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Diário da Resistência


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“Rodas provou que merece o título (inédito) de persona non grata da Faculdade de Direito”


08/11/2011 - 23h37

Posição do coletivo Universidade em Movimento sobre a ação da Tropa de Choque e a ocupação do campus pela Polícia Militar

1- As imagens veiculadas em todos os noticiários falam por si. Hoje o tirano João Grandino Rodas deu provas definitivas de que é o mais autoritário, o mais covarde e o mais medíocre dos Reitores que a USP já teve. Provou que de fato merece o título (inédito) que lhe foi dado pela Congregação da Faculdade de Direito: “Persona non grata”. Merece que todas as Congregações lhe deem esse título.

2- A ação truculenta da PM não teve como objetivo apenas desocupar a Reitoria. Objetivou militarizar o campus; mais do que isso, objetivou subjugar as consciências de quem estuda e trabalha na USP e de toda sociedade. No fundo é esse o projeto deste Reitor: difundir a ideia de que ele manda, e o restante tem de obedecer; de que não existem conflitos na USP, mas apenas “distúrbios provocados por uma minoria”; e de que a “desordem” deve ser tratada como caso de polícia, na base dos gritos, das bombas de efeito moral, das balas de borracha, do cassetete, da perseguição e da prisão.

3- Desde que a PM passou a ocupar o campus de forma ostensiva, a única mudança que houve foi que os “enquadros” e a intimidação física e moral passaram a ser recorrentes – são vários os relatos de estudantes revistados na saída da biblioteca da FFLCH, por exemplo. Não houve melhoras na segurança para os usuários do campus. Como sempre, a mídia manipula a informação. (Seria surpreendente se não o fizesse).

A ação da PM nesse dia 08.11.2011 – não apenas na Reitoria, mas também no Crusp, acordando estudantes com bombas de efeito moral e aos gritos -, apenas comprova o total despreparo da PM, e sua vocação para o fascismo. Como o próprio brasão de armas da PM o comprova (Ver no site da PM: “corporação” e “brasão de armas”). A polícia não existe para garantir a segurança, mas para reprimir. Por que no caso da USP seria diferente? As políticas de prevenção contra o crime ainda não foram tomadas: ainda há cantos escuros pela USP e a guarda universitária continua mal treinada.

4- Sugerimos a todos os diretores e diretoras de unidade e representantes de Congregação que sigam o exemplo do professor Magalhães, diretor da Faculdade de Direito: recusem-se a pisar no Conselho Universitário enquanto esse medíocre for Reitor.

5- A ocupação da Reitoria foi um movimento pacífico, apresentado pela mídia de forma totalmente distorcida para a sociedade, e que reivindicava algo que deveria fazer parte da normalidade: participação nas decisões. Se a USP fosse uma universidade democrática, se o Reitor fosse eleito com o voto direto da comunidade universitária, se no Conselho Universitário houvesse uma representação adequada de estudantes, funcionários e professores, não haveria ocupação. As questões seriam discutidas e encaminhadas normalmente, no diálogo. Ocorre que a USP é um feudo, onde um pequeno círculo de poder manda e desmanda. O Reitor nomeia a maioria dos eleitores do Reitor que o sucederá. E assim um pequeno grupo, um círculo de poder, ligado ao Governo do Estado, perpetua-se como proprietário da USP.

6- Mas a USP não é desse grupo, nem de nenhum outro. A USP deve ser do povo. Muitos dos que aqui estudaram, trabalharam, pesquisaram e viveram enfrentaram a polícia, foram perseguidos, caluniados, presos, alguns torturados e assassinados. Seguiremos o seu exemplo. Não nos curvaremos diante de nenhuma polícia. E as futuras gerações não se curvarão. Lutaremos sempre, por democracia na universidade, e para que a universidade atenda de fato aos interesses não de um grupo e de um partido, mas da sociedade, da grande maioria da população.

7- Propomos que o movimento estudantil concentre toda a sua força e energia para falar para a maioria dos estudantes a verdade. É preciso buscar o apoio ativo e declarado da maioria. A força dos nossos inimigos está no dinheiro, na mídia e no aparato de Estado (inclusive a PM). Nossa força está no número de pessoas que conseguimos agregar em torno de nossas causas. Mais do que nunca, precisamos deixar as vaidades de lado, e ter coesão e unidade. E isso exige que a autoconstrução fique de fora.

