VIOMUNDO

Diário da Resistência


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Marcio Sotelo Felippe: A torpeza como política


07/12/2011 - 13h26

por Marcio Sotelo Felippe, sugestão de  Giane Alvares, da Rede Nacional dos Advogados Populares (Renap)

Reinaldo Azevedo postou em seu blog violento ataque à Associação Juízes para a Democracia. O motivo foi a nota em que a entidade de juízes fez críticas à conduta da reitoria da USP e das autoridades nos recentes episódios envolvendo aquela Universidade.

A nota da AJD  também motivou matéria da Veja.  Ilustrada com uma foto da suástica nazista. Inacreditável.

No texto de Reinaldo Azevedo há dois aspectos que merecem atenção das pessoas razoáveis e lúcidas do país. O primeiro – que foi também o mote da Veja –  é a desonesta manipulação de um conceito básico das democracias contemporâneas.

A nota da AJD diz, em certa passagem, que a lei, seja em si mesma, seja na sua aplicação, deve ser recusada se contrariar princípios constitucionais. Acontece todos os dias nas sociedades democráticas.   Nas decisões dos tribunais, juízes ou administradores públicos.  Do ponto de vista dos cidadãos, relaciona-se com o conceito de desobediência civil, tal como praticado por Gandhi e Martin Luther King, filosoficamente consolidado, ainda que de escassa repercussão prática. No conflito entre uma regra positiva  e a moralidade, prevalecem a moralidade e os princípios constitucionais.

Mas o colunista pinça a frase para dizer que os juízes estão atacando o Estado de Direito e a idéia de
supremacia da lei. Os juízes da AJD fizeram rigorosamente o contrário. Defenderam o Estado de Direito,  a ordem constitucional e a moralidade.

Isto se  chama delinquência intelectual. Mostra a inacreditável má-fé e desonestidade  do colunista. Podia ser  burrice, mas não parece ser o caso de se atribuir burrice a Reinaldo Azevedo. É o porta-voz das trevas, simplesmente.

O segundo aspecto. Após conduzir, maliciosamente, seus leitores à conclusão de que a AJD é uma perigosa entidade subversiva que pretende destruir a democracia, nomina, um a um, os dirigentes da entidade.

Isto se chama  delinquência política. Que também atende pelo nome de fascismo. Neste momento o colunista ingressou na infame galeria em  que figuram, entre outros,  Joseph McCarthy e o jornalista Claudio Marques.

McCarthy, como os leitores devem lembrar,  foi o senador norte-americano responsável pela “caça às
bruxas” nos anos 50, que perseguiu e destruiu a vida de milhares de pessoas sob a acusação de esquerdismo,   fazendo da delação instrumento de ação política.

Claudio Marques foi o jornalista que denunciou Vladimir Herzog como perigoso esquerdista infiltrado na TV Cultura. Herzog foi preso após  a infame campanha movida por Claudio Marques,   e o  fim do episódio todos conhecemos.

Reinaldo Azevedo vem numa escalada de violência verbal.  Perdeu a noção de limites. Embriagado pelo sucesso de sua retórica ultradireitista em certo segmento social, criou um círculo vicioso em que ele e seus leitores alimentam-se reciprocamente de ódio. Sua linguagem incita o ódio dos leitores, e o ódio dos leitores  o incita a tornar-se mais violento e permissivo.

Quem lê “A Chegada do III Reich”, do historiador ingles Richard Evans, identifica esse mesmo mecanismo na República de Weimar. Figuras semelhantes a Reinaldo Azevedo pululavam.

O conceito clássico de fascismo é o uso da violência como instrumento político. Nenhuma violência política se viabiliza sem uma etapa anterior anterior de  ódio e violência verbal. Este o papel em
que Reinaldo Azevedo e Veja se comprazem. O fascismo não surge por geração espontânea. Germina pouco a pouco com semeadores desse tipo.

Conflitos politicos resolvem-se, em uma democracia,  por procedimentos antecedidos por diálogos em que os sujeitos agem racionalmente e submetem-se a tais procedimentos independentemente de seu resultado. Quem, como a Veja ou Reinaldo Azevedo, aventura-se no caminho da infâmia e da torpeza recusa  esse diálogo racional e recusa  os mecanismos democráticos. Não se importa mais com a política democrática,  fazendo falsas profissões de fé na democracia. Vislumbra apenas o ódio como meio de ação política. Se o ódio não for suficiente, vai recorrer a outro tipo de violência.

Marcio Sotello Felippe é procurador do Estado de São Paulo.

Leia também:

AJD exige que governo de SP proíba parto de gestantes algemadas





55 comentários

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xfreitas44

08 de dezembro de 2011 às 23h00

A Pholha está me censura-ndo!

Responder

xfreitas44

08 de dezembro de 2011 às 22h04

Parece que as esquerdas estão com medo da opinião pública, depois de tanta corrupção que a imprensa denunciou! Tem saída ?

