VIOMUNDO

Diário da Resistência


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Professores federais: Sem diálogo, governo Dilma cassa direitos


11/08/2011 - 14h34

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO:

Entenda a GREVE na Rede Federal de Ensino

via Chico Capeta, no [email protected]

Nós trabalhadores da rede Federal de Ensino, vinculados ao Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE), que abrange servidores(as) Docentes e Técnicos-Administrativo(as) em Educação lotados(as) nos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia(IFs), no Instituto de Educação para Surdos(INES), nas Instituições Militares de Ensino, na Educação Federal dos Ex-Territórios e no Colégio Pedro II/RJ, decidimos entrar em greve para exigir respeito do governo federal. Exigir respeito não só com a nossa categoria, mas também exigir um tratamento digno e respeitoso com a educação pública de qualidade que oferecemos à população brasileira.

Temos enfrentado inúmeras situações prejudiciais à nossa categoria e às nossas instituições e tudo isso nos levou a dar um basta e exigir uma mudança de posição por parte do Governo Dilma. Entenda melhor alguns desses desrespeitos:

Desde julho do ano de 2010 (mais de um ano) tentamos negociar nossas reivindicações com o Governo Federal e somos ignorados ou relegados a um segundo plano, talvez por opção política de quem deveria procurar dialogar e negociar com os trabalhadores e trabalhadoras da nossa rede.

Assim que assumiu, a presidente Dilma vem anunciando uma série de cortes orçamentários e, o pior, uma boa quantia na área da Educação. Dentro do corte oficial, previsto inicialmente em 50 bilhões de reais, mais 3,5 bi saíram da Educação. Com estes cortes problemas que já existiam foram se somando: os concursos foram suspensos e nossos direitos básicos estão sendo negados, subitamente redefinidos, ou até mesmo retirados, sem um diálogo com nossa representação sindical.

Além dos cortes orçamentários, também já estão em tramitação no Congresso Nacional projetos que afetam as nossas vidas e, consequentemente, as vidas dos alunos(as) que atendemos na rede. São projetos que definem um congelamento de gastos com servidores públicos pelos próximos dez anos, outros projetos que transformam a avaliação de desempenho em instrumento de demissão, e,ainda, prevêem a retirada de direitos que nos mantiveram até hoje na luta pela manutenção da qualidade de ensino nas IFEs onde trabalhamos.

Também não somos diferentes de trabalhadores (as) da iniciativa privada, que sabem muito bem os efeitos de uma crise que já começa a assustar a todos (as) ,a partir do aumento dos produtos e serviços – desde a cesta básica, até os serviços essenciais como luz, gás, telefone, entre outros. Ou seja, temos identificado no nosso dia-a-dia a retomada do fantasma da inflação e das perdas salariais que ele causa e que começam a rondar nossas vidas novamente.

Além de nos preocuparmos com nossos salários e com nossos direitos econômicos e corporativos, temos também a preocupação de defender e ampliar ainda mais a qualidade dos serviços que prestamos à sociedade.

Nós últimos anos, a expansão da Rede Federal de Ensino tem trazido demandas que partem da estruturação dessas novas unidades até a manutenção e melhoria daquelas que já estão defasadas pelas décadas de existência. Isso sem falar da regularização daquelas unidades que nem sequer saíram do papel e da promessa de campanha do atual governo.

Para que a expansão seja realizada é preciso muito mais do que promessas e notícias vazias por parte do governo. Um governo que quer continuar utilizando a Educação como bandeira de administração, não deve, ao mesmo tempo, iniciar o mandato retirando mais de 3,5 bilhões de reais da Educação. É necessário respeitar professores(as), técnicos-administrativos(as), pais, estudantes, enfim, respeitar toda a comunidade escolar.

Estamos partindo para uma greve exatamente porque não tivemos a oportunidade de negociar a nossa pauta, já que o governo tomou a decisão de enrolar os servidores(as) e seus sindicatos, nas mesas que deveriam ser de negociação. Estamos neste embate contra a nossa patroa, exatamente pela falta de perspectiva para a atendimento de questões que entendemos como fundamentais para toda população. O governo já estabeleceu que irá economizar com os nossos salários, com a suspensão de mais concursos para novos servidores(as), com a redução de recursos na ampliação da rede federal de ensino, entre outras questões que consideramos inadmissíveis.

Exigimos continuar construindo uma educação pública de qualidade, e para isso pretendemos que nosso movimento grevista possa denunciar as práticas desse novo governo e também estabelecer um novo patamar nas negociações que devem atender minimamente às nossas reivindicações e às exigências de nossas comunidades escolares.

Contamos com o seu apoio ao nosso movimento e também esperamos que possam exigir do governo que estabeleça um processo negocial com nosso Sindicato Nacional, buscando resolver o mais rápido possível os impasses que venham a ser gerados pela greve da nossa categoria.

