VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Souto Maior: Quem é ninguém? O que é a lei? Qual é a verdade?


01/11/2011 - 15h03

por Jorge Luiz Souto Maior, no site do DCEUSP, sugestão de Franco Atirador

Para deslegitimar o ato de estudantes da USP, que se postaram contra a presença da polícia militar no campus universitário, o governador Geraldo Alckmin sentenciou: “Ninguém está acima da lei”, sugerindo que o ato dos estudantes seria fruto de uma tentativa de obter uma situação especial perante outros cidadãos pelo fato de serem estudantes. Aliás, na sequência, os debates na mídia se voltaram para este aspecto, sendo os estudantes acusados de estarem pretendendo se alijar do império da lei, que a todos atingem.

Muito precisa ser dito a respeito, no entanto.

Em primeiro lugar, a expressão, “Ninguém está acima da lei”, traduz um preceito republicano, pelo qual, historicamente, se fixou a conquista de que o poder pertence ao povo e que, portanto, o governante não detém o poder por si, mas em nome do povo, exercendo-o nos limites por leis, democraticamente, estatuídas. O “Ninguém está acima da lei” é uma conquista do povo em face dos governos autoritários. O “ninguém” da expressão, por conseguinte, é o governante, jamais o povo. Claro que nenhum do povo está acima da lei, mas a expressão não se destina a essa obviedade e sim a consignar algo mais relevante, advindo da luta republicana, isto é, do povo, para evitar a deturpação do poder.

Nesse sentido, não é dado ao governante usar o preceito contra atos de manifestação popular, pois é desses atos que se constroem, democraticamente, os valores que vão se expressar nas leis que limitarão, na sequencia, os atos dos governantes.

Dito de forma mais clara, a utilização do argumento da lei contra os atos populares é um ato anti-republicano, que favorece o disfarce do império da lei, ao desmonte da contestação popular aos valores que estejam abarcados em determinadas leis.

Foi isso, aliás, que se viu recentemente em torno do direito das pessoas se manifestarem, de forma organizada e pacífica, contra a lei que criminaliza o uso da maconha. Todos estão sob o império da lei, mas não pode haver obstáculos institucionalizados para a discussão pública da necessidade ou não de sua alteração.

A lei, portanto, não é ato de poder, não pertence ao governante. A lei deve ser fruto da vontade popular, fixada a partir de experiências democráticas, que tanto se estabelecem pelo meio institucionalizado da representação parlamentar quanto pelo livre pensar e pelas manifestações públicas espontâneas.

E, ademais, qual é a verdade da situação? A grande verdade é que os alunos da USP não estão querendo um tratamento especial diante da lei. Não estão pretendendo uma espécie da vácuo legal, para benefício pessoal. Para ser completamente, claro, não estão querendo fumar maconha no Campus sem serem incomodados pela lei. Querem, isto sim, manifestar, democraticamente, sua contrariedade à presença da PM no Campus universitário, não pelo fato de que a presença da polícia lhes obsta a prática de atos ilícitos, mas porque o ambiente escolar não é, por si, um caso de polícia.

Querem pôr em discussão, ademais, a legitimidade da autorização, dada pela atual Direção da Universidade, em permitir essa presença.

A questão da legitimidade trata-se de outro preceito relevante do Estado de Direito, pois a norma legal, para ser eficaz, precisa ser fixada por quem, efetivamente, tem o poder institucionalizado, pela própria ordem jurídica, para poder fazê-lo e, ainda, exercer esse poder em nome dos preceitos maiores da razão democrática.

Vejamos, alguém pode estar questionando o direito dos alunos de estarem ocupando o prédio da Administração da FFLCH, sob o argumento de que não estão, pela lei, autorizados a tanto. Imaginemos, no entanto, que a Direção da Unidade, tivesse concedido essa autorização. A questão, então, seria saber se quem deu autorização tinha a legitimidade para tanto e mais se os propósitos da autorização estavam, ou não, em conformidade com os preceitos jurídicos voltados à Administração Pública.

Pois bem, o que os alunos querem é discutir se a autorização para a Polícia Militar ocupar os espaços da Universidade foi legítima e quais os propósitos dessa autorização. Diz-se que a presença da Polícia Militar se deu para impedir furtos e, até, assassinatos, o que, infelizmente, foi refletido em fatos recentes no local. Mas, para bem além disso, a presença da Polícia Militar tem servido para inibir os atos democráticos de manifestação, que, ademais, são comuns em ambientes acadêmicos, envoltos em debates políticos e reivindicações estudantis e trabalhistas. Uma Universidade é, antes, um local experimental de manifestações livres de ideias, instrumentalizadas por atos políticos, para que as leis, que servirão à limitação dos atos dos nossos governantes, possam ser analisadas criticamente e aprimoradas por intermédio de práticas verdadeiramente democráticas.

A presença ostensiva da Polícia Militar causa constrangimentos a essas práticas, como, aliás, se verificou, recentemente, com a condução de vários servidores da Universidade à Delegacia de Polícia, em razão da realização de um ato de paralisação de natureza reivindicatória, o que lhes gerou, dentro da lógica de terror instaurada, a abertura de um Inquérito Administrativo que tem por propósito impingir-lhes a pena da perda do emprego por justa causa.

Dir-se-á que no evento que deu origem à manifestação dos alunos houve, de fato, a constatação da prática de um ilícito e que isso justificaria o ato policial. Mas, quantas não foram as abordagens que não geraram a mesma constatação? De todo modo, a questão é que os fins não justificam os meios ainda mais quando os fins vão muito além do que, simplesmente, evitar a prática de furtos, roubos, assassinatos e consumo de drogas no âmbito da Universidade, como se tem verificado em concreto.

Há um enorme “déficit” democrático na Universidade de São Paulo que de um tempo pra cá a comunidade acadêmica, integrada por professores, alunos e servidores, tem pretendido pôr em debate e foi, exatamente, esse avanço dessa experiência reivindicatória que motivou, em ato de represália, patrocinado pelo atual reitor, o advento da polícia militar no campus, sob a falácia da proteção da ordem jurídica.