Responder

Myrian

08 de dezembro de 2011 às 19h41

A frase que gerou o debate não foi citada, mas é esta aqui: “Não é verdade que ninguém está acima da lei, como afirmam os legalistas e pseudodemocratas: estão, sim, acima da lei, todas as pessoas que vivem no cimo preponderante das normas e princípios constitucionais e que, por isso, rompendo com o estereótipo da alienação, e alimentados de esperança, insistem em colocar o seu ousio e a sua juventude a serviço da alteridade, da democracia e do império dos direitos fundamentais.”

Quem aqui concorda com isso? Lembrem-se que uma vez rompida a barreira, nada mais garante o retorno às fronteiras anteriores. Citaram Herzog, que pelo que dizem, morreu na luta pela democracia, pela liberdade e pela legalidade (leia-se respeito às leis). Então voltemos ao texto: Não é verdade que ninguém está acima da lei, como afirmam os legalistas e pseudodemocratas: estão, sim, acima da lei, todas as pessoas que vivem no…"
Uma vez que se concorde com a premissa, daqui por diante basta acrescentar outros lugares, adjetivos, motivos, etc., e em breve haverá "acima da lei" aos montes por aí né? Como era mesmo a frase, "aos amigos tudo, aos inimigos a lei"? Logo "os amigos" estarão acima da lei e os "inimigos" …
Amigos, nem de brincadeira abram as porteiras! Há limites e esse é o final. A democracia só existe com igualdade, principalmente diante da lei. Ou vale para todos ou voltamos à esculhambação!

Responder

    Fabio SP

    10 de dezembro de 2011 às 09h40

    Nessa estou com o RA. Como assim que tem alguém acima da lei?

    cronopio

    10 de dezembro de 2011 às 23h08

    A ética é superior à legalidade. Sem mais.

    Santiago

    10 de dezembro de 2011 às 18h20

    "Com efeito, quando movimentos sociais escolhem métodos de visibilização de sua luta reivindicatória, como a ocupação de espaços simbólicos de poder, visam estabelecer uma situação concreta que lhes permita participar do diálogo político, com o evidente objetivo de buscar o aprimoramento da ordem jurídica e não a sua negação, até porque, se assim fosse, não fariam reivindicações, mas, sim, revoluções".
    Se todas as leis fossem inquestionáveis e não sujeitas a interpretação, não haveria a necessidade de julgamentos. E não haveria necessidade de uma Constituição com suas normas e princípios a orientar uma democracia. A Constituição nos garante o direito de manifestações, questionamentos, greves, ocupações pacíficas em prol do aprimoramento da democracia. Um fora da lei pode ser apenas um marginalizado, não necessariamente um marginal.

    Santiago

    10 de dezembro de 2011 às 18h21

    A lei pode ser usada, por quem detém o poder de coerção, de polícia, para inibir manifestações legítimas contra a opressão, o abuso. A expressão inadequada foi o "estar acima da lei", normalmente utilizada por quem abusa da autoridade, ou, por ser autoridade, ficar impune. Foi inadequada por estar sujeita a este tipo de interpretação. Estar à margem da lei seria mais apropriado, mas talvez menos técnico? Ou então, que se rasgue a Constituição se ela não nos servir para nos defender do abuso da lei (autoridade).

    cronopio

    10 de dezembro de 2011 às 23h08

    Caro Santiago, permita-me discordar. Creio que a expressão "acima da lei" está correta. Como a ética é superior à legalidade, aqueles que eventualmente estejam amparados pela ética estão, com efeito, acima da lei, pois estão amaparados por um princípio "superior". Se os alunos estão ou não amparados pela ética é uma outra discussão. Quanto ao uso da expressão, creio que o equívoco foi cometido por Reinaldo Azevedo. Grato.

Fernando

08 de dezembro de 2011 às 18h08

Falsas profissões de fé na democracia, Sr. Sotelo Felippe, são os marxistas brasileiros que vivem vomitando a palavra DEMOCRACIA, escondendo malandramente o seu real intento, qual seja o CENTRALISMO DEMOCRÁTICO, partido único, pensamento único, imprensa única, tudo ÚNICO !!! Falsos democartas são vcs !!! E mais, Sr. Felippe, estude um pouquinho sobre o fascismo e vc aprenderá, depois de velho, que o FASCISMO é TÃO ANTI LIBERAL COMO O É ANTICOMUNISTA ! Reinaldo Azevedo e VEJA são neoliberais, democratas, legalistas !!! Portanto a palavra FASCISMO se aplica a outro tipo de gente ! Entendeu, ou quer que eu desenhe ?

Responder

    Miguel

    10 de dezembro de 2011 às 22h52

    Desenha, porque tua argumentacao nao faz sentido.

Klaus

08 de dezembro de 2011 às 16h34

Quem tiver coragem, leia no blog do RA a resposta ao procurador. Respondeu item por item e o colocou nas cordas. O procurador não sairá. Abram a contagem.

Responder

Jairo_Beraldo

08 de dezembro de 2011 às 12h20

Naldin Cabeção Ocada, se eu fosse tu, acionaria seus amigos magistrados e mandava ver contra esta AJD (quem eles pensam que são? Voce trabalha na Óia, a mais conceituada revista de esgoto no mercado de noticeiros calhordas).

