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Barão de Itararé solicita espaço na TV Cultura


20/03/2012 - 09h38

Entidade ressalta a necessidade de pluralismo e diversidade na emissora

do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé

A entidade encaminhou nesta segunda-feira, 19 de março, ofício ao presidente-diretor da Fundação Padre Anchieta solicitando audiência para discutir a abertura de editais com o objetivo de selecionar programas para a emissora. O Centro de Estudos Barão de Itararé já manifestou interesse em participar do processo seletivo.

O ofício reitera que “é missão inalienável da TV pública garantir a diversidade e a pluralidade informativa e cultural, abordando temas de interesse social e local, garantindo a projeção da comunidade em que está inserida para dar visibilidade a questões que, na maioria das vezes, não têm espaço nos veículos comerciais”.

É neste sentido que se insere o pedido do Barão de Itararé: garantir espaços na programação da TV Cultura “para a produção independente proveniente das experiência de grupos sociais”.

Transparência e participação social

No ofício encaminhado pelo Barão de Itararé, a entidade solicita que a Fundação Padre Anchieta adote critérios transparentes para abrir espaços na sua programação à produção independente. “As entidades/movimentos/produtoras interessadas – entres as quais o Barão de Itararé já se apresenta –, que manifestarem interesse, poderiam pleitear um espaço na programação da emissora, a ser concedido a partir de métodos e critérios transparentes. O Barão e estas entidades seriam inscritas por edital público e a seleção dos programas apresentados seria feita através de pitching”.

A iniciativa foi debatida durante reunião realizada em São Paulo com outras organizações, blogueiros e jornalistas e faz parte de uma série de medidas de uma campanha em defesa do caráter público da TV Cultura.

Privataria da Cultura

A solicitação feita pelo Barão de Itararé vai no sentido oposto das recentes negociações entre a Fundação Padre Anchieta e empresas de comunicação paulistas, entre as quais a Folha de S.Paulo – que já estreiou programa na emissora – a, Estadão, Valor Econômico e Veja que foram feitas sem transparência e afrontando o caráter público da TV Cultura.

“A cessão de espaços na grade da programação da TV Cultura para empresas de comunicação privadas como a Folha é um desrespeito ao caráter público da emissora que é um patrimônio do povo paulista. E, infelizmente, esta é apenas mais uma das várias medidas que os governos tucanos  vêem adotado para desmontar a TV, dilapidar seu patrimônio e descaracterizar sua missão. O que eles vinham fazendo de forma disfarçada agora está sendo feito escancaradamente: a privatização da TV Cultura”, afirma Renata Mielli, secretária geral do Centro de Estudos Barão de Itararé.

Por isso, várias organizações de luta pela democratização da comunicação, blogueiros, jornalistas, intelectuais e movimentos sociais paulistas estão lançando a campanha contra a Privataria da Cultura.

A campanha está organizando um ato político em defesa da Cultura e lançando um manifesto no qual denuncia as principais investidas tucanas contra a emissora e enumera algumas reivindicações.

A reunião que organizou a campanha contou com a presença do Centro de Estudos Barão de Itararé, da Altercom, Intervozes, os jornalistas Paulo Henrique Amorim, Luiz Carlos Azenha, Rodrigo Vianna, Gilberto Maringoni, o professor Laurindo Lalo Leal Filho, o diretor da Carta Maior, Joaquim Palhares e o diretor da revista Caros Amigos, Wagner Nabuco.

No manifesto as entidades denunciam:

– mais de mil demissões;

– extinção de programas (Zoom, Grandes Momentos do Esporte, Vitrine, Entrelinhas, Cultura Retrô, Login) e tentativa de extinção do Manos e minas;

– aniquilação das equipes da Rádio Cultura e estrangulamento da equipe de jornalismo;

– enfraquecimento da produção própria de conteúdo, inclusive dos infantis;

– entrega, sem critérios públicos, de horários na programação para meios de comunicação privados;

– cancelamento de contratos de prestação de serviços (TV Justiça, Assembleia e outros);

– doação da pinacoteca e biblioteca;

– extinção da cenografia, venda de equipamentos e venda da frota de veículos.