PELA RETOMADA JÁ DOS CONCURDOS PUBLICOS COM O FIM DAS TERCERIZAÇÕES E DA PRECARIZAÇÃO NAS NOSSAS ESCOLAS

PELA VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, COM A REESTRUTURAÇÃO DAS CARREIRAS E REAJUSTE DE SALÁRIOS BASE

CONTRA OS PROJETOS DE LEI QUE CONGELAM GASTOS COM SERVIÇOS E SERVIDORES(AS) PÚBLICOS, QUE ESTABELECEM AVALIAÇÃO PARA DEMISSÃO DOS SERVIDORES(AS), CRIAM FUNDOS PRIVADOS DE PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO E DEMAIS PROJETOS QUE TRAMITAM NO CONGRESSO PARA RETIRAR DIREITOS

Veja aqui o contracheque dos professores de Minas Gerais

Sérgio Cabral vende o paraíso, mas professores do Rio enfrentam o diabo para sobreviver

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
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O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



54 comentários

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Carlos Tonazzi

28 de setembro de 2011 às 13h34

Há vários desrespeitos da CF por parte do Gov.: Art 206, art 39 parágrafo 4º;art 5º, art 6º, só para começar, sem muito conhecimento em Direto. Alô sociedade civil, Ministério Público. Qdo comandante PM é suspeito de crime e juizes querem tirar o controle do judiciário, a democracia se vê ameaçada. Professores Pedro II estão em greve há mais de dois meses e alunos têm suas vidas estudantis prejudicadas irremediávelmente, concomitante à necessidade do país de mão de obra especializada. Os melhores cargos nas empresas são preenchidas por estrangeiros. E o governo o quê faz?Laptops aos estudantes? bolsas no exterior? Primeiro as primeiras coisas…

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Janes Rodriguez

25 de setembro de 2011 às 11h26

Quais são os salários dos professores da redes federais?Qual sua jornada de trabalho? Quantas horas de aula e quantas dedicadas a pesquisa e extensão? Detalhem isso para a população. Senão fica parecendo uma greve do PSTU/Conçlutas/PSOL/Intersindical contra o governo do PT. Que é o que se diz nos corredores pelos próprios grevistas… "Não importa conquistar nada. Importante é desgastar o PT". E fortalecer a conlutas e a intersindical. A sociedade precisa saber a verdade. Façam o debate completo.

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STF determina: Hora de pagar o piso aos professores | Viomundo - O que você não vê na mídia

24 de agosto de 2011 às 17h39

[…] Professores federais: Sem diálogo, Dilma cassa direitos […]

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Professor do IFRJ

22 de agosto de 2011 às 20h49

É isso aí, Leandro!!!!!!! Cidadãos, vamos unir as LUTAS em uma grande luta do BRASIL contra o neoliberalismo, contra a corrupção, a favor da educação e da saúde públicas e de qualidade, contra a escravidão do cidadão, que trabalha horas-extra, não recebe com medo de demissão, trabalha domingos e feriados e ainda recebe uma esmola, chamada de salário. VAMOS À LUTA, CIDADÃOS!!!!!!!!!!!! Juntos somos fortes. Só é possível a vitória contra esse sistema podre com união!!!!!!!!!!!! A arrecadação do governo só cresce e alguns poucos se beneficiam enquanto o povo se atola em dívidas, trabalho, alienação e doenças!!!!!!!!!!!

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Antonio de /f

21 de agosto de 2011 às 13h29

Sou professor da rede federal de ensino desde 1994. Durante o governo de FHC, passamos o maior sufoco, salários baixos e sem reajustes. De modo geral, era um período de extrema falta de compromisso com o servidor público federal. Durante o governo Lula obtivemos ganhos significativos. O início do governo Dilma está sendo marcado por uma greve, principalmente pela recusa do governo em dialogar com as categorias. Por incrível que pareça, apesar do número de campi em greve, a mídia não noticia. Espero que o governo reveja suas posições, dialogando com trabalhadores em greve.

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Leandro

20 de agosto de 2011 às 01h20

Mas se não tivermos consciência e continuarmos míopes quanto ao individualismo ao invés de o atacarmos conscientemente já que é essa ideologia que nos escraviza.
Ideologia essa que nos venderam. E compramos. E vendemos a alma ao diabo para pagar. E o diabo é o próprio emissor de papel-moeda. E ainda fica falando que só deus salva. E deus é só um outro nome pra natureza ou universo. E cada um de nós é só uma célula dessa natureza. Mas cada um acha que é a célula-supra sumo. Tamanha é a eficiência da ideologia competitivista que nos venderam.

UMA CÈLULA NÃO FUNCIONA SEM A OUTRA!

Não adianta sermos sectários.
Vamos quebrar os muros!
Derrubar as certas artificiais que nos impuseram!
Só coma cabeça aberta podemos dar as mãos e abrir o peito uns para os outros.
Aí então poderemos derrubar as cercas e sermos livres!
A desalambrar!
Quem não se movimenta não sente a corrente que o prende!
Antigamente os escravos eram mais conscientes e para ser livres eles montavam comunidades livres chamadas quilombos e se defendiam do sistema escravista. Vamos deixar de sermos idiotas!
Vamos acabar com a escravidão!
Ou você quer ser o escravista do futuro e deixar todos nós servindo aos seus pés imperiais?

Viva a greve! Servidores: ajudem os alunos a se mobilizarem por um sistema mais justo. Por justiça social. Contra a escravidão do salário!

Pelo jeito a coisa não vai mudar por bem, tem que paralizar tudo mesmo.
PARALIZAÇÃO É CONSCIENTIZAÇÃO DA EXPLORAÇÃO!

Que a américa do sul seja o próximo foco de insurreição contra essa palhaçada toda!

Ou você acha que vai ficar nessa vidinha estável pra sempre?

Transformemos o mundo num lugar melhor para todos!
Transforme ou fuja do mundo!
Não fique parado, não seja cúmplice do estupro dos teus irmãos e irmãs.
Não haverá lugar para cúmplices.

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Leandro

20 de agosto de 2011 às 01h20

Mesmo que os servidores (ou os professores) consiguissem tudo que sua categoria quer, defender cada um sua categoria não modificará o individualismo, o cada um por si, o universo como se fosse o universo de cada um, como se girasse ao redor do umbigo de cada um ou de cada categoria.

