VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Denúncias

Madalena, Moacir, Ana, Nivaldo, Fabiana: “Perdi tudo”


21/02/2012 - 16h28

As entrevistas deste vídeo foram concedidas à ativista Carmen Sampaio, que também nos enviou este e-mail:

Olá, amigos do Viomundo. Precisamos de vocês!

Enfim, tantas coisas a fazer, hoje a labuta é de novas necessidades. Nasce aqui o Mutirão da Informática  para os desabrigados de Pinheirinho.

Para quem não sabe, Necessidade é uma deusa grega, aquela da obrigação absoluta. Filha de Saturno, o pai do compromisso.

Necessidade é de tanta importância no Olimpo, que nem os deuses podem abdicar da experiência.

Assim, hoje, lançamos o Mutirão da Informática, elemento fundamental em nossa Lista de Necessidades.

Se você tem um notebook  ou pode fazer uma vaquinha com os amigos, para comprar um, saiba que precisamos de muitos, porque são muitos os necessitados. Você é nossa oportunidade de provar que o mundo bom existe.

Dez pessoas que doam 100 reais  compram tranqüilamente um notebook que pode fazer a diferença a um jovem desabrigado de Pinheirinho. Aceitamos usados e que exijam conserto.

Criar uma rede de comunicação móvel para o Povo de Pinheirinho é fundamental, pois a cada hora tudo muda e, já que o sistema não tem dignidade para agir, tomemos nós a dianteira e façamos o que precisa ser feito.

E sempre naquele esquema: se não é por compaixão,  afinidade, crer na ação, faça um “share” ou compartilhar, só por hábito.

Pois alguém que está com algo que não precisa, pode compartilhar. E isto será bom para todos.

Receberemos as doações de materiais eletrônicos em tempo integral. Basta ligar  para 11 9620- 2079 ou enviar e-mail para [email protected]r. E marcar quando e como você quer fazer isso.

Precisamos de uma carta de próprio punho, fazendo a doação.

Somos apartidários e apenas pedimos a compreensão de quem tem tudo (ou quase)  e pode ganhar paz de espírito, por simplesmente fazer a coisa certa.

Felicidades e desculpem a longa mensagem.

Beijos

Carmen

Leia também:



Ajude o VIOMUNDO a sobreviver

Nós precisamos da ajuda financeira de vocês, leitores, por isso ajudem-nos a garantir nossa sobrevivência comprando um de nossos livros.

Rede Globo: 40 anos de poder e hegemonia

Edição Limitada

R$ 79 + frete

O lado sujo do futebol: Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!

R$ 40 + frete

Pacote de 2 livros - O lado sujo do futebol e Rede Globo

Promoção

R$ 99 + frete

A gente sobrevive. Você lê!


52 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Amigos do Pinheirinho: Verdade, justiça e solidariedade « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de julho de 2012 às 19h44

[…] Madalena, Moacir, Ana, Nivaldo, Fabiana: “Perdi tudo” […]

Responder

CC.Brega.mim

23 de fevereiro de 2012 às 17h06

ó pessoal,
o que transparece
quando quero arroz feijão e colchão
mas não computador pros outros
claro, mas computador pra mim..
é que eu me acho diferente dos outros..
e isso tem nome.

minhas necessidades tuas necessidades

Responder

JOSE DANTAS

22 de fevereiro de 2012 às 15h44

É chocante o relato e as imagens. Agora, se construir em cima daquilo que não nos pertence oferecesse algum tipo de garantia, ninguém precisava comprar, era só ir chegando e invadindo, assim como se os títulos de domínio não servissem para absolutamente nada, não havia porque pagar caro por uma escritura.
Quantos avisos esse pessoal recebeu para desocupar a área? Não acredito que não tenha havido inúmeros apelos para a desocupação pacífica do local. Se realmente todo mundo foi pego de surpresa, o que não é provável que tenha acontecido, aí sim, pode-se dizer que foi um verdadeiro absurdo.
Construir em terreno de terceiros, sem a sua autorização, é como levantar o barraco na beira do mar. Um dia ele reclama o que lhe pertence. Infelizmente é assim.