A ocupação da Administração da FFLCH pelos alunos, ocorrida desde a última quinta-feira, não é um ato isolado, advindo de um fato determinado, fruto da busca frívola de se “fumar maconha” impunemente no campus. Fosse somente isso, o fato não merecia tanta repercussão. Trata-se, isso sim, do fruto da acumulação de experiências democráticas que se vêm intensificando no âmbito da Universidade desde 2005, embora convivendo, é verdade, com o trágico efeito do aumento das estratégias repressoras. Neste instante, o que deve impulsionar a todos, portanto, é a defesa da preservação dos mecanismos de diálogo e das práticas democráticas. Os alunos, ademais, ainda que o ato tenha tido um estopim, estão sendo objetivos em suas reivindicações: contra a precarização dos direitos dos trabalhadores; contra a privatização do ensino público; contra as estruturas de poder arcaicas e autoritárias da Universidade, regrada, ainda, por preceitos fixados na época da ditadura militar; pela realização de uma estatuinte; e contra a presença da Polícia Militar no Campus, que representa uma forma de opressão ao debate.

O ato dos alunos, portanto, é legítimo porque seus objetivos estão em perfeita harmonia com os objetivos traçados pela Constituição da República Federativa do Brasil, que institucionalizou um Estado Democrático de Direito Social e o fato de estarem ocupando um espaço público para tanto serve como demonstração da própria origem do conflito: a falta de espaços institucionalizados para o debate que querem travar.

A ocupação não é ato de delinquência, trata-se, meramente, da forma encontrada pelos alunos para expressar publicamente o conflito que existe entre os que querem democratizar a Universidade e os que se opõem a isso em nome de interesses que não precisam revelar quando se ancoram na cômoda defesa da “lei”.

Jorge Luiz Souto Maior é  professor  livre-docente da Faculdade de Direito da USP

Leia também:

PM na USP: Reitoria afirma que funcionários concordaram, eles negam

Gerson Carneiro: Praga de urubu não pega

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O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



85 comentários

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cronopio

14 de novembro de 2011 às 11h11

O Ministério Púbico de São Paulo abriu mega-investigação contra a Reitoria da USP, acusada de eventual “violação aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, burla ao acesso de cargo mediante concurso público, lesão aos cofres públicos e improbidade administrativa”. O principal investigado é o advogado João Grandino Rodas, atual reitor da USP, e um dos braços-direitos de Geraldo Alckmin e José Serra. A investigação é tocada pelo promotor de Justiça Valter Foleto Santin, da Promotoria do Patrimônio Público e Social do Ministério Público Estadual. O caso, mantido em sigilo, leva o registro de “Inquérito Civil 088/2011”.

Responder

ESTER PHELIPE

10 de novembro de 2011 às 15h52

Pessoal, nós não podemos mudar o mundo, nós só podemos mudar a nós mesmos. Todos os comentários postados aqui evidenciam o quanto a sociedade moderna está distante de equacionar e solucionar seus problemas. Cada um defende sua posição, sem, ao menos, respeitar a posição alheia. Em uma democracia, mesmo que a maioria seja "burra", ela deve vencer. Não poderia ser diferente na USP, sob pena de invalidar a brava luta da MAIORIA dos estudantes que por ali passaram durante todos estes anos. A presença da polícia, em princípio, não representa represália aos pensadores que ali se encontram. Ela apenas representa o Estado em legítimo exercício de suas atividades, qual seja, a de dar segurança à população. Antigamente, a luta dos estudantes era justamente a "LEGITIMAÇÃO DE UM ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO", e agora que o temos, os estudantes voltaram no tempo??? Não entendi. Desculpem a ignorância.

Responder

Souto Maior: Intransigência da Reitoria da USP em dialogar pode produzir um verdadeiro massacre | Viomundo - O que você não vê na mídia

06 de novembro de 2011 às 01h19

[…] Souto Maior: Quem é ninguém? O que é a lei? Qual é a verdade? Sobre Alckmin sentenciar que “ninguém está acima da lei”, para deslegitimar ato de alunos da USP […]

Responder

Julio/Contagem-MG

05 de novembro de 2011 às 10h42

Aqui das minas gerais, baseado nas desinformações do PIG, temos a impressão, que a presença da
PM, no campus da USP, é para reprimir que os estudantes fumem maconha e que estes sejam con
duzidos para uma delegacia, pelo menos é o que o PIG, está insinuando para o restante do país.To
davia se a nobre presença da PM, for por este motivo, por que não, ocupar a cracolandia de saint paul,
e levar tambem os viciados.

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Romero

02 de novembro de 2011 às 01h24

Enquanto todo mundo quer mais polícia e mais justiça, alguns estudantes da USP querem a PM longe? Para mim, quem não quer a presença da polícia, está fazendo ou pretende fazer alguma coisa fora da lei.

Responder

Fabio SP

02 de novembro de 2011 às 00h16

Será que os bardeneiros aceitam a maioria?

01/11/2011 – 23h04
Após assembleia, estudantes decidem desocupar USP

Por 559 votos favoráveis, a assembleia dos estudantes da USP decidiu que os alunos devem desocupar um dos prédios da FFLCH (Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas). Foram 458 votos contrários à saída.

Responder

Avelino

01 de novembro de 2011 às 22h32

Caro Azenha
Pelamordedeus, quequissominhagente, esse papo do Alckmin é para esconder o desmanche que ele está fazendo e usando a maconha como pano de fundo.
Se ele quiser de maconha que vá em qualquer uma das 5000 escolas estaduais.
Esse assunto é perseguição seletiva contra os uspinianos em sua luta.
Saudações

Responder

Carolina

01 de novembro de 2011 às 21h59

Sempre tem uns caras que aparecem demonstrando ou que não entenderam NADA do texto, ou nem sequer leram algo. E era bom uns deles voltarem pra universidade, ou pelo menos lerem uns livros, de Sociologia, Ciências Políticas, porque é cada coisa que acabo lendo que mesmo tendo dezessete anos, não sabendo nada de física quântica e tendo fumado maconha percebo o absurdo que escrevem. O trabalhador da esquerda fuma maconha, não produz nada, é a minoria e ainda quer dividir uma empresa que não produz, porque é ele o dono dos meios de produção (ironia, ok?). O "EUNÃOSABIA" mostra que continua não sabendo de nada…

Responder

    Carolina

    01 de novembro de 2011 às 22h09

    quis dizer "riqueza" que não produz, e não "empresa". Vai ver é a maconha, né.

eusabia

01 de novembro de 2011 às 21h32

Tem que liberar a maconha. Acabou a discussão. O FHC fumou e não tragou? Então ele fumou e o eunãosabia tragou e endoidou geral e não quer nem que os filhos fumem. O cara é egoísta. Só prá ele.