A TV e as rádios Cultura estão passando por um processo de desmonte e privatização, com a degradação de seu caráter público. Não podemos deixar esse patrimônio do povo de São Paulo ser dilapidado, vítima de sucateamento promovido por sucessivas gestões sem compromisso com o interesse público, seriamente agravado na gestão Sayad.

Em nome da afirmação de seu caráter público, as entidades se manifestam:

– contra o desmonte geral da rádio e TV Cultura e pela retomada dos programas;

– em defesa do pluralismo e da diversidade na programação;

– por uma política transparente e democrática para abertura à programação independente, com realização de pitchings e editais;

– pela democratização do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta

Abaixo a íntegra do ofício enviado ao presidente-presidente da Fundação Padre Anchieta


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49 comentários

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Bruno

21 de março de 2012 às 13h40

ABAIXO PIG

Responder

Bruno

21 de março de 2012 às 12h13

A missão inalienável de garantir tudo aqui que está no começo do texto, não é apenas da TV PÚBLICA, mas de todo veículo de comunicação! Está na Constituição Federal da República de 1988. TODOS os veículos de comunicação, não importa o meio de difusão.

Responder

El Cid

21 de março de 2012 às 10h22

olha a dica do Stanley no Twitter, eu não sabia que um dos tentáculos do PIG está apodrecendo: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2010/09/22/tv-

Grupo, que deve apenas em uma subsidiária cerca de R$ 680 milhões, faz programas com objetivo de ameaçar empresários

Jornal do Brasil

Um calote multimilionário da Rede Bandeirantes de Televisão é a origem dos ataques transmitidos desde segunda-feira passada pela emissora contra organizações empresariais, envolvidas em negócios legais e legítimos.

Pertencente ao Grupo Bandeirantes, a TV Cidade comprou e não pagou uma rede de fibra ótica vendida pela Furukawa do Japão. Em consequência, foi executada judicialmente, há cerca de cinco anos.

Meses atrás, a imprensa paulista publicou o Edital de Leilão judicial da rede de fibra ótica adquirida, e não paga, pela TV Cidade. Em razão do calote, o fornecedor recorreu ao Judiciário. O Grupo Bandeirantes perdeu em todas as instâncias. Foi condenado a pagar honorários de sucumbência ao destacado escritório Tozzini Freire, representante da companhia japonesa. Também não pagou o valor referente à sucumbência.

Legitimamente, várias companhias, a exemplo da NET (de serviços de televisão a cabo), e do grupo liderado pelo empresário Nelson Tanure, interessaram-se em participar do leilão para adquirir a rede de fibra ótica.

Contra os preceitos de um jornalismo sério, a mando de João Carlos Saad, conhecido pela alcunha de Johnny, a Rede Bandeirantes de Televisão assume um noticiário inescrupuloso, utilizado para ameaçar e chantagear interessados no negócio que Saad não soube conduzir. Ofende, assim, a credibilidade de reconhecidos jornalistas da emissora como Boris Casoy e Ricardo Boechat.

A direção do grupo de comunicações, ao invés de tentar encontrar um meio para a quitação da inadimplência da TV Cidade, que certamente poderá arrastar a Rede Bandeirantes à falência, preferiu adotar um comportamento arrogante e desesperado, tentando, assim, ameaçar eventuais interessados em adquirir, legal e legitimamente, sua rede de fibra ótica. Ao estilo de praticante de jornalismo marrom, Johnny se propôs a dizer, por exemplo: “Vou passar o trator por cima”.

As dívidas da TV Cidade, subsidiária da Rede Bandeirantes de Televisão, são estimadas em R$ 680 milhões. As da TV Bandeirantes envolvem também centenas de milhões de reais. Quando for efetivado o leilão, a TV Cidade perderá seu único ativo – a rede de fibras óticas – e ficará sem condições de fazer frente às obrigações que tem perante seus credores, indo, portanto, à quebra.

Briga de família

As dificuldades de Johnny são antigas e vão além do ambiente empresarial. A disputa familiar que envolve os Saad é conhecida. Em 2002, a questão tornou-se pública quando as irmãs Marisa e Maria Leonor Saad publicaram em meios de comunicação um edital de ataque ao próprio irmão Johnny, como elas, neto do ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros, famoso no mundo político brasileiro pelo slogan Rouba, mas faz. O Grupo Bandeirantes foi fundado pelo pai deles, João Jorge Saad.