Olha como te qualificaram, Naldin Serrano:
1) delinquente intelectual;
2) delinquente político, que também atende pelo nome de fascista;
3) portador de inacreditável má-fé e desonestidade;
4) incitador do ódio dos leitores, violento e permissivo.

Naldin Pitbull de Higienópolis e cercanias, não deixe barato…recupere sua honra(SIC)!!!! E peça uma repara$$ão à sua altura…peça um retiro "espiritual" no presídio de segurança máxima de Catanduvas-PR…voce merece!!! Vá atrás de seus deveres!!!!

Responder

    Klaus

    08 de dezembro de 2011 às 21h05

    Jairo Beraldo, aquele que defende o ataque físico aos adversário. taí um democrata.

    Jairo_Beraldo

    09 de dezembro de 2011 às 12h08

    Alemão, faça um curso de interpretação de textos….ou voce é o próprio Naldin???

    Ainda acho que voce é um destes noticeiros da direita….ainda descobriremos!!!!!

FrancoAtirador

08 de dezembro de 2011 às 00h06

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.
A Propaganda da Ação Integralista Brasileira (AIB)
e suas Aproximações com a Propaganda Nazista

Por Edson José Perosa Júnior

Resumo

Antes de abordar as máquinas de propaganda da AIB e do NSDAP especificamente,
devemos proceder com a análise de que o integralismo é um movimento fascista de fato, para
a partir daí compreendermos melhor as semelhanças entre essas duas propagandas nos
contextos diferentes em que se encontravam. O nazismo, justamente por ser um tipo de
fascismo, apresenta as características comuns a estes (a indumentária, o forte senso de
hierarquia, a intensa propaganda, o anticapitalismo, o antiliberalismo, o anticomunismo, etc.).
Entretanto o que mais diferencia o nazismo é a questão racial e o antissemitismo tão
enfatizado e importante para compreendê-lo. Nesse sentido o integralismo não apresenta tanta
semelhança com o nazismo, quanto nos quesitos anteriores, apesar de apresentar
antissemitismo e racismo, devido fundamentalmente à influência do nazismo sobre ele,
principalmente através de Gustavo Barroso. Demonstrado que o integralismo é um
movimento fascista, além das várias semelhanças deste com os fascismos europeus
(especialmente o nazismo, que mais nos interessa) e algumas diferenças que o caracterizam
por estar no contexto brasileiro, não será surpresa nenhuma que muitos elementos, técnicas e
temas da propaganda integralista sejam semelhantes com os da propaganda nazista (talvez até
mesmo o ponto de maior convergência entre esses dois movimentos fascistas). Ambas as
propagandas foram eficientes em seus respectivos contextos, mas à medida que os dois
movimentos foram se aproximando de seu fim, sua eficácia também diminuiu paulatinamente.
Assim percebemos que a eficiência da propaganda está intimamente vinculada ao contexto
favorável vivido em determinado período (e não apenas a competência dos propagandistas) e
que na medida em que este contexto de altera, a propaganda não tem o poder para inverter a
situação decisivamente a favor dos citados fascismos.
Assim, o mesmo contexto que foi determinante para o surgimento e consolidação desses
movimentos também foi determinante para seu findar, no caso do integralismo devido à
situação interna do país (com a instauração do Estado Novo) e no caso do nazismo devido à
situação externa de derrota militar. O fascismo entendido como a grande inovação política do
século XX, se alicerçou em um incrível e complexo sistema de propaganda, que foi o grande
instrumento para sua condição de movimento de massas. Destarte percebemos claramente,
apesar das diversidades de contextos e situações, que um padrão no formato da propaganda é
evidente entre o integralismo e o nazismo. Para além dos exemplos da propaganda nazista e
integralista, devemos estar atendo para o poder que a propaganda (comercial e política) exerce
sobre nossas mentes. Os usos traiçoeiros da propaganda pelo regime nazista e pela AIB não
são únicos na história, mas exemplificam bem uma tendência que começou a se definir nesse
período, de que a propaganda é indispensável para o governo e para a política em geral. Ainda
assim a liberdade de expressão, a imprensa livre e responsável, juntamente com cidadãos
informados e engajados é a melhor segurança contra os efeitos perversos de uma propaganda
nociva e insidiosa.

Palavras-chave: Revista Anauê, Plínio Salgado, Joseph Goebbels, Anticomunismo, Fascismo

Íntegra em:

http://www.cih.uem.br/anais/2011/trabalhos/294.pd…

Responder

    Fabio SP

    10 de dezembro de 2011 às 09h49

    " Os usos traiçoeiros da propaganda pelo regime nazista e pela AIB não
    são únicos na história, mas exemplificam bem uma tendência que começou a se definir nesse
    período, de que a propaganda é indispensável para o governo e para a política em geral"

    Mude "nazista" por "comunista" e "AIB" por (PCB, PCB do B ou PT) e a frase continua bem atual…

SILOÉ-RJ

08 de dezembro de 2011 às 00h02

O PIG fica e a direita fica alimentando todo tipo de ódio, nas tribos mais variadas e atuantes, principalmente em São Paulo, se esquecendo de um pequeno detalhe: Eles são jovens, revoltados, mas não são burros. Muitos não trabalhavam, agora sim. Muitos não estudavam, agora sim. Muitos não tinham casa própria, agora sim. Sentem na pele e na família as diferenças que os levam a uma reflexão.
Pro feitiço virar contra o feticeiro, é um pulo.