Responder

Maria Jose

01 de novembro de 2011 às 21h12 Responder

FrancoAtirador

01 de novembro de 2011 às 20h24

.
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Se os militantes do PSDB, do DEM e do PSDemB de São Paulo

são todos como esses TROLLs que infestam o Viomundo

realmente eles não têm a mínima ideia do que seja Democracia.
.
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Responder

Vlad

01 de novembro de 2011 às 20h15

Propuseram plebiscito na USP para ver se qurem ou não a presença da PM.
Creio que não é a mlehor opção, pois a maioria é alienada e não tem condições de entender a complexidade do pobrema, enquanto questã política.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Xeque-mate.

Responder

edv

01 de novembro de 2011 às 19h44

Geraldo está "certo" em dizer: "ninguém está acima da lei"…
Só esqueceu de complementar: LA LOI, C'EST MOI !

Responder

Fabio_Passos

01 de novembro de 2011 às 19h28

Alckmin e a quadrilha do psdb paulista devem explicações sobre o acordo que fizeram com o crime organizado (pcc) e sobre o extermínio de jovens pobres que promoveram em 2006.

É… ninguém deveria estar acima da lei.
Muito menos uma gangue de fascistas canalhas que só permanecem impunes porque contam com o apoio da pior "elite" do mundo e da mídia-corrupta.

[youtube vsRynm18_Eg http://www.youtube.com/watch?v=vsRynm18_Eg youtube]

Responder

junior

01 de novembro de 2011 às 19h14

xiiiii

Responder

Cibele

01 de novembro de 2011 às 18h37

Concordo em parte, devemos protestar sim, é direito do cidadão, mas não dessa maneira. Perderam o direito a hora que acenderam o baseado. Temos que protestar, mas de uma maneira inteligente e limpa. É a mesma coisa de querer impor respeito com violência, respeito é conquista e não imposição. Tá na hora, aliás, já passou da hora do brasileiro aprender a diferença entre protesto e "baderna", não é igualando a eles que conseguiremos algo. Prontofalei!!!!!

Responder

    Cláudia M.

    01 de novembro de 2011 às 19h14

    E quem disse pra você que os estudantes da USP não estavam protestando, mas "badernando"? Você tem o histórico do episódio? Estava lá quando a PM invadiu o prédio da Sociais? Soube que os policiais passaram o dia "enquadrando" os estudantes quando eles saíam da biblioteca? Tem ideia do que seja verdade ou manipulação neste caso? Pertenço à comunidade uspiana, não fumo maconha e NÃO QUERO a PM na universidade. PRONTOFALEI!!! ____A inversão neste caso é tão grande que, ao invés de protestarem contra o fato de haver um destacamento policial especialmente pra proteger "aos filhinhos de papai que estudam na USP", quando uma cidade inteira está à mercê, todo mundo fica indignado com o fato destes mesmos estudantes dispensarem tal proteção. Haja idiotia!!!

    Zé Bolinha de Papel

    02 de novembro de 2011 às 19h39

    Em partes: esse papo de "comunidade uspiana" é jargão para aplacar diferenças internas, entre indivíduos e grupos, incluindo as panelinhas acadêmicas, que conheço muito bem, pois estudei ali. "Diversidade" também é uma palavra maravilhosa na boca das mentes pensantes em que, analisado com muito cuidado, não se salva nem direita e nem "esquerda", incluindo muitos grupos de "direitos", completamente reformistas e os quais não nutro nenhuma consideração, sobretudo quando circulam entre camarilhas acadêmicas ou usam a opressão que os OUTROS sofrem para conquistar cargos e posições. Os "ricos" ostentam carros, outros, o que podem ter… Opinar desse modo é ser condenado à execração pública, pois parece que cada um tem uma zona de conforto, tem certos tabus, não se gosta de mexer neles; é como ler o Sartre existencialista, mas pouco do Sartre da "Crítica da Razão Dialética" – lembra-se daquele e "esquece-se" o deste.

    À LUZ DAS CIRCUNSTÂNCIAS DE PERSEGUIÇÃO que se vive na USP, o que mais os estudantes deveriam ter feito DESDE 2007 (!) é ter pensado a questão da segurança , ter se organizado de modo consistente e, inclusive, ter "segurando a onda" na provocação sofrida (um pouco de estratégia não faz mal a ninguém). Os policiais passaram o dia enquadrando? Onde estavam os CAs? Que se parassem as aulas e se chamasse uma assembleia! Quando se tem organização e planejamento (é difícil pensar nisso?), pode-se, inclusive, prever situações futuras. Depois, falam, de forma contraditória, em alienação, "ausência de memória", "História de resistência"… Os alunos não dispensam tal proteção: e os casos de estupro? Foi no período em que isto aconteceu que se pensou na "PM no campus". E o assassinato do aluno? Os representantes do estudantado têm alguma proposta consistente de segurança para o Campus? Muito humildemente, caso alguém conheça, indique-me, pois eu procurei e não encontrei. E não acredito em uma palavra que o DCE da USP fala ("temos proposta"), pois nenhuma se baseia em fatos. Acho até que falar do conflito da Maria Antonia é uma maneira de se valorizar a partir do passado do que ver a humilhante situação do presente. Se o DCE não pode passar por crítica, beleza: deixe-se tudo como está e vai culpando o outro, que é mais organizado, melhor equipado e que fica rindo da soberba do oponente, um mendigo que pensa que é rei.

    Desculpe, mas na USP tem muita vista grossa e corrupção. Por exemplo, na época em que estudei ali (e não faz muito), alunos mantinham tráfico no Crusp. E a Coseas só pegava peixe pequeno, gente que não cumpria créditos e essas coisas para mandar a segurança tirar estudante. E aquele caso em que uma professora da Filosofia ficou "emburrada" por causa de uma crítica que recebeu de um livro que publicou e não queria que um professor fosse aprovado em concurso (justamente aquele que escreveu a crítica)? Bem que tentou mexer os pauzinhos… Em concurso público para não docentes, então, nem se fala: concurso viciado, pronto para filha de professor de uma Unidade levar (mas não teve competência e currículo o suficiente, dançou, patricinha desonesta!), funcionário que conhece o gabarito dias antes de acontecer a prova e comenta com os colegas "está fácil". Tem o caso de um professor de inglês da ECA que atribuiu nota semestral a alguns alunos, pois o Departamento de Biblioteconomia é tão desorganizado que não informam a respeito das aulas que serão ou não dadas ou mesmo não colocam um medíocre papel no mural da Graduação para informar a respeito da mudança de sala em que será ministrada a avaliação! Violência se expressa de várias formas e algumas são tão fortes que se esquece, inclusive, que as vítimas podem ser violadoras também… mas não generalizo.

