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Maria do Rosário:”Mudar imediatamente a inscrição na placa”


04/10/2011 - 09h17

por Conceição Lemes

Nessa segunda-feira, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, reagiu prontamente  no twitter à matéria A USP homenageia as vítimas da “Revolução de 1964”? ,publicada pelo Viomundo. Ela detonou:  @_mariadorosario: Essa placa na USP é um absurdo.

À noite, a assessoria de imprensa da secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República nos enviou por e-mail a posição da ministra, que é esta: 

“Considero o termo utilizado um absurdo! Farei contato com o reitor para mudar imediatamente a inscrição na placa. O episódio mostra a importância do projeto Direito à Memória e à Verdade, que demonstra que em 1964 houve um golpe seguido de uma ditadura”.

A assessoria de imprensa da secretaria acrescenta:

Vale lembrar que, além desse erro, há outro problema na placa: o nome correto é Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e não Secretaria Especial de Direitos Humanos.

Clique aqui para ler A USP homenageia as vítimas da “Revolução de 1964”?

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58 comentários

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Caio Toledo: O marxismo continuará vivo enquanto perdurarem as iniquidades do capitalismo - Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de setembro de 2013 às 14h44

[…] Maria do Rosário:”Mudar imediatamente a inscrição na placa” […]

Responder

Sérgio

05 de outubro de 2011 às 00h09

1964/1985: Uma ditadura cruel e covarde que ceifou vidas e liquidou com os sonhos de uma geração.

Responder

Regina Braga

04 de outubro de 2011 às 21h32

E não foi a professora de direito da USp que defendeu a Mayara,contra os nordestinos…Valeu Ministra,brigar com os demotucanos é preservar a história de Sampa e da USP.

Responder

FrancoAtirador

04 de outubro de 2011 às 20h29

.
.
O DIA QUE A REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DERRUBOU A DITADURA MILITAR

USP retira placa da 'revolução de 1964'

Após ter gerado polêmica, a placa que indica a construção de um monumento para homenagear os mortos e desaparecidos da ditadura militar na Universidade de São Paulo (USP) e que chamava o golpe de "revolução de 1964" foi retirada no início desta tarde.

Segundo a assessoria de imprensa da instituição, o nome do monumento foi escrito errado por um dos órgãos internos da própria USP. Não há previsão para a substituição da placa.

Ainda de acordo com a USP, a identificação correta que deveria estar no canteiro de obras da Cidade Universitária é "Monumento em Homenagem aos Mortos e Cassados durante o Regime Militar".

O projeto é do Núcleo de Estudos da Violência da USP e tem parceria entre a instituição e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência.

O custo da obra é de R$ 89 mil e conta com o patrocínio da Petrobras.

O termo "revolução" é usado por militares que negam que tenha ocorrido uma ditadura no Brasil.
Na época anterior ao movimento, o clima existente era de que poderia haver uma revolução, mas depois que a direita brasileira depôs João Goulart, a ação foi anunciada como "revolução de 1964".

Para a esquerda, contudo, a revolução deveria ser a favor dos destituídos, dos pobres, e, então, passaram a chamar o levante militar que teve o apoio civil, de "golpe".

O professor de história Voltaire Schilling afirma que o Movimento de 1964 foi contrarrevolucionário.

Na tarde de segunda-feira, a palavra "revolução" foi alvo de protesto, sendo riscada e substituída por "golpe".

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,…

Responder

alex

04 de outubro de 2011 às 20h23

GOVERNO DE SP PAGA R$ 300 MILHÕES EM JUROS INEXISTENTES

Serra e o precatório do Parque Villa Lobos
Enviado por luisnassif, ter, 04/10/2011 – 18:16

Da Tribuna Online
Ministério Público abre inquérito sobre a desapropriação da área do Parque Villa Lobos, com pagamento indevido de R$ 300 milhões pelos governos Alckmin e Serra, em juros inexistentes

O assunto só é conhecido aqui pelos leitores do blog da Tribuna, em função de uma matéria de denúncia aqui publicada, com absoluta exclusividade, e que fez a Assembleia de São Paulo exigir informações à Secretaria da Fazenda sobre os juros pagos em excesso a dois empresários pela desapropriação do Parque Villa Lobos, na zona oeste da capital. Estranhamente, a chamada grande imprensa nada publica a respeito.