Responder

Marat

07 de dezembro de 2011 às 22h45

Acredito que esse seja o texto que melhor define Reinaldo Azevedo, o grupo editorial que o acolhe e os fascistas que se deleitam com tais textos. Maravilha. Finalmente alguém de peso que resolve responder à altura a tão infame e sórdido grupo jornalista!

Responder

Marcelo Fraga

07 de dezembro de 2011 às 22h04

Reinaldo Azevedo não merece o tempo que o articulista gastou para escrever este texto.
Gente deste nível merece uma resposta à altura:

<img src="http://gutocapucho.zip.net/images/michael_moore.jpg">

CHUUUPA REINALDINHO CABEÇÃO!!!

PS: Esse a Conceição não libera, rsrsrs.

Responder

    FrancoAtirador

    07 de dezembro de 2011 às 23h17

    .
    .
    CHAPA PURA

    !!! LULA/DILMA 2014 !!!
    .
    .

    Guina

    13 de dezembro de 2011 às 22h10

    Cara, que boné é esse? Bandeira americana? Esse L é L de liberal? Acho que você está em crise de identidade!

El Cid

07 de dezembro de 2011 às 20h54

Todo apoio à nota da AJD. Com argumentos lúcidos e de imbatível lógica jurídica ela coloca o dedo na ferida na excessiva judicialização de conflitos que só podem ser mitigados na esfera da política. Só uma revista facista como a Veja e jornalistas da estirpe desse Reinaldo Azevedo poderiam atribuir à nota um ataque à democracia ou a subversão do estado democrático de direito.

Responder

Antonio Soares

07 de dezembro de 2011 às 19h58

E ainda há quem leve a sério a nazista Veja e seu oficial SS Pistoleiro Furibundo RA ?

Responder

José Vitor

07 de dezembro de 2011 às 19h13

Infelizmente a Dilma adotou a política de "apaziguamento" com a mídia nazista…e a história mostra que o "apaziguamento" não funcionou com os nazistas. Resta torcer para que pelo menos no campo econômico ela tenha pulso firme e não se deixe dominar pelo "mercado", para que nas próximas eleições presidenciais ela tenha condições de se reeleger. Caso contrário estaremos f…errados, "governados" por gente incompetente e autoritária como Aécio e Alckmin.

Responder

ZePovinho

07 de dezembro de 2011 às 18h30

Isto está com cara de mais uma armação da VEJA:
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia…

7 de Dezembro de 2011 – 17h49
PM que acusou Orlando é preso por segurança do Palácio do Buriti

O policial militar João Dias, pivô das falsas acusações que levaram à renúncia do ministro Orlando Silva, invadiu nesta tarde de quarta-feira (7) a Secretaria de Governo de Brasília, comandada por Paulo Tadeu.

O policial militar, segundo testemunhas, agrediu duas funcionárias do secretário Paulo Tadeu. Uma delas é conhecida por Paulinha e a outra chama-se Niedja.

João Dias carregava um pacote de dinheiro vivo que também, segundo testemunhas, ele teria jogado em cima da mesa. João Dias pretendia ser recebido por Paulo Tadeu, mas acabou preso pela segurança interna do Palácio do Buriti.

Fonte: Blog da Lilian Than

PS:CUIDADO,GOVERNANTES DA BASE DO GOVERNO.SÓ RECEBAM JORNALISTAS E COLABORADORES DO PIG COM ACOMPANHAMENTO POLICIAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

    Marat

    07 de dezembro de 2011 às 22h48

    Zé, o PS foi irretocável. Obra-prima… eles devem receber sim, o pessoal do PIG sob aparato policial, pois são bandidos da pior espécie!

    SILOÉ-RJ

    07 de dezembro de 2011 às 23h04

    O melhor é não receber, vai que o policial seja do tipo João Dias.

Sagarana

07 de dezembro de 2011 às 17h43

BUEMBA, BUEMBA!, temos um WATERGATE brasileiro.

Responder

    P Pereira

    07 de dezembro de 2011 às 20h39

    Como sempre, fogem do assunto.

