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Diário da Resistência


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Pesquisadores da USP repudiam invasão dos espaços da política pela PM


11/11/2011 - 10h50

Nota pública de pesquisadores da Universidade de São Paulo sobre a crise da USP

Nós, pesquisadores da Universidade de São Paulo auto-organizados, viemos por meio desta nota divulgar o nosso posicionamento frente à recente crise da USP.

No dia 08 de novembro de 2011, vários grupamentos da polícia militar realizaram uma incursão violenta na Universidade de São Paulo, atendendo ao pedido de reintegração de posse requisitado pela reitoria e deferido pela Justiça. Durante essa ação, a moradia estudantil (CRUSP) foi sitiada com o uso de gás lacrimogêneo e um enorme aparato policial. Paralelamente, as tropas da polícia levaram a cabo a desocupação do prédio da reitoria, impedindo que a imprensa acompanhasse os momentos decisivos da operação. Por fim, 72 estudantes foram presos, colocados nos ônibus da polícia, e encaminhados para o 91º DP, onde permaneceram retidos nos veículos, em condições precárias, por várias horas.

Ao contrário do que tem sido propagandeado pela grande mídia, a crise da USP, que culminou com essa brutal ocupação militar, não tem relação direta com a defesa ou proibição do uso de drogas no campus. Na verdade, o que está em jogo é a incapacidade das autoritárias estruturas de poder da universidade de admitir conflitos e permitir a efetiva participação da comunidade acadêmica nas decisões fundamentais da instituição. Essas estruturas revelam a permanência na USP de dispositivos de poder forjados pela ditadura militar, entre os quais: a inexistência de eleições representativas para Reitor, a ingerência do Governo estadual nesse processo de escolha e a não-revogação do anacrônico regimento disciplinar de 1972.

Valendo-se desta estrutura, o atual reitor, não por acaso laureado pela ditadura militar, João Grandino Rodas, nos diversos cargos que ocupou, tem adotado medidas violentas: processos administrativos contra estudantes e funcionários, revistas policiais infundadas e recorrentes nos corredores das unidades e centros acadêmicos, vigilância sobre participantes de manifestações e intimidação generalizada.

Este problema não é um privilégio da USP. Tirando proveito do sentimento geral de insegurança, cuidadosamente manipulado, o Governo do Estado cerceia direitos civis fundamentais de toda sociedade. Para tanto, vale-se da polícia militar, ela própria uma instituição incompatível com o Estado Democrático de Direito, como instrumento de repressão a movimentos sociais, aos moradores da periferia, às ocupações de moradias, aos trabalhadores informais, entre outros.

Por tudo isso, nós, pesquisadores da Universidade de São Paulo, alunos de pós-graduação, mestres e doutores, repudiamos o fato de que a polícia militar ocupe, ou melhor, invada os espaços da política, na Universidade e na sociedade como um todo.