Responder

    Fernando

    22 de fevereiro de 2012 às 17h29

    Então devolve sua casa para os índios, rapá. Os tupis guaranis estão esperando até hoje.

    JOSE DANTAS

    22 de fevereiro de 2012 às 18h17

    Eu paguei por ela e não devo nada a ninguém. Portanto, a permanecerem as atuais leis não me sinto nessa obrigação.
    Aliás, já que eles inventaram a rede, podem esperar deitados nela, em relação a minha casa, quanto a sua, gosto não se discute.

    Zé Francisco

    22 de fevereiro de 2012 às 19h08

    Dantas, o Pinheirinho pertence a você. Você mesmo, José, não é do Daniel que estou falando. O terreno pertencia a um casal sem herdeiros, portanto, pela lei que você tanto preza, ele é do estado, é meu, é seu, é do povo. Mas com um sobrenome destes, camarada, não me surpreende nada você advogar pro Nahas rsrs.

Perdi Tudo! « somostodosamor

22 de fevereiro de 2012 às 15h01

[…] https://www.viomundo.com.br/denuncias/madalena-moacir-ana-nivaldo-fabiana-perdi-tudo.html Share this:TwitterFacebookGostar disso:GostoSeja o primeiro a gostar disso post. […]

Responder

Zé Francisco

22 de fevereiro de 2012 às 14h13

(parte I). Depois de ver tudo isso rezei, rezei, pedi a Deus para que exorcizasse de mim a intenção assassina, o animus necandi, o desejo puro e certo de matar. Minha fé não costuma faiá, comecei a raciocinar com ponderação e me lembrei do advogado do filme "Amistad", em que ele consegue a libertação de africanos perante o tribunal tendo o Direito das Coisas como base de sua defesa. A mesma razão existe no Pinheirinho. O terreno do Pinheirinho pertence ao estado, não existe usucapionis de terras públicas. A ação que busca reparação de danos causados ao estado é imprescritível. Como pode uma herança jacente de bem imóvel parar nas mãos de um particular? O ministério público e o tribunal de contas têm a missão constitucional de zelar pelo patrimônio público, porque não o fazem em relação ao imóvel do Pinheirinho?

Responder

Zé Francisco

22 de fevereiro de 2012 às 14h12

(parte II). Será que o tribunal de contas não tem tempo ou não quer incomodar o governador? E os cultos e rígidos promotores de justiça, extremamentes formais e zelosos em seu mister, lotam os presídios de pobres, mas será que também não têm tempo de proteger o patrimônio público e raver o Pinheirinho para seu legítimo dono, o estado (povo)? A legitimidade não se circunscreve ao ministério público, qualquer cidadão pode mediante ação constitucional popular reivindicar o Pinheirinho para seu legítimo dono. Acusamos o judiciário de ser patrimonialista, o objetivo maior de nahas é a propriedade, por que a sociedade civil organizada não faz estas duas figuras (judiciário e nahas) provarem do mesmo veneno?

Responder

Conceição Lemes

22 de fevereiro de 2012 às 13h53

Zé Francisco, quer repostar? Aí, deletamos os anteriores. É que não mexemos em nada os comentários dos leitores. abs

Responder

    Zé Francisco

    22 de fevereiro de 2012 às 14h16

    Obrigado, Conceição. Já enviei, solicito deletamento das anteriores, me perdoe pelo transtorno.

eunice

22 de fevereiro de 2012 às 11h54

Notebook deixou o povo do blog furibundo. E não eram dez, apenas uns dois, três para se comunicarem.
Quanto a moradia para eles, posso garantir o que ninguém fala e nem ouve, inclusos Congresso e Governos:
Para alugar uma casinha:
1) Fiador : Quem se atreve a ser fiador de pobre?
2) Depósito: Quem pobre tem o dinheiro de 3 aluguéis para depositar?
3) Seguro Fiança: Uma usurpação sem concorrentes., em todo caso legal. Mas…. Se você optar por esse método vai pagar ao menos 7 aluguéis a mais além dos devidos por 30 X mês de contrato de 30 meses.
A cada ano você tem que pagar mínimo 2,5 aluguéis de seguro. E se você não gosta da sua casinha porque é úmida e quiser sair…. paga 3 valores de multa de quebra de contrato e soma isto ao valor – 7 aluguéis – do seguro da nova casa. Pode? É por isso que algumas pessoas ignorantes pedem ditadura sem saber o que é ditadura. Elas estão pensando e não sabem em "cadeia" para as maldades.

