VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Rodrigo Vianna: Sobre a guerra dos Emboabas


04/01/2012 - 19h02

por Rodrigo Vianna, no Escrevinhador

A “Privataria Tucana” chegou a Minas. E dessa vez não foi pelos blogs nem pelas redes sociais. Amaury Ribeiro Jr – autor do livro que conta os caminhos e descaminhos do dinheiro das privatizações, com foco na atuação de gente muito próxima a José Serra  – passou uma hora no estúdio da Radio Itatiaia, de Belo Horizonte. Foi entrevistado, nesses primeiros dias de 2012, no programa de Eduardo Costa – um apresentador muito popular.

Pra quem não é de Belo Horizonte, vale explicar: a Itatiaia é um fenômeno mineiro. Sem ligações com Globo, Abril nem com teles e outros bichos, a rádio é a mais tradicional e a mais popular de Minas. Ou seja: a “Privataria” já não está restrita à guerrilha da internet. Chegou ao rádio. Caiu na boca do povo.

A “Folha”, a “Veja”, a “Globo” (sobretudo a “Globo”) tentaram ignorar o livro. Não adiantou. A “Privataria Tucana” saiu do controle.

Hum… A situação já esteve melhor para Serra e os aliados dele na velha mídia.

E não é possível ser ingênuo: a Itatiaia tem ligações com o ex-governador de Minas, Aécio Neves. Se a rádio abriu espaço para Amaury, é porque Aécio deve ter “emitido sinais” de que valia a pena tratar do assunto. Ou seja: agora é confronto aberto!

Isso lembra a Guerra dos Emboabas! Na época colonial (final do século XVII/início do século XVIII), os paulistas (“bandeirantes”) descobriram ouro na região onde hoje está Minas Gerais. A paulistada queria o monopólio de extração do metal. Portugueses e colonos de outras partes do (que viria a ser o) Brasil entraram na disputa. Deu-se a guerra!

Os paulistas chamavam os adversários de “emboabas”. Há muitas controvérsias sobre o significado exato da palavra, mas era um termo depreciativo contra os “forasteiros” (os paulistas se julgavam donos das Minas). A turma de São Paulo perdeu a guerra – que teve confrontos sangrentos. Diz-se que, em combate travado no “Capão da Traição”, 300 paulistas teriam morrido!

Uma das consequências da “Guerra dos Emboabas” seria a criação (alguns anos depois) da capitania de Minas Gerais, em território que se desmembrou de São Paulo. Ou seja: foi ali que Minas nasceu, depois de se rebelar contra os paulistas.

Com a entrevista na Itatiaia, de alguma forma, Aécio mostra que está disposto a ir até o fim nessa guerra.

Para continuar lendo, clique aqui.

Ouçam a entrevista do Amaury:

parte_1-music22897

parte_2-music22898

PS do Viomundo: Como dissemos anteriormente, o Aécio não perde por esperar…

Leia também:

Amaury Ribeiro Jr: O primo mais esperto de José Serra

Gilberto Maringoni: Internautas driblam a censura privata

Serra, sobre livro: “Lixo, lixo, lixo”

Amaury Ribeiro Jr: O primo mais esperto de José Serra

E a subespécie andrea-aecius?

Fernando Brito: A conexão Citco-PHC

Luís Nassif: A reportagem investigativa da década

E já que vocês querem ler sobre lavagem de dinheiro…

CartaCapital: “Serra sempre teve medo do que seria publicado no livro





59 comentários

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O projeto de Kassab para o centro de SP e a Favela do Moinho | Viomundo - O que você não vê na mídia

09 de janeiro de 2012 às 17h47

[…] Rodrigo Vianna: Sobre a guerra dos Emboabas […]

Responder

Marcos Doniseti

06 de janeiro de 2012 às 00h27

Estou gostando demais dessa guerra entre os caciques tucanos, Aécio, Serra e Alckmin… Este, aliás, demitiu todos os que ocupavam algum cargo importante no governo de SP e que eram ligados ao Serra. E isso foi foi exatamente o que o Serra fez, quando assumiu o governo de SP, com o pessoal que era ligado ao Alckmin.

Quero mais é que eles se destruam mutuamente, que se aniquilem um ao outro, que voe pena de tucano para tudo quando é lado.

Essa é a garantia de que, jamais, sob hipótese alguma, essa direitona retrógrada, entreguista, reacionária, neofascista, corrupta e vende-pátrias voltará a governar o país.

