VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da ONU


21/09/2011 - 13h15

do Blog do Planalto

“Senhor presidente da Assembleia Geral, Nassir Abdulaziz Al-Nasser,

Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,

Senhoras e senhores chefes de Estado e de Governo,

Senhoras e senhores,

Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o Debate Geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo.

É com humildade pessoal, mas com justificado orgulho de mulher, que vivo este momento histórico.

Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste Planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres.

Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje.

Senhor Presidente,

O mundo vive um momento extremamente delicado e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade histórica. Enfrentamos uma crise econômica que, se não debelada, pode se transformar em uma grave ruptura política e social. Uma ruptura sem precedentes, capaz de provocar sérios desequilíbrios na convivência entre as pessoas e as nações.

Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção. Ou nos unimos todos e saímos, juntos, vencedores ou sairemos todos derrotados.

Agora, menos importante é saber quais foram os causadores da situação que enfrentamos, até porque isto já está suficientemente claro. Importa, sim, encontrarmos soluções coletivas, rápidas e verdadeiras.

Essa crise é séria demais para que seja administrada apenas por uns poucos países. Seus governos e bancos centrais continuam com a responsabilidade maior na condução do processo, mas como todos os países sofrem as conseqüências da crise, todos têm o direito de participar das soluções.

Não é por falta de recursos financeiros que os líderes dos países desenvolvidos ainda não encontraram uma solução para a crise. É, permitam-me dizer, por falta de recursos políticos e algumas vezes, de clareza de ideias.

Uma parte do mundo não encontrou ainda o equilíbrio entre ajustes fiscais apropriados e estímulos fiscais corretos e precisos para a demanda e o crescimento. Ficam presos na armadilha que não separa interesses partidários daqueles interesses legítimos da sociedade.

O desafio colocado pela crise é substituir teorias defasadas, de um mundo velho, por novas formulações para um mundo novo. Enquanto muitos governos se encolhem, a face mais amarga da crise – a do desemprego – se amplia. Já temos 205 milhões de desempregados no mundo. 44 milhões na Europa. 14 milhões nos Estados Unidos. É vital combater essa praga e impedir que se alastre para outras regiões do Planeta.

Nós, mulheres, sabemos, mais que ninguém, que o desemprego não é apenas uma estatística. Golpeia as famílias, nossos filhos e nossos maridos. Tira a esperança e deixa a violência e a dor.

Senhor Presidente,

É significativo que seja a presidenta de um país emergente, um país que vive praticamente um ambiente de pleno emprego, que venha falar, aqui, hoje, com cores tão vívidas, dessa tragédia que assola, em especial, os países desenvolvidos.

Como outros países emergentes, o Brasil tem sido, até agora, menos afetado pela crise mundial. Mas sabemos que nossa capacidade de resistência não é ilimitada. Queremos – e podemos – ajudar, enquanto há tempo, os países onde a crise já é aguda.

Um novo tipo de cooperação, entre países emergentes e países desenvolvidos, é a oportunidade histórica para redefinir, de forma solidária e responsável, os compromissos que regem as relações internacionais.

O mundo se defronta com uma crise que é ao mesmo tempo econômica, de governança e de coordenação política.

Não haverá a retomada da confiança e do crescimento enquanto não se intensificarem os esforços de coordenação entre os países integrantes da ONU e as demais instituições multilaterais, como o G-20, o Fundo Monetário, o Banco Mundial e outros organismos. A ONU e essas organizações precisam emitir, com a máxima urgência, sinais claros de coesão política e de coordenação macroeconômica.

As políticas fiscais e monetárias, por exemplo, devem ser objeto de avaliação mútua, de forma a impedir efeitos indesejáveis sobre os outros países, evitando reações defensivas que, por sua vez, levam a um círculo vicioso.

Já a solução do problema da dívida deve ser combinada com o crescimento econômico. Há sinais evidentes de que várias economias avançadas se encontram no limiar da recessão, o que dificultará, sobremaneira, a resolução dos problemas fiscais.

Está claro que a prioridade da economia mundial, neste momento, deve ser solucionar o problema dos países em crise de dívida soberana e reverter o presente quadro recessivo. Os países mais desenvolvidos precisam praticar políticas coordenadas de estímulo às economias extremamente debilitadas pela crise. Os países emergentes podem ajudar.

Países altamente superavitários devem estimular seus mercados internos e, quando for o caso, flexibilizar suas políticas cambiais, de maneira a cooperar para o reequilíbrio da demanda global.

Urge aprofundar a regulamentação do sistema financeiro e controlar essa fonte inesgotável de instabilidade. É preciso impor controles à guerra cambial, com a adoção de regimes de câmbio flutuante. Trata-se, senhoras e senhores, de impedir a manipulação do câmbio tanto por políticas monetárias excessivamente expansionistas como pelo artifício do câmbio fixo.

A reforma das instituições financeiras multilaterais deve, sem sombra de dúvida, prosseguir, aumentando a participação dos países emergentes, principais responsáveis pelo crescimento da economia mundial.

O protecionismo e todas as formas de manipulação comercial devem ser combatidos, pois conferem maior competitividade de maneira espúria e fraudulenta.

Senhor Presidente,

O Brasil está fazendo a sua parte. Com sacrifício, mas com discernimento, mantemos os gastos do governo sob rigoroso controle, a ponto de gerar vultoso superávit nas contas públicas, sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais, nem nosso ritmo de investimento e de crescimento.

Estamos tomando precauções adicionais para reforçar nossa capacidade de resistência à crise, fortalecendo nosso mercado interno com políticas de distribuição de renda e inovação tecnológica.

Há pelo menos três anos, senhor Presidente, o Brasil repete, nesta mesma tribuna, que é preciso combater as causas, e não só as consequências da instabilidade global.

Temos insistido na interrelação entre desenvolvimento, paz e segurança; e  que as políticas de desenvolvimento sejam, cada vez mais, associadas às estratégias do Conselho de Segurança na busca por uma paz sustentável.

É assim que agimos em nosso compromisso com o Haiti e com a Guiné-Bissau. Na liderança da Minustah, temos promovido, desde 2004, no Haiti, projetos humanitários, que integram segurança e desenvolvimento. Com profundo respeito à soberania haitiana, o Brasil tem o orgulho de cooperar para a consolidação da democracia naquele país.

Estamos aptos a prestar também uma contribuição solidária, aos países irmãos do mundo em desenvolvimento, em matéria de segurança alimentar, tecnologia agrícola, geração de energia limpa e renovável e no combate à pobreza e à fome.

Senhor Presidente,

Desde o final de 2010, assistimos a uma sucessão de manifestações populares que se convencionou denominar “Primavera Árabe”. O Brasil é pátria de adoção de muitos imigrantes daquela parte do mundo. Os brasileiros se solidarizam com a busca de um ideal que não pertence a nenhuma cultura, porque é universal: a liberdade.

É preciso que as nações aqui reunidas encontrem uma forma legítima e eficaz de ajudar as sociedades que clamam por reforma, sem retirar de seus cidadãos a condução do processo.

Repudiamos com veemência as repressões brutais que vitimam populações civis. Estamos convencidos de que, para a comunidade internacional, o recurso à força deve ser sempre a última alternativa. A busca da paz e da segurança no mundo não pode limitar-se a intervenções em situações extremas.

Apoiamos o Secretário-Geral no seu esforço de engajar as Nações Unidas na prevenção de conflitos, por meio do exercício incansável da democracia e da promoção do desenvolvimento.

