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Rodrigo Vianna: O choramingo de Clóvis Rossi na Folha


11/10/2012 - 22h33

por Rodrigo Vianna, no Escrevinhador

É até covardia comparar Janio de Freitas a Clóvis Rossi. O segundo costumava ser um repórter até respeitado. Virou colunista, dado a obviedades. Com o passar do tempo, parecia querer agradar já não os leitores, mas os patrões. Agora, dizem-me que se refugiou numa coluna de temas internacionais. Mas dá seus pitacos, claro, sobre política brasileira.

O jornalista Janio de Feritas é mais velho, mais contundente. Não parece disposto a agradar ninguém. Com o passar dos anos, feito os bons vinhos, tornou-se também mais consistente. Disposto a contrariar consensos que dominam a velha mídia.

Por que falo dos dois? Recebi de um amigo apelo para que lesse os artigos de Janio e Rossi, que a “Folha” (diário conservador paulistano, com linha editorial próxima ao tucanato) publica nessa quinta-feira (11 de outubro).

Os dois tratam do “Mensalão”. Janio de Freitas, sem negar os fatos, preocupa-se com a decisão da Suprema Corte brasileira, de mandar a jurisprudência e as provas às favas. No STF, condenou-se na base de indícios…. Vejam o que diz o decano jornalista:

“As deduções em excesso para fundamentar votos, por falta de elementos objetivos, deixaram em várias argumentações um ar de meias verdades. Muito insatisfatório, quando se trata de processo penal, em que está implícita a possível destinação de uma pessoa à prisão (…) “Não disponho de juristas alemães a citar também, nem me valeria de uma daquelas locuções romanas disponíveis nos bons dicionários. Logo, não ousaria contestar os doutos da corte suprema. Mas todos os mal preparados podem saber que a atribuição do valor de provas ao que seria, no máximo, indício significa nem mais nem menos do que falta de prova.”

Em suma, diz Janio de Freitas, na “Folha”: condenou-se sem provas. E ele diz mais:

“Indícios são, inclusive etimologicamente, indicações de possibilidades. Não são verdades. Nem mesmo certezas. No Brasil, o argumento da “insegurança jurídica” é brandido pelo “mercado” sempre que quer proteger privilégios. A consagração de indícios e deduções como provas, para condenações, é ameaça muito extensa. Ou seja, em muitos sentidos, instala insegurança jurídica verdadeira.”

Rossi vai por outro caminho. Parece regojizar-se com as condenações sem provas, que alguns (com razão) chamam de golpe. Rossi dá ao artigo o seguinte título: “Não era golpe, eram fatos”.

Ok. Acontece que Rossi não tem coragem de defender sozinho sua tese. Não traz em seu socorro juristas alemães, mas “a mídia internacional” que, segundo ele, desmascarou a “teoria da conspiração golpista que blogueiros, a mídia e intelectuais chapa-branca inventaram safadamente”. Rossi busca socorro em quais jornais? “El País”, “Financial Times”… Até aí, nada demais. Rossi nos últimos anos se transformou em “copydesk” de imprensa estrangeira. É um direito dele. E um direito legítimo da “Folha” gastar papel com quem faz “control-C” e “control-V”.

Não é curioso que a “mídia nacional” não baste? Ele precisa de socorro externo, feito FHC quando o Brasil quebrou em 99? A “mídia nacional” é suspeita? Parece que sim.

Mas o que espanta é outra coisa. Para mostrar que até gente próxima ao PT concorda com o caminho escolhido pelo STF, ele afirma que muitos fizeram do julgamento uma catarse, e conclui: “Catarse que, de certa forma, faz o ator Odilon Wagner, petista de toda a vida, para quem o julgamento foi exemplar”.

Peraí. Odilon Wagner é petista de vida inteira? Mas ele não foi apoiador de Serra e dos tucanos nas últimas campanhas? Se foi petista algum dia, não sei. Mas Odilon Wagner aparece na brilhante lista de “artistas e intelectuais” que prestam apoio a Serra, na atual eleição em São Paulo. Vejam o que diz o G-1:

“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso encontrou o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, em um evento para intelectuais na tarde desta terça-feira (18). O encontro ocorreu em uma sala do cinema Reserva Cultural, na Avenida Paulista, e reuniu artistas e acadêmicos, entre eles Agnaldo Timóteo, Bruna Lombardi, João Grandino Rodas, Celso Lafer e Odilon Wagner.”