    Na "histórica" greve de alunos da FFLCH, os alunos foram TRAÍDOS por um grupelho que, depois disso, instalou-se no DCE e, finalmente, alçou voo acadêmico. Essa greve virou livro, artigo e o escambau, mas não trouxe nenhuma experiência. E depois, leem Walter Benjamin e acham tudo ótimo!

    Cada vez que penso naquilo que aconteceu na USP com aquilo que conheço, dou um bom título (já conhecido), "Notícias de uma Guerra Particular". Tem gente honesta e boa? Claro! Mas a realidade uspiana é muito vasta e a PM no campus é mais uma de suas contradições. Nutrir indiferença em relação àquilo que aconteceu, bem como dizer "bem feito, playboy vacilão" (como eu ouvi no metrô de dois rapazes conversando sobre os alunos detidos) é resultado de uma sociedade injusta e desigual, em que as relações de poder, de micropoderes sobretudo, em que cada um procura ampliar o seu ou do seu grupo em detrimento do outro.

eduardo di lascio

01 de novembro de 2011 às 18h15

Eu acho o Azenha muito bacana, mas o conteúdo do blog tem caído demais, assim como os comentários totalmente tendenciosos da grande maioria dos participantes, que tentam politizar absolutamente tudo de forma infantilóide. À polícia não cabe interpretar a lei a aplicá-la conforme o seu gosto. Se tem gente fumando maconha, tem que levar para a delegacia e ponto final. Ridículo é usar esse episódio patético para glorificar essas pessoas medíocres como estudantes rebeldes, legítimos herdeiros da geração de 68.

Responder

    Cláudia M.

    01 de novembro de 2011 às 19h03

    Ridículo é uma universidade ser ocupada por policiais militares. E patéticos são os conservadores e reacionários, como você. O mundo é mesmo um lugar sombrio!!!

    eduardo di lascio

    02 de novembro de 2011 às 00h12

    Você me conhece para saber se eu sou reacionário e conservador? Com base em quê vc se arvora de poder fazer um juízo sobre o meu caráter? Você sabe em quem eu voto? Você conhece as minhas posturas cotidianas? Você pode falar sobre o meu post, mas se vc acha que me conhece, fique com as suas convicções maniqueístas e simplórias.

    Cláudia M.

    02 de novembro de 2011 às 11h26

    Não importa em quem você votou. À esquerda, tanto quanto à direita, há conservadores/conservadoras para todos os gostos: machistas, sexistas, moralistas, racistas… tem até, e muito, preconceito de classe.
    E sim, por óbvio, eu estava me referindo ao seu post, que em cinco linhas condensou todo o tipo de convicções maniqueístas e simplórias que você reputa a mim.

    Pedro

    02 de novembro de 2011 às 13h14

    Concordo com vc, a policia somente cumpriu seu papel. Os estudantes(?) é que começaram a baderna. Eu tava lá e posso confirmar isso.

Gerson Carneiro

01 de novembro de 2011 às 18h14

Pára tudo. Uma pausa para ouvir o agradecimento do Barba ao nosso apoio. Nós vamos vencer.

[youtube fYRizGM1ajc&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=fYRizGM1ajc&feature=player_embedded youtube]

Vídeo: Ricardo Stuckert/Instituto Lula.

Responder

Cláudia M.

01 de novembro de 2011 às 17h35

Vamos ver se os zumbis que estão patrocinando a patética repressão na universidade têm coragem de enfrentar a Sanfran, onde, a propósito, o déspota do Rodas foi declarado persona non grata.

Responder

LUCAS

01 de novembro de 2011 às 17h33

BRASIL ULTRAPASSARÁ REINO UNIDO E SERÁ 6ª MAIOR ECONOMIA DO MUNDO http://desatualidadescronicas.blogspot.com/2011/1

Responder

Eduardo Lima

01 de novembro de 2011 às 17h26

O governo dos Estados Unidos cortou o repasse de fundos para a UNESCO, em retaliação à decisão da UNESCO de aceitar a Palestina como membro pleno.

Está provado que Israel manda nos Estados Unidos.

Para o governo dos EUA, os interesses de Israel estão acima da preservação do patrimônio histórico e cultural da humanidade.

Responder

    Fabio_Passos

    01 de novembro de 2011 às 19h38

    Os eua apoiaram os racistas da áfrica do sul por muito tempo.
    Não é surpresa o incondicional apoio ianque aos racistas israelenses.

mello

01 de novembro de 2011 às 17h24

Ninguém está acima da lei…..mesmo os frequentadores das cracolândias??

Responder

FrancoAtirador

01 de novembro de 2011 às 17h15

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LÍDER COMUNITÁRIA CONFIRMA VENDA DE EMENDAS POR DEPUTADOS ESTADUAIS DE SÃO PAULO

A líder comunitária Tereza Barbosa disse, em entrevista à Rede Brasil Atual, que o esquema de vendas de emendas orçamentárias pode ter a participação de quase metade dos parlamentares da Assembleia Legislativa de São Paulo. O primeiro denunciante da prática, deputado Roque Barbiere (PTB, partido que integra a base aliada do governo Alckmin), havia mencionado envolvimento de "25% a 30%" dos deputados estaduais.

“O Roque Barbiere falou a verdade, ele não mentiu não. Eu só acho que a porcentagem é maior do que ele falou. Eu colocaria em uns 40% a 45% os deputados que vendem emenda”, a líder comunitária, que afirma ter conversado diretamente com três parlamentares. "O resto foi tudo com assessor", explicou, recusando-se a citar nomes..

A venda envolve repasses a outras organizações. "O deputado ou o assessor fala que quer 40% para outra entidade que não possui documentação, mas que ele gostaria de ajudar. Ele vem assim mesmo, querendo sensibilizar", disse.