PSDB-DEM-PPS governando o Brasil? NUNCA MAIS!

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beattrice

05 de janeiro de 2012 às 23h47

Pois então…
mas lá atrás… desapercebido… assim com um jeitinho bem quietinho sabe…
vem correndo por fora e comendo pela beirada um sujeito chamado GERALDO.
Aquele que dá aula de democracia com fusil na cara de estudante
Aquele que se diz médico e aprova intimidação de viciados nas ruas
Aquele que acha que professor em greve é caso de polícia e tapa
Aquele que é o preferido pelo VATICANO S/A e pelo OUS DEI Ltd.

alguem tem que se lembrar dele,
porque ele é candidato em 2014
e não é a governador.

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souza

05 de janeiro de 2012 às 23h40

minha opinião, aécio neves, criação do subconsciente mineiro, não passa disto, haja visto a medíocre atuação no senado em 2011.

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Jorge Nunes

05 de janeiro de 2012 às 22h06

Falta cair a ficha neste povo da direita. Ao invés de atacar o livro do Amaury e o próprio deveriam aproveitar a chance de ouro e limpar seus partidos.

E pelo menos exigierem prévias e maior participação de seus filiados.

E o mais importante serem representantes de setores que seriam naturalmente de direita e não de grupos isolados.

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luiz

05 de janeiro de 2012 às 21h30

É bom eles se digladiarem,assim a Dilma tem paz para governar o país,repararam como as denuncias contra os ministros do governo deu uma acalmada,como disse nosso senhor quem não tem pecado que atire a primeira pedra,ora onde já se viu uma direita do atraso e uma pseudo-imprensa,querer acusar,condenar e executar as pessoas e instituições que não rezam pela suas cartilhas,o país precisa se pautar pela verdade,sem beneficio da direita ou esquerda e sim do povo brasileiro,chega queremos viver em paz.

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Fabiano

05 de janeiro de 2012 às 18h42

Essa rádio simplesmente obedece ao Aócio Baladeiro; faz o que ele manda.

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Thiago

05 de janeiro de 2012 às 17h35

MG f desmenbrada do território de SP ? não senhor ! foi do ESPÍRITO SANTO, que não perdeu só território mas também desenvolvimento em sua própia capitania, já que coroa portuguesa proibio qualquer desenvolvimento urbano na região para dificultar a entrada de piratas na capitania das Minas Gerais. OES nessa época era conhecido como "escudo verde"… eu acho incrível como ES foi "defenestrado" da história do Brasil.

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Marcos C. Campos

05 de janeiro de 2012 às 14h44

A guerra é pelo que sobrou do PSDB. O FHC foi para Paris e deixou o espaço livre pro Aecim deitar e rolar em cima do Serra. Daqui a pouco sai um outro pó pará senador.

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Elias SP SP

05 de janeiro de 2012 às 14h30

Emboabas à parte, o caso é que o mineiro Aécio está longe de ser um mineiro tipo Tancredo Neves e o paulista Serra está mais longe ainda de ser um paulista tipo Ulisses
Guimarães.

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Carlos Nunes

05 de janeiro de 2012 às 14h12

se vale a analogia histórica,
depois da Guerra dos Emboabas teve muita Política do Café com Leite..

tem que ver até que ponto o PSDB vai querer cortar das próprias penas antes de sair um acordão

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Taiguara

05 de janeiro de 2012 às 14h11

O Rodrigo Vianna não tem noção do que se passa na corte do Aócio. Sou diabético. Não posso sintonizar a Itatiaia por mais que dois minutos ao dia tal a dosagem de açúcar que essa emissora de Minas (não sei se é a mais vendida porque é a mais comprada ou se é a mais comprada porque é a mais vendida) utiliza para tratar do Aócio e dos seus "despachantes" O Anastazista e o Marcio "Cabo Anselmo". Vou tentar traduzir o que significou essa "tal" entrevista:
Cumprindo pauta imposta por seu patrão, Aócio, o "pena amestrada"( desculpe Ciro) Amaury foi a uma das emissoras controladas por Frau Andreia Muller (ela anda com os pes fincados no Estado Novo) encenar uma entrevista com um reporter daquela rádio ( não importa qual, todos têm que participar do "ixxxquema do Baladeiro, senão…!!!!) e atancando o Serra, minimizar a "cagada" do Menino do Rio que foi permirir, agora, a publicação do "livro: tucanaram o "dossiê" , diria o Macaco Simão (claro, se pudesse citar o imbróglio).
Não me iludo: O AMAURY ESTEVE, ESTÁ E SEMPRE ESTARÁ A SERVIÇO DO AÓCIO. Em que pese a inestimável contribuição que dá para dissolver o que restou do Nosferatu, isso é apenas pano de fundo. O objetivo inarredável é contribuir com o projeto pessoal de poder do Baladeiro do Baixo Leblon. E, não se iludam: Essa figura é dez vezes mais nefasta que o Zéperdeu. O PERIGO MORA EM MINAS E, pior, dirige bêbado.