Leia também:

Mário Maestri: Pela volta da Idade Média à USP

Estudantes denunciam “intervenção militar” no campus

Ricardo Maciel: Abusos da PM nas ruas se reproduzem na USP





90 comentários

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Relatório da Secretaria de Direitos Humanos confirma: Reitor da USP votou contra vítimas da ditadura « Mundo de Oz

21 de dezembro de 2011 às 21h42

[…] Universidade em Movimento: “Rodas provou que merece o título (inédito) de persona non grata da F… […]

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Alvaro Tadeu Silva

15 de novembro de 2011 às 23h40

Sinistra é a quantidade de comentários de invejosos, atrasados, bajuladores e perdedores das eleições de 2010. Os votos do Rodas Presas naquela comissão, quando foi nomeado por FHC como representante do Itamaraty (???) falam por si.

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Marcos W.

10 de novembro de 2011 às 10h42

Acho que estamos dando muita "trela" para certos bocós soltos por aí!Há duas formas de viver bitolado:ou submeter-se a opressão sem revidar,ou viver defendendo-se dos ataques que nos dirigem!Como os ataques desses trouxas já não são tão eficazes,eles que plantem batatas!Que defendam o Serra,em vez de usar nosso tempo!

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Marcos W.

10 de novembro de 2011 às 10h27

Única forma de colocar certos paulistas no lugar que merecem,é amarrar nossos cavalinhos no Obelisco mais uma vez!

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M.S. Romares

10 de novembro de 2011 às 01h24

A USP pode ter Rodas, mas parece que perdeu a direção.

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denis dias ferreira

09 de novembro de 2011 às 21h35

Eu sugiro também que o excelentíssimo governador do estado de São Paulo também seja declarado persona non grata na FLCH-USP.

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angelo

09 de novembro de 2011 às 21h06

Torturaram uma estudante. Prisão perpétua pros torturadores de ontem e de hoje.

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denis dias ferreira

09 de novembro de 2011 às 20h12

Eu sugiro que a FFLCH-USP também declare o absolutista Rodas persona non grata e que seja exigida a sua renúncia.

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EUNAOSABIA

09 de novembro de 2011 às 19h44

Os estudantes da USP estão todos em greve, só falta contar isso para os…. estudantes da USP.

Vocês perderam… meia dúzia de pobres diabos sendo usados como massa de manobra política e eleiroral nas mãos de espertalhões que só querem o poder, a sociedade não cai mais no papo furado de vocês.

VNEN.

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Gilberto Maringoni: “Brasão da PM paulista é um tapa na cara do povo brasileiro” | Viomundo - O que você não vê na mídia

09 de novembro de 2011 às 19h34

[…] Universidade em Movimento: “Rodas provou que merece o título (inédito) de persona non grata … […]

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Raphael Tsavkko

09 de novembro de 2011 às 17h38

Tiro no pé talvez seja a questão principal.

A ação da PM acabou por desvelar os reais interessespor trás da presença da PM que, longe de garantir segurança, se centra no monitoramento de "elementos perigosos" e no patrulhamento ostensivo dos estudantes.

Alckmin é muito mais sutil que Serra, que de cara colocou um retiro ilegítimo no poder, o Rodas. Seus métodos são muito mais bem pensados e, mesmo sem querer, a mídia deixou clara suas intenções:

O delegado do 91º Distrito Policial, Dejair Rodrigues, retificou mais uma vez o número de detidos, para 72, e afirmou que as ligações deles com partidos políticos serão "averiguadas".

Segundo informações que tenho de amigos, há um real interesse por parte do governo em reforçar a presença e o poder da PM às custas, tambérm, da Polícia Civil e, também o de reforçar a presença e a efetividade dos chamados P2, ou PM's infiltrados em movimentos sociais (acredito que todos se recordam do protesto dos professores que terminou em violência ha alguns anos em que um supsoto professor, na realidade P2, foi fotografado carregando uma policial ferida e estampou a capa de diversos jornais).
http://www.tsavkko.com.br/2011/11/usp-qualquer-se

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Daniel

09 de novembro de 2011 às 16h53

Fumar maconha pode?

Responder

    Bruno

    10 de novembro de 2011 às 11h00

    Pergunta pro FHC.

Daniel

09 de novembro de 2011 às 16h34

Quem engraçado não publicaram meu comentário, que vai contra os estudantes e essa matéria medíocre …. E a PM que é repressora e fascista… KKKKK (IRONIA)

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Fefeo

09 de novembro de 2011 às 15h15

INACREDITAVEL !!! Eu acho que isso aí é o think tank da oposição para deliberar seus planos de governo !!! Ouçam e pasmem !!!
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocast

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Armando do Prado

09 de novembro de 2011 às 15h14

Sim, covarde e cínico. Quem permitiu a entrada da repressão na S. Francisco, é capaz de tudo. Nem na época do regime militar chegamos a tanto. Os interventores de então não eram tão cínicos e covardes como Rodas e o preposto da opus dei, o derrotado permanente alckmin.