Mas na prática, segundo Teresinha, o repasse do recurso é feito diretamente entre parlamentar e empresa contratada para realizar determinada obra ou serviço. "Por isso a gente vê a toda hora essas obras mal feitas. Uma vez fui reclamar para uma construtora da Cidade Ademar e ele (empreiteiro) me falou: 'Senhora, a gente não pode fazer nada com material de primeira, porque a gente tem de devolver o dinheiro que chega para a gente", disse.

A opção por não revelar os nome dos deputados de quem teria recebido pedidos de desvio de verbas é justificada por temor de retaliações. Dona Terezinha qualifica os participantes do esquema como "gente muito perigosa".

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/

Responder

Julio Silveira

01 de novembro de 2011 às 17h13

A composição do professor é perfeita. Demonstrou com aptdão o que separa os bucefalos dos cidadãos.
A ignorancia sobre essas diferenças é que fazem com que muitos de nossa gente engula a violencia perpetrada em nome do tal "imperio da Lei", mas um império que quase de costume serve apenas para enquadrar somente o cidadão. Essa postura do governador, de professoral ignorancia, deveria, para ser justa, ser utilizada numa descompostura publica ao senador pelo seu partido. Que hipocritamente defende leis que não gosta de cumprir, e tem a pretenção de nos governar. Esse, assim como o proprio governador só transitam em governos por conta de uma cidadania leiga, ainda, de seu poder. Mas que hão, com tempo, de conhecer o que vem a ser cidadania e aprender a identificar os tiraninhos que se camuflam atrás de doutrinada verborragia facil e de ação opressiva.

Responder

Fernando Noruega

01 de novembro de 2011 às 17h07

Belíssimo artigo. Gostei de imaginar o Alckmin confrontado com cada um desses argumentos, engasgando ao tentar rebatê-los. Infelizmente, isso jamais se dará, pois que a mídia não tem a pretensão de o fazer. Também gostaria de saber a opinião do senhor Fernando Henrique Cardoso sobre a repressão aos estudantes em seu estado, pelo seu partido. Ele, que tanto se gaba da importância de sua atuação junto aos jovens de 68. Talvez o sociólogo diga que eram outros tempos; ademais, era Paris, très chic, não São Paulo, essa coisinha feia do terceiro mundo.

Responder

Cássia

01 de novembro de 2011 às 17h07

Estudo aponta que, em 2012, a chamada Classe E terá sido extinta, sendo aglutinada pela classe D. Hoje já são 800 mil novos estudantes universitários oriundos da classe D e que tem tido mais acesso ao trabalho formal. Essas pessoas, serão responsáveis por injetar R$ 400 bilhões em compras de bens e serviços.

Sugiro a leitura do Projeto Nacional: http://blogprojetonacional.com.br/a-vez-da-classe

Responder

Ze Duarte

01 de novembro de 2011 às 17h06

Ninguém está acima da lei sim senhor… nem o próprio povo! Ou pior, nem uma PARTE DO POVO. Pois esse aí está se esquecendo que a lei é feita por governantes ELEITOS PELO POVO, ou seja, se há problema com a lei, mude-se a lei, mas não autoriza ninguém a descumprir parte da lei só pra se colocar em situação especial. Se fosse assim seria dado a qualquer um descumprir qualquer lei quando bem quisesse! As coisas não funcionam assim. Democracia e princípios republicanos valem para o povo sim senhor, tanto que existe a chamada eficácia horizontal dos direitos fundamentais.

Qual a legitimidade de meia dúzia de maconheiros em querer alguma coisa? Quem disse que a maioria da universidade apóia esta causa?

"Para ser completamente, claro, não estão querendo fumar maconha no Campus sem serem incomodados pela lei." Errado, é exatamente isso que estão querendo.

Quero ver alguém provar que a presença da PM atrapalha o debate… qual foi a discussão impedida por eles dentro do campus???

Responder

Abdula Aziz

01 de novembro de 2011 às 17h01

São dezesete anos de ditadura no estado de São Paulo e ninguém fala nada.

Responder

    FrancoAtirador

    01 de novembro de 2011 às 20h17

    .
    .
    Na verdade, são 47 anos de ditadura no estado de São Paulo.
    .
    .

Fabio SP

01 de novembro de 2011 às 16h53

Cada dia vem um para tentar explicar os bardeneiros… Meu Deus! Eles não se cansam…

Responder

    edv

    01 de novembro de 2011 às 19h48

    Em outros tempos, a meRdíocrelite os chamava também de "terroristas"…
    Mudam os tempos, mas não certos pensamentos…

    É o lema: ORDEM (para muitos) e PROGRESSO (para alguns poucos).

Leonardo

01 de novembro de 2011 às 16h49

Imbrensa ronca e fuça!

Responder

FrancoAtirador

01 de novembro de 2011 às 16h41

.
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Juiz-presidente do Conselho Executivo da AJD é contra Polícia Militar na USP
e defende estudantes que ocupam prédio

A Rádio Brasil Atual entrevistou nesta terça-feira, 01, o juiz José Henrique Rodrigues Torres, presidente do Conselho Executivo da Associação Juízes para a Democracia.
Em entrevista à jornalista Marilu Cabañas, o juiz afirma que os estudantes que ocupam o prédio da direção da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP fazem o papel que caberia aos gestores da Universidade ao questionar a forma truculenta e repressiva de se tratar os problemas.

Link para download e embed em:

http://www.redebrasilatual.com.br/radio/programas

Responder

Rogério Floripa

01 de novembro de 2011 às 16h40

O "EUNAOSABIA" fumou umzinho do FHC :)

Documentário – Esta é a Face da Democracia
Este documentário mostra o poder do povo. http://fwd4.me/07dN

Responder

    FrancoAtirador

    01 de novembro de 2011 às 19h01

    .
    .
    Diz o TROLL que foi "um tarugão de machona dos brabus".

    Será por isso que anda meio alucinado ?

    Ou foi a doença do Lula que o deixou perturbado ?
    .
    .

FrancoAtirador

01 de novembro de 2011 às 16h40

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Juiz é a sigla de Jorge Luiz

Souto Maior, o grande.

Este honra a Magistratura.

Assim como Fausto Martin De Sanctis,

Jorge Luiz Souto Maior verdadeiramente é

um homem de notável saber jurídico e ilibada conduta.