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Maisa

05 de janeiro de 2012 às 13h42

Acho bom os petistas também botarem as barbas de molho. O livro do Amaury relata uma fase da roubalheira dos tucanos com as privatizações. Saibam todos que a Satiagraha relatará(ia) a fase da roubalheira dos petistas. Só pra que não me qualifiquem de troll ou coisa que o valha, sou PT de carteirinha, sempre votei no Lula e nas últimas eleições votei na Dilma…
Alguém já ouviu o ditado popular que diz: "pau que dá em CHICO, também dá em FRANCISCO". No caso da privataria, em 2003, houve aquele "acordão" PT/PSDB pra deixar tudo sob os panos. Já a SATIAGRAHA, foi criminosamente enterrada pelo PT. Os fatos estão aí, então, é só seguir o dinheiro… como fez o Amaury!!!!

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t tonucci

05 de janeiro de 2012 às 13h41

Ouvi um comentarista (não sei quem), hoje na CBN falando sobre o Ministro que liberou grana prá Pernambuco dizendo que essa prática é antiga e meteu a lenha no governo FHC citando o livro do Amauri.

Responder

Paulo Roberto

05 de janeiro de 2012 às 13h17

Estou ansioso pelo contra-ataque do Serra. Não vai sobrar pena sobre pena. rsrsrs

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ZePovinho

05 de janeiro de 2012 às 12h55

A casa continua caindo para os tunganos.Diziam que isso aqui era mentira,mesmo com a Polícia Federal tendo comprovado a autenticidade dos documentos: http://caixadoistucanodefurnas.blogspot.com/

AGORA VEJAM QUE BELEZURA(Será que Aecim tem dedo nisso?):
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/dep…

Deputado admite ter recebido verba da "Lista de Furnas"

Peemedebista Antônio Júlio afirma que recebeu R$ 150 mil do ex-presidente da estatal Dimas Fabiano Toledo

Amália Goulart – Do Hoje em Dia – 4/01/2012 – 07:40
http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/dep…

Deputado exibe recibo que prova doação de Furnas

Antônio Júlio mostra nota de R$ 150 mil repassados de Furnas para hospital

Amália Goulart – Do Hoje em Dia – 5/01/2012 – 07:50

Responder

Yarus

05 de janeiro de 2012 às 12h33

FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO esta sendo investigada por rombo de até R$ 13,8 milhões do MInistério do Turismo ( operação Voucher)
A batata da ONG da Rede Globo está assando.
Uma solicitação de informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando as relações da Fundação Roberto Marinho com os desvios de dinheiro público no Ministério Turismo, desbaratados na operação Voucher da Polícia Federal.
QUEM VAI DÁ A NOTÍCIA: A CASA CAIU!?! http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2012…

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El Cid

05 de janeiro de 2012 às 11h25

A comparação com a guerra dos emboabas é interessante. É uma informação importante que o Aécio tenha resolvido mandar bala. Mas cair na do Aécio, nem matando…

Responder

Julio Silveira

05 de janeiro de 2012 às 11h23

Acredito que Aécio ao agir dessa forma está prestando um serviço enorme a democracia brasileira. Ainda que possa ser exposto, o que certamente ocorrerá, como já havia ocorrido antes, prova que tem coragem e despreendimento, já que enfrentará grupos muito bem organizados politicamente. Seus motivos podem até não terem sido tão nobres, mas as consequências para o País certamente o farão um pouco melhor.

Responder

Lu_Witovisk

05 de janeiro de 2012 às 09h55

O livro ainda dará muito pano pra manga. 2012 promete!! :D

Responder

Romanelli

05 de janeiro de 2012 às 08h06

um episódio interessante sobre a tal guerra.