Responder

Almir

22 de fevereiro de 2012 às 11h47

Por esses e muuuuuitas outras que o Nordeste cresce a taxas super-chinesas, enquanto SP derrapa a taxas sub-gregas. Quando os paulistas acordarem do coma induzido pelo PIG, será tarde demais.

Responder

Zé Francisco

22 de fevereiro de 2012 às 11h13

erro: exorcizasse – extremamente.

Responder

Zé Francisco

22 de fevereiro de 2012 às 11h12

Será que o tribunal de contas não tem tempo ou não quer incomodar o governador? E os cultos e rígidos promotores de justiça, extremamentes formais e zelosos em seu mister, lotam os presídios de pobres, mas será que também não têm tempo de proteger o patrimônio público e raver o Pinheirinho para seu legítimo dono, o estado (povo)? A legitimidade não se circunscreve ao ministério público, qualquer cidadão pode mediante ação constitucional popular reivindicar o Pinheirinho para seu legítimo dono. Acusamos o judiciário de ser patrimonialista, o objetivo maior de nahas é a propriedade, por que a sociedade civil organizada não faz estas duas figuras (judiciário e nahas) provarem do mesmo veneno?

Responder

Vinicius Garcia

22 de fevereiro de 2012 às 10h03

Pois é, e tem gente que prega a mudança pelo voto, só iludido mesmo para crer que através de votos mudaremos um sistema que se apoia na violência para privilegiar as suas dezenas em detrimento de milhares.
Solidariedade é uma coisa bacana, mas não podemos ver nisso a solução para o caso.

Responder

Polengo

22 de fevereiro de 2012 às 04h16

Pra quem tá falando que é pouco:
Se um dos (ex-)moradores tivesse um notebook à mão, talvez soubéssemos de muitos detalhes que foram apagados a borracha.

Talvez a nossa maior arma seja a comunicação – por isso que nos podam nesse sentido. Por isso o PIG.

Responder

José Norberto

22 de fevereiro de 2012 às 00h34

Fico muito triste também porque até agora eu nao vi nada de concreto do governo federal contra essa chacina e abuso de poder do governo de sao paulo contra as pessoas do Pinheirinho. Nao adianta só dizer que ficou indignado. Tem que agir, existe lei e ferramentas para dar um basts nisso.

Responder

Maristela

22 de fevereiro de 2012 às 00h22

Tijolos pra construir onde, alguém pode me explicar? Eles não conseguem ser ouvidos, sequer por nós. Estive no ato da Comissão de Direitos Humanos da OAB e do Sindicato dos Advogados na última quinta, na São Francisco, e ouvi depoimentos inacreditáveis sobre as condições em que estão os desabrigados e sobre as pressões que vem sofrendo. TUDO é necessário lá, mas definitivamente eles não precisam mais de árbitros de suas necessidades. Fraldas, sim, mas as assistentes sociais dão apenas 4 por dia, inclusive para famílias com recém-nascidos – deve ser porque bebes pobres podem ficar assados por falta de trocas… Alimentos, roupas, carrinhos de bebe – absolutamente tudo é indispensável para quem perdeu tudo o que conseguiu construir a duras (duríssimas) penas.
Mas, mais que tudo, eles precisam ser realmente ouvidos e apoiados no resgate de sua dignidade e de mínimas condições de voltar a viver como seres humanos.
Quem se dignar a doar pelo menos parte de seu tempo, pode ver muitos vídeos de voluntários sociais que vão pra SJC pelo menos uma vez por semana, gente que é capaz de dar menos palpite e mais ajuda.
E isso também é preciso – ajudar pelo menos a quem está ajudando aquelas famílias transformadas em sem-teto pelo judiciário e pelo executivo paulistas.