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antonio

09 de novembro de 2011 às 15h09

"Gostei" de seus argumentos (EUNAOSABIA), realmente suas palavras indicam o tamanho de sua mediocridade.

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filho

09 de novembro de 2011 às 15h04

este é o verdadeiro espírito do PSDB paulista de governar, espelhando-se no fascismo.

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    Jairo_Beraldo

    09 de novembro de 2011 às 16h14

    Mas nunca se esqueça…mandam em sunpaulu há 20 anos!

Lucas

09 de novembro de 2011 às 14h55

Apesar de tudo, o sonho de todo estudante é entrar na USP.

Responder

    Se Nagao

    09 de novembro de 2011 às 21h28

    Não mais, Lucas, não mais.
    Existem hoje muitas Universidades com melhores projetos de ensino e de educação. A USP perdeu seus dias de glória, infelizmente.

"V"

09 de novembro de 2011 às 14h43

Povo Paulistas : "Remember, remember the Eighth of November"!!!!!

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glapido

09 de novembro de 2011 às 14h41

O digníssimo reitor formou-se na Fletcher School of Diplomacy and Law, uma instituição que alia respeitabilidade, tradição e um certo pendor às invectivas propagandísticas do seu estado (os EUA) (ver http://matutacoes.wordpress.com/2011/08/30/a-cia-… )
Não quero dizer com isso que a relação entre o digníssimo e a conhecida agência seja direta.
Mas que o ambiente acadêmico da tal instituição deve ser, digamos, "sui generis", ah isso deve…
Lá também estiveram outras figuras que tiveram certa preponderância numa era que findou em 2002.

Responder

Roberto Locatelli

09 de novembro de 2011 às 14h38

Não alimente os trolls.
Não responda às provocações deles.
Não responda, nunca.
Faça o debate com aqueles que respeitam você.

Responder

will

09 de novembro de 2011 às 14h09

De todas as críticas que os governantes merecem, aprendi que com estudantes não se meche. principalmente no que diz respeito a estrutura de ensino, e liberdade de pensamento. As conquistas democráticas alcançadas pelo país, não combinam com a ditadura vivida aqui pelo cidadão em são paulo. radares, câmeras de vigilância, transporte limitado, aumento da violência, sujeira, cracolândia, corrupção…
quando vamos acordar para entender que essas questões nada tem a ver com segurança? o partido social democrata brasileiro nada tem de social, nem democrata. a violência só cresce por que as oportunidades são restritas , e a responsabilidade do Estado se esquivam para as mãos da polícia militar por que é mais barato manter a ordem na repressão, assim pensavão os ditadores do golpe.

Responder

antonio

09 de novembro de 2011 às 13h49

Porque a policia não pode ficar campus? Há segredos guardados lá? Porque os alunos estão tão incomodados?
Revistas? Espero que eles não entrem em um aeroporto … lá se fazem revistas…
A USP vive um ditadura… la as pessoas não respeitam uma ordem da justiça….

Responder

    Alvaro Tadeu Silva

    15 de novembro de 2011 às 23h37

    Taí, outro defensor do Reitor Rodas Presas. Quelle horreur!

edv

09 de novembro de 2011 às 13h29

E o democrático Alckmin exigindo democracia…

Responder

Luiz Rogerio

09 de novembro de 2011 às 13h17

Se os alunos estivessem fazendo o que deveriam, a PM não teria prendido ninguém e não chegaríamos a este momento, por quê vocês não vão estudar?

Responder

    Polengo

    09 de novembro de 2011 às 14h17

    Eu não vou estudar porque çou PM do Alckmin.

    Jairo_Beraldo

    09 de novembro de 2011 às 16h14

    Poengo, achei que tu era gente, homem…..

    Polengo

    09 de novembro de 2011 às 17h32

    Mas eu çou, Jairo. Estudo até com cartilha.

    Na letra k, a frase é:

    O kê kê o alkimin ké kê eu kebre oje?

    dukrai

    09 de novembro de 2011 às 21h37

    polenguinho, modo on ironia rs ?

    Jose Alberto SSA BA

    09 de novembro de 2011 às 15h10

    Luiz.
    Estudar, tipo?
    Bobó Lalá = Bola.
    Cacá Sasa = Casa.?
    2 + 2 + 2 = ?

