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Diário da Resistência


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Ataque à liberdade de informação


06/04/2012 - 11h00

Gabriel Bônis,em CartaCapital

De Goiânia

Misteriosos clientes se dirigem a diversas bancas de Goiânia, capital de Goiás, na manhã de domingo 1º. Minutos após os estabelecimentos abrirem, por volta das 8h da manhã, chegam com o objetivo de comprar, antes dos leitores da publicação, todo o estoque da edição 691 de CartaCapital, que traz reportagem de capa sobre a relação comprometedora do bicheiro Carlinhos Cachoeira com o governador Marconi Perillo (PSDB). Conseguem em diversos pontos da cidade.

A edição, aguardada no estado após a divulgação de sua capa no site da revista, desaparece das bancas goianas ainda na manhã daquele dia – quando é entregue na cidade -, contam vendedores a CartaCapital. Quando o boato da misteriosa operação para comprar a revista se espalha, o público, curioso, sai à procura  da publicação por todo o município. Não acham os exemplares, assim como a reportagem, que percorreu cerca de 100 quilômetros da capital para averiguar as principais bancas da cidade.

Identifico, no entanto, o registro de venda ou tentativa de compra do lote inteiro da revista por apenas um cliente em metade das bancas visitadas. Há também um padrão: em todos os casos, a ação ocorreu poucos minutos após as lojas abrirem, por volta de 8h da manhã de domingo.

Há também relatos de bancas que tiveram apenas a procura de leitores interessados em um exemplar da revista. “Abri a loja às 7h da manhã e já havia fila do lado de fora”, diz José Ribeiro Soares, de 30 anos, vendedor da Banca Paulista, situada nas ruas de um bairro nobre da cidade. Estranhamente, aquela parte da cidade não registrou tentativas de compra em grande quantidade.

Ainda assim, ouço de uma fonte a seguinte afirmação: “Essa edição vai encalhar. Sei aonde ainda há revistas e não te contarei.” A declaração soa estranha, e misteriosa. Vai de encontro aos relatos colhidos pela frase ouvida em cerca de 90% das bancas visitadas: “Quando chega o próximo lote? Se enviarem, vendemos tudo com certeza.”

“A CartaCapital já chegou? Não acho em lugar nenhum”, diz uma senhora na Banca Itaú. Na revistaria Almanaque, no Shopping Flamboyant, o vendedor responde a mais um cliente pelo telefone: “Não tem, está esgotada há dias.”

Chego a outra unidade de uma famosa franquia de bancas da cidade por volta de 10h da manhã de terça-feira. Pergunto se a edição 691 está disponível e a resposta é negativa. A pessoa, que pede anonimato, responde que, antes mesmo de conseguir organizar o estoque recebido na manhã de domingo, um homem se aproximou para comprar o reparte de CartaCapital.

A pessoa descreve com surpresa que o homem avançou nos pacotes e começou a abrir as embalagens a procura de CartaCapital. Olhou todos, até encontrar. “Disse que já havia reservado cinco exemplares para clientes, mas ele levou o resto e quis saber se aquele era mesmo o único reparte da revista.” Antes de sair, fez uma piada. “Falou que a revista ia valer ouro e que eu poderia ganhar dinheiro no mercado negro.”

Encontrei facilmente registros como estes em outras partes da cidade, inclusive em um shopping não muito distante dali. No local, uma pessoa entrou na loja, foi diretamente à prateleira de CartaCapital e comprou todos os exemplares pouco após a banca abrir.

Uma fonte, que também pediu anonimato, disse ter escutado uma parte da ligação recebida pelo cliente dentro da loja. “Ele dizia que o avô dele era amigo do Demóstenes (Torres), por isso precisava comprar a revista.”

Em outro estabelecimento, a tática não funcionou. Nara Rúbia Amorim, vendedora da Banca Leia, localizada dentro de um supermercado no Jardim Goiás, impediu que um “cliente” levasse o lote inteiro das edições. “Ele pegou todas as revistas da prateleira e colocou no caixa, mas disse que só vendemos uma por pessoa.”

A dificuldade de encontrar a revista e o boato da misteriosa operação de compra da edição levaram a um episódio tenso no Shopping Flamboyant. “Um senhor nos acusou de ter vendido os exemplares para uma mesma pessoa. Precisamos até chamar a segurança para controlar a situação caótica”, conta Marcelo Pereira da Silva, de 28 anos, gerente da revistaria Almanaque, enquanto mostra o comprovante de venda de uma unidade por cliente.

