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A mudança de hábito do brasileiro durante o Carnaval


23/02/2012 - 13h45


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57 comentários

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Murdok

25 de fevereiro de 2012 às 09h11

Transmissão das escolas de samba e o programa do faustão parecem a mesma coisa. Só tem artista e jogador de futebol na telinha.
SOCORRO NINGUÉM AGUENTE MAIS GENTE!

Responder

Willian

24 de fevereiro de 2012 às 15h20

Carnaval é tempo de tv paga. Nada melhor para fugir do carnaval. Desconheço quem acompanhe desfile de escola de samba e trio de Salvador. Carnaval ou é ao vivo ou não é.

Responder

César

24 de fevereiro de 2012 às 10h05

Essa noticia se traduz assim: Povo com mais dinheiro , indo pra rua, gastar , ser feliz, em vez de ficar entediado em casa na frente da TV.

Responder

Samyra Lobino

24 de fevereiro de 2012 às 09h37

Agora muito mais pessoas possuem condições financeiras de curtir o carnaval longe da televisão. Reflexo natural devido as circunstâncias sociais do país.

Responder

abolicionista

24 de fevereiro de 2012 às 09h25

Quando ouço a palavra depressão penso imediatamente naquelas madrugadas carnavalescas da rede Grobo. Visão do horror!

Responder

Daniel Campos

24 de fevereiro de 2012 às 09h24

Eu assisti os dois dias de desfiles e vou dar o meu "pitaco"… Eu diria que o problema não é o desfile em si, inclusive muitas escolas fizeram desfiles legais de se assistir.

Não, o problema na verdade SÃO OS MALDITOS "COMENTARISTAS" DA GLOBO FALANDO M**** A CADA DEZ SEGUNDOS DE DESFILE!!!

Sério, me deu vontade algumas vezes de desligar a tv e ir dormir de tanta raiva dos comentários IMBECIS E BOÇAIS dos "comentaristas", e sempre com o volume no talo subjugando o que de fato interessa que é a música do samba sendo apresentado. A cobertura da Globo foi GROTESCA de tão ruim, não me admira que as pessoas desistam de assistir.

Responder

Waldemar Yotoshi

24 de fevereiro de 2012 às 09h13

O Carnaval dda TV se tornou só interesse financeiro. Vocês já observaram que se fala no Carnaval só até a apuração. Depois o assunto morre!

Responder

augusto

24 de fevereiro de 2012 às 09h10

Aquilo que aconteceu com o 'espetáculo' entao exótico-bizarro das hawaianas do Hawai (isso mesmo,revisor)hostesses de frutas e chacoalhando colares tipicos – virou show montado na hora.pra.turista.ver-
ja está acontecendo com nosso carnaval comercial. E não vai dar outra. Mas hoje o processo é mais rapido…

Responder

silvio

24 de fevereiro de 2012 às 08h14

E eu lá nunca assisti desfile de escola de samba!! Mudança de que hábitos caras-pálidas? Esse raciocínio impregnado de que tudo o que acontece em terras sudestinas vale para o Brasil é um pé no saco.

Responder

Polengo

24 de fevereiro de 2012 às 01h34

O que vocês acham melhor:
-Estar na rua e ver o que você quer, ou
-Olhar para a tv e ver o que a globo quer?

Lembrando que na segunda hipótese, você também vai ficar ouvindo o que não quer.

A globo é tão xucra que, acontece um problema com um carro na concentração, eles param de mostrar o desfile, e ficam só em cima do problema. Quem é que gosta do carnaval pra se preocupar com problemas?

Responder

claudio

23 de fevereiro de 2012 às 22h53

Rede Globooooooo!! Se fucked!!!

Responder

    renato

    25 de fevereiro de 2012 às 15h12

    Carnaval só se VÊ na Globo ou do outro lado da corda!. No resto do Brasil e no Mundo, todo mundo está errado, PULAM CARNAVAL

Gerson Carneiro

23 de fevereiro de 2012 às 22h49

Em Salvador também só curte os estrangeiros ou os "paulistas". Baiano de verdade cai fora.
Inda mais depois da declaração idiota do meu ídolo Bell Marques.