Certamente, há petistas que concordam com o julgamento no STF. Rossi não precisava recorrer a um apoiador de Serra para “provar” sua tese. Seria como dizer que o ator José de Abreu é “tucano de vida inteira”. Tosco.

Chamar Agnaldo Timóteo e Bruna Lombardi de “intelectuais” é uma ironia (certamente, involuntária, por parte do G-1 da Globo). Chamar Odilon Wagner de “petista de toda a vida” é simplesmente mentiroso. Rossi precisa buscar doutores alemães para socorrê-lo. Do contrário, pode virar um Agnaldo Timóteo do jornalismo.

P.S.: advinhem para qual artigo a “Folha” deu chamada na capa? Janio ou Rossi?

P.S 2: diz-me um amigo que Rossi pode estar tão agressivo por causa do resultado eleitoral que se avizinha em São Paulo; o jornalista teria, através de sua família, ligações com certas correntes políticas. Fato que até o fechamento dessa edição não pode ser comprovado, mas também não pode ser descartado.

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29 comentários

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neopartisan

13 de outubro de 2012 às 02h25

Rossi é um dos fantasmas da obra que começou lá atrás http://www.youtube.com/watch?v=n6HV-Jpc3I8

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Fabio Passos

13 de outubro de 2012 às 01h36

Este clóvis rossi surtou.
Ele e o frias vão iniciar campanha para o joaquim barbosa, um boneco do PiG, declarar nula a eleição em SP e nomear serra como alcaide. rsrs

Golpistas pilantras: Respeitem os votos do povo!

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PH

12 de outubro de 2012 às 23h10

Se a Folha está se alimentando do “El País” pra fortalecer suas posições, existe aí uma retroalimentação. Porque o correspondente do El País no Brasil costuma basear seus textos só no que diz a grande midia brasileira. Não existe nada de original no que escreve Juan Arias (correspondente do El País), tucanófilo até o último arroz da paella. Juan Arias escreveu uma vez que Reinaldo Azevedo é o “maior analista político do Brasil”. Gosto não se discute, tudo bem. Mas diz muito sobre quem gosta.

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FrancoAtirador

12 de outubro de 2012 às 19h50

.
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O julgamento que não terminará

O processo judicial em curso, pela massiva campanha condenatória que o precedeu, tornou-se um processo político e altamente politizado.
Foi anulado o significado pedagógico e moral, que ele poderia ter para o futuro democrático do país, se o princípio da presunção da inocência fosse observado e o espírito de linchamento não tivesse sido disseminado, como foi.
Não se trata de “defender” Genoino e Dirceu.
Trata-se de avaliar como chegamos a uma situação que lembra a hipotética ou real manchete de um jornal soviético, na era stalinista:
“Hoje serão julgados e condenados os assassinos de Kirov.”

O artigo é de Tarso Genro, na Carta Maior

Em alguns momentos da história o Direito é testado a respeito da sua verdadeira força constitutiva na vida das pessoas, de um grupo social determinado ou de uma nação. Compartilhei com o Supremo alguns destes debates, na condição de ministro da Justiça e lembro-me de dois deles, que foram lapidares. Testaram os limites do projeto democrático em curso que, como se sabe, não partiu de uma ruptura do regime militar, mas de um acordo “pelo alto”, legitimado pelo processo constituinte, que consagrou as liberdades políticas e produziu a vigorosa Constituição de 88.

O “teste” da importância da Constituição na vida de um povo é tanto político, como jurídico. O teste mais forte, no entanto, sempre faz o “político” e o “jurídico” convergirem para o que grandes juristas designam como “força normativa da Constituição”. Esta força normativa é a síntese entre a “Constituição real” (pela qual o direito realiza-se orientado não somente pela lei, mas também pela força do dinheiro, da cultura, da possibilidade que os grupos e classes tem de influenciar os tribunais), e a “Constituição formal”, ou seja, com aquelas influências limitadas no disposto como direito positivo, declarado pelo poder constituinte.

A demarcação da “Raposa Serra do Sol” e o debate que ficou conhecido como “revisão da Lei da Anistia” (a mídia propagou errônea e deliberadamente que pretendíamos a “revisão” da Lei e não a sua “interpretação”), foram dois destes casos. Ambos poderiam ser decididos livre e coerentemente, na sistemática legal atual, para qualquer lado: poder-se-ia decidir que o território era contínuo e assim beneficiar as comunidades indígenas (que foi a decisão do STF), ou dizer que o território indígena deveria ser descontínuo e segmentado e, desta forma, beneficiar-se-ia os que ali se localizavam de boa fé, cometendo crimes ambientais e ocupando terras da União.