A reportagem da Tribuna da Imprensa registrou que os primos Antonio João Abdalla Filho e José João Abdalla Filho receberam indevidamente cerca de R$ 300 milhões a título de juros moratórios pela desapropriação da extensa área, embora os pagamentos das parcelas tenham sido efetuados sempre antes das datas de vencimento e, portanto, jamais poderia haver juros por atraso.

Em função dessas irregularidades, o jornalista e ex-deputado Afanasio Jazadji entrou com uma ação popular contra o governo de São Paulo, que foi acolhida pela 6ª Vara da Fazenda Pública de SP. E, em seguida, com uma representação ao Procurador-Geral de Justiça.

E agora o promotor de justiça Marcelo Duarte Daneluzzi, da 3ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social do Estado de SP, decidiu instaurar inquérito civil para apurar as irregularidades, considerando procedente a representação do ex-parlamentar, que denunciou prejuízo de vulto à Fazenda do Estado, em decorrência de pagamento de precatório de valor superior a três bilhões de reais aos antigos proprietários da gleba, onde hoje se localiza o Parque Villa Lobos, na cidade de São Paulo,

Segundo despacho do titular da promotoria, o inquérito objetiva "a apuração de irregularidades no pagamento de juros moratórios indevidos, cerca de R$300.000.000,00 (trezentos milhões de reais), a proprietários da área onde hoje se localiza o Parque Villa Lobos; possível prejuízo ao Erário na avaliação da área desapropriada e possível recebimento irregular de precatório pela Prefeitura do Município de São Paulo".

Detalhe importante: este pagamento de juros inexistentes, em tão elevado montante, foi feito pelos governos Alckmin e Serra.

LEIAM OS DETALHES: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/serra-e-

Responder

Aluna da USP: Escrevi ditadura e massacre; placa me agrediu profundamente | Viomundo - O que você não vê na mídia

04 de outubro de 2011 às 20h13

[…] Em seguida, a sua assessoria de imprensa nos enviou e-mail a sua posição:  “Farei contato com o reitor para mudar imediatamente a inscrição na placa“. […]

Responder

Zé Augusto

04 de outubro de 2011 às 19h38

Pôxa, eu que no passado fui um incentivador da mídia alternativa. Mandava inúmeros emails linkando sites como este. Hoje tenho que "me desculpar" com várias pessoas e dar explicações nada convincentes.

Me tirem dessa. hahah

Já sei., já sei. Eu mesmo devo "me tirar."

Tranquilo.hehe

Responder

Zé Augusto

04 de outubro de 2011 às 19h33

Boa Maria do Rosário. Foi bem .

Mas… Já foi.

Tem mais coisa pra fazer filha.

Responder

ANA

04 de outubro de 2011 às 17h57

Já tiraram a placa da parceria GOV FEDERAL e USP

Responder

ANA

04 de outubro de 2011 às 17h56

Esta é a Universidade de São Paulo sonhada pela burguesia e as Ciências Sociais de Fernando Henrique Cardoso, ganharam há 16 anos a parada!

Responder

Thiago M Silva

04 de outubro de 2011 às 17h15

Com Serra presidente não teríamos esse problema. Tudo na placa estaria certo e a obra seria um busto do próprio José Serra.

Responder

Walter Decker

04 de outubro de 2011 às 17h09

Como disse alguém aí embaixo, o que aconteceu foi provocação e não erro ou descuido. No mínimo algum recalcado, frustrado com o fato de o povo brasileiro ter eleito e reeleito primeiro Lula e agora Dilma, dois personagens que lutaram contra a ditadura e que os milicos odeiam, porém agora tem que engolir aos dois. Deve ser duro para essa turma ver a ex-guerrilheira Dilma como comandante em chefe dos milicos. Por isso esse bando de trolls ficam vindo aqui encher o saco. São as viúvas da ditadura que vomitam sua frustração nos blogs da Veja e nas horas vagas vem aqui, nos blogs dos que lutaram pela volta da democracia, fazer provocação… Mas, como eu falei, hoje provocar é tudo que lhes resta…