<img src=http://acertodecontas.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/bell.jpg>

A corda, Bell !!!

Responder

Paulo Marconi

23 de fevereiro de 2012 às 22h48

Creio que o fator econômico também contribuiu, pois as passoas com emprego podem planejar uma viagem para curtir o feriadão e carnaval, viajando pra praia, pra serra e pro campo, curtino da sua maneira estes preciosos dias de folga ao invés de perdr seu tempo diante da televisão.

Responder

pperez

23 de fevereiro de 2012 às 22h47

A Globo queria fazer do carnaval do Rio e em todo o país, um outro BBB. Se estrepou!

Responder

aurica_sp

23 de fevereiro de 2012 às 22h41

Pra mim não faz a mínima diferença nunca gostei de carnaval….Como dizia Renato Russo em Perfeição " Vamos comemorar como idiotas a cada fevereiro e feriado" ……. e por ai vai!!!!!

Responder

Marat

23 de fevereiro de 2012 às 22h36

Francamente, essa coisa de regularizar a bagunça dá um toque de artificialismo. O carnaval todo sincronizadinho, todo cronometrado é um saco… O povo parece estar se cansando disso, e o natural é voltarmos para os carnavais de rua!

Responder

miguel gouveia

23 de fevereiro de 2012 às 21h56

acho que não foi bem assim não…a queda de 20% no ibope foi registrada APENAS em são paulo…no restante do país houve alta…não foi? deixo claro que curto mais o carnaval de rua do que qq outro, mas a manchete está meio tendenciosa…

Responder

Lizavou

23 de fevereiro de 2012 às 21h55

Eu detesto Carnaval e moro num bairro em que passaram inúmeros blocos. Fiquei anos atrás e agora, esse ano também, emocionada em ver o povo na rua brincando. Às vezes não tive como sair de casa de carro, por causa dos blocos. Nunca vi tanto gringo por aqui treinei até o ingles dano informaçao, rsrsrs. Meu Deus, é só uma vez por ano e é lindo pq é democrático. Fui com as crianças pro Aterro, para brincar, e vi um mar de gente num outro bloco, brincando, se divertindo. Até nisso meu querido Nunca Dantes nos deu sorte, pois acho que foi a estrela dele que ressuscitou o carnaval de verdade.

Responder

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 21h40

Outra coisa, o carnaval baiano é transmitido: Record Internacional, Youtube, Terra, Ig, MSN, Bandfolia, pelas SBT, emissoras locais do NE, smarthphones, Tablets, sites do governo baiano.

Isto gera uma queda visível na soma de todas as transmissões, Azenha.

Responder

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 21h37

Por isto que a Globo criou a pinimba com a Bahia e agora tenta derrubar o carnaval baiano, mas é o contrário disto, para o carnaval carioca sobreviver, vai ter de baianizar a Globo vai ter de se virar em transmitir o carnaval de rua do Rio, pois a Sapucaí tende a cair. A juventude do Rio, dos morros, não cantam samba-enrendo, remetem a repertórios baianos e MPB.

Trio elétrio, guitarra e percussão baianas, são os sucessos dos carnavais. Veremos maracatus, frevos, cordões disto ou daquilo, mas quando vemos o suingue do trio baiano, não tem jeito, é mais contagiante, sofisticado, criativo, inovador, colorido, jovem e bonito. E olha que a cultura baiana não é mostrada na totalidade do carnaval, se mostrassem os blocos afro veriam coisas belas da cultura negra.

Responder

    Varela

    24 de fevereiro de 2012 às 14h32

    Luana, você não conhece o carnaval de rua do Rio de Janeiro, que já é muito superior ao soteropolitanpo. E sem repertórios "baianos".

    Geysa Guimarães

    25 de fevereiro de 2012 às 11h18

    Discordo e conheço os dois.
    Sem "repertórios baianos", não dá pra fazer um bom e atual carnaval.