Tanto no primeiro como no segundo caso, dois valores se opunham. No caso “Raposa” o direito imemorial dos indígenas, de um lado e, de outro, a posse de boa fé, das famílias instaladas para produzir para o mercado e para a sua subsistência. No segundo caso (“Anistia para os torturadores”), dois valores também estavam claramente em oposição: o respeito pleno, integral e imprescritível aos direitos humanos, por qualquer estado em qualquer circunstância, de um lado e, de outro, um suposto contrato político na transição. Este contrato, segundo o caminho então tomado pelo Supremo, permitira – “legalmente” – que os promotores ou, no mínimo, os coniventes com as torturas, pudessem “contratar” a anistia para os que torturaram e mataram nos cárceres do estado. E o fizeram contra custodiados indefesos, fora do cenário da luta revolucionária, na qual estes já estavam militarmente derrotados.

A dupla e às vezes múltipla possibilidade de interpretação de um dispositivo constitucional gera oportunidades de escolha do intérprete, a partir de valores que estão pré-supostos na sua história individual e social. Nos casos de grande repercussão sobre os “fundamentos do estado de direito” (igualdade perante a lei e inviolabilidade dos direitos), estas escolhas são sempre de natureza política e balizadas pelas grandes questões históricas que o país enfrenta. Vejamos um caso interessante e muito apropriado, para se refletir sobre o que está acontecendo no país com o chamado julgamento do “mensalão”.

É um caso de direitos civis, famoso na jurisprudência da Suprema Corte Americana (109 U.S. – 1883), no qual a interpretação da Lei dos Direitos Civis de 1875 – que outorgara o direito dos negros americanos usarem hospedarias, teatros, transportes públicos e outros espaços públicos e privados – opunha dois valores bem nítidos: o sistema federal, em construção dolorosa depois de uma sangrenta guerra civil, de um lado, e, de outro, a dignidade da pessoa humana sustentada pela Lei dos Direitos Civis. Principalmente no sul do país, com a reação dos remanescentes racistas e escravagistas – cuja força política persistiu até a década de 60 do século XX – vários estados se negavam à aplicação da Lei dos Direitos Civis e se amparavam no “pacto federativo”, cujas cláusulas permitiriam a independência “interpretativa” sobre o alcance das referidas normas de proteção dos direitos civis.

Nesta atmosfera tensa, a Suprema Corte sentenciou que a 14ª. Emenda não havia dado um mandato claro ao Congresso para “proteger” os direitos civis, “senão o poder para corrigir os abusos dos Estados”. Esta decisão, que diferencia “proteção”, de “correção de abusos”, no caso concreto – das polícias, dos brancos e dos governos – contra os negros, mostra a brutal distinção na aplicação da lei e da Constituição, que pode se originar dos valores que orientam a interpretação de um Tribunal.

O Juiz Bradley – relator do processo – escolheu a visão da processualidade que, segundo ele, estaria contida na 14ª Emenda, pois estava convicto que deveria ocorrer “algum estágio” na transição do ser humano, de ‘coisa’ (o negro), para que todos chegassem à condição do ‘ser humano’ (branco), estatuto reservado para parte da população naqueles estados. O Juiz Harlan, que divergiu, denunciou a trama interpretativa: “Não posso resistir à conclusão que a substância e o espírito da recente Emenda à Constituição tem sido sacrificados pela crítica verbal, hábil e engenhosa”.

O valor “federalismo”, naquele caso concreto, foi escolhido para fundamentar uma decisão racista, “atenuando” os efeitos da 14ª Emenda, que respaldara abertamente os direitos civis e sintetizara uma “revolução democrática”, em curso na nação americana.

O Ministro Celso Mello (Relator da Extradição 633-9, República Popular da China – Pleno – DJ 16.02.01-unânime) já passou por situação análoga, na qual negou a extradição de cidadão chinês, acusado de crimes graves naquele país, porque ali os Tribunais “não levam em consideração os argumentos da defesa, nem consagram o princípio da presunção da inocência”. Neste julgamento o Ministro Celso Mello optou claramente – na escolha entre valores que se apresentam em cada processo concreto – por um valor fundante do Direito Penal, nas sociedades democráticas: “a presunção da inocência”. Ou seja, entre o valor “aplicação correta e formal do direito interno chinês”, de um lado (que seria uma das possibilidades para dar legitimidade à extradição) e, de outro lado, o valor “princípio da presunção da inocência” (que serviria para negar a extradição) o princípio da “presunção da inocência” teve o peso decisivo.