O mundo sofre, hoje, as dolorosas consequências de intervenções que agravaram os conflitos, possibilitando a infiltração do terrorismo onde ele não existia, inaugurando novos ciclos de violência, multiplicando os números de vítimas civis.

Muito se fala sobre a responsabilidade de proteger; pouco se fala sobre a responsabilidade ao proteger. São conceitos que precisamos amadurecer juntos. Para isso, a atuação do Conselho de Segurança é essencial, e ela será tão mais acertada quanto mais legítimas forem suas decisões. E a legitimidade do próprio Conselho depende, cada dia mais, de sua reforma.

Senhor Presidente,

A cada ano que passa, mais urgente se faz uma solução para a falta de representatividade do Conselho de Segurança, o que corrói sua eficácia. O ex-presidente Joseph Deiss recordou-me um fato impressionante: o debate em torno da reforma do Conselho já entra em seu 18º ano. Não é possível, senhor Presidente, protelar mais.

O mundo precisa de um Conselho de Segurança que venha a refletir a realidade contemporânea; um Conselho que incorpore novos membros permanentes e não-permanentes, em especial representantes dos países em desenvolvimento.

O Brasil está pronto a assumir suas responsabilidades como membro permanente do Conselho. Vivemos em paz com nossos vizinhos há mais de 140 anos. Temos promovido com eles bem-sucedidos processos de integração e de cooperação. Abdicamos, por compromisso constitucional, do uso da energia nuclear para fins que não sejam pacíficos. Tenho orgulho de dizer que o Brasil é um vetor de paz, estabilidade e prosperidade em sua região, e até mesmo fora dela.

No Conselho de Direitos Humanos, atuamos inspirados por nossa própria história de superação. Queremos para os outros países o que queremos para nós mesmos.

O autoritarismo, a xenofobia, a miséria, a pena capital, a discriminação, todos são algozes dos direitos humanos. Há violações em todos os países, sem exceção. Reconheçamos esta realidade e aceitemos, todos, as críticas. Devemos nos beneficiar delas e criticar, sem meias-palavras, os casos flagrantes de violação, onde quer que ocorram.

Senhor Presidente,

Quero estender ao Sudão do Sul as boas vindas à nossa família de nações. O Brasil está pronto a cooperar com o mais jovem membro das Nações Unidas e contribuir para seu desenvolvimento soberano.

Mas lamento ainda não poder saudar, desta tribuna, o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países nesta Assembléia, acreditamos que é chegado o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título.

O reconhecimento ao direito legítimo do povo palestino à soberania e à autodeterminação amplia as possibilidades de uma paz duradoura no Oriente Médio. Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional.

Venho de um país onde descendentes de árabes e judeus são compatriotas e convivem em harmonia – como deve ser.

Senhor Presidente,

O Brasil defende um acordo global, abrangente e ambicioso para combater a mudança do clima no marco das Nações Unidas. Para tanto, é preciso que os países assumam as responsabilidades que lhes cabem.

Apresentamos uma proposta concreta, voluntária e significativa de redução [de emissões], durante a Cúpula de Copenhague, em 2009. Esperamos poder avançar já na reunião de Durban, apoiando os países em desenvolvimento nos seus esforços de redução de emissões e garantindo que os países desenvolvidos cumprirão suas obrigações, com novas metas no Protocolo de Quioto, para além de 2012.

Teremos a honra de sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho do ano que vem. Juntamente com o Secretário-Geral Ban Ki-moon, reitero aqui o convite para que todos os Chefes de Estado e de Governo compareçam.

Senhor Presidente e minhas companheiras mulheres de todo mundo,

O Brasil descobriu que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. E que uma verdadeira política de direitos humanos tem por base a diminuição da desigualdade e da discriminação entre as pessoas, entre as regiões e entre os gêneros.

O Brasil avançou política, econômica e socialmente sem comprometer sequer uma das liberdades democráticas. Cumprimos quase todos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, antes 2015. Saíram da pobreza e ascenderam para a classe média no meu país quase 40 milhões de brasileiras e brasileiros. Tenho plena convicção de que cumpriremos nossa meta de, até o final do meu governo, erradicar a pobreza extrema no Brasil.

No meu país, a mulher tem sido fundamental na superação das desigualdades sociais. Nossos programas de distribuição de renda têm nas mães a figura central. São elas que cuidam dos recursos que permitem às famílias investir na saúde e na educação de seus filhos.

Mas o meu país, como todos os países do mundo, ainda precisa fazer muito mais pela valorização e afirmação da mulher. Ao falar disso, cumprimento o secretário-geral Ban Ki-moon pela prioridade que tem conferido às mulheres em sua gestão à frente das Nações Unidas.

Saúdo, em especial, a criação da ONU Mulher e sua diretora-executiva, Michelle Bachelet.

Senhor Presidente,

Além do meu querido Brasil, sinto-me, aqui, representando todas as mulheres do mundo. As mulheres anônimas, aquelas que passam fome e não podem dar de comer aos seus filhos; aquelas que padecem de doenças e não podem se tratar; aquelas que sofrem violência e são discriminadas no emprego, na sociedade e na vida familiar; aquelas cujo trabalho no lar cria as gerações futuras.

Junto minha voz às vozes das mulheres que ousaram lutar, que ousaram participar da vida política e da vida profissional, e conquistaram o espaço de poder que me permite estar aqui hoje.

Como mulher que sofreu tortura no cárcere, sei como são importantes os valores da democracia, da justiça, dos direitos humanos e da liberdade.

E é com a esperança de que estes valores continuem inspirando o trabalho desta Casa das Nações que tenho a honra de iniciar o Debate Geral da 66ª Assembleia Geral da ONU.

Muito obrigada.”

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120 comentários

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Dilma na ONU: sem complexo de vira-lata

25 de agosto de 2015 às 12h15

[…] Aqui, no VioMundo, o discurso na íntegra. […]

Responder

O Governo da primeira presidenta não é um governo para as mulheres!Blogueiras Feministas | Blogueiras Feministas

19 de novembro de 2011 às 00h33

[…] fiquei muito emocionada com esse discurso da presidenta Dilma na Assembléia Geral da ONU, em setembro deste ano. Achei que por reconhecer os desafios a presidente estaria disposta a bancar […]

Responder

O FENÔMENO « LIBERDADE AQUI!

25 de setembro de 2011 às 19h15

[…] Dilma fala na ONU […]

Responder

CC.Brega.mim

22 de setembro de 2011 às 19h22

emocionante.
de fato corajoso e sincero.
orgulho de nossa presidenta
brasil dando lição ao mundo..
dilmais!

Responder

Eduardo Bernardes

22 de setembro de 2011 às 16h43

Eu achei que não iria viver para presenciar um momento tão marcante da política brasileira.
Parabéns, Dilma!!!
Meu voto valeu a pena!!!!

Responder

Lucas

22 de setembro de 2011 às 16h22

Manchete de capa do Globo (o jornal, não a emissora) sobre o discurso da Dilma, em letras garrafais:

"Capacidade do Brasil de resistir à crise não é ilimitada"

Fiquei com vontade de comprar o jornal, só pra emoldurar numa parede qualquer do meu apartamento, e me lembrar, pra sempre do bom e velho PIG.

Responder

Julio

22 de setembro de 2011 às 15h19

Não foi o Chico Anísio quem tinha dito que a Dilma estava proibida de pisar nos EUA? Foi perto do segundo turno, acho! E ninguém comentou nada! Foi a campanha de Serra quem espalhou!
Que show essa mulher!
Parabéns, Brasil!