Fábio Luis Ferreira Nóbrega Franco – Mestrando da Filosofia-USP
Henrique Pereira Monteiro – Doutorando em Filosofia-USP
Patrícia Magalhães – Doutoranda em Física – USP
Silvia Viana Rodrigues – Doutora em Sociologia-USP
Bianca Barbosa Chizzolini – Mestranda em Antropologia-USP
José Paulo Guedes Pinto – Doutor em Economia – USP
Daniel Santos Garroux – Mestrando Pós-graduação em Teoria Literária – USP
Andrea Kanikadan –  doutoradando da ESALQ-USP
Nicolau Bruno de Almeida Leonel – Doutorando em Cinema-USP
Paula Yuri Sugishita Kanikadan – Doutora em Saúde Pública – FSP/USP
Luciana Piazzon Barbosa Lima – mestranda em Estudos Culturais – EACH-USP.
Gustavo Seferian Scheffer Machado – Mestrando em Direito do Trabalho – USP
Maria Tereza Vieira Parente – Mestranda em Arqueologia – USP
Marcelo Hashimoto, doutorando em Ciência da Computação-USP.
Luiz Ricardo Araujo Florence – Mestrando em Arquitetura e Urbanismo – USP
Jade Percassi – Doutoranda em Educação – USP
Maria Caramez Carlotto – Doutoranda em Sociologia-USP
Georgia Christ Sarris – Doutoranda Filosofia-USP
José Carlos Callegari – Mestrando em Direito do Trabalho – USP
Gilberto Tedeia – Doutor em Filosofia-USP
Anderson Gonçalves- Doutor em Filosofia-USP
Douglas Anfra – Mestrando em Filosofia – USP
Fábio H. Passoni Martins –  Mestrando – Depto de Teoria Literária e Literatura Comparada
Eduardo Altheman Camargo Santos – Mestrando em Sociologia-USP
Fernanda Elias Zaccarelli Salgueiro – Graduanda Filosofia-USP
Guilherme Grandi – Doutor em História Econômica – USP
Yardena do Baixo Sheery – PPG Artes Visuais – ECA-USP
Lucia Del Picchia, doutoranda em Direito-USP
Fernando Rugitsky, mestre em Direito-USP
Ricardo Leite Ribeiro, mestrando em Direito-USP
Maira Rodrigues – doutoranda em Ciência Política – USP.
Ana Lúcia Ferraz – Doutora em Sociologia – USP.
Daniela Silva Canella, doutoranda em Nutrição em Saúde Pública – USP Tatiana de Amorim Maranhão – Doutora em Sociologia-USP
Ana Paula SAlviatti Bonuccelli – Mestranda em História – USP
Anderson Aparecido Lima da Silva – Mestrando em Filosofia – USP
José Calixto Kahil Cohn – Mestrando em Filosofia – USP
Antonio Fernando Longo Vidal Filho – Mestrando em Filosofia -USP
Bruna Della Torre de Carvalho Lima – Mestranda em Antropologia – USP
Ana Paula Alves de Lavos – Mestre em Arquitetura e Urbanismo – EESC – USP
Lucas Amaral de Oliveira – Programa de Pós Graduação em Sociologia – USP
Bruna Nunes da Costa Triana – Programa de Pós-Graduação em Antropologia – USP
José César de Magalhães Jr. – Doutorando em Sociologia – USP
Eduardo Orsilini Fernandes – Mestrando em Filosofia -USP
Ricardo Crissiuma – mestre em Filosofia USP
Philippe Freitas – Mestrando em Música – UNESP
Weslei Estradiote Rodrigues – Mestrando em Antropologia – USP
Bruno de Carvalho Rodrigues de Freitas – Graduando em Filosofia – USP
Camila Gui Rosatti – Graduando em Ciências Sociais – USP
Martha GAbrielly Coletto Costa – mestranda em Filosofia – USP
Rafael Gargano – Mestrando em Filosofia – USP
Antonio David – Mestrando em Filosofia – USP
Pedro Alonso Amaral Falcão – Mestrando em Filosofia – USP
Lígia Nice Luchesi Jorge, PPG em Língua Hebraica, Literatura e Culturas Judaicas – USP
Camila Rocha – Mestranda em Ciência Política – USP
André Kaysel – Doutorando em Ciência Política – USP
Michele Escoura – Mestranda em Antropologia -USP
Vladimir Puzone -Doutorando em Sociologia-USP
Arthur Vergueiro Vonk – Mestrando em Teoria Literária e Literatura Comparada – USP
Renata Cabral Bernabé – Mestranda em História Social – USP
Raquel Correa Simões – Graduanda em Filosofia – USP
Danilo Buscatto Medeiros – Mestrando em Ciência Política-USP
Ana Flávia Pulsini Louzada Bádue – Mestranda em Antropologia-USP
Carlos Henrique Pissardo. Mestre – Dep. de Filosofia da USP e Diplomata.
Anouch Kurkdjian – Mestranda em Sociologia-USP
Léa Tosold – Doutoranda em Ciência Política-USP
Pedro Fragelli – Doutor em Literatura Brasileira-USP
Christy Ganzert Pato – Doutor em Filosofia – USP
José Agnello Alves Dias de Andrade – Mestrando em Antropologia – USP
Nicolau Dela Bandera – doutorando em Antropologia USP
Felipe de Araujo Contier – Mestrando em Arquitetura-IAU-SC-USP
Mauro Dela Bandera Arco Júnior –  mestrando em Filosofia USP
Ane Talita da Silva Rocha – mestranda em Antropologia – USP
Juliana Andrade Oliveira – Doutoranda em Sociologia
Reinaldo César – Doutorando em Ciência dos Materiais – USP
Manoel Galdino Pereira  Neto – doutor em ciência política da USP
Carlos Filadelfo de Aquino, doutorando em Antropologia USP.
Jonas Marcondes Sarubi de Medeiros – mestrando em Filosofia-USP
Ana Letícia de Fiori – Mestranda em Antropologia – USP
Gonzalo Adrián Rojas – Doutor Ciência Política USP
Mariana Toledo Ferreira – Mestranda em Sociologia – USP
Julia Ruiz Di Giovanni – Doutoranda em Antropologia Social
Caio Vasconcellos – doutorando em sociologia – USP
Reginaldo Parcianello – doutorando/Literatura Portuguesa – USP
Fernando Sarti Ferreira – mestrando em História Econômica – USP
Júlia Vilaça Goyatá – mestranda em Antropologia- USP
Maria Aparecida Abreu – doutora em Ciência Política – USP
Bruno Nadai – Doutorando em Filosofia – USP
João Alexandre Peschanski – Mestre em Ciência Política – USP
Lucas Monteiro de Oliveira – Mestrando em história social – USP
Fabrício Henricco Chagas Bastos – Mestrando em Integração da América Latina – USP
Rafaela Pannain – Doutoranda em Sociologia- USP
Bernardo Fonseca Machado – mestrando em Antropologia – USP
Victor Santos Vigneron de La Jousselandière – mestrando em História – USP
Gabriela Siqueira Bitencourt – mestre em Letras – USP
Dalila Vasconcellos de Carvalho , Mestre em Antropologia Social-USP.
César Takemoto Quitário – mestrando em Letras – USP
Maíra Carmo Marques – mestranda em Letras – USP
Ana Carolina Chasin – doutoranda em sociologia-USP
Dimitri Pinheiro – doutorando em sociologia-USP
Natália Fujita – doutoranda em Filosofia – USP
Julio Miranda Canhada – doutorando em Filosofia – USP
Caio M. Ribeiro Favaretto Mestrando Dpto de Filosofia – USP
Juliana Ortegosa Aggio – doutoranda em Filosofia – USP
Bruna Coelho – mestranda em Filosofia – USP
Ana Carolina Andrada – mestranda em Sociologia – USP
Karen Nunes – mestranda em sociologia – USP
Monise Fernandes Picanço – Mestranda em Sociologia – USP
Arthur Oliveira Bueno – Doutorando em Sociologia – USP
Guilherme Nascimento Nafalski – mestre em Sociologia – USP
Tatiane Maíra Klein, Mestranda em Antropologia Social/USP
Ana Paula Bianconcini Anjos – doutoranda em Letras – USP
José Paulo Martins Junior – Doutor em ciência política – USP
Demétrio Gaspari Cirne de Toledo – Doutorando Sociologia – USP.
Pedro Fragelli – Doutor em Literatura Brasileira-USP
Evandro de Carvalho Lobão – Doutor em Educação – FE/USP
Walter Hupsel – Mestre em Ciência Política – USP
Carina Maria Guimarães Moreira e sou doutoranda em Artes Cênicas na UNIRIO.
Marinê de Souza Pereira – Doutora em Filosofia-USP
Fabiola Fanti – Mestre em Ciência Política – USP
Verena Hitner – mestre em Integracao da America Latina – USP
Fabio Cesar Alves – Doutorando- Teoria Literária- FFLCH- USP
Frederico Hnriques  – Mestre em Sociologia pela USP
Fábio Pimentel De Maria da Silva – Mestre em Sociologia – USP
Natália Bouças do Lago – mestranda em Antropologia USP
Fábio Silva Tsunoda – mestrado em sociologia – USP
Terra Friedrich Budini, doutoranda em ciência política – USP
Natália Helou Fazzioni – Mestranda em Antropologia Social – USP
Renato Bastos – Mestre em História Econômica – USP
Andreza Tonasso Galli – Mestranda da Sociologia -USP
Andreza Davidian – mestranda em Ciência Política – USP
Dioclézio Domingos Faustino – Mestrando – Filosofia – USP
Fernando Costa Mattos – Doutor em Filosofia – USP
Joaquim Toledo Jr – Mestre em Filosofia pela USP.
Erinson Cardoso Otenio – doutorando em filosofia – USP
Berilo Luigi Deiró Nosella, sou doutorando em Artes Cênicas na UNIRIO
Rafael Alves Silva – Doutorando em Sciências Sociais – UNICAMP
Ludmylla Mendes Lima – Doutoranda em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa – USP
Tânia Cristina Souza Borges – Mestranda em Letras – USP
Miguel Barrientos – Doutorando em Ciência Política – USP.
Eveline Campos Hauck – Mestranda em filosofia pela USP
Mariana Zanata Thibes – Doutoranda Sociologia – USP
Nahema Nascimento Barra de Oliveira Mestre em Ciencias Humanas – USP
Manoel Galdino Pereira Neto – Doutor em Ciência Política-USP
Gonzalo Adrián Rojas – Doutor em Ciencia Politica-USP
Miguel Barrientos – Doutorando em Ciência Política-USP
Maria Aparecida Abreu – Doutora em Ciência Política-USP
Pedro Feliú – Doutorando em Ciência Política – USP
Fernando Gonçalves Marques – Doutorando em Ciência Política-USP
Petronio De Tilio Neto – Doutor em Ciência Política-USP
José Paulo Martins Junior – Doutor em Ciência Política-USP
Renato Francisquini – Doutorando em Ciência Política-USP
Júlio César Casarin Barroso Silva – Doutor em Ciência Política-USP
Francisco Toledo Barros – Mestrando em Arquitetura e Urbanismo
Marcia Dias da Silva – Mestre em História Social – USP
Maira Rodrigues – doutoranda em Ciência Política – USP.
Ivana Pansera de Oliveira Muscalu – Mestranda História Social – USP
Renata Lopes Costa Prado – Doutoranda do Programa de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano – USP
Emi Koide – Doutora em Psicologia – USP
Mario Tommaso Pugliese Filho – Mestre em Literatura Brasileira – USP.
Gabriela Viacava de Moraes – Mestranda em Literatura Brasileira – USP
Tatiane Reghini Matos – Mestranda em Letras – USP
Andréia dos Santos Meneses – Doutoranda em Letras – USP
Kátia Yamamoto – Mestranda em Psicologia USP
Lygia de Sousa Viégas  – Doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano da USP.
Daniel Gomes da Fonseca – Mestrando em Teoria Literária e Literatura Comparada – USP
Michelangelo Marques Torres – mestrando na Unicamp e graduado pela USP
Luana flor Tavares Hamilton – mestrança em psicologia – USP
Renan Honório Quinalha – mestrando em Sociologia Jurídica na USP
Adriana De Simone – Doutora em Psicologia – IP/USP
Grazielle Tagliamento – doutorado PST – USP
Tamara Prior- mestranda em História Social – USP
Airton Paschoa -Mestre em Literatura Brasileira – USP
Daniela Sequeira – mestra em Ciência Política – USP
Thaís Brianezi Ng – doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental – USP
Davi Mamblona Marques Romão – mestrando – PSA – Psicologia
Rafael Godoi – Doutorando em Sociologia -USP
Vanda Souto – Mestranda em Ciências Sociais – UNESP – Marília
Pedro Rodrigo Peñuela Sanches – Mestrando em Psicologia USP
Grazielle Tagliamento – Doutoranda Psicologia – USP
Monica Loyola Stival – Doutoranda em filosofia – USP
Tatiana Benevides Magalhães Braga Doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP
Regina Magalhães de Souza, doutora em Sociologia – USP
Ludmila Costhek Abilio – Mestre em sociologia – USP
Gabriela Viacava de Moraes – Mestranda em Literatura Brasileira –  USP
Tatiane Reghini Matos – Mestranda em Letras – USP
Andréia dos Santos Meneses – Doutoranda em Letras – USP
Edson Teles – doutor em Filosofia – USP
Julia Maia Peixoto Camargo – Graduanda em Ciências Sociais-USP
Rodnei Nascimento – Doutor em filosofia – USP.
Rafael Luis dos Santos Dall’olio – Mestrando em História Social – USP
Ana Aguiar Cotrim – Doutoranda em Filosofia – USP
Tercio Redondo – Doutor em Literatura Alemã – USP
Maria Cláudia Badan Ribeiro Doutora em História Social – USP
Pedro Mantovani- Mestrando em Filosofia- USP
Stefan Klein – Doutorando em Sociologia – USP
Wagner de Melo Romão, doutor em Sociologia -USP
Maria de Fátima Silva do Carmo Previdelli –  Doutoranda em História Econômica – USP
Felipe Pereira Loureiro – doutorando em História Econômica – USP
Thiago de Faria e Silva – Mestre em História Social – USP
Marcus Baccega – Doutor em História Medieval – USP
Luciana Moreira Pudenzi – Mestre em Filosofia – USP
Daniela Jakubaszko – Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP
Leo Vinicius Maia Liberato, ex-pos-doutorando no Departamento de Filosofia da USP
Maria Lívia Nobre Goes – Graduanda em Filosofia-USP
Agnaldo dos Santos – Doutor em Sociologia – USP
Annie Dymetman doutora em Ciências Sociais – USP
Evandro NoroFernandes – Mestre em Geografia- USP
Wilma Antunes Maciel  –  Doutora em História Social – USP
Luciano Pereira – Doutor em filosofia –  USP
Guilherme Varella, mestrando em Direito de Estado
Constância Lira de Barros Correia Rodrigues Costa – Mestranda em Ciência Política – USP
Ester Gammardella Rizzi – Mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito – USP
Cristiana Gonzalez  – mestranda em sociologia – USP
Rafaela Aparecida Emetério Ferreira Barbosa – Mestranda em Direito do Trabalho – USP
Franco Nadal Junqueira Villela – Mestre em Ciência Ambiental – USP
Clara Carniceiro de Castro, doutoranda em Filosofia-USP
Marcelo Netto Rodrigues – mestrando em Sociologia – USP
Elisa Klüger – mestranda em sociologia – USP
Marilia Solfa – Mestre em Arquitetura – USP
Pedro Feliú – Doutorando em Ciência Política – USP.
Renato Francisquini, doutorando em Ciência Política – USP
Júlio César Casarin Barroso Silva – doutor em Ciência Política – USP
Andreza Davidian – mestranda em Ciência Política – USP
Andrea Kanikadan – doutorando em Ecologia Aplicada na ESALQ em Piracicaba.
Miguel Barrientos – Doutorando em Ciência Política – USP
Diogo Frizzo – Mestrando em Ciência Política – USP
Vinicius do Valle – Mestrando em Ciência Política – USP
Carolina de Camargo Abreu – Doutoranda em Antropologia – USP
Tatiana Rotolo- Mestre em Filosofia pela USP
Pedro Ivan Moreira de Sampaio – Graduando em Direito PUC-SP e Filosofia – USP
Thaís Brianezi Ng, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental – USP
André-Kees de Moraes Schouten – Doutorando em Antropologia Social – USP
Alvaro Pereira – Mestre em Direito – USP
Vinícius Spira – mestrando em Ciências Sociais – USP
Rafael Faleiros de Pádua, doutorando em Geografia-USP
André Luis Scantimburgo – Mestrando em Ciências Sociais pela UNESP de Marília/SP.
Rosemberg Ferracini – Doutorando em Geografia Humana – Universidade de São Paulo – USP
Lucas Brandão – Mestrando em Sociologia-USP
Márcia Cunha – doutoranda em Sociologia – USP
Nilton Ken Ota – doutor em Sociologia – USP
Felipe Figueiredo – Bacharel em Letras – USP
Bruno Boti Bernardi – Doutorando em Ciência Política – USP
Roberta Soromenho Nicolete – Mestranda em Ciência Política – USP
Lara Mesquita – Mestre em Ciência Política – USP
Milene Ribas da Costa – Mestre em Ciência Política – USP
Katya dos Santos Schmitt Parcianello – mestranda em História Econômica/ USP
Alcimar Silva de Queiroz – Doutor em Educação – USP
Paulo Vinicius Bio Toledo – mestrado Artes Cênicas
Ruy Ludovice – mestrando em Filosofia – USP
Pollyana Ferreira Rosa – Mestranda em Artes Visuais – USP
Patrícia de Almeida Kruger – Mestranda em Letras – USP
Giselle Cristina Gonçalves Migliari – Mestranda em Literatura Espanhola – USP
Wellington Migliari – Mestre em Literatura Brasileira – USP
Diana P. Gómez – Mestranda Antropologia Social
Simone Dantas – Mestranda em Letras-USP
Eduardo Zayat Chammas, mestrando em História Social – USP
Maristela de Souza Pereira – Doutoranda em psicologia – USP
Virginia Helena Ferreira da Costa  – Mestranda em filosofia – USP
Gustavo Motta – mestrado Artes Visuais – USP
Luiz Fernando Villares, doutorando Faculdade de Direito – USP