Responder

ANA

04 de outubro de 2011 às 17h04

Esta é a Universidade de São Paulo sonhada pela burguesia e as Ciências Sociais de Fernando Henrique Cardoso, ganharam há 16 anos a parada!

em tempo: nada a ver com a FFLCH dos anos 70-80…

Responder

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

04 de outubro de 2011 às 16h59

Pronto, a placa foi retirada, a ministra teve seus 15 minutos de fama por causa de uma bobagem.Que vitoria contra os torturadores viu!!Mas , e a Comissão da Verdade, sera que a ministra percebeu que militares poderão fazer parte dela e não reclamou?
E o fato do que for descoberto ser mantido em sigilo, só sendo liberado mediante consulta, fora outras restrições, que nem me lembro agora, de tantas?Sera que ela foi la , esbravejar com a presidenta para que a "base aliada" não aceitasse aquilo?Ou ficou quietinha, pois o Lula falou que o PAC e mais importante que esta Comissão ai, so pra agradar a OEA?

Responder

Fabio SP

04 de outubro de 2011 às 16h42

Num tem nada pra fazer, não?

Responder

Luiz Fortaleza

04 de outubro de 2011 às 16h38

Primeiro, a USP é uma universidade estadual, logo não é federal. Segundo, a ministra não age passando por cima da lei, da legalidade, ela tem que ver a liturgia do processo. Terceiro, só os idiotas lambe botas não sabe o que foi o golpe militar de 1964, que foi o golpe da grande burguesia contra os movimentos sociais da época.

Responder

Francisco

04 de outubro de 2011 às 16h29

"Aquela" tortura (de 19640 esta legitimando até hoje as torturas que ainda acontecem.

É justamente por não ter resolvido historicamente aquela (DE 1964) que as atuais ainda existem.

Ou alguém acha que ter havido Nurenberg não intimidou uma refundação do Partido Nazista?

O equivoco é geral: o assunto em pauta não estritamente "direitos humanos", o assunto em pauta é PRINCIPALMENTE educação!

Responder

Aline C Pavia

04 de outubro de 2011 às 16h13

Azenha, a placa foi pichada e agora à tarde a Scopus tirou ela de lá.

Responder

rogério Floripa

04 de outubro de 2011 às 15h06

Não se brinca com algo tão sério.

Documentário – O Dia que Durou 21 Anos
A conspiração que derrubou o presidente João Goulart – http://alturl.com/d5yu8

Responder

O_Brasileiro

04 de outubro de 2011 às 14h35

Grande homenagem à "revolução", onde milhões de generais e coronéis foram às ruas enfrentar os soldados do regime quase-comunista. Um "justo" reconhecimento a esses generais e coronéis que derramaram seu sangue nas ruas brasileiras, em nome da liberdade e do direito de propriedade (principalmente dos Marinho e dos Sarney e dos Safra e dos Setúbal), muitos dos quais foram mortos nas batalhas travadas na "revolução".
Que a vergonha recaia, então, sobre os soldados que mataram tantos de nossos valorosos generais e coronéis!

Responder

Marcelo de Matos

04 de outubro de 2011 às 14h15

A denúncia do deputado Roque Barbiere sobre venda de emendas parlamentares teve desdobramento. Deu hoje no UOL: "Em depoimento à Corregedoria Geral da Administração, vinculada ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), uma testemunha afirmou que o ex-deputado estadual José Antônio Bruno (DEM) recebeu um maço de notas de R$ 100 de um homem. O dinheiro seria para abastecer um suposto esquema de venda de emendas parlamentares na Assembleia Legislativa de São Paulo, denunciado pelo deputado estadual Roque Barbiere (PTB). O depoimento da testemunha foi revelado na edição desta terça-feira (4) do jornal "O Estado de S. Paulo". Segundo a testemunha, a cena ocorreu no gabinete do deputado em agosto de 2009. José Antônio Bruno foi deputado entre 2007 e 2010. Ao jornal, ele negou o episódio, mas disse suspeitar da participação de um ex-assessor seu no suposto esquema de corrupção. O denunciante, que não teve o nome revelado, disse que trabalhou no gabinete do parlamentar entre 2009 e 2010, mas foi "isolado" por se recusar a repassar parte de seu salário ao então deputado".