Responder

Nadja

22 de setembro de 2011 às 13h23

Foi emocionante, ousado e corajoso!
Mas na chamada do jornal da grobo ontem, na hora do jogo, nosso vampiro, apresentador e jornalista parece que esqueceu de Dilma na Onu na chamada do jornal com as principais noticias do dia, acho que não era importante… Se fosse o colega vampiro dele teria edições especiais dos jornais durante toda semana.
Eu estava no escritório e meu marido grita da sala indignado "Nadddddja…ele não falou de Dilma na ONU!!!"
A inveja é uma m*****

Acho que é porque ele também acha que Dilma não entra nos EUA… só pode.

Responder

FrancoAtirador

22 de setembro de 2011 às 09h59

.
.
Dilma, o canarinho grego e a fila do SUS

A Grécia representa apenas 2% do PIB da UE.
Coube-lhe, porém, condensar as fragilidades de um conjunto do qual pode ser a espoleta devastadora.
Como dizem seus economistas, a Grécia é o canarinho da mina: sua morte anuncia a contaminação de toda a estrutura.

O que importa aqui, portanto, já não é tanto o objeto sacrificado inutilmente, mas a resiliência de uma ideologia que, ademais de minar as bases estratégicas do euro, contamina outras fronteiras do planeta. Inclusive as do Brasil.

Esta semana, os credores exigiram um novo degrau de asfixia contra o ‘canarinho' grego, sancionado nesta 4ª feira por Atenas.
Trinta mil funcionários públicos sofrerão um corte de 60% nos seus salários ingressando num limbo pré-demissional, no qual já estão 150 mil empregos prometidos aos credores.
Aposentadorias acima de 1.200 euros terão corte de 20% e serão congeladas.
Há mais a caminho.
Se um povo inteiro aceitar a servidão fiscal, a Grécia pagará em 2012 7% do PIB em juros da dívida pública. Estamos falando de uma economia falida, ajoelhada, esmagada.

Pois bem, o Brasil pagará este ano cerca de 6% do PIB em juros da dívida pública.
Em 12 meses até julho essa despesa somou R$ 225 bi, segundo o economista Amir Khair.

Ao mesmo tempo, o país se debate num impasse angustiante na área da saúde pública, asfixiada por um rombo orçamentário da ordem de R$ 40 bi.

Não há esperança de dignidade no atendimento a mais de 75% da população que depende da fila do SUS com um buraco dessa magnitude.

O conservadorismo nativo veta a criação de uma taxa de 0,1% sobre operações financeiras para uso exclusivo – ao contrário do que se fez com a CPMF – na saúde pública.

As proporções em jogo são desconcertantes. Mas o veto é seguido de um silêncio constrangedor por boa parte do PT.

Em seu pronunciamento na ONU, nesta 4ª feira, a presidenta Dilma Rousseff dispensou ao quadro internacional um diagnóstico aplicável ao impasse fiscal na saúde pública brasileira:

"Não é por falta de recursos financeiros que ( …) ainda não encontraram uma solução para a crise. É, permitam-me dizer, por falta de recursos políticos e algumas vezes, de clareza de ideias. Ficam presos na armadilha que não separa interesses partidários daqueles interesses legítimos da sociedade".

Tem razão a Presidenta Dilma.
O canarinho grego difere do brasileiro, mas ambos sofrem da mesma doença: a ganância rentista.

Postado por Saul Leblon na Carta Maior

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostra

Responder

Douglas O> Tôrres

22 de setembro de 2011 às 09h40

Os EUA caminham para a solidão(quase,pois tem o sionismo israelense),por uma questão se sobrevivência a Europa vai aderir aos brics,perdem influencia no extremo oriente,perderam na América Latina,perdem na A´ áfrica e estão perdendo,melhor ja perderam para os povos do oriente médio,mantidas sua influencia pela força,mas até isto vem caindo.O discurso de Dilma foi mostrar que o Brasil é um novo player mundial e que sua história credencia ,avalia suas palavras,de lutas pela paz,fim da miséria,de igualdade entre nações,isto sem a hipocrisia de dizer que somos certinhos,temos defeitos,como todos.Mais que um discurso bonito,cheio de intenções,foi um discurso direto,sem hipocrisias,e é isto que o mundo precisa e quer ouvir.

Responder

Dilma na ONU: sem complexo de vira-lata « Ficha Corrida

22 de setembro de 2011 às 08h31

[…] Aqui, no VioMundo, o discurso na íntegra. […]

Responder

BRUNO

22 de setembro de 2011 às 08h14

E A EDUCAÇÃO EM MINAS GERAIS? 107 DIAS DE GREVE !!!

Responder

El Cid

22 de setembro de 2011 às 06h30

Quem diria que o “poste” escolhido pelo Lula chegou onde o PIG nunca imaginou…

Responder

    Klaus

    22 de setembro de 2011 às 11h42

    Onde?

    El Cid

    22 de setembro de 2011 às 18h12

    … aonde o seu ídolo, Zé Bolinha, nunca chegou e nunca vai chegar, "Herr Hirnlos" !!!

Mario SF Alves

22 de setembro de 2011 às 03h18

Agora imaginemos em sinal trocado, se em lugar da Presidente Dilma estivessemos a refletir sobre o discurso de um… digamos… tucano. Algo mais ou menos assim:
Senhor Presidente da Assembleia …
.
.
.
Todos sabemos que a crise pela qual passamos hoje nada mais e do que o resultado deficit fiscal. Gigantismo dos Estados, falta de controle dos gastos publicos e incompetencial gerencial. Por isso o Brasil, atendendo o ultimo acordo com o FMI, esta promovendo a maior privatizacao de sua historia: a privatizacao da PETROBRAX. empresas estatais…
se gasta. E

Responder

zeca

22 de setembro de 2011 às 01h34

Gostaria de saber porque não publicam meus comentarios!

Responder

Paula

21 de setembro de 2011 às 23h57

Eleições 2014: Dilma 57% X 18% Aécio … ou … Lula 76% X 11% Aécio
http://www.osamigosdaonca.com.br/2011/09/eleicoes

Responder

FrancoAtirador

21 de setembro de 2011 às 23h50

.
.
Enquanto isso:

355 CRÁPULAS DERRUBAM A ALÍQUOTA DA CSS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

No plenário, 355 votaram contra, 76 votaram a favor e 4 se abstiveram.

O líder do PT, Paulo Teixeira (SP), orientou a bancada a votar pela cobrança do novo tributo.

O projeto agora segue para análise no Senado.

Para concluir a regulamentação, faltava apenas a votação de um destaque (exclusão de uma parte do texto para apreciação em separado) apresentado pelo DEM que retira a base de cálculo da CSS (Contribuição Social para a Saúde), que na prática inviabiliza a criação do imposto.

A alíquota estipulada era de 0,1% sobre as transações financeiras.

http://cadaminuto.com.br/noticias/imprimir/ano/20

Responder

Sônia Bulhões

21 de setembro de 2011 às 23h08

A parte de ter posição pró perdão a torturadores no Brasil e estarmos sujeitos a sanções Internacionais por isso, a Presidenta falou que todos os países têm de se render às críticas por violações dos Direitos Humanos. Mandou muito bem e não excluiu o Brasil nessa parte do discurso. Foi perfeito, corajoso e emocionante o discurso de abertura da 66ª assembléia da ONU. Dá-lhes Dilma.

