VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Gilson Caroni Filho: O que move o partido impresso


08/01/2012 - 10h56

O que move o partido-imprensa

por Gilson Caroni Filho

A leitura diária dos jornais pode ser um interessante exercício de sociologia política se tomarmos  os conteúdos dos editoriais e das principais colunas pelo que de fato são: a tradução ideológica dos interesses do capital financeiro, a partitura das prioridades do mercado. O que lemos é a propagação, através dos principais órgãos de imprensa, das políticas neoliberais recomendadas pelas grandes organizações econômicas internacionais que usam e abusam do crédito, das estatísticas e da autoridade que ainda lhes resta: o Banco Mundial (BIrd), o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Organização Mundial do Comércio (OMC).  É  a eles, além das simplificações elaboradas pelas agências de classificação de risco, que prestam vassalagem as editorias de política e economia da grande mídia corporativa.

Claramente partidarizado, o jornalismo brasileiro pratica a legitimação adulatória de uma nova ditadura, onde a política não deve ser nada além do  palco de um pseudo-debate entre partidos que exageram a dimensão das pequenas diferenças que os distinguem para melhor dissimular a enormidade das proibições e submissões que os une. É neste contexto, que visa à produção do desencanto político-eleitoral, que deve ser visto o exercício da desqualificação dos atores políticos e do Estado. Até 2002, era fina a sintonia entre essa prática editorial e o consórcio  encastelado nas estruturas de poder.

O discurso “modernizante”  pretendia — e ainda pretende — substituir o “arcaísmo” do fazer político pela “eficiência” do economicamente correto. Mas qual o perigo do Estado para o partido-imprensa? Em que ele ameaça suas formulações programáticas e seus interesses econômicos?

O Estado não é uma realidade externa ao homem, alheia à sua vida, apartada do seu destino. E não o pode ser porque ele é uma criação humana, um produto da sociedade em que os homens se congregam. Mesmo quando ele agencia os interesses de uma só classe, como nas sociedades capitalistas, ainda aí o Estado não se aliena dos interesses das demais categorias sociais.

O reconhecimento dos direitos humanos, embora seja um reconhecimento formal pelo Estado  burguês, prova que ele não pode ser uma instituição inteiramente ligada aos membros da classe dominante. O grau maior ou menor da sensibilidade social do Estado depende da consciência humana de quem o encarna. É vista nesta perspectiva que se trava a luta pela hegemonia.

De um lado os que querem um Estado ampliado no curso de uma democracia progressiva. De outro os que só o concebem na sua dimensão meramente repressiva; braço armado da segurança e da propriedade.

O partido-imprensa abomina os movimentos sociais  os sindicatos (que não devem ter senão uma representatividade corporativa), a nação, antevista como ante-câmara do nacionalismo, e o povo sempre embriagado de populismo. Repele tudo que represente um obstáculo à livre-iniciativa, à desregulamentação e às privatizações.

Aprendeu que a expansão capitalista só é possível baseada em “ganhos de eficiência”, com desemprego em grande escala e com redução dos custos indiretos de segurança social, através de reduções fiscais.

Quando lemos os vitupérios dos seus principais articulistas contra políticas públicas como Bolsa Família, ProUni e  Plano de  Erradicação da Pobreza, dentre outros, temos que levar em conta que trabalham como quadros orgânicos de uma política fundamentalista que, de 1994 a 2002, implementou radical mecanismo de decadência auto-sustentada, caracterizada por crescentes dívidas, desemprego e anemia da atividade econômica.

Como arautos de uma ordem excludente e ventríloquos da injustiça, em nome de um suposto discurso da competência, endossaram a alienação de quase todo patrimônio público, propagando a mais desmoralizante e sistemática ofensiva contra a cultura cívica do país. Não fizeram — e fazem — apenas o serviço sujo para os que assinam os cheques,  reestruturam e demitem.

São intelectuais orgânicos do totalitarismo financeiro, têm com ele uma relação simbiótica. E é assim que devem ser compreendidos: como agentes de uma lógica transversa.

Merval Pereira, Miriam Leitão, Sardenberg, Eliane Catanhede, Dora Kramer e outros mais necessitam ser analisados sob essa perspectiva. É ela que molda a ética e o profissionalismo de todos eles. Sem mais nem menos.

Leia também:

Igor Felippe: O que o Brasil oferece ao mundo





69 comentários

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Sergio Fonseca

10 de janeiro de 2012 às 17h10

O conceito de PIG é sociologicamente furado. As relações entre poder político e mídia ultrapassam os cânones estreitos de concepções de liberdade de expressão do petismo. A mídia é uma força social que concentra interesses, disputa representações políticas e defende certos grupos no poder. Tudo isso é legitimo. Mordaça não é a saída democratica, mas sim stanlinista do PT.

