Freinet:

1. A criança é da mesma natureza que o adulto.

2. Ser maior não significa necessariamente estar acima dos outros.

3. O comportamento escolar de uma criança depende do seu estado fisiológico, orgânico e constitucional.

4. A criança e o adulto não gostam de imposições autoritárias.

5. A criança e o adulto não gostam de uma disciplina rígida, quando isto siginifica obedecer passivamente uma ordem externa.

6. Ninguém gosta de fazer determinado trabalho por coerção, mesmo que, em particular, ele não o desagrade. Toda atitude imposta é paralisante.

7. Todos gostam de escolher o seu trabalho mesmo que essa escolha não seja a mais vantajosa.

8. Nnguém gosta de trabalhar sem objetivo, atuar como máquina, sujeitando-se a rotinas nas quais não participa.

9. É fundamental a motivação para o trabalho.

10. É preciso abolir a escolástica.
10- a. Todos querem ser bem-sucedidos. O fracasso inibe, destrói o ânimo e o entusiasmo.
10- b. Não é o jogo que é natural na criança, mas sim o trabalho.

11. Não são a observação, a explicação e a demonstração – processos essenciais da escola – as únicas vias normais de aquisição de conhecimento, mas a experência tateante,que é uma conduta natural e universal.

12. A memória, tão preconizada pela escola, não é válida, nem preciosa, a não ser quando está integrada no tateamento experimental,onde se encontra verdadeiramente a serviço da vida.

13. As aquisições não são obtidas pelo estudo de regras e leis, como às vezes se crê, mas sim pela experîencia. Estudar primeiro regras e leis é colocar o carro na frente dos bois.

14. A inteligência não é uma faculdade específica, que funciona como um circuito fechado, independente dos demais elementos vitais do indivíduo, como ensina a escolástica.

15. A escola cultiva apenas uma forma abstrata de inteligência, que atua fora da realidade fica fixada na memória por meio de palavras e idéias.

16. A criança não gosta de receber lições autoritárias.

17. A criança não se cansa de um trabalho funcional, ou seja, que atende aos rumos de sua vida.

18. A criança e o adulto não gostam de ser controlados e receber sanções. Isso carcteriza uma ofensa à dignidade humana, sobretudo se exercida publicamente.

19. As notas e classificações constituem sempre um erro.

20. Fale o menos possível.

21. A criança não gosta de sujeitar-se a um trabalho em rebanho. Ela prefere o trabalho individual ou de equipe numa comunidade cooperativa.

22. A ordem e a disciplina são necessárias na aula.

23. Os castigos são sempre um erro. São humilhantes, não conduzem ao fim desejado e não passam de paliativo.

24. A nova vida da escola supõe a cooperação escolar, isto é, a gestão da vida pelo trabalho escolar pelos que a praticam, incluindo o educador.

25. A sobrecarga das classes constitui sempre um erro pedagógico.

26. A concepção atual das grandes escolas conduz professores e alunos ao anonimato, o que é sempre um erro e cria barreiras.

27. A democracia de amanhã prepara-se pela democracia na escola. Um regime autoritário na escola não seria capaz de formar cidadãos democratas.

28. Uma das primeiras condições da renovação da escola é o respeito à criança e, por sua vez, a criança ter respeito aos seus professores; só assim é possível educar dentro da dignidade.

29. A reação social e política, que manifesta uma reação pedagógica, é uma oposição com o qual temos que contar, sem que se possa evitá-la ou modificá-la.

30. É preciso ter esperança otimista na vida.

Responder

Andrea

10 de janeiro de 2011 às 16h52

Azenha,

Parabéns pela iniciativa de abrir a porta para o debate sobre os rumos da educação. O que se percebe é que o modelo de educação imposto a nós está falido, privilegia apenas o uso de um lado do hemisfério do cérebro o esquerdo responsável pela lógica, interpretação literal das palavras em detrimento do hemisfério direito , no qual se situa a criatividade e sentimentos.
O resultado disso se vê por toda a sociedade, pessoas que lêem uma notícia literalmente e não se questionam o por quê dela ter sido escrita, enfim, elas não conseguem ler nas entrelinhas.
Qualquer desculpinha esfarrapada é aceita e posta como verdade absoluta, pois as crianças são treinadas desde cedo para obedecer e memorizar, quem sai do padrão é ridicularizado, perseguido e marginalizado.
Isso tem consequencias nefastas para toda sociedade, o que é facilmente percebido na manutenção desse sistema injusto e cruel.

