VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Santayana: Dar aos espanhóis o tratamento dado por eles aos brasileiros


22/02/2012 - 17h25

21/02/2012

A ESPANHA E O PRINCÍPIO DA RECIPROCIDADE

por Mauro Santayana, em seu blog, via Grupo Beatrice e MVMeireles

Se, conforme o personagem de Guimarães Rosa, cada um de nós tem os seus seis meses, com as sociedades nacionais ocorre a mesma coisa. Em tempos recentes, e as causas são conhecidas, o Brasil passou por momentos amargos, e centenas de milhares de brasileiros se dispersaram pelo mundo – do Japão à Irlanda, de Portugal ao Canadá. Era a diáspora econômica, depois da diáspora política dos anos de chumbo.

Uma onda de xenofobia nos atingiu, principalmente na Península Ibérica. Em Portugal, país de que jamais poderíamos esperar uma atitude dessas, fomos rechaçados como leprosos morais. Foi necessária uma combinação diplomática hábil, entre firmeza e paciência, conduzida, nos momentos mais agudos, pelo Embaixador José Aparecido de Oliveira, que contou com as personalidades políticas mais responsáveis daquele país – entre elas e, em primeiro lugar, Mário Soares – a fim de que o repúdio aos brasileiros se amenizasse.

Dos espanhóis, a quem não nos ligavam os mesmos sentimentos afetivos, recebemos tratamento igual, mas que não nos doeu, naquele momento, tanto quanto o daqueles de quem herdamos a língua e a nossa forma de sentir o mundo.

Na época, muitos brasileiros lembraram, menos como cobrança histórica, mas com perplexidade, da acolhida que o nosso país sempre deu aos europeus, nas épocas de crise, principalmente aos portugueses, mesmo tendo sofrido, como havíamos sofrido, a brutalidade do colonialismo. Em toda a Europa, a situação foi semelhante.

Registremos, com justiça, que – mesmo com o rigor de suas leis a respeito do assunto – nos Estados Unidos, no Japão, e no Canadá, os brasileiros não foram vistos com o mesmo desprezo que sofríamos na Europa.

Os ventos históricos movem as nossas velas, neste momento. As circunstâncias internas e externas, aproveitadas com inteligência pelo governo e pela sociedade brasileira, nos permitiram, até agora, fazer frente à crise internacional, e assegurar relativo crescimento ao país. Os que têm bom senso se esquivam de considerar essa situação como adquirida para sempre. Também contraria a nossa índole transformar os êxitos atuais em manifestações grosseiras de desforra. As lições da História não podem ser desprezadas.

Todos os povos são iguais. O sentimento de patriotismo é positivo, mas não pode ser exercido na xenofobia, no chauvinismo, no preconceito étnico. A nossa diplomacia sempre tratou com cautela o problema dos brasileiros no Exterior. Por um lado, em alguns governos, como os de Fernando Collor e Fernando Henrique, fomos conduzidos pelo complexo de inferioridade, e tentávamos entrar no convívio dos países maiores – como fazem os servidores contratados para as festas – pelas portas dos fundos.

Pelo outro, temíamos, ao tratar de tema tão delicado, que o nosso endurecimento pudesse provocar situações ainda mais difíceis aos nossos compatriotas no exterior.

Depois que o Tratado de Schengen foi alterado pelos acordos de Lisboa, de 2007, a situação dos chamados extracomunitários na Europa se tornou ainda mais dramática. A Espanha, Portugal e a Itália exacerbaram o controle da entrada, em suas fronteiras, dos visitantes latino-americanos em geral – e dos brasileiros, em particular. E, convém registrar: o Aeroporto de Barajas, em Madri, destacou-se na brutalidade em reter os turistas brasileiros em suas instalações, principalmente os mais jovens, antes de devolvê-los, sob o látego da humilhação. Muitos eram algemados, e assim mantidos nas dependências policiais, sem comer, nem beber. Ao mesmo jejum eram submetidas as crianças retidas.

Em 2007, mais de 3.000 brasileiros já haviam sido repatriados dos aeroportos espanhóis, com um prejuízo, só em passagens, de mais de 6 milhões de dólares. Em 2008, foram 2.196. Em 2009, 1.714. Em setembro de 2010, ocorreu a segunda Reunião Consular de Alto Nível entre os dois países, mas nada mudou. Naquele ano foram expulsos mais 1.695 brasileiros.

O governo atual, que procura solucionar problemas antigos, entre eles, os da corrupção no Estado, decidiu reexaminar a questão. O Itamaraty vinha tentando, com a paciência tradicional da Casa, resolver o problema com as autoridades espanholas, sem qualquer êxito. Reuniões se fizeram em Madri e foram feitas promessas, nunca cumpridas.

Diante de tudo isso, a Chancelaria decidiu exercer, na defesa de nossos compatriotas, o direito e o dever da reciprocidade. A partir de dois de abril, os espanhóis que vierem ao Brasil deverão cumprir as mesmas exigências que as autoridades espanholas exigem dos visitantes brasileiros. Nenhuma a mais, nenhuma a menos.

Em conseqüência, um movimento de ódio, insuflado pela extrema-direita espanhola, ocupou a internet, com insultos chulos contra o povo brasileiro. Voltaram aos estereótipos: todo jovem brasileiro que chega a Madri é um travesti; toda jovem, uma prostituta. Travestis e prostitutas existem em todas as sociedades, e se essas pessoas mudam de país é porque encontram em seu destino mercado para as suas atividades. E há mais: as organizações internacionais humanitárias denunciam essa mobilização como tráfico internacional da escravidão branca. Moças e rapazes são seduzidos com falsos contratos de trabalho, ou sob enganosas promessas de casamento, para serem submetidos ao cárcere privado, em prostíbulos.

Em princípio, qualquer estado soberano tem o direito de fechar suas fronteiras a qualquer estrangeiro, negando-lhe a entrada, sem explicar sua atitude. Mas é da boa norma, nas relações internacionais, que trate com dignidade o recusado, favorecendo seu contato com as autoridades consulares de seu país, se as houver, e de prestar-lhe a assistência recomendada nas circunstâncias, como alimentá-lo e dar-lhe alojamento decente, enquanto durar a custódia. Não era o que ocorria aos brasileiros em Madri.

Temos sido muito complacentes – em nome dos interesses dos negócios do turismo – com os estrangeiros. Em certo momento, e já no governo Lula, o ministro do Turismo, Walfrido Mares Guia, propôs que revogássemos, unilateralmente, a exigência de vistos de turismo para os cidadãos norte-americanos. Felizmente, prevaleceu, na ocasião, o bom senso e a ponderação do Itamaraty de que não devíamos fazê-lo. Agora, o mesmo complexo de inferioridade se manifesta. Em programa de televisão, certa senhora de São Paulo, apresentada como analista de não sabemos bem o quê, criticou a posição brasileira. Somos humilhados e ofendidos pelos espanhóis e devemos, conforme essa senhora, tratá-los com o pão, o sal e as flores da velha hospitalidade. Não só devemos oferecer a outra face aos que nos estapeiam, mas, também, beijar as mãos agressoras.

Vamos receber, com o devido respeito, a partir do segundo dia de abril, todos os espanhóis que chegarem às nossas fronteiras, marítimas, aéreas e terrestres, munidos da mesma documentação que nos exigem em seu país, e submetê-los aos mesmos trâmites imigratórios, mas sem nenhum arranhão aos direitos humanos.