A cidade não é uma comunidade. É um bando de formigas tontas cada uma olhando pro chão e não enxergando um palmo adiante.

E a cidade concentra praticamente toda a população no sistema capitalista centralista e sectarista.

Faço deste espaço um apelo para que nos demos as mãos para derrubar os muros-de-berlim que existem entre nós e entre cada uma de nossas categorias de trabalho, estudo, nacionaliade, raça, sexo, cultura ou seja lá o que for.
Somos todos servos de uma minoria.
Abramos os olhos.
Ao menos os escravos de antigamente eram conscientes disso.
Hoje em dia se ao menos pudermos, aos poucos, recobrar essa consciência de que somos escravos sim, de que o sistema parece democrático, igualitário, fraternal e o escambau.
Isso não engana mais ninguém, eu espero.

E um funcionário público tem uma vida muito mais garantida do que a maioria da população.
Então também é uma elite, mesmo que secundária.

Se os servidores técnico-administrativos, docentes e o escambau ficarem defendendo só educação de qualidade e não promoverem uma discussão pública sistêmica (ou anti-sistêmica, para um outro sistema) com seus alunos, colegas, subordinados, chefes, familiares, filhos, amigos etc, continuarão chovendo no molhado: defendendo cada um o seu.

E cada um por si pra mim é o mesmo que todos contra todos.

O mundo não vai ter empresas públicas como antigamente, quando o estado capitalista-industrialista estava amadurecendo e a maioria das populações da mairia dos países podia fazer ensino médio e passar num concurso público. Muitos dos jovens herdaram pais funcionários públicos com empregos e direitos estáveis, mesmo que se endividassem um tanto, mas hoje o estado – mesmo que ainda maquie – é claramente um mero vassalo do capital, das elites daqui e de acolá. E com isso não cria mais empresas públicas e agora não se entra numa empresa por concurso, mas sim por currículo, coisa que não era exigida antigametne. Isso incita a competição mais fratricida ainda. E hoje o capitalista só ganha um lucro pequeno, então precisa ganhar na quantidade e explora mais ainda, e tem muita sazonalidade e milhões de trainees e estagiários em grandes empresas…. pessoas sem direito, sem organização, sem sindicato, sem cooperativa, sem família, sem nada.

E ainda cheias de dívidas.

E ainda estudando em universidade privada paga com dinheiro público desviado pros capitalistas com o pró-uni. 90% dos estudantes de ensino superior estão em universidades privadas, não públias, então não vamos ser hipócritas! E a Dilma ainda dizendo que vai fazer o tal do pro-tec do Serra pras IFES. Vai à merda!

Voltando ao fato de que vivermos numa pseudo-sociedade pseudo-democrática em que cada um pensa em si, cada um por si, gera um monte de baratas tontas que se voltam umas contra as outras.

Se é assim então vamos largar o computador e a caneta e vamos pegar paus, pedras e reaprender a fazer bombas para matarmos uns aos outros em mais uma guerra sem fronteiras.

Não. Acho que somos mais evoluídos.

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Ex-mulher do goleiro Bruno: “Por 300 contos, eu fico em casa” | Viomundo - O que você não vê na mídia

19 de agosto de 2011 às 12h46

[…] Professores federais: Dilma cassa direitos […]

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Rodrigo

18 de agosto de 2011 às 22h25

Uma das reivindicações é "Em defesa do direito irrestrito de greve"?
O que é isso? Greve por quanto tempo quiser? Recebendo salários?

Responder

    Professor do IFRJ

    19 de agosto de 2011 às 13h50

    Caro Rodrigo, em educação, todas as aulas são repostas. Não gostamos de entrar em greve. Perdemos nossas férias repondo aulas. Acha que gostamos? Gostamos de NÃO tirar férias, de estar trabalhando enquanto nossos filhos estão de férias? Quanta alienação!!!!

    Se nosso salário não for pago (durante a greve OU no período de reposição), aí sim temos um problema. Não temos como repor, se não recebemos para trabalhar! Não recebemos para não trabalhar. Pelo contrário, trabalhamos duas vezes: pelos nossos direitos e repondo aulas e AINDA ficamos sem férias!

Professor do IFRJ

18 de agosto de 2011 às 21h58

Vi o comentário do Rasec e por isso resolvi escrever para contar o que a mídia não conta. Trabalho num novo Campus do Instituto Federal, que foi prometido para 2007, mas ficou pronto apenas em 2009. Nesse meio tempo, o Campus anunciado funcionou dentro de outro, preexistente. Ainda hoje isso acontece com outro pseudo-Campus.

No segundo semestre de 2009, a estrutura física do meu Campus subiu, com atraso, e foi possível irmos para lá. No primeiro semestre de aulas, trabalhamos sem ar condicionados e SEM VENTILADORES. No verão, alunos e professores passavam mal com o calor e eram socorridos pelos bombeiros.

Os cursos são novos e ainda não formaram as primeiras turmas. As contratações de professores deveriam ser feitas a medida em que os períodos dos cursos avançam, para garantir aulas para todos os períodos. Contudo, os alunos já ficaram sem algumas disciplinas, durante um semestre inteiro, por falta de professores. Os concursos têm acontecido, mas não suprem a demanda. A expansão está desordenada. Os alunos estão sendo prejudicados.