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Maldoror

10 de janeiro de 2011 às 16h12

O pessoal que tem as capacidades técnicas e linguisticas necessárias para colocar as legendas nos videos poderia traduzir outros videos da RSA. Parece ter mais material interessante sobre eles no site e no YouTube…

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aldo luiz

10 de janeiro de 2011 às 13h41

Perguntemos ao Henry Kissinger, aos Rockfeller, ou aos Hotshield se AQUELES QUE do alto da "casa grande" CONTROLAM "NOSSOS DINHEIROS", protegidos por seus inumanos exércitos de "cães de guarda" armados até os dentes, não SÃO OS QUE CONTROLAM NOSSO (MILENAR) INEXISTENTE "LIVRE ARBÍTRIO"?
A ocupação econômica do Brasil se faz definitiva pelos dominadores, é o nova velha abertura dos portos às nações amigas imposta pela Inglaterra que está sempre nos bastidores se fingindo de morta. Assim está sendo feito ao Brasil florão da América como as demais manobras de demolição de outras "globalizadas" economias mundialmente administradas pela mesma GANG que colocou Obama na cadeira presidencial e igualmente nas demais cadeiras asseclas mundo a fora. Exercem e doutrinam a fraudulência. Mas e o RITALIN?
"Low talk and a big stick." Haja caveirões. Enquanto isso nada como RITALINIZAR com a devida "chapa branca" a massa já analfabetizada e infantilizada secularmente. Chipar e estupidificar através da erronea alimentação e medicação COMPULSÓRIA, sem falar em CHEMTRAILS e pesticidas, todas as futuras gerações para canina e absoluta obediência a este "invisibilizado" nazi-sionista 4º Reich em ascensão. Por isso: (citação 3ª) "De lá prá cá, a doença mudou de nome várias vezes: dano cerebral mínimo, disfunção cerebral mínima, reação hipercinética, déficit de atenção com hiperatividade. E se a hiperatividade já foi o foco dos psiquiatras, hoje é o déficit de atenção que está no centro dos diagnósticos. Há mais de duas décadas se formou um “consenso” entre os cientistas americanos de que a melhor — e talvez única — maneira de lidar com essa doença indefinível seria medicar a criançada. O remédio mais popular, nos anos 70, era a Ritalina. As crianças paravam de pular, de subir nos móveis, de desobedecer e se tornavam uns anjinhos. Em alguns casos, pareciam uns zumbis."
Drogas lícitas e ilícitas à parte, (ô corja), continua o que é bom para os americanos sendo "automaticamente" ótimo para os idiotizados subservientes brasileiros… E por estas e outras é que quarenta e anos depois o Boris Casoy baba quando diz: "Está tudo dominado!"

Espero ter contribuido ao debate. A hora é esta. O tempo urge. O sistema é por sua natureza fratricida e antropofágico, e adora uma literatura para se fazer de importante e necessário enquanto nos devora. SÓ PARA NÃO ESQUECER: POLÍTICOS, MUNDIALMENTE, TODOS, ESTÃO AÍ PARA NOS DAR A ILUSÃO QUE TEMOS ESCOLHAS senzalados neste escravismo travestido. Precisamos acordar "os brasileiros" ainda sem RITALIN na veia da alma, se é que isto é possível, para este trabalho coletivo de "formiguinhas" em esclarecer e denunciar o permanente "grande golpe" que se recicla milenarmente para esta, agora depopulação controlada, das senzalas mundiais excedentes. Nada, religião alguma, lei alguma, substituirá a responsabilidade 100% dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal e intransferível.
Sou grato.

Responder

    Werner_Piana

    11 de janeiro de 2011 às 22h10

    Dolorosas e tristes verdades foram ditas por ti, Aldo.