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 21h34

E tem mais, os artistas baianos, com todas as críticas do carnaval de Salvador por conta dos cordeiros, mas são eles que fazem o carnaval de dezembro a julho em todo o país. As escolas ficam restritas ao carnaval e algumas baterias terem algum tipo de participação, sobretudo no reveillion. Enquanto na Bahia, desde a criação do samba por lá, outros movimentos já surgiram. samba-reggae, axé, ijexá, lambada, arrocha, no Rio, não sai disto, ou seja, em termos de criação, por mais que se elogiem carnavalescos, os membros foram obrigadas a cantar o samba-enredo porque não sabiam mais. A SomLivre já não vende os CDs do samba enredo.

Responder

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 21h30

Uma observação, isto aí não é hábito do brasileiro, mas o carioca que mudou o hábito, penso. Há muito que o Brasil, de Minas para cima, tem o carnaval com trio. Onde persistem escolas de Samba – RJ,SP, ES, MA, SC, nos demais estados, há o carnaval de rua com trio e, além disto, nas capitais nordestinas que não têm carnaval, há o carnaval fora de época e as micaretas por todo o país.
Quem está na Parada Gay, o trio ou a escola de samba? Quem está na Passeata para Jesus, o trio ou a escola de samba? Quem está showmícios, o trio ou a escola de samba?

O trio é mais envolvente, mais empolgante e tem mais participação, alem de atrair muito mais juventude de todas as classes. Entre um abadá ou até mesmo uma pipoca, a escolha por melhor conforto para a folia fica com o trio. Enfim, houve inovação e a escola de samba ficou no mais do mesmo.

Responder

    Varela

    24 de fevereiro de 2012 às 14h34

    Luana, os trios elétricos estão sendo superados pelas manifestações populares genuínas, sem comercialismo. Recife e Rio são bons exemplos.

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 21h04

Ah, não estou dizendo com isto que as escolas de samba não devam existir, mas elas não atraem jovens. Já não atraem jovens da classe média há muito tempo, que preferem o carnaval soteropolitano e, agora, com o carnaval de rua com os minitrios, está atraindo o jovem da própria comunidade da escola. As ruas dos rios estavam cheias de pessoas do subúrbio, da região metropolitana e do morro, tradicionalmente, locais que saem a maioria dos integrantes das escolas de samba.

Todos querendo correr atrás do trio. Eles tiraram a bateria e colocaram em cima do do minitrio e estão tocando tudo, ou seja, estão fazendo o que Recife fez, até chegar ao trio elétrico de verdade e, ao mesmo tempo a negação disto, até que se encontre uma definição para o carnaval como fez Recife. E não tenha como supresa a música baiana ganhar o mercado americano.

Responder

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 20h58

pelo tempo, se sofisticou e é belíssimo não apenas com as estrelas de axé, ainda que a tv ´só mostre isto, mas é o carnaval de bastante diversidade cultural e belo, de uma cultura genuinamente afrobaiana. Há uma coisa também, o samba é baiano e veio para o Rio. Enquanto na Bahia há sempre inovação e criação de estilos, bons ou ruins mas há, no Rio não sai disto. A mesmacoisa de sempre com as fantasias das escolas, algo que não agrada uma geração criada no axé. Ou muda ou acaba, a tendência é o esvaziamento do sambódromo pela nova geração, que se identifica com um carnaval genuinamente baiano. O Rio baianizou-se e a Globo que tenta ferrar a BA, vai continuar se ferrando, aguardem.

Responder

    Geysa Guimarães

    25 de fevereiro de 2012 às 11h22

    Luana:

    Vou contigo atrás do trio elétrico, e temos um companheiro ilustre: Nelson Mota.
    A primeira vez que foi ao carnaval de Salvador, desmanchou-se em elogios aos "cem tipos de ritmos que são executados lá", enquanto no Rio, apenas um, o de samba-enredo.
    E Nelson Mota, creio eu, é carioca. (se não for, parece).