Responder

Sergio Fonseca

10 de janeiro de 2012 às 17h01

O conceito de PIG é sociologicamente furado. As relações entre poder político e mídia ultrapassam os cânones estreitos de concepções de liberdade de expressão do petismo. A mídia é uma força social que concentra interesses, disputa representações políticas e defende certos grupos no poder.
Não vejo nenhuma dificuldade adicional em entender essa ciorcunstancia especifica de produção moderna de informação. Daí a demonizar a mídia, fazendo acusações genericas sobre a partidarização da informação, vai uma distancia enorme.
Na Argentina o projeto de poder de Kirchiner é ancorado em velhos bordões ditatoriais. Na Venezuela é a mesma coisa. No Brasil, dificilmente a ideologia da mordaça fará fileira.
Não vamos deixar confundir alhos com bugalhos. Uma coisa é a critica sobre o monopólio e controle privado da informação. Outra, muito diferente é a defesa da mordaça como meio de democratização da informação. Ísso é furada. O PT tem tara totalitária. E a imprensa, mesmo quando afinada com o mercado, tem legitimidade para propor socialmente os seus interesses e valores. Não queremos mordaça, queremos mais liberdade, mais espaços, mais interatividade, menos contrrole. O nosso ideal é o pluralismo político com a amplificação dos recursos midiáticos distribuidos igualitariamente aos cidadãos. As mídias sociais e a ampliação das redes comunicativas é o caminho. Ser radical é defender não apenas a participação do cidadão na produção e circulação da informação, mas defender a interatividade em que o polo mais fraco da troca da mensagem seja valorizado a ponto dele poder produzir as sua própria visão do fato.

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Antonio Nunes

09 de janeiro de 2012 às 20h23

O texto não é contra a “partidarização” do jornalismo, do jornalista ou da mídia… o texto é apenas contra o q o autor acha ser a “partidarização CONTRA o Governo petista” !

Pq excluir da lista de "jornalismo partidarizado" os nomes de Paulo Henrique Amorin, Luis Nassif, Luis Carlos Azenha, Gilson Caroni Filho, Mino Carta e tantos outros (mesmo q não sejam jornalistas, mas "travestidos" de cientistas políticos, como Marcos Coimbra ou de sociólogos, como Emir Sader)?

Só são "partidarizados" os q são contra?

Os q são "a favor", são "equilibrados" e "neutros" e querem "sinceramente" o bem da nação?

Vejam a jóia de equilíbrio e neutralidade na análise do autor:

"De um lado os que querem um Estado ampliado no curso de uma democracia progressiva. De outro os que só o concebem na sua dimensão meramente repressiva; braço armado da segurança e da propriedade."

Traduzindo: de um lado (o do autor “apartidário”) os mocinhos… do outro lado, os bandidos!

Entendo…

Não há, segundo o texto, isenção na crítica… Só no apoio, por mais descarado e interesseiro q seja!

Não há "bem intencionados" do "lado de lá"… Só os q se unem ao discurso oficial podem usufruir da “honestidade de princípios"…

O texto teria crédito se não fosse tão partidário ao tentar denunciar o "partidarismo da imprensa"…

Do jeito q está, é apenas peça de campanha política…

Onde está a SIMETRIA (isenção, equilíbrio, neutralidade)? Alguém a viu por aí?

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    09 de janeiro de 2012 às 21h08

    O pessoal do Ministério da Saúde da Dilma com certeza não acha que somos partidarizados…

    Antonio Nunes

    09 de janeiro de 2012 às 21h33

    talvez não… mas e o resto do Governo? rsrs

    mas não tenho intenção de criar polêmicas…

    e q fique claro: a critica foi ao texto q não reconhece erros e excessos nos 2 lados e tenta dividir o mundo em "mocinhos" e "bandidos" (sendo o lado do autor, o "certo")!

    mas espero q vc concorde q o seu blog é alinhado com o PT/Governo e não com a oposição mais crítica…

    e só citei nomes pq o texto fez o mesmo!

Paulo Henrique Amorim: A elite paulista teme o novo Nordeste | Viomundo - O que você não vê na mídia

09 de janeiro de 2012 às 15h16

[…] Gilson Caroni Filho: O que move o partido impresso […]

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Tomudjin

09 de janeiro de 2012 às 11h36

Votarei sempre nos partidos de esquerda, pois sei que serão imediatamente denunciados, caso sejam flagrados se empanturrando de tapiocas em algum paraíso fiscal.
Já os partidos de direita, nem mesmo a imprensa "imparcial" sabe o que acontece… a menos que alguém me convença que ela simplesmente faz de conta que não sabe?.

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José Maia

09 de janeiro de 2012 às 11h35

''Partido Impresso''. Gostei deste nome. Adotarei.

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Jose Antonio Batata

09 de janeiro de 2012 às 10h56

BRASIL1970, os Bravos lutavam contra a Ditadura Militar, os covardes se esconderam debaixo da cama. Depois que a Ditadura caiu eles ficaram corajosos. Agora se dizem donos da democracia. Agora se dizem donos da ética. Em 1970 , eles beijavam a mão dos Militares Torturadores. Eles agora se dizem donos da Imprensa Livre. em 1970, eles não escreviam um única linha contra os gorilas sanguinários. Eles agora criticam, criticam. Eles não fizeram oposição à Ditadura. A História é cruel. Nosso país foi salvo pelos estudantes de 1968 e pelos sindicalistas de 1978. Os falsos democratas do PIG estavam apoiando a Ditadura.

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    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 16h10

    Boa tarde.

    Para corroborar o que você diz, Jose Antonio Batata, basta lembrar a capa do "O Globo" de Dous de Abril de 1964: "Goulart se Escondeu"… "Ressurge a Democracia"…

    "2 de abril de 1964

    “Ressurge a Democracia”

    Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada."

    Artigo completo no CAf: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/03/31/%E2%80%9Cressurge-a-democracia%E2%80%9D-o-globo-em-2-de-abril-de-1964-depois-foi-dedo-duro/

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    SILOÉ-RJ

    10 de janeiro de 2012 às 23h35

    Eles näo apoiaram a ditadura, ELES ERAM A DITADURA.
    Os militares é que foram burros e acreditaram no conto do comunismo fabricado pelos USA, mídia e alguns políticos liderados por Carlos Lacerda.
    Na verdade o golpe näo foi militar, foi midiático em cima deles e de todos nós, BRASILEIROS.