O povo de Cervantes e de Picasso, de Goya e de Lorca, é muito maior do que a facção dos Torquemadas e Francos, e merece o nosso respeito. Mas, até mesmo para que dêem valor à nossa acolhida, os espanhóis honrados sabem que devem cumprir as mesmas normas que cumprimos quando visitamos o seu país. Não merece respeito o povo que não respeita os outros povos, nem lhes exige, em troca, o mesmo comportamento.

Leia também:

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O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!

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98 comentários

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LSouza

15 de janeiro de 2016 às 11h23

Espanhóis são celtas que vieram do Egito em 2000 a.c. ou seja são gente hamito-semitas . Os brasileiros são em maioria portugueses descendentes de ancestrais visigodos e godos . Assim se esclarece a inveja de um povo hamito-semitas(espanhóis) que Não são , europeus contra quem tem ascendência europeia os portugueses descendentes brasileiros. Assim LSouza

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marcos martinelli

09 de março de 2012 às 16h08

excelente ideia essa de boicotar as empresas espanholas no Brasil. Até porque o Santander está quebrando, e a Telefonica (VivO) devendo mais de 54 bilhOes de euros. Quando quebrarem vao arrastar os clientes no mundo inteiro.

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    sininha

    14 de março de 2012 às 18h28

    eu concordoque o brasil tenha tomado essa decisao por muitas equivocos que passaram aqui no aeroporto de barajas, mas também vejo que infelismente no nosso país as pessoas estao muito mal acostumadas fazer o que querem, ai pobre nao tem vez que tem mas mand…….., e manda essa é a dura realidade entao eles acham que aqui so porque eles tem dinheiro que todos tem que lamber eles jgaul ai no brasil, que els nao respeitam as classe baixa aqui ja diz país igual, eu acho tambem que o español é um pouco frio,mas é do carater deles eu vivo aqui e sei….. e sei tambem que ja vieram muitos brasileiros pra cá, mas aqui a lei é, vc é igual a todos tenha ou nao tenha dinheiro, eu gosto daqui porque aqui nao existe isso quem tem mas manda…………. quem nao gosto da minha opiniao sinto muito olha que eu nao falei nem a metade da realidade, o brasil tem que mudar muito minha gente pra chegar aos pés de isso aqui!!!!!!!!!!!!! sendo eles primeiro mnudo por merecer ou nao isso nao importa aqui o que impoorta que sao, menos ou mas desarollado ou nao, mas que nos pode esta seguro que sao!!!!!

    sininha

    15 de março de 2012 às 11h13

    Eu amo o brasil mas certas coisas eu acho bom pro povo brasileiro saber valorisar-se, quando ver um europeu ai todos busca uma forma de se aparentar…… ai minha avó (ô) era españolllllllllllll, pra vcs aprenderem a dar mas valor aos seus compatriota sua gente, eles aqui se valorisam entre si apesar dos seus problemas nunca um estrangeiro vai está primeiro que seu povo como ai que os proprio brasileiro viram a cara aos seus, é mas nao vou nem pro brasil para afirmar isso aqui mesmo passa isso, eu faço é rir, o brasileiro o é povo mas desunido que eu ja vi na inha vida eu tenho é vergonha de certas atitudes………….. eu sei que vou ter muita critica sobre esse comentario mas tudo bem, mas espero que a indignaçao do povo sirva pra algo, eu sou cabelereira e ontem fui me escrever em um curso de aperfeiçoamanto aqui, encontrei com duas brasileiras do Paraná que estao aqui e aproveitaram pra fazer o curso, estivemos falando entao eu comentei sobre uma escova que ela estava fazendo em uma cliente, eu disse a ela nossa fui no brasil e o pessoal lá so quer fazer escova bem lisinha nimguem quer saber mas deste estilo de cabelo com cachos referindo-me a escolva dela…..

    sininha

    15 de março de 2012 às 13h35

    entao ela me disse ha mas depende da área onde esteja, no paraná sim pq temos o cabelo liso somos decendente de europeus, de alemao….eu já sei da decendencia deles enche a boca até parece ser diferente por isso jajajajajajaja, tá vendo nao adianta ir contra a corrente, so espero que estes acontecimentos sirvam de exemplo pro brasileiro,para respeitarem-se a si proprio, e en vez de se preoculparem com o desenvolvimento da españa ponham-se a estudar se nao logo mas eles vao ai a tomar os melhores posto de trabalho como sempre, e en vez de andar estufarndo o peito dizendo que sao ricos cendo que todos nós sabemos de sobra os problemas que ainda temos que enfrentar no nosso país sobre tudo uma delas e gravissima a segurança .

Sally

02 de março de 2012 às 11h11

Sou espanhola casada com brasileiro, moramos na espanha e posso dizer que eu acho todo esse negocio uma bestera. O povo espanhol nao gosta de admitir que a maioria tem um prejuizio contra muitas outras nacionalidades e raças. mas tem. E o mais engraçado é que o espanhol, e em geral a espanha inteira, nao tem nenhum lugar para julgar nem criticar outros quando o pais esta sumido numa crise histórica y com consequencias devastadoras. A recirpocidade é so um ferramenta de política exterior.
Estou indo para o brasil nesse ano, e to procurando ter tudo que precisaram para nao ter problemas na entrada… E assi poder disfrutar do pais que eu tanto adoro!

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Don Giovanni

24 de fevereiro de 2012 às 01h03

Sobre a Espanha vejam uma animação muito engraçada que explica por que a economia do pais tá tão mal das pernas.
http://www.youtube.com/watch?v=EqW9srTn7xM

Pensei que a situação havia mudado, pensei que estavam mais humildes agora. Pretendia esse ano ir ao Master 1000 de Madrid, mas acho melhor ir a outro lugar. Achei que eles estariam bastante ávidos pelo meu dinheiro rsrs.

Reciprocidade neles.

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Rique

23 de fevereiro de 2012 às 22h34

Gostei do texto. Só achei um pouco amarrado e difícil de ler pelo excesso de vírgulas (espero que não se ofenda).

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francisco.latorre

23 de fevereiro de 2012 às 21h26

ex-europa.

não perde a pose.

..

básico.

se perderem a pose.. sobra o que?..

..

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Marcelo de Matos

23 de fevereiro de 2012 às 18h25

Minha filha queria fazer um curso de 6 meses em Sevilha, na Espanha, na área de arquitetura. Tive de aguentar a má vontade e pouca educação do pessoal do consulado, enquanto aguentei. Aí pedi para minha esposa continuar cuidando dos trâmites burocráticos para que eu não acabasse saindo no braço com aqueles funcionários. Tive de lavrar escritura em cartório declarando que tinha condições de sustentar minha filha na Espanha. Ele teve de levar certa quantia em dinheiro, na bolsa, por exigência do pessoal do consulado. E foram tantas outras exigências que nem me lembro: seguro saúde, etc, etc. Agora o Brasil está importando engenheiros e técnicos desempregados da Espanha. Isso porque nosso ensino é precário. Muito engraçado: somos capazes de criar todo tipo de facilidades quando deveríamos dificultar a entrada dos castelhanos, na mesma medida.