CONTINUA…

Responder

    El Cid

    21 de março de 2012 às 10h24

    As irmãs argumentavam que, a pretexto de sanear o passivo da emissora, Johnny abriu negociação com o Deutsche Bank, que se tornaria o agente exclusivo da Rede Bandeirantes para uma operação de oferta internacional de títulos.

    Marisa e Maria Leonor sustentaram no documento que a operação representaria uma ilegalidade e que a legislação brasileira não estava sendo respeitada pelos negociadores. De acordo com as irmãs, outra instituição que estaria sendo assediada seria a Eurovest Global Securities Inc. para uma oferta de troca de notas promissórias da Rádio e TV Bandeirantes no valor de US$ 100 milhões. O processo tem o trâmite na 1ª Vara Cível do Foro Regional de Pinheiros, em São Paulo.

    O litígio entre os cinco irmãos Saad resultou na demissão, em fevereiro de 2001, do então diretor-executivo da TV Bandeirantes, Antônio Athayde. À época, tornou-se público que Athayde caíra por ter entrado em rota de colisão com Johnny, supostamente incomodado com a aproximação do principal dirigente do jornalismo da emissora com o irmão Ricardo, já seu desafeto.

    Indignação com a Band

    Os procedimentos jornalístico e empresarial do Grupo Bandeirantes – considerados ofensivos no meio jornalístico – são contestados por ex-funcionários e diferentes personalidades da vida brasileira.

    No ano passado, o governador do Paraná, Roberto Requião, disse em entrevistas que a emissora agiu com “canalhice” e “pilantragem” em relação a iniciativas de seu governo na área de transportes.

    O ex-deputado federal Clodovil Hernandez, falecido há dois anos, foi até mais explícito do que o governador paranaense, ao referir-se a João Carlos Saad. Trata-se de “um ladrão”, disse ele em entrevista ao Programa Amaury Jr transmitido em 14 de setembro de 2005.
    CONTINUANDO….

    O jornalista Joelmir Beting, que leu o difamante, calunioso e injuriante editorial, e o publicou no jornal gratuito Metro, foi procurado via e-mail, mas não respondeu às perguntas do Jornal do Brasil.

    O Jornal do Brasil, que considera condenável a prática de Johnny Saad, trará amanhã nova reportagem sobre o tema, revelando o grave cenário de dificuldades empresariais da Rede Bandeirantes de Televisão e de seus acionistas. Este texto está disponibilizado para milhares de veículos de comunicação do país.

    Editorial

    Jornalismo de chantagem mostra desespero da Band

    A Rede Bandeirantes de Televisão presta um desserviço ao jornalismo brasileiro – e, em consequência, à sociedade e à democracia do país – ao atacar empresários de forma chantagiosa, irresponsável, inescrupulosa e mentirosa, unicamente para atender aos escusos interesses comerciais dos meios de comunicação dirigidos por João Carlos Saad, conhecido pela alcunha de Johnny.

    O texto lido anteontem em noticiário televisivo da emissora por Joelmir Beting, dublé de apresentador, porta-voz e propagandista de empreendimentos bancários, representa uma ofensa gravíssima, uma tentativa virulenta e descabida de macular a honra de concorrentes que norteiam suas atividades pela legislação brasileira e, como não poderia deixar de ser, pela Constituição Federal.

    Famoso por seus comentários econômicos superficiais e risíveis, Beting foi demitido na TV Globo ao tentar acumular, contra a ética da categoria, as funções de jornalista e de garoto propaganda. Hoje, é um servil auxiliar de Johnny para produzir textos travestidos de editorial de uso espúrio do seu patrão.

    A irresponsabilidade da Rede Bandeirantes, a mando de Saad, ainda é muito maior pela repetição de conteúdo mentiroso em diferentes programas de TV aberta, na TV a cabo, e num miserável jornal gratuito distribuído às portas do metrô.

    Como revela o Jornal do Brasil nesta edição, a Rede Bandeirantes de Televisão, sob o comando de João Carlos Saad, sofre o risco de falência, no rastro da inadimplência da TV Cidade, que tem no mercado dívida estimada em R$ 680 milhões para governos federal e dos estados onde atua, para fornecedores e para credores trabalhistas. Não vai resolver seus problemas com calúnias, injúrias e difamação, que serão levadas às barras da Justiça.

