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A escola do DF que testa chip para monitorar alunos


30/10/2012 - 17h48

por Vítor Dassie, via Facebook

O link é de uma matéria sobre uma escola pública no DF que implantou um projeto piloto de monitoramento dos alunos através de chips em seus uniformes.

Achei um um absurdo não só o cerceamento da liberdade dos alunos, mas também o fato de uma escola “ensinar” obediência aos alunos através de uma coleira digital.

A escola tem que ensinar liberdade e responsabilidade além, é claro, do currículo formal.

Que ditadura é essa em que nós vivemos? Nós temos eleitores no cabresto, fiéis no cabresto e agora querem ensinar nossas crianças desde cedo?

Fiquei indignado com essa notícia e não poderia deixar de passar adiante.

Cordialmente,

Vítor

Escola pública do Distrito Federal testa chip para monitorar alunos

30/10/2012 – 5h52

Educação

Da Agência Brasil

Brasília – Por meio de um chip fixado no uniforme, uma turma de 42 estudantes do primeiro ano do ensino médio tem suas entradas e saídas monitoradas no Centro de Ensino Médio (CEM) 414 de Samambaia, cidade do Distrito Federal (DF) localizada a cerca de 40 quilômetros da área central de Brasília. O projeto piloto, que começou a funcionar no dia 22 de outubro, manda mensagem por celular aos pais ou responsáveis pelos alunos, informando o horário de entrada e saída da escola.

A diretora do CEM 414, Remísia Tavares, disse à Agência Brasil que entrou em contato com uma empresa que implanta os chips nos uniformes depois de saber que o sistema funcionava em uma escola em Vitória da Conquista, na Bahia. Segundo ela, a medida foi tomada para aumentar a permanência dos alunos nas salas de aula. “Os professores dos últimos horários reclamam que muitos alunos costumam sair antes do término das aulas. Por mais que a escola tente manter o controle, eles dão um jeito de sair da escola”.

De acordo com a diretora, o monitoramento foi bem recebido pelos pais, aproximando-os da vida escolar de seus filhos. “Fizemos reuniões para saber a opinião dos pais a respeito do chip, e eles gostaram da ideia. Os pais se sentem mais tranquilos, sabendo exatamente a hora em que seus filhos entram e deixam a escola”, disse Remísia.

O representante da empresa que implantou os chips nos uniformes, Bruno Castro da Costa, explicou que o sistema funciona por meio de um sensor instalado na portaria principal do colégio, que lê as informações contidas no chip cadastrado.

“O sistema não altera a rotina dos estudantes. Eles entram normalmente na escola, os dados são passados para o computador e, 30 segundos depois, os pais são notificados. Uma mensagem é enviada quando o aluno entra na escola e outra no momento da saída. Apesar de ficar registrado também na direção do colégio, o sistema não substitui a chamada de presença em aula. Também estão sendo registradas as entregas de boletins ou outros eventos, e a direção pode utilizar o programa para encaminhar o recado ao celular cadastrado”, acrescentou Costa.

Charles de Oliveira, também representante da empresa responsável, disse que o sistema poderá futuramente otimizar o tempo de estudo nas salas de aulas. “Os professores perdem cerca de 20 minutos para realizar as chamadas durante as aulas. Futuramente, isso pode acabar, pois será registrada a presença automaticamente. Além disso, estamos estudando formas para que o sistema contribua também com os programas do governo, acelerando a divulgação de dados”.

Os estudantes Bárbara Coelho, 16 anos, e Jefferson Alves, 15 anos, não se incomodam com o monitoramento pelo chip. “Eu acho que é uma boa maneira de os nossos pais ficarem mais tranquilos e até confiar mais, sabendo que estamos na escola. Eu não me sinto inibida, pois sempre frequentei as aulas”, disse Bárbara. “Só quem tem costume de matar aula vai se incomodar, já que agora os pais vão ficar sabendo”, completou Jefferson.