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    Eduardo Di Lascio

    23 de fevereiro de 2012 às 19h08

    Os consulados são um horror mesmo, uma aula de como não atender o público.

Eduardo Di Lascio

23 de fevereiro de 2012 às 18h11

O preconceito é contra os mais pobres, não contra os brasileiros. Estive na Espanha a pouco tempo e fui tratado com simpatia em todos os lugares, inclusive no aeroporto. O preconceito existe sim, mas é dirigido às pessoas com aparência mais humilde, como em qualquer lugar do mundo, não é exclusivo deste ou daquele país. Outra coisa que tem que ser levada em conta é que a taxa de desemprego espanhola é brutal, o que torna os estrangeiros terceiro-mundista bodes-espiatórios de discursos xenófobos. Nada que surpreenda (ou que vá mudar), é apenas o ser humano em sua glória e esplendor.

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Indignado

23 de fevereiro de 2012 às 17h30

Se dependesse de mim nenhum Espanhol entraria mais no Brasil. O povo brasileiro precisa parar com essa mania de bonzinho. O povo brasileiro precisa deixar essa síndrome de vira lata. Olho por olho e dente por dente. O Brasil deveria proibir espanhóis virem pra cá atrás de emprego. Tem que ser o mesmo tratamento pra eles, batem na gente, levam o tapa de volta. Vai ver essa senhora é descendente de espanhol ou tem mesmo a síndrome do vira lata. Conheço um empresário brasileiro filho de espanhol que foi passar féria na Espanha e foi impedido de entrar. Chega de ser bonzinho com estrangeiros que nos maltratam e humilham. Chega com essa mania de ser colônia de europeu e americano.

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De reciprocidades y fronteras « COOP*2

23 de fevereiro de 2012 às 16h39

[…] reafirmo en esta opinión y como hoy leí casualmente este artículo sobre la cuestión con el que estoy totalmente de acuerdo, voy a explayarme un poco más con lo que opino al […]

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Caracol

23 de fevereiro de 2012 às 14h17

A menção de “prostitutas” brasileiras indo para a Espanha fazer por lá seus negócios me fez lembrar de Soror Juana Inés de La Cruz, uma poetisa religiosa mexicana do século XVII, quando escreveu:

“¿O cuál es más de culpar, aunque cualquiera mal haga: la que peca por la paga o el que paga por pecar?”

Espanhóis, deixem de frescura e tratem de dar um jeito em sua casa, que anda mal das fundações. Sobretudo, se decidirem vir ao Brasil atrás das nossas prostitutas, melhor que fiquem por aí mesmo com as suas.

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augusto

23 de fevereiro de 2012 às 12h11

Mas o juiz Garzon, esse pode vir.

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Antônio

23 de fevereiro de 2012 às 11h38

Liga não, é inveja!….
A Espanha está quebrada, com o cheque estourado e sem perspectiva de melhoras… Deixem que esses descendentes de Torquemada se envenenem com seu próprio ódio. O Brasil e a América do Sul representam o novo, a esperança. A Europa, com sua mentalidade cristalizada, começa a colher os frutos de séculos de opressão sobre os povos indefesos.

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Abolicionista

23 de fevereiro de 2012 às 10h51

Acho que reciprocidade é pouco. Pelo menos como maneira de chamar a atenção, gostaria de ver o Brasil criar exigências ainda maiores, inclusive com retaliações econômicas: empresas como o banco espanhol Santander salvam-se da crise com a poupança do povo brasileiro, que tal dificultar as coisas para eles? O Brasil ainda é muito frouxo em matéria de diplomacia…

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leoleo

23 de fevereiro de 2012 às 10h51

Por isso que eu digo, vamos preparar melhor nossas forças armadas, temos que ter uma ótima defesa.

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Abolicionista

23 de fevereiro de 2012 às 10h46

Espero que a crise econômica ensine algo aos espanhóis.

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Vinicius Garcia

23 de fevereiro de 2012 às 10h08

Sei que o assunto é a Espanha, mas deêm uma olhada nisso: http://www.hipernovas.org/2012/02/dura-vida-das-p
enfim a um sistema corrompido e corrupto, não importa a origem do indivíduo, basta apenas que ele sirva a um propósito, seja ele trabalho escravo ou prostituição. E muitos vão iludidos, por crerem que terão melhores condições de vida. No fim das contas, tudo o que sobra são bagaços humanos, explorados por um sistema podre, que só prioriza o financeiro em detrimento do social.

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augusto

23 de fevereiro de 2012 às 10h07

TEM uma diferença.
Nos sul americanos os ouvirmos , ja é costume, tradiçao ou ate medo servil. Mas eles nao nos ouvem porque nos desprezam, tout court.
Por isso a gente tem que ser marrentos e superar a xenofobia deles, 'dentro' da reciprocidade. Ou seja reciprocidade mas com berro e determinaçao de nos fazer ouvir. jogando na cara o que levam daqui os santanderes e telefonicas da vida para salvarem suas matrizes… Voces sabem do que estou falando.Entao porque zorra esperar ate abril?

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Daniel Campos

23 de fevereiro de 2012 às 08h44

Minha experiência me sugere que no fundo, assim que você sai do seu país de origem você passa a ser um alvo. Turista na maioria dos países é visto como uma "galinha gorda" esperando para ser depenada, nos países "civilizados" o turista paga o dobro ou o triplo dos "nativos" em tudo o que compre, enquanto que nos países não tão civilizados é simplesmente roubado ou até mesmo morto.

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Leonardo Câmara

23 de fevereiro de 2012 às 05h02

O texto do Santayana é, como de costume, de uma simplicidade e transparência quase poéticas.

Já o governo brasileiro demorou demais para tomar esta atitude. Já deveríamos estar em outro nível. O governo deveria desaconselhar explicitamente a viagem de brasileiros para destinos como este, por tratar mal nossos concidadãos.

Já evitei um vôo pela Iberia justamente porque saia de Madri. Preferi sair de Toulouse, voltar para Paris e depois voar 2 horas de volta ao sul só para não passar pela Espanha.

Mesmo com visto de permanência francês (antes que alguém insinue alguma coisa, explico-me: estava em um estágio pós-doutoral) avisaram-me que o passaporte brasileiro poderia me causar sérios problemas mesmo para embarcar em um vôo para fora da Espanha.

Deprimente a recepção lá, deprimente…

Responder

João-PR

23 de fevereiro de 2012 às 03h02

A Espanha, e Portugal, são dois paisecos católicos ao extremo, no qual a Inquisiçaõ dominou por séculos (Torquemada que o diga).

Não percam seu tempo indo a esses paisecos. Tem muito lugar por aqui para ser visitado.

Quanto ao princípio da reciprocidade, está mais do que certo: tratamento igual lá e aqui.

Responder

Rafael Andrade

23 de fevereiro de 2012 às 01h17

Brilhante como sempre!

Responder

FrancoAtirador

23 de fevereiro de 2012 às 00h58

.
.
Que tal começar proibindo as filiais de empresas espanholas

de remeterem às matrizes na Espanha (Telefônica, Santander, etc)

os lucros aqui obtidos às custas dos trabalhadores brasileiros.
.
.

Responder

Go Oliveria

23 de fevereiro de 2012 às 00h41

Em Pernambuco, lamento que cada centavo que os pernambucanos pagam pela energia elétrica consumida pago à companhia de eletricidade Neo Energia (antiga Celpe), vai para ajudar a Espanha a sair do buraco em que se encontra.

