VIOMUNDO

Diário da Resistência

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Política

Brizola Neto, FrancoAtirador e Anônimo: A campanha pelo voto distrital


11/09/2011 - 12h37

Dize-me com quem andas e direi o que queres

Por Brizola Neto, deputado federal, no Tijolaço, via FrancoAtirador

O movimento pelo voto distrital vai ganhando, a cada dia, ações de propaganda que revelam, para quem quiser ver, a sua origem e intenção políticas.

Depois de José Serra, a Veja. E, agora, Merval Pereira, em O Globo. Que trinca!

Toda a respeitavel discussão sobre a conveniência deste sistema eleitoral desparece ante a insinceridade dos objetivos.

Seus organizadores são apresentados com um distanciamento das paixões partidárias que quase faz supor terem chegado ontem de Marte. São “a sociedade”, embora sejam apenas uma parte dela.

Agora o movimento, que era “espontâneo”, embora tivesse nascido usando um domínio de internet pertencente à Associação Comercial de São Paulo, ligada ao kassabo-serrista Guilherme Afif Domingos, é patrocinado por uma outra instituição, o Centro de Liderança Política, instituição mantida, entre outros voluntários, pelo Itau, Santander, Pão de Açúcar, Vivo e Arab Bank.

Nada de ilegal nisso.

Desde que não nos queiram vender a ideia de que o movimento não tem, por detrás de si, senão um simpático grupo de caras-pintadas, idealistas, que estão ganhando tanta acolhida na mídia conservadora por sua expressão na sociedade.

Porque o que acontece é exatamente o contrário: é a mídia conservadora que está lhe dando seus 15 minutos de glória.

*****

A Veja e a espontâneidade do “euvotodistrital.com.br”

por Anônimo, em comentário no Viomundo

1 — Os domínio euvoudistrital.org.br e euvotodistrital.com.br NÃO são mais da Associação comercial de São Paulo.

2 — Eles estão registrados pelo Centro de Estudos de Liderança Pública (CLP).

3 — A equipe do CLP é relacionada em http://clp.org.br/sobre-a-clp/equipe/.

Nesta página encontramos:

Luiz Felipe d’Avila Diretor-Presidente do CLP .

Sócio da SYKUE Bioenergya, empresa que produz energia elétrica utilizando cultura de biomassa (Capim Elefante). É “member at large” do Conselho do Human Rights Watch. Foi editorialisa dos jornais Gazeta Mercantil, O Estado de São Paulo, comentarista politico das TV Manchete (1994) e Record (1995-96) e diretor do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (1994-1996). Em 1996, fundou a Editora D’Avila, responsável pela publicação de revistas como República e BRAVO.

(… E UMA INTERESSANTÍSSIMA INFORMAÇÃO …)

Em 2002, A BRAVO foi vendida para a

(… *VEJA* só ! SURPRESA !!! …)

Editora Abril, onde tornou-se diretor superintendente.

PS.: Desculpe-me pelo email mas quero permanecer anônimo.

Leia também:

Miguel do Rosário: Sobre o nariz de palhaço

À espera da pílula do ‘bom consumidor’

Privatas do Caribe: Onde foi parar o dinheiro das privatizações?

Vermelho: Nova classe média ainda vive em favelas e cortiços

Altamiro Borges: FHC apoia faxina que nunca fez

Faxina: Risco e oportunidade para o governo Dilma

Delfim Netto: Um viva para a queda dos juros



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87 comentários

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Marat

13 de setembro de 2011 às 12h05

A Veja não é totalmente inútil: eu me recordo da época do plebiscito sobre as armas. Eu estava numa grande dúvida, mas, quando vi a Veja defendendo o "Não", imediatamente voltei meu voto para o "Sim"

Responder

HMS TIRELESS

13 de setembro de 2011 às 10h51

De toda sorte o voto distrital tem ao menos uma virtude: elimina o voto promocional, aquele em que você vota em um palhaço (Tiririca) e leva inteiramente "de grátis" outro palhaço (protógenes queiroz, minúsculo mesmo!). Quanto à Brizola Neto é compreensivel sua apreensão com o voto distrital afinal, o que resta do curral do seu falecido avô seria retalhado……

Responder

    Marat

    13 de setembro de 2011 às 11h06

    Ah, e eu já ia me esquecendo… Sovremeny manda lembranças!

    Marat

    13 de setembro de 2011 às 11h18

    Caro HMS Tireless, de que adianta não votar num palhaço, se sempre "ganhamos 'de grátis'" o subchefe do dono do circo?

    HMS TIRELESS

    13 de setembro de 2011 às 12h51

    Você não acha que a discussão sobre a reforma política ainda está um tanto prematura amigo Marat?