Responder

    @carmensampa

    22 de fevereiro de 2012 às 12h40

    Maristela,
    devo confessar que seu olhar, sua compaixão fez meus instrumentos de VER O MUNDO versarem água. Gratidão pela solidariedade.

    Não tenho tempo para responder a nada, mas parei aqui para te responder, porque seu cuidado é alimento para a alma, para prosseguirmos.

Alaide Leite

21 de fevereiro de 2012 às 23h57

Estive no abrigo do Morumbi semana passada, já tem pouca gente por lá. A prefeitura está liberando os cheques e pressiona para que saiam imediatamente, acontece que a maioria só encontra casas para alugar no Rio Comprido, local de risco segundo a própria prefeitura. Além disso, estão todos sem móveis, eletrodomésticos, camas, roupas, panelas, copos, talheres, cestas básicas, etc, etc, etc…

Responder

Alaide Leite

21 de fevereiro de 2012 às 23h09

Estive no abrigo do Morumbi semana passada, já tem pouca gente por lá. A prefeitura está liberando os cheques e pressiona para que saiam imediatamente, acontece que a maioria só encontra casas para alugar no Rio Comprido, local de risco segundo a própria prefeitura. Além disso, estão todos sem móveis, eletrodomésticos, camas, roupas, panelas, copos, talheres, cestas básicas, etc, etc, etc…
Gostaria de saber se os grupos que estão ajudando têm o nome e telefone das pessoas, pois, logo não será possível contato com elas nos abrigos.

Responder

    @carmensampa

    22 de fevereiro de 2012 às 12h34

    Alaíde,
    tenho o contato de muitos deles, e precisamos de muita ajuda. Para otimizar as ações, os computadores são de grande importância. Inclusive para a inserção no mercado.
    Caso possa ajudar, meu num é 0xx11 9620 2079.

CC.Brega.mim

21 de fevereiro de 2012 às 23h09

acho engraçado o pessoal
que quer doar artigos de "necessidade"
aqueles que não transformam não mudam as vidas
mas acham que se pede demais
computadores?
isso é necessidade só de quem pode!
os "nossos" bastam..

e ainda acham que vão substituir suas vozes..

Responder

    @carmensampa

    22 de fevereiro de 2012 às 12h45

    Computador ajuda a economizar combustível, ajuda a ver quem está mais perto pra oferecer o que pode e o que tem. E cria uma rede de confiança com quem perdeu tudo.

Zé das Couves

21 de fevereiro de 2012 às 22h13

Notebooks? Acho que eles devem ter necessidades mais urgentes, né?
Posso até doar algo, mas certamente não vou ajudar a comprar traquitanas eletrônicas quando eles devem estar precisando de coisas bem mais básicas. Cobertores, camas, fogões, etc. Mas notebooks?
NOTEBOOKS?
Ah, vá…

Responder

    Leo V

    21 de fevereiro de 2012 às 22h47

    Menos arrogância ou preconceito é bom. Quem solicita as doações está lá no dia-a-dia com os desabrigados. Certamente está sabendo melhor o que estão precisando.

    @carmensampa

    22 de fevereiro de 2012 às 12h43

    Leo,
    Gratidão!

    CC.Brega.mim

    21 de fevereiro de 2012 às 23h00

    ah diz muito sobre você..
    pobres continuem pobres..
    comunicação para luta política
    isso não é coisa que se queira!

    Zé das Couves

    22 de fevereiro de 2012 às 00h00

    "pobres continuem pobres.. " – e quem foi que falou isso?
    Só estou dizendo que eles devem ter necessidades mais urgentes, só isso.

    @carmensampa

    22 de fevereiro de 2012 às 12h43

    Zé da Couves,
    a necessidade mais URGENTE é preservar a própria pele, e com rede de comunicação esta é uma chance para otimizar a logística de doações, dar alguma possibilidade de equilíbrio e alternativas para resolver os problemas do quotidiano.

    Pense bem, qual a razão de precisarmos de uma rede de comunicação?
    Permitir que as pessoas troquem informações e possam tomar decisões concretas. Inclusive economizar dinheiro, energia e efetivamente otimizar as doações.