Jarbas Vasconcelos, então governador – quando Fernando Henrique era Presidente e Serra ministro de Planejamento e tentaram privatizar até a mãe – privatizou a Celpe. De modo que ser brasileiro hoje é trabalhar para tirar alguns países daquela 'zona' (do euro) da pasmaceira em que se encontram.

Responder

    eunice

    23 de fevereiro de 2012 às 09h22

    Engano. Ricos de lá nada tem com o estado. Apenas o pobre tem a ver com estado, ou seja, dar o seu suór.

alex

23 de fevereiro de 2012 às 00h15

Pior que a humilhação espanhola foi a portuguesa. O que jé ouvi e li de relatos de brasileiros em Portugal. Durante muito tempo cagaram nos brasileiros. Um amigo dentista, formado em Federal aqui no Brasil, foi tão maltrado em Portugal que pegou ojeriza dos caras.

Responder

Marcelo

23 de fevereiro de 2012 às 00h12

Engraçado!!! Lendo todos esses comentários, estava lembrando quando minha avó, no interior de SP, no portão de sua casa, avistava lá do outro lado da colina, a casa de quem ela chamava de "espanholada desgraçada" "ruins de gênio", "teimosos" e outros tantos impropérios, com muita raiva. Só lembrando que minha avó era de origem portuguesa. Um dia, eu criança, com ela no portão, e com a mesma cena descrita acima se repetindo todo final de tarde, perguntei porque ela tratava com tanta depreciação os espanhóis vizinhos e aparentados( ela tinha uma nora da referida família espanhola). Ela se esquivou na resposta e disse que era coisa de família e que vinha do passado. Fiquei, naquela época, sem entender nada. Hoje, até tento relacionar com alguma briga particular entre eles. Mas tambem acho possível resquícios históricos, passados de pai pra filho, fazer parte dessa história, na época engraçada. Se for realmente histórico, nunca vou saber – eles já não existem mais. Gostaria de saber. Porque português critica tanto espanhol e espanhol tanto português?? E o pior! Tudo isso aqui no Brasil.

Responder

    Alvaro Tadeu Silva

    23 de fevereiro de 2012 às 03h49

    Marcelo, não se esqueça de que entre 1580 e 1640, Portugal ficou sem rei e sob o jugo espanhol. Algo como votar em Ronald Reagan Presidente do Brasil (com FHC, não ficamos muito longe disso…).

Daniel Alves

23 de fevereiro de 2012 às 00h02

O Brasil é um pais fantástico, além disso a America do Sul também é lindíssima, devemos nos conhecer melhor!

Responder

    Oxaguiam

    23 de fevereiro de 2012 às 08h47

    Acho que todo lugar do mundo vale a pena conhecer (em tempos de paz…). Todos tem suas peculiaridades, culturas, belezas naturais. Mas acho que o principal é irmos aonde nos sentimos bem. No meu caso, adoro viajar, conhecer gente e história e o Brasil é espetacular para isso. E como, graças a Deus (Lula também tem uma participação nisso), tenho condições de fazê-lo, adoro viajar pela Nossa América.
    Um dia pretendo ir à Espanha, país lindíssimo de uma história única. Vou esperar que regressem à humildade tão cara aos mais pobres. Não vai demorar muito.

Lenin

22 de fevereiro de 2012 às 23h59

Ponderado e prático,além de esclarecedor.

Responder

Eugênio

22 de fevereiro de 2012 às 23h54

"…O povo de Cervantes e de Picasso, de Goya e de Lorca, é muito maior do que a facção dos Torquemadas e Francos, e merece o nosso respeito. Mas, até mesmo para que dêem valor à nossa acolhida, os espanhóis honrados sabem que devem cumprir as mesmas normas que cumprimos quando visitamos o seu país. Não merece respeito o povo que não respeita os outros povos, nem lhes exige, em troca, o mesmo comportamento."

Responder

Almeida Bispo

22 de fevereiro de 2012 às 23h20

"O povo de Cervantes e de Picasso, de Goya e de Lorca, é muito maior do que a facção dos Torquemadas e Francos,(…) NÃO COMPARTILHO dessa percepção do grande mestre Santayana. Estão a caminho dos pogroms e dos auto de fé como já o estiveram. Dessa vez, de modo mais difuso, diria até confuso. Aquela massa humana de penitentes pelas ruas da Ibéria sem norte definido, sem quem os conduza de uma melhor forma vai acabar engrossando o fundamentalismo dos tolos, idiotamente a serviço dos espertos.
Sobre Portugal, somente se reergueu em 1640, somente deixou de ser província espanhola por causa de nosso dinheiro. De nossos bois e do já volumoso açúcar que produzíamos. Em 05 de novembro de 1656(*) o hoje meu município protagonizou a primeira revolta da História do Brasil por causa de impostos excessivos. Para pagar à Inglaterra os empréstimos feitos para a guerra da Independência portuguesa.
(*)Carta para o Capitam mor da Capitania de Seregippe Del Rej Balthazar dos Reis Barrenho sobre a Gente que vaj cõ o Dez.dor Bento Rebello. De 12 de dezembro.[1656] Anais BN-Rio, vol. 04, p.96.

Responder

Alberto Nasiasene

22 de fevereiro de 2012 às 23h01

A senhora paulista, provavelmente uma das agentes colonizadoras da imprensa, como diria PHA, no Conversa Afiada, com certeza desceu a lenha nos haitianos que estavam entrando ilegalmente no Brasil (como sempre, para os colonizados e colonizadores, dois pesos e duas medidas; para os brancos ricos do Norte, tudo, para os escuros pobres do sul, nada). Não é só mais do que justo o tratamento recíprocro face aos espanhois e portugueses; é necessário assumirmos nosso papel no mundo, já que a sexta economia do mundo não pode se deixar ser desrespeitada do modo que é em aeroportos de economias que, apesar da empáfia ibérica, não chegam nem perto de nossa importância econômica e estratégica para o mundo. Eles vão ter que aprender a nos respeitar na marra, como fizemos em 1822 (porque queriam nos recolonizar).

Podem ficar traquilos, entretanto, não iremos mandar nossos tanques, nossos aviões, nossos porta-aviões e submarinos nucleares para perto da costa deles como sinal de aviso, como eles fazem com os países mais fracos da África e América Latina, com a OTAN (como fizerem com a Líbia e estão fazendo agora com a Síria). Somos apenas um povo pacífico face a outros países, desde que a república vingou entre nós (so nos metemos em guerra contra o fascismo italiano e alemão, mas ajudando os americos, na Segunda Guerra; mas bem que os fascistas espanhois, os pais e avós dos atuais governantes, mereceriam também o mesmo tratamento que os fascistas italianos tiveram). Aprendemos com o Gandhi que uma grande civilização (e somos herdeiros das civilizações indígenas e africanas também) não pode se acovardar diante dos opressores europeus, mas com a doutrina da não-violência, dentro das leis internacionais apenas.

Como diria conhecido técnico de seleção brasileira de futebol, vão ter que nos engolir!.

Não somos mendigos do mundo, mas ajudadores (até mesmo deste milhares de espanhois que estão fugindo do desemprego das políticas fracassadas deles; deveriam aprender conosco como desenvolver melhor seu país, não como quintal da Alemanha, mas como economia própria pujante).