O TST e o STF estão precisando de alguém assim.
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Responder

Rodrigo Leme

01 de novembro de 2011 às 16h29

Ou seja: 0,3% da USP ocupam um prédio da USP e subitamente isso vira "vontade do povo".

E veja bem: essa vontade do povo é tão grande que se juntar 20 pessoas, 3 não podem ser presas.

Sim, sim, essa é a essência do direito: não gostou da lei, parte pra cima. Imagino como seus alunos devem sair bem formados…

Responder

    cronopio

    04 de novembro de 2011 às 10h36

    Caro Rodrigo, você poderia fornecer a fonte desses números? Grato.

    Pedro

    04 de novembro de 2011 às 19h46

    Pois é, querem impor a vontade deles na base da força. A grande maioria dos estudantes é favorável à ocupação policial. Respeitem a vontade da maioria!

EUNAOSABIA

01 de novembro de 2011 às 16h24

Vai contar esse teu papo furado para aquela mãe que perdeu um filho num assalto com um tiro na cabeça dentro do campus da USP… conheço a USP… terra de ninguém….tudo escuro…

Pergunta a essa mãe se ela é a favor ou contra a PM dentro da USP.

Ninguém está acima da lei mesmo, Geraldo está é coberto de razão. Fim de papo.

Quer dizer que não posso fumar machona no play ground do meu prédio, mas dentro da USP eu posso??

Vocês são uma minoria de esquerdopatas e partidários de uma ideologia fracassada que não prestou e não serviu foi para nada em lugar algum do mundo, querem dividir uma riqueza que não produzem, é bonitinho ""dividir"""… mas tem que produzir primeiro, e fumando maconha é que não vai ser…querem se apropriar do trabalho do "outro", vocês são a minoria querendo impor sua vontade, na marra e na força a maioria esmagadora e ordeira.

Perderam.

Eu quero que o meu filho vá para a universidade para aprender, e não para se drogar, eu nunca fui para a universidade para me drogar, eu ia para aprender.

Pai, hoje o professor nos ensinou que a dualidade onda-partícula é uma propriedade da mecânica quântica e consiste na capacidade das partículas subatômicas de se comportarem ou terem propriedades tanto de partículas como de ondas….bla bla bla…é isso aqui que todos querem para seus filhos….

Pai, hoje eu passei o dia todinho fumando um tarugão de machona dos brabus… nervoso mermo pai…(será que vocês querem que seu filho chegue em casa dizendo isso?)

Vocês não enganam é ninguém rapaz.

Responder

    Scan

    01 de novembro de 2011 às 18h07

    "…eu nunca fui para a universidade para me drogar, eu ia para aprender."

    Hahahahahaha! E porque não deu certo?
    Hahahahaha!
    Que babaca…

    Polengo

    01 de novembro de 2011 às 18h08

    Você tem um filho?

    Coitada da mãe.

    Leider_Lincoln

    01 de novembro de 2011 às 18h18

    Você que não engana ninguém, Richard. Seu blá blá blá é pastoso e longo, mas e seus exemplos? Você MENTE, se esqueceu? Cadê a prova de que foram os palestinos e não os israelenses que bombardearam um hospital da ONU repleto de crianças durante o massacre de Gaza? Rapaz (apesar de você ter 50 anos) se você quer ensinar algo a seus filhos, nãos erá com bla blá blá não, mas com exemplos. E o exemplo que você costumeiramente dá é o de alguém que MENTE, logo seus filhos tendem a ser mentirosos, se puxarem ao pai que têm… Oxalá que não se deprimam e apertem um, para se esquecerem do exemplo que tiveram em casa.
    Opsssssssss, agora que lembre. VOCÊ ENGANA as pessoas com seus múltiplos nicks, os quais usa para esconder seu nome. Assim, seus filhos também aprenderão, pelo exemplo, a serem covardes, cínicos e dissimulados. Aí a coisa esquenta, velho. Pois podem acabar com a mesma "carreira" do Aécio…

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 19h12

    "…a dualidade onda-partícula é uma propriedade da mecânica quântica e consiste na capacidade das partículas subatômicas de se comportarem ou terem propriedades tanto de partículas como de ondas."

    Pô mermão, que viagem! que barato! que baratão mermo aí ó! valeu… esse baseadão é turbinado mermo. Onde vc conseguiu? Manda mais aí, ó.

    ZePovinho

    01 de novembro de 2011 às 21h10

    Ela é covarde,Gerson.Sabe que está falando com historiadores e economistas(que não tem a menor obrigação de saber física) e cita propriedades de sistemas físicos(ele citou uma propriedade dos elétrons) para não ter de enfrentar os argumentos de vocês.
    Não existe arrogância desse tamanho no mundo.Ele se parece com um cara que eu conheci em Campina Grande.Esse cara foi falar sobre simulação de Monte-Carlo com o fundador do Departamento de Computação da Universidade Federal de Campina Grande,o Mario T.Hatori que veio do ITA.Eu estava do lado.Quando Hatori percebeu que o cara não sabia do que estava falando,perguntou como ele tinha coragem de vir falar com ele sem saber do assunto.
    Esse EUNAOSABIA não sabe de nada mesmo…………

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 19h14

    "…a dualidade onda-partícula é uma propriedade da mecânica quântica e consiste na capacidade das partículas subatômicas de se comportarem ou terem propriedades tanto de partículas como de ondas."

    Curti esse barato aê ó… sóóó…. nunca tinha fumado um desse.

    ZePovinho

    01 de novembro de 2011 às 21h03

    Pergunta pra ele,Gerson,se ele já ouviu falar de Erwin Schrodinger.Ele cita as coisas sem nem saber de onde elas saíram.

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 22h37

    Se tem uma pergunta a ser feita pra ele é: Por que bode caga redondo?

    Ele não entende nem de bosta de bode.

    Arthemísia

    01 de novembro de 2011 às 21h05

    E quando seu ídolo FHC tornou-se garoto propaganda da marijuana? Você ainda não cortou os pulsos depois disso? E agora? Seu mundo caiu…….

    Só vai lhe sobrar Geraldo, pelo jeito íntimo seu, já que o mesmo ´Opus Dei e deve achar pecado um baseado. FHC além de ateu defende o baseado; este já está no inferno com tripa e tudo. É capaz de ter sido ele o responsável por toda esta baderna dos estudantes, incentivando a moçada a fumar. Já que ele é responsável por tudo, tudo mesmo, vai ter que assumir mais esse filho, que talvez nem seja dele.