    Luiz Rogerio

    10 de novembro de 2011 às 09h25

    Não Sr, José, é estudar mesmo, pagamos impostos para a cambada de políticos nos roubarem, os estudantes fazem passeatas contra eles e na hora de estudar, fazem que nem os políticos, "fumam maconha" e depredam o patrimônio público…

    Pedro

    09 de novembro de 2011 às 15h11

    Pois é, as vezes me pergunto: Esses estudantes(?) não tem aula não?

    Bruno

    10 de novembro de 2011 às 10h58

    Temos. As aulas são abertas em muitos departamentos considerados 'subversivos', mas elas são longas, podem durar mais de quatro horas. Acha que aguenta?

    angelo

    09 de novembro de 2011 às 21h46

    Por falar em estudar, informe-se sobre biocombustível de cânhamo e verá que polícia não está servindo à 'moral' e aos 'bons costumes'. Está a serviço das petrolíferas, sem saber, manobrados.

trombeta

09 de novembro de 2011 às 13h14

Rodas típico exemplar tucano, tal qual seus compadres Serra malafaia e Alckmim opus dei.

É a velha oligarquia cafeeira paulista versão 2.0

Responder

Alexandre Felix

09 de novembro de 2011 às 12h44

Há alguns anos, quando costumava ir ao estádio ver jogos de futebol, toda vez que a PM descia borrachada no povo – e isso acontecia sempre e pelos motivos mais banais – cantávamos: "é…é…é. Não estudou…virou gambé!" – Bons tempos. Abs.

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Marcelo de Matos

09 de novembro de 2011 às 12h30

A população das periferias costuma ter reivindicações incompreensíveis. Certa vez um político aqui da zona oeste fez uma pesquisa para saber qual a principal carência dos bairros que formavam sua base eleitoral. Ficou surpreso ao saber que um deles reivindicava uma lotérica. Não era só para fazer jogos, mas, para pagar contas, ter um cartão bancário. Essas populações reclamam muito, também, da ausência da polícia. Na verdade, o que eles estão precisando é de faculdades públicas. Se as tivessem, talvez estivessem querendo a PM bem longe. Povo inculto.

Responder

Creuza Maciel

09 de novembro de 2011 às 12h28

"Yes, we care" começou bem, e pela USP… Esse é o jeito tucano de cuidar….

Responder

Guilherme

09 de novembro de 2011 às 12h13

fora RODAS, estudante da USP te odeia, e nãop existe braço com o PT, ao pt nãi interessa mais isso, acorda!!!! Temos de deixar claras a reenvindicações e não nos deixar levar pelas provocações debeis da velha mídia.
Alguns estudantes erraram, normal, provocados que foram, pelo fato da maconha estar centrando o debate, mas isso não quer dizer que o movimento não seja autêntico.

Responder

Jairo_Beraldo

09 de novembro de 2011 às 12h11

Cansados de democracia, os mandatários paulistas mandam anacéfalos veste-fardas arrebentarem com o povo! Afinal, o que fariam anacéfalos em uma escola, além de (por serem robotizados) usarem balas, canhões e cassetetes?

Responder

Pedro Viozcaya

09 de novembro de 2011 às 12h05

Fico só imaginado estes estudantes tendo este comportamento na universidade de Teerã.

Responder

Cláudia M.

09 de novembro de 2011 às 11h44

Conceição, no blog Maria Frô o militante Heitor Cláudio L. Silvaestá denunciando o desaparecimento do filho, Carlos Henrique, diretor da UNE, visto pela última vez ontem, numa manifestação em frente à Reitoria: http://mariafro.com.br/wordpress/2011/11/09/diret…. Tá sabendo?

Responder

    Conceicao Lemes

    09 de novembro de 2011 às 13h09

    Oi, Claudia. Li. E fui atrás do caso. O pai do menino está agora na Assembleia Legislativa dando depoimento aos deputados na Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo deputado Adriano Diogo. Até agora o garoto não apareceu. Depois do depoimento, tentarei falar com o pai. bjs

    JOSE MARIO HRP

    09 de novembro de 2011 às 14h07

    Por favor mande mais informações nesse Email:
    [email protected]

    Roberto Locatelli

    09 de novembro de 2011 às 14h36

    O estudante reapareceu. Ele estava em casa de amigos.

    No entanto, esse medo de que tivesse sido morto pela PM é real. De agora em diante, qualquer professor, aluno ou funcionário que ousar lutar, seja por salários, seja por democracia, terá pela frente os brucutus do Rodas ameaçando-os. A USP voltou ao tempo da ditadura militar.