Quanto à infra-estrutura, hoje temos ar-condicionado, data-show, mas a maioria dos laboratórios não existe e os cursos correm o risco de serem mal avaliados e não reconhecidos pelo MEC, apesar do corpo docente de excelente qualidade técnica. Não temos salas de aula para todas as turmas, lembrando a colocação inicial de que as coisas iriam acontecer medida em que há necessidade. No Campus de Murici, Alagoas, li um relato, disponível em http://www.sinasefe.org.br, de falta de banheiro!!!!!!

Então, meu caro, não fale de coisas que você não sabe. Se informe com propriedade. Há concursos sim, mas não suprem às demandas da expansão. Há expansão sim, mas sem qualidade. Abrem-se campi e cursos sem pessoal, sem ambiente físico, sem infra-estrutura, sem RESPEITO a professores, alunos e técnicos.

Sabe aonde vamos com o sucateamento da educação e a não valorização do trabalho docente? O resultado do sucateamento já está aí, na falta de senso crítico da massa, na violência, na reeleição de corruptos e indivíduos que não trabalham pelo coletivo, no abandono do cidadão. Esse caminho é sem volta. O que você está pensando? A educação é a base para uma democracia DE FATO!

Educação de qualidade é um direito!!!!!!!!!!!!!!!! DE TODOS!!!!!!!!!! A educação federal SEMPRE foi de qualidade, do ensino fundamental ao superior, e isso por conta da competência docente. Entre em algumas instituições de ensino e veja a precariedade. Para o completo sucateamento da educação, falta apenas acabar com a dignidade do professor. Muitos pediram demissão no governo Collor, não aguentaram o achatamento dos salários. Gostamos do que fazemos, estamos em greve pois queremos uma educação de qualidade sim, com salários dignos sim, com comprometimento do governo sim. Não estamos pedindo aumento, mas reposição da inflação, que é um direito (DE TODOS, não só dos funcionários públicos). Somos contrários ao plano de carreira apresentado, que não valoriza nossos mestrados e doutorados. Queremos investimento de fato em educação, para não faltarem professores, infra-estrutura física e condições de trabalho. Estamos defendendo a EDUCAÇÃO.

Numa época, NÃO MUITO DISTANTE, meus pais fizeram o ensino fundamental e médio DE QUALIDADE em escolas estaduais. Você tem filhos? Terá netos? Que bom seria se esse tempo voltasse, não?

Essa luta deveria ser sua também. Na verdade, de toda a população. Eu, particularmente, sou favorável à educação e saúde públicas e de qualidade, mas isso só é possível com infra-estrutura e valorização profissional.

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marcia costa

18 de agosto de 2011 às 21h33

O governo Dilma acha que construir prédios é suficiente para enrolar a população fazendo crer que esta investindo na educação, mas esquece das pessoas que trabalham dentro dos prédios, esquecem o nivel de insatisfação e raiva dessas pessoas que foram enganadas, basta assistir os videos dos debates e ver ela falando em valorizar o professor com salarios dignos, é de dar nojo della.

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Rodolfo

18 de agosto de 2011 às 19h27

Olá, sou professor de um IF que está em greve. Gostaria que soubessem de como foi deflagrada a greve aqui. Todos os servidores não queriam a greve. Ninguém quer greve. Greve não é Férias (como dizem alguns por aí). Isso só prejudica o calendário, causam aos professores e técnicos (e não só aos alunos) diversos probelmas. Acabamos de sair do recesso de meio de ano. E a greve não é desejada por ninguém. Mas quando não há diálogo, qual a única forma de luta do trabalhador? Não se trata de 6 meses de governo Dilma. Essa falta de respeito em negociações vazias e descaso com a carreira docente vem desde 2008, quando foram criados os IFs. Ninguém está pedindo aumento, como dizem alguns, e sim (e apenas) reposição das perdas salariais com a inflação de anos. Isso é um DIREITO e se não é respeitado, deve-se lutar por ele. Mas o grande problema de tudo isso é a DESVALORIZAÇÃO DA CARREIRA DOCENTE dos IFs. O governo não quer mais considerar os títulos de mestrado e DOUTORADO para progressão na carreira. Ou seja: não apóiam a qualificação docente, desestimulando os professores à continua qualificação. Como disseram acima, aumentos de 150%, de 11 mil reais para parlamentares, e dos professores tiram até o estímulo ao estudo. É esse tipo de educação que os críticos dos professores querem? Em instituições com professores sem atua;ização e qualificação? Professores desestimulados? Com professores abandonando a carreira e procurando outros empregos? Porque nos IFs, um engenheiro não ficará com tal plano de carreira. Para ele é melhor a iniciativa privada. E é esse tipo de educação que os críticos querem? A qual os competentes profissionais que passaram em concursos dificílimos abandonem a educação pública? É lamentável ver a mentalidade mesquinha, individualista, imediatista de alguns por aqui. É provado com pesquisas que países onde existe boa educação, a violência é mínima. Não é com força policial e armas que a criminalidade diminui. É com educação ao povo. E isso não ocorrerá com esse tipo de desrespeito aos professores e aos servidores das instituições de ensino.

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ODEMAR LEOTTI

18 de agosto de 2011 às 09h27

O que é "o poder"? Ele se localiza no Estado? A Dilma está no poder do Estado e tem que fazer acontecer como manda a receita da esquerda? As coisas devem acontecer como a aplicação da "teoria", esse deismo reconfigurado pela modernidade, ou como afirma Foucault "essa teologia" esse modelo de conduta que o século XIX nos presenteou com uma alemanha nazi-fascista e uma U.R.S.S ou seja, União da República Socialista Soviética (ou Comitês Populares).