Diz-se que ela foi travada no morro vermelho, município de Caete, próximo de BH.

Certa feita, visitando-o quis conhecer o local e, surpresa:

eu, PAULISTANO, sabia o que aconteceu ali (na pratica, guerra de garimpeiros e posseiros contra o poder constituído), enquanto os mineiros miseráveis que lá moravam, desafortunados, manipulados e ignorantes, mas SEMPRE simpáticos e afáveis (fora o padre alemão que lhes rezava a missa e guardava a imagem rara articulada de cristo) sequer sabiam do que se travava, e aí não se cansavam de repetir "..embô_o que cumpadi ? UAI, nunca vi fala vici, repetiam.."

e hoje, olhando pra trás e pra_frentemente isso me faz refletir ..será que a história esta se repetindo por ali e ninguém esta se dando conta do GOLPE mineiro que se avizinha sobre o resto do país ?

Responder

    Miguel

    05 de janeiro de 2012 às 14h29

    claro, ninguem ali sabia de nada. so os antepasados tucanos pra clarear as vistas de nos, pobres mineirinhos ignorantes. vai dormir na cama que e' lugar quentinho.

Gerson Carneiro

05 de janeiro de 2012 às 04h13

Sempre os mandatários de São Paulo… querendo o monopólio de tudo, se achando os donos de tudo. E sempre perdendo. Tomando na cara. Foi assim em 1932, naquilo que a elite paulista chama de "Revolução", mas que não passou de mais uma tentativa frustrada de golpe.

Quanto ao Serra: Todo castigo para o Serra, é pouco.

Responder

Gão

05 de janeiro de 2012 às 04h07

Tem algum meio de comunicação no estado fora do controle do aécio ? pelamorddeus se isso não é ditadura o que é ? Partido Salafrário DItatorial Brasileiro

Responder

Marcio H Silva

05 de janeiro de 2012 às 02h33

Eu não sei de nada. Só sei que a porrada vai comer nos bastidores do tucanato e do PT. O livro mostrou que isto existe e que a porrada come solto ( desculpe o termo Ceição, é liberdade poética rsrsrs ). Agora a minha expectativa é pela eleição de 2012. Como vai se comportar o eleitorado após o lançamento do livro que deu um certo equilíbrio na conjuntura política Brasileira. Como vão se comportar os políticos caras de pau? O privataria II poderia sair até julho de 2012.

Responder

Osvaldo Ferreira

05 de janeiro de 2012 às 01h01

Vale a pena recordar o editorial do Estadão, clamando por Serra para presidente, como um candidato a evitar a mal maior. Isso é história!
Editorial: O mal a evitar
25 de setembro de 2010 | 17h 02
A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.
Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

Responder

Osvaldo Ferreira

05 de janeiro de 2012 às 00h51

Vale a pena recordar o editorial do Estadão, clamando por Serra para presidente, como um candidato a evitar a mal maior. Isso é história!

Editorial: O mal a evitar
25 de setembro de 2010 | 17h 02
A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.
Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

Responder

Eduardo Vieira

05 de janeiro de 2012 às 00h29

O Rodrigo viajou um pouco nessa comparação com a Guerra dos Emboabas.

Acho bacana o "Privataria" entrar na Rede Itatiaia. Deveria entrar em mais redes. Mas daí comparar a briguinha Aécio x Serra com Guerra dos Emboabas é forçar a amizade. É valorizar demais os tucanos, e ser injusto com a história de São Paulo e de Minas.

Responder

José BSB

05 de janeiro de 2012 às 00h23

Serra encerrou (perdoem o trocadilho infame) 2011 disparando um "felis (sic) 2012" no twitter.
Peru certamente não figurou no cardápio das festas.

Responder

Rodrigo Leme

04 de janeiro de 2012 às 22h22

Isso que ferra o PSDB: no PT, todos os corruptos se protegem, um mente pelo outro. No ninho tucano, um quer matar o outro.

Responder

    edv

    05 de janeiro de 2012 às 01h08

    Traidores são assim mesmo…
    Traem os amigos, os colegas, os companheiros, a mãe, seu país…

    Jairo_Beraldo

    05 de janeiro de 2012 às 02h35

    Por isso são "buona gente", diz a paulistada….alias, fui ver na WIKI a biografia do Rodrigo e ele omite naturalidade e data data de nascimento….tá mal, cunpanhero!