Responder

Abel

21 de setembro de 2011 às 22h32

A Wikipédia em português não deu uma linha na página principal sobre o discurso da presidenta. Já a Viquipèdia (em catalão :)… http://ca.wikipedia.org/wiki/Portada
Não sei não, mas tem muita gente que tem vergonha de ser brasileiro (inclusive os que escrevem na Wikipédia "lusófona").

Responder

Daniel Faria

21 de setembro de 2011 às 21h36

Excelente discurso, pena que partes importantes não foram destacadas pela grande mídia (supresa?).

Responder

SILOÉ-RJ

21 de setembro de 2011 às 21h36

E aí "PORCO"!!! Só falta agora uma bela manchete e uma bela foto, só pra começar!!!

Responder

Gerson Carneiro

21 de setembro de 2011 às 21h29

SERRAAAAA… SAIA DAÍ E VENHA VER A DILMA NA ONU!!!

<img src=http://www.degringolou.com.br/wp-content/uploads/2010/08/segunda-feira-copy.jpg>

Responder

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 22h36

    Essa vale para a trollada toda que ainda vive na m… do pensamento único.
    Valeu, GC.

francisco.latorre

21 de setembro de 2011 às 21h12

e quem entrou numas que o itamaraty havia recuado..

hehe.. quebrou a cara.

..

Responder

    beattrice

    22 de setembro de 2011 às 13h43

    O discurso tem a cara do Amorim, da sala ao lado, não do "patriota" pro-ALCA, não mesmo.

Mario SF Alves

21 de setembro de 2011 às 21h12

E alguem ainda acredita que subimos aquela serra toda contra o PIG/Demo-Tucanos & Cia por nada?
E, como se dizia na blogosfera livre das amarras neo-liberais a epoca, BOM DILMA a todos!
Valeu, Presidenta. E vamo que vamo.

Responder

francisco.latorre

21 de setembro de 2011 às 21h11

cartas na mesa.

disse a que veio. em alto e bom som.

brasil. em pé.

..

dilma. maravilha.

sem medo de ser feliz.

..

Responder

Jairo_Beraldo

21 de setembro de 2011 às 20h49

Vi duas leituras do discurso do Obama (não me interessei em buscar mais, porque o que estadunidense fala, pra mim é igual risco n'água….são falsos, mentirosos, assassinos e terroristas). Uma pela GloboNews – "Obama se diz contra a entrada da Palestina como país membro da ONU, que não é assim que se resolverá os conflitos por lá" (não sei porque dão importancia, pois os estadunidenses estã cag***** e andando para a ONU). A outra na Record, onde ficou claro que Obama mais deu um puxão de orelhas nos dois povos – " quando um se colocar no lugar do outro, talvez comecem a se entederem". Em qual devo acreditar? No estadunidense e nos sionistas, nem darei ouvidos…..

Responder

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 23h55

    Aliás, Jairo, risco n'água deve ser a topografia deles quando se trata de delimitar territórios.

FrancoAtirador

21 de setembro de 2011 às 20h28

.
.
"Urge aprofundar a regulamentação do sistema financeiro e controlar essa fonte inesgotável de instabilidade."

Esta é a Dilma Rousseff para quem fiz campanha e em quem votei.

Espero que ela ponha esta proposta imediatamente em prática, quando retornar ao Brasil.
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 21h38

    Bem lembrado, Franco. De fato, não foa à-toa que subimos aquela serra toda.

    beattrice

    22 de setembro de 2011 às 13h44

    Esperamos.

edv

21 de setembro de 2011 às 20h17

E o sr. Obláblablama a declarar que a MESMA ONU que discutiu e votou pelo estado de Israel, formalizado com o término do mandato britânico na … Palestina… não é fôro para discutir e definir um estado Palestino e contribuir para a paz na região.

Dá-lhe DD!!! *

(*) DD = Dynamite Dilma (® Newsweek)

Responder

    edv

    22 de setembro de 2011 às 14h34

    Ou

    "A poste" (® PIG)

    Hehe

Mar.

21 de setembro de 2011 às 19h12

É realmente muito emocionante, superou em muito a minha expectativa, ela estava maravilhosa!! Sinto muito orgulho de ser brasileira, de ter votado nela. Viva a Dilma !!!!

Responder

Rafael

21 de setembro de 2011 às 18h27

Veja o descompasso entre o que acontece e o que a globo noticia. Não mostra realmente como foi o discurso. Pega a parte do discurso da Dilma sobre a Palestina com intenção de associar Dilma ao extremismo. Não sei, mas acredito que manipulação grosseira e omitir informação não é correto.

Responder

Marcelo Silber

21 de setembro de 2011 às 18h11

Achei excelente o discurso de Dilma.
Passou da hora do Brasil ter assento permanente no CS da ONU, inclusive com direito a veto !!!
abs

Responder

Marco

21 de setembro de 2011 às 18h11

Grande discurso da nossa presidenta.
Me encheu de orgulho de ser Brasileiro.
Valeu Dilma!!!

Responder

Gustavo Pamplona

21 de setembro de 2011 às 18h04

Desistam desta utopia… meus queridos… Vocês não viram o discurso do Obama?

Vai aí a verdade única e universal: Desde quando aos EUA interessa a paz? São eles que financiam o exército de Israel, Vocês se esqueceram do chamado "gastos militares" e quantos blilhõs de dólares que eles torram por ano com as forças armadas, mais de 400 bilhões

E não esqueçam que foi a ONU que fez a bobagem de criar um Estado de Israel, ou seja é uma instituição "falida" e é meramente um fantoche do governo dos "esteites".

Responder

    Gabriel Dantas Motta

    21 de setembro de 2011 às 21h27

    Gustavo, nunca desista de uma utopia. Ela pode se transfomar numa realidade. E você ficará assustado. Você mesmo escreveu que a ONU é uma "instituição falida e fantoche do governo dos esteites". Se a ONU é falida, não durará muito. Quanto aos "esteites", a História mostra que o Império Romano sucumbiu por causa dos gastos militares. Expandiram demais suas fronteiras. A História ensina…

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 22h41

    Os "esteites" estão absolutamente fora de controle; entraram no modo "moto perpetuo" faz tempo. E pelo visto, não demora muito, vão ejetar até piloto automático.

Maria Lucia

21 de setembro de 2011 às 17h43

Impensável um discurso mais perfeito! Dilma arrasou. Foi mais do que perfeita. E a maior parte do tempo falou de improviso, dando uma magistral aula de lucidez, ética,sabedoria e bom senso.
Nem sei dizer o que gostei mais. .Acho que ela arrebentou quando falou que todos os países do mundo devem ser chamados a participar da solução da grande crise econômica, embora ela, por enquanto, esteja atingindo mais os EUA e a Europa e os países cujas economias estão muito atreladas às desses países. E prossegiu dizendo que não era hora de procurar as causas e os culpados dessa monumental crise que está gerando altos índices de desemprego, aumentando a pobreza e a miséria nos países mais atingidos.
E concluiu com um "até mesmo porque todos sabemos quais são essas causas e quem são esses culpados."
No mais foi só paulada na moleira do neoliberalismo, do autoritarismo e do intervencionismo. Da perversidade e da burrice.
Ali, de frente pro crima, olhando nos olhos dos inimigos da paz e do justo progresso econômico de toda a humanidade, Dilma Vana Rousseff, honrou aquela jovem mineira,estudante de Economia,que um dia ousou desafiar a ditadura militar. Honrou todos os seus companheiros que morreram lutando contra a opressão ou que já partiram do planetinha. Honrou todos os brasileiros e brasileiras e o bom nome do Brasil.
Valeu Dilma Maravilha! Nós gostamos de você!