    Ah, e serve também de instrumento de trabalho para quem perdeu tudo.

    @carmensampa

    23 de fevereiro de 2012 às 10h16

    Zé,
    vai se atualizar, vai rapaz!

    Cobertores, roupas e fogões continuam a ser muito necessários, mas os sistemas de comunicação nos fazem economizar tempo e dinheiro, além do que, é uma ferramenta preciosa para quem perdeu tudo e precisa criar alternativas para, inclusive, conseguir emprego.

    Zé das Couves

    23 de fevereiro de 2012 às 11h52

    Gostaria de ver a cena:
    O sujeito lá, todo ferrado, precisando desesperadamente de um mísero botijão de gás pra cozinhar o feijão, e a caridosa e "atualizada" Carmen chegando com um Notebook…

Noberto

21 de fevereiro de 2012 às 21h52

Aonde estavam quem poderia ter evitado esta desumanidade? O PSDB lavou as mãos. O PT muito ocupado em manter o poder.

Responder

    CC.Brega.mim

    21 de fevereiro de 2012 às 23h00

    "lavou as mãos"?!?
    só se foi para tirar o sangue!

Horridus Bendegó

21 de fevereiro de 2012 às 21h46

Tenho um notebook que não uso e poderia doá-lo com prazer, mas acho que nosso caso só Revolução resolve.

Responder

    @carmensampa

    23 de fevereiro de 2012 às 10h19

    Horridus, caso queira doar, aceitamos sim! Queremos muito!
    Meu cel 11 9620 2079 e aguardo seu telefonema. Gratidão.
    E concordo com a idéia de revolução, é o que você e eu estamos fazendo, uma Revolução de Amor, porque só isto pode curar o Mundo.

    :-) Ok, pode me chamar de sonhadora. É inevitável.

Rodrigo Santos

21 de fevereiro de 2012 às 20h10

Parece que há uma convocatória para manifestação na frente do MASP, no dia 23 as 9:00.
Somos todos Pinheirinho!!!

Responder

    @carmensampa

    23 de fevereiro de 2012 às 10h20

    Tá acontecendo agora, lá no MASP Manifestação pelo Povo de Pinheirinho

Outro Antonio

21 de fevereiro de 2012 às 19h21

Toscano, podemos fazer uma revolução
com doações, que até contenham alguns notebooks.
Alguém idôneo, coordenado por Eduardo Suplicy, por exemplo, precisa tomar a frente e administrar a grana.
Quanto é preciso para reconstruir as casas com eletrodomésticos, e tudo o mais detonado pela justicia da sp facista e a guarda política do Chuchu?
É preciso contabilizar quantas são as famílias, quantos membros por família para saber qual o montante necessãrio. Até as ONG´s internacionais, além da ONU podem ajudar.
Estou com Toscano. Podemos fazer uma revolução com doações que comprem terreno, tijolos, telhas, eletrodomésticos e colocar abaixo o estrago do Estado Violento comandado pela justicia avessa de uma mulher – uma mulher fazendo essa justicia avessa -, além de Alckmin Picolé de Chuchu Azedo e sua Guarda Facistoide do Desespero.
Vamos nos unir e mudar isso de verdade, vamos mudar a vida dessas pessoas e deixar a cara do Chuchu no chão. O Delegado Protógenes cuida de pegar os safados no pulo e não deixar que eles levem o produto do roubo e da violência.

Responder

JoseIvanAquino

21 de fevereiro de 2012 às 18h58

Qual o endereço para doarmos outros artigos de primeira necessidade, além dos recursos de informática, tais como: roupas, fraldas infantis e geriátricas, alimento, mobílias. Há uma lista das pessoas e famílias e os seus locais de transição com as respectivas ajudas desejáveis: assistência jurídica, materiais, móveis…?
José Ivan Mayer de Aquino
Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida

Responder

    Conceição Lemes

    21 de fevereiro de 2012 às 20h06

    José Ivan, contate a Carmen diretamente. O e-mail está no próprio texto. Obrigada. abs

    JoseIvanAquino

    21 de fevereiro de 2012 às 20h21

    Farei isso e arrecadaremos alguns itens no DF. O vídeo é muito eloquente e o Viomundo, novamente, do lado da luz. Obrigado, Conceição.