Responder

Marcos Campos

22 de fevereiro de 2012 às 21h55

Reciprocidade eh algo natural em relacoes internacionais, nao sei p
orque estranham.

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Mineirim

22 de fevereiro de 2012 às 21h55

Pois bem. Eu gostaria de ter ido à Espanha. Estudei espanhol pensando em ir lá (desde 2001). Como os relatos de maus tratos começaram a pipocar na imprensa, mudei de ideia. Para que arriscar meu suado dinheirinho? Tenho o testemunho de colegas que ficaram presos (isso mesmo, presos) no aeroporto de Madri, e o destino final não era a Espanha, mas a Itália. Foram humilhados, passaram fome, sede e sofreram por não poderem satisfazer suas necessidades fisiológicas). Ademais, como já disseram alguns aqui, há muitos outros lugares onde somos muito bem recebidos e tratados. Daí, decidi que só vou onde me querem receber. Já visitei vários países latino-americanos (meu aprendizado não foi de todo em vão). E devo continuar nessa seara, pois como é bom ser bem recebido em uma terra estranha!

Responder

Regina Braga

22 de fevereiro de 2012 às 21h37

Os espanhóis acabam pensando que, o Brasil é filial da Opus&Santander..as medidas são apenas corretivas.

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Margo

22 de fevereiro de 2012 às 21h34

O Brasil ta começando a tomar vergonha na cara, já deveria fazer a muito tempo e com todos os requintes de crueldades que eles fazem conosco, Os Portugueses e os Italianos tb mereciam o seu troco.

Responder

Milton Quadros

22 de fevereiro de 2012 às 21h29

A diplomacia espanhola não vai ligar ao exigirmos dos espanhóis o que exigem de nós. Mas se proibir a remessa de lucros pra lá eles ficam loucos, pois hoje dependem muito do nosso dinheiro para não irem a bancarrota.É…..nosso trocadinho lá, faz falta.

Responder

zamora

22 de fevereiro de 2012 às 21h27

Relembremos 1588. A Espanha nunca mais será a mesma, embora seu povo artificiamente enriquecido pela União Européia, depois de décadas de franquismo, ainda busque consolo nos dobrões perdidos mundo afora.
Ferro nelles Dilma.

Responder

Scan

22 de fevereiro de 2012 às 21h24

"O povo de Cervantes e de Picasso, de Goya e de Lorca, é muito maior do que a facção dos Torquemadas e Francos, e merece o nosso respeito. "

É mesmo? Que garantias o Santayana tem da veracidade da afirmação?
A frase pode até soar bem, mas, de minha parte, até o momento, não conheci um espanhol tratável nem aqui no Brasil, nem lá. Pode ser má sorte, mas não me fio nisso.
Passei por Barajas várias vezes e em todas, sem exceção, senti um certo clima de hostilidade por parte dos de lá (má vontade no depósito de bagagens, na mesa de informações e, principalmente, na aduana).
Certa feita, ao apresentar o comprovante de seguro exigido pelo tratado de Schengen (tive que apresentá-lo, sim, senhor!), em português e inglês, tive que ouvir um mal humorado "Porque não tem em espanhol? Não compreendo nenhuma dessas línguas".
Aguentar desaforo de gente incompetente que furtou riquezas incalculáveis do continente americano e, mesmo assim, encontra-se hoje em regime falimentar é um pouco demais.
Que se explodam! Espanha hoje para mim resume-se a Barajas. E isso se não conseguir passagem mais barata que me prive da presença dos Francos, Torquemadas e Quirogas Palacios, uma vez que não consegui encontrar um Goya.

Responder

ZePovinho

22 de fevereiro de 2012 às 20h29

Eu até deixaria os pobres espanhóis entrarem,contanto que o SANTANDER(um dos 10 que são autorizados a negociar títulos da dívida pública do Brasil),a TELEFONICA e outras empresas porcarias da Espanha fossem expulsas do Brasil por prestar serviços porcos.

Responder

Margot

22 de fevereiro de 2012 às 20h22

Pobretões que nunca viajaram nada, a não ser em um pacote de favelado ou coisa do tipo.
A Espanha é o ponto nevrálgico da entrada na Europa, não por outro motivo construíram o aeroporto de Barajas (que tem até metrô próprio), dominam as viagens via Europa Mundo, as passagens via Iberia e os parcelamentos e seguros via Santander. O que tem que ser barrado é em Madrid, pq depois já está na Europa e babau, controles fracos.
Ninguém com aparência e postura decente é barrado. Só doente com cara de drogado, punguista ou biscate com a calcinha de fora..
Se a Europa piorar o dobro ainda será melhor que aqui, primatas arrogantes.

Responder

    Mineirim

    22 de fevereiro de 2012 às 21h47

    Prezada Margot, você disse que "Ninguém com aparência e postura decente é barrado." Pois bem, para que o seu "ninguém" não prevaleça, digo-lhe que coneço VÁRIAS (atenção, eu disse várias) pessoas de bem que foram barradas: Estudantes de pós-graduação que iam lá defender suas teses e, o que me doeu particularmente, duas amigas (funcionárias públicas de alto grau e com vencimentos mensais acima de R$ 15.000,00), dentre outros relatos da imprensa. Pois bem, essas duas amigas ficaram, simplesmente, presas, conforme a matéria que você comentou, sem água, comida e não podiam ir ao banheiro. Foram implacavelmente interrogadas. Portanto, é bom medir as palavras antes de dizer ninguém, nunca, sempre, nada, tudo, etc. Por fim, se você for brasileira, seria bom que o espírito de colonizado sofresse uma recaída, pois quem quiser ser respeitado tem que se dar o respeito. Saudações.

    Dirce

    22 de fevereiro de 2012 às 23h07

    Cara Margot, por favor, procure conhecer a realidade. e Se aqui somos 'primatas arrogantes' como referes, talvez seja interessante você se mudar apra a Espanha, passar pela imigração com toda a tranquilidade, pois, me parece que à você o tratamento será diferenciado; para algumas pessoas há há dois tipos de cidadãos, os que são ou menos cidadãos e me parece que você pertence a primeira categoria. Desejo-lhe muito boa viagem e uma excelente estada na maravilhosa Europa. Aliás, adoro a Europa, mas vivo no Brasil o melhor país do mundo!

    Scan

    22 de fevereiro de 2012 às 23h27

    Olhaí uma pobretona de espírito de olhos azuis!
    Como se vê, a miséria intelectual é a pior das misérias, pois impede o miserável de sequer enxergar-se com tal.
    Querer botar banca taxando de pobretões com "pacote favelado" para, a seguir, falar em "parcelamento" de passagens da Ibéria…ahahahahaha!
    Sei não, dona Margot, mas estás mais pra mortadela do que pra peru, hein?

    Cabe perguntar à digníssima senhora Margot se a "postura decente" que, supostamente, permite a ela circular pelo Barajas, tem a ver com andar de quatro, posição dos vira latas de todas as nacionalidades.
    Quanto à "calcinha de fora", cuidado, dona Margot: quem muito se abaixa acaba por mostrar os fundilhos…Que ninguém da imigração a confunda nessas ocasiões com as meninas de vida torta a que a sra. se refere.
    Seria por demais humilhante para uma senhorinha de olhos azuis e modos tão refinados.
    Meu deus, que pobreza…

    Lenin

    22 de fevereiro de 2012 às 23h58

    Papo furado -margot n é margot,tá querendo é provocar;posta melancia!

    renato

    23 de fevereiro de 2012 às 17h00

    espanhol é espanhol.