No dia 13 de novembro, um relatório será enviado ao Conselho de Educação da escola e à Secretaria de Educação do Distrito Federal com os resultados da experiência. Caso o sistema seja aprovado, a fixação dos chips no CEM 414 deverá ser ampliada para os 1,8 mil alunos da instituição no próximo ano.

Edição: Graça Adjuto

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48 comentários

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rodrigo

31 de outubro de 2012 às 13h25

Enquanto isso lá no reino de Grandino I…

https://www.facebook.com/pedro.vanalli/posts/469135086463415

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Júlio De Bem

31 de outubro de 2012 às 12h43

Já já a gurizada da um jeito de burlar esse negócio. Matar aula faz parte da aprendizagem humana :)

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Wilson S.A.

31 de outubro de 2012 às 12h28

Tecnologia não indicada para essa aplicação. É preciso entender que o sistema registra a passagem da farda (chip) pelo sensor, não o aluno. Pensem nisso e nas artimanhas que um bom aluno “malandro” brasileiro irá fazer. Para mim, dinheiro jogado fora. Biometria seria a tecnologia mais indicada para essa aplicação, já que dados biométricos são únicos de cada pessoa. Não dá para o colega levar por ele. Já a farda… A tecnologia do chip só funcionaria corretamente caso os mesmos fossem implantados no corpo do aluno, o que seria uma aberração ou até inconstitucional nos dias de hoje.

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    RicardãoCarioca

    31 de outubro de 2012 às 13h16

    Concordo totalmente contigo. É uma pena que muito progressista aqui fique contra a sistemas criados em prol da proteção das crianças. O chip não ‘monitora’ ninguém, apenas registra a passagem das crianças na entrada da escola. Se o monitoramente continuasse para além da escola aí sim, seria abuso.

    Antes de você reclamar, saiba que pode ser monitorado 24h com o seu celular. Colocar suas informações em redes sociais também é outra forma de monitoramento. Usar seus cartões e vales (transporte, refeição, alimentação) é mais uma forma de monitoramento. Colocar arquivos pessoais em drives na ‘nuvem’ online… E reclamam de um mero sistema de identificação de portaria. Progressista progride ou quer voltar para idade da pedra?

Miriam

31 de outubro de 2012 às 12h20

Chip é um horror. Ir à escola deveria ser sempre um prazer, de ensinar/aprender (o bom educador aprende tanto quanto ensina), de conviver, de compartilhar. Engraçado é ver tanto pai com medo de que o filho cabule aula, apostando suas fichas no controle em vez de no diálogo e na motivação (motivação não é chantagem). Isso pra mim é o fim dos tempos, somos conduzidos pelo medo e achamos lindo. Até aqui no Viomundo? Cadê a minha turma?

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Marcelo de Matos

31 de outubro de 2012 às 11h57

Estou ficando moderninho: hoje comecei a dar pitacos lá em cima, na turma do Face. Se essa moda pega, adeus blog com grandes comentários daqueles escritos pelos Mário de Andrade digitais, para usar um termo criado pelo Xico Sá.

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Marcelo de Matos

31 de outubro de 2012 às 11h24

Minha filha mora e trabalha no interior e não gosta de dar notícias suas para os pais. Ela já tem 25 anos e, mais frequentemente, fico sabendo onde ela está porque recebo mensagem no celular, emitida pelo cartão de crédito, informando os gastos em refeição, lanche, combustível, etc. Se pergunta dela respondo: ainda há pouco esteve no shopping tal e tomou lanche. O chip escolar, na verdade, será apenas mais um.

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Valdeci Elias

31 de outubro de 2012 às 11h04

Se os alunos cumprissem suas obrigações, o chip seria inutil. Prefiro meu filho com um chip assistndo aula. Do que na rua ,sem eu saber, oque ele esta fazendo.