    Subscrevo. Abs

aldo luiz

10 de janeiro de 2011 às 13h41

Caros Azenha, Heloísa, Conceição demais amigos do VIOMUNDO que está sempre se superando em contribuições para nossa libertação
Penso ser mais que hora de colocarmos de lado esta idéia de que, quem não está afinido intelectualmente com as teses "científicas" do sistema é um " lunático teórico conspirador terrorista" politicamente incorreto que deve ser desacreditado e enjaulado sem julgamento e para sempre em Guantanamo.
1ºcitação) "Os Estados Unidos chegaram, agora, ao ápice de um sistema corrupto na relação da política com o poder financeiro. A ponto da Suprema Corte do país ter aprovado uma medida que permite a qualquer grupo, nacional ou estrangeiro, financiar campanhas políticas sem se identificar. Anônimamente. Um escândalo, eu diria. Mas aparentemente, passou batido e ninguém grita contra. A não ser meia dúzia de três ou quatro sites “progressistas”."
2ª citação) "Ou seja, na ciência, na política ou nas faculdades de economia, existe nos Estados Unidos uma clara influência do poder econômico determinando, muitas vezes, o que se pesquisa, o que se pensa e como se pensa nesse país. É prá lá que nós queremos ir?"
A segunda citação é que me parece fundamental ao meu raciocínio. Perguntas importantes: Quem sou eu? Quem somos nós? Quem são eles? De onde viemos? PARA ONDE ESTÃO NOS LEVANDO?
Principalmente porque falta olharmos a questão do ponto de vista do dominador, ELES É QUE SÃO OS CONSPIRADORES (conspiram como respiram), A TAL DA ELITE, (ô corja), Olharmos não do modo subserviente o oficial, ditatorial e midiocrático como eles nos impõem, mas do ponto de vista do que nos escondem por detrás das telas, o neo-classicismo por exemplo, cumpria este papel, agora as telas são as de TV em HD com os insuspeitos e desconhecidos "sons do silêncio" (muito usados nna guerra contra o Iraque) e os inúteis inumanos celulares e suas chipadas possibilidades através das infinitas torres de ELF, ULF e HAARPs espalhadas pelo planeta, as modernas invisíveis grades da prisão, o "virtual" GUANTANAMO PLANETÁRIO.
Acaso? Nada disso é por acaso. Evolução? Isto é um plano ("diabolicamente sofisticado") urdido há muito tempo e sempre aperfeiçoado ao longo dos anos de dominação da CASA GRANDE em permanente religioso escravagismo. Só no Brasil são 510 anos de escravidão nestas pseudo democracias. DOUTORES, ESPECIALISTAS e AUTORIDADES, "falam" (?), mas "falam" o que? O que os seus senhores lhes mandam falar e as (suas) organizações mundiais impõem. Este comportamento "doutoral" ou é assim ou deixam de enriquecer, ou, nem "catarão papel na rua". "_ Que o Deuses de Ipanema nos salvem das favelas!" Reparem que é o sistema quem lhes dá o "alvará" de soltura e funcionamento, e estimulantes premiações como o Nobel. Obama é o exemplo, "sem comprovação científica", disso. "Cientificamente" pinçado lá no fundo do saco das conspirações pelo oportuno e intencional "colored", depois da eficiente terrorista depopulação do Iraque, vizinhas guerras de prevenção e outros DRONES, a África está ainda lá e continua sendo saqueada pela elite mundial. A segunda guerra serviu para traçar teritórios em busca do que agora finalmente realizam com o eufemísticos, GLOBALIZAÇÃO, NOVA ORDEM MUNDIAL OU "GOVÊRNO MUNDIAL".

Responder

Baixada Carioca

10 de janeiro de 2011 às 12h49

Muitos educadores brasileiros dizem isso o tempo todo e de maneira igualmente didática. Darci Ribeiro já dizia que não existe problema na Educação, existe um programa. Ontem mesmo o PIG O Globo noticiou que para implementar o programa de escola integral para alunos do Ensino Médio serão necessários 300 mil novos professores. A questão é: como contratar os 300 mil novos professores e exigir destes intermediar o saber se estes não foram preparados para isso? E os que foram se submeterão ao salário ridículo que o Estado acha ser o suficiente? Ou então: contrata-se 300 mil professores e, maioria absoluta em reais condições de praticar a Pedagogia, e coloca-os em escolas projetadas para o início do Século XX, onde o rádio era a grande novidade e brincar era coisa pra vadio/a, pra quem não tem o que fazer. Escolas cujos recursos pedagógicos são completamente ultrapassados e em desuso.