    Rodrigo Leme

    05 de janeiro de 2012 às 19h30

    Foi ver aonde a minha biografia?

    Se tá curioso: São Paulo / SP e 03/04/1978. Só que eu gosto de mulher, tá?

    Gerson Carneiro

    05 de janeiro de 2012 às 20h05

    iiiiih… Azenha, vai ter que arrumar um cantinho no blog para paqueras.

    Jairo_Beraldo

    06 de janeiro de 2012 às 09h25

    Rapaz,eu lá vou perder tempo com lacaios como voce?

    Rodrigo Leme

    08 de janeiro de 2012 às 14h25

    Ué, vc foi ver minha biografia e tudo…parece um bom gasto de tempo com um "lacaio" (risos).

    Toquei na ferida?

    Gerson Carneiro

    05 de janeiro de 2012 às 03h55

    …ele tem que enfiar o PT no assunto. Ôh tesão pelo PT! Nunca vi igual.

    Rodrigo Leme

    05 de janeiro de 2012 às 19h29

    Tesão por tesão, o seu pelo PSDB é descomunal, amigão. Deve ser a curvatura do bico…

    Gerson Carneiro

    05 de janeiro de 2012 às 20h04

    Combato abertamente a ideologia tucana. Nunca neguei.

    Pergunto: tem alguma referência ao PT no post?

    Almir

    05 de janeiro de 2012 às 09h56

    Vocês é que protegem os "corruptos do PT", acusando sem provas. O tal "mensalão do PT", por exemplo, lá se vão 6 anos e oito meses de investigações diuturnas, com milhares de pessoas batendo cabeça, dentre elas policiais, parlamentares, promotores, juízes, jornalistas, o esacambau, e até agora NADA.

    Ou eja, todo esse tempo cascavilhando as contas, movimentações e condutas dos tais "mensaleiros", sem falar na montanha de dinheiro público torrado investigando o nada, e vocês continuam devendo as provas.

    Então, quem é que protege os "corruptos do PT"? Vocês, claro.

    Romanelli

    05 de janeiro de 2012 às 10h22

    desculpe ..mas não é bem assim ..e NUNCA devemos tentar mentir ou iludir aos amigos

    Evidente que o tal mensalão se referia em grande parte ao nosso modelo político que permite "mal feito" de tudo quanto é lado ..ou isso, pensaram muitos, ou NUNCA chegaremos ao Olimpo (poder)

    Evidente que o mensalão, tal qual o golpe das elites, colocou muito candidato em VANTAGEM econômica sobre outras correntes de pensamento, não deixando por isso de ser visto SIM como um autentico GOLPE contra a nossa sempre torta e inconsequente democracia livre ,,fora de ter sido provado o desvio de recursos públicos de inúmeras fontes também

    Claro, claro, não devemos nos esquecer de que este esquema ASTUTO foi desenvolvido pelos tucanos de "esquerda" de Minas e comprado pelos PETISTAS de direta de Sp

    Evidente tb que o pecado da esquerda não é maior nem menor que os dos demais, exceto, exceto o de terem com isso (com a desação e combate à corrupção) terem jogado DÉCADAS de promessas e compromissos que lhes custarão toda a existência e MORAL daqui pra frente

    Mas por exemplo, NINGUÉM nega que o tal financiamento de campanha foi, em alguns casos, parar na conta de particulares (como o do falecido J.Janene e o Valdemar Tiririca da costa neto) ou de cumpanheiros tipo dep.João Paulo que teve comprovadamente até conta de TV e outras particulares paga pelo esquema tb

    então ..então colega, não me leve a mal, acho muito bom termos bandeiras e ideologias a defender, já a bandidos a proteger, desculpe, mas esta não deveria ser a nossa praia não

    abrá

    Paulo Roberto

    05 de janeiro de 2012 às 13h11

    Estou contigo, Romanelli. Corrupto bom é corrupto preso (melhor ainda morto), independentemente do partido político a que pertença. Aliás, corrupção não tem partido nem nacionalidade.

    Klaus

    05 de janeiro de 2012 às 11h33

    Como nada??? Vai ser julgado no Supremo este ano.