FrancoAtirador

07 de dezembro de 2011 às 17h41

.
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A inépcia do Governo Federal, a inércia da Procuradoria Geral da República, a omissão do Congresso Nacional e a permissividade do Supremo Tribunal Federal, diante da falta de uma mínima regulamentação dos Meios de Comunicação Social,
estão conduzindo o País a um Estado de Fato ditado por um Oligopólio Inescrupuloso e Apátrida de Mídia Empresarial que se articula com grandes Corporações Financeiras e Mercantis Transnacionais, com matrizes fundamentalmente norte-americanas, mas também européias,
a tal ponto que, através de meia dúzia de testas-de-ferro, os donos de uma revista semanal, de dois ou três jornais e de uma rede de rádio e televisão de abrangência nacional, como é de conhecimento geral,
detêm o Supremo Poder, autopresumido, de demitir Ministros de Estado, legislar por Deputados e Senadores, julgar Promotores de Justiça e Juízes de Direito,
e, mais, policiar e condenar qualquer cidadão ao opróbrio e à degradação pública, sem direito à defesa ou presunção de inocência, atentando indistintamente contra a honra e a imagem e, portanto, ofendendo a dignidade da pessoa humana, cláusula pétrea da Constituição da República Federativa do Brasil.

Esse Oligopólio Midiático Familiar, portanto de iniciativa privada, com base na sua própria lei, arrogou-se ilegitimamente o Poder Discricionário, com liberdade na escolha de sua conveniência, oportunidade e conteúdo, prerrogativa ético-constitucional exclusiva da Administração Pública.

É O FASCISMO DE FATO.
.
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Responder

eunice

07 de dezembro de 2011 às 17h40

Discussão excelente! Os indignados brasileiros começaram a luta e os adultos da moita começaram a sair dela. Isso é excelente! Teremos mudanças, pois!

Responder

Julio Silveira

07 de dezembro de 2011 às 17h32

Depois de ter conhecimento que na campanha nazista fizeram parte dos exercitos de Hitler também Judeus, pude compreender um pouco melhor certas coisas. Como a adesão de alguns a preceitos adotados por esse grupo. Entendi por que algumas associações impensaveis para um povo que foi vitima de perseguições, preconceitos e o holocauto acontecem. Entendi, alguns se aproveitam dos contextos para tirar vantagens, são "pragmaticos".

Responder

    betinho2

    07 de dezembro de 2011 às 18h29

    "Se necessário for sacrificaremos alguns de nossos irmãos menores para atingir nossos objetivos"
    Escrito em 1897.

Klaus

07 de dezembro de 2011 às 16h48

"A nota da AJD diz, em certa passagem, que a lei, seja em si mesma, seja na sua aplicação, deve ser recusada se contrariar princípios constitucionais."

Reli a nota não vi que a aplicação da lei deve ser recusada se contrariar princípios constitucionais, não há esta ressalva. Sou meio burro, o pessoal do blog que é mais inteligente poderia me ajudar. Talvez, com muita boa vontade ele esteja se referindo ao texto do 7º parágrafo. Leiam e vejam se há a ressalva.

Quanto a suástica nazista, que o articulista acha inacreditável, saiba que por muito menos o governador de Minas é chamado de Adolf Hitler e eu, por usar um nickname alemão, sou chamado de nazista o tempo todo. O povo aqui acha isto normal, ninguém se importa muito.

Vermelho e azul dever vir por aí…

Responder

    Klaus

    07 de dezembro de 2011 às 17h35

    Puxa, só agora eu percebi. Nem se trata da resposta da AJD ao texto de Veja e de Reinaldo Azevedo, é só um juiz que postou esta resposta (junto com mais alguns outros que fizeram o mesmo em seus blogs) em seu blog particular. Bem, continuará oculto no mundo das trevas…rs

    P Pereira

    07 de dezembro de 2011 às 20h42

    Enquanto o seu blogueiro continua boiando nos esgotos e alimentando as baratas

    mfs

    07 de dezembro de 2011 às 22h21

    Concordo inteiramente com sua autoavaliação.

    Ricardo JC

    08 de dezembro de 2011 às 09h04

    Bom, não foi um juiz que rebateu o texto da (argh!!!) Veja e do Reinaldo Azevedo, fui um procurador do estado, figura bem diferente de um juiz, pois representa o Ministério Público e, em última instância, a sociedade.
    Não creio, de fato, que isto seja importante para a discussão, apesar de achar que o Ministério Público deva sim se manisfestar em casos como este. No mais, só a atitude do Reinaldo Azevedo em seu blog já seria suficiente para desabonar qualquer coisa que escreva. Aquele que prega a liberdade de imprensa não permite aos que discordam de suas idéias expressar qualquer palavra em seu blog. Você Klaus, ao contrário, vem ao blog do Azenha regularmente e se coloca em campo contrário, com ideias discordantes da maioria. E o faz com total liberdade (apesar de crer que já deva ter tido posts recusados, como aliás todos nós já tivemos). No mais o texto do procurador é muito lúcido e didático. Você pode até tentar defender a posição do Reinaldo Azevedo, mas deve reconhecer que as palavras do procurador são um começo para que reflita, não sobre suas posições políticas (estas são suas, assim com são as do Azevedo), mas como a imprensa deve se portar num ambiente de liberdades democráticas. Ela, a imprensa, não tem o direito de se colocar na posição que este senhor se coloca, destilando ódio e afrontando inimigos (sim, porque ele não tem adversários, mas sim inimigos, o que é triste).