Responder

    francisco.latorre

    21 de setembro de 2011 às 21h14

    direta clara e irretocável.



    honrou todos os brasileiros. e brasileiras.

    ..

Escrevinhador

21 de setembro de 2011 às 17h21

[…] Aqui, no VioMundo, o discurso na íntegra. […]

Responder

Roberto Locatelli

21 de setembro de 2011 às 17h12

O principal foi a posição do Brasil a favor do reconhecimento da Palestina.

Responder

    Lucas

    21 de setembro de 2011 às 19h03

    A parte dos direitos humanos foi um tanto hipócrita, faltou falar que o governo dela ainda se recusa a acabar com a anistia aos torturadores e fazer uma Comissão da Verdade decente.

    Também faltou dar nomes aos bois responsáveis pela crise. Diz que já está suficientemente claro, mas poderia muito bem lembrar que a culpa é dos "banqueiros de olhos azuis" que até hoje prosperam, com lucros astronômicos enquanto os trabalhadores pagam para "resgatá-los".

    Fora essas ressalvas, um grande discurso, principalmente o apoio claro à causa palestina.

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 22h15

    Fundamental, companheiro. Fundamental.

Polengo

21 de setembro de 2011 às 17h02

[ironia]
Igualzinho aos que tiravam os sapatinhos pros EUA.
[/ironia]

Responder

LVSILVA

21 de setembro de 2011 às 16h57

Ué!!! A muié não foi presa. Na campanha a GLOBO disse que seria presa assim que pisasse em solo americano. Quanto ao discruso na ONU, sem comentários. FANTÁSTICO. Viva Dilma. Viva LULA 2014.

Responder

Wellington

21 de setembro de 2011 às 16h31

Histórico e emocionante..

Que Deus os abençôem: Dilma e Lula.

Sds
W

Responder

priscila presotto

21 de setembro de 2011 às 16h30

Foi lindo ,e ela foi dura em suas críticas.Muito bom mesmo!!!!!

Responder

Rogério Floripa

21 de setembro de 2011 às 16h29

Para quem não pode entrar no Estados Unidos, está ótimo. :)

Documentário – A Sociedade do Espetáculo
Ressalta o aspecto de espetacularização dos feitos, em qualquer sociedade,
seja ela neoliberal ou socialista .http://fwd4.me/07qO

Responder

    xicobarreto

    21 de setembro de 2011 às 16h39

    Ela estava presente virtualmente, por teleconferencia em 3D,heheh
    ela esta impedida de entrar nos EU por ser definida " terrorista"
    isso vai da na grobo, na oia, na falha etc , o pessoal do mileniun devem estar se corroendo com esta situação anormal, onde se viu dar espaço num local tão democratico a pessoas tão desqualificadas pelo seu passado.

    Roberto Locatelli

    21 de setembro de 2011 às 17h12

    Bem lembrado!! E o bobóca do Chico Anísio (entre outros) chegou a falar essa asneira em entrevista. Repetem as canalhices que a extrema-direita fala.

    edv

    21 de setembro de 2011 às 17h31

    Alguns aqui explicarão que o prédio da ONU é "território internacional".

    Apesar de Dilma já ter ido aos EEUU várias vezes antes mesmo de ser presidenta (inclusive com Obama), não duvidemos !

Marcio H Silva

21 de setembro de 2011 às 16h29

Com todo respeito, Lula é o cara, ela é "o cara" do cara.

Responder

Emília

21 de setembro de 2011 às 16h15

Gente, sejam sinceros, ela foi maravilhosa. Que orgulho da minha Presidenta. Firme, objetiva, segura, mostrando a que veio e ainda deu várias "palmadas" nos poderosos de plantão.

Responder

Bonifa

21 de setembro de 2011 às 16h09

O que mais gostei foi do "teorias ultrapassadas", referindo-se aos ortodoxos neoliberais. Também foi relevante a classificação dos líderes primeiro-mundistas como "cabeças ôcas". A ênfase clara, sem subterfúgios, sobre o assento da Palestina na Assembléia desfigurou o discurso vacilante de Obama, que defende a retomada do eterno "processo de enrolação" (não de negociação), que vai matando tempo enquanto os colonos israelenses, estimulados pelo governo sionista, vão roubando a terra dos palestinos. Obama só faltou dizer que os palestinos só terão estado se e quando Israel permitir. Este crime do roubo de terras não poderia ser praticado contra um estado independente e reconhecido pela ONU. Seria invasão criminosa de país membro da ONU.

Responder

    luiz pinheiro

    21 de setembro de 2011 às 23h49

    AS teorias ultrapassadas" foram uma referencia às teses do Consenso de Washington

    Mário SF Alves

    22 de setembro de 2011 às 00h03

    Desculpa aí, Luiz, mas acho que ela foi ainda mais longe.

Roselito Ribeiro

21 de setembro de 2011 às 16h04

Acabei de ouvir o discurso da presidenta Dilma fiquei emocionado com a clareza de alguns pontos por ela abordado, questões de direitos humanos e o combate a miséria e a pobreza. A questão da Palestina ficou clara a posição do Brasil em defesa da pátria Palestina,mostrou um país soberano e com compromisso com a paz e a amizade com outros povos. A despeito do esgoto da grande mídia seremos protagonista de uma grande história.

Responder

    Mario SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 21h12

    Sei nao, viu, mas, ruim demais com ele, com o barraco bambo, pior sem ele. E… por favor, acudam se eu estiver errado.

pperez

21 de setembro de 2011 às 15h54

Eita mulher porreta essa!Digna do Brasil bombante de hoje!
Vamos ver logo mais o que o casal 45 no JN vai inventar para mostrar defeito na fala e na imagem da Presidenta, ainda mais que Obama logo em seguida discordou do voto favoravel Brasileiro para reconhecimento do povo Palestino!
Ainda bem que,diferente dele, o Brasil não tem rabo preso com ninguem!

Responder

Geloca

21 de setembro de 2011 às 15h52

Fiquei muuuuuito emocionada com o belíssimo, elegante e, sobretudo, corajoso. Parabéns querida presidenta Dilma e meu muito obrigada.

Responder

Rasec

21 de setembro de 2011 às 15h48

Obrigado Lula!
Obrigado Dilma!
Viva as mulheres!

Responder

Alexandre

21 de setembro de 2011 às 15h46

Dilminha BOMBOU legal!

Responder

Jose Neumar

21 de setembro de 2011 às 15h43

Emocionante o discurso da nossa Presidente Dilma. Não se esqueceu de tocar, através das palavras e do exemplo, os nossos corações e sentimentos. Não se esqueceu de, com firmeza e convicção, tocar em temas econômicos e políticos, tão bem mascarados pela grande mídia, especialmente a local, e tão bem desmascarados pelo seu discurso.
TEMOS DE FATO E DE DIREITO UMA PRESIDENTE.

Responder

Aracy_

21 de setembro de 2011 às 15h27

Momento histórico, motivo de orgulho para os brasileiros e, especialmente, para as mulheres. Que alegria!

Responder

Manoel

21 de setembro de 2011 às 15h26

Mandou bem pra caramba.
A pessoa certa, no lugar certo, a dizer a coisa certa.
Fantástica esta Dilma.

Responder

Dina

21 de setembro de 2011 às 15h18

Que orgulho de ser brasileira, mulher e ter como presidenta a grandiosa Dilma Rousseff ! Que discurso corajoso, sincero e competente! Mostrou que sabemos dos problemas, de suas origens, das possibilidades de soluções. Parabéns Presidenta !!!!