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 20h55

No Rio, a está a mesma coisa, minitrios, que aqui chamam de trios elétricos, mas que na BA, chamam de minitrios e que políticos usam para fazerem passeatas, são usados pelos blocos aqui no Rio e o povo vai atrás. Me digam a verdade, quem o adolescente que sabe cantar samba enredo hoje? Nenhum, não adiantou proibir, vão atrás do minitrio, do Affroreggae que é uma cópia do Olodum, inclusive teve aula com eles, do Monobloco que é uma cópia da Timbalada. E vão e imitam à Bahia em tudo, num repertório diversificado. Falam do abadá, mas o blocos daqui usam. É aquela coisa, quem bota defeito quer comprar. O fato é que, carnaval de rua da Bahia,

Responder

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 20h53

Há bastante tempo que há a baianização do carnaval no país. Ninguém canta mais samba-enredo, a música do carnaval, há mais de quinze anos, tem sido músicas bobas da axé. Este ano, com Magary Lord que a coisa deixou de ser boba, mas quem faz a festa, o carnaval de rua no país, são os trios.

O curioso é que, em Recife, foi proibido trio, depois tocar axé, quando viu que não tinha jeito, trouxeram a orquestra de frevo para o trio e o povo vai atrás. O axé já se canta e Recife adota, agora o carnaval multicultural.

Responder

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 20h50

Outra coisa, no próximo ano cairá mais e não tenham como surpesa, dentro de cinco anos, trios elétricos de verdade em na Rio Branco,Copabacabana e Ipanema. Quero ver a cara da Globo que trabalha para ferrar a BAhia e ter de transmitir, se quiser sobreviver, o carnaval de rua do Rio com trio elétrico.

Aguardem trio em SP também.

Responder

    Varela

    24 de fevereiro de 2012 às 14h38

    Luana, espero que a Globo não caia na asneira de transmitir carnaval de trio. Já basta a tortura imposta pela Band e pelo SBT aos seus telespectadores, apesar do traço de audiência (traço=0). Aliás, não sei para que transmitir carnaval na TV. Quem quer participar vai para a rua, não fica em casa vendo TV.

Luana

23 de fevereiro de 2012 às 20h48

Ué já não atrai há muito tempo. O Rio está passando pela baianização de seu carnaval. Como diria Caetano, atrás do Trio Elétrico só não vai quem já morreu. Há tempos que digo que os desfiles das escolas de samba só passam da ponte porque a Globo mostra. O Rio está cheio de MiniTrio, mas, como sempre, nega a baianização.
Estão mais preocupados em dizer que no carnaval deles teve mais gente do que na Bahia. Enquanto na Bahia, há mais de dois milhões por dia, eles colocam dois milhões durante a folia para os baianos. Aliás, a Globo chegou a dizer que o carnaval de SSA cabia dentro do bola preta. Inveja é fogo. Nega e imita ao mesmo tempo.

Responder

Raimundo Júnior

23 de fevereiro de 2012 às 20h40

O repórter Raimundo José, da Globo, foi chamado ao vivo, em pleno desfile das escolas de samba do Rio para comentar o carnaval pernambucano, e entrou com essa: o carnaval de rua é o verdadeiro carnaval.

É isso aí Raimundo José vc deu um tapa de pelica na sua emissora.

Responder

Glecio_Tavares

23 de fevereiro de 2012 às 20h06

Tudo que a globo põe a mão vira mer… Verdadeiro toque de Midas.
Depois das declarações durante os desfiles de São Paulo, tratando o desfile da Gaviões como coisa menor por homenagear o maior presidente do Brasil, o que a globo esperava? O povo não é bobo. Eu sou corintiano, não sou da gaviões e não assisto desfiles de escolas de samba. Alias, acho que misturar torcida com escola de samba, apenas leva a violencia dos estádios ao carnaval.