    EUNAOSABIA

    10 de novembro de 2011 às 03h23

    VNEN.

EUNAOSABIA

09 de novembro de 2011 às 11h40

Posição do coletivo movimento ou opinião de meia dúzia de stalinistas neanderthais e seus devaneios autoritários??? vocês não passam de um grupelho insignifcante que não tem acolhida ou representatividade alguma.

A não ser em certo partido que tem como sonho de poder (seria um pesadê-lo se esses incompetentes e pilhadores conseguirem isso) a conquista do Palácio Bandeirantes, apoiado pelo PIGdoB (Partido da Imprensa Governista)….

Vocês não enganam é ninguém.

Grupelho… e nós que sustentamos esses badernas.

Responder

    Julio Silveira

    09 de novembro de 2011 às 12h35

    Caramba, onde está a fucinheira? vou correndo tomar minha vacina anti rabica.

    Armando do Prado

    09 de novembro de 2011 às 15h15

    Júlio, não se alimenta trolls.

    Jairo_Beraldo

    09 de novembro de 2011 às 16h12

    Voce disse que tem só o ginásio, mas quer opinar sobre o que desconhece, ou seja o ambiente universitário? E ainda diz que sustenta estes "baderneiros"? Pô, cara pega uma linha e segue ela….

    EUNAOSABIA

    09 de novembro de 2011 às 19h34

    E O Lula tem o ginásio? por que ele pode falar sobre qualquer coisa e eu não? Lula é mais do que alguém? tá sabendo ?

    Por que Lula pode chagar no parlamento turco e dizer que o Brasil tem 17 milhões de Km de fronteiras terrestres (56 idas a lua) e eu não? tá sabendo rapaz??

    Fica na tua velho…. falo o que me der na telha e fim de papo… fica pra la com tua revolução de araque é que é rapaz.

    Jairo_Beraldo

    09 de novembro de 2011 às 21h34

    Lula tem uma coisa que tu não tem…CARISMA!!!

    E gosta de gente…voce não gosta nem de voce mesmo!!!!

    EUSEIDETUDO

    09 de novembro de 2011 às 16h41

    Verdade,EUNAOSABIA, A política de segurança do Sr. Justiceiro Rodante foi implantada com o apoio da sempre gentil polícia militar paulista, que, estimulada pelo pres. Zezinho, desde 2009, vem se especializando em prestar excelentes serviços de policiamento e defesa dos direitos humanos no campus da USP.

Che da Fiel

09 de novembro de 2011 às 11h31

É fundamental que o Movimento Estudantil transmita essa reivindicação de forma clara e didática à população e à velha mídia. A exigência de democracia na USP sequer for mencionada pelos jornalões. A imagem é apenas a de que lutam para fumar maconha. É preciso ter um porta-voz que dialogue com a velha mídia e diga de forma concisa e evidente o que é a estrutura da USP e qual a reivindicação do movimento. Com isso, pelos algumas pessoas da sociedade não se voltará contra os estudantes de forma tão violenta como tem ocorrido. É preciso usar a cabeça e driblar o inimigo com astúcia, pois ele é mais forte que nós, por enquanto.

Responder

O Maldoror _/

09 de novembro de 2011 às 11h18

Bota esse Rodas na Rua!!!!

Responder

    EUNAOSABIA

    09 de novembro de 2011 às 11h41

    Marcola para Reitor.

    EUJASABIA

    09 de novembro de 2011 às 14h32

    Desenvolvendo sua sugestão, acho que o Marcola devia ser indicado é como o candidato do teu partido à Prefeitura ano que vem. Afinal, dizem até que vocês já fizeram acordos em 2066, não foi?

    Jairo_Beraldo

    09 de novembro de 2011 às 16h17

    Tenho certeza que ele faria melhor que o Justiceiro Rodante…por que? Porque ele é bandido e assume que o é!!!

Rodrigo Leme

09 de novembro de 2011 às 10h53

A Congregação da Faculdade de Direto é o sonho dessa turminha (turminha pela cabeça e turminha pelo tamanho pequenino) desocupada da USP que invade reitoria: uma entidade com plenos poderes, ocupadas por sindicatos, alunos profissionais e líderes partidários. Nada a favor nem contra o Rodas, mas com essa composição, eu adoraria ser persona non grata.

