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Barão de Itararé: Vamos organizar o nosso ato contra os golpistas midiáticos da SIP


10/10/2012 - 18h16

Nesta quinta-feira, 11, às 11h haverá na sede  Barão de Itararé (Rua Rego Freitas, 454 – 1º andar – conj. 13, República) oficina para organizar ato público contra os golpistas midiáticos da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). O ato será no dia 15.

do site da campanha Para expressar a liberdade, via Blog do Altamiro Borges

São Paulo recebe entre 12 e 16 de outubro a Assembleia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). A SIP tem sido, nos últimos anos, a principal porta voz dos donos da mídia no continente, mas suas ações não se limitam à defesa de interesses empresariais. Não por acaso, os momentos em que ela esteve mais em evidência tiveram relação com a busca de desestabilizar governos progressistas da região.

A SIP coloca-se contra qualquer tentativa de regulação democrática, e usa a bandeira da liberdade de imprensa para defender a liberdade das empresas, numa visão que exclui a liberdade de expressão de setores inteiros da sociedade. A Argentina, por exemplo, que aprovou uma legislação considerada avançada por organizações insuspeitas como a Unesco e a OEA, sofre a oposição da SIP para poder colocar a lei em prática. O mesmo acontece com qualquer tentativa de democratização da comunicação em outros países.

É verdade que a liberdade de expressão tem hoje barreiras sérias para se estabelecer no continente, mas a maior parte delas não é abordada pela SIP. Ao contrário, a entidade faz de tudo para preservar o quadro de concentração, e não tem nenhuma ação em defesa do pluralismo e da diversidade na comunicação. A única agenda comum com o conjunto dos movimentos pela democratização da comunicação é o combate a ameaças físicas e a decisões judiciais que calam blogueiros, comunicadores e jornalistas.

Depois de 11 anos, a Assembleia Geral da SIP volta a São Paulo, e não há dúvida de que eles querem transformar o evento em um palco político para suas ideias.

Para a abertura, são esperados o Prefeito da cidade, o Governador do estado e a Presidenta da República. Pensando na necessidade de um contraponto, a campanha Para expressar a liberdade, a partir da iniciativa do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e da Frente Paulista pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação, em parceria com veículos como a pósTV/FdE, a Carta Maior, Revista Fórum, Brasil de Fato e Caros Amigos, vai promover duas atividades:

15/10

10h30 – Ato público pela ampla e verdadeira liberdade de expressão – Alameda Santos, 2233, São Paulo.

15h às 21h – Contraconferência online: Liberdade de expressão na América Latina: de que lado está a SIP? Com a participação de ativistas e especialistas do Brasil e da América Latina.

Se você defende a ampla e verdadeira liberdade de expressão, junte-se a nós!

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42 comentários

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Rosana Bertotti: Lula e Dilma, muito a desejar na área da comunicação « Viomundo – O que você não vê na mídia

13 de outubro de 2012 às 08h34

[…] Barão de Itararé: Vamos organizar o nosso ato contra os golpistas midiáticos da SIP […]

Responder

Altamiro Borges: A SIP condenará a censura à Folha Bancária? « Viomundo – O que você não vê na mídia

12 de outubro de 2012 às 14h07

[…] Barão de Itararé: Vamos organizar o nosso ato contra os golpistas midiáticos da SIP […]

Responder

abolicionista

11 de outubro de 2012 às 19h59

Estarei lá!

Responder

mineiro

11 de outubro de 2012 às 19h40

todos nos que apoiaram o lula e a dilma , sabe muito bem como foi aquela campanha suja que ela enfrentou. e agora ta todo mundo vendo que ela esta do lado dessa turma e nao adianta ninguem falar o contrario. quer dizer que somos todos palhaços , quando é em epoca de eleiçao ela precisa dos movimentos sociais , sindicais , militancias e tudo mais. na hora de governar ela fica do lado da imprensa golpista. idiotas ninguem aqui é . ou ela quer fazer-nos de idiota. parece que é isso que ela quer. cuspir na cara dos brasileiros que deu um voto de confiança. ta todo mundo vendo, que tudo que essa turma fala , faz , tudo cheira golpe . so ela que nao ve isso ou nao quer ver. por isso eu digo , acorda pres. antes que seja tarde demais.

