VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Fernando Ferro: Verba publicitária e sadomasoquismo


30/10/2012 - 11h49

Verba publicitária e sadomasoquismo

Por Fernando Ferro, sugerido pelo leitor Cicero

Os jornalecos e almanaques reacionários de oposição, tipo Veja, vez por outra têm um de seus capangas acusando jornalistas de “chapa-branca” na tentativa de encurralar qualquer visão séria e democrática sobre o Partido dos Trabalhadores e os governos do PT. Por trás destas críticas reside um viés ideológico como porta-voz da direita no Brasil, bem como um certo mal estar pela perda da sustentação financeira com o dinheiro oficial.

A partir do governo Lula, praticou-se uma distribuição mais justa em termos regionais na descentralização dos receptores do dinheiro da publicidade oficial. Nosso governo incorporou no mailing dos meios de comunicação do Estado brasileiro desde redes regionais até o sistema de rádios comunitárias e jornais espalhados por diversas regiões do Brasil. Este gesto atraiu o descontentamento dos Civitas da vida, que querem monopolizar e concentrar os meios e suas receitas. Apesar da mudança, ainda é profundamente concentrada a distribuição das verbas oficiais de comunicação.

Observa-se que dos R$ 161 milhões repassados à emissoras de rádios, TV, jornais, revistas e sites, desde o início do governo Dilma, R$ 50 milhões foram destinados apenas para a TV Globo, quase um terço de toda a verba – ao todo,  o Sistema Globo de Comunicações recebeu R$ 55 milhões.  Já a “imparcial” revista Veja, por sua vez, recebeu R$ 1,3 milhão; e o os tentáculos on-line da Editora Abril também receberam mais R$ 353 mil. Enquanto isso, a revista “parcial” Carta Capital recebeu, no mesmo período, R$ 119 mil.

Em outros termos, pagamos uma mídia para nos atacar, nos destruir e se organizar em quadrilhas, como no caso recente da dobradinha Veja/Cachoeira.

Isto não é justo. Não é correto. Precisamos rever a distribuição de verbas publicitárias, que hoje se constituem num verdadeiro acinte à democracia. Não se trata apenas de regular os meios de comunicação, devemos promover uma justa redistribuição das verbas publicitárias do Governo.

Por fim, é bom que se note que aqui não foram incluídos os repasses das verbas publicitárias das empresas estatais de economia mista, como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Correios, Grupo Eletrobrás, Petrobrás, etc.

Ora, parece que tomamos gosto por rituais de sadomasoquismo midiático ou praticamos a gentileza dos submissos.

Fernando Ferro é deputado federal (PT-PE) e vice-líder da Bancada do partido na Câmara

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86 comentários

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03 de novembro de 2012 às 18h57

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Era só a lei

03 de novembro de 2012 às 10h44

Tudo quanto é mídia é concessão publica e o governo deveria usar o que isso lhe faz jus: ter espaço de graça para divulgar o que precisar.

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Piero Locatelli: PSOL dialogará com Sarney, cogita elo com parte do DEM e apoio ao PT « Viomundo – O que você não vê na mídia

02 de novembro de 2012 às 13h28

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JC

01 de novembro de 2012 às 10h53

Corta a verba publicitária Dilma que o PIG vai morrer por inanição.

Marco regulatório, urgente !

Responder

    Rogerio Barros

    01 de novembro de 2012 às 17h11

    o Sr poderia tirar uma dúvida…

    como o tal “marco regulatório” seria solução para alocação de recursos provenientes da verba PUBLICITÁRIA do governo?

Geloca Lula da Silva

01 de novembro de 2012 às 09h36

Paulo Bernardooooooooo!!!!!! Vc não diz nada? Não se posiciona? Vc é invisível? Vc finge de morto?

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spinn

01 de novembro de 2012 às 07h41

Em seu artigo “gran finale” a tucana Eliane Catanhede deu a senha: Lula não será derrotado na democracia. Portanto um golpe via judiciario para destrui-lo é o caminho. Depois de Lula, a derrubada de Dilma. É este o grande final do “mensalão”, essa mentira do século

Responder

Urbano

31 de outubro de 2012 às 22h40

E o grande prejuízo, chegando até mesmo a ser incomensurável, é do povo, que perde nas mais diversas instâncias da vida. Portanto, teremos de ir às ruas para exigir uma regulamentação urgente e decente dos meios de comunicação, a fim de que não sejamos, de novo, jogados pelos bandidos do pig na rua da amargura, como ocorreu no dia primeiro de abril de 1964.

Responder

fernando

31 de outubro de 2012 às 22h05

Moro no Paraná, e posso afirmar que o Requião não fez um bom governo, alias fez um péssimo governo, representando uma esquerda lunatica , atrasada e anti-progressista, por isso perdeu a eleição, além de ser escrachado diariamente pela midia.

Sobre a questão das verbas publicitarias, é preciso criar a “lei dos meios” para regulamentar a midia sobre tudo nos 3 meses de periodo eleitoral, para evitar que o Jornal Nacional se torne num panfleto politico da direita, como vem acontecendo em todas as eleições pós democratização.

dizer que o “jornal nacional” não tem influencia em boa parte do eleitorado é pura ilusão, só por causa dele o LULA não ganhou no primeiro turno, e nem a Dilma ganhou no primeiro turno, ou seja, a Globo conseguiu levar a eleição para o segundo turno no Brasil DUAS VEZES SEGUIDAS.E quem acha que o mensalão não teve influência no eleitorado nessas eleições esta redondamente enganado, só no PARANÁ onde disputavamos o segundo turno em 3 cidades perdemos em todas.

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Milton2

31 de outubro de 2012 às 21h52

Que sentido tem uma empresa como a CAIXA anunciar na Veja, cuja maioria de leitores é abertamente contra qualquer empresa estatal? Ainda mais que metade de uma edição dessa revista foi para desancar a CEF, com pretensões de exterminá-la, chamando-a de elefante branco do governo FHC? Fora os milhares de artigos combatendo sempre Petrobrás,BB, etc.
E que moral tem uma mídia partidária que aceita dinheiro de quem é ideologicamente adversário?