Quando o sequestro da revista não ocorria pessoalmente, interessados em grandes lotes da edição tentavam reservar a compra individual por telefone, sem se identificar. Foi o caso da loja comandada por Marcelo, que afirma ter recebido duas ligações de uma mulher interessada em 200 unidades da revista. “Ela nos contatou na sexta-feira 30 e no sábado 31 (antes da edição chegar às bancas em Goiânia), mas recusamos devido ao compromisso com nossos clientes.”

No Flamboyant, outra revistaria também foi contatada por uma mulher com o mesmo pedido. Marco Antônio Chamellet, de 44 anos, proprietário da Revistamania, declara que sua loja recebeu três ligações de uma mesma pessoa entre quinta-feira 29 e sábado. “Percebe-se que a pessoa não queria que a revista fosse vendida. Ela me pediu para não vender o estoque, pois passaria aqui para pegar.”

Em sua banca, a edição também esgotou em poucos minutos no domingo. “Antes de abrir a loja já tinha gente olhando por debaixo da porta e brigando para conseguir comprar a revista”, lembra Anderson Mattos, funcionário da loja.

Enquanto relata o grande interesse dos clientes pela edição, Chamellet segura um bloco de fotocópias da revista sobre o balcão. Com todos os exemplares vendidos, o estabelecimento recorreu à fotocópia da reportagem de capa para “viabilizar a matéria às pessoas”, justifica o comerciante, que diz ter cobrado 5 reais cada uma das cerca de cem cópias feitas desde domingo. “A procura está grande.”

Houve também uma tentativa de compra de um lote ainda maior diretamente na distribuidora. Era da Rádio 730, de propriedade de Joel Luiz Datena, filho de José Luiz Datena, apresentador de um programa de televisão policialesco na Rede Bandeirantes, premiado por um salário milionário. A rádio pretendia adquirir mil exemplares.

O veículo confirma, mas diz que a sondagem realizada pela conta de e-mail corporativo de Carlos Bueno Moraes, diretor-presidente da rádio, era de interesse exclusivo do funcionário. Moraes, por outro lado, afirma ter entrado em contato com a distribuidora após receber informação de que a revista corria o risco de ser comprada antes de chegar às bancas. “Minha intenção foi descobrir de que forma isso poderia acontecer, mas não quis realizar a compra.”

Sequestrada na cidade, a revista virou artigo dele luxo e interesse. “Você não pode me arranjar uma não?”, pede o taxista. Foi-se assim meu único exemplar.

Leia também:

Leandro Fortes em CC: Demóstenes ficava com 30% do que Cachoeira arrecadava com jogatina





42 comentários

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t tonuci

07 de abril de 2012 às 11h24

Parabéns , Edmar ,das 21 . O valor dos comentaristas está aí!

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RicardãoCarioca

06 de abril de 2012 às 23h58

A CartaCapital poderia colocar alguns outdoors em Goiânia e Anápolis, com várias capas das últimas edições, umas sobre as outras, sendo a da quadrilha por cima, por mero acaso e fazendo a sua publicidade normalmente. Vão alegar o quê? As outras fazem o mesmo.

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sil

06 de abril de 2012 às 23h08

Resquiscíos de 64 ?

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Almerindo

06 de abril de 2012 às 22h55

Ué, se todas se esgotaram nas bancas, basta pedir rápido mais e lucrar MUITO… Simples assim!

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Julio_De_Bem

06 de abril de 2012 às 22h43

Que doidera, e a veja anda enviando revistas grátis pra quem cancelou a assinatura.

Meu pai recebe a veja a 5 meses já sempagar um centavo. Meu papagaio, as calopsitas e os periquitos do viveiro agradecem. Nada como fazer um cocozinho lendo uma notícia golpista.

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    RicardãoCarioca

    06 de abril de 2012 às 23h51

    Ainda bem que elas não sabem ler. Não iriam parar de vomitar.