Responder

Rasec

11 de outubro de 2012 às 15h33

Carta Capital n˚ 719

O eleito é quem pauta o debate
O candidato do PT não teme o “mensalão” ou o obscurantismo
A Piero Locatelli e Sergio Lirio

Visivelmente cansado após uma campanha intensa no primeiro turno e reiniciada a todo vapor mal os resultados das urnas foram anunciados na noite de domingo 7, o petista Fernando Haddad recebeu CartaCapital em seu escritório no comitê eleitoral no centro de São Paulo. Em meio às negociações de apoios no segundo turno e às definições de uma extensa agenda nas próximas semanas, entre uma xícara de café e vários telefonemas, o candidato avaliou o cenário da disputa. Segundo ele, a insistência em pautar o julgamento do “mensalão” no debate eleitoral e o obscurantismo religioso não vão influenciar as urnas. Para Haddad, a cidade quer mudança. Quanto ao discurso de José Serra, que prometeu governar para os pobres, ironizou: “É uma piada de mau gosto. Ele deve desculpas à periferia”.

CC: Como é possível escapar do debate sobre o mensalão no segundo turno de SP?
Fernando Haddad: Não vou fugir de nenhum debate. Mas o que tenho dito e repetido é que eu nunca fui abordado para responder a respeito desse assunto por nenhum cidadão. E todos os dias eu fui perguntado a respeito por jornalistas. Quer dizer, este não parece um tema, uma pauta, do eleitor. Mas se alguém me perguntasse na rua, responderia sem problemas. Entendo que o cidadão vai pautar o debate sobre a cidade, vai exigir soluções. Ele não está feliz, está sofrendo. Hoje, o paulistano, o morador de SP, sofre nas filas, nos trens, nos ônibus, nos hospitais. A educação vai mal. Imagina SP ter indicadores de qualidade piores do que os de Teresina, que tem metade dos recursos de SP para investir. Como a cidade mais rica do País tem uma educação tão pobre? Não posso me desviar do assunto central, que é discutir a cidade.

CC: Em seu primeiro discurso após o resultado oficial do primeiro turno, Serra voltou a citar o julgamento do Supremo. Em resposta, o senhor mencionou nos últimos dias o “mensalão mineiro”. A sua campanha pretende explorar esse tema?
FH: Não posso antecipar nossa estratégia. As decisões táticas a serem tomadas vão depender muito dos desdobramentos da campanha. Não se pode interditar um debate, qualquer um. Se ele acontecer, vamos responder. Mostrar que não se trata de uma questão partidária. Basta ver o que acontece na cidade. As denúncias referentes à administração municipal, ou mesmo estadual, não ganham o mesmo destaque daquelas que ocorrem em plano federal. Mas há inúmeros secretários que respondem a processos de improbidade e cujos indícios de problemas são muito claros.

CC: Celso Russomano obteve suas maiores votações em redutos petistas. Como recuparar esse eleitor?
FH: É preciso compreender os votos em Russomano. Quase um quarto do eleitorado o escolheu e está preocupado com temas que ele expôs na campanha. Dois temas em especial preocupam bastante os paulistanos, a segurança e a qualidade do serviço público. Nas nossas próprias pesquisas qualitativas eles apareciam como pontos importantes. Precisamos prestar atenção a essas demandas. No nosso caso, trata-se de expor melhor nossa plataforma. Fui o único candidato a apresentar um programa de governo. Na questão da segurança, por exemplo, temos várias propostas. Vamos apresentá-las aos eleitores.

CC: O senhor não demorou a criticar Russomano?
FH: Não, foi no momento certo. Não posso ver êxito maior em uma campanha. Saí de 3% e cheguei a 30%.

CC: Mas é um índice menor do que o PT tem obtido nas últimas eleições.
FH: No contexto atual, com um candidato novo, com uma agenda política sobrecarregada com assuntos que nada têm a ver com eleições municipais e que tomaram conta dos noticiários…

CC: Foi uma eleição despolitzada?
FH: Não havia a necessidade imperiosa da sobreposição dos calendários (entre a eleição e o julgamento do “mensalão”). Nada estava para prescrever em dois meses. Obviamente, a agenda municipal acabou prejudicada, nada que não seja reversível. Mas é inegável a concorrência das agendas. Ao longo de 45 dias, com exceção dos dias em que as pesquisas foram divulgadas, a eleição municipal nunca foi o assunto principal dos jornais, revista e sites noticiosos.