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    Marcelo de Matos

    31 de outubro de 2012 às 11h14

    Apoiado Valdeci. Quem é pai sabe que isso traz grande tranquilidade.

    fernanda

    01 de novembro de 2012 às 01h01

    concordo plenamente,no meu caso se eu tivesse um chip no uniforme do meu filho não estaria agora procurando ele,este é um sistema válido,não é perseguição,é simplesmente uma forma de deixar os pais tranquilos sabendo onde seus filhos estão.

Marcelo de Matos

31 de outubro de 2012 às 10h54

O escritor inglês George Orwell escreveu um romance indignado contra o monitoramento das pessoas por câmaras – “1984”. O sucesso foi enorme, não porque Orwell fosse um gênio do idioma de Shakespeare, mas, porque caiu na graça da mídia por ter publicado, quatro anos antes, A Revolução dos Bichos, em que satirizava a revolução russa. Hoje a Inglaterra é campeã mundial em monitoramento de cidadãos por câmaras e não há Orwell que ainda proteste. O chip nos uniformes escolares é uma experiência bem-vinda. Parece até que esse é o único problema de nossas escolas públicas, que nos meus tempos de bancos escolares era excelente. Decaiu em todos os sentidos: disciplina, educação, finalidade. O chip talvez ajude em alguma coisa – não será fundamental. O que a escola precisa é restaurar a disciplina. Estamos cansados de ver professores apanhando de alunos, ou saindo da sala para não presenciar brigas entre eles. Interessante que aqueles que caem de pau contra a experiência do chip não gostem de tocar nesses assuntos.

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    Willian

    31 de outubro de 2012 às 12h06

    Definitivamente você não entendeu “1984”. Releia.

    Amira

    31 de outubro de 2012 às 13h41

    kkk, ótima!
    eu particularmente odiei 1984 e acredito que tem artes que mais pavimentam a implantação de aberrações do que nos vacinam contra as mesmas, vide esse caso. Mas isso é outro assunto. Mas nem tanto. Como diz o Ney Matogrosso, vivemos hoje num mundo mais careta do que em 1970. Que triste pertencer à esta geração!
    Sinto pavor de pensar que mundo vai criar uma geração que está crescendo assistindo jogos vorazes.

Willian

31 de outubro de 2012 às 10h38

O aluno inteligente leva uma outra roupa e deixa o uniforme com chip com o colega e sai tranquilamente da escola. No fim, vão controlar a presença do uniforme…rs

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Willian

31 de outubro de 2012 às 09h50

Só vai gostar desta medida o pai que terceirizou à escola a educação de seus filhos. Cabe aos pais ensinar aos filhos que eles devem estudar. É difícil, mas nunca se disse que educar fosse fácil.

Responder

    Marcelo de Matos

    31 de outubro de 2012 às 10h33

    O problema é exatamente esse: a maioria dos pais terceirizou para a escola a educação dos filhos.

Julio Silveira

31 de outubro de 2012 às 08h54

Quando vejo um assunto complexo como esse da educação no Brasil sendo rebaixado com base num chip para controle de alunos, sem fazer o real motivo da necessidade deles fruto de uma quase completa falta de educação dos mesmos que grande parte até dos q

Responder

    Julio Silveira

    31 de outubro de 2012 às 09h00

    continuando:
    do que aqui frequentam como obrigação das escolas, não me surpreende por que os professores a cada dia que passa mais viram vitimas contumazes desses mesmos alunos e até de seus pais, nesse país.
    Poucos se debruçam verdadeiramente sobre o o problema preferindo o arrivismo do argumento de liberdade que se confunde com libertinagem. Mas fazem sempre isso por que as vitimas são os outros. Os criticos que nada apresenta gostam mesmo e de bater em manietados.