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ODEMAR LEOTTI

18 de agosto de 2011 às 09h26

Estes mesmos comitês que derrubaram o Czarismo e que mais de 10.000 deles foram chacinados por nao aceitarem a burocratização feito por Lenin e CIia e lambuzado ao extremo por Stalin. Será que ainda nao entenderam que o poder é plural e nao se localiza. Ele está sim no exercício que alimenta pensamentos e daí saberes. É isso que decide eleições e divide o poder. É o povo que elege os partidos com os quais a Dilma tem que constituir uma governabilidade. Ou o Zé Maria iria fechar o congresso caso se elegesse sem aceitar a pluralidade? Seja ela boa ou não provém do voto do povo e a ele devemos ou não respeito? Eis porque os extremos (direita e esquerda) quase sempre votam juntos. É que nao existindo reta eles se aproximam nas pontas.

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Maioria dos estados e municípios não paga o piso dos professores | Viomundo - O que você não vê na mídia

17 de agosto de 2011 às 20h42

[…] Professores federais: governo Dilma cassa direitos   […]

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Adriana

17 de agosto de 2011 às 08h47

Sinto ver muitas das falas contidas aqui, contrária às greves. Estamos vivenciando uma política que congela os salários, dá aumentos insignificantes ao salário mínimo e ao mesmo tempo concede 133% de aumento para a presidente Dilma, 60% para os parlamentares, apoia políticas de privatização que favorecem empresários e desfavorecem a população, medidas que enfraquecem a soberania nacional e favorecem a internacionalização da Amazônia e favorecem banqueiros, grandes empresas, sustentam empresas-fantasma e a corrupção desenfreada. O governo quer fechar o Instituto Bejamin Constant (especializado no atendimento de cegos) e o Instituto Nacional de Surdos (INES). A arrecadação de impostos bate recordes anuais e dinheiro para a COPA não vai faltar, mas quem vai pagar a conta dos gigantescos desvios que ocorrem durante as obras? Você e eu!

O governo deve existir para o povo, inclusive seus trabalhadores (do serviço público ou privado) e os interesses defendidos devem ser os deste. Não deve criar projetos de leis que viabilizem a corrupção e o enriquecimento de banqueiros e empresários às custas da retirada de direitos adquiridos, do prejuízo aos trabalhadores, da fragilização da soberania nacional. Quando as leis são criadas em benefício dos governantes, o povo e, neste caso, os trabalhadores federais devem se manisfestar sim. Sem isso, é o fim da democracia. Isso é uma crítica ao nosso MODELO de governo e não ao governo do PT especificamente!!!!!

Creio que não há, nessa greve, uma contrariedade ao governo diretamente, pois a maioria dos professores são petistas. As leis que estão para ser votadas e retiram os direitos dos trabalhadores não foram criadas no governo Dilma, mas estão para ser votadas nele. Os trabalhadores tentaram conversar com o governo, que ficou inflexível e defende a aprovação destas. A greve é legítima, é uma luta dos trabalhadores contra a política do governo que está voltada para outros objetivos que não o bem-estar dos cidadãos deste país.

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Vinícius

16 de agosto de 2011 às 13h52

Azenha, a greve na UFPR está a toda. Primeiro pararam os técnicos (já fazem dois meses! o governo até entrou na Justiça contra eles), agora os estudantes e os professores também.

Não dá pra divulgar aqui não?

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Elisa

15 de agosto de 2011 às 20h59

eu sou aluna de um dos campos do ifet , faço tecnico integrado ao ensino médio e estou revoltada com essa greve porque para mim nada justifica uma greve dessas , esses professores e funcionarios que aderiram a greve não pensaram que os alunos vão sair muito prejudicados , podemos ate perder o ano . e quem ja esta no terceiro ano pode perder o vestibular . Essa greve veio em uma hora no minino inoportuna , a úncia coisa que eu faço é rezar para que não demore mais que 15 dias porque se não as coisas vão começar a se complicar.

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Débora Vaz: As escolas de photoshop do Ceará | Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de agosto de 2011 às 13h16

[…] Professores federais: Governo Dilma cassa direitos   […]

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Eliana Silva

15 de agosto de 2011 às 11h34

Mal a Presidenta assumiu e os funcionários das universidades federais entraram em greve. É no mínimo estranho tal atitude, se pensarmos no envolvimento partidário dos dirigentes dos sindicatos. A greve é feita, mas não há compromisso em se fomentar um debate sobre os problemas da educação junto à sociedade. A maioria dos grevistas está mesmo é tirando umas férias.

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laura

13 de agosto de 2011 às 06h35

Sou Professora de uma Ufederal. E nossos funcionários estão em greve.Entre outros motivos, porque não há perpectiva nehuma de reajuste de salários. Ou seja congela-se salários como se fosse normal. Até no sistema privado esse direito é reconhecido, todo ano há negociação e reajuste. Não haver reajuste é, sim, o mais completo desrespeito ao trabalhador. Pouco se me dá o conlutas, a reivindicação é legítima, e não por acaso, encontra apoio na categoria. O que está acontecendo, é que o funcionalismo está ficando completamente desiludido com o governo Dilma. E, compreendo bem porque. Aliás, não houve diálogo por parte do governo Dilma, pois é sim, um absurdo, não haver reajuste anual para trabalhadores. Porque não fieram uma proposta?

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Francisco Azeredo

12 de agosto de 2011 às 16h47

O último concurso do IFSP no site foi em 2010: http://www.ifsp.edu.br/index.php?option=com_conte… // Defender o governo é uma coisa, mentir é outra diferente.