CC: O eleitor demorou a se conectar nas eleições.
FH: sim, a população demorou a perceber, pois a agenda era outra. A agenda era o julgamento. E o julgamento poderia ter acontecido a qualquer momento, por mim teria acontecido há dois anos, teria sido melhor. Esse tipo de coisa, quanto antes melhor, quanto mais cedo resolver, melhor. Mas a coincidência perfeita de certa forma prejudicou os debates sobre as cidades.

CC: Como o senhor interpreta os votos de Chalita?
FH: Assim como Russomano foi visto como uma novidade dos bairros periféricos, Chalita foi uma novidade do centro expandido, soube dialogar com essa fatia do eleitorado. Teve o ônus e o bônus de não liderar. Isso lhe permitiu fazer uma campanha sem sofrer nenhum tipo de ataque.

CC: O Serra acusa o PT de governar para os ricos e promete administrar para os pobres. O que o senhor acha?
FH: Soa como uma piada de mau gosto. Isso vai ser muito mal recebido na periferia, a rejeição dele pode aumentar ainda mais. Na verdade, ele deve um pedido de desculpas à periferia, aos pobres. A cidade está maltratada, os pobres estão maltratados. Chegaram a requintes de crueldade.

CC: O que o senhor chama de requintes de crueldade?
FH: Caçar alvarás de ambulantes com deficiência, proibir caridade com população de rua e escrachar lojista de periferia com multas estremamente arbitrárias.

CC: O senso comum reza que o segundo turno é outra eleição. O senhor concorda?
FH: Seria se o Russomano tivesse passado ao segundo turno. Mas creio que esta vai ser uma eleição nos moldes tradicionais.

CC: Qual será a mensagem de sua campanha?
FH: Mudança. O eleitor votou pela mudança. Mais de 60% dos votos foram dados a favor da mudança. Há espaço para mostrar que existe uma forma segura de fazê-la, uma maneira adequada.

CC: O senhor teme ataques religiosos como os do pastor Silas Malafaia, que voltou a mencionar o suposto “kit gay” elaborado quando o senhor era ministro da Educação?
FH: Não. A maioria dos eleitores está esclarecida a respeito. Quem jogar no obscurantismo pode até ganhar alguns votos, mas vai perder mais do que ganhar. Não tenho a menor dúvida. Fui muito bem votado entre os evangélicos. Não tive nenhuma dificuldade.

CC: O peso da religião e de seus líderes é supervalorizado?
FH: Depende. Se um candidato ofender a crença de alguém, não duvidaria dos efeitos (negativos). Mas não é o meu caso.

Responder

    Mário SF Alves

    11 de outubro de 2012 às 16h38

    Ôpa! Gostei das respostas do Haddad. Suficientemente claras. Suficientemente fortes. Suficientemente corajosas.

Roberto Locatelli

11 de outubro de 2012 às 15h01

Se Dilma comparecer a esse covil de golpistas, realmente saberemos que não podemos contar com o Governo Federal em nossa luta contra o golpe de estado.

Responder

    Mário SF Alves

    11 de outubro de 2012 às 16h46

    Ê, Loctelli, olhe lá, você está ficando versado em golpe, hein?
    Afinal, e falando sério, é lutar contra o golpe no sentido de lutar contra a ameaça de golpe? Ou seria mesmo no sentido literal/desmanchar o golpe?

    demetrius

    11 de outubro de 2012 às 18h01

    Conheça teu inimigo como a ti mesmo

    mineiro

    11 de outubro de 2012 às 19h34

    concordo plenamente , se ela for a esse evento golpista é a decisao dela de ficar do lado dessa turma maldita golpista. e vai ser o fim dela nos movimentos sociais , sindical , e nos que votamos nela. ela vai deixar uma impressao de que esta do lado dessa turma e nos traindo descaradamente. tomara que estejamos todos errados , mas nao sei nao.