    Willian

    21 de março de 2012 às 16h45

    Nelson Tanure é dono do Jornal do Brasil. Da mesma forma que os Saad usam a Band numa disputa comercial, o Tanure usa o JB. Faltou o texto do JB dizer que o Tanure é também dono do jornal.

GilTeixeira

21 de março de 2012 às 09h33

Propor esse desatino pro governo do tucanistão?Isso seria ético, coisa que por aqui é uma mosca azul!

Responder

Rodrigo B. Veríssimo

21 de março de 2012 às 07h26

Apoio integralmente a intenção do 'Barão de Itararé' ter um programa na TV Cultura.
E afirmo isto como leitor da 'Folha' desde 94 e ter apreciado os dois 'TV Folha' já exibidos nesta emissora.

Responder

Marat

20 de março de 2012 às 23h46

E desde quando esse governo, pau mandado dos tubarões capitalistas, aceitaria algo de qualidade na TV Cultura?

Responder

jõao

20 de março de 2012 às 23h09

Protógenes teve o aval do Planalto para a CPI do Cachoeira

17:51, 20 DE MARCH DE 2012 FELIPE PATURY CONGRESSO, POLÍTICA TAGS: CPI, PROTÓGENES QUEIROZ
O deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) recebeu o aval e o incentivo do Palácio do Planalto para propor e recolher as assinaturas de deputados para sua CPI do Cachoeira, que investigará as relações de políticos com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O pedido foi protocolado há pouco na Câmara com 208 assinaturas e foi acolhida com simpatia pelo presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS).

Responder

    beattrice

    21 de março de 2012 às 11h40

    E para a CPI da PRIVATARIA???
    Como se posiciona o "planalto"?

assalariado.

20 de março de 2012 às 22h06

Traduzindo politica e economicamente, esta atitude dos governos social democratas de plantão nos varios niveis da federação. Isto nada mais é do que, o Estado socorrendo os seus criadores. Isto mesmo, é a 1ª vez que o Estado (em seu varios niveis), socorrem os seus donos? Os orgãos de comunicação escritos da burguesia midiática paulistana e carro chefe da (des) informação nacional, estão indo ladeira abaixo, rumo a sua derrocada. Qual é a saida? Tome dinheiro publico e privatizações, e assim vai, …

Um video, uma singela homenagem a imprensa burguesa, e sua ditadura do pensamento único:

[youtube E5G38KGh9ko&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=E5G38KGh9ko&feature=related youtube]

Responder

    LuisCPPrudente

    21 de março de 2012 às 12h21

    Muito bom este vídeo.

    É por isto que precisamos de uma Ley de Medios.

Imanuel

20 de março de 2012 às 19h46

Os paulistas devem se lembrar da COSESP, uma empresa de seguros do Estado de São Paulo e que o Alckmin simplesmente extinguiu (não privatizou), embora a empresa estivesse operando normalmente. Jogou todos os segurados nas mãos da Mapfrei, uma empresa espanhola do ramo. Também o Banespa virou Santander, espanhola, a antiga Caixa Estadual quase foi parar nas mãos dos espanhóis não fosse o Lula intervir através do BB. Qual a relação dos tucanos com os espanhóis? Aí tem coisa. Um dia aparece.

Responder

    beattrice

    20 de março de 2012 às 22h43

    Claro que aparece:
    chama-se OPUS DEI, o que eles traduzem ironicamente para OBRA DE DEUS.
    Seja lá o que isso queira dizer nos porões e bastidores.

    LuisCPPrudente

    21 de março de 2012 às 12h17

    Seria o Zé Chirico o herdeiro ilegítimo do Franco?

Hiro

20 de março de 2012 às 19h05

CPI em defesa da TV Cultura!
Abaixo a tv PiG!

Responder

Antonio

20 de março de 2012 às 18h16

Se for possível, assino esta petição também.
Vcs tem meu e-mail, se for possível, enviarei o nome e o RG.

Responder

Elias

20 de março de 2012 às 16h54

Prefiro ficar com Groucho Marx e dizer que "eu nunca faria parte de um clube que me aceitasse como sócio". Parece até um paradoxo dizer tal coisa ao Barão de Itararé.