    El Cid

    23 de fevereiro de 2012 às 00h11

    poxa Margot, pra poder aparecer aqui, precisava expor essa mentalidade idiota de "colonizada" ???

    tsc, tsc, tsc…

    EUNAOSABIA

    23 de fevereiro de 2012 às 02h33

    Sei.

    El Cid

    23 de fevereiro de 2012 às 08h19

    você sabe ??

    [youtube zCfyOXJf3ZM http://www.youtube.com/watch?v=zCfyOXJf3ZM youtube]

    Luís (não o outro)

    23 de fevereiro de 2012 às 08h28

    Pensei que você não sabia.

    João-PR

    23 de fevereiro de 2012 às 02h57

    Margot, acho que você errou de endereço: deveria estar no "mulheres ricas" da band (aquele programa que tem uma "rica" que tem uma penca de processos contra si).

    Sinceramente, acho que você deveria mudar para Mônaco, onde poderia desfrutar de seu iate, do cassino, dos convescotes com a nobreza européia (tudo bem que,de vez em quando, encontra-se um Cacciola por lá).

    Ou seja, se é por falta de adeus, tchau! Ah, e se você tiver algum probleminha com o cartão de crédito (rico não tem problema financeiro, acredite, só problemas com o cartão) poderemos fazer uma vaquinha aqui no viomundo e comprar sua passagem, somente de ida, para Madri (a imigração em Barajas irá lhe estender um tapete vermelho, temos certeza).

    Aguradamos seu retorno.

    Atenciosamente

    Um brasileiro pobre, que não tem e não quer conta no Santander, muito menos conhecer a Espanha.

    Alvaro Tadeu Silva

    23 de fevereiro de 2012 às 03h45

    Margot, primatas, você deve procurar na sua família. Tenho parentes e amigos espanhois, os brasileiros descem em Madrid somente por causa do preço das passagens da Iberia, que é pior do que aquelas viações aéreas do Uruguai e da Bolívia. A Espanha é um país de terceiro mundo e até 1975 vivia na ditadura franquista e seu rei assassinou com arma de fogo o irmão mais velho, legítimo herdeiro do trono. O crime ocorreu em Portugal , e Juan Carlos alegou que foi "acidente". Você é uma estúpida, quando vai à Europa, parcela em dez vezes e vai de classe econômica. Se não tem nada inteligente a dizer, cale-se, cálice, cale-se! E falando bem claro, pelo DNA do seu troll, você deve ser do sexo masculino. Mais um traveco, talvez seja a tal Carmem Leporace, que mudou de apelido.

    doutor natas

    23 de fevereiro de 2012 às 08h05

    Estimada Margot,

    Deixo aqui uma observacao sobre a categoria "biscate".
    Se efetivamente eles/elas teem na Espanha o seu desaguadouro eh porque talvez tenham deles/delas certos espanhois necessidade para suprir suas carencias afetivas. E se eles sao alvo dos supostos controles "rigorosos" eh de se imaginar que o recebam em boa parte pela tipica consciencia pesada tao caracteristica da "cultura" catolica, especialmente da Espanha, terra mater da Santa Inquisicao…

    renato

    23 de fevereiro de 2012 às 08h57

    Amargô, este pessoal que passou na alfandega, parece que roubou teu marido, filha, você está tão revoltada querida. Veio para o Brasil, passear para afastar seus fantasmas, ou para descobrir o endereço da amante do seu marido. Ou melhor, foi trocada por um travesti. Te garanto que teu marido esta mais feliz agora, e se você quiser ser feliz fique por aqui, poderemos nos encontrar qualquer dia destes. Porque com dinheiro voces eram infelizes, imagina sem dinheiro, Não poderão cantar a musica.
    Aí se eu te pego…
    Isto fará os homens de vocês muito infelizes.
    E isto é um perigo, para vocès, sugiro ler Lei Maria da Penha.
    Mas se for viver aqui no Brasil, diga aos seus filhos que eles são brasileiros.
    Não os prejudique pelo Amargot de sua alma
    Cái na pilha, cái.

    mauro silva

    25 de fevereiro de 2012 às 12h04

    margot, meu anjo. tenta ser menos burra!
    a humanidade agradece.
    os humanos têm a seguinte classificação: "classe: mamífero; ordem: primata.
    e vai mais longe: até o gênero "pan" é o mesmo do chimpanzé.
    o seu caso se enquadra no de fossil vivo neandertalensis, ou seja, uma aberração.
    vc vem da 'progressão continuada' dos demo-tucanos? ou dos criacionistas do 'sacre coeur'?
    da minha parte, agradeço aos professores respeitados do ensino público e laico de 40 anos atrás!
    em tempo: há anos não vou à castela, onde está barajas e toda a falta de educação, peculiar ao castelão. eles ainda se acham donos do mundo, coitados! nem os demais ibéricos toleram sua arrogância (sou neto de galega). o latino-americano descobriu tardiamente que seus conquistadores não passavam de covardões. os lusos perceberam isso 400 anos antes quando lhes aplicaram várias surras, até a maior delas em aljubarrota.
    por essas e outras, prefiro aeroportos europeus mais civilizados como paris, amsterdam, roma etc, sem qualquer estresse.
    melhore, minha querida, para não fazer papel ridículo.

Celso

22 de fevereiro de 2012 às 20h11

O melhor a fazer é uma patriotada de verdade, a saber: encerrar a conta no Santander e não fazer seguro pela Mapfre; trocar a Telefonica, se puder, por outra operadora, o mesmo com a VIVO (troque pela Claro, já fiz isso); deixar de comprar azeite espanhol….compre o argentino. Não viajar, em hipótese alguma, pela Ibéria; deixar de visitar o país a turismo. Aí, quem sabe, eles mudam rapidamente a atitude. E.T. Deixar de lado aquela caminhada para Santiago de Compostela. Vá para Aparecidade do Norte. Pelo menos a Santa é "Nossa".

Responder

    Oxaguiam

    22 de fevereiro de 2012 às 21h13

    Em relação a operadora de telefonia a gente está no sal com qualquer uma… A Claro pertence ao mexicano Carlos Slim que também não é boa coisa. Em relação à Telefonia, assim como em relação a diversas outras atividades estratégicas, o Estado brasileiro deveria exercer controle estrito em relação à sua propriedade, bem como do seu desenvolvimento e planejamento (isso mesmo dentro desse canibalismo econômico que chamam de capitalismo). No momento, com exceção da Petrobrás, as principais atividades estratégicas do país estão nas mãos de estrangeiros ou de brasileiros tão nacionalistas quanto Diogo Mainard…

    Celso

    23 de fevereiro de 2012 às 16h20

    Concordo com vc no controle estrangeiro das atividades estratégicas e até mesmo do varejo (distribuição de alimentos e produtos domésticos) que estão nas mãos de estrangeiros. Mas isso é chover no molhado. Estou me referindo a uma ação pontual e de retaliação do brasileiro contra o governo espanhol e o povo que o elegeu . Ficar sentado e falar mal do Slim e de outros é comodismo.