Messias Franca de Macedo

11 de outubro de 2012 às 11h23

A QUE PONTO CHEGAM ‘AS GRACINHAS DO GARCIA’ “DA GLOBO”! ENTENDA

No comentário matinal de hoje (11/10/12), (a)notou o jornalista, abre aspas: “Na última sessão do STF, o ministro Ricardo Lewandovski foi flagrado [(sic) – adendo nosso] por um fotógrafo, conversando com o colega Dias Toffoli!…” Quer dizer, então, que um fotógrafo de um determinado jornal “flagrou” [“foram pegos em flagrante”!] dois membros do STF dialogando na Sala do Júri da Corte Suprema do país?! Considerando a tese do ‘domínio do fato’, é bastante ‘plausível’ que os dois colegas estivessem fazendo exposição – ‘in off’ – de tratativas, ardilosos conchavos, mesmo porque não é crível que estes dois ministros mancomunados estivessem tratando de outro assunto afora o mensalão [o mensalão do PT, revisor!].

RESCALDO: realmente, essa tal tese do ‘domínio do fato’ irá “dar muitos panos para manga”!

VALE A PENA RELEMBRAR: o tal do Alexandre Garcia “da Globo” exerce também a função de, digamos, capilarizar o PIG! Todas as manhãs, comentários do jornalista são retransmitidos por muitas emissoras de rádio dos rincões do Brasil!

… É verdade: o golpe [midiático] está sendo televisionado – e irradiando pelas ondas potentes do rádio!… A DIREITONA [golpista] OPOSIÇÃO AO BRASIL golpista está sempre à espreita!

AS RUAS ESPERAM POR VOZES! OU NÃO?!…

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado de pipoca e limonada, elevando a audiência da TV (In)Justiça!…

Responder

FrancoAtirador

11 de outubro de 2012 às 08h48

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POR UMA NOVA LEI DE COMUNICAÇÃO

Início da década de 60. Naquele tempo, o Brasil era um país parlamentarista e ainda vivia a euforia pelo bicampeonato mundial de futebol. A tensão política permanecia no ar um ano após uma tentativa de golpe pelos militares – e um ano e meio antes de eles conseguirem efetivá-lo. Os radiodifusores começavam a se organizar e fundavam a Abert para disputar os termos do que viria a ser o novo Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT). Sancionado em 27 de agosto de 1962, o Código estabelecia pela primeira vez um marco regulatório organizado para as comunicações.

Sua aprovação tinha dois objetivos principais. Um era modificar o quadro das telecomunicações no país. Ele autorizava a criação da Embratel, dando início à estatização dos serviços de telecomunicações, antes fragmentados nas mãos de pequenas empresas privadas de atuação estadual. O segundo era colocar regras claras para a operação de rádio e TV no Brasil. Considerando o período em que foi aprovado, o CBT era até bem moderno. Combinava a regulamentação de telégrafos, telefonia, rádio e televisão.

O problema é que desde o nascedouro ele foi redigido pelos radiodifusores, e já saiu com a cara de quem pensa a comunicação como negócio, não como direito. Diferentemente da opção feita por países como Estados Unidos, Inglaterra e França, a lei brasileira não trazia nenhum limite à concentração dos meios de comunicação, nem buscava fortalecer um serviço público de rádio e televisão. Pluralismo e diversidade eram termos ausentes e conceitos ignorados.
A radiodifusão brasileira, que nascera pública, consolidava ali o modelo privado que Chateaubriand já tinha imposto ao país. Os poucos limites que o sistema brasileiro tem à concentração viriam por meio de um decreto-lei da ditadura militar, já em 1967; justamente a ditadura que depois incentivaria com recursos públicos da Telebrás o fortalecimento das redes nacionais de televisão.

Desde então, o Código sobreviveu a mais de vinte propostas de modificação, em debates que se iniciaram ainda no final da década de 1970 e passaram por vários governos, inclusive o de Fernando Henrique Cardoso. Ele foi tornado obsoleto pela Constituição Federal de 1988, que incluiu cinco artigos específicos sobre a comunicação e já demandava que o país discutisse uma nova lei geral para o setor. Mas nunca se conseguiu vencer a força dos donos de emissoras de rádio e televisão, que sempre preferiram manter tudo como sempre esteve.