Responder

    Marcelo de Matos

    23 de fevereiro de 2012 às 20h53

    Você tem razão: proibindo as torcidas organizadas de participarem dos desfiles a violência poderia diminuir. Poderia, disse, porque a violência nas escolas (do ensino público) ou nas escolas de samba tem a mesma origem: a ignorância, a marginalização, etc. A gente fala em "violência no trânsito", "educação no trânsito", mas, educação tem de ser em todo lugar. Seja nas escolas (inclusive as de samba), no trânsito, nas ruas e avenidas, como a Paulista, palco de atos de violência homofóbica, etc, etc.

Eugênio

23 de fevereiro de 2012 às 18h49

Viva o Carnaval de RUA do Rio de Janeiro!!!!!!

Viva o Carnaval de RUA do Recife e Olinda!!!!!!

Carnaval sem CAMAROTE e ABADÁ já!!!!!!

Responder

Fabio

23 de fevereiro de 2012 às 18h36

Viva o Carnaval de rua, só se for do Rio para cima, porque paulista se pudesse enterrava o Carnaval , Imagina tem que trabalhar.

Responder

    Waldemar Yotoshi

    24 de fevereiro de 2012 às 09h09

    Só mesmo quem não observou é que não viu os milhares de Paulistanos parados nos Pedágios e a demora de uma viagem que gasta no máximo uma hora e demorar quatro pra sair de S.Paulo e chegar em Santos!
    Isto quer dizer que? O Paulistano quer mesmo é sossego. Prefere o Litoral, curtir uma Praia, Campo, Camping do que esta bagunça que se chama Carnaval.
    O ano que vem será muito pior!
    Carnaval quem gosta é gringo e a Globo que fatura!

Marcelo de Matos

23 de fevereiro de 2012 às 17h49

Em matéria de carnaval ainda temos de tirar o chapéu para os cariocas. De Sampa para o sul do país o carnaval é bem complicado. Houve confrontos com a polícia em Curitiba, Sampa, Santos, São Vicente e Sorocaba. Folião, por aqui, não é bem o caso daquela pessoa que curte carnaval. O que está em questão é mais o vandalismo. Já disseram que em Sampa só tem bloco de concreto, cordão de isolamento e serpentina de fogão à lenha (para aquecer a água). Pode ser. Se você vir por aqui gases na atmosfera pode não se tratar de efeitos especiais, muitas vezes obtido pelo chamado “gelo seco”. O que rola, mesmo, é bala de borracha, gás de pimenta, lacrimogêneo e bombas de efeito moral.

Responder

Alexandre Felix

23 de fevereiro de 2012 às 17h30

Acho que a culpe é daquelas camisas ridículas que os jornalistas são obrigados a usar…aquilo agride os olhos e o bom gosto…

Responder

Fuleiro

23 de fevereiro de 2012 às 16h06

Recado para a Globo: ninguém aguenta mais tanto silicone.

Responder

Fuleiro

23 de fevereiro de 2012 às 15h54

Ecos do Carnaval

Susana Vieira diz que se acha muito parecida com Jennifer Lopez

DE SÃO PAULO

No dia em que a cantora Jennifer Lopez, 42, circulou na Sapucaí, no Rio, a atriz Susana Vieira, 69, comentou: "Ela é linda! Até porque me acho muuuito parecida com ela".

E eu tenho 60, mas sou a cara do Alain Delon quando ele tinha 24.

Responder

Alício

23 de fevereiro de 2012 às 14h40

Carnaval é em Salvador. Com os grandes astros da música brasileira levando a tiracolo Sharon Stone e outras celebridades do mundo afora.

Responder

Luiz Pereira

23 de fevereiro de 2012 às 15h29

Simples. O Carnaval de rua no Rio ficou morto por muito tempo, talvez por causa da violência, da falta de segurança, da crise econômica, ou tudo isso junto. Tudo que havia era o desfile das escolas e os bailes em clubes (a maioria sem graça). Ocorre que de uns 5 anos o para cá o Carnaval de rua do Rio voltou com força total e fica melhor a cada ano. Blocos superanimados e espalhados por toda a cidade atraem milhões de cariocas e turistas estrangeiros. Detalhe: sem "abadá", sem cordão de isolamento, tudo livre. Isso faz com que grande parte das pessoas se sintam atraídas a ir para a rua festejar ao invés de ficar em casa vendo desfile pela TV. E um número cada vez maior de cariocas que antes viajava para Salvador ou Recife, agora prefere ficar no Rio mesmo, pois se divertem da mesma maneira~sem gastar tanto.