RicardãoCarioca

06 de abril de 2012 às 20h39

Mais censura tucana à imprensa:
http://www.redebrasilatual.com.br/blog/helena/efe

"Sem muito alarde, o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), trocou recentemente toda a cúpula da segurança pública de seu governo, incluindo o secretário e os chefes das polícias civil e militar. Os motivos aparentes seriam a disparada nos índices de criminalidade em Minas durante 2011, além do desgaste político, após denúncias de manipulação nas estatísticas de crimes no estado, além de falta de comando sobre as duas polícias (civil e militar). Tudo isso tem fundamento.

O memorando 5008.2/2012, assinado pela cúpula da Polícia Militar, proibia os comandantes de batalhões de repassarem índices de criminalidade à imprensa (!). Além disso, surgiram denúncias de que boletins de ocorrência estariam sendo "maquiados" pela polícia, para “melhorar” as estatísticas.

Após 13 meses sonegando informação ao cidadão mineiro sobre a quantas anda a criminalidade por lá, os maus números foram divulgados no final de fevereiro e mostraram um aumento de mais de 10% no total de crimes violentos em 2011."…

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    marcosomag

    06 de abril de 2012 às 23h51

    Anastasia estaria usando o mesmo sistema de maquiagem dos índices que Alckmin usa desde a época do Petrelluzzi (ex-secretário de "segurança")?

RicardãoCarioca

06 de abril de 2012 às 20h24

Acho que a BAND foi expulsa do PiG Club e está se vingando, ou quer trocar o título para sócio pleno ou apenas mandando um aviso de fatura em atraso:
http://noticiasdapc.blogspot.com.br/2012/03/repor
http://noticiasdapc.blogspot.com.br/2012/03/band-

Esse assunto é muito sério e os blogs sujos não estão dando a devida atenção, em minha opinião.

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RicardãoCarioca

06 de abril de 2012 às 20h18

Azenha, Conceição e demais colegas, já viram esse ranking de corrupção?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dossi%C3%AA_do_Movim

Especial para o EUNÃOSABIA e aquele outro bigodinho reaça de péssimo gosto.

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lulipe

06 de abril de 2012 às 17h38

Meu comentário mais uma vez foi censurado, onde eatá a tão defendida liberdade de expressão?Já mostrei que não sigo a manada referente a opinião do blog!!!Será por isso???

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Rogério Floripa

06 de abril de 2012 às 16h49

Goianos assinem, garanto que vale o investimento.

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FrancoAtirador

06 de abril de 2012 às 16h45

.
.
LIBERTINAGEM DE INFORMASSÃO DEMOTUCANA É ÍÇO AÍ.

Observem há quanto tempo, em São Paulo,

só se lêem matérias do Policarpo Cachoeira,

inclusive em escolas e demais repartições.
.
.

Responder

Péricles

06 de abril de 2012 às 16h23

É a direita defendendo a liberdade de imprensa. São as pessoas de bem de Goiânia impedindo que crianças e adolescentes tenham acesso a matérias sujas publicadas por uma revista inexpressiva como a CC. Algumas perderam até a missa das sete pra poder prestar este grande serviço à comunidade impura da capital do agronegócio. A Dallas brasileira. Pastores e beatos, grandes empresários e produtures rurais todos brancos, bonitos e muito bentrapilhos, preocupados com a qualidade da leitura goianiense. Eu, ímpio e herege, que compro a Carta pelo menos duas vezes a cada mês na banca do Shopping Bougainville, tive de pedir a um amigo, igualmente impuro, de Floripa que me comprasse um exemplar para que eu me possa aprender, com o santo governador e seus apóstolos, um pouco mais sobre como ser uma pessoa de bem. Um abraço.

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abolicionista

06 de abril de 2012 às 16h18

Que a próxima capa seja sobre a revista Veja. Publiquem a matéria do Nassif. Há material para uma revista inteira. Para cima deles, gente. Está na hora de dar um escracho na imprensa golpista.

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Marat

06 de abril de 2012 às 15h13

Tenho vários amigos em Goiânia. Enviarei pelo correio minha Carta Capital… Sugiro aos amigos que enviem a seus conhecidos locais!

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carneirouece

06 de abril de 2012 às 15h12

Não sei se vocês se lembram, mas isso aconteceu tambem com a carta capital que tratava da privataria tucana. Fui a um shopping daqui de fortaleza, o maior, em NENHUMA livraria tinha chegado a Carta Capital.