Marat

22 de fevereiro de 2012 às 19h56

Reciprocidade, já, afinal de contas, essa turba proveniente de um continente em franca descadência pode nos trazer problemas em nosso caminho rumo ao desenvolvimento!

Responder

emilio

22 de fevereiro de 2012 às 19h22

Já pensou aplicar a reciprocidade de verdade?
O violonista (e ironicamente dentista) brasileiro Carlos Althier Lemos Escobar (Guinga) reclamou com a polícia espanhola por ter sido furtado no aeroporto. Tomou um soco na boca que arrancou-lhe dois dentes.
Onde iríamos guardar todos os dentes de espanhóis reclamões?

Responder

Heloisa Villela

22 de fevereiro de 2012 às 19h22

Ah, as peças que o tempo prega… Título da matéria do USA Today de hoje:
Portugal pede aos cidadãos que deixem o país em busca de emprego.
Aconselha Brasil e Angola como bons destinos.
Se quiserem a matéria posso traduzir e mandar.

Responder

    Francisco

    22 de fevereiro de 2012 às 19h45

    Faltou a Portugal perguntar se a gente quer aqui tantos "travestis e prostitutas" (é assim que se fala "turista" e "imigrante" no português de Portugal…).

Marcio H Silva

22 de fevereiro de 2012 às 19h12

Tive um chefe espanhol na ex-empresa. Veio da telefónica de sampa. Não tinha diploma de engenheiro mas veio como diretor da Engenharia. Estas coisas não dá para explicar, não é. Cara folgado, queria tratar todos como colonizados. quando viu que a coisa não era como pensava, baixou a crista. Durou dois anos na empresa, meteu a mão numa boa grana ( bonus ) e escafedeu-se. Vira latas estes empresários brasileiros.

Responder

Junior

22 de fevereiro de 2012 às 18h31

É pouco, tem que fechar para todos os espanhóis, assim eles aprendem.

Responder

Sr.Indignado

22 de fevereiro de 2012 às 18h30

Infelizmente, mas muito infelizmente mesmo, os espanhóis que vêem ao Brasil, não são aqueles brutamontes que humilham nossos irmãos de pátria, talvez uma pequena minoria. Mas a reciprocidade é necessária. Seria interessante que os expulsos fossem informados da reciprocidade, para que responsabilizem a diplomacia espanhola. Eu continuo boicotando produtos espanhois. E olha que o azeite de oliva argentino é melhor, os vinhos, desde 2007, nem lembro mais.

Responder

Rogerio

22 de fevereiro de 2012 às 18h26

O princípio da reciprocidade já deveria ter sido colocado em pratica faz ANOS! Nós aqui do Brasil é que temos um comportamento retardado para praticamente tudo: não é atoa que fomos um dos ultimos países do mundo a abolir a escravatura. Somos muito conservadores e quando não medrosos! Vide em contexto compemporâneo o julgamento dos torturadores na américa latina e aqui é tabu!

Responder

    margou

    22 de fevereiro de 2012 às 21h39

    vc esta certissimo

Operante Livre

22 de fevereiro de 2012 às 18h26

Importante: reciprocidade sem o desrespeito aos direitos humanos que eles têm.
Mas, curiosamente, o Estado de São Paulo tem uma ligação como unha e carne com uma FACÇÃO espanhola, esta mesma direitona que vocifera na mídia. Que interesses têm eles em comum? Quem sabe?

Responder

Hans Bintje

22 de fevereiro de 2012 às 18h21

Sair de casa é um problema.

(mas ainda assim a gente sai, por loucura, falta de juízo e um desejo inconfessável de aventura)

Se o pessoal da imigração brasileira quisesse olhar feio para mim, da mesma forma que os espanhóis fazem, isso me desanimaria a entrar no Brasil ou na Espanha?

Isso jamais aconteceu.

A questão é outra: o que vou fazer por lá?

Eu já comentei no Viomundo: apareci por aqui quando o Brasil estava ferrado, na UTI "Greek Style" do FMI, com direito a apagão e uma miséria nas ruas que só iria começar a ser superada através do "Bolsa Esmola" do Lula muitos anos depois.

Qualquer leitor iria me chamar de idiota por ter feito isso, e eu concordo.

Mas hoje eu tenho uma casa por aqui com direito a microcervejaria própria e a brincar no carnaval com o povo da colônia.

Eu bem sei que essa história poderia ter tido um final infeliz: falido, humilhado e tendo que voltar para a terra natal sem qualquer esperança de melhora.

Uma música da Elis Regina me inspira:

APRENDENDO A JOGAR

(Elis Regina E Francis Hime)

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
mas, aprendendo a jogar
Água mole em pedra dura
Mas vale que dois voando
Se eu nascesse assi, … pra lua
Não estaria trabalhando
Mas em casa de ferreiro
Quem com ferro se fere é bobo
Cria a fama, deita na cama
Quero ver o berreiro na hora do lobo
Quem tem amigo cachorro
Quer sarna para se coçar
Boca fechada não entra besouro
Macaco que muito pula quer dançar

Responder

    Ramalho

    22 de fevereiro de 2012 às 20h34

    Meu falecido pai, português, imigrante portanto, não se sentia completamente acolhido no Brasil, apesar de dominar a língua. Os portugueses, reconheçamos, foram tratados pelos brasileiros como se fossem ignorantes e brutos. Foram motivo de chacota – as piadas de português que o digam.

    Talvez, tal comportamento reprovável dos brasileiros em relação aos portugueses tenha explicação: seria revide surdo ao português do Portugal colonial, revide que permaneceu sendo praticado após a independência brasileira. Com explicação, ou não, contudo, o fato é que portugueses foram maltratados no Brasil. Não somos tão acolhedores assim como nos quer fazer crer o grande Santayana.

    Por outro lado, tem-se também de admitir que o Estado brasileiro não tem tradição de discriminar estrangeiros, como têm Espanha, Portugal e França, por exemplo. Só tenho conhecimento de discriminação do Estado brasileiro contra estrangeiros (alemães e japoneses) durante a II Guerra,

    Outro ponto é que, embora hoje possa ser diferente, não se sabe de tantos casos de imigrantes portugueses e espanhóis praticantes de prostituição no Brasil, quanto entre nossos emigrantes nas terras européias, infelizmente. Mas isto não deveria provocar a reação discriminatória dos estados espanhol e português. Conforme diz Santaya, tem prostitutos em tudo quanto é nacionalidade.

    Sob o aspecto de discriminação estatal motivada por prostituição, o Estado brasileiro está bem à vontade para reclamar de Portugal e Espanha: no passado, países respeitáveis como França e Polônia nos mandaram prostitutas aos magotes (na época, prostituição masculina e "gay" não era tão comum). Mesmo assim, franceses e poloneses não foram discriminados por autoridades migratórias brasileiras.

    No Brasil, hoje, por causa de idiotas como Galvão Bueno, argentinos são discriminados por brasileiros. Sou contra. Minha família contou com uma argentina da qual minha mãe lembrava com carinho e saudade. Ademais, esta divisão enfraquece geopoliticamente a região, em era de formação de grandes blocos econômicos, como o europeu, e tal enfraquecimento não é bom para ninguém, nem para o Galvão. Numa época em que os sul-americanos têm de se unir, alguns promovem cizânia entre nós e argentinos, bolivianos, equatorianos etc.