Em 1995, quando se iniciou o debate sobre a privatização da telefonia, viu-se a necessidade de modificar o CBT. Mas, por pressão dos radiodifusores, o governo resolveu separar radiodifusão e telecomunicações. Em um momento de convergência tecnológica, o Brasil pegava a contramão. Em 1997, o Código foi retalhado e sobraram só os artigos relativos à rádio e televisão.

Quinze anos depois, aquele restolho é o que segue dando as regras para a radiodifusão. Não responde à convergência, não respeita a Constituição, não promove a diversidade, não garante o pluralismo e mantém a liberdade de expressão restrita aos donos dos meios de comunicação. Segue representando os valores arcaicos de uma época que o Brasil já deveria ter superado. 50 anos depois, é hora de uma nova lei para um novo tempo.

http://paraexpressaraliberdade.org.br/index.php/documentos/60-por-uma-nova-lei-de-comunicacao

Responder

Mardones Ferreira

11 de outubro de 2012 às 08h46

Depois do golpe no STF contra o PT e todo o jogo feito pelo PIG, se a Dilma for a esse antro e falar do controle remoto…

Todo apoio a essa iniciativa contra a reunião da SIP.

Responder

João Alexandre

11 de outubro de 2012 às 08h33

TÁ NA HORA DOS ATIVISTAS DE SOFÁ SAÍREM ÀS RUAS!

Responder

    Luís

    11 de outubro de 2012 às 10h05

    Ativistas de sofá irem às ruas? Mais fácil ver um burro voando.

    Mário SF Alves

    11 de outubro de 2012 às 16h49

    Você quis dizer “mais fácil ver a b… de um burro voando”, né?

neopartisan

11 de outubro de 2012 às 07h06

Contribuição ao Contraponto: provas indiscutíveis de que o passado condena!
http://m.youtube.com/?reason=8&rdm=4274#/watch?v=n6HV-Jpc3I8&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3Dn6HV-Jpc3I8&gl=BR

Responder

Ildefonso Murillo Seul Batista

11 de outubro de 2012 às 04h24

A Globo extrapolou todos os limites nessa campanha partidaria do mensalão. Ta na hora de ouvir a resposta do povão nas ruas!!!

Responder

    Willian

    11 de outubro de 2012 às 21h03

    Todos às ruas então.

Ildefonso Murillo Seul Batista

11 de outubro de 2012 às 04h21

A Presidencia enquanto instituição tem que estar presente e fazer um procunciamento moderado. Quem tem que fazer barulho é nois povão para que o governo tenha respaldo para peitar a BESTA!!!

Responder

Antonio Marcos

11 de outubro de 2012 às 01h25

Com certeza estarei lá.

Depois do julgamento de exceção feito pelo judiciária com a pressão do PIG, temos que exigir a lei das mídias, eles não são donos do Brasil, vamos colocá-los no seu devido lugar.

Responder

Marat

10 de outubro de 2012 às 23h48

Por favor, Azenha, para quem não mora em SP: É ALAMEDA Santos… seria bom se eu pudesse ir, mas somente em pensamento estarei com vocês. Boa sorte e abraços fraternos a todos!!!

Responder

Rogerio

10 de outubro de 2012 às 22h49

Que tal uma grande fogueira com uma pilha de revistas VEJA velhas, para mostrar descontentamento com as mentiras publicadas pela revista ?

Responder

    Ildefonso Murillo Seul Batista

    11 de outubro de 2012 às 04h15

    Para queimar, eu até compro uma meia dúzia nova mesmo!!! kkkkkk

    Luís

    11 de outubro de 2012 às 08h06

    Serve também a edição que tem a Dilma na capa?

    Mário SF Alves

    11 de outubro de 2012 às 16h52

    Não. Isso é coisa de nazista; coisa de tribunal de inquisição; coisa de regime de exceção. Não não dá. Definitivamente.

FrancoAtirador

10 de outubro de 2012 às 22h39

.
.
Para que a liberdade de expressão seja realmente um direito de todas as pessoas é preciso que o poder público assuma a responsabilidade de garantir as condições para que ela seja realizada.

O marco regulatório da comunicação no Brasil é um passo fundamental para que isso possa acontecer.

Sabemos que, para tanto, é imprescindível que a sociedade se mobilize e cobre essas medidas.

É preciso muita luta Para Expressar a Liberdade.