    Marcelo de Matos

    31 de outubro de 2012 às 11h01

    Concordo em gênero, número e grau: não falta nunca quem queira proteger os pobrecitos alunos. Recentemente, em uma escola particular, o aluno apagou o diário de classe da professora e ainda a agrediu. A mãe do aluno criticou a “atitude” da professora. O ensino público, e de certa forma o particular, não tem salvação no Brasil. A legislação impede que o aluno seja expulso, mesmo quando não obedece o horário de aulas, leva armas à escola, etc.

wander

31 de outubro de 2012 às 02h22

As escolas cada vez mais parecidas com as cadeias. O governo petista do DF deve ter gostado da ideia do Serra de mandar a febem fazer um estudo psicológico dos alunos.Então vai ser assim: presos em regime semi fechados têm tornozeleiras, alunos de escolas públicas tem chips em seus uniformes. Aqui em manaus se chama FARDA! E os “cidadãos de bem”, tão de bem quanto aqueles que apoiaram o golpe de 64, clamando por mais controle e muitas câmeras.Muuuuitas câmeras.

Responder

    Neotupi

    31 de outubro de 2012 às 09h54

    Quando uma mãe ou um pai deixa uma criança em uma creche ou escola, acredita que ela está sob guarda da escola. Se um aluno é indisciplinado e não aceita ficar sob essa guarda, os pais devem ser avisados, para resolver o problema com o filho. O chip é para isso e não cria nenhum tipo de repressão extra, pois a obrigação de presença já existe. Um chip apenas automatiza o controle. Estão fazendo tempestade em copo d’água com estas críticas. Errado é criança ou adolescente ficar faltando a aulas e os pais só descobrirem que há algo errado com filho tarde demais, às vezes na delegacia, no hospital ou no necrotério.

    wander

    31 de outubro de 2012 às 15h37

    Como já dito aqui, enquanto o ato de ir à escola for uma obrigação e não um prazer, nosso sistema de ensino continuará sendo uma porcaria. A escola não deveria ser um deposito de criança onde pais omissos deixam seus filhos mal educados nos cuidados de professores mal remunerados. Se matar aula é um problema crônico nas escolas de todo o páis o problema, provavelmente, deve estar, também, nas escolas e não apenas nos alunos fujões. E não são apenas os alunos que não gostam das escolas, a maioria dos professores também não gostam. escolas sem infra estrutura, com uma arquitetura que cada vez mais lembram cadeias, com salários baixos, com diretores arrogantes e despreparados com certeza não são um abientes prazerosos. Mas “cidadão de bens” aqui não estão precupados com isso. na verdade nem estão preocupados com educação dos filhos porque se estivessem as nossas escolas com certeza não estariam como estão. eles querem que coloquemos cabrestos em seus filhose e que podemos suas asas! Another Brick in the Wall!

Avelino

31 de outubro de 2012 às 02h05

Caro Azenha
Primeiro criam na sociedade que aprender nas escolas é uma coisa intragável, agora querem que esses mesmos alunos, que já foram pavlovados, sintam-se responsáveis pela sua intragabilidade e permaneçam nela, sendo para isso controlados via chips?!
Não tem nada mais vigiado na sociedade, do que professor e petistas.
Eu não concordaria com meu filho usando chips, mas questionaria por que se normalizou as escolas não terem suas últimas aulas e muito menos em quarta, sempre aquele jogão nas quartas, quintas e em especial nas sextas.
Quem falou que para aprender sempre tem que ser gostoso?!
Saudações

Responder

Scan

31 de outubro de 2012 às 00h01

“Os professores dos últimos horários reclamam que muitos alunos costumam sair antes do término das aulas. Por mais que a escola tente manter o controle, eles dão um jeito de sair da escola”.

Tente fazer com que os professores sejam menos cacetes e estejam realmente interessados em ensinar alguma coisa. E que pelo menos saibam o que estão ensinando.
Se, mesmo assim, houver aluno recalcitrante, use a palmatória.
Sieg Heil!

Responder

    Fabio Passos

    31 de outubro de 2012 às 00h16

    chip + palmatória.
    A união da mais moderna forma de controle com um dos mais tradicionais corretivos de comportamento indevido.

    Também é preciso contratar professores como Cezar Milano para garantir uma nova safra de entusiasmados leitores de veja.