Responder

Maria Jose Rego

21 de setembro de 2011 às 15h15

Ouvi todo seu discurso histórico na ONU e senti um orgulho imenso de ter votado nessa mulher para presidentA do meu país. Ela é Dilmais!!!

Responder

Indio Tupi

21 de setembro de 2011 às 15h13

Aqui no Alto Xingu, os índios acham que a meia dúzia de manipulados pela mídia financeirizada, inconformados pela terceira derrota eleitoral seguida, vão "morrer na praia" na vã tentativa de galvanizar a opinião popular contra o governo da Presidente Dilma, sob o manjadíssimo e surrado pretexto udenista do combate à corrupção. O movimento espiroqueta contra a corrupção vem sendo insuflado pela mídia financeirizada. A finalidade do discurso falsamente moralista — velha parceria de O Globo, Estadão, Folha de São Paulo, TV-Globo, etc. etc. — é desviar a atenção sobre o fato de que a grave crise do sistema capitalista foi deflagrada pelo sistema financeiro desregulado, o qual, em nível mundial, de forma a mais absolutamente escandalosa, recebeu auxílio de cerca de US$ 16 trilhões, às custas do povo trabalhador do mundo inteiro, em uma acachapante demonstração do regime em que vivemos: o do "socialismo para os ricos." Os espiroquetas eletrônicos deveriam ficar de castigo até decorarem o discurso da Presidente Dilma na ONU, tal como ela o pronunciou sem "tele-prompter" ou fone de ouvido.

Responder

    rodrigo.aft

    21 de setembro de 2011 às 19h20

    Grande Tupi,

    só me resta fazer uma concordância peremptória ao seu comment!

    pensei q só eu via uma orquestração coordenada do braço financeiro sionista mundial para especular em "ondas" COORDENADAS de altas e baixas (em lances pré combinados ANTES, lógico!), apoiada pelas notícias "plantadas" pelos papagaios de pirata, travestidos de jornalistas "econômicos" marrons, em todos países ditos "democráticos" (democrático = país sujeito á especulação internacional coordenada e parasitismo rentista no Estado).

    inclusive eu já havia postado, em comentários ®© (rsrs), q o novo motor do capitalismo neoliberal, professado pela fé no (DEUS) MERCADO DESREGULAMENTADO, é a privatização do lucro e a socialização do prejuízo, vai capitalismo de Estado para os especuladores, corruptores e rentistas e capitalismo de mercado para o público em geral e para o governo pagar as contas, propagados aos 4 cantos do planeta pela imprensa "livre" (marron) "amiga" (braço do sionismo controlador da forma e conteúdo da mídia).

    esses maçons e sionistas tem cada uma…

    but…

    se um mero aspirante a comentarista (rsrs) puder lhe fazer uma sugestão (extensível a todos colegas interessados, lógico!), caso interesse usar travessão ou meia-risca, poderia tentar…

    hífen: – (tecla hífem) [para palavras compostas e divisão silábica]
    meia-risca: – (alt+0150) [para indicar séries, p. ex., 1910–2010; A–Z]
    travessão: — (alt+0151) [para anunciar troca de falas e separar palavras e expressões]

    parafraseando sites técnicos (e já q vc não me perguntou nada como escrever ou não um travessão… rsrs),

    Este documento (comentário):
    » Foi útil
    » Não foi útil
    » Não está relacionado à minha dúvida

    ou

    Você ficou satisfeito com o conteúdo?
    muito satisfeito
    satisfeito
    indiferente
    insatisfeito
    muito insatisfeito

    (rsrs)

    inté!

    francisco.latorre

    21 de setembro de 2011 às 20h36

    moraleira. hipócrita e golpista.

    fede. longe.

    ..

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 22h56

    Movimento espiroqueta?!! Seria o da S. pallida?

Hag

21 de setembro de 2011 às 15h12

Ficamos muito emocionados. Ela tocou em todos os pontos importantes, inclusive o reconhecimento da Palestina. Foi interrompida por aplausos várias vezes. Já barack obama foi recebido com frieza e seu discurso patético gerou constrangimentos e mal estar. Deu vexame, parecendo um office-boy da AIPAC, lendo o recado de seus superiores. Foi ridículo. Pior ainda, foi um desastre. Além de não ser reeleito em 2012, ainda vai abri caminho para a extrema-direita militarista do Tea Party voltar com aquela ânsia de sangue contra o Irã, dizendo: "viu como nós estávamos certos? Ele fez a mesma coisa que a gente.".

Responder

    edv

    21 de setembro de 2011 às 17h19

    Rapaaz!
    Não tinha pensado nisso!
    A diferença entre os republicratas e democanos é hoje quase imperceptível…
    A impressão que dá é que Obama é um republicano infiltrado, que foi eleito apenas para não ocorrer uma indigestão (ou intoxicação) pós-Bush nos EEUU e no mundo, revalorizando os falcões para 2012.
    Isto é que é conspiração!
    Anyway, que chance de fazer História este Obláblama está perdendo!
    Pena!

Rafael

21 de setembro de 2011 às 14h48

Sinto muito orgulho da Dilma votei e votarei.

Responder

ricardo silveira

21 de setembro de 2011 às 14h33

Belo discurso! Não há dúvida, mas sobre direitos humanos ainda devemos muito. Em nossas cadeias ainda impera a barbárie e, sem falar da impunidade aos torturadores e assassinos da Ditadura, em nossa sociedade ainda tem autoridades coniventes com a prostituição de menores, como mais esse recente caso do Pará.

Responder

    EUNAOSABIA

    21 de setembro de 2011 às 15h36

    sem falar da impunidade aos terroristas e assassinos de esquerda.

    Só por uma questão de justiça mesmo, sem essa de revisar a lei só para um lado, não cola rapaz.

    Gabriel Dantas Motta

    21 de setembro de 2011 às 16h14

    É verdade: você não sabe de nada…

    xicobarreto

    21 de setembro de 2011 às 16h40

    e voce da trela

    Gabriel Dantas Motta

    21 de setembro de 2011 às 17h49

    Ôh xico, não gosto de alimentar troll, mas tem hora que eles merecem uma bordoada…

    Panambi

    21 de setembro de 2011 às 17h59

    É que os cacos de vidro deixaram seqüelas nele…

    Leider_Lincoln

    21 de setembro de 2011 às 17h49

    Richard, você se esqueceu que os "terroristas" já foram punidos? Presos, como a própria Dilma; exilados, torturados, mortos? Deixa de falar m*.! Seu discursinho cola naquelas porcarias que você frequenta, aonde hienas como você regurgitam carne podre umas para as outras.

    Christian Schulz

    21 de setembro de 2011 às 23h55

    Clamar por punição "aos dois lados" é blefe da direita e não se paga!

    Fabiano

    21 de setembro de 2011 às 18h32

    Olha o troll aí gente! kkkkkkkkkkk. Patético.

    Joeverson

    21 de setembro de 2011 às 18h52

    Por mim, tá valendo. Só que o uso pelos militareso aparato do estado com financiamento privado para tocar o terror do país não é a mesma coisa que a guerrilha.