Centro de Cultura Luiz Freire

http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/index.php/noticias/41-centro-de-cultura-luis-freire

Responder

FrancoAtirador

10 de outubro de 2012 às 22h34

.
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Defensora histórica da diversidade e da pluralidade, a CUT se soma à mobilização da sociedade brasileira na luta pela democratização da comunicação.

Esse é o caminho para efetivarmos a verdadeira liberdade de expressão, garantindo que todos e todas, indistintamente, tenham vez e voz.

A existência de monopólios de mídia tem significado o empobrecimento de todo e qualquer debate, com o cerceamento do direito das pessoas à informação, tantas vezes manipulada em função dos interesses de grupos econômicos.

É inaceitável a transmissão de uma opinião única, impositiva, sem espaço ao contraditório, uma vez que o mesmo grupo controla o rádio, a televisão, o jornal e a internet.

Queremos respirar.

O êxito da campanha do FNDC é fundamental para a consolidação de uma sociedade democrática.

Vagner Freitas, presidente nacional da CUT
(Central Única dos Trabalhadores)

http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/index.php/component/content/article/14-depoimentos/44-cut

Responder

    assalariado.

    11 de outubro de 2012 às 11h36

    Camarada Franco, muitas vezes fico na bronca com os “lideres” dos trabalhadores, como é o caso neste momento do Sr. Wagner Freitas (CUT) e noutro dia a Sra. Maria Izabel (APEOESP), lutadores sociais estes que, entre outros, se dizem ao lado do povo explorado pela burguesia patronal. Muitos destes tem estruturas e dinheiro (partidos, sindicatos, centrais sindicais, …) para o bem informar os assalariados e os explorados da nação, no amplo sentido da palavra, não o fazem, por que? Ora, se a burguesia na sua totalidade (financeira, industrial, latifundiaria e tal, … tem a maquina PIG, para lavar os cerebros dos assalariados e da nação, os trabalhadores também o tem, como sabemos. Porém, em seus boletins de base, estes nossos “lideres”, nunca usam como forma de lutas nada além do que a luta economicista em detrimento das informações em geral no que se refere aos acontecimentos politicos da nação. Eles os “lideres” tem as maquinas pró povo nas mãos, não a usam como feramentas de contra informação as maquinas manipuladoras do capital escrito, falado e televisado.

    Saudações Socialistas.

FrancoAtirador

10 de outubro de 2012 às 22h32

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.
A sociedade brasileira, especialmente a classe trabalhadora, só garante os seus direitos quando se organiza e luta para enfrentar e impor derrotas à burguesia brasileira, que tenta de todas as formas impedir reformas democráticas e populares.

A campanha pela liberdade da expressão é importante para ajudar na organização e conscientização da classe trabalhadora e denunciar o controle da burguesia sobre os meios de comunicação de massa, que manipulam as informações para combater as lutas populares e impedir os avanços da sociedade.

Uma grande campanha pela liberdade de expressão, casada com lutas de massas do conjunto de organizações de classe trabalhadora, poderá contribuir na realização das grandes reformas estruturais que o nosso país precisa, como a reforma agrária, a universalização da educação e a democratização da comunicação.

João Pedro Stédile, por MST e Via Campesina

http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/index.php/noticias/65-joao-pedro-stedile

Responder

Valmont

10 de outubro de 2012 às 22h30

Já depositei a minha contribuição.
Faça a sua parte. Ajude o movimento.
Contribua em

http://paraexpressaraliberdade.org.br/index.php/component/content/article/10-itens-de-menu/74-contribua

Responder

Rodrigo Leme

10 de outubro de 2012 às 22h13

A necessidade de contraponto já não é coberta com os patrocínios estatais / sindicais / entidades de natureza pública em alguns dos veículos que apoiam a iniciativa, sendo que os leitores de alguns não enchem uma Kombi? Que mais querem?

Responder

    edson sanches

    10 de outubro de 2012 às 23h52

    Chico Lang, você não se elegeu…

    sandro

    11 de outubro de 2012 às 02h57

    Queremos fechar esse “blog” e depois leva-lo ao Mac donalds e quem sabe
    lhe dar um belo e suculento “pirulito”.Sr .Zoinho Virado.