Jair de Souza

09 de janeiro de 2012 às 10h31

É incrível! Diante de um texto de tamanha clarividência, que expõe de modo certeiro o papel que os agentes da máfia midiática desempenham em defensa do conglomerado financeiro, vemos algumas pessoas desviando o assunto para que, nem de longe, seja debatido o papel dos meios de comunicação na era do neoliberalismo globalizante.

Não entendo como tanta gente boa e bem intencionada se deixa levar por estas manobras e acaba fugindo do tema central colocado pelo jornalista Gilson Caroni.

Destruir o partido da máfia midiática é provavelmente a tarefa mais imperiosa para todos os que querem que a sociedade dê um passo decisivo no caminho de sua libertação verdadeira. O que pode e deve ser discutido neste momento (em relação com o presente texto) é o porquê de o PT não atuar de modo decidido para criar condições para o exercício da democracia comunicacional. Por que o PT vacila (ou se acomoda) enquanto que outras forças progressistas em outros países latinoamericanos têm sido muito mais audazes.

Poderíamos falar das correlações de forças, poderíamos comparar com o que ocorre na Argentina, no Equador, na Venezuela, na Bolívia. Ou seja, poderíamos tirar excelentes conclusões que nos ajudassem na tarefa primordial de derrotar o complexo máfio-midiático. O que não podemos aceitar é cair na patranha de ficar discutindo o "revolucionarismo" ou "antirrrevolucionarismo" do PT e esquecer de abordar o papel desempenhado pelos meios de comunicação como partido base do inimigo principal dos trabalhadores e de todo o povo no momento, em outras palavras, a atuação da máfia midiática.

Não é que não devamos questionar o PT pela forma como vem conduzindo a política desde que passou a ser “partido de governo” em 2003. Mas aqui, se é para discutir o papel do PT, vamos discuti-lo em relação com que tema de interesse do artigo. O que não cabe é desviar o foco de atenção para que, ao final, o inimigo principal seja poupado.

Responder

    Jair de Souza

    09 de janeiro de 2012 às 10h55

    Correção no último parágrafo: "…vamos discuti-lo em relação com o tema de interesse do artigo."

    De Paula

    09 de janeiro de 2012 às 16h48

    Seu Jair: Gostei do texto e achei oportuna sua observação. Penso, porem que o autor, com seu dominio do assunto e enfronhado com as estratégias midiáticas do conservadorismo pátrio, deveria falar prá todos e não somente para uns poucos ilustrados ou iluminados. Me perdoe, mas para o povão esse texto está muito diurético…

Jorge 4

09 de janeiro de 2012 às 08h43

Ainda assim, reforço a minha impressão de que o PT, apesar destes pontos em contrário, deixou de agir, e deixa de agir, em diversos pontos que ele já deveria ter atacado. Afinal, governar não deve ser encarado como sinônimo de agradar. Governar é também meter a mão em cumbuca, e isso, o PT tem evitado ao máximo, protelando discussões tão ricas e que, a longo prazo, só fariam bem a nossa democracia. Esse pragmatismo de fazer o que dá, pôde ser entendido no momento de transição que enfrentou o Lula, de eterna oposição para governo de fato, mas começa a se exaurir no governo Dilma, onde o mais do mesmo dá sinais de fadiga.

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Jorge 3

09 de janeiro de 2012 às 08h42

O fortalecimento do Estado é evidente, e se materializa na interrupção das grandes privatizações, no aumento real do poder aquisitivo do funcionalismo público, na expansão da universidade pública e dos institutos tecnológicos, no investimento maciço em setores estratégicos como o de energia, etc. E temos que ver, que no caso do sistema político brasileiro, querer não é poder. Chavez e Cristina Kirchner fizeram e estão fazendo reformas mais profundas porque tem um congresso totalmente favorável. Quando o PT teve um congresso amplamente seu? Nunca. Nem o PT, nem o PSDB. Então, embora isso cause indignação em muitos de seus militantes, a limitação imposta pelo Chantagismo Oficioso é importante, sobretudo quando levamos em conta que no lado oposto temos uma mídia disposta a tudo para defender os interesses privados e das políticas neoliberais e uma população com baixíssimo nível de informação. Continua…

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Jorge 1

09 de janeiro de 2012 às 08h42

Muito bom texto. Quanto aos comentários do Claúdio Luiz Pessuti, devo ressaltar que muitas de suas impressões sobre o PT no poder estão corretas. Em diversos aspectos da nossa realidade política e econômica, o PT tem se notabilizado por um "vamos deixar pra mais tarde". Não houve, ao menos, tentativa de reforma política, não houve, ao menos, tentativa de reforma tributária, não houve, ao menos, tentativa de regulação dos meios de comunicação; os bancos têm hoje os maiores ganhos da história deste país, e por aí vão, uma série de aspectos da nossa realidade que o PT deixou de abordar, embora todos saibamos que devem ser abordados, quanto antes, melhor. Continua…