Responder

    Guanabara

    23 de fevereiro de 2012 às 21h48

    Ôôôôôôôôôôôô…….

    Rio é melhor que Salvadoor……..

    Rio é melhor que Salvadoor……..

    Rio é melhor que Salvadoor……..ôôôôôôôôÔ…

    rs

O_Brasileiro

23 de fevereiro de 2012 às 15h21

Os "especialistas" (a Globo adora "especialistas"! É 1 hora de notícias para 3 horas de opinião!) poderão argumentar:
– o povo está com dinheiro no bolso e quer se divertir fora de casa, como muitos já disseram;
– a transmissão é sem graça, como outros disseram;
– o aumento do conservadorismo entre os brasileiros faz com que evitem a festa popular, associada a orgias e excesso de consumo de álcool;
– os desfiles de escolas de samba se tornaram muito repetitivos e, consequentemente, monótonos, com sambas que não caem na boca do povo! Nessas escolas de samba se tornou mais importante vencer do que se divertir. E quem vai ficar na frente da televisão vendo soldadinhos cumprindo "script"? O povo quer ver é alegria de verdade!
Nos carnavais de antigamente, as pessoas iam pra avenida se divertir. Hoje em dia é artificial, parte de uma competição.

Responder

Ulisses

23 de fevereiro de 2012 às 14h19

Agora o povo tem mais dinheiro! O Brasil mudou socialmente. Pode escolher em ver tv a cabo, internet ou mesmo sair para se divertir no carnaval. Só mané ou ainda não em condição social melhor para ficar vendo aquela coisa coisa ridícula pela TV. Mas a Dilma vai terminar a obra do Lula e a pobreza vai ser erradicada do Brasil!

Responder

simão, o simio

23 de fevereiro de 2012 às 15h14

o interesse por carnaval, ao vivo ou na tv, so indica insensatez, frivolidade, superficialidade, inconsequencia, falta de valores, burrice, ignorancia e cabeça de mingau..opssssss…isso é a propria definição de brasileiro.

Responder

Ceiça Araújo

23 de fevereiro de 2012 às 14h56

Sigam o exemplo de Pernambuco: povo nas ruas, à vontade, brincando, sorrindo, celebrando a alegria e a cultura de sua terra. Isso é que é Carnaval!

Responder

Davi Lemos

23 de fevereiro de 2012 às 14h43

Acho que o problema não é o carnaval do Rio. O caso é que as pessoas estão se dando conta de que assistir carnaval pela TV é a maior depressão.

Responder

Rasec

23 de fevereiro de 2012 às 14h40

E eles põem comentaristas que nada entendem de carnaval! Os caras narram coisas que você está vendo na tela naquele momento. É, muitas vezes, uma simples narrativa, que nem deixa você ouvir direito o samba-enredo, nem traz informações valiosas sobre a escola, seu enredo, suas fantasias…
Falta carnavalesco na transmissão do carnaval!

Responder

Fernando

23 de fevereiro de 2012 às 14h40

É melhor tá na rua paquerando que sentado na frente da tevê.

Responder

Eduardo Di Lascio

23 de fevereiro de 2012 às 13h16

Tem a concorrência da internet que tb tira muita audiência da tv.

Responder

Guilherme & Tunico

23 de fevereiro de 2012 às 14h00

Duas são as explicações possíveis no caso: a primeira uma migração de audiências simples entre as emissoras; a segunda, mais promissora, é que as pessoas ao invés de ver pela televisão foram é pular. Não tem problema, o carnaval NÂO é a transmissão de tv do mesmo! Mais ainda, como já disse o Rappa, "o curral do samba é a passarela".
Texto sentido sobre o assunto: http://cumachama.wordpress.com/2012/02/22/o-carna

Responder

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