No mais, acho engraçada essa aproximação do petismo e seus braços (como esse blog) da extrema esquerda uspiana: a eleição ano que vem explica? Depois os tontos do PCO vão ficar na mão qdo o PT não quiser nada com eles e vão se perguntar pq. :-D

Responder

    Barros

    09 de novembro de 2011 às 11h43

    Sr. Rodrigo,

    Seu lugar é junto com os sobrinhos do tio Rei.Vá procurar a sua turma!!!!

    Rodrigo Leme

    09 de novembro de 2011 às 13h00

    Argumento interessante. Vou gastar umas horas lendo e continuar nossa discussão, vc me deu muitos argumentos, muitas idéias novas, acrescentou muito na discussão.

    Ramalho

    09 de novembro de 2011 às 13h35

    Você é contra sindicatos e líderes partidários, o que se percebe no seu texto. Ao mesmo tempo, nada tem contra Rodas, como você declara, não obstante Rodas ser um sujeito incompetente, que não representa o corpo universitário, pois perdeu as eleições, e que age estuprando a autonomia universitária, pois rebaixou-se a ser o braço interventor de Serra – e agora de Alkimin, ao qual está querendo mostrar serviço – na USP.

    Assim, pelo que diz, ou você é um sujeito de largas posses, capitalista poderoso que está acima do trabalho e da política, ou é um bobalhão que sofreu lavagem cerebral e perdeu a noção de a qual classe social pertence.Se você não estiver no primeiro caso, sua posição política é lamentável e, mesmo assim, ridícula, risível.

    Da universidade, nem PT, nem PSDB, nem PFL, nem ninguém está proibido de se aproximar. Igualmente, não há qualquer impedimento de que a extrema esquerda e direita manifestem-se, dentro dos limites usuais. Quando há canais institucionais para que todas as tendências expressem-se livremente na universidade, e tal não é o caso na USP, recorrer a greves e ocupações de instalações é desnecessário. Apesar do que você disse, não há nada de engraçado nisto (rir do que não tem graça é sinal de doença mental).

    Se este blog é braço do petismo, qual é o crime? Mas, ao contrário do que vc diz, opino aqui e não tive de me filiar ao PT. Vc também, pelo jeito, não é filiado ao PT e dá peruada por aqui, e é, até, cadastrado. Ninguém jamais foi instado aqui a entrar no PT. Assim, para não dizer que vc mentiu, vou admitir que está mal informado e que tem uma visão muito peculiar da realidade.

    O que é mesmo estudante profissional? Bem, estudante é estudante, mesmo que trabalhe ganhe dinheiro para poder estudar. Contudo, se você conhece alguém que ganha dinheiro sem trabalhar para, apenas, tumultuar o ambiente acadêmico, denuncie-o, meu caro, sob pena de passar atestado de mentiroso.

reinaldo carletti

09 de novembro de 2011 às 10h42

um idiota, indicado por um imbecil, o que mais poderia acontecer?
reinaldo carletti

Responder

mello

09 de novembro de 2011 às 10h42

esse rodas lembra um tal eremildo, do tempo da ditadura….

Responder

jun

09 de novembro de 2011 às 10h41

O Magnífico Rodas está competindo com o Magnífico Gama e Silva nos anais da USP para ver quem será o mais "citado"… O Rodas tem muito tempo pela frente, além de ter tido um prêmio extra ao ser declarado persona non grata pela Congregação do Largo São Francisco, da qual foi membro e diretor. Tende a vencer.

Responder

John

09 de novembro de 2011 às 10h27

Enquanto isso, ali mesmo na USP, onde policia tucana nao pega bandidos mas bate pra valer em estudantes:

USP pode ser investigada por gasto de R$ 30 milhões em terrenos e imóveis.
http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2011/0

Responder

Gerson Carneiro

09 de novembro de 2011 às 10h06

Agora não são 2 professores em sala de aula. São 2 PMs em sala de aula.

Responder

    EUNAOSABIA

    09 de novembro de 2011 às 11h42

    E quantos traficantes esperando na porta da sala para vender a erva madilta?

    Jason_Kay

    09 de novembro de 2011 às 13h12

    Quantos?

    EUJASABIA

    09 de novembro de 2011 às 14h27

    O mesmo número de professores, de PMs e de neurônios na sua cabeça.

    flavio jose

    09 de novembro de 2011 às 14h39

    Sr. A reportagem afirma que a segurança não melhorou. Portanto não cabe sua pergunta.