PS do Viomundo: A nota dos pesquisadores da USP segue recebendo  adesões.  Devido a problemas virtuais, as assinaturas estão sendo coletadas. Para assinar é preciso enviar um e-mail para o seguinte destinatário: [email protected] Com o texto:  “Peço a inclusão dos meus dados na lista”, abaixo, insere-se os dados (nome – mestrando/doutorando- instituição).

Leia também:

Paulo Moreira Leite: A guerra de ilusões e fantasmas

Celso Lungaretti: Escalada autoritária na USP é início de golpismo?





105 comentários

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Renato

05 de janeiro de 2012 às 23h08

Gostaria de saber o que este monte de pesquisadores desenvolveram em seus trabalhos para o bem da humanidade. Quais destas pesquisas estão sendo usadas ou foram citadas no exterior ?

Responder

cronopio

18 de novembro de 2011 às 13h38

Apenas uma informação, pessoal: a assembléia da Física foi interrompida pela entrada de um aluno armado de uma pistola automática. O aluno ora manuseava a arma em seu dedo indicador, ora a colocava sobre seu colo. A assembléia julgou ser uma atitude de intimidação que colocava em risco a vida de todos os presentes e achou por bem interromper a assembléia. Soube-se, posteriormente, que o aluno é policial (ainda não sei se estudante da polícia ou policial profissional). Vamos ficar atentos!

Responder

Evaristo Neto

13 de novembro de 2011 às 09h06

Veja isso Sr. Azenha http://igemwatch.net/?p=1521

Alunos da Unicamp, PESQUISADORES DE VERDADE numa final MUNDIAL nos Estados Unidos. Entre eles minha prima Izabela Pena. Minha prima ainda no 2o grau(ou ensino médio) já se destacava no premio JOVENS CIENTISTAS, depois entrou em 1o lugar na UFMg e depois na Unicamp. Exemplo de aluna brilhante que vale o investimento publico na educação.

Pelo seu talento e seu esforço ela e vários alunos QUE PESQUISAM DE VERDADE representam o Brasil mundo afora.

Ela não tem tempo para "besteiras como movimento estudantil" e essa lacuna acaba sendo ocupada pelos "vagabundinhos da esquerda". Geralmente alunos que adentram as universidade em cursos de baixa concorrencia e faz de tudo, menos estudar.

Estou vendo aqui pessoas falando em nome até de alunos da Unicamp??? PIADA PASSIVEL DE PROCESSO . FALSIDADE IDEOLOGICA É CRIME!

Quem tem medo de policia é bandido!

Responder

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 14h53

    Engraçado, pensei que a FFLCH tinha seis entre os nove melhores cursos da USP, como consta na página oficial da USP (http://fflch.usp.br/node/1762), mas deve ser propaganda soviética. Cuidado, o perigo vermelho se aproxima!

Tomudjin

13 de novembro de 2011 às 08h24

Enquanto pesquisadores, tudo bem. O problema é quando começa a aparecer especialistas.

Responder

Regina Braga

12 de novembro de 2011 às 18h43

Enquanto cientistas e universidades apoiam o movimento da USP…as socialites fazem reuniões,na falsa-uol, com pérolas evocadas do golpe…Seria engraçado, se não fosse trágico…Mas eu dúvido que elas tenham sido convidadas para as reuniões com a d.Lilly Marinho…ela tinha postura.