Responder

ZePovinho

04 de outubro de 2011 às 13h56

Ah…………Maria do Rosário………………………se me pedisses qualquer coisa,me olhando com esses dois enormes olhos azuis,eu faria.

Responder

P A U L O P.

04 de outubro de 2011 às 13h52

“Dilma foi presa e torturada porque foi idiota”, humor ou horror?
http://quemtemmedodademocracia.com/2011/10/03/%E2

Responder

    Aline C Pavia

    04 de outubro de 2011 às 16h12

    Ai gente de novo CQC, pelo amor de Deus, vamos subir o nível, CQC é bullying ao vivo, é o apêndice supurado do Pânico, outra excrescência, estamos dando muito cartaz para uma raçazinha de "humoristas" rasos como uma poça d'água, e Zorra Total chega a ser constrangedor se lembramos de Golias e Grande Otelo.

Go Oliveria

04 de outubro de 2011 às 13h44

Se uma coisa destas fosse originário do clube militar dos aposentados, ainda, ainda. Mas numa universidade é de matar, não

Responder

    yacov

    04 de outubro de 2011 às 17h24

    Mas essa Universidade fica aonde, meu amigo???? Na TUCANOLÂNDIA paulista. O estado mais rico e reacionário da Nação. E vem caindo ano-a-ano no ranking das Universidades Latinas, onde já foi a primeira. Hoje, salvo engano, é a 64ª.

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

luiz pinheiro

04 de outubro de 2011 às 13h32

O importante é identificar quem foi o analfabeto político que redigiu os dizeres da placa. Imagino que tenha sido alguém da USP, pois em geral uma empresa produz uma placa conforme layout encaminhado previamente pelo ordenador do serviço. Agora, não é possível, por causa de um erro desse, grosseiro mas localizado, condenar todo um projeto de DH, ou a Petrobras, ou a secretaria federal de DH.

Responder

Mauro A. Silva

04 de outubro de 2011 às 12h53

[youtube pSwLPc5H1IA http://www.youtube.com/watch?v=pSwLPc5H1IA youtube]

Cadê o Observatório da Violência Escolar?
3º Plano Nacional de Direitos Humanos (decreto federal nº 7037 de 21/12/2009):
Objetivo estratégico III:
Proteger e defender os direitos de crianças e adolescentes com maior vulnerabilidade.
Ações programáticas:
d)Implantar sistema nacional de registro de ocorrência de violência escolar, incluindo as práticas de violência gratuita e reiterada entre estudantes (bullying), adotando formulário unificado de registro a ser utilizado por todas as escolas.
Responsável: Ministério da Educação
http://movimentocoep.ning.com/

Responder

Michel

04 de outubro de 2011 às 12h15

Falar em "revolução de 64" é mais ou menos como falar em "revolução do Carandiru" que aconteceu em 1992 no presídio de SP ou da "revolução de Carajás" que aconteceu 1996 no Pará.

Responder

maísa paranhos

04 de outubro de 2011 às 11h36

Não basta a Ministra dizer que é absurdo e retirar a placa.
O que ocorreu foi provocação e desrespeito à Memória.Deve ser investigado o responsável e devidamente punido. Uma empresa é feita por homens e mulheres, seres que são responsáveis por seus atos.
De qualquer forma, tal fato tenta encobrir o que está recalcado: o golpe civil-militar de 1964. Denuncia o golpe ao invés de escondê-lo, como desejam.

Responder

Pedro Vizcaya

04 de outubro de 2011 às 11h25

Gostaria de propor a ministra, uma audiencia publica para discutirmos a semantica da palavra "Revolução" e "Golpe" e as violações dos Direitos Humanos que corriqueiramente ocorrem em todos os cantos do nosso pais fiquem em segundo plano.

Responder

Roberto Locatelli

04 de outubro de 2011 às 11h22

Excelente iniciativa do VioMundo, de levantar a questão e, agora, ir ATÉ O FIM.