José Joaquim

30 de outubro de 2012 às 23h08

Hoje nas escolas públicas está implantada a pedagogia Summerhill. Vão para as escolas. Mas frequentam as aulas quando querem.

Responder

Fábio

30 de outubro de 2012 às 22h38

Não vejo como denúncia. Vejo como um método de controle da frequencia das crianças nas escolas. Que hipocresia é essa? Nas escolas particulares ninguém reclama das câmeras presentes em salas de aula.

Responder

    Fabio Passos

    30 de outubro de 2012 às 23h39

    câmeras em sala de aula.

    Aula ou adestramento?
    Daqui a pouco os hipócrita vão condenar o uso do enforcador.

    Marcelo de Matos

    31 de outubro de 2012 às 11h08

    O uso do chip não tolhe a liberdade dos alunos. É um meio excelente para que os pais saibam se o filho chegou à escola, ou que hora saiu de lá. Outro dia levei um tremendo susto com minha filha de 25 anos. Ela é arquiteta e trabalhava em uma construtora do interior. Como tinha decidido pedir a conta, foi viajar com uma amiga e não foi trabalhar numa segunda-feira. Como na sexta ela tinha sido internada com problemas digestivos, um funcionário da empresa, através do Facebook, procurou parentes para informar seu desaparecimento. Em se tratando de crianças, então, o chip dá uma tremenda tranquilidade para os pais. Além do mais as crianças de hoje enganam os pais dizendo que estão na escola e saem por aí, inclusive consumindo drogas.

    Marcelo de Matos

    31 de outubro de 2012 às 11h13

    Adestramento é o que fazem certas lojas de shopping no que seria o treinamento de seus funcionários. O chip, por si só, não tem essa característica. É ingênuo acreditar que há algum espaço, como a internet, em que não somos monitorados. Aqui é exatamente onde descobrem tudo que pensamos.

Regina Braga

30 de outubro de 2012 às 22h25

Soluções simples para situações complexas.Vai ter choquinho qdo o aluno estiver conversando ou sair da aula?O aluno, vai poder salivar no refeitório?Perderam a noção!!!

Responder

Fabio Passos

30 de outubro de 2012 às 21h39

coleira digital.
O chip no uniforme é isso mesmo.

Responder

Leonardo Câmara

30 de outubro de 2012 às 20h33

Isso é uma grande idiotice, basta o cara comprar outro uniforme sem chip e deixar o outro na mochila de um colega. Isto acaba redundando no contrário do que se deseja.

Responder

    Neotupi

    30 de outubro de 2012 às 21h03

    Tenho impressão de que o sistema deve detectar se alguém tentar passar com 2 chips de uma vez.

Étore

30 de outubro de 2012 às 20h19

Ótima iniciativa, melhorará ainda mais quando a frequencia for registrada automaticamente.
Quem está reclamando me diga qual é, falando em opressão ou liberdade, a diferença entre o chip e o livro de chamada ?

Responder

lulipe

30 de outubro de 2012 às 19h54

Parabéns pela idéia, os mais interessados que são os pais e os alunos que querem estudar darão o apoio com toda certeza, já os vagabundos e aqueles que não são afeitos a controle, regras, disciplina, serão, com certeza, contrários.

Responder

renato

30 de outubro de 2012 às 19h48

Sou Joaõzinho, e quero burlar este programa já que ele apareceu!
É colado no uniforme, então só escola que tem uniforme, não é escola publica não?
Vou mandar um amigo no meu lugar?
Afinal a professora já nem me conhece mais?
Lá vem ela com aquele leitor de novo, e se ela descobrir onde botei o chip? Credo!
Vamos trocar de chip, todo mundo!Ihu!
Leva o meu chip, que eu vou dar um rolé?
Me dá dinheiro senão não te devolvo teu chip!
Perdi meu chip, quando custa outro?
Perdeu de novo! De novo!!! Vou te bater moleque!!
Sou um adulto! e nunca consegui gazear uma aula, por que estava chipado!
Nunca pulei o muro da escola! nunca!( traumatizado)
Olha o chip de escola X por 2 reais!!
Vendemos presença, 50 reais por 20 faltas!!