    Fernando SP

    08 de dezembro de 2011 às 18h14

    Ricardo JC, como vc é ignorante, cara ! Procuradoria do Estado não tem NADA A VER com Ministério Público ! Os procuradores do estado são ADVOGADOS do Estado, representam o Esatdo em Juízo nas causas em que este for parte (autor ou réu) !!! É como a Advocacia Geral da União (AGU) no plano federal !!! Os procuradores do estado, assim como os advogados da União estão subordinados HIERARQUICAMENTE ao Governador e ao presidente da República, respectivamente ! No Minsitério Público não existe subordinação hieráquica de espécie alguma ! Estuda um pouqinho, antes de falar besteira, cara !!!

Sagarana

07 de dezembro de 2011 às 16h35

O pior cego é aquele que não ouve!

Responder

    cronopio

    07 de dezembro de 2011 às 19h23

    Por isso vocês gritam tanto? Sugiro mudar de estratégia. Quem sabe usando argumentos…

Lu_Witovisk

07 de dezembro de 2011 às 16h30

Tem muita gente que ainda lê essa porcaria, acredita e sai repetindo.

Há tempos é impossível discutir política com gente da direita sem levar xingamentos, mas a coisa está ficando cada vez pior. Esse Reinaldo Azevedo incita a violência, ele não pode ser enquadrado por algum motivo? Não há nada para fazer esse cara retroceder? Que continue escrevendo seus discursos de direita, mas que mantenha a civilidade.

E pensar que esse povo de direita se acha chique e fala que pobre é quem não sabe se comportar… fala serio.

Responder

    Klaus

    07 de dezembro de 2011 às 17h37

    Nova no blog Lu? Sério que é impossível discutir política com gente da direita sem levar xingamentos? Ainda bem que o pessoal da esquerda não é assim, né, pois se fossem me xingariam muito por aqui, cê num acha?

    Lu_Witovisk

    07 de dezembro de 2011 às 17h55

    Não sou nova e sei que vc diz que não é de direita. Também sei que é um dos poucos que discorda educadamente e raramente toma desaforo. Os frequentadores daqui, no geral, só respondem mal quando levam.
    Falei que não dá para discutir, pq quando vou para minha terra, quase apanho "de graça" (PR, aspas pq o crime é falar do governador do estado que não faz nada em prol do povo), de gente da familia, inclusive. Os de direita que conheço não sabem argumentar, sobra só a histeria e os xingamentos. Vendo o blog do Reinaldo Azevedo, é perfeitamente compreensível, pq lá tb é assim.

    SILOÉ-RJ

    07 de dezembro de 2011 às 23h31

    Você acha mesmo que esse papel de vítima lhe cai bem???

    Fabio SP

    10 de dezembro de 2011 às 09h51

    O RA é tão odiado assim porque até agora não apareceu ninguém para refutar seus argumentos com argumentos melhores…. Estou esperando isso faz tempo!

    Santiago

    10 de dezembro de 2011 às 18h24

    Discordo; é porque sua irracionalidade impede contra-argumentação racional. Se um chimpanzé jogar fezes em você, você responderá do mesmo modo?

Luiz Antonio

07 de dezembro de 2011 às 16h12

"…criou um círculo vicioso em que ele e seus leitores alimentam-se reciprocamente de ódio…", concordo, mas diria o mesmo de você.

Responder

FrancoAtirador

07 de dezembro de 2011 às 16h05

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A AJD DEFENDE O ESTADO DE DIREITO.

O Reizinho DEFENDE O STATUS DA DIREITA.
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A Oposição na Sociedade

Por Marcos Coimbra*

O que chamamos oposição, na maior parte das vezes, diz apenas respeito ao mundo da política institucionalizada. Fundamentalmente, aos partidos oposicionistas, seus representantes, organizações e (poucos) filiados.

Uma das razões para isso é que é modesta, no Brasil, a atuação de grupos de pressão e associações civis voltadas para a política. Existem, mas são, ainda, pouco relevantes.

Há, no entanto, outra oposição, extra-partidária e fora do Estado, que se manifesta no âmbito da sociedade. Ela é diferente da anterior, e tende a ser, a cada dia, mais significativa.

Não estamos nos referindo, simplesmente, aos eleitores de oposição, aqueles que, de maneira sistemática, votam nas legendas hoje oposicionistas, não votam no PT e costumam não gostar de Lula, dos petistas e de tudo que fazem. Os que se definem como antagônicos ao “lulopetismo”. Esses existem desde sempre.

Entre a oposição formal, exercida pelos partidos, e o eleitorado de oposição, constituído por cidadãos individualizados, estamos vendo nascer e se desenvolver uma “nova militância” oposicionista.

Não foi em 2011 que começamos a perceber sua existência. Desde a eleição de 2010, no mínimo, já era identificável.

Por enquanto, é incipiente, mas parece crescer e se tornar mais vigorosa ideologicamente. É um fenômeno espontâneo, que acontece à margem dos partidos e que não resulta de sua atuação.