Nessa área não basta contratar professores. É preciso mudar o Programa e conceitos. Escola moderna tem que apresentar recursos igualmente modernos, tem que ser atraente para o aluno e o conteúdo precisa fazer sentido para quem é ensinado. Mas o primeiro vídeo é sensacional e colabora muitíssimo com o que dizem Saviani, Pedro Demo, Moacyr Gadotti e outros educadores.

Responder

Hans Bintje

10 de janeiro de 2011 às 12h36

Vamos preparar um material educativo para a garotada, Azenha.

Algo totalmente sem-vergonha, repleto do vício que identifiquei em você desde os tempos do velho site na globo.com: a fascinação com as coisas deste mundo, Viomundo.

Radicalize essa experiência, eu estou aqui, nós estamos aqui para apoiá-lo.

Joseph Campbell comenta ( http://www.autoconhecimento.valzacchi.com.br/mp3/… ):

"Todo indivíduo que teve uma experiência com o mistério sabe que há uma dimensão do universo que não corresponde àquela avaliável pelos sentidos. Há uma afirmação pertinente em um dos Upanixades: 'Quando, diante da beleza do pôr do sol ou de uma montanha, você pára e exclama 'Ah', você está participando da divindade'.

Tal momento de participação envolve uma percepção da prodigiosa e pura beleza da existência. As pessoas que vivem no mundo da natureza experimentam isso todos os dias. Elas experimentam o reconhecimento de algo muito maior do que a dimensão humana."

Como trazer isso para a sala de aula? Isso já aconteceu no Brasil, por exemplo, com Jorge Mautner ( http://www.terra.com.br/istoegente/163/reportagen… ):

"Filho de judeus austríacos e criado por uma negra ialorixá que o ninava em terreiros de umbanda, ele é o primeiro a brincar com essa diversidade. 'Meu pai dizia que nasci todo errado', diz, assumindo que o raciocínio de Paulo Mautner, o pai já falecido, tem norteado sua vida. 'O 'ser errado' é fazer o que gosto, mesmo sendo incompreendido', diz. (…)

Autor de 'Mitologia do Kaos', o cantor já deu aulas voluntárias de filosofia e literatura na rede pública, em São Paulo, nos anos 80. 'As crianças me chamavam de tio e adoravam quando falava de Homero', diz, referindo-se ao autor grego."

Responder

Jorge

10 de janeiro de 2011 às 10h03

Assistir ao Professor Nicolelis, ler e ouvir suas propostas, assistir suas entrevistas, levam realmente a entender verdades que muitos educadores esquecem ou que passam despercebidos no corre-corre da vida. Junte-se ao que as animações demonstram e veremos que a verdade de se dizer que "aos olhos de uma criança, as maravilhas do mundo são 7 milhões e não apenas 7" é plenamente justificável. Não saber aproveitar esta fase de deslumbramento nas crianças, dando a elas meios, ferramentas e oportunidades, é persistir e continuar neste tipo de educação que temos hoje e que, em grande maioria, gera alienados. Depois, e depois de muitos vícios e mudanças, tenta-se descobrir vocações com exames ridículos e só então buscar proveitos para a sociedade.

Alguém aqui comentou que pais devem ajudar no processo de educação e a observação é perfeita. Ocorre que só isto não basta, os pais nunca estarão presentes em todas as fases(isto cabe a professores e mestres) e também por que nem todas as famílias possuem os recursos quase que ilimitados que seriam necessários para expor a criança às imensas possibilidades.Também por que em suas casas, é dificil encontrar crianças da mesma idade de modo a que um grupo se forme a partir das similaridades, gostos e aptidões e exista uma explosão de criatividade entre eles. As crianças competem mas não da maneira com fazem os adultos, a competição entre elas é cooperativa e parte das brincadeiras, do lúdico.