    José Ivan Mayer de Aquino
    Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida

    Alaide Leite

    22 de fevereiro de 2012 às 01h06

    Oi José, fiz uma lista com telefones e necessidades mais urgentes de algumas pessoas que estavam no abrigo do Morumbi e, se necessário, posso tentar conseguir nomes e endereços dos que já saíram dos abrigos, com uma amiga que faz parte do movimento dos moradores.

    José Ivan

    22 de fevereiro de 2012 às 13h37

    Oi Alaide, entre os dias 8 e 22 de março vamos inaugurar o Centro Popular Betinho de Educação Técnica e lançar a placa indicativa – em momento de reflexão coletiva numa das nascentes do Rio São Bartolomeu – do Parque Ecológico do Itapoã(DF). Durante o período vamos lançar uma campanha de arrecadação no conceito de que SOMOS TODOS PINHEIRINHO. Vocês tem alguma empresa ou entidade que pudesse ajudar no transporte do que for arrecadado? O embarque será no dia 22 de março.
    José Ivan Mayer de Aquino61-2022-7811/3367-2891
    Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida

Alberto

21 de fevereiro de 2012 às 18h54

Penso que é hora de solidariedade e ela tem de focar as necessidades mais prementes. É o caso de avaliarmos com o spés em no chão

Responder

    CC.Brega.mim

    21 de fevereiro de 2012 às 23h04

    a carmen está indo lá todos os dias
    vejo-a focada.
    necessidades prementes?
    talvez a luta política
    possa ser considerada uma necessidade premente não?

    Zé das Couves

    22 de fevereiro de 2012 às 00h22

    E como é que vc vai lutar por alguma coisa se não tem um colchão pra dormir, ou um fogão pra fazer a comida? Hein?

toscano

21 de fevereiro de 2012 às 17h15

Por que não uma campanha para moradia? doar tijolos. Ou então de justiça? advogados que auxiliem na moção de ações?

Me desculpem, mas noteebok não me parece uma necessidade tão preemente assim pra quem perdeu sua moradia…

Responder

    Antonio

    21 de fevereiro de 2012 às 18h27

    Concordo, notebooks podem ser os nossos.
    Mais importante que notebooks são advogados dispostos a enfrentar e desmistificar o que em São Paulo é chamado de justiça.
    É preciso investigar até que ponto a Opus Dei já estendeu seus tentáculos, principalmente entre os desembargadores.
    Ultimamente tem sido proferidas sentenças absurdas.
    Pinheirinho é uma delas. Metrô, Rodoanel e outras permitem supor uma ligação espúria entre juízes e governantes tucanos.

    Marcelo

    21 de fevereiro de 2012 às 18h50

    Parece ideia de quem acha que se muda o mundo pela internet, os mesmos que acham que as Revoluções da OM foram por conta do facebook, não quero dizer que são mal intencionados, mas pra mim a doação de um computador para que os moradores possam informar o que acontece seria mais que suficiente. Deveríamos é sair todos às ruas e protestar contra o fascismo tucano isso sim ajuda a vida, não só dos moradores do Pinheirinho, mas de todos os paulistas.

    @carmensampa

    22 de fevereiro de 2012 às 12h50

    Marcelo,
    alguns deles tem necessidades urgentes, e todos os dias vou pra lá. Se tiverem um canal de comunicação onde possam conversar com o mundo, saberão muito bem o que fazer e como fazer.

    Sim, as redes sociais podem mudar o mundo, pois foi através da rede social Facebook que consegui mais de 750 voluntários na ação. Cada um deu um pouco, cada um deu e dá o que pode. Mas nada parece ser suficiente, porque falta tudo, e falta mais ainda, consciência de que mudar depende de nós.

    São MILHARES de pessoas que agora estão escondidas, precisando de fogão e paz. Precisando de cama e trabalho. Precisando de Esperança em um Mundo bom, e de voltar a crer que isto é possível.

    A rede pode UNIR as Necessidades e Farturas. Pode Unir a Humanidade.
    Depende de nós.


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!