    Almir

    05 de janeiro de 2012 às 15h25

    Nada, nada, e nada. Se tivessem descoberto alguma prova, qualquer que fosse, vazaria uma cópia pra imprensa antes que a tal prova fosse juntada aos autos.
    O que parece ter havido foi "caixa 2", que em se tratando de partido político, não é crime, apenas irregularidade administrativa, punível com multa civil, e não cadeia.
    E mais: o tal "caixa 2", se houve, não ocorreu durante pleito eleitoral, o que descaracteriza completamente a suposta conduta criminosa.
    Esta para ser julgado? Está. Mas, sem prova alguma, o que levará a absolvição de todos os envolvidos.
    E aí, os neobabacas ficarão com cara de tacho, para sempre.

    Antonio Nunes

    05 de janeiro de 2012 às 16h05

    "Esta para ser julgado? Está. Mas, sem prova alguma, o que levará a absolvição de todos os envolvidos."

    Collor foi julgado e absolvido de TODAS as acusações !

    Maluf nunca foi preso…

    Sarney está solto…

    Se Serra for inocentado ou (o q é ainda mais provável) nem julgado for, será inocente?

    dizer q o esquema de corrupção montado pelo PT no Congresso não existiu ou é "apenas" caixa 2, é simplesmente faltar com a verdade!

    se algum será preso? duvido!

    isso nem de longe é proca de inocencia… e sim de impunidade!

    Luís

    05 de janeiro de 2012 às 11h00

    Que se matem. E que matem também o partido.

    Não vou sentir falta alguma se o PSDB deixar de existir.

    El Cid

    05 de janeiro de 2012 às 11h00

    Agora que o seu partido (que você morre de amores) está na berlinda, aí vem você e coloca o PT nas suas angústias…

    que mundo cruel, né "trollzinho iluminado" ?

Cleverton_Silva

04 de janeiro de 2012 às 22h02

E agora, José? http://www.conversaafiada.com.br/video/2010/08/24… U3eAkWhrrTA&feature=player_embedded#! http://www.youtube.com/watch?v=U3eAkWhrrTA&feature=player_embedded#! youtube]

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iza

04 de janeiro de 2012 às 22h01

Então a lista de Furnas era mentira?
rs,rs,rs,rs,rs

Deputado admite ter recebido verba da “Lista de Furnas”
4, janeiro 2012 – 17:01:43

Peemedebista Antônio Júlio afirma que recebeu R$ 150 mil do ex-presidente da estatal Dimas Fabiano Toledo

O deputado estadual Antônio Júlio (PMDB) admitiu, na terça-feira (3), ao Hoje em Dia, que recebeu R$ 150 mil do ex-presidente da empresa Furnas Centrais Elétricas Dimas Fabiano Toledo. O nome do parlamentar consta da “Lista de Furnas”, alvo de investigação do Ministério Público Federal. Esse é o primeiro deputado a assumir que conseguiu o recurso. Na época da divulgação da lista, em 2006, apenas o parlamentar Roberto Jefferson (PTB) confirmou ter participado da divisão do dinheiro da estatal.

“Quem está falando que não recebeu, está mentindo. Eu recebi, sim. Mas o dinheiro não ficou comigo”, afirmou Antônio Júlio. Segundo ele, na época da campanha eleitoral de 2002 Dimas Fabiano teria repassado, a seu pedido, R$ 150 mil ao hospital público da cidade de Três Pontas, no Sul de Minas, vizinha à região de Furnas.

“Fui ao Rio de Janeiro. Eu, o Anderson Adauto e o doutor Grimaldi, que era do hospital e já morreu. Conversamos com Dimas, na época, ele era presidente de Furnas”, contou o peemedebista. Anderson Adauto hoje é prefeito de Uberaba, no Triângulo mineiro, pelo PMDB. Ele não foi encontrado para comentar a denúncia do deputado. Na “Lista de Furnas” consta um repasse de R$ 200 mil a Adauto, que já era ministro dos Transportes do governo Lula. Ele e Antônio Júlio eram candidatos a deputado, quando teriam recebido o dinheiro. Antônio Júlio disse que pediu a verba para o hospital e não sabia a origem do dinheiro. “Fui intermediário”, alegou. Quando questionado sobre a estranheza de uma estatal de energia liberar recursos a um hospital, o deputado disse que era normal. “Na época, eles (Furnas) sempre liberavam uma verba especial para a região”, afirmou. “Neste aspecto, a ‘Lista de Furnas’ é verdadeira. Meu nome está lá com R$ 150 mil. Realmente, fui intermediário deste dinheiro”, disse.