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Go Oliveria

31 de outubro de 2012 às 17h58

Como NÃO FAZ O MENOR SENTIDO O TIPO DE DIVULGAÇÃO QUE O GOVERNO FAZ. Só para dizer “olhe como sou bonito”?

Propaganda oficial tem que ser, QUALQUER UMA DELA, de cunho educativo. Ou seja: é CRIMINOSO dizer apenas que inaugurou uma rodovia. Tem que por cima, passar detalhes de como o cidadão deve se comportar para evitar acidentes de trânsito. Tem que dizer também que a não conservação das estradas é atribuição de quem, a quem o cidadão deve cobrar pelos danos sofridos em acidentes.

As propagandas que Fernando Ferro está tratando, ELE DEVERIA DIZER QUE É APENAS UM SANGRADOURO DE DINHEIRO PÚBLICO PARA 3 FAMÍLIAS: MARINHO; CHIVITA E FRIAS. Para o cidadão fora deste encastelamento, este dinheiro é apenas um desperdício. Melhor fazer com ele a manutenção de hospitais e escolas, como o HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO QUE ESTÁ SOFRENDO INTERVENÇÃO PORQUE NEM MESMO OS ELEVADORES FUNCIONAM.

Finalmente, discurso bonito não vale nada.

Responder

Bernardino

31 de outubro de 2012 às 17h24

ESSA discussao é facil de resolver:Bastaria que o governo criasse Coragem e VERgonha e criasse uma tv NACIONAL nos moldes da RAI italiana e BBC de londres alem claro do Marco Regulatorio ao estilo Argentino.MAS cadè CULHOES!! O DITADOR CAstelo Branco ao inves de criar uma TV Nacional deu o canal 5 aos Marinho pra defender o Governo Ora!se é para se defender que se defenda com suas armas!!Isso é tipico da cultura portuguesa que vive de compadrios e acordos temperada a vida inteira pelo catolicismo daí a nossa covardia como povo e NAÇAO.Acho dificil meus caros regulaçao com esse governos COVARDES da Esquerda e um Judiciario FEDENDO A MOFO!!

Responder

    Willian

    31 de outubro de 2012 às 20h50

    Outra TV Traço?

Maria Izabel L Silva

31 de outubro de 2012 às 16h40

Vamos inverter a equação. Colocaremos a TV Globo como exemplo. Recebe a verba de publicidade para veicular a propaganda do governo. Propaganda paga. E ao mesmo tempo coloca toda sua programação, de novelas a telejornais, para jogar a população contra o governo. Ora, se és contra o governo, contra as politicas do governo, contra os aliados do governo e contra o partido do governo, pelo menos tenha a decencia de não receber pagamento algum, nem veicular propaganda alguma desse governo. É absurdo? Né não?? Ninguém é obrigado a prestar serviço a quem fere e destoa, frontalmente de suas convicções e de seus valores. A TV Globo, por exemplo, tem nos governos do PT seu maior inimigo. Mas vende seus serviços a seu pior inimigo. Coisas que só as prostitutas e os mercenarios são capazes de fazer. E ainda por cima, presta um serviço muito mal feito pois recebe de um lado mas tira do outro. Um serviço de soma zero. Para o governo não vale a pena adquirir esse serviço.

Responder

Antonio Carlos Fon: Ato ecumênico em memória dos mortos e desaparecidos « Viomundo – O que você não vê na mídia

31 de outubro de 2012 às 12h38

[…] Fernando Ferro: Verba publicitária e sadomasoquismo […]

Responder

JC

31 de outubro de 2012 às 11h53

Se mesmo fazendo investimentos com verbas publicitárias, esses parasitas perseguem o governo noite e dia inventando mentiras para derrubá-lo, então o governo deve cortar a verba publicitária para o PIG, vai dar no mesmo, eles continuaram tentando derrubar o governo, só que sem sugar o nosso dinheiro….fazer um uso melhor dessa verba revertendo em benefício para a população…

O governo tem que parar de sadomasoquista e deixar de bancar esses vampiros com o nosso dinehiro, corta a verba que eles quebram, quebrando vão dar lugar para um mídia limpa e isenta…

O governo deve manter investimentos apenas na imprensa que trabalha com a verdade e não com meias verdades e completas mentiras…

Cortando a verba publicitária , os parasitas vão ter que entrar na linha , caso contrário, o destino deles é a falência.

Responder

euclides

31 de outubro de 2012 às 08h15

Fim da verba publicitária do governo. Governo não deve ter propaganda, deve ter trabalho. Ai saberíamos que realmente sabe fazer as coisas, sem ajudinha do dinheiro dos brasileiros. Dinheiro este que deveria ser usado para melhoria de escolas, hospitais e postos de saúde. Uma proposta: fim da verba publicitária do governo, todos, sem execeção, e que a verba que seria destinada a publicidade ser alocada para bem do povo brasileiro. É só fazer o que Requião fez. E olhe que ele não é nenhum esquerdisda radical.

Responder

FrancoAtirador

31 de outubro de 2012 às 01h29

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Denúncia: Cena Deprimente

PROGRAMA DO JÔ ABRE ESPAÇO PARA BULLYING CONTRA ESTUDANTE

No início do Programa desta segunda à noite,
em que entrevistou Cristiana Lôbo da Globo News,
Jô Soares, após apresentar grupos de estudantes
de diversas universidades particulares,
convidados a fazer parte integrante da plateia,
perguntou se algum dos presentes tinha apelido.

Algumas jovens apontaram para uma colega,
dizendo que o apelido dela era “Vaca Amarela”,
sob as gargalhadas de todos, inclusive do ‘Gordo’.

A jovem constrangida quase sumiu na cadeira.
Mesmo assim, não contente com a cena humilhante,
Jô Soares continuou recorrendo à expressão,
durante boa parte do Programa da Rede Globo.