O Ministro Lewandowsky, que escolheu o princípio da presunção da inocência e o fundamentou, nos casos de Genoino e Dirceu, tem sido hostilizado, não só na imprensa como em alguns lugares públicos. O ministro Joaquim Barbosa, guindado à condição de herói nacional pela revista Veja, tem sido aplaudido e incensado pela imprensa em lugares públicos. Conhecendo e respeitando a integridade de ambos, imagino que mesmo em situações – que são meramente conjunturais – diferentes, devem estar se perguntando porquê tudo isso. Ambos cumpriram os seus deveres como Ministros da Corte mais alta da República, mas recebem reações diferenças, na sociedade e na imprensa. Não pende, sobre nenhum dos dois, qualquer mancha moral e ninguém duvida dos seus conhecimentos e da sua capacidade como juristas, mas eles tem um tratamento jornalístico e social desigual. Por quê?

Quero opinar um pouco sobre isso, porque creio estarmos num momento importante da vida democrática nacional. E a minha opinião não é sobre fatos e condutas, que determinaram o processo judicial em julgamento, porque, a não ser a respeito de Genoino, de quem fui amigo pessoal por décadas (poderia depor a respeito da sua integridade moral e sua honestidade e sobre a convicção de que não teve nenhuma conduta dolosa), não convivi, não conheço a personalidade, a vida pessoal e mesmo política de maneira suficiente, de nenhum dos outros réus. Sobre José Dirceu e os demais réus, não posso ter juízo “jurídico” sobre os fatos que ensejaram a ação penal, mas posso afirmar, também sobre José Dirceu -que é a personalidade mais forte do julgamento – que certamente foi condenado sem obediência ao princípio da presunção da inocência.

O processo judicial em curso, pela massiva campanha condenatória que precedeu o julgamento, tornou-se um processo político e altamente politizado. Foi anulado dramaticamente o significado pedagógico e moral, que ele poderia ter para o futuro democrático do país, se o princípio da presunção da inocência fosse observado e o espírito de linchamento não tivesse sido disseminado, como foi. Não se trata, em conseqüência, de “defender” – como foi inculcado no senso comum – Genoino e Dirceu. Ou de atacar, tal ou qual grupo de comunicação, ou mesmo de discutir os argumentos do Procurador Geral ou da defesa dos réus, por dentro do processo: o verdadeiro julgamento foi no paralelo político.

Trata-se, portanto, de avaliar como chegamos – em plena democracia política – a uma situação que lembra a hipotética ou real manchete de um jornal soviético, na era stalinista: “Hoje serão julgados e condenados os assassinos de Kirov.” Lewandowky e Joaquim Barbosa estão sendo eventualmente recebidos de maneira diferente, nos lugares que freqüentam, pelos mesmo motivos: os réus já tinham sido julgados. Um, pelas suas convicções, disse que a sentença midiática estava -vejam bem- apenas parcialmente errada. Outro, pelas suas convicções, disse que ela estava totalmente certa. O julgamento judicial foi um julgamento político e a síntese, que resultou do embate entre valores pré-supostos na interpretação, foi doce para a direita política irracional que dominou a mídia, mas amarga para a esquerda que vem governando o país dentro da democracia.

O embate de valores, que ocorreu neste julgamento, é exemplar para a reforma democrática que nos desafia de imediato, foi o seguinte: de um lado o “princípio da presunção da inocência” e, de outro, o controle “unilateral da formação da opinião”, que, ao não conseguir provas suficientes para condenação, enquadrou o senso comum e o próprio Supremo, na certeza de que o julgamento é feito antes e “por fora” dos Tribunais. E, assim, serão incensados os que aceitarem este controle e serão amaldiçoados os que se rebelarem contra ele.

Talvez este julgamento tenha uma virtude: sirva para coesionar um campo democrático amplo, para atacar a principal chaga da democracia brasileira, que é o sistema político atual, fundado no financiamento privado das campanhas e nas alianças regionais sem princípio. Se não atentarmos para isso, rapidamente, merecemos este julgamento, no qual a presunção da inocência foi sacrificada no altar da “teoria do domínio funcional dos fatos”.