Responder

Jorge

09 de janeiro de 2012 às 08h41

Entretanto, há que se considerar outra peculiaridade desses nove anos de PT no poder, que é a constante luta que o governo tem travado contra os ataques incessantes da mídia e a necessidade, por força de nosso sistema político, de se submeter aos 'caprichos' dos parlamentares aliados. Ora, todos nós sabemos que os governos deste país sempre governaram num sistema que poderíamos classificar como Chantagismo Oficioso. Ou, mais popularmente conhecido como: Toma-lá-da-cá. Mas, apesar disso, dizer que o PT seguiu os rumos do FHC me parece um exagero considerável. Contiunua…

Responder

Jonas Resende

08 de janeiro de 2012 às 23h07

Embora só cinco piguentos tenham sido citados ao final do texto do Caroni, é bom registrar que a piguentada toda está representada nele, enfileiradinhos, um a um…

Responder

    Antoniop Nunes

    09 de janeiro de 2012 às 09h53

    é pra citar apenas os "piguentos" ou podemos citas todos os jornalistas q agem de forma patidaria, independentemente do lado q escolheram?

    devemos criticar somente os q criticam o governo de forma sistemática ou também devemos criticar quem defende o governo de forma sistemática?

    queremos um jornalismo isento ou apenas queremos um jornalismo de elogios ao governo petista?

    o autor do texto (um jornalista totalmente alinhado com o governo) já fez a escolha dele: só vale a partidarização do lado do PT!

    faça a sua escolha tb…

Henrique

08 de janeiro de 2012 às 22h00

O que fala/escreve o PIG fica só entre os reacionários convictos que ficam “trocando figurinha” entre si. Deixa esses caras falarem a vontade que nós vamos fazendo o gênero “OS CÃES LADRAM E A CARAVANA PASSA”! No fim tudo vai ficar tão “carne de vaca”, um blá-blá-blá sem qualquer sentido que eles mesmo, enojados da própria cara, vão parar de vomitar, quer dizer, de falar/escrever. Como tudo não passa de fofoca do PIG, tanto que nunca abrem processo na justiça … pois sabem que se abrirem terão de provar. E se não provar indenização pesada em cima deles. O PIG já era, só falta enterrar, não dá votos, não elegem ninguém, deixa que troquem figurinha entre si.

Responder

Marat

08 de janeiro de 2012 às 21h13

Não há o que discutir sobre os textos do Caroni. São sempre primorosos e claramente verdadeiros. Ele acertou o PIG (cuja moral está abaixo da escoria) em cheio. Valeu, Caroni!

Responder

    Antonio Nunes

    09 de janeiro de 2012 às 09h47

    "Não há o que discutir sobre os textos do Caroni"

    respeitosamente, discordo.

    há muito o q discutir!

    mas acho q este blog não é o espaço apropriado para essa discussão, pois tenho sido censurado no comentário onde tento levantar os pontos que discordo…

    coisa de "jornalismo partidarizado"!

    SILOÉ-RJ

    10 de janeiro de 2012 às 23h15

    E QUAL NÄO É ???
    Aqui, ou em qualquer blog sujo, todos que se expressam, o fazem porque encontram acolhida para isso Independente de partidos, embora a maioria seja de esquerda. Agora tente em outros blogs para ver o que acontece!!!

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 16h15

    Boa tarde.

    Salve, Marat.

    Obrigado por fazer o que eu deveria, também, ter feito.
    Por puro esquecimento, não enalteci, como você o faz, agora, os trabalhos do Caroni. Sempre muito conscientes e esclarecedores.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

Morvan

08 de janeiro de 2012 às 19h51

Boa noite.

O problema maior não é o PIG em si, e sim a perspectiva de Poder (no sentido puro, daí o "P" capital) a partir da lógica dos Partidos (inscritos regular e regimentalmente no órgão com poder regimental). Na verdade, vendo-se através das representações políticas (partidos, com "p" mínimo) brasileiras, o PIG é só parte da equação. Falta o complemento: quem, dentre os partidos, almeja, institucionalmente falando, corromper, subverter a lógica do PIG, fazendo um Governo não meramente representante do Capital (isso o PIG já faz, com assustadora competência, diria, mais do que competência, com total obediência tática)? O PSDB? O PT? Ou a diferença entre eles – se existir, a rigor – é tão tênue, tão vápida, tão fugaz, que não aproveita ao eleitor votar no partido A, em detrimento de B, pois este (o eleitor) não vê diferenças entre as duas agremiações?
O "jogo jogado" por Lula, nos dois mandatos, pode, a longo prazo, mesmo na via institucional, apresentar ganhos para a população, como o fez, mesmo com seus recuos e claudicâncias, mas, a rigor, o PT não apresentou, nem apresenta uma perspectiva de subversão, no sentido de fustigar o aparelho midiático do maior partido da América Latina, o PIG.
Então, para sucintez, não penso ser o PIG o problema em si, mas sim a falta de enfrentamento deste, por parte de quem está no poder. Corrobora isto o caso argentino.
Lá, a bela e audaz Cristina "não dá xerém pra pinto"! Colocou o PIG de lá nas cordas e este não parece ter bons prognósticos…

:-)

Morvan, Usuário Linux #433640.

Responder

    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    08 de janeiro de 2012 às 23h41

    Beleza Morvan, ótima análise, mas é impressionante como vocês petistas tem dificuldade de , como faziam na época FHC, dizer claramente que Lula e Dilma são perpetuadores da política do neoliberalismo sim, pois, apesar de em momentos de crise, o governo estimular consumo ao invés do corte de gastos, , no dia a dia, para quem acompanha de verdade, não os puxa-sacos de sempre, sabe que o governo Lula, no que tange ao modelo econômico, não difere de FHC.A diferença está nas obras do PAC, que , diga-se, estão ainda para mostrar serviço, pois estão longe de ficarem prontas.Mas reforma agrária, fortalecimento do estado , de verdade, aparelhamento das nossas Forças Armadas(cadê os caças?), redução de juros a níveis civilizados, vamos pra 10 ANOS de governo petista e continuamos com a mais alta taxa de juros reais do MUNDO!