Não vi sinal da CC da privataria tucana no Iguatemi, que, por sinal, é do grão-tucano Tasso.

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Gerson Carneiro

06 de abril de 2012 às 13h30

Enquanto isso a Veja oferece assinatura anual com 50% de desconto e 6 meses grátis. Ou seja, "a maior revista semanal do país" está vendendo o almoço para comprar a janta. Matando cachorro a grito.

Responder

    carneirouece

    06 de abril de 2012 às 15h15

    Fora isso, quase toda a tiragem dela consiste em assinaturas dos TUCANOS mui amigos. Secretarias, repartições públicas, etc. Sem isso, creio que a veja teria, cheu ver…. Unas 10 ou 12 assinantes ehehhehe

    RicardãoCarioca

    06 de abril de 2012 às 20h13

    Sem a bolsa-imprensa dos governos tucanos, a Veja já teria fechado.

    pperez

    06 de abril de 2012 às 19h33

    Gerson, os cachorros não! .
    Afinal, limpar o coco deles, é a unica utilidade dela!

    marcosomag

    06 de abril de 2012 às 23h54

    Nem para isso serve pois usa um papel plastificado (imitação barata do papel couchê) de péssima qualidade. Para servir de banheiro para o meu amigão Ozzy eu uso "Folha da Ditabranda" velha, que consigo do vizinho da frente.

    RicardãoCarioca

    06 de abril de 2012 às 23h54

    A expressão "golpe barato" ganha mais um sentido.

Marat

06 de abril de 2012 às 13h20

Legal seria a Carta preparar uma segunda edição, e espalhar pela capital verde. Caso ela seja comprada inteira, também, que lancem uma terceira edição e assim sucessivamente!

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    Serrote

    06 de abril de 2012 às 15h27

    É verdade… Boa hora para a Carta faturar algum dindim às custas dos trouxas de Goiás… Eles compram as tiragens e o povo lê a matéria na internet… Um negoicão, feito com os goianos, sem nenhuma mutretagem e sem nenhuma ilegalidade !!!

    Marat

    06 de abril de 2012 às 16h19

    Perfeito, Serrote!!!

Roberto

06 de abril de 2012 às 13h06

Aqui no Espírito Santo também não via a revista nas bancas, tentei comprar, e não tinha, a mesma dificuldade eu tenho, para encontrar o livro A Privataria Tucana. Alguém poderia investigar aqui também.

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Remindo Sauim

06 de abril de 2012 às 12h57

Guerra é guerra
Depois de duas semanas dos grampos mostrando as negociações entre um diretor da Veja, um senador do DEM e o criminoso Carlinhos, a direita se articula, principalmente nas páginas dos jornais. A ordem é fazer o maior carnaval de cada denúncia contra o PT e se possível enrolar o PT na corrupção em Goiás.
Perdem seu tempo, o esquemão da direita, envolvendo oposição, mídia e criminosos, já é do conhecimento da população brasileira, reconhecendo os ótimos governos do PT, nas pesquisas da própria oposição.
Mas o PT não pode fica parado, tem que partir para o ataque, aprovando duas CPIs no Congresso, a do Carlinhos Cachoeira e a das Privatárias Tucanas. E podia aproveitar e fazer a CPI da Mídia Golpista e suas ligações com as torturas e mortes de 1964 e seus ataques sem provas ao PT e seus membros.
O PT tem que entender que guerra é guerra.
Remindo Sauim

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    carneirouece

    06 de abril de 2012 às 15h14

    Do jeito que o PT anda…

    O PT é o maior inimigo do PT, parece que o PT se odeia e quer se destruir.

    O Delegado já disse que, devido algumas normas, só poderia sair uma das CPIs: privataria ou cachoreira.

    Saba qual das duas sairão? NENHUMA.

    José X.

    07 de abril de 2012 às 12h17

    O PT é incompetente políticamente. Ponto final. Exemplo disso é que José Dirceu, um de seus maiores quadros (e na época um dos políticos mais poderosos do Brasil) foi crucificado por uma oposição vagabunda associada aos gângsteres do PIG. O PT tem medo de exercer o poder.

    Os políticos do PT são carregados nas costas por Lula (e agora também por Dilma). Como partido político, se não fosse a existência de Lula o PT seria mais um nanico tipo PCO ou PSTU.