    P Pereira

    21 de setembro de 2011 às 18h53

    Sebastião Nery, em Um Passarinho terrorista :
    (…)
    Logo, todos eles, "civis ou militares", que em 1964 agiram "contra a ordem constitucional e o Estado Democrático", segundo a Constituição, foram terroristas. O País tinha uma Constituição, uma "ordem constitucional, um Estado Democrático", com Executivo, Legislativo e Judiciário. Um grupo de "civis e militares", sobretudo de militares, rasgou a Constituição, destruiu a ordem constitucional e acabou com o Estado Democrático.
    Segundo a Constituição, foram "terroristas". Derrubaram o presidente e assaltaram o Executivo. Cassaram metade do Congresso e mutilaram o Legislativo. Expulsaram ministros do Supremo e castraram o Judiciário.

    Mourão Filho foi terrorista. Castelo foi terrorista. Costa e Silva foi terrorista. Médici terrorista. Geisel terrorista. Figueiredo terrorista. Golbery terrorista. Todos os que comandaram o golpe de 64, militares ou civis, Lacerda, Magalhães ou Ademar, "contra a ordem constitucional e o Estado Democrático", foram terroristas. Quem diz é a Constituição e o Supremo.
    (…)
    Passarinho põe a carapuça: "Apareceram juristas doutrinando sobre a imprescritibilidade da tortura, mas omitem o terrorismo". Nunca omiti. Constitucionalmente, ele e os chefes de 64 foram terroristas.

    Rogério

    21 de setembro de 2011 às 19h27

    A esquerda se opôs ao golpe legalmente, já que é norma do Direito Internacional que os cidadãos têm o direito de se insurgir e pegar em armas, sempre e quando o poder político legitimamente instituído pelo voto for usurpado por um golpe civil ou militar.
    O que não é legalmente admissível é que servidores públicos, sejam civis ou militares torturem ou assassinem pessoas. Ou até que as prendam, simplesmente porque possuem visões políticas e filosóficas diferentes dos que usurparam o poder legítimamente constituído.

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 21h34

    Bravo, Rogério! Bebestes na fonte, amigo. É isso aí: Direito Internacional.

    edv

    21 de setembro de 2011 às 21h09

    Quem lhe disse que seria só um lado?

    O (seu) problema é a contagem de quantos há, efetivamente, em cada "lado"…

    Né, rapaz?

    El Cid

    22 de setembro de 2011 às 06h20

    tá tomando bordoada, hein, moleque cinquentão ???

    francisco.latorre

    22 de setembro de 2011 às 12h09

    masô. terminal.

    ..

    nadja rocha

    22 de setembro de 2011 às 09h50

    Nesse caso, se dirija à praça mais próxima , estufe o peito e grite bem alto e bom tom que se orgulha de um dia a nossa presidenta tenha sido torturada e seviciada.Você não acha que está certo?

    rodrigo.aft

    21 de setembro de 2011 às 19h39

    ricardo,

    os direitos humanos no bRAZIL vão muito bem, depois q acolhemos os trastes do batisti e do lollo…

    qto aos nossos irmãos brasileiros natos q vão presos injustamente ou q já acabaram de cumprir a pena e ainda estão presos, as condições de carceragem, não é muito importante…
    não é papo-cabeça da ala pseudo "intelectualizada" da "esquerda"…
    não faz conteúdo de bate-papo para mostrar a "companheiros" estangeiros como somos "humanistas" e a coesão mutuamente protetora de uma certa ala da "esquerda"…

    se o sistema prisional brasileiro é quase "barbárico", isso não tem importância como conteúdo de conversa de gente "cabeça", refinada e "intelectualizada" da "esquerda"…

    só por curiosidade o lollo e o batisti vão se aposentar no bRAZIL e receber da viuva para um merecido descanso? onde trabalham? quantos anos colaboraram? com q valor?
    se vão se aposentar, COM QUE SALÁRIO?

    seria bom a gente saber para podermos orientar nossos colegas autóctones, principalmente os mais humildes, q não tem amigos "intelectuais", sobre essas possibilidades de ter um pouco de sossego na vida…
    (ou nossos irmãos conterrâneos não precisam saber disso?)

    cada uma….

    P Pereira

    21 de setembro de 2011 às 21h28

    “Em primeiro lugar, a tolerância com as barbáries passadas induz à impunidade dos funcionários públicos que continuam a praticá-las. Todas as delegacias brasileiras, dos rincões às metrópoles, escondem alguma forma de tortura; ela é aplicada cotidiana e sistematicamente em cidadãos mantidos sob custódia policial. O beneplácito silencioso das autoridades reflete a ilusão de que a prática é justificável contra determinadas ameaças e necessária para suprir as carências materiais das corporações, fornecendo-lhes um canal punitivo alheio às imprevisíveis deliberações judiciais.

    Tamanha ilegalidade (para não citar o abjeto sistema carcerário) exigiria uma ampla e profunda revolução nos paradigmas da segurança pública, algo que demanda recursos, competência e vontade política. Claro, é mais cômodo varrer o assunto para debaixo do tapete da História e fingir que agentes estatais não cometem atrocidades em plena democracia.

    Uma segunda frente de resistência à revisão da Lei de Anistia opera na imprensa ligada aos grandes empreendimentos midiáticos. O golpe contra João Goulart e a ditadura que se seguiu foram apoiados pelos maiores grupos informativos da atualidade: as organizações Globo, a futura Folha de São Paulo, o Estado de São Paulo, o Jornal do Brasil, o Correio Braziliense, o Zero Hora, a editora Abril e dezenas de veículos com predomínio regional. Some-se a tantas grifes respeitáveis as manifestações isoladas de colunistas e a participação de lideranças político-partidárias ainda em plena atividade. Revolver o passado não seria positivo para os negócios de muita gente.

    Supervalorizar a influência das Forças Armadas sobre os Poderes civis, criminalizar as guerrilhas e humanizar os carrascos são estratégias do jornalismo comprometido com a ditadura para embaralhar o debate e ressuscitar mitologias ameaçadoras que remetam à ruptura institucional de 1964. O mesmo papel desempenha esse apego cínico à absurda Lei de Anistia, como se ela fosse um marco de congraçamento universal a ser preservado em formol.” (Guilherme Scalzilli, em Um ato contra a tortura)

    http://diplo.org.br/imprima2774

    augusto

    22 de setembro de 2011 às 10h02

    O troleco da direita: aqui tem sido muuuito mais tempo o lugar dos coronel Ustra, dos stroessner, dos jarbas passarinho, do paulo preto solto.
    é estes que tens que lembrar…e cobrar.
    Nos usa, o sistema carcerario tem 3 milhoes de hospedes, tem corrente nos pés, tem fila do corredor da morte por dez anos as vezes… tem gente aos montes sem culpa formada e mesmo sem acusaçao!
    quanto a esquerda, a efetiva nao manda nada. A centro-esquerda de Lula e dilma essa ai ta causando um FUROR e um pavor teus que muito me divertem.

    rodrigo.aft

    22 de setembro de 2011 às 11h05

    augusto,

    obrigado por ter lido (e pelo visto, não entendido).

    vc tem problema de percepção (e/ou QI) e não vou discutir com vc.
    pessoas como vc é q são adorados pela alta cúpula… eles peidam e vc já sai dizendo q é o melhor aroma já visto… não pode haver nada melhor no mundo… haja…

    graças a esquerdistas convenientemente pouco críticos e de visão restrita é q a "esquerda" perdeu Portugal, Espanha e Itália para a direita fascista pró EUA.

    vou dar uma sugestão: se vc é um lambe-botas e gosta de replicar opiniões dirigidas e tendenciosas das mesmas lideranças enraizadas e emboloradas de "esquerda", fique no EduGuim.
    pelo menos lá há uma caça às bruxas contra opiniões discordantes e poucos se atrevem a comentar algo diferente do entendimento raso da militância colonizada e usada para calar vozes discordantes, do mesmo jeito que dentro do partido,

    vou ajudar vc a fazer uma crítica típica dos "progressistas" lobotomizados e colonizados pela direção partidária, de como lidar com vozes discordantes, tanto dentro como fora do partido:
    reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll – reaça – troll… AD INFINITUM…

    colega, o dia q vc tiver senso crítico como eu tenho e não precisar de empreguinhos indicados para cargos de confiança ou receber dinheiro de ongs, mostrar serviço pro seu chefinho como cãozinho de guarda, podemos conversar.

    td de bom!

carlos junqueira

21 de setembro de 2011 às 14h32

Realmente um discurso histórico, principalmente na semana que a Palestina tentará seu reconhecimento como um Estado, pleno de direitos. No início ela falou em "coragem e sinceridade". E assim fez. Falou com coragem e sinceridade. Mas alguns colunistas do PIG estão preocupados com o vestido que ela usava.