Eu não sou educador, muito embora goste de saber como conhecimento é construído. Sei porém que aptidões nascem por meio de exposição às possibilidades e ofertas destes saberes. Na minha época de estudos, a escola que cursei tinha laboratórios de Química e Física, laboratórios de Artes e Música, e duas bibliotecas – de Humanas e a Científica; a escola em sí era muito diferente da atual. Cresci com brinquedos do tipo Kits de Química, Engenheiro Eletrônico da Philips, Kit do Microscópio, etc. e que me foram oferecidos pelos meus pais. Hoje, vejo muito pouca disponibilidade destes kits e, as poucas que existem, são ofertadas por uns poucos idealistas deste modo de ensino – aprendizado ou então montados especialmente para algumas escolas particulares.

Deixar para que mercado e seus negócios construam nossa juventude, não esperem grandes coisas do futuro. Se por um lado a tecnologia aparente estar mais ao alcance dos nossos jovens, esta não é a tecnologia que constroí saber e sim apenas aquela que explora lucro para aqueles que nela investiram e estes, com certeza, querem cada vez menos a competição futura de nações com potencial, querem sim e apenas, a inteligência dos mais bem dotados e pagam, com certeza, muito bem para tê-los.

Responder

Carlos

10 de janeiro de 2011 às 09h02

Bom demais, Azenha.
Bom mesmo. Minha filha era supercriativa, a escola a está emburrecendo.
Eu vejo isso na minha própria vida paterna.

Responder

Daniel Campos

10 de janeiro de 2011 às 08h24

Basicamente o problema é que a nossa educação jamais foi planejada para formar pessoas que pensem, pessoas que pensem são "perigosas" porquê têm a "irritante mania" de questionar coisas como governos, normas sociais e afins. (estou sendo irônico, para os que não perceberam).

Não, nossa educação foi planejada para meramente treinar "drones" que consigam fazer razoavelmente bem uma tarefa e só, sem pensar muito sobre ela ou porquê está fazendo aquilo. E os "que mandam desde sempre" não têm o menor interesse em mudar isso. Pois como iam manter os seus absurdos se a população em sua maioria de repente passasse a pensar?

Responder

Fernando

10 de janeiro de 2011 às 07h00

Aprendi num episodio de Simpsons que "paradigma" eh so uma palavra que pessoas sem conhecimento usam pra parecerem inteligentes. A apresentacao das ideias do Ken Robinson me lembra muito o estilo de outro mago moderno: o Richard Dawkins… os dois divulgam ideias com as quais tenho simpatia, mas em nome de um pretenso esclarecimento acabam por usar metodos de catequizacao e discussoes importantes sao deixadas pra tras… vou dar soh alguns exemplos:
1) Em algum momento, o video pergunta: quem disse que devemos separar criancas por idade?
Bem, de fato, ninguem "disse" isso… isso nao eh coisa pra se dizer e sim pra se estudar… e aprendemos ao longo de 200 anos de educacao publica e estudos de desenvolvimento que esta eh uma boa maneira de se fazer as coisas… perceba tambem que o fato de usarmos na educacao publicao 200 anos de conhecimento, nao significa que ensinamos as pessoas como a 200 atras… muita coisa ja mudou…

2) sobre a tal ritalina e o transtorno de atencao:
O video discute uma questao de educacao publica e inicia um discussao que parece muito mais relacionada a uma questao da dinamica familiar… a pergunta aqui eh: porque os pais sao tao propensos a aceitarem que seus filhos de 10 anos devem usar ritalina? Observe que nao faz parte do sistema publico de educacao americana (ou de qq lugar no mundo) o estimulo ao uso da ritalina. Na verdade, este eh uma problema que nos EUA (e tb no Brasil) estah altamente relacionado ao sistema privado de educacao… sao nas escolas privadas que as criancas estao sendo entupidas de ritalina por seus pais. E veja soh: eh exatamente na costa leste americana, onde mesmo a classe media americana, hoje, vai a escola privada, que as criancas estao usando ritalina. Em Sao Paulo, por exemplo, isso ja virou moda… nao sei como as coisas estao no Rio, mas acredito que esteja acontecendo algo semelhante por la.