Responder

FrancoAtirador

12 de novembro de 2011 às 15h10

.
.
Eu ainda me impressiono com determinados indivíduos

que pensam que a vida é uma hipotenusa

e que os seres humanos são catetos de um triângulo retângulo.

Assim, na visão desses indivíduos, para solucionar equações políticas,

é só aplicar o Teorema de Pitágoras, que tudo estará resolvido.

"NÃO SOIS MÁQUINAS! HOMENS É QUE SOIS!"

(CHARLIE CHAPLIN)
.
.

Responder

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 12h16

    Vem bem a calhar!

Luiz Henrique

12 de novembro de 2011 às 15h09

Os tucanos são os filhos da ditadura. É a herança maldita da udn e de tudo o que não presta.
São Paulo tem a cara da ditadura.
Conheço a USP e acho que uma das melhores escolas. Mas, infelizmente vocês são reféns do estado, ou seja dos tucanóides. É uma pena, mas onde o comando é do psdb está presente o autoritarismo.
Em Minas é a mesma coisa. Os professores foram humilhados profissionalmente.
Queridos professores, na próxima eleição façam valer suas vontades.

Responder

Jair Almansur

12 de novembro de 2011 às 12h08

Tambem sou contra. A população pobre de São Paulo sofre em decorrencia da carência de policiamento. Centenas de entidades populares solicitam sem qualquer atendimento a um posto policial em suas comunidades. E o governo designa todo um aparato apenas para bairros da 'elite branca' paulista. PM fora da USP, e que seja mandada para bairros da periferia onde faz muita falta à população carente.
Segurança da USP? Que feita com a verba fabulosa que recebe do contribuinte brasileiro. Desocupação da reitoria.? Custas judiciais e policiais (um milhão de Reais) deve ser cobrada pelo Estado de São Paulo.
Eu não quero pagar por policiamento publico ostensivo na USP nem em shoping centers.

Responder

JVICTOR

12 de novembro de 2011 às 10h42

A revolta dos playboy. Querem elite? Procurem na USP. Tão ajudando os inimigos. Bando de Playboy Maconheiro. Não conseguem nem definir a causa para que lutam. O Viomundo apoiando isto me faz erguer as sombracelhas para este site, estas que sempre se voltaram admiradas para o mesmo. Sds

Responder

    Pedro Germano Leal

    12 de novembro de 2011 às 14h35

    Se elas sempre admiraram o Viomundo, e agora estão estranhas, convém você se perguntar se não é você que está interpretando mal o episódio.

    "Ah, mas que vergonha, achar que o protesto é por causa da maconha!"

    JVICTOR

    13 de novembro de 2011 às 11h02

    Estou, ser ignorante, interpretando corretamente. Estou interpretando pela realidade brasileira por fatos históriocs e sociológicos. 95% das vagas nas universidades públicas são da classe média alta e da aristocracia. Você não sei se faz parte, mas para mim não faz diferença; é tão ignorante quanto. Agora o protesto não é pela maconha mas sim pela estupideZ.

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 14h50

    Caro JVICTOR, você poderia fornecer a fonte desses números? Grato.

    Zé Francisco

    12 de novembro de 2011 às 16h54

    Oh, JVictor, abristes teus os olhos a tempo! San Escrivá escutou as minhas preces, mais um seguidor de blogueiro sujo que se reconcilia com um mundo moderninho e limpinho onde se faz justiça para com os bons.

Pesquisadores da USP repudiam invasão dos espaços da política pela PM « Ficha Corrida

12 de novembro de 2011 às 09h07

[…] Pesquisadores da USP repudiam invasão dos espaços da política pela PM | Viomundo – O que vo… Sirva-se:Like this:LikeBe the first to like this post. Deixe um comentário […]

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damastor dagobé

12 de novembro de 2011 às 08h21

mais uma vez…de modo cada vez mais recorrente, a imagem que me vem à cabeça quando vejo esses temas tratados com tanto passionalismo é a imagem….da jabuticaba. Não dá pra imaginar nada minimamente parecido em qualquer outra parte do mundo.

Responder

Roberto Locatelli

12 de novembro de 2011 às 07h14

Alckmin, sob aquela capa de "nem cheira nem fede" é um sujeito de extrema-direita. É sempre bom lembrar que ele é membro da tenebrosa Opus Dei, a ponto de ter ido a Roma para a cerimônia de beatificação do fundador dessa seita, Josemaria Escrivá. Gente perigosa.

Responder

Marcos W.

12 de novembro de 2011 às 05h56

Eu acredito que a Polícia não deveria invadir "nem" a Rocinha!

Responder

MARCOS

12 de novembro de 2011 às 01h14

Azenha, assistindo a cobertura da mídia partidariza sobre o episódio sem acessar os blogs fica a impressão de que todos os estudantes que estavam naquela manifestação são usuários de drogas.Mais uma vez a nossa democrática imprensa só mostrou um lado da história, será que é ela quem precisa de uma aula de democracia.

Responder

carmen silvia

12 de novembro de 2011 às 00h36

Todos esses dias lendo alguns comentários aqui no blog e em outras fontes sobre os sérios problemas que uma das maiores e mais conceituada universidade do país vem passando,me chamou atenção duas coisas;primeiro o efeito que a mídia ainda produz na população,conseguiram reduzir sérios problemas políticos por que passa a USP a uma questão menor como foi o caso do uso de droga no campus,como sempre espalharam um moralismo hipócrita,bem ao estilo eleições de 2010,como se as redações e emissoras fossem espaços sacros onde ninguém é adpto de nada que seja ilicito.

A segunda questão refere-se ao uso da expressão,fazer política,como se a propria postura da pessoa que critica o ato de se fazer política não fosse ele em si uma posição política.Mesmo o texto da estudante que ontem disse ter testemunhado as barbaridades cometidas pela polícia,coloca a política como uma coisa menor e que não se envolve com isso.
É preocupante uma estudante de comunicação de uma grande universidade não ter clareza do real significado do que seja política.

Não é possível mais confundir política partidária com as ações políticas que cotidianamente todos nós realizamos no nosso dia a dia.O discurso de que política e politicos de forma generalizada são coisas sujas é a meu ver outra vitória do conservadorismo que tem nos grandes veículos de imprensa seu porta voz mais imediáto.

A capacidade de elaboração,reflexão e o senso crítico, ao que parece estão seriamente comprometidos,tendo como referência evidentemente apenas os comentários que tenho lido em vários blogs e mesmo sites de jornais.

Essa minha constatação não é definitiva,já que se respalda apenas nas leituras de comentários aqui e acolá,mas de qualquer forma me deixou apreensiva o maniqueismo das posturas,a incapacidade de discutir o contraditório de forma madura e civilizada e por fim perceber a rearticulação de uma postura conservadora que contrasta com o que o Brasil representa atualmente no mundo.

Responder

João Fernandes

12 de novembro de 2011 às 00h08

E o PIG continua surfando na onda da manipulação, criminalizando a garotada da USP assim como fazem com o MST e outros movimentos sociais.
E para o trolls que questionam o fato de mestrandos(as) doutorandos(as) estarem assinando o documento: vão catar coquinhos!!!

Responder

baldaconi

11 de novembro de 2011 às 22h53

Angelo, esta mais que claro que voce nao faz ideia do que eh um pesquisador. Assistir filme de ficcao cientifica nao te faz conhecedor do assunto. Todos os alunos de pos-graduacao stricto sensu da usp sao, em maior ou menor grau, pesquisadores. Eu sou um deles, e mais, concordo com esta mocao de repudio.

Responder

Fabio_Passos

11 de novembro de 2011 às 22h49

Colocaram o dedo na ferida.

A polícia militar é o instrumento de repressão a serviço da pior "elite" do mundo para calar na base da porrada, tortura e assassinatos os excluídos e marginalizados, assim como todos aqueles que ousam protestar contra o status quo.

<img src=https://lh3.googleusercontent.com/-Q1free8PvXM/TroUlnBGdkI/AAAAAAAAEXM/7Ntg7WyYSbg/s576/PM%252520na%252520USP.jpg>

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Luiz Fortaleza

11 de novembro de 2011 às 22h43

e o meu apoio como pesquisador da UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, mestre em filosofia e doutorando em Educação Brasileira….