O ESTÍMULO AO PRECONCEITO ATENTA À DIGNIDADE DA PESSOA

ESSE CRIME FOI PRATICADO NA MAIOR EMISSORA DE TV DO PAÍS.
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Responder

    FrancoAtirador

    31 de outubro de 2012 às 01h37

    .
    .
    Em Tempo:

    O episódio deplorável acima referido

    foi apresentado no Programa do Jô

    nesta TERÇA-FEIRA (30/10), à noite.
    .
    .

anac

31 de outubro de 2012 às 00h18

Não é questão de atacar o PT, Lula , Dilma ou quem quer que seja.
A questão é o PIG mentir descaradamente objetivando o retorno ao poder de traidores da patria. Pessoas que quando estiveram no poder dilapidaram o patrimonio conquistado com o suor e sangue pelo povo brasileiro.No limite da irresponsabilidade assaltaram os crofres do BNDES. Escaparam da sanha dos traidores: PETROBRAS, BB e Caixa Economica Federal. Empresas que ajudaram a salvar o Brasil da financeira de 2008. A direita quer retornar para destruir o que restou. O PiG receberá sua parte na partilha do butim.

Responder

FrancoAtirador

31 de outubro de 2012 às 00h08

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Grupo Estado fecha ‘Jornal da Tarde

SÃO PAULO – O Jornal da Tarde deixará de circular por uma decisão empresarial, tomada para o aprimoramento (SIC) do foco estratégico (SIC) do Grupo Estado.
A última edição sairá no dia 31 de outubro.

“Hoje, o meio jornal é a segunda mídia mais importante para a publicidade [a primeira é a TV], com o dobro de participação do terceiro colocado [o rádio].
Daí a estratégia de focar no Estadão, principal marca do Grupo, e de investir em uma plataforma digital mais robusta e avançada”,
declara Francisco Mesquita Neto, diretor presidente do Grupo Estado.

Fonte: Estadão.
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O Grupo Folha praticamente se fundiu com a Rede Globo. O jornal Valor Econômico(*), filhote dessa fusão, é um exemplo. Por sinal, o ‘Valor’ publica o norte-americano ‘The Wall Street Journal’ no Brasil (http://www.valor.com.br/wsj) As ‘friétes’ Cantanhêde Cheirosa e LoPrete Mensalona na Globo News, outro.

O Grupo Estado se associou com o Grupo Folha para a fazer a distribuição dos principais jornais de São Paulo: o Estadão e a Folha.

O oligopólio empresarial de mídia está tão concentrando, que o cartel se transformou em monopólio.

No “livre mercado” braZileiro de imprensa, concorrência e diversidade são palavras em desuso.

CADÊ O CADE ?
.
.

Na última década, os jornais do país passaram a seguir um conceito de gestão até então inédito entre nós: a união de forças em torno de objetivos comuns, como economia de escala e maior eficiência.

Chegou-se à conclusão de que os jornais poderiam continuar concorrendo (SIC) naquilo que têm de mais característico: o conteúdo. (SIC)

Assim, dois grandes jornais nacionais, O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo, partiram para a criação de uma empresa de distribuição conjunta, a SPDL – São Paulo Distribuição e Logística, encarregada de gerenciar a distribuição dos jornais de ambas as empresas através de sua rede de franquias.

Desse modo, Folha e Estado passaram a chegar juntos nas bancas e casas dos assinantes.

A distribuição tornou-se mais ágil e eficiente, e ambas as empresas conseguiram atingir seus objetivos de qualidade.

A malha controlada pela SPDL atende, todos os dias da semana, mais de 900 municípios e 700 mil domicílios, numa abrangência de 50 mil quilômetros, envolvendo, em toda a operação, cerca de 3 mil pessoas, mobilizando uma frota de cerca de 1.250 veículos.

A operação envolve a entrega de mais de 700.000 jornais por dia.

http://www.spdl.com.br/Empresa.aspx
.
.
(*)

Expediente

Conselho Editorial:

João Roberto Marinho,
Luiz Frias,
Otavio Frias Filho,
Roberto Irineu Marinho
Aluízio Maranhão Gomes da Silva,
Antonio Manuel Teixeira Mendes,
Celso Pinto,

e Vera Brandimarte

Diretor-presidente: Alexandre Caldini Neto

Conselho de Admistração (SIC): Antonio Manuel Teixeira Mendes, Luiz Frias, Marcello Henrique Monteiro de Moraes, Roberto Irineu Marinho

http://www.valor.com.br/expediente#ixzz2Aq298f7V

Responder

anac

31 de outubro de 2012 às 00h02

Voltaremos a estaca zero se o governo não tiver coragem de enfrentar o PiG e criar uma lei dos médios nos moldes da criada pela presidente Cristina Kishner na Argentina. Lula com seu carisma conseguiu a duras penas enfrentar a midia golpsita. Dilma foi salva pelo escandalo cachoeira/veja/demostenes. Mas nem sempre teremos um Lula e uma Dilma para enfrentar o PiG. E tenham certeza a direita retornando ao poder o Brasil retrocederá a condição de quarto mundo.

Responder

anac

30 de outubro de 2012 às 23h54

Lula e Dilma ainda têm um compromisso com o povo brasileiro que se não cumprirem serão cobrados:
Lei dos medios igual a da Inglaterra, França e Usa, ou seja, o primeiro mundo tão louvado pelo PiG.
Reforma Politica com proibição de finaciamento privado.
Reforma da Justiça, com eleições para os cargos de Ministros do Tribunais superiores que cumprirão mandatos.

Responder

JC

30 de outubro de 2012 às 23h25

Não podemos dar mole para o PIG, o governo primeiro tem que conscientizar os brasileiros que esta medida é necessária , tem muito noveleiro-alienado que acredita em tudo que vê na mídia, principalmente a rede gLoBo…quando o governo tentar impor o marco regulatório – o PIG vai contra atacar afirmando que é uma medida repressiva, que o Brasil está seguindo o mesmo caminho da Venezuela e blá blá blá

A melhor maneira de começar o controle é a diminuição da verba publicitária para o PIG, deixando bem claro que se houver manipulação contra o marco regulatório a verba vai diminuir ainda mais…o governo precisa ter pelo menos dois canais importantes de televisão ao seu lado, a Record não vai criar problema, tem que fazer um acordo com SBT para defender a idéia…Por incrível que pareça precisa de toda uma estratégia para colocar em prática um sistema que todos os grandes países democráticos possuem, isso é um processo natural, é um absurdo polÍticos TER CONCESSÃO DE rádio e televisão,uma emissora boicotar o governo e ainda ter como investimentos 55 milhões de reais, esta mesma emissora frauda debates e eleições,produz conteúdos alienantes,amorais e aéticos,aculturados,que destroem a cultura nacional…´sua programação é uma afronta a constituição, esta emissora contraria todas as regras de concessão pública para radiofusão…

CHEGA LEI DAS MÍDIAS , URGENTE !