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PEDRO HOLANDA

12 de agosto de 2011 às 12h10

“Estamos neste embate contra a nossa patroa, exatamente pela falta de perspectiva para a atendimento de questões que entendemos como fundamentais para toda população.“ Meu caro, voce pode até tá certo em tudo que reinvidica. Agora dizer que a presidenta é sua patroa… Meu irmão voces tem patrão, sim. Mais com absoluta certeza, não é a presidenta. É o POVO, seu patrão.

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Katia Silva

12 de agosto de 2011 às 08h11

Desde 1989 (meu primeiro voto por sinal) voto no PT. Fiz campanha para o Lula e, recentemente para Dilma. Este fato não me deixa esquecer as promessas feitas durante a campanha eleitoral. Sou professora de um IF e o processo de expansão, desorganizado e muitas vezes atendendo a fins políticos, prejudica o trabalho de professores e servidores técnicos. Os servidores federais não estão pedindo aumento salarial, mas sim reposição das perdas acarretadas pela inflação, além de responsabilidade no processo de expansão. Apoio o governo do PT e, por isso, me sinto no dever de sinalizar que o caminho para o crescimento não pode se dar através de cortes na educação. Como as grandes empresas capitalistas fazem, os governantes, quando precisam economizar, recorrem ao salário do trabalhador.

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Marcio H Silva

11 de agosto de 2011 às 22h14

Será que nossa Presidenta foi mordida pela mosca azul? Tá fazendo igual cabral e anastácia? sem diálogo com o funcionalismo? Vai fazer que nem FHC, 8 anos sem aumento? Aprendeu com Cabral ou ensinou ao Cabral. Desde terça feira temos mais de dois mil PMs e Bombeiros de vários estados acampados no congresso nacional ( auditório nereu Ramos ) pressionando pela votação da PEC 300. 11 lideranças já assinaram a favor da votação e somente o PT foi contra. O PT, cuja PEC 300 fazia parte de sua campanha. Os lideres dos bombeiros do RJ realizaam ontem as 11:00hs da manhã uma reunião com marcos maia que foi irredutível para colocar a PEC 300 em votação. Quero entender qual é a posição de nossa presidenta. Vai ficar tentando puxar o saco dos PIGs e metendo a cacetada no funcionalismo na surdina? Desde 2002 só voto no PT a nível Federal ( Presidente ) no RJ não temos quadro no PT que se vendeu e se juntou ao PMDB corrupto de Cabral e Eduardo Paes. Nas próximas eleições Municipais votarei no PSOL.

Responder

    Marcio H Silva

    12 de agosto de 2011 às 00h10

    Safadeza do executivo e do PT. 11 lideranças aprovaram a votação da PEC 300 que está a dois anos para ser votada. Só o PT se negou. Dinheiro para tudo tem, só não tem para a PEC 300? lideranças de outros partidos avisou que congresso vai parar se PEC 300 não for colocada na pauta. Não se vota nada até que seja votada a PEC 300.

Lucas

11 de agosto de 2011 às 20h15

"o discurso é um, a prática é outra."

E assim o governo Dilma segue a linha de certos primeiros presidentes negros dos EUA.

Responder

    cronopio

    12 de agosto de 2011 às 09h42

    O fato do Obama ser "negro" parece estar diretamente ligado às críticas implícitas em seu comentário. Só não entendi o plural. Afinal, como sabemos, Obama é o primeiro presidente de um país em que, até algumas décadas atrás, vigorava o apartheid. No caso da Dilma, você provavelmente deve culpá-la por ser mulher, não? E o Lula? Bom, aí deve ser mesmo preconceito de classe, pura e simplesmente. Os fascistas de plantão acabam mostrando seu verdadeiro rosto.

    Lucas

    12 de agosto de 2011 às 23h32

    Eu não tenho nada com a cor do Obama, ou o sexo da Dilma, e acho que as origens de classe baixa do Lula foram um dos grandes trunfos de seu governo. O uso de "primeiro presidente negro" foi mais para contrapor a grande vitória progressista que foi a vitória de um negro nos EUA e uma mulher no Brasil, com a característica anti-progressista de grande parte das políticas desses governos. Demonstrada aqui pela falta de diálogo do governo Dilma com sindicatos, ao contrário de seu antecessor.

    Lucas

    12 de agosto de 2011 às 23h39

    E antes que eu me esqueça, mesmo que eu estivesse simplesmente demonstrando racismo e sexismo no meu comentário, a sua caracterização de fascista não procede, já que o fascismo, além do ultraconservadorismo social, implica um ultradireitismo econômico, aliado a forte nacionalismo e tendências militarísticas.

    Quando as pessoas ficam jogando termos como fascista, comunista, socialista, etc. por qualquer coisinha, essas palavras perdem o impacto e o sentido.

Mata Mata Trolls

11 de agosto de 2011 às 19h33

No dos outros é refresco não é planfetão do partideco??? tu pensa que engana quem tocador de tuba?

Responder

    MataTrolls

    12 de agosto de 2011 às 10h13

    Leporace detectado.

    Termo "tocador de tuba" encontrado = Leporace.

    Quando o troll se incomoda, é pq ele provou do próprio veneno.

Lucas

11 de agosto de 2011 às 18h43

Isso é coisa do Conlutas mesmo…

Que é um sindicato que não quer nada com nada, acha que vive em outro mundo, não dialoga com ninguém… Aqui na USP eles fazem greves sozinhos, independente de professores e alunos, quando tradicionalmente as greves tripartites são as melhores…

O professor de federal não ganha bem realmente, porém é um salário acima do mercado para quem é professor. Inclusive acima da rede privada.