ZePovinho

01 de novembro de 2011 às 16h21

Mena,Governador.Existe um negócio chamado proporcionalidade.Não se lida com estudantes como se lida com bandidos.
O problema é colocar um reitor(aqui eu não tenho certeza,vou supor) que a comunidade não escolheu para dirigir a universidade e,ainda por cima,esse reitor não saber dialogar com a comunidade acadêmica.Aconteceu na UFRJ com o Vilhena,que era motivo de piadas até no CNPq da era FHC.O cara,no começo de 2003,tinha deixado de pagar a água e energia de uma das melhores universidades do mundo.
Não se pode,também,usar esse caso dos estudantes presos com maconha como piéce de resistance para outros fins.O interesse não deve ser a ordem,então.Existe algo mais nessa confusão.
Aqui,nesse caso,devemos ser reacionários:reajamos a tudo o que não presta.

Responder

Gerson Carneiro

01 de novembro de 2011 às 16h20

A USP se tornou o antro da hipocrisia, da mentira, da vergonha.

Tem o biombo da vergonha; tem o reitor imposto por José Serra; tem a direção que mente atropelando a opinião dos funcionários.

E pensar que por alí passou gente do quilate de Rui Barbosa, amigo de Castro Alves.

"Eu já não tenho mais vida!
Tu já não tens mais amor!
Tu só vives para o riso,
eu só vivo para dor."

Castro Alves

Responder

Gerson Carneiro

01 de novembro de 2011 às 16h10

Ok. “Ninguém está acima da lei”, então por que a CPI do feirão de emendas da ALESP foi burocraticamente abafada? Não haverá apuração e consequente punição? Não. Não haverá.

Então sr. Geraldo Alckmin, “Ninguém está acima da lei”?

Responder

    Gerson

    01 de novembro de 2011 às 17h29

    É isso aí Xará e tem mais:

    Alston , Paulo Preto (não se abandona um amigo), Cratera do Metro e mais umas 60 abafadas

Fran

01 de novembro de 2011 às 16h08

Ninguém está acima da lei,exceto a imprensa,politicos e partidos alinhados a imprensa mercantil e juizes…rs

Responder

    dukrai

    01 de novembro de 2011 às 16h58

    o Dantas, a turma que foi comprada pela Alston em sp, o senador Azeredo em MG que ainda não foi em cana com o marcovalério, …

Lu_Witovisk

01 de novembro de 2011 às 15h56

É o rumo da privatização… tá na cara há anos…

Responder

EUNAOSABIA

01 de novembro de 2011 às 15h48

Por isso que vocês não ganham NADA em São Paulo.

Lula em São Paulo nunca ganhou NADA, foi um deputado sem NADA que seja digno de registro, sem obra ou lei alguma, NADA mesmo, a não ser que foi um campeão de faltas da câmara federal em sua época.

Por isso que vocês não ganham nada por aqui.

E o pior que eu acho é bom esse tipo de "movimento" que vocês fazem…. eu apoio essas coisas, melhor assim.

Aliás manus do progreço, o candidato a prefeito de vocês já sabe a diferença entre o Itaim Bibi e o Itaim Paulista??? eita gente que gosta de pobres vocês são, não é mesmo???? vai gostar de pobre assim lá na casa do EUNAOSABIA…. além claro do estrondoso suçeço do ENEM do rapaz… tá eleito… qua qua qua…

Ninguém, ninguém mesmo… o resto vocês já sabem.

Responder

    ZePovinho

    01 de novembro de 2011 às 16h32

    Digite o texto aqui![youtube pELtOSUgh7A http://www.youtube.com/watch?v=pELtOSUgh7A youtube]

    Julio Silveira

    01 de novembro de 2011 às 16h47

    Robo, para voce a maior virtude e viver como um passarinho em São Paulo. Vives a voar, com cerebro diminuto, defecas na cabeça de quem estiver abaixo por habito, e um dia sem sequer imaginar por que, podes ser abatido em pleno vôo. Muito certamente com teu cerebro de apanhador de minhocas ainda nem descobriste por que vives.

    Lu_Witovisk

    01 de novembro de 2011 às 16h47

    Puxa EUNAOSABIA que vc era daí deste Paraiso, trollzinho tucanóide… nossa, 20 anos de psdb + o aroma gentil do Tietê e Pinheiros realmente corroem o cerebro… É Reinaldo Azevedo II, vc vocifera loucamente, mas da vergonha da ALESP vc não fala nada…

    dukrai

    01 de novembro de 2011 às 16h51

    Nasa chamando eunãosabia, vc leu as instruções, digo, o texto? Então lê, deixa de falar abobrinha e vamos conversar.

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 18h00

    Curupaco papaco paco! Câmbio.

    Helder

    01 de novembro de 2011 às 17h05

    mimimimimimimimimi…

    Nos últimos 8 anos o país andando pra frente e SP no caminho inverso, pobre dos paulistas.

    Ricardo_Alves

    02 de novembro de 2011 às 07h52

    da ate do.

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 17h35

    Fica com São Paulo. Estamos com o Brasil.

    E tem mais: está em uma sinuca de bico. Sem meias palavras.
    Se Lula morrer, vira mito. Se sobreviver, a oposição é quem será enterrada.

    Até na doença, até no câncer, Lula causa frisson na oposição. É o CARA!

    Nós temos um ídolo, um herói, e você?

    Viva Lula !!!

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 17h40

    Ok. Vamos dizer que teu herói é o Tancredo Neves.

    Pois bem, o filme "Tancredo – A Travessia" que está em cartaz recebeu apenas 515 espectadores nos cinemas de todo o país. E destes, aposto que 300 são amigos do Aócio e 215 ganharam o ingresso pago por ele.

    Até agora mais convidados o assistiram do que pessoas que pagaram ingresso.
    http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultu

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 17h59

    Outro "herói" da oposição.

    Este anda doidão, vendo disco voadores no Leblon.
    http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/livros/car

    EUNAOSABIA

    01 de novembro de 2011 às 18h30

    Manda o teu "mito" disputar a eleição para prefeito de São Paulo, se ele chegar a ir pelo menos pro segundo turno.