A lista foi divulgada pelo lobista Nilton Monteiro, hoje preso em Minas Gerais. Ele também foi delator do “mensalão mineiro”. No “caso Furnas”, a denúncia foi a de que candidatos nas eleições de 2002 receberam dinheiro público, de empresas estatais, para arcar com as despesas da campanha eleitoral. Dimas Fabiano nega a autenticidade do documento. A Polícia Federal atestou a veracidade da sua assinatura. Corre no Rio de Janeiro uma investigação do Ministério Público Federal sobre o possível esquema de corrupção.

O advogado de Dimas Toledo, Rogério Marcolini, disse que só poderia fornecer informações se tivesse acesso à íntegra da entrevista de Antônio Júlio. Porém, por e-mail, ele negou o repasse ao parlamentar bem como a autenticidade da lista. “O que se vê, mais uma vez, é a tentativa canhestra de tentar emprestar credibilidade a documento falsificado e mentiroso para atender objetivos políticos à absoluta revelia do doutor Dimas que aguarda pacientemente a conclusão das investigações policiais”, justificou.

Fonte: Frank Douglas com informações do Hoje em Dia

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    Taiguara

    05 de janeiro de 2012 às 13h53

    Cara Iza, para contribuir com alguns subsídios, passo o link abaixo. Dá uma ideia geral do que acontece nas Terras do Aócio e sua irmâ, a Frau Andréa Muller, que ainda tem os pés fincados nas bulas e métodos do estado Novo. http://www.novojornal.com/politica/noticia/deputa…

João-PR

04 de janeiro de 2012 às 21h46

Tem coisas impagáveis: ver o Serra execrado na mídia é uma dessas coisas.
O que, e quando será que o Serra vai se pronunciar???

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Paulo Silva

04 de janeiro de 2012 às 21h13

Por que razão os blogs progressistas não estão divulgando esse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ufUjcYOY_iE&fe…
É o melhor debate com o Amaury que já assisti. recomendo a todos.

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    Romanelli

    05 de janeiro de 2012 às 10h29

    a parte mais legal é ver o Amaury elogiando a Record do Edir e sua lavagem de dinheiro

    sinceramente, acho que ele deveria ter sido mais hábil e sair tipo Leão da Montanha ..devagarinho e de bico calado pela esquerda ..mas já que elogiou, UPA, agora dou-me ao direito de por minhas barbas de molho diante de seus "talvez" exageros e entusiasmos

    Antonio Nunes

    07 de janeiro de 2012 às 10h57

    Não se esqueça de q Amaury Jr é EMPREGADO da RECORD!

    elogiar quem te paga é sempre bom, né?!

    rsrs

    Bruno

    05 de janeiro de 2012 às 22h09

    .O vídeo é sensacional. Comecei a entender grandes mistérios para mim inexplicáveis dos últimos tempos,inclusive uma insólita entrevista do Sérgio Cabral da semana passada,em que ele fazia uma profissão de fé neoliberal e defendia as privatizações.
    Esse livro do Amaury está apenas começando o seu papel de desvendar mistérios insondáveis.
    Também recomendo a todos que vejam esse vídeo. especialmente aos que negativaram a excelente indicação do Paulo. http://www.youtube.com/watch?v=ufUjcYOY_iE&fe…

Paulo P.

04 de janeiro de 2012 às 20h53

Fundação Roberto Marinho é investigada por rombo de até REquador: Tribunal confirma condenação da Exxon
A primeira decisão foi em fevereiro, mas a gigante petrolífera norte-americana tinha recorrido para segunda instância. Os crimes de contaminação ambiental da Texaco/Exxon no Equador vão custar à empresa 7,3 bilhões de euros, a maior multa ambiental de sempre. Ambas as partes vão voltar a recorrer.
http://profdiafonso.blogspot.com/2012/01/equador-… milhões no Ministério do Turismo

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Regina Braga

04 de janeiro de 2012 às 20h49

Que as penas voem…de demotucano, nem o bico pode ser aproveitado.Aliás,a turminha só têm bico…nem esqueleto possuem!!!!

Responder

Cleverton_Silva

04 de janeiro de 2012 às 20h43

A multidinha silenciou quando a multidão deu sinais de que queria saber o q o Amaury queria revelar.E agora, José (S(F)erra)? O que os tucanos estavam falando sobre corrupção mesmo???

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Jose Antonio Batata

04 de janeiro de 2012 às 19h54

Esta é a briga do Kaiser SERRA contra o Imperador Aécio.

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