Outra coisa que me chama atencao eh que as coisas interessantes do video, assim como em Dawkins, nao sao novidades: a questao da interdisciplinaridade, por exemplo, eh senso comum e a uns 15 anos, quando estava na escola, ja participava de projetos que misturavam quimica com geografia, historia com literatura, etc…

Para mim, o grande ponto deste video eh quando o autor chamou a atencao para a oposicao "estetica x anestesica" (ela aborda a questao no contexto da ritalina)… de fato, me parece interessante pensar na educacao atraves desta otica do ato de aprender/ensinar como uma experiencia estetica do mais alto nivel. Dei uma olhada na rede e em um livrinho e vi que embora a ideia nao seja nova, pode ser melhor elaborada. Mas nao sei como isto pode ser sistematizado em termos de educacao publica, etc

Entao, nao acho que o video apresente algo extraordinario, revolucionario, etc… acho mais um apanhado de ideias que ja estao por ai… acho que o Ken Robinson eh soh mais um mago moderno que vai ganhar muito dinheiro com palestras em empresas, etc

Outra coisa que me vem a agora a cabeca: serah que daqui a alguns anos, nao estara escrito em caixas de video games algo como "cuidado, este produto pode causar danos a campacidade de concentracao de criancas… etc". Lembrem como nossa percepcao do fumo, por exemplo, mudou ao longo dos ultimos anos.

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claudia cardoso

10 de janeiro de 2011 às 02h06

E pensar, que Porto Alegre promoveu uma revolução educacional com a criação dos ciclos de formação – 1º Ciclo, 2º Ciclo, 3º Ciclo – que abolia a seriação. Era preciso elaborar o complexo temático, sustentação curricular, a partir de um estudo antropológico da comunidade e a educação era para dar conta de conceitos, não conteúdo, quer dizer, o conteúdo servia de meio para compreensão de um determinado conceito. Independente da idade da criança-adolescente, qualquer tema poderia ser estudado, respeitando-se faixa etária. Por exemplo, poderia-se trabalhar com física quântica, sem necessariamente estudar fórmulas complexas para a compreensão infanto-juvenil. Todas as escolas municipais tinham laboratório de informática e biblioteca. Agora, não sei mais em que pé andam as coisas, faz 8 anos que me aposentei.

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Igor Cássio

10 de janeiro de 2011 às 01h11

Não participo de blogs, mas esse assunto me chamou muito a atenção. E acho que vocês deveriam apoiar uma assunto muito importante que deixarei no link 2.
Palestra no TED Ken Robinson em português '' Escolas matam a criatividade?''
Link 1
http://www.youtube.com/watch?v=0pn_oTIwy4g

Link 2, não tem haver com o assunto atual mas presciso de ajuda e de volutarios. Na verdade tem muito haver com educação.
http://www.youtube.com/watch?v=OiNWSOhm_ZM

Se assistiu todo o video acima, acompanhe atualmente aonde estamos http://www.youtube.com/watch?v=QYLLFpNn4lM

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vera oliveira

10 de janeiro de 2011 às 00h42

faz tempo que não escrevo aqui,mas é incrível a diferença de textos entre esse blog e muitos "sujos" e a tal folha,estadão,etc.Quer ficar idiota??leia a folha e cia.
Texto exelente,inteligente,não tinha pensado nisso,que as crianças estão sendo anestesiadas.Tem que mudar os metodos de ensino,tornar a escola um lugar interessante.

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carlos

09 de janeiro de 2011 às 23h21

Thanks, Azenha. This is wild.

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@junior_mku_go

09 de janeiro de 2011 às 23h15

me lembou o filmeTHE WALL, PINK FROIND

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vinicius

09 de janeiro de 2011 às 22h33

O mundo mudou, como já dizia ierry Levy, " Escolas do seculo XIX e alunos do Sec XXI", o que de certa forma existe hoje não é deficit de atenção, mas informação em excesso o crebero e os neronios tem seus limites

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Emerson

09 de janeiro de 2011 às 20h16

Fui diagnosticado com Deficit de Atenção, juntamente com a minha filha, há dois anos. Acho que é importante separar o joio do trigo: concordo totalmente com a necessidade de mudar o moelo educacional, porém a existência do TDAH e seu tratamento são inquestionáveis. Conheci pessoas que não conseguiam manter concentração suficiente para ler um livro e que só conseguiram atingir seus objetivos pessoais depois do tratamento para TDAH. Sobre este assunto, sugiro a leitura deste link da Associação Brasileira de Déficit de Atenção: http://www.tdah.org.br/carta_tdah2.pdf

Acredito que em um momento de mudanças como o que vivemos é indispensável a presença dos pais dentro do processo educativo, de modo que possam transformar o potencial que veem em seus filhos em realidade.