Responder

    JC

    30 de outubro de 2012 às 23h29

    Não podemos dar mole para o PIG, o governo primeiro tem que conscientizar os brasileiros que esta medida é necessária , tem muito noveleiro-alienado que acredita em tudo que vê na mídia, principalmente a rede gLoBo…quando o governo tentar impor o marco regulatório – o PIG vai contra atacar afirmando que é uma medida repressiva, que o Brasil está seguindo o mesmo caminho da Venezuela e blá blá blá

    A melhor maneira de começar o controle é a diminuição da verba publicitária para o PIG, deixando bem claro que se houver manipulação contra o marco regulatório a verba vai diminuir ainda mais…o governo precisa ter pelo menos dois canais importantes de televisão ao seu lado, a Record não vai criar problema, tem que fazer um acordo com SBT para defender a idéia…Por incrível que pareça precisa de toda uma estratégia para colocar em prática um sistema que todos os grandes países democráticos possuem….A lei das midias é necessária para garantir a verdadeira democracia no Brasil. É um absurdo políticos TER CONCESSÃO DE rádio e televisão,uma emissora boicotar o governo e ainda ter como investimentos 55 milhões de reais, esta mesma emissora frauda debates e eleições,produz conteúdos alienantes,amorais e aéticos,aculturados,que destroem a cultura nacional…´sua programação é uma afronta a constituição, esta emissora contraria todas as regras de concessão pública para radiofusão…

    CHEGA, LEI DAS MÍDIAS , URGENTE !

Fabio Passos

30 de outubro de 2012 às 23h00

Os vagabundos do PiG, acostumados a mamar nas tetas do Estado, perdem o sono com a respectiva de perder a boquinha(bocarra!).

Publicidade no PiG é pior do que desperdício de dinheiro público. É sustentar oligarquias decrépitas que só fazem mal ao Brasil.

Responder

    Roberto Locatelli

    31 de outubro de 2012 às 22h05

    Pois é, Fabio. O PIG vive bradando a favor do tal “estado mínimo”. Mas quando os governos estaduais, municipais e federal chamam pra mamar, o PIG joga a ideologia fora e vai correndo.

    Rogerio Barros

    01 de novembro de 2012 às 17h10

    Sinceramente…

    o Sr está falando sério?

    eu acho q não… o Sr tá brincando, né?

Rogerio Barros

30 de outubro de 2012 às 22h21

O Deputado e os petistas em geral, puxados por uma campanha q começou com Paulo Henrique Amorim (“magoado” pq foi demitido da Globo), partem de uma premissa totalmente falsa e querem chegar a uma conclusão correta… vai ser difícil!

Primeiramente, a verba é de PUBLICIDADE e não de caridade!

é verba para COMPRAR espaço para publicidade estatal!

E para q um governo precisa fazer publicidade? (excetuando-se as economias mistas)

Para tentar ganhar a próxima eleição!

Então, é mais do q natural q os veículos de maior AUDIÊNCIA recebam a maior parte da verba de publicidade!

Esse dinheiro, desculpem, não é do PT para ser usado de acordo com os interesses do partido!

Q outro critério seria indicado para substituir a boa e velha AUDIENCIA?

Veja tem uma tiragem de 1 Milhão de exemplares… Carta Capital, tem 30 mil!

A Globo tem 80% de market share, a “amiga” Record tem 5%!

Quem deveria ganhar mais dinheiro em publicidade?

No dia q alguém propuser uma discussão sobre se um governo (qualquer governo) deve ou não gastar dinheiro público pra fazer propaganda dos seus feitos pra tentar ganhar a próxima eleição (sim, pq é pra isso q serve a propaganda de governo, excetuando-se as empresas de economia mista q tem interesses mercadológicos), teremos uma boa discussão…

Mas não é isso q se vê!

O q temos são alguns petistas tolos q acham q o melhor e dar uma verba do ESTADO para os aliados do partido e “secar a torneira” de quem lhe faz qualquer tipo de critica…

uma completa falta de entendimento do q seja um comportamento minimamente responsável com o dinheiro PUBLICO!

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    30 de outubro de 2012 às 22h27

    Rogério, deixe de escrever tolice. O Paulo Henrique Amorim trabalhou na Globo até os anos 90. Depois disso já foi do UOL, da Band e está na Record. Eu sei disso não de ouvir dizer: eu competia por notícias com ele em Nova York. Ele dirigindo o escritório da Globo, eu o da Manchete… abs

    Rogerio Barros

    30 de outubro de 2012 às 22h32

    Desculpe…

    mas o q a sua versão desmente a minha?

    Ele trabalhou na Globo até… ser demitido!

    Falei q ele se aposentou? Não conseguiu emprego em lugar algum?

    Após sair da Globo ele trabalhou em muitos lugares… é fato…

    e…

    abs

    Rogerio Barros

    30 de outubro de 2012 às 22h35

    e depois,

    o assunto relevante do meu comentário (pretenção, eu sei…)é o uso partidário da verba de GOVERNO para PUBLICIDADE…

    a menção a Paulo Henrique Amorim não!

    abs

    Rogerio Barros

    30 de outubro de 2012 às 22h40

    Azenha…

    Acho q vc, ao ler o meu comentário, achou q a campanha q PHA esta fazendo para o Governo parar de anunciar no chamado PIG, começou quando ele foi demitido da Globo e não foi isso q eu disse!

    A campanha é ATUAL e o motivo é a magoa q ele tem por ter sido demitido!