Responder

Sr.Indignado

30 de outubro de 2012 às 19h22

O aumento do estado policial terá consequencias sobre a vida adulta. Outros países já passaram por isso. O melhor mesmo é trabalhar o ser humano, o mais fácil e de resultados duvidosos é o chip.

Aliás, o fabricante do chip agradece.

Responder

Mauro Alves da Silva

30 de outubro de 2012 às 18h40

quando é que vão colocar chips nas professoras e na diretora da escola?

Responder

    Neotupi

    30 de outubro de 2012 às 19h14

    Professores são os funcionários públicos mais controlados que existem. Tem 30 ou mais alunos fazendo o controle social sobre eles.

    renato

    30 de outubro de 2012 às 19h38

    Boa resposta, sou fâ”

    Narr

    30 de outubro de 2012 às 19h40

    Os chips de controle sobre os professores também poderiam monitorar delitos verbais associados a palavras impróprias do tipo imperialismo, exploração capitalista, esquerda. Talvez um programa mais avançado pudesse detectar se a palavra foi proferida ao lado de adjetivos adequados ou inadequados. Por exemplo, a palavra Marx poderia ser seguida da palavra genial (inadequada) ou idiota (autorizada). Ou PT, que só poderia ser utilizada se acompanhada de palavras como quadrilha, mensaleiros, ignorantes, desgraça do Brasil, etc. Racismso só seria autorizado ao lado da expressão não-existe. Enfim, esta é minha modesta contribuição para a melhoria da qualidade da educação no Brasil. Nada que chegue nas alturas das contribuições inestimáveis do professor Ali-Kamel.

Neotupi

30 de outubro de 2012 às 18h27

Acho boa a ideia e não vejo nada de mais. É um controle de frequência como outro qualquer (chamada, lista de presença, etc), apenas mais exato. Qual a alternativa, principalmente no caso em questão cujo problema existe e é crítico de matar aulas no último horário? Imagine um inspetor de alunos ficar vigiando e telefonando para centenas de pais?

Responder

    Fabio Passos

    30 de outubro de 2012 às 21h42

    Qual a alternativa ao bedel digital?

    Educação e liberdade.

    Neotupi

    30 de outubro de 2012 às 22h19

    Se for pensar em liberdade como ausência de normas para criança, 90% sequer irá a escola. Não precisa de chip nem presença. O aluno vai a aula se quiser, quando bem entender. Também não precisaria fazer provas, não precisaria aprender a ler. Aliás pra que escola, então?

    Fabio Passos

    30 de outubro de 2012 às 23h07

    para que escola?

    Pelo jeito… para nada.
    Põe logo um chip para controlar/determinar comportamento e está tudo resolvido.

    Neotupi

    31 de outubro de 2012 às 00h12

    Fábio, você não acha que os trabalhadores na educação devem se dedicar a atividades mais nobres para a própria formação cidadã dos alunos em vez de ter que ficar alocados vigiando a entrada e saída, para telefonar aos pais só para avisar que alguém matou aula? Que mal há para o aluno em automatizar esse processo usando a tecnologia disponível? Todo aluno já tem obrigações disciplinares a cumprir como usar uniforme e frequentar a escola, usar um chip a mais não muda nada nas obrigações que o aluno já tem. Não acrescenta repressão nenhuma. A rigor um muro na escola e um portão fechado é mais repressivo, pois o chip em si não impede o aluno de ir e vir, apenas avisa ao pai e a própria escola que o aluno matou aula.

Fatima Oliveira: No município, governo de coalização é fracasso « Viomundo – O que você não vê na mídia

30 de outubro de 2012 às 17h51

[…] A escola do DF que testa chip para monitorar alunos […]

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