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Os quase 300 maconheiros intelectuais da USP | A Identidade Bentes

11 de novembro de 2011 às 21h32

[…] publicado no blog Viomundo. […]

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Almeida Bispo

11 de novembro de 2011 às 21h24

De volta a 68. A diferença é que na época quem mandava era o conluio Forças Armadas, direita escravocrata e Opus Dei. Agora só os dois últimos com direito a governador "extra-numerário". São Paulo, colônia da Espanha (já que não dá pra ser o 51º estado, né?)

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nelson

11 de novembro de 2011 às 20h24

e agora reinaldo azevedo da revista veja ,cadê a minoria.

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benevenuto nadal

11 de novembro de 2011 às 20h17

E BOM FICARMOS ATENTOS!!!

A ditadura de 1964 não vai longe, e deixou muitos rastros, e muitas sementes. E pior ainda, a maldita mídia de massa, que deu todo apoio aos ditadores em 1964, está regando essas sementes, que podem vingar e trazer a desgraça de volta.
Acontecimentos como a invasão da USP, podem ser pequenos ensaios, não esqueçamos que estão se testanso "ditadorzinhos", aqui e alí, fiquemos atentos com nomes como; Cerra, Alquiminho, Rixa, etc…. Todo cuidado é pouco!

Responder

Beatris

11 de novembro de 2011 às 19h06

Só agora deu para entender!
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,usp-va

Responder

Serginho/Sampa

11 de novembro de 2011 às 18h34

Que interessante, agora "doutorando" e "mestrando" viraram títulos acadêmicos. São alunos de pós. Quantos desses que assinaram essa "nota" não estavam exatamente naquela noite do ataque à PM? Ainda assim só representam 0,01 % de todos os alunos da USP.

Responder

Carlos Z. C.

11 de novembro de 2011 às 18h02

Azenha meu caro, já leu isto? http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/um-m
parece piada, mas o Terceiro Reich começou assim… abração!

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    Lu_Witovisk

    12 de novembro de 2011 às 10h35

    Que texto revoltante!!! mas pior são os comentarios……. gente, como pode?? dá gastura de ler aquilo e medo do que essa raça faz na cabeça dos desavisados… vc tem razão Carlos, o III Reich tá ali.

Angelo

11 de novembro de 2011 às 16h58

Pesquisador é quem faz pesquisa em laboratório. Esses aí são políticos disfarçados de professores.

Responder

    angelo

    11 de novembro de 2011 às 18h32

    Na Carta Capital foi a mesma coisa: cheguei antes o cara vem e adota mesmo nick, porém com inicial em maiúscula. Direita nasceu única e exclusivamente pra encher o saco. Que deselegante.

    cronopio

    11 de novembro de 2011 às 18h37

    Caro Angelo, a FFLCH possui os 6 melhores cursos da USP. Sem ela, a USP perderia o 1º lugar no ranking das universidades latino-americanas. Saia do laboratório e procure se informar. grato.

    Débora Bee

    12 de novembro de 2011 às 09h32

    Perfeito, Crono… E sabem por que a FFLCH incomoda tanto os atuais detentores do Poder? Porque a FFLCH promove intensamente o pensamento de Foucault… aquele que sempre nos lembra de que a "verdade" que existe dentro do discurso dos detentores do Poder, é a verdade que lhes convém. Os mesmos mascarados que invadiram a Reitoria, e tratados como marginais pela nossa imprensa (que é a guardiã da Ordem do Discurso vigente em SP), foram retratados no Oriente-Médio como os heróis da "Primavera Árabe". Estivesse o PT no governo do estado e os mesmos "marginais" seriam retratados como "Heróis da Resistência". A FFLCH incomoda sim, mas particularmente aqueles que estão na "zona de conforto" com a Ordem do Discurso vigente.

    PS – E mais um recadinho… "Se a PM quer entrar na USP, que submeta-se ao FUVEST".

    Andrei

    12 de novembro de 2011 às 23h21

    Até dois anos atrás os oficiais da PM prestavam Fuvest para entrar no Barro Branco, com uma note de corte equiparada ao Curso de Direito do Largo São Francisco, agora prestam Vunesp, se não me engano. Fora o exame físico e psicológico. Não sei porque esse ódio da PM, ela é uma das instituições mais desvalorizadas do país. O policial honesto (a imensa maioria da PM) é uma das maiores vítimas desse sistema. Arriscam suas vidas na linha de frente, como força de contenção de um problema que não foi criado por eles, e não será resolvido por somente por eles. Carecem de estrutura legislativa, carcerária, investigativa (polícia civil) e judiciaria para cumprimento de sua função. Sofrendo uma pressão psicológica inimaginável dos grupos de defendem Direito Humanos Absolutos para marginais. Já ouvi histórias de policiais que atiraram pra cima para não acertar um meliante que disparava contra sua pessoa, policiais que tem mais medo de atirar a levar um tiro. Como se fossem lutadores de boxe proibidos de revidar. E o pior é que esses ultra-esquerdistas, não conseguem enxergar o quão dependente a sociedade é da polícia. Esqueçam essa ideia Marxista-Anarquista. Marx foi perfeito ao descrever a exploração do proletariado, através da mais valia e o exercito industrial de reserva, e como as forças coercitivas do Estado atuam para manter essa relação de exploração. Mas a extinção do Estado e da sua força coercitiva, está longe de resolver a questão. É um absurdo que beira o suicídio. Escutem mais o Hoobes e menos o Foucault. E esqueçam essa postura arrogante de donos da verdade, não façam como Stalin e Fidel castro, não se ensurdeçam as vozes da oposição, não envergonhem a causa comunista como eles.

    Queria que a Polícia Militar entrasse em greve, assim as pessoas mediriam melhor as palavras antes de criticá-la tão duramente. Não acho que a PM seja perfeita e não precise de aprimoramentos, longe disso muita coisa precisa ser melhorada. Todavia a polícia é essencial pra sociedade, assim como os lixeiros.

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 14h49

    Pois é, Andrei, se eles são explorados, deveriam pensar melhor antes de atirar em professores. Deveriam repensar o seu brasão, que tem uma estrela em homenagem ao golpe militar. Deveriam pensar duas vezes antes de se infiltrarem na USP para vigiar a atuação de estudantes e funcionários que sofrem com a falta de professores, terceirização, infraestrutura. Deveriam abandonar o uso das bombas de gás lacrimogênio e os sprays de pimenta (considerados arma de guerra) deveriam parar de exterminar jovens na periferia por causa de sua cor de pele. DEveriam escutar um pouco os grupos que defendem os direitos humanos e cortar as comemorações que são feitas após os assassinatos que praticam. Deveriam parar de premiar os policiais mais violentos. Deveriam deixar de ser um braço armado para a repressão de movimentos sociais legítimos e agir com um pouco de honra em prol da justiça, para variar, porque ninguém consegue negar que vivemos em um país injusto. Aí quem sabe os outros explorados, como os professores, os lixeiros, os camponeses, os estudantes, os negros, mulheres e homossexuais, possam solidarizar-se com eles. Ao contrário da PM, que ainda exalta o massacre de canudos!, os movimentos sociais não são rancorosos.

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 19h03

    Ah, e a nota para entrar no Barro Branco nunca chegou perto da nota para entrar na faculdade de direito. O que existia era uma alta numeração na relação candidatovaga, a nota de corte, inclusive, era surpreendentemente baixa, mostrando que a qualificação dos candidatos como um todo ficava bem abaixo das outras faculdades, que possuíam uma menor relação candidatovaga mas uma nota de corte igual ou maior.

    Andrei

    13 de novembro de 2011 às 21h08

    Mentir é muito feio. A última nota de corte do barro branco pela Fuvest foi de 62 enquanto que Direito foi 64. Pesquise, antes de inventar dados.

    Fonte: http://vestibular.uol.com.br/ultnot/2008/12/10/ul

    Andrei

    13 de novembro de 2011 às 23h34

    Mentir é muito feio. A última nota de corte do barro branco pela Fuvest foi de 62 enquanto que Direito foi 64. Pesquise, antes de inventar dados.