    Mário SF Alves

    31 de outubro de 2012 às 16h02

    Azenha,
    O Rogério pareceu-me pouco atento à história e influência “politicamente” perniciosa da mídia corporativa no Brasil; especificamente no pós-Diretas Já. Nessa medida, é bem possível que ele tenha subestimado o poder de discernimento dos deputados. Nesse sentido, quanto ao PHA, o que ele fez nada mais foi que dar nome aos bois. Ou seja, mostrar que a denominação mais adequada a essa referida mídia é mesmo PiG – Partido da imprensa Golpista. Partido dissimulado. Adversário mal assumido, e que politicamente opera às escondidas.
    _______________________________________
    A propósito há um documentário da BBC de Londres que dá bem uma ideia do que é a coisa; ou de até onde vai a toca do coelho branco. O link para o documentário é: http://www.youtube.com/watch?v=OvUgb7Crxhg
    _______________________________________
    Tem ainda um filme (Network – “I’m as mad as hell”), que, na realidade, é um remake de outro filme rodado nos anos 30. Trata da influência socialmente nociva da mídia corporativa nos EUA. O que, no entanto, não deixa de ser interessante, pois ajuda a entender um pouco mais daquilo que engendraram e/ou nos impuseram aqui. O link é: http://www.youtube.com/watch?v=q_qgVn-Op7Q&feature=fvwrel

    Rogerio Barros

    31 de outubro de 2012 às 18h55

    Mário SF Alves

    o amigo gastou um monte de linhas e não disse absolutamente nada!

    uma pena…

    Luiz Carlos Azenha

    30 de outubro de 2012 às 23h52

    Rogério, o PHA é um jornalista consagrado. A crítica dele é a crítica da blogosfera, sobre as verbas públicas gastas para sustentar a mídia que distorce, omite e deturpa. abs

    Rogerio Barros

    30 de outubro de 2012 às 23h58

    Azenha…

    aparentemente vc endossa a “campanha”!

    Então, qual seria o “critério” para se alocar os recursos destinados a PUBLICIDADE do Governo?

    O Governo petista deveria dar mais dinheiro de publicidade pros veiculos de comunicação q fossem “aliados” do partido?

    Como vcs, petistas, ao mesmo tempo q criticam as verbas dadas pela prefeitura e governo de SP para a VEJA, falam em boicotar uma emissora ou jornal por interesses partidários?

    é o outro lado da mesma moeda!

    gostaria de ler, além das reclamações e criticas, uma opção para a alocação desses recursos… e espero sinceramente q a opção não se apoie em interesses partidários.

    abs

    Luiz Carlos Azenha

    31 de outubro de 2012 às 00h03

    Eu faria como o Requião. Só utilizaria dinheiro público para promover campanhas de vacinação, etc. O restante investiria em escolas. Dinheiro de empresas que disputam clientes, tipo Caixa, deveriam procurar a melhor relação custo/benefício, que está na internet. O Viomundo, aliás, não aceita nem propaganda de governos, nem de empresas públicas. abs

    Rogerio Barros

    31 de outubro de 2012 às 00h08

    Se vc ler o meu primeiro comentário, verá q eu concordo com isso…

    Gasto ZERO com publicidade!

    Até pq na minha opinião, publicidade de governo só serve pro partido do governo (qualquer partido de qualquer governo)tentar ganhar a próxima eleição!

    abs

    Rodrigo Leme

    31 de outubro de 2012 às 08h33

    A internet é melhor custo / benefício? Sem dúvida.

    Só que a Caixa concorre com bancos privados, que anunciam em mídias de massa. A Caixa é pública, mas concorre em um ambiente privado, e por isso tem que recorrer às mídias de massa. É fantasioso dizer que a Caixa deve se recolher à internet e valeu, tá bom.

    Concordo que gasto de propaganda do governo é uma insanidade: o governo não deveria comprar espaço para se propagandear, mas sim somente para informar.

    Quanto à mídia que “distorce” tralálá, quem é ela? Pq pra mim são todas, blogosfera “progressista” (sic) incluso.

    Rogerio Barros

    31 de outubro de 2012 às 10h47

    Rodrigo Leme

    concordo…

    mas, pelo menos no meu comentário, deixei claro q eu estava falando da publicidade de GOVERNO e não das empresas de economia mista como BB, CEF e Petrobras…

    tb acho bastante arriscado dizer q “a melhor relação custo x beneficio” está na internet, principalmente num país onde a internet ainda é privilégio de poucos…

    abraços

abolicionista

30 de outubro de 2012 às 20h39

Acho essa questão espinhosa. Explico-me. Retirar do PIG a verba que eles sempre receberam do Governo Federal é mais do que justo. Esses veículos possuem um longo histórico golpista incompatível com o Estado Democrático de Direito, isso é fácil de provar (editoriais do Roberto Marinho, colaboração da Folha com a Oban, só para citar os mais comentados, há inúmeros!). Além disso, veículos como a Rede Globo e a Folha de São Paulo (a Veja dispensa comentários, né?) manipularam comprovadamente sua programação e distorcem fatos com o fito de controlar a opinião pública ou, ao menos, desviá-la para o rumo que conviesse aos interesses privados do grupo político a que pertencem os donos desses veículos. Tudo isso é muito sabido pela chamada “blogosfera progressista”, mas o assunto não se esgota aí. Inicialmente, é preciso notar que a vitória do PT sobre o PIG foi sedimentada nas urnas, e que agir diretamente no combate ao PIG é conferir-lhe uma importância que ele não demonstra ter, pelo menos aos olhos do governo. Cortar as verbas do PIG é dar provas de que o Governo se importa com ele, de que ele tem algum peso político. É preciso notar, ainda, que o modelo instaurado pelo PT desde o governo Lula e da “Carta aos brasileiros” tem perfil conciliador. E suas conquistas, inclusive, são em grande parte tributárias desse perfil. Finalmente, alguns comentadores têm cobrado do PT uma posição mais ativa em relação à instauração CPI da Privataria Tucana. Desculpem-me, mas, com todo o respeito aos demais comentadores, acho ingênuo esperar que um partido que está no poder faça grandes esforços pela aprovação de uma CPI: embora possa trazer benefício político, uma CPI atrasa as votações e mina as energias que o PT precisa direcionar para a implementação de políticas de distribuições de renda. Eu também estou com o PIG entalado na garganta, também odeio ver esses golpistas divulgarem reiteradamente suas mentiras, esse baronato cínico e pomposo, esse cabaré de pilantras financiado pelo povo e pela nação contra os quais age. Não obstante, precisamos, primeiramente, cobrar o PT naquilo que constitui o fulcro de seu projeto político: a redução da desigualdade. É nisso que o PT está devendo, e consideravelmente.