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edemilso

09 de janeiro de 2011 às 20h15

essa leitura me fez lembrar o vídeo-clipe da música "another brick in de wall" do pink floyd de 1983 e as crianças entrando e saindo de uma linha de montagem numa esteira rolante. lembrança que despertou dois sentimentos: que a questão da liberdade não morre e que teremos o eterno retorno deste debate.

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Julio Silveira

09 de janeiro de 2011 às 19h43

Já anexei para exibir a minha esposa, professora.

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ZePovinho

09 de janeiro de 2011 às 18h30

Esse é um exemplo claro do que podemos fazer juntos.Você aí,que apenas nos lê,entre nas discussões,sugira matérias e verá que podemos aprender muito uns com os outros.

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    Orellano Paz

    09 de janeiro de 2011 às 20h25

    Grande ZéPovão… apoiado! Sugestão: Ley de Medios mundo afora… abraço

    Nascimento

    10 de janeiro de 2011 às 08h04

    Tentarei sair da minha letargia. Pois sempre leio e quase nunca contribuo….

    Valeu!

    Bela matéria!

alirio

09 de janeiro de 2011 às 18h19

Só como informação: Uso a Ritalina, desde 2009. Esse final de ano, quando tentei comprar (a LA 40mg) tinha acabado, em todas as farmácias. Uma delas pesquisou e disse que não havia nem na matriz, em São Paulo.

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Marcia Costa

09 de janeiro de 2011 às 17h15

Ontem estávamos conversando com amigos extamente sobre este tema: qualidade da educação. Extraordinário ler sobre isso hoje aqui no Viomundo. É o inconsciente coletivo funcionando a favor de mudanças…

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Orellano Paz

09 de janeiro de 2011 às 17h09

Para Bruno e @gusbru, em consideração a suas dedicadas participações:
"Exposição pré-natal a pesticidas organofosforados é associada ao deficit de atenção e hiperatividade (TDAH)"
Publicado em agosto 24, 2010 por HC [Por Henrique Cortez, do EcoDebate]
As crianças que foram expostas a pesticidas organofosforados, enquanto ainda no ventre de suas mães, são mais propensas a desenvolver distúrbios de atenção anos mais tarde. É o que conclui um novo estudo [Organophosphate Pesticide Exposure and Attention in Young Mexican-American Children] realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, Berkeley.
As novas descobertas, que serão publicadas na revista Environmental Health Perspectives (EHP), é dos primeiros a analisar a influência da exposição pré-natal aos organofosforados e seus efeitos posteriores no desenvolvimento de problemas de atenção. Os pesquisadores descobriram que os níveis pré-natais de metabólitos organofosforados foram significativamente ligados a problemas de atenção na idade de 5anos, com efeitos aparentemente mais fortes entre os meninos… (segue)

ver no "Portal Ecodebate" http://www.ecodebate.com.br/2010/08/24/exposicao-

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Bonifa

09 de janeiro de 2011 às 15h39

È doooooooooooooose você entender que quando o barro está mole é que forma o vaso. E que o menino que se esconde se transforma em dois seres: Ou o menino de engenho ou o menino que cuida da Baleia.

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Orellano Paz

09 de janeiro de 2011 às 15h27

Putz! Que maravilha!!!! Isto é informação, aprendizado, divertimento e socialização. É bom demais. Parabéns e obrigado, a todos os participantes. Tá valendo!

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josaphat

09 de janeiro de 2011 às 15h01

Eu sou professor de artes e gostei muito. Eu também só entendo a educação daqui prá frente sob um novo paradigma que não esse de 200 anos atrás.
Utopia?
Acho que está havendo um crescendo do debate. Mas somente nesses espaços progressistas virtuais.
O Haddad só pensa em planilhas…
Aqui em BH, a prefeitura distribuiu em toda a cidade, neste fim de semana, um jornal se auto-glorificando e elogiando em relação à saúde, educação e segurança.
Tudo cheio de inverdades e manipulação.
A realidade é que não há luz no fim do túnel.

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