    ZePovinho

    11 de outubro de 2012 às 11h31

    Eis os contratos, datas e seus valores, de acordo com o Diário Oficial:

    http://namarianews.blogspot.com.br/2011/09/alckmin-9-milhoes-pela-fidelidade-da.html

    27/julho/2011 – Época
    – Contrato: 15/00628/11/04
    – Empresa: Editora Globo S/A
    – Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 (cinco mil e duzentas) assinaturas da “Revista Época” – 52 Edições, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – Projeto Sala de Leitura.
    – Prazo: 365 dias
    – Valor: R$ 1.203.280,00
    – Data de Assinatura: 26/07/2011
    (*Primeiro comunicado no DO em 12/julho/2011)

    29/julho/2011 – Isto É
    – Contrato: 15/00627/11/04
    – Empresa: Editora Brasil 21 LTDA
    – Objeto: Aquisição pela FDE, de 5.200 (cinco mil duzentas) assinaturas da “Revista Isto É”, 52 Edições, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – Projeto Sala de Leitura.
    – Prazo: 365 dias
    – Valor: 1.338.480,00
    – Data de Assinatura: 25/07/2011.
    (*Primeiro comunicado no DO em 12/julho/2011)

    3/agosto/2011 – Veja
    – Contrato: 15/00626/11/04
    – Empresa: Editora Abril S/A
    – Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 (cinco mil e duzentas) assinaturas da “Revista Veja”, 52 Edições, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo
    – Projeto Sala de Leitura
    – Prazo: 365 dias
    – Valor: R$ 1.203.280,00
    – Data de Assinatura: 01/08/2011.
    (*Primeiro comunicado no DO em 12/julho/2011)

    6/agosto/2011 – Folha
    – Contrato: 15/00625/11/04
    – Empresa: Empresa Folha da Manhã S.A.
    – Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 (cinco mil e duzentas) assinaturas anuais do jornal “Folha de São Paulo”, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – Projeto Sala de Leitura
    – Prazo: 365 dias
    – Valor: R$ 2.581.280,00
    – Data de Assinatura: 01/08/2011.
    (*Primeiro comunicado no DO em 23/julho/2011)

    17/agosto/2011 – Estadão
    – Contrato: 15/00624/11/04
    – Empresa: S/A. O Estado de São Paulo
    – Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 assinaturas anuais do jornal “O Estado de São Paulo”, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – Projeto Salas de Leitura.
    – Prazo: 365 dias
    – Valor: R$ 2.748.616,00
    – Data de Assinatura: 01-08-2011.
    (*Primeiro comunicado no DO em 23/julho/2011)

    Total: R$ 9.074.936,00.

    Ler mais: http://namarianews.blogspot.com/#ixzz2907Vm1el

    Mário SF Alves

    11 de outubro de 2012 às 17h01

    Isso aí corresponde a quantos exemplares contratados?

Roberto Locatelli

10 de outubro de 2012 às 22h10

Excelente iniciativa. Absurdo a presidenta se dispor a comparecer a esse encontro golpista. O ato é fundamental para que o governo saiba que essas endireitadas não passam despercebidas por nós.

Responder

    sandro

    11 de outubro de 2012 às 03h01

    Sei não.
    Dona Dilma anda meio invocada, acho que ela vai chutar o “pau da barraca”.E nao tem nada à perder, sem essa de ‘Veta Dilma” agora é:
    “CHUTA DILMA” que a briga já esta comprada.

Maria Izabel L Silva

10 de outubro de 2012 às 20h22

“Nada de correr da raia, nada de morrer na praia …” Essa briga vale a pena. Se estivesse em Sâo Paulo, já estaria lá, em todos os atos.Panelada nos engomadinhos

Responder

Paulino

10 de outubro de 2012 às 18h35

A matrix da corrupta está no Rio. Não vai ter nada???

Responder

    José de Almeida Bispo

    10 de outubro de 2012 às 22h59

    Mas a meretriz também estará lá sentada.
    A Besta a quem “Todos os habitantes da terra adorarão a besta,” (Apo, 13, 8) e que por ela “Todas as nações foram seduzidas por suas feitiçarias” (Apo, 18, 23)

    trombeta

    11 de outubro de 2012 às 08h07

    É um erro Dilma ir a esse evento, quando o baronato midiático der o golpe ela vai aprender.


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