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 01h16

    Boa noite.

    Obrigado, Cláudio Luiz Pessuti.
    Mas devo dizer que não sou petista, caro Luiz Pessuti.
    Voto no PT há mutos anos, porém, sem qualquer filiação. Fui líder estudantil, durante toda a vida acadêmica, sem ter feito filiação em qualquer partido.
    Sou defensor do fortalecimento dos partidos (aí, vou poder escrever "Partido") e não tão-somente do PT.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    RicardãoCarioca

    09 de janeiro de 2012 às 08h37

    A diferença entre os governos FHC e Lula vão além do que você deve imaginar. Diferentemente do governo FHC, o governo Lula não vendeu o patrimônio público, pelo contrário, fortaleceu as estatais. Não deixa os pobres à própria sorte, criou programas de segurança alimentar. Não elitizou o ensino superior, criou universidades e programas de acesso gratuito a elas. Se o governo Lula é tão liberal quanto o de FHC, eu não sei, mas ainda que fosse, e daí? Se foi corrupto, não foi mais do que o de FHC. Resumindo, por que não votaria na oposição:
    Oposição e situação são corruptos: 1 x 1;
    Oposição vende patrimônio público (e embolsa o dinheiro): 2 x 1;
    A grande imprensa não denunciaria as maracutaias da atual oposição se esta chegar ao poder: 3 x 1.
    Prefiro com está: Governo nacionalista, progressista, capitalista, mas com forte ação social e com a imprensa vigilante e barulhenta.
    Não quero governo entreguista, capacho, socialmente insensível e com a imprensa comprada e muda.

    José Ruiz

    09 de janeiro de 2012 às 09h25

    Análise superficial, para dizer o mínimo. É claro que o PT não representa uma proposta revolucionária, mas está longe de ser um "perpetuador da política neoliberal". Achar que o governo Lula foi igual ao governo FHC é um caso de miopia: de longe (muito longe) podem até parecer iguais, já que não ocorreram rupturas, mas os resultados atuais na economia e a migração de milhões de brasileiros das classes mais pobres rumo à classe média não deixam dúvidas de que o governo petista foi MUITO melhor para a classe trabalhadora.. Em tempo, vale ressaltar também a hipocrisia: muitos dos que acusam Lula de ter sido "tênue" o culpariam de uma suposta "venezualização" do Brasil, caso tivesse batido de frente com algumas forças no Brasil..

    CLAUDIO LUIZ PESSUTI

    09 de janeiro de 2012 às 11h25

    Meu caro, superficial e quem não entende que se não fosse o fenômeno China, o governo Lula não conseguiria nem metade do que conseguiu.Alias, superficial e ler o meu post e dizer que eu falei que o FHC foi melhor que o Lula, o governo Lula foi o melhor da historia do Brasil, o que, vamos dizer de passagem , não significa muito , uma vez que nossa historia e trágica.Quanto a este papinho de classe media, Classe C, olha, vou te dizer, só o IBGE mesmo para achar que este pessoal que ta ganhando um pouco melhor e classe media, que melhoraram, sem duvida, mas em nenhum pais do mundo seria classe media.De qualquer forma, no seu post , alem do papinho de "nunca antes neste pais" não ha nenhuma contestação factual aos dados colocados por mim.Quem e o "superficial, para dizer o minimo"?

    De Paula

    09 de janeiro de 2012 às 13h50

    No fundo, no fundo, Seu Cláudio, você não se conforma é com as filas enormes nos caixas dos supermercados e da gente feia sentada a seu lado nos aviões. Ah tempos do FHC! em que ninguem se aventurava a pular a cerca de uma classe para outra. Neoliberalismo é ditadura do mercado; o mercado ditando regras e reduzindo o poder do Estado ao mínimo. O que diferenciou os governos FHC e Lula. Enquanto FHC submeteu-se ao jugo do mercado pelas cartilhas do FMI, Lula fez o mercado conversar invertendo as posições. O dinheiro mudou de mãos; saiu dos rentistas, (a taxa de juros beirava a 45%) e foi para o consumo; como? Pela geração de empregos.
    Fale com a Nestlê, o primeiro a entender o povão como mercado potencial no Brasil. Quem não entendeu ficou para trás; deu tiro no próprio pé e está mancando hoje na oposição.

    Ana Paula

    09 de janeiro de 2012 às 14h50

    É, De Paula, só pobre é feio mesmo. E só os pobres feios viajam de avião.
    É por isso que gosto de viajar ao lado de beldades como o Chiquinho Scarpa, lá perto da ponta do avião.
    A taxa de juros saiu das mãos dos rentistas e foi pro consumo? Não sei como é na sua fatura de cartão de crédito, mas na minha o juros por atraso é de 16%. Em algumas operadoras chega a 628% ao ano!