PS: Não consigo imaginar João Sayad e Altamiro Borges apertarem a mão e fechar negócio. Seria uma cena muito engraçada. Os dois de óculos a franzir os olhos e trocando sorrisos amarelo post-it. João dizendo “vou pensar” e Altamiro: “pense, pense”.

Responder

José DF

20 de março de 2012 às 16h37

A tv Folha estreou com impressionante índice de audiência.
Avante fidalgosmidiáticos.
A massa ignara finalmente dispõe de entretenimento e conteúdo. http://www.youtube.com/watch?v=LHzi5S9mgKA

Responder

Yarus

20 de março de 2012 às 16h00

Fora de palta.

ATENÇÃO, MUITA ATENÇÃO! DEU NA FOIA EM 14/09/2004

“Serra diz que só deixaria prefeitura em 2006 se morresse

“…Só se Deus me tirar a vida. Só saio se houver uma desgraça que me envolva”, disse ele, ao responder uma pergunta sobre a possibilidade de deixar o cargo para seu candidato a vice, o deputado Gilberto Kassab (PFL).

O tucano assinou uma declaração –apresentada pelo colunista da Folha Gilberto Dimenstein e que será registrada em cartório– de que cumprirá, caso eleito, os quatro anos do mandato de prefeito e não deixará o cargo para concorrer a governador do Estado ou à Presidência da República em 2006…”
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u6

Responder

El Gordo

20 de março de 2012 às 15h23

Existe uma linha tênue entre TV pública e TV Estatal.

TV pública é algo que possui regras, um comando compartilhado e uma programação que se predispõe a informar, educar e conscientizar seus telespectadores. A TV Estatal é… bem… isso. Se o Barão de Itararé quer protestar pela maracutaia que virou a PPP (Parceria Privata e Pornográfica) da Cultura com a Folha da Manhã, que seja. Mas que não tente se igualar no mesmo joguinho indecente.

Em tempos onde YouTube tem mais visibilidade que os parcos pontos de audiência da Cultura, não sairia mais barato montar uma WebTV? Perguntar não ofende.

Responder

Tio Chico

20 de março de 2012 às 15h13

porque ninguem falou sobre o caso de racismo no Stand-Up?
http://mamapress.wordpress.com/2012/03/18/racismo

Responder

Betinho

20 de março de 2012 às 13h49

É o DNA privateiro dos demotucanos.

Azenha, fora de pauta.
Assisti a reportagem da Record sobre o Bispo Valdomiro Santiago.
A reportagem ficou devendo muita coisa, deviam ter pego mais informações de pessoas que
conhecem as fazendas dele. Eu mesmo estive na região.
O que devia ter sido é os crimes ambientais.
Ele tem lá na fazenda um jipe importado (deve ser o Hummler) preparado para caçar. Uma poltrona alta
com cintos de segurança. Dali atiram nos animais silvestres, antas, capivaras, etc… Quando a caça não é com o Jipe é de helicóptero. Se flagrarem a caça e o armamento colocam ele na cadeia fácil fácil.

Responder

    Betinho

    20 de março de 2012 às 16h10

    Esqueci de colocar o link das fazendas do Bispo Valdomiro.
    Vale a pena assisitir: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embed

    Betinho

    20 de março de 2012 às 18h47

    Para quem quizer ver a localização das Fazendas do Bispo Valdomiro, pelo Google Maps…dá pra interagir.. coloco o link direto abaixo, vai dar encima da sede principal. http://maps.google.com/maps?ll=-17.092503,-54.975
    A direita da imagem, reduzindo o zoom pode ser visto o complexo da Usina Hidrelétrica do Itiquira.

    Como conheço a região, posso afirmar que é a melhor fazenda da região, no que diz respeito a topografia e riqueza de águas. Fica na franja do Pantanal, sem risco de grandes inundações.
    O valor delas hoje seria em torno de 100 milhões. A primeira, Fazenda Santo Antônio do Itiquira foi comprada a mais ou menos 4 anos.
    Apesar de estarem no Município de Santo Antônio do Leverger, o melhor e mais rápido acesso é feito por Rondionopolis, fica a 100 kilometros, 30 fora do asfalto da BR 163 Campo Grande/Rondonópolis.
    Na reportagem, que está sob titularidade do reporter Marcelo Rezende participou o especialista em encontrar maracutaia privateira, Amaury Ribeiro, que pode ser rápidamente visto entrando no Cartório de S.A de Leverger.
    Saiu inclusive uma notícia de que Amaury Ribeiro teria sido preso nessa investigação. A notícia aqui é de que ele na verdade foi escoltado por um policial Militar, encontro ocasional. Em Cuiabá nem BO foi lavrado, portanto a noticia de sua prisão é fake.

trombeta

20 de março de 2012 às 13h40

Pensei que Tavinho ditabranda, o filho do dono, e sua patota da facul odiassem tudo que é estatal.