    Andrei

    13 de novembro de 2011 às 19h08

    Que ótimo, uma opinião abalizada, sem nenhum pré-conceito e sem nenhuma generalização. O dia q vc acompanhar uma operação policial pela perspectiva dos mesmo, vai entender o pq das suas atitudes (não digo que nunca se cometam excessos). Acho que a maioria da população está bem solidaria com a polícia já. O caso da usp, e o filme tropa de elite tiveram uma avaliação moral bem positiva para a polícia. Esse negócio de romantizar traficante, ladrão, estuprador e homicidas, não está mais colando. Muda o disco, q a população q trabalha, não está mais caindo nessa.

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 21h31

    No dia em que a população balizar uma corporação que carrega em seu emblema uma estrela em homenagem ao regime militar e que tem ex-torturadores em seus quadros, não viveremos mais em uma democracia. Essa retórica de população que trabalha já morreu de velha, era inclusive utilizada na Itália fascista, é um discurso anacrônico, limitado, segregacionista. Ninguém aqui está romantizando traficantes, ladrões, etc, que agem em conluio com a polícia brasileira, que é uma das mais corruptas do mundo. O cidadão de bem, que trabalha, estuda, vai ao cinema e se diverte sabe muito bem que a polícia recebe propina dos traficantes. É você quem romantiza os policiais, justamente porque viu um filme parcial e sensacionalista. É triste ver um debate importante reduzido a um mero achismo, principalmente por conta do coronelismo midiático que ainda impera no Brasil, manchando a imagem de nosso país diante das outras nações.

    will

    13 de novembro de 2011 às 17h06

    é bem verdade que os soldados cukprem ordem. olhando pelo lado do indivíduo cidadão, os pms é bem isso que vc descreveu. mas a polícia não precisa ser militar e ostentar estrela em "homenagem" ao golpe de 64. os soldados entram na corporação de um sonho bem comum à natureza humana de se fazer justiça. como talvez os estudantes… o pms de patente alta, já com alguns anos de serviço já estão absorvidos pelo famigerado sistema.

    Andrei

    13 de novembro de 2011 às 19h20

    Assim como os comunistas de plantão, que repetem os mesmos erros da ditadura ao assumir o governo. Alguém já se perguntou, pq o Lula e o Serra apoiavam a candidatura do Romeu Tuma a senador, sendo q mesmo foi chefe do DOPS no auge da ditadura. A verdade é que movimento da Constituinte de 88 foi um grande engodo. O Brasil sempre mudando pra não mudar. Por isso q todo mundo foi anistiado e os brasões não mudaram, os militares não foram retirados do poder, saíram por conta própria, por isso os brasões não mudaram. Por isso o brasil não mudou de fato. Mas com o eminente Crash do sistema financeiro, ainda á esperanças de uma mudança econômica real. A polícia não precisa necessariamente ser militar nem ostentar uma estória sangrenta, mas precisa ter poder de ação, os Estado deve ser implacável no cumprimento de suas ameaças. Por isso devemos não devemos lutar contra a polícia, mas sim por um estado justo e igualitário. Lembrando que o verdadeiro significado de igualdade: é tratar desigualmente os desiguais na medida exata de sua desigualdade.

    Andrei

    13 de novembro de 2011 às 23h35

    censuraram minhas respostas, não vou mais acessar esse site. Abraço a todos.

    Paulo AF

    12 de novembro de 2011 às 23h56

    Putz, jurava que era mais difícil entrar na Academia da Polícia Militar que na FFLCH. Também apostaria no poder de um pequeno grupo de atrapalhar uma maioria de estudantes desacreditada na política, estando então com seu discurso comprometido, mas minha área não é humanas.

    FrancoAtirador

    11 de novembro de 2011 às 18h50

    .
    .
    Esse "Angelo" é FAKE do "angelo" que fez bons comentários sobre o Prates.

    TROLL MANIPULADOR.

    Como defensores da "livre iniciativa" e do "empreendedorismo"

    esses TROLLs devem pensar que o ideal é privatizar logo a USP

    e demitir todos os pesquisadores que assinaram o manifesto

    e que repudiam a decisão arbitrária de permitir a intromissão,

    ou melhor, de convocar a polícia militar para invadir os espaços

    destinados à discussão política na Universidade e na Sociedade.
    .
    .

    assalariado.

    11 de novembro de 2011 às 20h31

    Angelo, este texto foi escrito por Antonio Gramsci, em 1917, o nome é:

    OS INDIFERENTES

    "Odeio os indiferentes. Como Friederich Hebbel acredito que "viver significa tomar partido". Não podem existir os apenas homens, estranhos à cidade. Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão, e partidário. Indiferença é abulia, parasitismo, covardia, não é vida. Por isso odeio os indiferentes."

    "A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade; e aquilo com que não se pode contar; é aquilo que confunde os programas, que destrói os planos mesmo os mais bem construídos; é a matéria bruta que se revolta contra a inteligência e a sufoca."

    "Odeio os indiferentes também, porque me provocam tédio as suas lamúrias de eternos inocentes. Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhes impôs e impõe quotidianamente, do que fizeram e sobretudo do que não fizeram. E sinto que posso ser inexorável, que não devo desperdiçar a minha compaixão, que não posso repartir com eles as minhas lágrimas. Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura que estamos a construir. Nessa cidade, a cadeia social não pesará sobre um número reduzido, qualquer coisa que aconteça nela não será devido ao acaso, à fatalidade, mas sim à inteligência dos cidadãos. Ninguém estará à janela a olhar enquanto um pequeno grupo se sacrifica, se imola no sacrifício. E não haverá quem esteja à janela emboscado, e que pretenda usufruir do pouco bem que a atividade de um pequeno grupo tenta realizar e afogue a sua desilusão vituperando o sacrificado, porque não conseguiu o seu intento.

    Vivo, sou militante. Por isso odeio quem não toma partido, odeio os indiferentes."

    Para quem quiser ler o texto inteiro, acesse aqui:
    http://www.marxists.org/portugues/gramsci/1917/02

    Saudações Socialistas.

    Mineira consciente

    13 de novembro de 2011 às 16h45

    Linda mensagem, pena que a maioria das nossas escolas não formam os nosso estudantes para serem DIFERENTES, mas ENFORMAM para se tornarem INDIFERENTES

    ZePovinho

    11 de novembro de 2011 às 23h01

    Eu não ia responder,mas não resisti.Como é que é a história???Como o sujeito vai fazer pesquisa científica sem as ideias que os filosófos desenvolvem????Como fazer ciência sem Karl Popper,Bronowski e outros?A universidade é o lugar feito para que todas as áreas do conhecimento convivam entre si e se fecundem.
    Da forma como você pensa, os matemáticos não são cientistas já que dão aos engenheiros todo o ferramental matemático apenas com cérebro e lápis.
    Nós não precisamos desenvolver nada daquilo que usamos para levantar prédios,projetar sistemas de refrigeração,aplicar a mecânica dos fluidos,fenômenos de transporte,termodinâmica:matemáticos e filósofos "imbecis" já fizeram tudo e ainda nos dizem que nós só sabemos usar aquilo que eles criam.
    Então o Newton Costa,aí da USP,um dos maiores lógicos vivos do mundo,não é um cientista??
    Se você for aluno da USP,começo a achar que os tucanos destruíram mesmo a melhor universidade do Brasil.

    assalariado.

    12 de novembro de 2011 às 08h42

    Grande ZePovinho, Sensacional!!

    Trocando em miudos, o Angelo, entre muitos, não sabem que as ciencias humanas e as exatas se complementam. Juntas ajudaram a desenvolver a tecnologia atual. Não por acaso, hoje os profissionais que terminam/ saem das faculdades tem dificuldades de desenvolver plenemente seus conhecimentos e criar novos, devido a esta " falha" ( sim, entre aspas), no curriculo escolar.

    Ricardo

    12 de novembro de 2011 às 11h53

    O professor Newton da Costa não é cientista, é filósofo. Se você acha que não há diferença entre uma coisa e outra, sinto muito. Além disso, o Newton da Costa não é mais da USP, mas da UFSC. Seja como for, o manifesto em questão é assinado predominantemente por estudantes, profissionais ainda em formação. Além disso, muitos dos signatários já não têm qualquer vínculo com a USP. Onde estão os nomes do líderes de programas de pesquisas nas ciências naturais ou nas humanas, vinculados na propria USP? O título da matéria induz a equíco.