Eu também estudei no ensino médio em uma federal, e desde que o Lula entrou as greves praticamente desapareceram, pois ele deu aumento de salário, e apesar de todo esse discurso, tudo que eles querem é salário, e até com razão… Não há nada de errado nisso, pelo contrário!

A grande questão é que o Conlutas estabelece a greve como a primeira medida.. Não é o governo quem não dialoga, é o próprio sindicato.

Me deixa muito triste que o Azenha reproduza a carta sem nenhum senso crítico, dando continuidade a uma campanha quase religiosa de tachar o governo Dilma de direitista e traidor…
É o tradicional esforço de uma esquerda que não sabe o que é ser governo, que vive num mundo próprio.. Essa esquerda faz mal, essa esquerda vê no movimento dos jovens da Inglaterra uma semi-revolução russa atualizada… Quando todos sabemos que não é isso…
Essa esquerda faz mais mal que bem.

O PSTU só afasta as pessoas da esquerda…

Responder

    Eduardo

    12 de agosto de 2011 às 10h20

    Concordo totalmente, porém os salários de professores das EscolasFederais podem ser comparados com os salários de professores de algumas faculdades. Ou seja, os professores Federais recebem um salário muito maior que o da média dos outros professores da educação pública básica (ensino fundamental/médio municipal ou estadual), mais ou menos uns seis mil Reais para quem tem doutorado, quase três mil para quem está começando. Creio que nesse momente de crise internacional, de corte de gastos e combate a corrupção e conseuquente economia de dinheiro público essa greve veio em PÉSSIMA hora. Decisão infeliz, que não leva em conta o resto da categoria de professores da educação básica pública.

    janes

    25 de setembro de 2011 às 11h40

    É uma greve do PSTU/PSOL contra o governo do PT. É uma greve fácil, porque contra um governo democrático. Sabem que não vai haver demissões e outras ações próprias da direita quando governa. É uma greve das organizações que trabalham, não para fazer avançar as conquistas dos trabalhadores, mas para afirmar conlutas e intersindical contra a CUT. É isso: é o oportunismo do PSTU e do PSOL contra o PT. Simples assim. São contra a negociação e vão pra mesa de negociação com imposições absurdas e defesa de privilégios sem pensar na rede de ensino como um todo e na condição miserável da rede de educação básica. Foram contra a conferencia nacional de educação, que boicotaram, agora são contra o PNE… e fazem greve porque é a forma de construir seus partidos. A educação que se dane. E nas universidades os professores ficam refém do maluquismo ou estigmatizados como "pelegos" etc. quando fazem qualquer argumentação que chame esse povo à razão. Quase dizem que era melhor não ter expansão do ensino superior. Que eles também são contra, sob o argumento da "responsabilidade" na expansão. Melhor seria então não expandir? Defendem o elitismo no ensino superior e, nas entrelinhas, criticam o Reuni, o Prouni, a expansão de vagas que "compromete a qualidade…" Vão ver quantos alunos por sala de aula estão nas instituições públicas do ensino superior. Vão lá e vejam. E depois passeiem pela educação básica… Seis mil reais de salário inicial de carreira é pouco? Por favor. Em que mundo vivem?

    Jairo_Beraldo

    12 de agosto de 2011 às 10h36

    Não só os filiados ao PSTU, mas também os filidaos ao PSOL, PCdoB, PCO e os ainda xiitas do PT. Agora quanto à Dilma, sinto traição sim, aos que bravamente lutaram ao seu lado.

Cristiana Castro

11 de agosto de 2011 às 15h53

Não entendi onde Dilma cassou direitos.

Responder

herlan

11 de agosto de 2011 às 15h23

É por isso que gosto do Vi o Mundo…mostrando todos os lados e vozes.

Me simpatizo com o PT, com a esquerda, com Lula e com a Dilma, mas não tenho que me cegar pro que acontece de errado e também não cobrar…muito pelo contrário, cobro porque quero ver o governo que coloquei onde está dando certo.

Responder

Rasec

11 de agosto de 2011 às 15h20

Nada a ver esse bando de irresponsáveis! No próprio site do Instituto Federal de São Paulo estão anunciando um mega-concurso para professores e servidores!
Vai olhar quem está por trás desses sindicatos, se não é o PSTU ou quetais…
Quase toda semana o Ministério do Planejamento autoriza nomeação de servidores em substituição de servidores terceirizados em várias áreas do governo, herança de FHC que Lula não conseguiu extinguir, mas que Dilma tem dado continuidade, extinguindo aos poucos (nunca é na velocidade que certa esquerda quer).
Mirian Belchior tem dado um show!
Temos que estar atentos a alguns professores malandros!
Vão dar aula!

Responder

    MataTrolls

    11 de agosto de 2011 às 16h27

    O SINASEFE é filiado ao Conlutas, que é cria do PSTU. Isso já diz muito.
    A intenção é só desestabilizar. Não tem proposta, não tem projeto.
    É como se fossem demotucanalhas, só que da extremíssima esquerda.

    Pra terem uma ideia, sei de sindicato que o tal Conlutas quis arrebanhar. Tavam dispostos a inclusive, criar uma chapa de oposição, integrada por gente filiada ao PSDB…

    Leonardo Ribeiro

    11 de agosto de 2011 às 18h31

    As queixas são reais. Lula pluralizou os centros de ensino tecnológicos, agora institutos, mas a carência de professores efetivos e significativa. O Ift do Ce criou mantém varias unidades no estado com alto número de substitutos, fragilizando a formação dos egressos discentes, estimulando os pactos de mediocridade: professor finge que ensina, aluno finge que aprende.
    Feliz cada novo dia.