Seu lugar por excelência de formação e desenvolvimento é a internet. É nela que seus integrantes se reconhecem, estabelecem comunicação, fazem proselitismo.

Não é unificada por um ideário. Ao contrário, seu denominador comum fundamental é uma negação: o antipetismo. No fundo, não se entusiasma na defesa de nada. O que quer é “acabar com o PT”.

Essa hostilidade ficou particularmente evidente quando Lula foi diagnosticado com câncer. Foram tantas as manifestações enraivecidas, misturando júbilo, espírito de vingança e condenação por ele estar sendo tratado em um hospital de ponta, que até alguns adversários mais bem educados se assustaram.

Em suas ideias, misturam-se noções de várias origens. Algumas são típicas do conservadorismo clássico, outras vêm do nacionalismo de direita. Às vezes, são ultraliberais, outras de um antiliberalismo feroz.

Ela desconfia dos partidos e dos políticos, repele a “intervenção do estado na vida privada”, e quer acabar com os impostos. Costuma detestar o esquerdismo e abominar o “politicamente correto”.

Uma parte da mídia, especialmente algumas revistas e jornais, se reporta, cada vez mais, a ela. Nessas publicações estão alguns de seus heróis e os porta-vozes mais radicais, facilmente reconhecíveis pelo uso de violência verbal. São os valentões da palavra.

A agressividade que consomem é transferida para sites de relacionamento, blogs e intervenções pessoais, em comentários nas redes sociais e no noticiário. O twitter é um dos lugares onde mais aparece, pois enseja a expressão emocional imediata.

Há certa semelhança entre essa militância e a ultradireita americana do chamado Tea Party: ambas surgiram naturalmente (ainda que com o incentivo do grande capital, lá de empresários da indústria química, aqui dos conglomerados de mídia), querem “purificar” a política e são fortemente anti-estatistas e antitributação.

A diferença é organizacional, pois o Tea Party, que nasceu em 2009, já está estruturado, embora continue a ser um movimento sem liderança centralizada, composto por entidades locais e indivíduos sem vínculos estreitos. (Apesar disso, houve mais de cem candidatos ao Congresso americano, na eleição de meio-período de 2010, que receberam a chancela do movimento – dos quais 32% se elegeram).

Por aqui, essa nova militância ainda não conseguiu passar pelo teste da mobilização. Permanece verbal e passiva, com baixa capacidade de se apresentar nas ruas. Os protestos anticorrupção convocados pela internet no segundo semestre, por exemplo, que pareciam significativos, terminaram sendo fracassos de público.

Que relação se estabelecerá entre essa oposição na sociedade e a oposição partidária? Estará em gestação um Tea Party à brasileira?

Em 2010, Serra procurou fomentar os sentimentos dessas pessoas, para os utilizar na campanha. Seus assessores chegaram a criar peças de comunicação específicas para açular o antipetismo na internet. A onda anti-aborto foi deflagrada e sustentada por lideranças religiosas ligadas a ele.

Quem cria ventos, se arrisca a colher tempestades. O PSDB precisa pensar se o que quer é ser a voz partidária desses militantes.

*Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-oposic…

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FrancoAtirador

07 de dezembro de 2011 às 15h54

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VEJA quer calar a democracia

Por Marcelo Semer, Juiz de Direito em São Paulo e escritor, no Terra Magazine.

Tolice suprema, coleção formidável de bobagens, condoreirismo cafona.

Com esses e outros adjetivos ainda piores, o jornalista Reinaldo Azevedo iniciou, em seu blog, uma onda de ataques da revista VEJA à Associação Juízes para a Democracia (AJD).

Nos posts que buscavam detonar a associação por uma nota crítica à ação da Polícia Militar na USP, sobrou até para os educadores que seguem Paulo Freire: “idiotas brasileiros e cretinos semelhantes mundo afora”.

O nível do artigo já se responde por conta própria.

Todavia, na edição impressa que veio às bancas no sábado último, o editor-executivo da revista subscreveu um texto que, sem qualquer constrangimento ou escrúpulo político, comparou a associação a um tribunal nazista.

O descompromisso com a razão nem é o que mais ressalta no artigo –a foto gigantesca de pupilos de Hitler, fora de tom ou propósito, só se explica como um ato falho. No artigo, Carlos Graieb utiliza expressões que se encaixariam perfeitamente no ideário nazista: propõe dissolver
a associação “política” ou impedir que seus membros usem a toga.

Reinaldo Azevedo, com ainda menos pruridos no mundo virtual, explicitou, numa ação que evoca o macarthismo, os nomes de todos os diretores, representantes e membros de conselhos da entidade,
alertando leitores para que jamais aceitem ser julgados por estes juízes.

Que competência ou legitimidade para a posição soi-disant de corregedor ele tem não se sabe. Mas seus seguidores foram instados a identificar os juízes associados pelo próprio colunista, que deu status de artigo a mensagem de um advogado falando do desembargador ‘liberal’ apreciador de samba.