    Que não se espere nada do PT nesse caso Cachoeira/Demóstenes/Veja, porque nada virá mesmo.

Cesar Feijó

06 de abril de 2012 às 12h56

Se não fosse a internet eles conseguiriam sumir com as informações , mas graças a internet e blogs como esse nós cidadãos podemos realmente ver a realidade das coisas.

Responder

pperez

06 de abril de 2012 às 12h40

Piada se tirar a revista das bancas fosse a tatica mais correta desses bandidos para evitar a informação!
Agora mesmo é que chamaram a atenção, e através dos blogs não faltará sabao e cloro para desinfetar goiás e o Brasil desses vermes!

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tito bahiense

06 de abril de 2012 às 12h38

Para um país como o nosso que passou o tempo de ditadura que passou manobras como essa são naturalíssimas comprovando que esses senhores andam tensos tendo com os seus rabos devidamente presos em alguma cerca a proteger seus pertences, ideais e torcendo para que tudo que se anuncia se regrida e passe ileso como bem se adiantou Mino Carta em recente editorial, porém, torço para que a porteira aberta para e que este pantanoso ambiente se mostre de uma vez por todas fragilizado pois justiça é o que queremos a muito tempo! Ainda hei de vê-los no seu devido lugar…na devida sargeta!

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Riba

06 de abril de 2012 às 12h27

Azenha,por mais que tentem abafar a realidade dos fatos,por intermédio do recolhimento dos exemplares da Carta Capital, o Cachoeira,Demóstenes e o Perillo não terã a mínima possibilidade contra o mundo virtual…TÁ NA BOCA DO POVO,aliás tá no HD do povo!

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valcir barsanulfo

06 de abril de 2012 às 12h18

O Pirillo Wellaton com seus comp arsas estão desviando as informações da Carta Capital. Não adianta a coisa já chegou no Pirillo,com tantos empregos no estado indicado pelo seu amigo kkCachoeira E DEMOstenes , e ainda o fone importado, da secretária, presente de Cachoeira.

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souza

06 de abril de 2012 às 12h17

eles podem impedir que eu compre a informação, mas não podem impedir que eu saiba da informação.
liberdade de informação, ampla, total e irrestrita.

Responder

Abdula Aziz

06 de abril de 2012 às 11h54

É o desespero do político cadáver, do governador e do juiz do STF em ocultar informações à população. O PIG não reclama de libedade de imprensa, que vivemos em uma democracia.. Agora eles praticam censura prévia em todo o estado de Goiás. O povo de Goiás dará o troco nas urnas.

Responder

Tomudjin

06 de abril de 2012 às 11h49

E ainda dizem que a CartaCapital não tem tiragem.

Responder

    Edmar

    06 de abril de 2012 às 13h30

    Claro que tem. Em Goiás, 'TIRARAM' todas das bancas!

Zé Brasil

06 de abril de 2012 às 11h48

Prezados Jornalistas Azenha e Conceição

Uma sugestão a CartaCapital: uma vez que a edição de sua revista já tenha atingido sua cota alvo de vendas em Goiânia e em todo o País, que ela disponibilize gratuitamente em seu site, em versão pdf, a reportagem de capa de sua edição 691, de forma completa, para que os interessados possam baixar tal arquivo.
À nós, participantes dos blogs progressistas, caberia divulgar esta possível iniciativa da CartaCapital para que o povo goianiense tivesse a oportunidade de melhor se informar sobre este caso. Assim, conheceriam melhor as suas vestais de pés de barro eternamente glamourizadas pela Globo, FSP, ESP, Veja e outros jornais, tvs e revistas do PIG e tidas por ele como os exemplos de ética na política nacional a serem seguidos.
Um pergunta que não quer calar: Por onde anda a combativa Dona Judith, a padroeira mór do PIG? Alguém poderia entrevistá-la sobre este palpitante assunto!

Responder

    Conceição Lemes

    06 de abril de 2012 às 13h21

    Zé Brasil, a CartaCapital disponibilizou. Nós também publicamos a matéria. É do Leandro Fortes. abs

    RicardãoCarioca

    06 de abril de 2012 às 20h16

    CartaCapital poderia repetir a reportagem na forma de encarte nas edições seguintes, para os lotes destinados a Goiás, até a quadrilha perder o fôlego e a reportagem atingir todos os leitores.


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