Responder

Tio Chico

20 de março de 2012 às 13h35

fora de pauta! Filho do Eike Batista atropela e mata um no Rio.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1064333-th

Responder

Cibele

20 de março de 2012 às 13h34

Maravilhoso! É isso aí, vamos fazer o que tem que ser feito. Parabéns aos meus blogueiros favoritos! Estão faltando o Edu e o Rovai. Falando em programas que foram extintos, não me conformo com o Bem Brasil. Eu adorava. E já faz uns cinco ou seis anos que acabaram com um dos programas musicais mais queridos da TV.
Agora o Entrelinhas também? Eu gostava. Pena. Precisamos reverter isso. Muita força e contem conosco!

Responder

beattrice

20 de março de 2012 às 13h23

Não vão nem responder,
monólogo é a forma tucana de dialogar.

Responder

eunice

20 de março de 2012 às 13h10

Apoiado. Eu devo muito de minha formação à TV Cultura. É pena que não possa ser sintonizada no Brasil todo.

Responder

Vera Silva

20 de março de 2012 às 12h29

Lutar é preciso.
Todos juntos somos fortes, não há nada prá temer… – Os Saltimbancos.
Vocês começaram a luta pela TV Cultura.

Responder

Gerson Carneiro

20 de março de 2012 às 11h30

A coisa está tão indecente que eu digo que a relação Governo de São Paulo com o PIG se tornou uma relação incestuosa.

Responder

    Jairo_Beraldo

    20 de março de 2012 às 13h50

    E aqui em Goiás, cunpadi…eu diria que a relação tucana com o PIG local se tornou indecente!

    beattrice

    20 de março de 2012 às 22h41

    Uma relação também via… rádio?

    Jairo_Beraldo

    21 de março de 2012 às 11h40

    Via bene$$e$…é o melhor tipo de "comunicação" que tucano$ e PIG conhecem e $e entendem.

    LuisCPPrudente

    21 de março de 2012 às 12h13

    Seria uma referência maldosa ao famoso Pai Demóstenes?

    O Pai Demóstenes é aquele famoso sujeito que tem por esposa uma boa cozinheira.

Gustavo Pamplona

20 de março de 2012 às 11h26

Nossa… que inveja da Folha, eihn? hahahahaa

Eu sabia que vocês no fundo sentiam inveja da Folha, falam tão mal da Folha… é como aquela história de amor onde um foi deixado pelo parceiro mas não consegue admitir e suportar que foi deixado e vive falando mal do outro.

Admitam! Vocês amam a Folha!!!

Viram a TV Folha… ficaram com tanta inveja e talvez ciúmes (hahahahaa) e agora querem a "TV Barão de Itararé" na "falida" TV Cultura.

Qual é a audiência da TV Cultura mesmo? E será que isto vai passar em todo o território nacional?

Aqui em Minas não vai passar mesmo… bom… nunca tivemos a TV Cultura mesmo, temos uma tal de Rede Minas que transmite alguns programas da TV Cultura, TVE e TV Brasil

Vamos combinar o seguinte? Se vocês querem tanto um programa assim, existem três aqui que trabalham na Rede Record: o PHA, o LCA e o RV. Conversem com o Alexandre Raposo ou vão direto na "fonte", o tal do bispo Edir Macedo.

Pelo menos a "TV Barão de Itararé" na Record não seria um fracasso retumbante, isto é… se o GLOBOPE permitir, é claro. hahahahahah

Bom… vocês já sabem que toda vez que dá "audiência" demais para a Record o GLOBOPE falha…para de medir, etc.