    Pedro Germano Leal

    12 de novembro de 2011 às 14h32

    Doutorado e Mestrado são títulos conferidos mediante dissertação e tese defendidas, que resultam de trabalho de pesquisa. E isso vale em qualquer lugar do mundo. Informe-se melhor.

    Ricardo

    12 de novembro de 2011 às 18h08

    A expressão "mestrando" significa que o aluno ainda não defendeu a dissertação e a expressão "doutorando" indica que ainda não defendeu a tese.

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 12h16

    Ou seja, são "pesquisadores", como informa o título. Por isso recomendei ler a postagem novamente, caro Ricardo (ou seria Pedro?rs)

    cronopio

    12 de novembro de 2011 às 16h23

    São "pesquisadores", não "cientistas", recomendo ler o texto novamente, com mais cuidado. Grato.

    Bonifa

    12 de novembro de 2011 às 18h00

    Grande Zépovinho!

    Avelino

    12 de novembro de 2011 às 08h46

    Caro Angelo
    E o Serra é um político disfarçado de professor, do estilo troglodita?!
    Santa ingenuidade, diria Robin.
    Saudações

liz mari

11 de novembro de 2011 às 16h50

Deveria esse documento com essas assinaturas serem enviadas ao governador e a imprensa ser paga até para publicar se for o caso e mais por que essas pessoas todas que assinaram esse manifesto não marcam um encontro com o governador, secretário de educação e de segurança ? e porque não se investiga a fundo as denúncias que estão saindo picadas sobre o mau gerenciamento da universidade (USP) e essa compra absurda de imóveis que deveria ser usada para ajudar os alunos pobres? ficam só também no discurso escrito…é só blá,blá,blá e nada acontece e acontecerá…assim não dá…mistérios!…

Responder

    cronopio

    11 de novembro de 2011 às 18h44

    Cara Liz mari, nós enviamos uma carta ao ilustríssimo Governador, mas não obtivemos qualquer resposta. Uma das reivindicações do movimento critica justamente o fato de que o convênio de segurança não foi discutido com a comunidade e nem mesmo aprovado pelo Conselho Universitário, como de regra. Uma das reivindicações é também a de que tenhamos uma auditoria nas contas da universidade, mas isso só se consegue com enorme pressão popular. Acho que você precisam se decidir: ou criticam os estudantes por ficarem "só no blá-blá-blá" ou por serem "radicais e avessos ao diálogo", os dois ao mesmo tempo fica um pouco contraditório. rs. Acho que a melhor coisa a fazer é conversar com os estudantes, saber o que pensam, quais suas reivindicações. É a única maneira de entender o que está ocorrendo na USP, pois a grande mídia está distorcendo completamente os fatos. Nunca tinha visto nada parecido, mas a gente nunca se cansa de ficar surpreso, não é? abç.

José Roque Neto

11 de novembro de 2011 às 15h19

Ei gente, também quero subescever meu nome nessa lista sou apenas Eng. de Pesca, mas muito consciente da situação que hoje ainda tá na USP amanhã pode estourar em outros Campus. Sim sou Nordestino também! Abraços!!

Responder

Dias

11 de novembro de 2011 às 15h18

Se Kurtz singrasse a raia da USP em tempos de "SUS, Lula, PM e USP", na certa, da forma mais desumanamente e gutural possível, bradaria:

"O horror! O horror!"

Não é mesmo, o Geraldinho?

Completaria.

Responder

cassio.zecatt

11 de novembro de 2011 às 13h25

O Básico:
Não tem um, "umzinho" pesquisador da Escola de Engenharia da Poli.. kkkkk, lá é a morada dos bacanas.. assim como não tinha nenhum nas manifestações. A Poli é um mundo à parte, é a nata da nata da USP. Se eles tivessem participado das manifestações a polícia não agiria como agiu, afinal os da Poli são filhos dos que mandaram…

Responder

    cronopio

    11 de novembro de 2011 às 18h47

    Caro cassio.zecatt, não é verdade, tinha muita gente da Poli na assembléia. Tem também muita gente de baixa renda estudando na Poli. Essas rixas só dividem o movimento. O pessoal da Poli está realizando discussões e ganhando, pouco a pouco, apoio estudantil. Unidade, pessoal!

    cassio magalhães

    11 de novembro de 2011 às 23h34

    Caro colega, as minhas sinceras desculpas. Talvez eu esteja defasado, faz um bocado de tempo que já não frequento aquelas bandas (física, turma de 90). Obrigado por conscientizar-me.

    KBLo

    12 de novembro de 2011 às 02h50

    o básico:
    minha única razão para não assinar este manifesto: eu não sou, atualmente, pesquisador da USP.
    esse tipo de generalização preconceituosa é exatamente a mesma que motiva muitos alunos de nossa universidade a não colaborar com o movimento estudantil, por ser coisa desses "vândalos maconheiros da FFLCH".
    dormi muitas noites no chão, e perdi muita aula por falta de um ônibus da única linha que passava perto de onde morava e chegava à cidade universitária. depois, morei na são remo e acordei uma manhã ao som de tiros para assistir, em frente à minha janela, três moradores serem assassinados sem reação pela mesma PM da qual se fala neste texto. Como membro do Grêmio Politécnico, fui ameaçado mais de uma vez por discutir com pessoas que tentavam roubar galões de chopp de festas que organizávamos na Cidade Universitária.
    Alexandre Oliveira Neto
    Engenheiro Elétrico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
    Mestre em engenharia da computação pela École Polytéchnique, Paris
    Doutorando em ciência da computação pela Universitat Politècnica de Catalunya, Barcelona

David Salomon

11 de novembro de 2011 às 12h56

Repito o que comentei em outro artigo.
A imprensa criadora de estereotipos, desinformante, adestradora, que sabe como ninguém 
administrar a intolerância das pessoas fez um bom trabalho. Alias, parece que nem teve tanto esforço. Conseguiu reduzir um problema complexo e grave como a perda de autonomia e o crescente clima autoritário por que vem passando a USP nos últimos anos para um "grupo de maconheiros lutando pelo seu direito". Percebe-se que a maioria caiu direitinho. Nunca vi tanta comemoração por uma ação da PM, delírio em cada gesto de truculência e lamentos por não terem sido mais violentos com os estudantes. Seguindo a lógica simples da educação pela surra, tinham que apanhar para aprender. 
Por essas e outras (defesa da pena de morte, repressão a movimentos sociais) que percebemos que a ditadura ainda esta viva na cabeça de gente de todas as classes sociais como recurso para manter a ordem e bons costumes ameaçados por bichos- papões vermelhos. Só isso explica o amplo apoio e manifestações de gozo coletivo frente a esse desfecho da invasão da reitoria… ou sei lá, vai ver essa galera aí tem fantasias ou desejos secretos por homens fardados truculentos e acabam sublimando este desejo na frente de uma tv assistindo a uma reintegração de posse, vai sabre rsrsrs

Responder

    Paulo AF

    13 de novembro de 2011 às 00h15

    Fantasiar é se desviar dos estereótipos e ser feliz, não sabia? Tem algo contra? Fantasias são motivo de escárnio? Tinha cartaz do Mao no ônibus, camisa do PCO, ou seja, partidos de esquerda uniformizam estudantes e tudo blz, queria ver se um dos estudantes a favor da PM, estivesse com uma camiseta do PSDB "reencarnação do nazismo" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, já invalidaria o movimento completamente. Comédia essa turminha "du Mao" que pinta os outros de monstros, policiais malvados… os mesmos que estudaram sociologia e vitimizam os traficantes, escolhem como lhes convém vítimas e algozes. É o de sempre: pérolas, falta de lógica e repetição de cartilhas ideológicas, nada de novo no horizonte. É muito mais difícil entrar na academia da Polícia Militar do que na FFLCH e como a titulação dos professores pesa muito no ranking… Os filósofos gregos regozijam-se nos túmulos, quem lê Aristóteles e depois um "mestre" desses… E tem um iluminado, aqui acima nos comentários, em estado de graças pela presença de diversos PARTIDOS POLÍTICOS numa universidade. Mas que a verdade seja dita, tem muito engenheiro uspiano arrebentando mundo a fora, com idéias novas e revolucionárias, esses com certeza estão mudando o mundo e pensando no bem-estar das pessoas. Parabéns, Prof. Dr. Glauco Caurin!!!!