Responder

    Fabio Passos

    30 de outubro de 2012 às 20h53

    globo, veja, fsp e estadão sobrevivem mamando nas tetas do Estado.
    O PiG é uma máquina de propaganda que defende os interesses que construíram e querem perpetuar o Apartheid Social no Brasil.

    Acabar com esta máquina de idiotizar brasileiros é questão capital para construir uma nação justa e próspera.

    Enquanto houver PiG estaremos amarrados ao atraso e sob risco constante de retrocesso social e político.

    maria ferreira

    30 de outubro de 2012 às 22h54

    É isso mesmo Fabio.
    Máquina de idiotizar pessoas. E pessoas com alto grau de escolaridade, de cultura geral, grandes executivos, empresários. Tenho me deparado com inúmeros exemplos de idiotizados. Mesmo pessoas que eu respeito e que sao boa gente. Mas parece que a mídia decretou o seguinte …se é antipetistas é gente boa e inteligente.

    Fabio Passos

    31 de outubro de 2012 às 00h01

    É isso aí, Maria.

    E esta máquina de idiotizar brasileiros funciona sustentada com dinheiro público.

    Oligarquias parasitando o Estado para se perpetuar.

    Esta pilantragem do PiG precisa acabar.
    O PiG é uma das causas da injustiça social e do nosso atraso.

    abolicionista

    31 de outubro de 2012 às 01h45

    Caro Fabio Passos, minha vontade política é a mesma que a sua. Particularmente acho que o PIG é “o” núcleo do câncer que ameaça a vida de nossa democracia. Contudo, tentei explicar, dentro de minhas limitações, por que acho difícil partir desse governo do PT a inciativa para combater o PIG, por mais que políticos importante dentro do PT, tais como Rui Falcão e Fernando Ferro, encampem essa luta. No mais, conte comigo para combater essa corja!

    Mário SF Alves

    31 de outubro de 2012 às 13h54

    Na contingência de não vislumbrar hipótese, saída ou solução mais adequada, concordo com o seu veredicto. E mais: yankees go home! PiG go home! Grupo Time Life go home! E ainda mais: pela saúde do Planeta, ecológica, inclusive; pelo Estado Democrático de Direito; pela superação do eterno subdesenvolvimento que há séculos nos aflige e humilha, benvinda a democratização da mídia, benvindos todos os que acreditam e lutam pela educação, reumanização e amadurecimento político do povo brasileiro. Que os adversários do Brasil mostrem a cara, pois só assim nós – civilizadamente – os poderemos tratar como realmente merecem ser tratados. Adversários políticos é o que são. Partido da imprensa Golpista é o que é. Por que não assume isso, PiG? Por que a dissimulação? Por que tanto medo de se mostrar como realmente é? O que tem a perder, a não ser privilégios, influência e alguns muitos ilegítimos bilhões a mais? Por isso, abaixo a dissimulação e a covardia. Abaixo o o fingimento. Abaixo o autoritarismo e toda a antidemocracia e colonização historicamente veiculada e praticada pelo PiG.

Fabio Passos

30 de outubro de 2012 às 20h29

As oligarquias golpistas do PiG sobrevivem mamando nas tetas do Estado.

Há muito que o governo deveria ter cortado a mamata de marinho, civita, frias e mesquita.
Continuar sustentando estas organizações golpistas é injustificável.

Responder

Thelma Oliveira

30 de outubro de 2012 às 18h20

Parece que temos boas notícias do front:

Presidente Nacional do PT diz que regulação da mídia está na pauta do partido
Foto:

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse nesta segunda-feira (29) que o partido pretende retomar discussões sobre a instituição de um marco regulatório para as comunicações. Ele afirmou que o fortalecimento do partido nas eleições deste ano mostra que o PT está afinado com setores expressivos da sociedade.

Segundo Falcão, para estabelecer uma nova regulação dos meios de comunicação, o Executivo deve encaminhar um projeto para votação na Câmara e no Senado. O ministro da Comunicação Social do governo Lula, Franklin Martins, já elaborou um anteprojeto que prevê cláusulas estabelecidas na Constituição, como a proibição de monopólios e oligopólios no setor, o acesso à informação e a instituição do Conselho de Comunicação Social. No entanto, o documento ainda foi transformado em projeto pelo governo federal e, portanto, não foi encaminhado ao Legislativo para votação.

Setores da grade mídia são contra um novo marco regulatório e argumentam que a proposta pode ameaçar a liberdade de imprensa. Martins, no entanto, afirma que os países mais avançados do mundo possuem regulação definida para áreas técnicas e de conteúdo da mídia.
http://www.ptsul.com.br/t.php?id_txt=38913

Responder

    Fabio Passos

    30 de outubro de 2012 às 20h32

    Excelente.
    Tomara que finalmente o governo enfrente os interesses do atraso e cumpra o que determina a constituição.

Leonardo Scalercio

30 de outubro de 2012 às 17h51

Já disse e repito: O PT sofre do que chamo de “complexo de vassalagem”. Apanha, é torturado diuturnamente, agredido, caluniado, mas gosta e pede mais como se sentisse aliviado por ter tido a ousadia de romper com a “senzala” e ter construído seu “quilombo”.

É incrível mas é fato. No fundo, sente-se culpado por ter desobedecido seu patrão, seu senhor e aceita passivamente os maus tratos que estes lhe impõem.

Lula só mexeu nisso aos 44 do segundo tempo, Dilma não mexeu e toma todo dia. O PT, mesmo não sendo um partido de esquerda, toma todo dia.

Responder

    Mário SF Alves

    30 de outubro de 2012 às 18h02

    Quilombo, tudo a ver. Quilombo “a gente se liga em você”! É só ter cuidado com uma outra liga; aquela é braba.