    Marat

    13 de setembro de 2011 às 13h46

    Reforma política nunca é prematura…

ZePovinho

12 de setembro de 2011 às 13h51

E o nosso complexo industrial-militar(cevado pelas empreiteiras que têm um poder avassalador no Congresso) vem aí:
http://planobrasil.com/2011/09/12/eles-vao-partir

OS PLANOS DAS EMPRESAS

1. Embraer
Adquiriu e criou empresas na área de defesa. Seu objetivo é atingir receita de US$ 1 bi em 2012

2. Odebrecht
Firmou joint venture com a EADS e comprou a brasileira Mectron, de mísseis e radares

3. Andrade Gutierrez
Negocia com a francesa Thales, que faz de sistemas de tráfego aéreo a estações espaciais

4. Camargo Corrêa
Contratou executivo para tocar o negócio e discute parceria com grupos estrangeiros

5. Avibrás
Empresa estima que o mercado para o novo Astros 2020 seja de US$ 3 bilhões

6. Cassidian
A empresa do grupo EADS vai abrir no Brasil seu primeiro centro de engenharia fora da Europa

Fonte: Estadão

Responder

fernandoeudonatelo

12 de setembro de 2011 às 12h51

Ta aí uma preocupação. A maioria dos brasileiros, mesmo os que se dizem informados estão muito por fora das discussões de Reforma Política e eleitoral que o Congresso faz o favor de manter em discussão restrita sem ampla divulgação.

Eu por exemplo, não consegui entender direito o que é o Voto Distrital ou quais as alternativas a ele ?
Alguém?

Responder

francisco.latorre

12 de setembro de 2011 às 11h19

distrital.

nem a pau.

..

marola.

mundo mudou. muda.

e o governo. do brasil dos brasileiros. acerta. bem mal mal bem.

os zoombies da direita. acertam. o pé. próprio. denovo denovo.

no news. good news.

..

Responder

carlos silva

12 de setembro de 2011 às 07h29

Esta turma não tem votos para se eleger nem no condomínio deles.

Responder

Paulo

11 de setembro de 2011 às 22h46

Um artigo esclarecedor sobre a questão do Marco Regulatório da Mídia: http://altamiroborges.blogspot.com/2011/09/regula

Responder

r. medeiros

11 de setembro de 2011 às 22h44

Desconfio de tudo que a Globo e seus bate-paus apoiam. Dei uma olhada naquilo que eles vem chamando de movimento. Os espaços do tal movimento voto distrital é a maior fraude. Você vai ao blog ou site e descobre que não há opção: só resto ao visitante apertar e concordar com campanha deles, da Globo e do PSDB. E pensar que esse tal de Merval integra a Academia Brasileira de Letras. Agora entendo por que Carlos Drumonnd se negou a ingressar em tal agremiação. Fez bem, foi coerente com a tragetória dele. Já pensaram o tal Merval com foto perto do poetinha, que disparate.

Responder

@Evieiramiranda

11 de setembro de 2011 às 22h37

Só para acrescentar, o editor-chefe da Revista República, que foi fechada depois do governo FHC (por que será?) – era o Luís Carlos Mendonça de Barros (ex-ministro do governo FHC).

Responder

João PR

11 de setembro de 2011 às 21h46

Ainda bem que a blogosfera acordou!!

Eu já havia escrito um e-mail ao PHA, que foi publicado, sobre o euvotodistrital.org.br.

Leitores, apanhei mais do que mulher de malando. De tudo quanto é lado veio pancada (vritualmente falando, óbvio),

Fico feliz por mais pessoas terem aderido à discussão sobre o voto distrital que, na minha opinião, é a coisa mais antidemocrática que poderíamos ter.

Responder

Sebastião Medeiros

11 de setembro de 2011 às 21h24

O voto Distrital só serve para formar UMA OLIGARQUIA POLÍTICA que prestará serviços,exclusivos, para os Banqueiros,Latifundiários,Grandes Empresários,a Grande Midia Venal e aos" Intelectuais" do "instituto" Millenium !

Responder

    Bonifa

    12 de setembro de 2011 às 09h10

    É a reedição do coronelismo da Velha República, comandada pelos homens de "negócios" de São Paulo.

    beattrice

    13 de setembro de 2011 às 11h58

    Os "coronéis" moderninhos da Avenida Paulista e arredores.

    Marat

    13 de setembro de 2011 às 13h48

    Rsrsrs – mandou bem!!!

ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 19h30

http://www.valor.com.br/politica/1001740/o-voto-d

O voto distrital é excludente
Por Alberto Carlos Almeida | De São Paulo

Quem defende o voto distrital no Brasil defende a exclusão da representação de grande parcela de nosso eleitorado. O voto distrital é clamorosamente excludente. Essa exclusão é a mesma coisa que bipartidarismo. Todos os países que adotam o sistema eleitoral distrital tornam-se países governados por apenas dois partidos que se revezam no poder por meio de maiorias esmagadoras. Ninguém em sã consciência admitirá que a Grã-Bretanha, em toda sua complexidade social e demográfica, seja representada apenas por dois partidos. O mesmo vale para os Estados Unidos. Se esses dois países mudassem seu sistema eleitoral, trocando o voto distrital pelo voto proporcional, eles se tornariam, já nas primeiras eleições legislativas com o novo sistema, países multipartidários. O voto distrital é idêntico a uma camisa de força que limita os movimentos da representação.