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 14h54

    Segundo ranking internacional feito pela TopUniversities, nove cursos da Universidade de São Paulo aparecem entre os 200 melhores do mundo. Dentre esses, seis são da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas: Filosofia, Sociologia, História, Linguística, Ciência Política e Geografia.
    Confira mais informações no site http://www.topuniversities.com .

Bonifa

11 de novembro de 2011 às 12h35

Uma reitoria que apela para a justiça e a polícia com pedido de reintegração de posse, ah, meu nêgo! É no mínimo patrimonialismo burocrático, nada tem a ver com uma casa de idéias.

Responder

joão33

11 de novembro de 2011 às 12h24

o modo desse reitor , é o mesmo do psdb, que é o mesmo usado por quadrilhas de bandidos , milicias , etc , tudo o que vive da dominação da vontade de uma maioria com o fim de obter ou satisfazer interresses escusos.

Responder

Cenossaum

11 de novembro de 2011 às 12h22

Na assembleia de ontem uma das presas políticas fez um comentário genial:

"Não devemos mais declarar o Rodas persona non grata. Ele não merece ser chamado de pessoa, esse fascita desumano"

O Salão Nobre da Faculdade de Direito fez jus ao nome ontem, com vários colegas do Acampa Sampa, Da Unicamp, , Fundação Santo André, PUC, da Frente Feminista, UNE, ANEL (tipo uma UNE do B), diversos partidos e associações apoiando a não militarização dos espaços estudantis.

Isso com 110% do PIG babando de raiva contra a gente, o que é um claro sinal de que a gente está indo bem…

Responder

    Bruno

    11 de novembro de 2011 às 15h05

    Nossa…. genial mesmo o comentário da menina. E sem clichês, nem frases de efeito. Realmente, genial. ABL pra ela.

Felipe

11 de novembro de 2011 às 12h00

Tapa na cara das madames de SP, que insinuam até que os estudantes são ligados à máfia:
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocast

Responder

Filipe Saraiva

11 de novembro de 2011 às 11h57

Onde posso subscrever a carta? Sou pesquisador da USP também, em São Carlos. Se possível, seria bom deixar no texto uma forma de contato com o responsável por atualizar as assinaturas. Grato.

Responder

    Conceição Lemes

    11 de novembro de 2011 às 12h59

    Felipe, vou contatar o pessoal, passar o teu recado, depois te dou a resposta aqui. Abração, obrigada

    Filipe Saraiva

    11 de novembro de 2011 às 13h08

    Obrigado Conceição, fico no aguardo. Abração!

    Manuella Araujo

    11 de novembro de 2011 às 19h50

    Olá, também gostaria de incluir meu nome na lista. Sou mestranda da Usp e também não recebi o manifesto.

    Conceição Lemes

    12 de novembro de 2011 às 11h48

    Manuella, devido a problemas virtuais, as assinaturas estão sendo coletadas. Para assinar é preciso enviar um e-mail para o seguinte destinatário: [email protected] Com o texto: "Peço a inclusão dos meus dados na lista", abaixo, insere-se os dados (nome – mestrando/doutorando- instituição). bjs

    Manuella Araujo

    12 de novembro de 2011 às 12h12

    Muito obrigada, Conceição.
    Já enviei meus dados para o e-mail acima. Bjos.

    Conceição Lemes

    11 de novembro de 2011 às 23h09

    Felipe, o pessoal criou este link pra receber novas adesões: [email protected]

    abs

    Filipe Saraiva

    12 de novembro de 2011 às 00h05

    Obrigado Conceição, irei subscrever e inclusive divulgar. Beijos.

    Filipe Saraiva

    12 de novembro de 2011 às 00h12

    Por favor Conceição, desculpe o incômodo, mas acho que o pessoal não configurou este endereço para receber e-mail. Acabei de enviar um e deu erro de entrega da mensagem com as seguintes possibilidades:

    * Talvez você tenha escrito ou formatado incorretamente o nome do grupo.
    * O grupo pode ter sido removido pelo proprietário.
    * Talvez seja necessário ser um membro do grupo para poder fazer postagens.
    * O grupo talvez não esteja aberto para receber postagens.

    Inclusive, talvez o grupo esteja fechado no Google Groups, pois não o encontrei. Você poderia, por favor, contatá-los novamente e falar sobre isto? Não faço pois não tenho este contato.

    Obrigado.

    Conceição Lemes

    12 de novembro de 2011 às 00h41

    Claro, vou contatá-los. abs

    Conceição Lemes

    12 de novembro de 2011 às 11h48

    Filipe, devido a problemas virtuais, as assinaturas estão sendo coletadas. Para assinar é preciso enviar um e-mail para o seguinte destinatário: [email protected] Com o texto: "Peço a inclusão dos meus dados na lista", abaixo, insere-se os dados (nome – mestrando/doutorando- instituição) abs

    Cláudia M.

    11 de novembro de 2011 às 13h25

    Conceição, eu também gostaria de subsecrever. Sou doutoranda na USP e não recebi o manifesto. Bjs.

    Conceição Lemes

    11 de novembro de 2011 às 14h32

    Cláudia, já mandei e-mail pro pessoal. Estou aguardando a resposta. bjs

    Conceição Lemes

    11 de novembro de 2011 às 23h09

    Cláudia, o pessoal criou este link pra receber novas adesões: [email protected]
    bj

    Cláudia M.

    12 de novembro de 2011 às 16h37

    Vc é demais, Conceição. Brigadão, querida!!!

    Conceição Lemes

    12 de novembro de 2011 às 11h47

    Cláudia, devido a problemas virtuais, as assinaturas estão sendo coletadas. Para assinar é preciso enviar um e-mail para o seguinte destinatário: [email protected] Com o texto: "Peço a inclusão dos meus dados na lista", abaixo, insere-se os dados (nome – mestrando/doutorando- instituição)
    bjs

O Maldoror _/

11 de novembro de 2011 às 11h53

E o problema da USP são os alunos maconheiros… é… deve ser….

Responder

Aline C Pavia

11 de novembro de 2011 às 11h31

A UNICAMP e a UNESP estão fazendo manifestações de apoio à greve dos estudantes da USP.
Se Alckmin acha que essa história acabou com o monte de Termos Circunstanciados lavrados, está muito enganado. E Rodas a gente já sabe que não dorme direito à noite há meses.

PS Constrangedor ver os Termos e BOs sendo manuscritos na Delegacia por falta de cartucho de impressora…

Responder

    Jair Almansur

    12 de novembro de 2011 às 12h11

    Constrangedor é ver a USP beber bilhoes de reais de nossos tributos e ainda depender de nossa polícia para sua segurança. Fora todos os policiais da USP, sua segurança pode ser resolvida com guarda própria com o valor dos bilhoes que recebe de nossos tributos.

Aline C Pavia

11 de novembro de 2011 às 11h29

EUNAOSABIA como uspiano não quis assinar a nota?
Tem um monte de ex-professor e ex-colega seu aí.

Responder

Sócrates

11 de novembro de 2011 às 11h04

O que dizer de um comentário desses (de Luiz Carlos Prates):
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embed

Responder

    David Salomon

    11 de novembro de 2011 às 13h05

    Esse cara tem problemas sérios. Como acontece com todos os preconceituoso tem uma certa limitação intelectual e questões pessoais intimas mal resolvidas. Vai saber quantas frustrações rondam (de forma consciente ou não) a cabeça dele e de seus seguidores.

    angelo

    11 de novembro de 2011 às 13h50

    Falta dignidade é a ele em fingir não perceber as coisas. Cara encapuzada significa tentar miniminar risco de ser de ser perseguido socialmente. Sobre os policiais sem tarja de identificação ele não fala.

    angelo

    11 de novembro de 2011 às 14h18

    FAQ: encapuzados são desobedientes (graças a Deus) e temem represálias, policiais tiram tarja de identificação da farda pra torturar e/ou matar. Prates sabe disso, claro. Não creio que ele seja burro. Acho que é pior: se faz de.

    Se eu soubesse escrever, mandava um artigo intitulado Frequently Asked Questions com estas e outras cretinas lebres levantadas constantemente por canalhas.

    Cenossaum

    11 de novembro de 2011 às 16h28

    cuidado, linkar comentário do Prates é alimentar trolls


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