Responder

    brasileira

    22 de setembro de 2011 às 08h53

    Que aliás é lindíssimo e de renda: mandou bem em tudo, inclusive no quesito secundário de nos representar como "belas", confirmando o que sobre nós brasileiras se diz no mundo.
    Valeu Dilma, você é DILMAIS mesmo!

Cida

21 de setembro de 2011 às 14h31

Emocionante !!!!!!!!!
Estou em estado de graça …

Responder

Vinícius

21 de setembro de 2011 às 14h22

"Agora, menos importante é saber quais foram os causadores da situação que enfrentamos, até porque isto já está suficientemente claro."
Dois pés no peito!!!

DYNA-MITE! DYNAMITE! http://www.youtube.com/watch?v=96Y24a0cyCE

PS: esse momento lindo é, se bem me lembro, graças ao Jânio Quadros, que perdoou a dívida de países do Primeiro Mundo em troca de abrirmos as assembléias da ONU!
PPS: Black Dynamites à parte me emocionei com alguns trechos.

Responder

    Klaus

    21 de setembro de 2011 às 16h04

    O Brasil abre as assembléias da ONU desde Oswaldo Aranha, em 1947. É uma tradição, Vinícius, isto não se compra. Deixa o Jânio em paz, coitado.

Laine

21 de setembro de 2011 às 14h07

Essa é a Grande Estadista Dilma Vana Rousseff! Melhor não podia ser.
O PIG estásem saber como analisar o discurso da Nossa Presidenta. Embasbacaram.
Pelo menos aqui no Rio as pessoas conscientes estão pouco se lixando para a mídia conservadora. Pelo que estou ouvindo todos acham que devemos é prestigiar a NOSSA MÍDIA impressa de esquerda ou progressista , ( Brasil de Fato, Caros Amigos, Carta Maior,jornal Correio do Brasil on line e impresso etc), os Blogs Progressistas e de esquerda, o pessoal da Record que está fazendo bom jornalismo( PHA, Azenha, Rodrigo Vianna etc) e pressionar , PRESSIONAR DE VERDADE, no sentido de Governo Federal se empenhar DE FATO, em dar qualidade profissional, técnica e de conteúdo à Tv Brasil e à NBR. Por outro lado, que dinamize o Blog do Planalto e crie muitas outras formas de comunicação Governo-Povo e que faça o mesmo com a Rádio Nacional e a Rádio MEC. Que a Hora do Brasil seja tornada o mais atraente possível, contando inclusive com informe cultural e esportivo.
Eu acrescento sempre, que , enquanto seu lobo não vem, acessemos as tvs públicas venezuelanas e argentinas,especialmente os telejornais. São geniais. Informam, analisam , mostram as várias visões sobre um mesmo fato. E ensinam a compreender o que é a manipulação midiática. Na Tv pública argentina, tem um programa diário, o 678 que é espetacular. Desmontam as armações midiáticas diariamente, analisando todas as mentiras, intrigas e manipulações da hora. Como cá e lá ,más fadas há, só muda o endereço, a gente aprende muito.
Temos que ter uma AGENDA POSITIVA. Parar de girar em torno do que a FSP, o Estadão e o Globo publicam. O povão aqui no Rio não lê esses "veículos"e os abomina. Estão partindo para ouvir os telejornais da Record e, especialmente os mais jovens, acessam blogs de esquerda ou progressistas que tratam de política.
No entender do porteiro do prédio onde moro, o carioquíssimo Sr. Péricles da Silva,pescador e sambista dos bons ,nas horas vagas, nós devíamos comparecer em massa às passeatas "apartidárias" dos cansados com faixas e cartazes defendendo: a aprovação URGENTE:
1- do projeto de Lei Anti-Corrupção, que o Lula mandou para o Congresso em fevereiro de 2010 e até hoje não foi votado.
2-do projeto de Reforma Política, de acordo com o que consta do Relatório apresentado pelo Relator da matéria, o Deputado Henrique Fontana, do PT.
3- do projeto de Lei de Regulamentação da Mídia ou de criação de um Marco Regulatório da Mídia, projeto esse que o Paulo Bernardo está devendo e que deveria ultimar rapidinho e enviar para o Congresso. Ou então, que o Povo se valha do direito de apresentar um Projeto Popular a respeito desse tema, como está previsto em nossa Constituição.
Estou propensa a achar que o Sr. Péricles está coberto de razão. É a criatividade popular, em sua legítima expressão.Viva o Sr. Péricles da Silva!

Responder

    FrancoAtirador

    21 de setembro de 2011 às 19h35

    Momento Propício.

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 21h40

    Afinal, o Sr. Péricles é o porteiro ou é o keyman?

    FrancoAtirador

    21 de setembro de 2011 às 23h27

    .
    .
    É ou deveria ser o nosso Oráculo.
    .
    .

    Mário SF Alves

    22 de setembro de 2011 às 00h04

    Então.

    Mário SF Alves

    21 de setembro de 2011 às 22h28

    Nada me tira da cabeça que futuro do Brasil passa por entendimentos como esse, por uma grande comunhão de muitos, de milhares de Sr. Péricles. É admirável a lucidez política. Especialmente aquela que nos é dada/conquistada quando se rompe as amarras da alienação política. E mais admirável ainda é essa mesma lucidez quando manifestada por alguém que, presume-se, não esteja e nunca esteve no andar de cima.

    lucrecio barato

    22 de setembro de 2011 às 08h18

    Dois epsódios reçentes serviram para elevar a auto-extima do povo brasileiro: o salto com vara da Fabiana Murer e o discurso da presidenta Dilma na ONU, Nossas mulheres estão voando alto literalmente!!

    EUNAOSABIA

    22 de setembro de 2011 às 08h39

    Posso te dar um beliscão ??? acorda rapaz, deixa desse teu fanatismo tosco e falacioso, tudo bla bla bla… ninguém cai nesse discurso migué de vocês..

    Deixa eu te dar um beliscão, vai mano.

CarlosAugustoPereira

21 de setembro de 2011 às 14h03

Maravilha! Sinto orgulho da nossa Presidenta. Falou por mim. Falou por nós.

Responder

sergio mario

21 de setembro de 2011 às 13h49

GRAAAANDE DISCURSO!

GRAAAAANDE PRESIDENTA!!!!

GRAAAAAANDE MULHER!!!!!

Tenho orgulho do Brasil, de sua Presidenta e de suas posições públicas expressas no discurso!!!

Responder

trombeta

21 de setembro de 2011 às 13h45

Discurso histórico de Dilma na ONU e viva a Palestina!

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