    Fran

    09 de novembro de 2011 às 14h58

    vão daqui ,trolls malditos….hehe

    EUSEIDETUDO

    09 de novembro de 2011 às 16h44

    Simples,EUNAOSABIA, a doutrina de segurança do Sr. Justiceiro Rodante começa a fazer efeito. Na semana passada, o super-herói da UDN uspiana deu uma lição aos terríveis maconheiros da USP.
    Em ação articulada com a sempre gentil PM, o Sr. Justiceiro Rodante capturou três assustadores meliantes que consumiam tóchicos no campus da universidade. A atitude dos facínoras foi considerada contrária à moral e à ordem pública, desrespeitando o disposto no Decreto Lei 477/69, Art. 1o, VI.

    JOSE MARIO HRP

    09 de novembro de 2011 às 11h50

    Sensacional!

    Igor Teixeira

    09 de novembro de 2011 às 14h21

    Não tem nenhum PM dentro de prédio na USP. Eles só rondam a faculdade. Eu sou estudante de humanas lá, isso que você é uma mentira deslavada. O que têm nas salas são professores unilaterais que só dão livros de uma opinião política, ao invés de diversificar e promover o debate na Universidade.

    Jair

    09 de novembro de 2011 às 15h41

    Você não estuda lá seu mentiroso. Vai procurar sua turma, picareta.

    EUSEIDETUDO

    09 de novembro de 2011 às 16h42

    Verdade,Igor Teixeira, a PM paulista criou uma unidade especializada para atuar no campus da universidade. Esta tropa de elite utiliza métodos sofisticadíssimos de detecção de meliante, como a identificação de intenção criminosa pelos movimentos oculares do bandido.

    Polengo

    09 de novembro de 2011 às 17h34

    É verdade, eu sou um desses PMs que não está dentro do prédio da USP.

    Gerson Carneiro

    09 de novembro de 2011 às 17h16

    As respostas de Igor Teixeira, EUSEIDETUDO e Jair, confirmam que de fato a Educação em São Paulo vai mal, e atinge até a USP, eis que, como estudantes que assim afirmam ser, desconhecem o caso do factóide dos dois professores em sala de aula, e não entendem nada de ironia. Ao que deixam transparecer.

    Francisco

    09 de novembro de 2011 às 19h11

    Gerson, em agluns casos aqui, nem desenhando para entenderem… Isso quando não é má-fé.

    Gerson Carneiro

    09 de novembro de 2011 às 22h18

    Quando é má-fé até é admissível. O grave é quando é burrice mesmo.

Julio Silveira

09 de novembro de 2011 às 08h54

"Com relação ao titulo", Mas sempre terá a OAB paulista na linha de frente de sua defesa e seus aliados de sempre, do PIG, essa linha Maginot da democracia.

Responder

Marat

09 de novembro de 2011 às 07h28

O mundo gira e a USP Rodas… triste e medíocre…

Responder

FrancoAtirador

09 de novembro de 2011 às 04h25

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Durante a assembleia de ontem, convocada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), que representa todos os universitários do campus, os jovens denunciaram as condições a que os presos foram submetidos: confinados dentro dos ônibus que os transportaram até o 91º DP, onde prestaram depoimentos, sem banheiro, sob sol forte, desde o começo da manhã.

“Liberdade aos presos políticos da USP”, ecoavam gritos dos estudantes nos corredores da FFLCH. Outros, falavam em universidade sitiada: “Nesta manhã, a USP acordou em estado de sítio. Logo pela manhã, os moradores do Crusp foram acordados com bombas de gás lacrimogêneo. Além dos estudantes, tem mulheres e crianças que moram lá e sofreram da mesma forma com essa ação policial”.

Nenhum estudante que é contrário à presença da PM na cidade universitária quer se expor, dar a cara ou mesmo o primeiro nome. “Existe um medo geral pelo campus, muitos já sofrem processos administrativos por conta de ocupações anteriores, por terem exposto suas opiniões políticas. Por isso classificamos essas prisões como prisões políticas”, atestou outro estudante de Economia, que também faz parte de uma ocupação que há no Crusp, que pede mais moradia estudantil.

Um grupo de alunas debatia sobre um fato revelado em nota lida pelos estudantes presos durante a tarde, no 91º DP: “As estudantes foram jogadas no centro de uma sala escura e em volta delas formou-se um circulo de PMs com cassetetes nas mãos, uma cena típica de tortura”, exclamou uma estudante da FFLCH.

“Levaram uma das estudantes para a sala ao lado, que gritou durante trinta minutos, levando-nos ao desespero ao ouvir gritos como o das torturas que ainda seguem impunes em nosso país. Tudo isso demonstra o verdadeiro caráter e o papel do convênio entre a USP e a polícia militar.”, diz um trecho do texto divulgado no blog do movimento.