Marcos AC Lopes

30 de outubro de 2012 às 17h37

Concordo com FERRO.Temos que acabar com essa mamata. A Globo é uma concessão pública e deveria noticiar gratuitamente tudo que fosse programa do governo.Essa história de verba publicitária, que eu saiba, não existe em países como a França. E nem por isso as empresasa estatais deixam de funcionar, “vender os seus produtos” e os programas governamentais serem divulgados. Já no caso das revistas, se houver necessidade de utilizar as suas páginas, que se contrate para aquele momento e pronto.Tamém não se pode esquecer que quem mede a audiância da Globo é uma empresa que pertence à Golbo.Não dá para acreditar.

Responder

Roberto Locatelli

30 de outubro de 2012 às 17h13

É preciso coragem para publicar um artigo como esse, pois o PIG não perdoa os políticos que ousam ir contra ele. Deputados Dr. Rosinha, Fernando Ferro, Protógenes e outros compraram uma briga brava. A Blogosfera tem que ser a voz deles. A voz de quem não tem voz. A mídia de quem não tem mídia.

Responder

    Mário SF Alves

    30 de outubro de 2012 às 17h58

    Ulalá! Começa a esquentar. E é na blogosfera que a coisa pode se dar.
    .
    Por “coisa” entenda-se: democratização da mídia.

miguel

30 de outubro de 2012 às 16h17

O apagão foi boicote,o governo precisa pegar os culpados,aqui em Fortaleza teve peso na eleição,semáforos sem funcionar por mais de 24hs.

Responder

Flavio Lima

30 de outubro de 2012 às 14h53

O Fernando Ferro é dos poucos com CORAGEM!! Muito bom!

Responder

Marcelo de Matos

30 de outubro de 2012 às 14h41

O campo que se abre para a utopia política é ilimitado. Uns querem acabar com as verbas publicitárias. Eu gostaria de acabar com as emendas parlamentares, fonte de corrupção. Tudo isso, porém, faz parte do sistema: não se muda o regime com uma penada dos governantes de plantão. Emendas parlamentares são vistas como necessárias onde há divisão de poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário. Verbas publicitárias seriam inerentes à liberdade de imprensa. Então, vamos fazer uma revolução? O que parece estar mudando é a própria comunicação em geral. Alguns blogs, como o Viomundo, tornaram-se híbridos de facebook e blog propriamente dito. O Blog de Leituras, do Favre, parece que já está mais para Facebook. Eu que não entendo desses modernismos fico na minha: por enquanto, ainda dou uns palpites por aqui. Não sei qual será o futuro.

Responder

Edno Lima

30 de outubro de 2012 às 14h26

Ainda bem que deputado Fernando Ferro não gerencia a publicidade do governo federal nem das estatais, pois jogaria todo o dinheirinho da publicidade no lixo. O deputado tem uma lógica meio idiota; ele acha que o meio de comunicação necessita do anunciante, mas o anunciante não necessita do meio de comunicação para vender, tornar conhecida sua marca ou mensagem. A Globo, por exemplo depende muito menos da publicidade estatal do que o deputado imagina; caso semelhante se dá com a Veja,que tem suas páginas recheadas com anúncios de empresas privadas, ao contrário de Carta Capital. Só com o futebol, a Globo faturará cerca de Um bilhão de reais em 2012; Avenida Brasil rendeu em torno de dois bilhões. O dinheiro da publicidade estatal tem a função de informar população e não para fazer caridade. È natural que a maior parte da verba vá para quem tem maior telespectadores/leitores/ouvintes.Caso o deputado queira fazer caridade aos meios pouco eficientes meios de comunicações amigos, que passe a sacolinha entre os petistas.

Responder

    Willian

    30 de outubro de 2012 às 15h39

    Deixa eles, quem sabe o Banco do Brasil e a CEF param de anunciar no PIG? Os outros bancos iam adorar… Ou então, todos aqueles anúncios inúteis dos ministérios também param ou só sejam veiculados na mídia amiga. A oposição não perde mais uma eleição. É cada um com cada coisa…

    Marcos

    30 de outubro de 2012 às 15h53

    Ãhan… realmente a Petrobras “precisa” anunciar que vende combustível, pois ninguém sabe disso. Mesma coisa o BB e a Caixa Econômica. Se a Globo fatura tanto assim, porque ela não quita o deve ao estado e demais credores na ordem de 2,6 bilhões de dólares. Mesma coisa temos o “sólido” grupo Abril que depende do estado e da prefeitura de SP para sobreviver. E coisa vai ficar feia, pois em janeiro/2013 o prefeito será do PT.

    Edno Lima

    30 de outubro de 2012 às 19h27

    Caro militonto, seu comentário demostra tamanha falta de conhecimento a respeito das mínimas demandas publicitárias e financeiras das grandes empesas, especialmente das sociedades de economina mista( sim, Banco do Brasil e Petrobrás são sociedades de economia mista ) que não merece sequer um explicação!!

baader

30 de outubro de 2012 às 14h18

“publicidade oficial”, “verba publicitária oficial”. o que são tais expressões (e práticas) senão uma forma CONSTITUCIONAL de corromper? então um governo é um “produto” a ser vendido no “mercado”? se rádios e TVs são concessões públicas, que sejam requisitadas (pelas 3 esferas de poder) para informar o cidadão quando de uma notícia importante. não por acaso o mensalão do psdb começou com uma agência de publicidade do sr.valério. quanto às empresas de economia mista que sobrevivem no “sistema”, que sejam competitivas (como os bancos oficiais, ultimamente). mas, claro, não será um político (nem um lobby jornalístico) que vai propor mudança via emenda constitucional de tal estado de coisas! o resto é conversa fiada. desgraça!

Responder

baader

30 de outubro de 2012 às 14h16

“publicidade oficial”, “verba publicitária oficial”. o que são tais expressões (e práticas) senão uma forma CONSTITUCIONAL de corromper? então um governo é um “produto” a ser vendido no “mercado”? se rádios e TVs são concessões públicas, que sejam requisitadas (pelas 3 esferas de poder) para informar o cidadão quando de uma notícia importante. não por acaso o mensalão do psdb começou com uma agência de publicidade do sr.valério. mas, claro, não será um político (nem um lobby jornalístico) que vai propor mudança via emenda constitucional de tal estado de coisas! o resto é conversa fiada. desgraça!

Responder

João Ferreira Bastos

30 de outubro de 2012 às 13h46

Prezado Deputado

a blogosfera suja fala isso a muito tempo e……. nada acontece.