    Vocês não enganam é ninguém, é só bla bla bla e panfletagem barata e mentirosa.

    Não fosse a macro economia de Fernando Henrique, os programas socias de Dona Ruth, (ambos usurpados pelo "mito") e a China como uma espécie de buraco negro sugando as comodites do mundo inteiro e nossas, o teu tal de "mito" estaria mais perdido que Pum em bombacha, já que ele mesmo fez o NADA…. Financial Times e The Economist são taxativos, "O grande mérito de Lula foi ter feito O NADA"… quer que eu copie e cole umas matérias aqui???

    Deixa de sandices e papo furado com esse teu papo de mito, isso é baxaria pura explorar a Doença de Lula (que Deus o cure, será curado tenho certeza)… isso é baixo demais rapaz…

    Chama o melhor economista do PT e me prova através de teoria econômica o que foi que Lula mudou na macro economia de Fernando Henrique, …… vamos lá… estou esperando…me prova que Lula mudou alguma coisa… quero na moral mesmo, com o uso de teoria e instrumentos conhecidos da ciência econômica… se me provar que Lula mudou alguma coisa eu saio na rua com uma camiseta de Guevara e me filio ao PT na hora.

    Lei de Responsabilidade Fiscal, metas de inflação, superávit primiário e câmbio flutuante… chama qualquer economista do PT e pede pra ele me dizer se Lula mudou alguma coisa nesses instrumentos, é isto que governa o Brasil até hoje e Lula não tem nada a ver com isso, pelo contrário, tentou sabotar e destruir…fora o Plano Real e o PROER (onde Lula elogia em matéria paga no exterior e aqui diz que recebeu uma herança maldita… Lula também foi contra o PROER… )))

    Chama o teu mito e pergunta a ele mesmo, o que ele mudou…

    Estou esperando…não vá descuidar de suas rezes por favor..

    Vocês não enganam é ninguém.

    Gerson Carneiro

    01 de novembro de 2011 às 19h06

    "Macro Economia do FHC", por ele mesmo.

    [youtube JhCQfsH-R9Q http://www.youtube.com/watch?v=JhCQfsH-R9Q youtube]

    VIVA LULA !!!

    Vinicius

    01 de novembro de 2011 às 20h23

    Até onde eu sei a Economist e a Financial Times elogiaram Lula. Quer que eu copie as matérias aqui? E chega de chororô. Nunca vi uma dor de cotovelo tão aguda como a sua.

    Maria Luiza

    01 de novembro de 2011 às 20h42

    Você tem tanta certeza de que Lula não fez NADA? Então isso prova que você é um seguidor fiel do PIG. Só lê o PIG. É isso o que dá. Não é à toa que sua alcunha é EUNAOSABIA.

    cronopio

    02 de novembro de 2011 às 00h55

    A Dilma ganhou em São Paulo…

    Tursi

    02 de novembro de 2011 às 03h00

    Parabéns caro troll raivoso e tosco, você conseguiu descobrir a chave para qualquer governante alcançar 80% de aprovação: basta não fazer nada. Nada durante 4 anos e você é reeleito, nada durante 8 anos e você vira um mito. Porquê? Porque existe um tal plano real de quase vinte anos atrás que é miraculoso, não são necessárias políticas cambial, fiscal e monetária, basta ficar na rede tomando água de coco que o país vai no automático. Quando Lula entrou o plano Real estava fazendo água a inflação era de 12,5%, se o plano é tão espetacular porque o país não cresceu no 2° mandato de FHC? Já havia a China bombando e os EUA com Clinton atravessavam seu melhor momento com déficit público zero! Lei de responsabilidade fiscal, metas de inflação, superávit primário e câmbio flutuante foram imposições do FMI na maior parte do governo tucano não existiu nada disso. Engraçado que a lei de responsabilidade fiscal não valeu para o governo federal do P$DB pois a dívida interna foi multiplicada por dez. Você, desonestamente, confunde causa necessária com suficiente. O plano real sozinho não explica o bom momento atual do país, metas de inflação rígidas acabam com a economia de qualquer país, basta lembrar que a taxa selic atingiu mais de 40% com FHC. Estudos, como o da fundação Getúlio Vargas, comprovam que os principais fatores responsáveis pelo bom momento do país foram a valorização do salário mínimo e o crescimento do emprego, aliás existem 130.000 vagas para o final de ano em São Paulo que não estão conseguindo preencher, isso é pleno emprego! E isso por causa da política fiscal do governo com desonerações tributárias, aumento dos investimentos das estatais, aumento dos salários do funcionalismo, das aposentadorias, do salário mínimo, recuperação de setores estagnados como a indústria naval e a embrapa, aumento do crédito, alongamento do perfil da dívida interna, investimentos do PAC, do Minha Casa minha Vida, do Luz para todos, da agricultura familiar, investimentos para a copa e olimpíadas, o pré-sal,etc. Como se vê a política fiscal dos governos do PT é radicalmente contrária à de FHC e dos tucanos, tanto que na crise de 2.008 Serra recomendou tudo ao contrário do que fez Lula. Mesmo na política monetária , no período Lula os juros foram quase um terço dos de FHC, como dizer que é exatamente a mesma política? A verdade é essa e o resto é choro de boçal.

    Scan

    02 de novembro de 2011 às 12h57

    "… se me provar que Lula mudou alguma coisa eu saio na rua com uma camiseta de Guevara e me filio ao PT na hora."

    Ah, infeliz!
    Com essa ameaça, ninguém vai querer te provar nada…
    Ahahahahah!
    Que babaca.

    Guilherme

    07 de novembro de 2011 às 00h29

    Sim, o mínimo aumentou de 70 dólares (fim do governo FHC) para 220 dólares (fim do governo Lula) por pura reforma macroeconômica de FHC. Ademais, o crédito subiu de 13% do PIB para 46% no governo Lula, por mérito de FHC também. Conta outra, ow!! Senta e chora, tucanada! xD

    Polengo

    01 de novembro de 2011 às 18h06

    A gente ganha sim, ganha enchente, ganha trânsito, ganha emenda vendida…
    Os professores ganham um pau da polícia…

    eduardo di lascio

    03 de novembro de 2011 às 10h46

    Não existe 'vocês' ou 'nós'. É um grande condomínio onde todos se ajudam e manter o status quo e o poder político.


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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.