Até quem não era estudante foi à assembleia para se solidarizar. Um grupo de professores da rede estadual, que pediu para não se identificar, deu aulas para alguns dos que foram detidos e afirmaram que são pessoas corretas ehonestas. “Mesmo quem não é politizado, precisar parar e refletir sobre o que está acontecendo. É uma violência contra esses meninos, não são bandidos que estão lá. Hoje são os estudantes que estão sofrendo, amanhã somos nós professores, trabalhadores e por aí vai”, alertou uma das professoras.

Durante o dia, pais dos alunos que estiveram na 91º DP criticaram a prisão dos filhos. Para não prejudicarem os jovens, pais e mães não se identificaram. Numa folha de papel escrita por um deles, mandaram a seguinte mensagem:

“Nós, pais de alunos da USP, repudiamos o modo como foi conduzido pela reitoria o processo envolvendo o movimento dos estudantes. Repudiamos a ação repressiva e truculenta das forças policiais no campus da universidade nessa madrugada de terça-feira. Estamos indignados com o fato de que uma instituição educativa utiliza como principal instrumento de solução de conflito social o uso da força policial. Nossos filhos são estudantes e não bandidos e estão em defesa de uma universidade onde existam debates democráticos”, diz o texto.

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia

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    Antonio Carlos

    09 de novembro de 2011 às 12h36

    Olha que interessante do blog do Andre Forastieri:

    Acabou como previsto a ocupação da reitoria da USP. Duzentos homens da tropa de choque da Polícia Militar de São Paulo foram ativados para tirar 73 estudantes à força. O imprevisto foi a torrente de impropérios internéticos contra os uspianos. A rapaziada foi tratada de filhinho de papai pra baixo, com uns dobermanns advogando pau neles, cassetete, gás lacrimogêneo e cadeia.
    É inveja. Quem não queria ter 21 anos e estudar na USP, zero de preocupação com grana, namorar umas mocinhas cabeça, fumar unzinho na praça do Relógio, nadar lá naquele piscinão lindo, e ainda se sentir super-rebelde, nas barricadas, parte de um movimento internacional de libertação? Bem, eu não.
    Entrei em duas faculdades na USP, Jornalismo e, só de chinfra, História. A primeira abandonei. A segunda fui um dia e nunca mais voltei. Imagino ter sido jubilado nos dois cursos.
    Percebi que a USP não era pra mim na minha primeira semana lá, careca, recém-chegado de Piracicaba, 17 anos. Pensei que ia encontrar a gente mais doida, interessante e livre da minha geração. Mas na minha classe eu era o único com camiseta dos Dead Kennedys e a comunicação com meus colegas era, digamos, precária.
    O último ano realmente legal pra entrar na Escola de Comunicações e Artes foi o anterior – cheguei atrasado. 1982 foi o primeiro ano em que ficou difícil entrar em jornalismo, que passou a ter vestibular separado do restante das Comunicações.
    Dali para frente, nota de corte da Fuvest bem alta, só gente aplicada e estudiosa entraria na ECA. O engraçado é que 1983, quando cheguei lá, foi um ano bem animado na ECA. Uma confederação de sacanas anarquistas de todas as matizes se uniu pra botar para fora do Centro Acadêmico os trombas trotskistas da Libelu, que a esta altura já estavam em descompasso com a história. Vitória dos PicaRetas e votei neles.
    A USP, onde decididamente não fui feliz, era e é escola para tropa de elite, gente que vem das melhores escolas pagas, e sonho de todo vestibulando. Muita cabeça boa estudou lá, e continua estudando. Não é nem de longe uma das melhores universidades do mundo, mas continua referência de ensino e pesquisa de qualidade, para nossos pobres padrões locais.
    Como qualquer universidade de primeira linha, deveria ser um espaço arejado, de diversidade e experimentação. O que inclui, sim, uma série de atividades socialmente questionáveis fora dos muros do campus.
    Universidade não é para socar o máximo de informação nos miolos da juventude e produzir em série um exército de robôs tecnocratas. Trata-se de formar as melhores cabeças do país, o que é impossível sem liberdade e libertinagem.
    Os argumentos contra os ocupantes da reitoria da USP são pífios. Eles quebram a lei? Primeiro, se quebram, não importa; leis não existem para serem obedecidas cegamente; a lei é para ser desobedecida e questionada abertamente quando injusta; não é possível aplaudir as rebeliões contra Mubarak e Gaddafi, ou a ocupação de Wall Street, e recriminar os uspianos por não seguir a lei.

    EUNAOSABIA

    09 de novembro de 2011 às 13h55

    Sei.


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