    De Paula

    09 de janeiro de 2012 às 16h30

    Bem feito, dona Ana; quem manda comprar carro com cartão de crédito e se pendurar na prestação…
    Se a senhora restringir seus gastos com cartão aos limites de seu poder de compra vai poder quitar sua fatura no fim de cada mês, sem pagar nenhum tostão de juros.
    Quanto ao Chiquinho, não sei se lhe avisaram; a muito tempo deixou de ser chiquinho.
    Portanto, é bom a senhora olhar prá trás e ir se acostumando com a feiura dos incluidos.

    Antonio Nunes

    09 de janeiro de 2012 às 09h44

    Vamos supor q o Preidente do país fosse Sarney ao invés de Lula/Dilma…

    e q Sarney usasse a lei da midia para, como a "bela e audaz" Cristina, "não dar xerém pra pinto" e tentasse calar assim as criticas (justas ou injustas) q viessem da imprensa, q vcs carinhosamente chamam de PIG…

    vc acharia essa atitude democrática?

    espero q não!

    edv

    09 de janeiro de 2012 às 13h25

    E quem fala em calar?
    Isso só existe na mente de piguinhos amestrados, que não sabem distinguir liberdade de responsabilidade e entram no jogo do que querem liberdade apenas para si para poder calar os que discordam (é só ver a "liberdade" dos jornalistas da Globo, Abril, OESP e FSP, por ex.).
    Mídia (95%) manipuladora com opinião única é partido (no caso, golpista na primeira chance).
    É um Pravda com sinal trocado, que tanto combateram (e ainda combatem, no vazio dos fantasmas).
    É panfleto, é instrumento de campanha, de propaganda.
    É míRdia!

    Antonio Nunes

    09 de janeiro de 2012 às 14h34

    quem fala em calar?

    VCS, comentaristas petistas!

    a cada nova denuncia q aparece no chamado "PIG" contra um ministro da Dilma, por exemplo, vcs gritam pela "LEI DOS MEDIOS"…

    pq?

    como uma regulamentação da midia iria impedir a denuncia de corrupção se não fosse pela censura?

    vcs não querem, por exemplo, apenas regulamentar a "propriedade cruzada" (q eu tb acho q deva ser regulamentada), proibindo q uma emissora de TV seja tb dona de rádio e/ou jornal…

    os petistas querem mais!

    querem controle do CONTEUDO!

    querem a criação de uma "comissão" pra decidir se determinado programa ou noticia ou sei lá mais o q pode ou não ser veiculado!

    regulamentar as relações COMERCIAIS, por mim, ZERO PROBLEMA…

    regulamentar CONTEUDO segundo critérios petistas, não!

    fosse um governo tucano a querer uma "lei dos blogs progressistas" pra ver só uma coisa… vcs iriam gritar por revolução (mas graças a Deus, ninguem iria dar atenção)!

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 16h05

    Boa tarde a todos.

    Antonio Nunes, se fosse o Sarney, ele jamais iria contra a mídia, pois a mídia brasileira, vulgarmente conhecida como PIG, só fustiga Governos populares (ela os chama de "populistas"). Inclusive, na Wiki sobre o PIG, eu faço este contraponto: Paulo Henrique Amorim afirma que o PIG é contra os Governos Trabalhistas e eu faço a ressalva de que, mesmo que este Governo não tenha uma feição trabalhista, se não os favorecer, será ameaçado, ou seja, não é o fato – simplesmente – de ser um Governo Trabalhista, basta ter um cunho popular ("populista", na linguagem piguiana) e não favorecer, de algum modo, a elite midiática, para ser diariamente fustigado.
    Se quiser ver as discussões, elas estão em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Partido_da_Imprensa_Golpista#Paulo_Henrique_Amorim.com.br
    Neste mesmo elo de acesso ("link") você encontra a "defesa" de Judith Brito sobre a militância da mídia, "já que a oposição está profundamente fragilizada", na opinião dela. Palavras literais. Você encontra esta "defesa de militância" no Google, se quiser, claro.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Antonio Nunes

    09 de janeiro de 2012 às 16h23

    pena q vc não quis entender o ponto central do meu comentário…

    sobre Paulo Henrique Amorin, ele deve mesmo entender de PIG… passou 30 anos trabalhando "pra eles" antes de ser demitido e descobrir q seus antigos patrões eram "maus"!

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 17h46

    Boa tarde.

    Entendi, sim, Antonio Nunes.
    O seu imaginar sobre o Governo (presumível) de um Sarney jamais iria contra a Imprensona, pois, como eu vos disse, a mídia só ataca os que não lhe fazem "agrados".
    Não houve "levante" do PIG durante o mandato-tampão do Sarney exatamente por isso.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

renato bittencourt

08 de janeiro de 2012 às 19h11

Por isso eu acho que certos veículos de imprensa deveriam por coerência declinar da publicidade veiculada pelo governo federal e reinvindicar suas cotas no fundo partidário.

Responder

Wladi

08 de janeiro de 2012 às 18h55

No dia do segundo turno das eleições passadas o Merval estava visivelmente bêbado. E mesmo nesta situação descambou a falar mal da Dilma. Também meteu o pau no Serra por ter perdido as eleições. Mesma coisa fez o Kennedy Alencar no site da uol no dia seguinte.
Não esperaram nem o defunto esfriar pra falar mal.
O Sardemberg no mesmo dia já depositava todas as suas fichas no Aécio.

Responder

souza

08 de janeiro de 2012 às 18h12

esta dura realidade é por conta de uma estado (sp) ainda tutelar estas impresas comprando o seu material para as milhares de repartições públicas.
isto vai mudar e esperamos que seja breve.
avante BRASIL.