    Discriminação é coisa horrorosa, e, mais do que truculência e arrogância, não passa de atestado de estupidez, mormente se estatal.

    Pedro

    22 de fevereiro de 2012 às 23h10

    Concordo contigo, Ramalho. Estive em Buenos Aires há cerca de 2 anos e confesso que fui seduzido pelo clima de rivalidade global. Achei que ia ser mal tratado por lá. Que nada! Além de bem-humorados, os argentinos são muito hospitaleiros e gentis. Mais que nunca, que a Globo e Galvão se engulam!

    eunice

    23 de fevereiro de 2012 às 09h26

    Não confunda gentileza comercial, profissional, que até americanos têm no comercio com brasileiros, com amizade, ou vai se machucar.

    JOSE DANTAS

    23 de fevereiro de 2012 às 17h53

    Amizade é outra coisa. É provável que cada um de nós não tenha mais do que dez verdadeiros amigos incluindo aqueles com os quais convivemos desde a infância. Enquanto visitantes de um país entrangeiro, precisamos justamente dessa "gentileza comercial", já que outra modalidade é impossível nessas circunstâncias, por parte daqueles que nos recebem e o que se discute nesse tópico é justamente a ausência dela. O Galvão Bueno é apenas mais um comerciante das ilusões brasileiras no atacado, como o restante do PIG, só que ninguem é obrigado a comprar os seus "produtos".

    Antônio

    22 de fevereiro de 2012 às 21h36

    Conserta aí: esta música é de Guilherme Arantes e Elis simplesmente a interpretou! E Francis Hime não tem nada a ver com a música.

Polengo

22 de fevereiro de 2012 às 18h16

Pois é, mas em troca de eles nos tratarem tão mal, o príncipe fhc deu a telesp pra eles, como num agradecimento.
Isso é que é estadista. Quer serviço melhor que o da telefoníca?

Responder

    JOSE DANTAS

    22 de fevereiro de 2012 às 19h04

    Quem atira com a pólvora alheia não precisa medir distâncias.

    Marcio H Silva

    22 de fevereiro de 2012 às 19h08

    Polengo, não sei qual é pior, porque estão nivelados por baixo, mas os serviços da Oi são tão ou piores que os da telefónica….

    Polengo

    22 de fevereiro de 2012 às 21h03

    AH, Marcio, mas tem também o Banespa.
    Quer serviço melhor que entregar um banco pros espanhóis da opus dei?

JOSE DANTAS

22 de fevereiro de 2012 às 18h12

O mundo é grande e a Espanha pequena, ainda assim, um pouco maior que Portugal, que é quase nada, mesmo explorando uma colônia de luxo como o Brasil durante alguns séculos.
Não precisamos nos submeter aos caprichos daqueles que pagam o preço pela arrogância contra os povos que lhes lambiam as botas e abarrotavam seus cofres de dólares como se favores estivessem recebendo.
O Brasil é imenso e tem belezas a mostrar em todos os seus recantos, onde falamos a mesma língua e nos sentimos em casa, muito embora percorrendo distâncias superiores aos trajetos internacionais entre paises europeus.
É hora de conhecer o nosso País, dando um tempo nas viagens para a Europa, como forma de sermos respeitados por lá, quando sentirem a falta do nossos trocados.

Responder

beattrice

22 de fevereiro de 2012 às 18h07

O suposto patriota da piada pronta está atrasado pelo menos uma década, os espanhóis estão sem grana para ir a Portugal, quanto mais ao Brasil.

Responder

    JOSE DANTAS

    22 de fevereiro de 2012 às 19h12

    Os haitianos tem menos grana ainda e estão vindo,
    Quem vem em busca de emprego é desempregado e não turista e hoje em dia existem muito mais facilidades que nos tempos das caravelas.

    Marcio H Silva

    22 de fevereiro de 2012 às 19h14

    Beattrice, esqueceste do pessoal do topo da pirãmide? mesmo com crise há os que ainda tem grana…..é nestes que devemos endurecer ao chegar ao país, pois são estes que formam a opinião em seus países….

    beattrice

    22 de fevereiro de 2012 às 21h54

    O topo da pirâmide espanhola não vem à AL, têm complexo de viralata e vão aos EEUU e Inglaterra, onde se identificam mais politicamente com a direita e a extrema da extrema direita.
    Bom, pensando bem… talvez em SP se sentissem em casa, não é não?

    JOSE DANTAS

    23 de fevereiro de 2012 às 17h31

    O topo da pirâmide não precisa ir a lugar nenhum procurar emprego.

    Oxaguiam

    22 de fevereiro de 2012 às 20h00

    Também acho esse patriota um caso de procon – propaganda enganosa, mas, nesse caso, acho que ele não merece crítica. Lula tinha uma política exterior muito melhor que a Dilma, mas teve oito anos para mudar isso e nada fez.Celso Amorim, foi um excelente Chanceler, mas ainda assim o Comandante dessa nau era Lula. O mesmo ocorre agora. O Patriota é um estadunidense que nasceu no Brasil, mas a política é da Dilma. Todos os equívocos da política no âmbito internacional que atribuímos ao Patriota são de responsabilidade da Dilma e também os acertos. Nesse caso foi um acerto. Tardio? Sim, mas acerto.

Elton

22 de fevereiro de 2012 às 18h06

Até porque com a grave crise econômica vivida pela Espanha, o número de espanhóis que podem vir a buscar no Brasil a "solução" para o desemprego deve ser cada vez maior. Concordo e sempre concordei com nossa política de reciprocidade.

Responder

Claq

22 de fevereiro de 2012 às 18h02

Resta saber quem é essa "certa senhora de São Paulo, apresentada como analista de não sabemos bem o quê", que criticou a medida.

Responder

_Rorschach_

22 de fevereiro de 2012 às 17h50

Sempre tive vontade de ir a Espanha e nunca fui justamente por isso.

Do jeito que sou pavio curto, e se me discriminassem no aeroporto, com certeza eu causaria problemas e acabaria preso por lá, acusado de sei lá o que.

Por conta disso deixei meu dinheiro de turista na França, Itália e Cuba, lugares onde sempre fui muito bem tratado.

Infelizmente, como tudo, a resposta brasileira demorou demais. Mas antes tarde do que mais tarde…

Reciprocidade neles!!

Responder

    Emilio Matos

    22 de fevereiro de 2012 às 18h04

    Bem tratado na Itália?

    _Rorschach_

    22 de fevereiro de 2012 às 18h25

    Eu particularmente fui.

    Acho que todos estamos sujeitos a percalços em todos os países, mas na Espanha havia um exagero.

Edson

22 de fevereiro de 2012 às 17h49

Concordo plenamente.
Estive na Espanha recentemente, e para entrar Tive que dar nome de hotel em que iria ficar e responder algumas perguntas. No comércio, fui bem tratado.
Acho que o mais correto é a reciprocidade. Se pessoas dos EUA ou da Espanha acham que pedimos muitos documentos, que reclamem ao governo do próprio país, pois nós cobramos o mesmo que nos cobram.

Responder

Outro Antonio

22 de fevereiro de 2012 às 17h35

A medida estava faltando para igualar o tratamento dado aos brasileiros. Que venham os espanhóis.

Responder

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