—-
Desde Jun/2007 invejando a TV Folha no "Vi o Mundo"! ;-)

Responder

    francisco p. neto

    20 de março de 2012 às 14h03

    O que leva um ser abjeto como vc pensar dessa forma?
    Provocação idiota e desconectada com a realidade.
    Fosse quem fosse o governo que estivesse de plantão, essa decisão antidemocrática teria a crítica de qualquer um que tem bom senso.
    Seu comentário irônico e idiota só reflete a sua invalidez intelectual.
    A ação, o movimento é simbólico seu jumento.
    O governo de São Paulo na figura do seu governador não passa de um lixo. Incapacidade mental na gestão do estado. Olhar direcionado somente numa posição, como viseiras usados nos pobres burros, e que por incrível que pareça, ainda encontram adeptos aquí dentro do estado bem como fora.
    Nunca vi um governante com tanta pobreza mental como o senhor Alckmin. E o seu secretariado é a extensão dessa pobreza.
    Veja: o "genial" Bruno Covas, Secretario do Meio Ambiente, propôs a idéia de criar uma taxa (ciclotaxa) que seria imbutida no IPVA para estimular o cidadão a andar de bicicleta.
    Será o máximo e hilário ver o governador se deslocando pela cidade em bicicletas, acompanhados por Serra, Goldman (esse nem consegue andar com os próprios pés de tão gagá).
    Faço uma sugestão. Venha para cá Pamplona, e se junte a essa turma para um passeio "ecológico" de bikes. E de preferência em dias de enchentes.

    pperez

    20 de março de 2012 às 21h54

    Esse cara é igual a mariposa: Precisa de luz para saracotear!
    Se vc desligar ela cai. Então…cliq nele!ou Nela!

    beattrice

    20 de março de 2012 às 22h44

    O Bruno Covas era o maior garoto propaganda da CONTROLAR que ele queria estender sem licitação para todo o estado, isso antes da casa cair claro.

    RicardãoCarioca

    20 de março de 2012 às 14h03

    E você ama um aparelhamento de estado sobre os meios de comunicação, né? Para um reaça ser coerente, esse amor deve ser seletivo, porque ai se o governo federal fizer na TV Brasil 10% que o governo tucano paulista fez na Cultura.
    Você é uma piada, rapaz. Vá dormir.

    mfs

    20 de março de 2012 às 15h48

    Se você tivesse lido e compreendido saberia que, ao contrário do grupo Folha, o Barão de Itararé NÃO propôs produzir um programa próprio pra ser transmitido pela TV Cultura. O que o BI propõe é participar da discussão da nova grade para sugerir maior participação de grupos sociais em geral alijados dos grandes veículos. Produção independentes, outras visões de mundo. Claro que o documento guarda uma certa dose de provocação, haja vista que a TV público-privada tucana tem seus próprios e firmes nortes. Quanto à acusação boba de inveja, nada mais é do que repetição da velha falácia: se você questiona privilégios é porque tem inveja e gostaria que fosse você a usufrui-los…

    Marcelo

    20 de março de 2012 às 15h55

    Seguindo sua linda de "raciocinio" ; se fazer uma critica a Folha é inveja , ficar aqui criticando o viomundo todos os dias seria o que ?

    El Cid

    20 de março de 2012 às 18h43

    que vergonha saber que um conterrâneo meu fazendo papel de "provocador barato"… lamentável !!

    Alexei_Alves

    21 de março de 2012 às 10h22

    Vocês não perceberam ainda que o Pamplona é um personagem fictício – o reaça solitário carente – criado pelo Azenha pra incentivar a galera a postar aqui no blog? :-))))

PedroAurelioZabaleta

20 de março de 2012 às 11h20

Importante e corajosa iniciativa.
Precisa muita disposição pra "lutar" de dentro do sistema,
correndo o risco de ser torpedeado (pelas costas) diariamente.
Parabéns ao Barão.
Este caso da privatização da TV Cultura é + uma vergonha para SP,
que de locomotiva transformou-se em frei-de-mão-puxado do Brasil,
símbolo do obscurantismo e das viúvas da ditadura.

Responder

Sérgio França

20 de março de 2012 às 11h18

Essa jogada simplesmente colocará os caciques da TV Cultura numa sinuca de bico…Se o Barão for mesmo para a Cultura já tem aqui seu primeiro telespectador com certeza…

Responder

Angela Liuti

20 de março de 2012 às 10h40

Parabéns, é isto mesmo .

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