Responder

Jorge Nunes

08 de janeiro de 2012 às 17h13

Acho que isso é da cultural da mídia brasileira.

Se a realidade não é o que você quer você fingi que que é.

Em primeiro lugar o modelo de mercado que ela prega falhou nos EUA, na Europa e está queimando o Chile.

Assim na mídia um país que não está crise torna-se pior que a Grécia.

Ou seja a política Estatal do Brasil está certa e não a de mercado neoliberal.

E só olhar a Europa onde o remédio pregado pela mídia brasileira vai gerar mais crise.

A politica de recuperação dos EUA de criar mais pobres vai dá M mais adiante. Principalmente o sucateamento progressivo da escola pública dos EUA.

Na Europa a Grécia é o país dos sonhos da mídia brasileira. O estado foi completamente depenando e os gregos pagam impostos direto para os banqueiros. Nem a ocupação romana e as invasões barbaras foram tão cruéis.

Mas mesmo assim a Grécia é o Estado perfeito da mídia.

O Neoliberalismo falhou em todos os países que o aplicou, mas é mantido não como parte de um ciência econômica, mas como uma doutrina religiosa.

A fé cega no neoliberalismo é que sustenta a crise do ocidente.

Responder

ZePovinho

08 de janeiro de 2012 às 15h41

Digite o texto aqui![youtube M5p5eGWNhPk http://www.youtube.com/watch?v=M5p5eGWNhPk youtube]

Responder

    ZePovinho

    08 de janeiro de 2012 às 17h33

    Assistam esse vídeo legendado,amigos.Até a direita européia está com medo da ditadura que os bancos querem criar.

    ZePovinho

    08 de janeiro de 2012 às 17h48

    Digite o texto aqui![youtube S-sO2vDIoYs http://www.youtube.com/watch?v=S-sO2vDIoYs youtube]

Ana Paula

08 de janeiro de 2012 às 14h56

Fiquei sabendo por uns conspiradores aqui do blog que o assessor de imprensa da Cristina Kirchner é um agente da CIA disfarçado e convenceu todo mundo de que ela não tem câncer. Tentei ligar pra especialistas mas o Walter Mercado não atendeu minha ligação e o astrólogo Quiroga me disse que "já sabia de tudo", vocês têm alguma outra informação?

(O Quiroga é de confiança, só pra lembrar que ele previu a vitória do Serra nas eleições presidenciais e só perdeu porque a lua não fez o que deveria na noite da eleição.)

Responder

    Antonio Nunes

    08 de janeiro de 2012 às 17h14

    isso é apenas mais uma armação da CIA estadunidense da América do Norte!

    os ianques, com medo de serem desmascarados pelo intrépido Hugo "Chapolin" Chaves, "cancelou" o cancer da PresidentA Cristina (sim… eles, os ianques estadunidenses tem um botão "on/off" pro cancer dos outros)!

    Isto é uma tentativa sórdida da CIA estadunidense da América do Norte de fazer a teoria da conspiração cancerosa cair em descrédito…

    mas logo vou avisando: Não consegurão!!!!!

    ZePovinho

    08 de janeiro de 2012 às 22h31

    Faça como eu,galinhona.Delire com dados e fontes.Assim fica difícil contradizerem nossas paranóias.

    Morvan

    09 de janeiro de 2012 às 16h22

    Boa tarde.

    Ana Paula, "se Deus quiser", sempre que o SSerra concorrer, deverá contar com a "ajuda esotérica" do Quiroga.
    É fava contada (pra nós, e não pro SSerra).
    Ah, ah, ah…

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

O que move o partido impresso » POLITICA E LIBERDADE

08 de janeiro de 2012 às 14h24

[…] Via: Viomundo […]

Responder

geraldo de carvalho

08 de janeiro de 2012 às 13h56

achei o texto mt bom, gostei da perspectiva do autor. a hegemonia é deles msm. a crítica q o colega q postou primeiro, fez, parece ser uma crítica à esquerda. é um pt de vista. os grupos sociais q estão no poder NÃO têm a hegemonia na sociedade.

Responder

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

08 de janeiro de 2012 às 12h25

Pois e, só que o partido que esta no poder, apesar dos programas citados, na sua essência, mantem exatamente os mesmos ditames defendidos pelo tal partido impresso.Vejam, o PT falou de "herança maldita", mas não desfez nenhuma das privatizações , por exemplo.Nenhuma política econômica diferente foi tentada.No que tange ao ataque aos trabalhadores do funcionalismo publico, expressão mais visível do ataque ao setor publico, não só não revogaram a reforma administrativa de 97, como instituíram contribuição previdenciária de aposentado, e agora querem privatizar a previdência publica, e alardeiam o mesmo falso deficit , tanto na previdência publica , como privada.

Responder

    Klaus

    08 de janeiro de 2012 às 14h48

    Não se esqueça que foi no governo Lula que foi feita a reforma da previdência.

    Marcio H Silva

    08 de janeiro de 2012 às 16h03

    Em 98 Lula era presidente?

    Antonio Nunes

    08 de janeiro de 2012 às 20h57

    Lula e o PT foram contra a reforma da previdencia q foi feita no Gov FHC, pra depois, além de não acabar com o fator previdenciário, ainda fazer nova reforma em 2003!

    como o próprio Lula falou, "bravata a gente faz na oposição!"