Reforço as perguntas: quem aprovou o monumento?

Como foi o trânsito do dinheiro? Estão faltando elos? Petrobras, FUSP, Scopus Engenharia…

Isso tem que ser muito bem explicado!

Responder

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

04 de outubro de 2011 às 11h09

Bobagem a ministra correr atras disso.Dos direitistas , sempre se espera essas provocações.Fora, as vezes, a covardia de quem fez a placa e não quis suscitar criticas do outro lado, dos militares e reacionários.O que tinha que ter se dedicado e na constituição de uma comissão da Verdade , DE VERDADE, e não o simulacro que saiu da Câmara.

Responder

Dani Tristão

04 de outubro de 2011 às 11h02

Nenhuma surpresa os uspeanos chamarem o golpe de revolução. É a cara da USP!!! Aposto que estavam bem intencionados, mas o lado reaça sempre fala mais alto. Bravo, ministra Maria do Rosário!!! Sua atitude enérgica nos enche de orgulho!!! Revolução é o @#$%@#%*
Foi gooooooolpe …golpe !!!

Responder

    CLAUDIO LUIZ PESSUTI

    04 de outubro de 2011 às 17h19

    Vejo com tristeza o prejulgamento e generalização, tao fáceis de ver em comentaristas dos meios de comunicação do PIG, se espalhem por aqui.Ora, veja bem,que papo e este de "uspianos" terem "chamado" o golpe de 64 de revolução?Foi a empresa que colocou a placa, não foi a comunidade da USP.Na própria matéria foi comentado que ninguém sabia. Alias, foram la e retiraram a tal "placa da discórdia".Mas antes um "uspiano reaca" foi la e pichou encima de revolução a palavra golpe.Nao sei de onde você tirou que a USP e "reaca". Reacionários existem em todos os lugares, inclusive no ministério da Dilma ta cheio deles viu!

Morvan

04 de outubro de 2011 às 10h22

Bom dia.
Para início de conversa, dá para as pessoas com um mínimo de instrução, para desobnubilação completa, deixar de tratar golpe como sendo revolução?
Não precisa nem sequer definir cada termo. É uma questão de bom senso.
Se se começar a tratar o golpe como golpe já é um bom começo. Depois explicar para os menos esclarecidos o que significa cada um destes termos.
É nisto que dá quando se quer colocar, a qualquer custo, uma pá de cal na história deste país. As viúvas da "revolução" ficam tentando doutrinar os menos instruídos, e de quebra, tirar um sarro com os que conhecem a história e sabem o que é uma verdadeira revolução.
Comissão da Verdade (de vero, não este arremedo que estão a propor) ou viveremos eternamente sendo sacaneados pelas viúvas da "redentora"; pelos Bolsonaros da vida…

Morvan, Usuário Liux #433640.

Responder

beattrice

04 de outubro de 2011 às 10h10

Quer me parecer que cabe mais do que manifestação no Twitter.
Cabe uma intimação extra-judicial para que seja modificada a placa E o sentido do que vai ser erigido ali ou a retirada imediata do patrocínio federal, da Secretaria e da PETRO.
Cabe também a instalação imediata da Comissão da Verdade.
Mas claro tudo isso fica muito, muito difícil com o CARDOZO DANTAS na sala do MJ.

Responder

Alexandre Bueno

04 de outubro de 2011 às 10h07

Quanto é que custa a hora da Maria do Rosário para ela fiscalizar placas?

Responder

    Leider_Lincoln

    04 de outubro de 2011 às 13h41

    Quanto custa a sua, para dizer bobagens?

    Fabio SP

    04 de outubro de 2011 às 16h39

    Deviam perguntar para ela se o q aconteceu em Cuba foi golpe ou revolução.

    Luiz Fortaleza

    04 de outubro de 2011 às 16h48

    REVOLUÇÃO SEM DÚVIDA..

    marcio_cr

    04 de outubro de 2011 às 20h30

    Revolução democrática, que levou paz e prosperidade ao povo cubano. Atualmente Cuba é uma das democracias mais abertas e avançadas do mundo. E o cidadão é livre a dizer qualquer pensamento que lhe convêm #NOT!