    Vinícius Aires

    16 de agosto de 2011 às 14h06

    Um troll matador de trolls?

    O governo não está negociando com os servidores públicos. Marca reunião e desmarca de última hora, ou vai e diz "ah, depende da pauta geral pros servidores públicos". Daí no dia da pauta geral dos servidores públicos, diz "bem, precisamos definir primeiro as pautas específicas"…

    Foi literalmente desse modo que o governo enrolou a gente um mês inteiro este ano. Eu posso dar o meu testemunho. Não aconteceu com "um sindicato por aí", é o que acontece com a FASUBRA, ANDES, com a Assibge, com o sindicato do INMETRO. Eu cito nomes, aliás, TENHO um nome, amigo troll.

    Tem mais. Os sindicatos que não "desestabilizam" não estão conseguindo nada, os que "desestabilizam" estão conseguindo alguma coisa. Os sindicatos sem intenção de desestabilizar (cof cof, cut, cof cof cof) aparentemente não tem intenção de conseguir nada para sua base. Aliás, nenhuma novidade nisso. Por sinal, de que planeta você veio?

Augusto

11 de agosto de 2011 às 15h13

A Dilma ganhou do $erra por uma margem de 10% dos votos válidos. Ela está traindo as bases que a apoiaram. Elevar juros, privatizar aeroportos e o esquecimento do da saúde e educação do povo não é um modo muito esperto de conseguir manter o eleitor fiel. Nas próximas eleições, meu candidato será de esquerda de verdade. Não da pseudo-esquerda. Se o P$DB ganhar, será uma lástima. Talvez quando a situação piorar pra um monte de gente, assim as pessoas acordem pra realidade e votem em candidatos que realmente estão comprometidos com a população. Não adianta dizer que é, tem que agir como!

Responder

    MataTrolls

    11 de agosto de 2011 às 16h23

    Sei.
    Roooooooonnnnncccc….
    Como esses trolls dão sono com o seu ctrl+C ctrl+V…

FrancoAtirador

11 de agosto de 2011 às 14h46

.
.
Pra variar:

"TEM QUE FAZER SUPERÁVIT PRIMÁRIO
PARA PAGAR OS JUROS DA DÍVIDA" (sic)

Só no primeiro semestre de 2011,
o acumulado atingiu R$ 78,2 bilhões.
.
.

Responder

    josaphat

    11 de agosto de 2011 às 20h43

    Aqui no Viomundo, se falar mal do atual governo, criticando suas falhas, omissões e práticas semelhantes aos partidos e políticos da velha direita, como faz o PT em todas as prefeituras que governou aqui na grande BH – minha experiência viva e direta com a administração petistas e que tem seus méritos – a gente toma porrada e é taxado ou de demotucanalha, ou de radicais de esquerda.
    Não é difícil perceber a cegueira da ideologia.
    Mas aqui é um universo pequeno e o importante é a sociedade como um todo cobrar. Os ventos do norte andam movendo moinhos. Esperemo-lo chegar.

    FrancoAtirador

    12 de agosto de 2011 às 10h30

    .
    .
    Não é nem cegueira ideológica,
    porque os que fazem essas afirmações
    ou são ignorantes, o que é desculpável,
    ou não têm ideologia nenhuma.
    Apenas repetem um mote.
    .
    .

EUNAOSABIA

11 de agosto de 2011 às 14h45

Apoiado.. apoiado.. apoiado… a luta continua kumpanheros… vamu para tudo… para tudo mano… apoiado mermo……. vamu mobilizá a catiguria….

Responder

    Scan

    11 de agosto de 2011 às 15h18

    O jumentinho queria mesmo é o Paulo Renato pra cuidar da educação, né?
    Ah, cansam os lumpenzinhos de sempre…
    A escória humana está deveras bem representada.

    El Cid

    11 de agosto de 2011 às 17h02

    Tio Rei, esse seu serviçal querendo ser um humorista… patético !!

    PAULO P,

    12 de agosto de 2011 às 07h49

    EM VOSSA HOMENAGEM….

    OH GRANDE TROLL

    FHC e maconha.
    http://www.youtube.com/watch?v=p-AA9ZPeXUM&fe

    Luiz Aldo

    12 de agosto de 2011 às 11h12

    Você é o epítome do Troll, EUNAOSABIA! Você é uma criatura que mostra desprezo pelas opiniões diversas da sua, e gosta de provocar. Carece-me entender por que razão vossa senhoria frequenta TANTO este blog. Ora, você não gosta de nós, e a recíproca, acredite, é MAIS QUE VERDADEIRA, então, amigo, faça a caridade de não mais aparecer por aqui, pois você não debate, você não acrescenta nada. Na realidade, dado que claramente (e mais mente do que clara) você é do tipo de pessoa que lê aquela revista cujo nome parece com INVEJA e tem a inocência – ou estupidez, mesmo (ao contrário de você, eu lhe dou o bebfício da dúvida!) de acreditar no que lê ali. Dado o exposto, senhor EUNAOSABIA (que também tem o mau costume de se esconder atrás de pseudônimos, apanágio dos covardes), saiba que para sujeitos da sua marca, a porta da rua é serventia da casa! Grato
    Luiz Aldo Cordeiro Leite Filho
    João Pessoa – PB

    cronopio

    13 de agosto de 2011 às 13h39

    Que verve humorística, rapaz! Originalidade e desenvoltura! EUNAOSABIA, você consegue ser tão engraçado quanto aquelas charges do Caruso com que a Globo presenteia seus espectadores.


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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.