    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    08 de janeiro de 2012 às 23h34

    A contribuição previdênciaria sobre aposentados do serviço público foi no governo Lula, e , se informem, parem de de se iludir, há lá um projeto no congresso, que a Dilma deu prioridade que acaba com a aposentadoria pública para o servidor, privatiza o sistema, entregando a bancos a aposentadoria do servidor.

    Klaus

    09 de janeiro de 2012 às 10h30

    Pesquise…

    joão33

    08 de janeiro de 2012 às 15h14

    PESSUTI – o partido que está no poder começou a reverter todos os efeitos da herança maldita que recebeu ,faz o possível , sendo republicano ,estar no poder não confere todo o poder , ainda temos no nosso pais instituições corrompidas , uma mídia nas mãos do representa os dominadores desse mundo , pessoas alienadas no seu egoismo ,que não conseguem ter simpatia e empatia pelo outro , que são dominadas pelo pensamento unico por essa mídia dominante que interfere nos destinos do povo no mundo ocidental. agora quanto ao seu comentário , ou é ingenuidade , desinformação total aliada a pouca inteligência ou má fé mesmo. veja , apesar de todo o esforço para desconstruir o governo lula e dilma , veja a aprovação do povo , o povo sabe de todas as dificuldades que um governo do povo tem ao enfrentar os poderosos ,

    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    08 de janeiro de 2012 às 23h28

    " agora quanto ao seu comentário , ou é ingenuidade , desinformação total aliada a pouca inteligência ou má fé mesmo. veja , apesar de todo o esforço para desconstruir o governo lula e dilma , veja a aprovação do povo " bem, meu caro anônimo, mais um que é muito "valente" atrás de um apelido, se tem alguém aqui que tem pouca inteligência e má fé é você.Coloquei uma série de questões objetivas, você respondeu com este tatibitati petista de "ter o poder não confere todo o poder"," a culpa é das instituições, da mídia, do pensamento único , dos alienados, blá, blá."

    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    08 de janeiro de 2012 às 23h28

    Conversa mole.O PT demonstra ser , dia a dia, no PODER(não me venham com papo de "no congresso do PT falaram isso ou aquilo") , afinal, o que importa é quem está no comando , o que está fazendo , e não diretivas de congressos partidários, que é um partido IGUALZINHO aos outros(quem quiser ver Boris Casoy nisto que veja, o PT no PODER está dando razão ao Boris).Faz o jogo do capital, das multinacionais, do agronegôcio e dos banqueiros e grandes empresários.Quem puder rebater com argumentos, no aguardo.Para os covardes e comissionados de sempre, podem ficar no negativo ou no ataque pessoal como o do estúpido aí em cima.

    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    08 de janeiro de 2012 às 23h32

    Enfrentar os poderosos, que piada , diga um ÚNICO interesse dos poderosos que o PT está enfrentando , um único e eu me calo.Não adianta vir com este papo de PIG, o tal PIG é tucano e neoliberal, e fica contra o PT unicamente porque quer ter um governo de sua inteira confiança lá no poder.Como nós, nem eles poderiam esperar que o PT não ia representar nenhuma ruptura com qualquer modelo anterior, nenhuma.A única coisa que o PT no PODER está fazendo é ampliando algumas oportunidades na área de educação, habitação, infraestrutura, etc.De resto, tudo continua igual.Aliás, e a lei de regulamentação da mídia, sai quando hein???

Sagarana

08 de janeiro de 2012 às 12h23

Então me diga aí biduzão, o que molda a ética daqules que urravam "FORA FMI" e uma vez empossados realizaram os maiores superavits da história desse país? Acorda meu!

Responder

    Outro Antonio

    08 de janeiro de 2012 às 14h48

    Mas, foi o FMI que gerou o superavit? Acorda meu e não fala bobagem.

    Sagarana

    08 de janeiro de 2012 às 20h01

    E qual foi a bobagem que eu disse? Diga aí…

    assalariado.

    08 de janeiro de 2012 às 22h01

    Sagarana, voce não disse bobagem alguma. Fez apenas uma constatação: o governo social democrata do PT e congeneres conseguiram, através de superávits primários, guardar/ surrupiar alguns milhões de reais em sua reserva bancaria para poder honrar os seus compromissos com a banca da burguesia industrial/ financeira, feito em 2002. É claro que, esta reserva bancaria teve que ser retirada de algum lugar e, com certeza passou pelos cofres públicos. Tudo isto, em prejuízo da saúde, educação, salários melhores para o andar debaixo do funcionalismo publico, enfim, … Não me venham dizer que estou fazendo o jogo da direita, por favor, argumentem… vamos discutir a sociedade, dentro dos ideais socialistas, de fato, .. sem esnobismos…

    Por outro lado, o papel manipulador da imprensa burguesa (braço politico, ideológico do capital), foi fundamental para que isso desse certo, em favor das privatizações de empresas estatais, tanto na ala neoliberal como na ala social democrata pequeno burguesa de sucessivos governos, movidos pela logica de rapina capitalista. Também não é menos decorativo do que o PIG, o fato do governo da vez exerça, até em nível mundial, os ditâmes do deus mercado, também conhecido como, "OS MERCADOS". Chamam a nós todos de otários o tempo todo. São verdadeiros camaleões, servem a deus e ao diabo. Tudo isto vale para os PIGnalhas e partidos de "esquerda".

    Saudações Socialistas.

    Robinson Dias

    08 de janeiro de 2012 às 16h24

    Precisa se informar mais pra dar pitaco aqui

    Sagarana

    08 de janeiro de 2012 às 20h01

    Não foi não?


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