    Golberi da Silva

    04 de outubro de 2011 às 19h13

    Quanta paciência…
    1 – GOLPE – povo cubano baixando o cacête nos milicos e na CIA;
    2 – REVOLUÇÃO – milicos e a CIA baixando o cacête nos brasileiro;
    (Cartilha dos Marinho, Pág. 64, § AI-5).
    Fábio, agora vê se aprende de uma vez e pára de incomodar a ministra!

    Leider_Lincoln

    04 de outubro de 2011 às 19h51

    Mudou tudo, não mudou? Revolução pois. Já no Brasil, a ditadura impediu que as coisas mudassem. golpe, portanto.

    francisco p. neto

    04 de outubro de 2011 às 20h12

    Por que vc quer saber?
    Ou vc quer que ela diga o que vc quer ouvir?
    Ademais, vc é cubano e mora em Cuba?
    Cara chato! Sem noção!

Raul

04 de outubro de 2011 às 10h04

Gostaria de saber se a menina que foi estuprada no Pará por presos dentro de uma cadeia acha que se deve trocar o termo "revolução"pelo termo "golpe" e se é imprescindível tirar o termo "especial" da secretaria dos direitos humanos. Afinal, como todos os brasileiros, ela deveria estar preocupadíssima contra este atentado contra os direitos humanos, não é? Com a palavra a ministra…

Responder

    Alexandre Bueno

    04 de outubro de 2011 às 11h15

    Perfeito. A questâo dos DHs no Brasil é profunda e pulverizada. Vai desde a violencia contra a mulher, passando pela orientação sexual, turismo sexual, violencia policial, etc. Trabalho é o que não falta. Mas, a mídia, inclusive à esquerda, pauta as autoridades. Recomendo à Ministra que se posicione, por exemplo, sobre como o Brasil pretende tartar o turismo sexual durante a Copa de 2014 ao invés de revisar placas.

    Iva

    04 de outubro de 2011 às 13h51

    É, apenas o que sai na mídia é realidade, se não sai é porque não existe, não acontece nada. Que tal um reality show com tudo o que a secretaria dos direitos humanos faz? Talvez isso satisfaça àqueles que estão tão preocupados com os abusos que acontecem Brasil afora. Esses papagaios da Veja… Sempre repetindo o que aparece nos bloguinhos.

    yacov

    04 de outubro de 2011 às 17h22

    Esses trolls são muto gozados, mesmo…. Pregam o Estado Mínimo e que Direitos Humanos é uma bobagem, mas não tem um pingo de vergonha na cara de vir cobrar o Estado pelo acontecimentos de eventuais abusos. Se com o Estado atuante e defensor dos Direitos Humanos, os abusos acontecem, imagina com Estado Mínimo e sem respeito aos Direito Humanos, trollzada sem cérebro!!

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Ralf Rickli

04 de outubro de 2011 às 09h53

Menos mal – mas continuam as outras questões levantadas aqui: de quem é a iniciativa? Quem projetou, quem analisou e discutiu, quem aprovou o projeto?

Responder

Bonifa

04 de outubro de 2011 às 09h46

Este episódio só pode ter sido uma piada de mau gosto. Alguém esteve de brincadeira com coisa muito séria.

Responder

leo

04 de outubro de 2011 às 09h35

Ministra fraca.

Responder

    Aline C Pavia

    04 de outubro de 2011 às 10h38

    Falou e disse.

    Vlad

    04 de outubro de 2011 às 11h55

    Fraca mas implacável !!

    beattrice

    04 de outubro de 2011 às 14h48

    Im-placável?
    isso pretende ser um trocadilho???

    Adilson

    04 de outubro de 2011 às 17h58

    Boa ..rs…

    Gerson

    04 de outubro de 2011 às 18h16

    Vlad…

    Me lembrei de Vladimir Herzog…também deu aulas na USP.

    Merece uma estátua na USP

    Luiz Fortaleza

    04 de outubro de 2011 às 16h49

    Responsável, democrática e legalista.


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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.