Na verdade, como o julgamento foi principalmente político, embora dentro de todos os parâmetros da legalidade constitucional, ele não terminará em breve. Vai continuar. E o principal erro que poderemos cometer será utilizar esta jurisprudência contra os adversários da revolução democrática em curso, desejando e propagando que eles devem ser condenados sem provas, com linchamentos prévios pela mídia. Aliás, isto é impossível, porque eles é que tem o domínio funcional dos fatos através da grande mídia.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21063

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Nelson

12 de outubro de 2012 às 19h38

SR do DF

Que tal sugerirmos ao Azenha um levantamento sobre qual esquema de corrupção foi o maior da história em todo o mundo. O das privatizações tucanas no Brasil ou o das privatizações pós-queda do comunismo pós-desintegração da União Soviética?

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abolicionista

12 de outubro de 2012 às 16h49

Putz, olha o PIG mentindo e sendo pego no pulo mais uma vez pela blogosfera.
Parabéns Rodrigo Vianna.

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Julia Rossi

12 de outubro de 2012 às 16h11

Catarina Rossi, presidente do PSDB mulher e também mulher de Clovis Rossi,colunista da Folha de São Paulo, chama Serra de Palhaço. Veja o vídeo
http://youtu.be/K96SGEVAtVU

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Mr. Chance

12 de outubro de 2012 às 11h06

Clóvis Rossi virou uma caricatura de sí próprio… Lembra muito o Mr. Bernistern, o “yes-man” do Cidadão Kane, aquele que, por depender do emprego, anulou a propria personalidade em favor de seu chefe, no caso o Dr. Otavinho – o que pensa que é o nosso Cidadão Kane. Um jornalista que vendeu a alma para o diabo para realizar o sonho de sua vida, aposentar-se na Espanha. Que lástima…

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Carla

12 de outubro de 2012 às 10h40

O Odilon Wagner estava com os tucanos também nas eleições anteriores. Fez até propaganda na TV.

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Narr

12 de outubro de 2012 às 09h34

Imprensa estrangeira co-memora a condenação dos “mensaleiros”: jornal Il Popolo d’Italia, Agenzia Stefani, Völkischer Beobachter, e o periódico espanhol Arriba.

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José X.

12 de outubro de 2012 às 07h14

Clóvis Rossi já deveria ter pendurado as chuteiras há uns 20 anos, antes de se tornar esse triste espetáculo, esse poço de ódio e ressentimento em que se tornou.

Responder

    Mr. Chance

    12 de outubro de 2012 às 11h08

    Ele não passa de um puxa-saco descarado que apenas necessita do emprego… um verme.

Bonifa

12 de outubro de 2012 às 05h49

Os melindres da senilidade de Rossi, sempre falando que o Brasil seria um país eternamente sujo, feito de lama, sempre dando graças ao momento em que desembarcava na Suíça, em que entrava em seus restaurantes favoritos na Itália, foi um dos fatores decisivos que nos fizeram cortar a assinatura da Folha, há cinco anos atrás. Nem o grande Jânio, tornado em minúscula fonte de água fresca no meio de um escaldante deserto de jornalismo, pesou para que continuassemos com assinatura.

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Adryana

12 de outubro de 2012 às 01h49

ei!”, lulipe tu sois pior do que linguiça pra encher saco.

Responder

Fabio Passos

12 de outubro de 2012 às 01h49

O PiG acreditava mesmo que a população iria aceitar estas condenações absurdas e responderia nas urnas com uma avalanche de votos na direita.

Quebraram a cara.
O PiG não acerta uma. rsrs

Chupa, PiG!

Responder

Sr do DF

12 de outubro de 2012 às 00h34

A mídia de ultra direita e mais a rede porco de televisão tenta passar o bordão que o STF está julgando “O maior e o mais atrevido esquema de corrupção do Mundo”, mais se esquece do livro do Amaury Ribeiro Junior que trata das Privatarias Tucanas que fica na Historia como: “O MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA AMÉRICA LATINA”, podendo chegar a ser do Mundo. Se um dia chegar a ser julgado no STF todos saberão e concordarão com isso que escrevo.

Responder

marco

12 de outubro de 2012 às 00h03

“diz-me um amigo que Rossi pode estar tão agressivo por causa do resultado eleitoral que se avizinha em São Paulo; o jornalista teria, através de sua família, ligações com certas correntes políticas. Fato que até o fechamento dessa edição não pode ser comprovado, mas também não pode ser descartado.”