As tuas palavras são certeiras mas quando será feito?

De boas intenções o inferno esta cheio, quando vocês vão agir e secar a fonte do PIG??? depois que o golpe acontecer????

Responder

jéferson damascena

30 de outubro de 2012 às 13h29

Respeito o deputado Fernando Ferro pela coragem de mostrar sua indignação. Atos como esse são cada vez mais raros na bancada petista. Porém é necessário pressionar o governo para ações concretas, de retaliação mesmo, contra essa mídia corrupta e financiada pelo próprio governo para tentar derrubá-lo. O julgamento midiatizado da AP 470, as declarações insanas de Marco Aurélio Mello,a irascibilidade vaidosa de Joaquim Barbosa e agora a decisão de Celso de Mello a favor da Veja e contra o direito de resposta ao Pelegrino é sintomático: STF e mídia juntos darão as cartas em 2014. E o PT? Vai ficar olhando? Só o carisma e o feeling político de Lula não bastarão.

Responder

Rodrigo Leme

30 de outubro de 2012 às 13h27

O Fernando Ferro propõe que as regras de alcance e audiência que definem a eficiência da transmissão da mensagem pelas regras da brodagem: “se tá com a gente ganha”.

Parece justo.

Responder

Urbano

30 de outubro de 2012 às 12h57

O pior é que não se sabe se o ministreco das mancomunações é incompetente pra fazer uma outra Lei de Medios, caso não tenham gostado da que o Franklin Martins fez, ou se está sendo premido a esquecer tal ideia.

Responder

Willian

30 de outubro de 2012 às 11h57

Sou a favor de uma campanha de verba publicitária ZERO para todo o PIG, a começar pelo Banco do Brasil, CEF e Petrobras. Estas empresas não podem anunciar no PIG! E começando já!

Responder

    Zezinho

    30 de outubro de 2012 às 13h37

    Também sou completamente a favor.

    Sou a favor também de que o PT dê entrada no processo da Privataria Tucana.
    Já se passaram 2 anos e até agora nada. Estou começando a achar que é pura saliva dos raivosos. Vocês não querem que se cumpra a justiça inclusive com a moribunda oposição, então cadê? O que estão esperando?

    Roberto Locatelli

    30 de outubro de 2012 às 17h09

    Eu topo! Senador Roberto Requião fez isso quando foi governador.

    Mas tem que ser uma campanha em que nós nos jogaremos de corpo e alma.

    Willian

    30 de outubro de 2012 às 17h23

    Caso seja necessário dinheiro, tenho certeza que o pessoal do Itaú, Santander e Bradesco irá cooperar. Caso a Petrobras também pare de anunciar, Shell, Ipiranga e Texaco também não se furtariam de dar uma mãozinha.

    Mário SF Alves

    30 de outubro de 2012 às 18h10

    É… Roberto, parece que dessa vez o Will tem razão.

    Roberto Locatelli

    30 de outubro de 2012 às 19h39

    Mário, existe uma força maior que o Itaú, maior que a Petrobras, maior que todas as empresas. É o povo.

    Quando o povo está organizado, sua força é gigantesca, não há como se contrapor a essa força.

    Só lembrando: quem faz o Itaú funcionar são os trabalhadores do Itaú. Quem faz a Petrobras funcionar são os trabalhadores da Petrobras.

    Alexandre Tambelli

    30 de outubro de 2012 às 22h55

    Roberto!

    Pode ser bom não anunciar no PIG, mas o Requião fez um ótimo Governo no Paraná e o seu sucessor não venceu, porque a população não sabia das obras do Governo dele. E deu o candidato do PIG: Beto Richa do PSDB.

    Os anúncios acabam sendo a única forma de furar o bloqueio da informação. Quando o LULA criou o SAMU discursou no ABC numa montadora, a GLOBO mostrou ele discursando para os operários e não disse que o LULA foi lá inaugurar o programa e entregar as primeiras ambulâncias do SAMU.

    A propaganda na velha mídia é a única maneira de informar os brasileiros de que o Governo trabalha, infelizmente. Claro que na VEJA é desnecessário anunciar, porque seu leitor, quase a totalidade deles, é a parcela anti-petista por excelência. Na Rede Globo, ainda não temos como prescindir dos anúncios por lá.

    Alexandre Tambelli

    30 de outubro de 2012 às 23h03

    Quando digo única maneira, queria dizer, única maneira para a maior parte da população que se informa quase que exclusivamente, pela Rede Globo e velha mídia.

    Roberto Locatelli

    31 de outubro de 2012 às 01h52

    Nisso você tem razão, Alexandre. Enquanto tivermos propriedade concentrada de meios de comunicação, o Governo é, de certa forma, refém desses meios. Requião rompeu com o PIG e perdeu as eleições…

    Portanto, precisamos de um PT mais enraizado na sociedade para que o diálogo seja direto, cada vez com menos intermediação do PIG. E, ao mesmo tempo, precisamos democratizar as comunicações, proibindo a propriedade cruzada de mídia. Como já é proibido nos países “desenvolvidos”.

    Mário SF Alves

    31 de outubro de 2012 às 14h46

    É… de fato, intrigante. Mesmo porque, aquilo que realmente interessa a população em termos de obra do Governo Federal não nos chega ou não é divulgado pelo PiG. Grande parte da mudança havida no Brasil na última década só nos chega ao conhecimento via internet, especialmente, pelos ditos blogs sujos. A “realidade” política do País e a dinâmica do mundo,igualmente. Então? Por que o Requião não elegeu o sucessor? Tirando o fato de a internet na época ter feito pouquíssima diferença e a não ser que em nível estadual a relação seja outra, não dá para entender.

    Roberto Locatelli

    31 de outubro de 2012 às 22h02

    Mário, o Requião não fez o sucessor porque seu partido não tem enraizamento suficiente nos movimentos populares para dispensar o PIG. Aliás, nenhum partido tem, atualmente.

    Veja-se que, em Sampa, o PT teve que fazer aliança com Maluf para ter mais tempo de TV. Quando o PT voltar a ter uma boa capilaridade nos movimentos sociais e nas organizações de trabalhadores, tempo de TV será dispensável.


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