VEJA está aturdida e indignada com a afirmação de que existe direito além da lei. Os nazistas também ficavam, porque as barbáries escritas no período mais negro da história da humanidade eram legais. Jamais deixaram de ser barbáries por causa disso.

A prevalência dos princípios constitucionais é o que propunha, sem grandes novidades, a nota da Associação Juízes para a Democracia. Se juízes não podem fazê-lo em um estado democrático de direito, na tutela da Constituição que prometeram defender, algo definitivamente está errado.

Mesmo para quem conhece a linha editorial de VEJA, cuja partidarização na política é sobejamente criticada, espanta que o interesse em calar quem pensa de outra forma, parta justamente de um órgão de imprensa.

Que a falta de pluralismo de suas páginas já fosse, por assim dizer, um oblíquo atentado à liberdade de expressão, o explícito intuito de extirpar opiniões contrárias não deixa de ser aterrorizador. Sob esse
prisma, lembrar o nazismo não é mais do que medir o outro com a própria régua.

A Associação Juízes para a Democracia tem vinte anos de serviços prestados ao debate institucional na magistratura e fora dela – e eu me orgulho de fazer parte dessa história quase por inteiro.

A AJD tem entre seus objetivos o respeito incondicional ao estado democrático de direito e jamais deixou de denunciar quando este se fez ameaçado. Bate-se sem cessar pela independência judicial e é militante na consideração do juiz como um garantidor de direitos.

A promoção permanente dos direitos humanos, compartilhada com inúmeras outras entidades da sociedade civil, sempre incomodou aos que se candidatam a porta-voz dos poderosos. Mas recusamos o propósito de quem quer fazer da democracia apenas uma promessa vazia.

A associação nunca se opôs a criticar o elitismo no próprio Judiciário, nem temeu se mostrar favorável à criação de um órgão para exercer o controle externo. Tudo por entender que desempenhamos,
sobretudo, um serviço essencial ao público – o que levou a AJD a participar da Reforma do Judiciário propondo, entre outros temas, o fim das sessões secretas e das férias coletivas.

Anticorporativista, a associação jamais defendeu valores em benefícios próprios, o que pode ser incompreensível em certos ambientes. Recentemente, bateu-se pela legalidade da instauração de processos administrativos contra juízes pelo Conselho Nacional de Justiça, na contramão de interesses de classe.

Em vinte anos, seus membros têm sido convidados a participar de vários debates no Poder Judiciário, no Congresso Nacional e também na mídia.

O exercício contínuo da liberdade de expressão, que fascistas de todo o gênero sempre pretenderam mutilar, não vai ceder ao intuito de quem pretende impor sua visão e seus conceitos como únicos.

VEJA não está em condições de ensinar estado de direito, se desprestigia a liberdade de expressão.

http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/ve…

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    jorge

    08 de dezembro de 2011 às 23h59

    Se por um lado o excesso verbal pode ser sim tido como indicio de uma atitude histerica ou no minimo mal educada, arriscada a desbordar para a violencia fisica pura e simples, o que, em politica é uma via para o facismo, para a consagração da politica de SturmAbteilung, é preciso lembrar que não podemos cobrar do polemista, houve grandes como Camilo e Nietzche e hoje posso citar Hitchens, uma lhaneza, uma cordialidade que não combinam com sua profissão. O ataque furibundo, a diatribe, a catilinária, desde que inteligentes e bem construidas tem seu lugar. São estilos retorico-literários validos e necessarios capazes de, só elas, expressarem certos estados de espirito e certas verdades. Onde se viu o polemista cordato,suave, contemporizador? Em tempos politicamente corretos há uma exarcerbação das suscetibilidades, uma hipersensibilidade patetica.Uma atitude "mulherzinha", infantil, melindrosa. Não se apoia, evidente, trogloditas de caneta em punho, agressividade gratuita, a truculência obtusa. Mas não se pode abolir a contundencia ou exigir que o interlocutor se envergonhe dela ou acusa-lo de bruto ou proto-facista.

Tomudjin

07 de dezembro de 2011 às 15h47

Ladrão perigoso é aquele que não provoca a menor suspeita.

Responder

baader

07 de dezembro de 2011 às 15h47

parece-nos que o fracassado literato/editor a mando dos civita (podemos adjetivar esta família? só um pouquinho?) incorreu em crimes, ou não? AJD e/ou RENAP poderiam processá-lo ou é isso mesmo o que eles querem? se usaram a suástica para ilustrar o artigo, podemos ver nisso um sinal do que acontece hoje com o povo palestino?

Responder

leandro

07 de dezembro de 2011 às 13h54

Estagnação do crescimento, mais um ministro que cai, outro já está sob suspeitas de trafico de influência, guerra contra o crack, aprovação do vergonhoso código florestal, abandono das obras de transposição do rio São Francisco..tantos temas e nada aqui.

Responder

    Leider_Lincoln

    07 de dezembro de 2011 às 15h26

    Monte seu próprio porta, leandro. Afinal, não sei de ninguém aqui que seja seu empregado…


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