São indícios…

Responder

Micuim

11 de outubro de 2012 às 23h48

Ai, ai, lulipe, troll velho de guerra. Desencava uma coluna pra ti em algum jornal do PIG e não enche mais o saco da gente. E acha um tempinho para ler a Privataria Tucana…

Responder

    Marcelo

    12 de outubro de 2012 às 01h05

    Kkkkkkkkkk

    Ricardo JC

    12 de outubro de 2012 às 10h25

    Oi Micuim
    Deixa ele por aqui. Me divirto muito com o que ele diz. Serve de deixa para a gente rebater todos os argumentos falaciosos desta imprensa rídicula que nós temos por aqui. E depois, ao final de cada eleição, a gente ainda pode ver ele estrebuchando e esperneando por aqui…

lulipe

11 de outubro de 2012 às 23h11

O que interessa disso tudo é que os mensaleiros foram e estão sendo condenados.O STF mandou uma mensagem para todos os políticos, principalmente aqueles que se acham acima da lei.Se cometer crimes serão punidos.O PT será sempre lembrado como o partido realizador do maior escândalo de corrupção da história, só resta chororô, esperneio e ranger de dentes.

Responder

    Gabriel Braga

    12 de outubro de 2012 às 01h20

    Tomara que você tenha razão e essa mesma mensagem de intolerância com a corrupção seja mandada aos mensaleiros do PSDB.Se o STF condenar os mensaleiros tucanos aí sim,acredito que algo tenha mudado.
    Com relação a sua afirmação de que o mensalão do PT foi o maior esquema de corrupção da história,só tenho a dizer a célebre frase do duque de Wellington:Quem acredita nisso acredita em qualquer coisa.

    sandro

    12 de outubro de 2012 às 01h50

    Eu acho “Serra” acima da lei, duvido que seja pego um dia.
    Nosso candidato é um “super dotado”, Luiz Felipe. Dia 28 é “nois”
    bolinha na cabeça digo Serra na cabaça, digo Será na cab……é isso ai!

    João-PR

    12 de outubro de 2012 às 02h14

    Por acaso já leu “A privataria tucana”??
    Vá ler, e veja os documentos que estão como anexos no final do livro. Veja o que foi a CPI do Banestado. Veja a ladroagem que fizeram aqui, devidamente documentada.
    O que o STF vai fazer a respeito?

    Zezinho

    13 de outubro de 2012 às 06h05

    O STF só vai fazer alguma coisa se houver um processo para julgar. O que vcs estão esperando para dar entrada no processo?

    Luís Carlos

    12 de outubro de 2012 às 05h02

    E o PSDB que tu defendes e escondes o maior partido ficha suja do país. Fatos, náo indícios. Porque você quer a impunidade dos tucanos, demos e mídias?Porque você defende a impunidade tão explicitamente?

    Arthemísia

    12 de outubro de 2012 às 07h07

    Tá triste por que teu partido não será lembrado de jeito nenhum? Vai chorar porque ninguém lembra do grande líder sociólogo? Chora não, ainda dá tempo de você ir para o lado do partido que é lembrado pelos programas sociais; que é parceiro da ONU na exportação desses programas que vão diminuir a miséria e as desigualdades no mundo. Vá para o lado do partido que será lembrado pelas aulas de política externa, pelas aulas de economia por ter segurado uma crise que derrubou Espanha, Portugal, Grécia. Ah, e de quebra, vá para o lado do partido que trouxe os Jogos Olímpicos e Paralímpicos para o país e que deixou nas mãos dos brasileiros um dos seus maiores patrimônios, senão o maior: A Petrobrás.

    Ricardo JC

    12 de outubro de 2012 às 10h28

    oi lulipe
    É só esperar dia 28 de outubro para ver quem vai espernear e ranger os dentes. Dia 6 já foi assim…PT, partido mais votado no país e em ascenção eleitoral. PSDB em franca decadência e DEM, desaparecido. Ainda bem que nosso povo sbae separar o joio do trigo. Já foi o tempo em que as mentiras publicadas faziam efeito imediato.

    abolicionista

    12 de outubro de 2012 às 16h42

    Lula já é lembrado como o maior presidente que esse país já teve, e se tornou uma referência internacional (há livros e artigos sobre ele em revistas internacionais, tais como o de Perry Anderson na London R. of Books).

    O PT também será lembrado como o partido que mudou a estratificação social do país, e como o maior partido do Brasil, ou os números estão errados?

    Quanto ao FHC, ele será às vezes lembrado como um dos maiores bananas que esse país já viu.

    Já do PSDB, provavelmente será confundido com o DEM, ou seja, mais um dos partidos de ocasião, umas das muitas máscaras democráticas que a burguesia veste para disfarçar seus interesses.

    Nada como o tempo, não acha?


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