Para se obter a maioria dos deputados em uma Câmara eleita por meio do voto distrital, basta que um partido obtenha somente 25% dos votos nacionais. Isso porque é preciso ter 50% de votos em 50% dos distritos, o que resulta nos 25% dos votos nacionais mencionados. Resultado: a maioria governa graças a uma minoria de votos, e a maioria dos votos – 75% – fica de fora do governo. É impossível ser mais excludente. No sistema proporcional, um partido só poderá ter a maioria da Câmara dos Deputados se obtiver 50% dos votos nacionais. É evidente, portanto, que o sistema eleitoral proporcional é infinitamente mais justo do que o distrital. Imagine-se no Brasil, onde todos os eleitores acham que todos os políticos são ladrões, um governo majoritário estabelecido com apenas 25% dos votos. Os eleitores vão dizer: além de ladrões, foram eleitos com a minoria dos votos. Seria a mais completa falta de legitimidade. Surpreende-me o fato de haver defensores desse absurdo no Brasil………………..

Alberto Carlos Almeida, sociólogo e professor universitário, é autor de "A Cabeça do Brasileiro" e "O Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo". E-mail: [email protected] http://www.twitter.com/albertocalmeida

Responder

Ozeias Laurentino

11 de setembro de 2011 às 18h36

Voto distrital é o vereador Federal, a monarquia absolutista legislativa, o fim da democracia no Brasil. O fim da REELEIÇÃO LEGISLATIVA é o futuro da democracia, o PT no seu 4º Congresso já limitou em três mandatos para vereador e deputados, dois mandatos para senadores é vanguardista na proposta o desafio esta lançado aos outros partidos.

Responder

Julio Silveira

11 de setembro de 2011 às 18h35

Se essa turma é a favor já sou contra. Os interesses deles não são os meus.

Responder

Alberto Porém júnior

11 de setembro de 2011 às 18h23

A pessoa a que estamos nos referindo está lá com toda a sua carreira delineada: http://www.imil.org.br/author/luiz-felipe-davila/
Luiz Felipe D'Ávila
Fundador e presidente do Centro de Liderança Pública (CLP)…
Portanto este movimento não é da Abril e sim devemos pensar em algo maior, bem orquestrado e com ramificações em todo o Brasil através das "redes" coordenadas através de um instituto chamado Millenium.

Responder

Alberto Porém Júnior

11 de setembro de 2011 às 18h22

Tudo parte de uma central que atua no Brasil com o nome de Instituto Millenium. Lá estão sob o guarda chuva da grande mídia, em concluio com alas demo-pessedebistas capitaneadas por Armínio Fraga,a reunião de todos os colaboracionistas da "grande mídia". Aonde estão todos agrupados: http://www.imil.org.br/categoria/articulistas-e-e
Nomes como: Ali Kamel, Lampréia, Mailson, Villa, Magnóli, Azevedo, Merval, Roberto Civita, Roberta Kauffman, Sandro Vaia, Sardenberg, e muitos outros.

Responder

    FrancoAtirador

    13 de setembro de 2011 às 11h20

    .
    .
    O CLP é uma das ramificações do Millenium
    .
    .

    beattrice

    13 de setembro de 2011 às 13h01

    Atenção para os "patrocinadores" do Millenium.

Fernando R.

11 de setembro de 2011 às 17h54

Voto em lista com financiamento público de camapanha é o melhor caminho para o Brasil.

Responder

SILOÉ-RJ

11 de setembro de 2011 às 17h46

ELES ESTÃO DESESPERADOS.
Vão fazer o impossível e o inimaginável para conseguir o que querem.
Cabe ao governo utilizar de todos meios para esclarecer a população quem ganhará com mais esse golpe.
Temos que está muito bem preparados principalmente antes da regulamentação da mídia e das eleições municipais, pois esses serão alguns dos tópicos cruciantes pelo qual o nosso governo passará.
Vem chumbo grosso por aí…, com direito a balas "dum- dum" (aquelas que fazem um estrago enorme por dentro) e traçantes (aquelas "bonitinhas" de se "ver" mas que também fazem o mesmo estrago.

Responder

Franco Ahmad

11 de setembro de 2011 às 17h33

Há 40 anos morria Lamarca, o Che brasileiro e ex-companheiro de Dilma na guerrilha http://zip.net/bsKYM

Responder

    beattrice

    13 de setembro de 2011 às 13h05

    E a Dilma comemora indo ao Fantástico.
    Pano rápido como diz o PHA.

beattrice

11 de setembro de 2011 às 17h14

Não dá para entender, simplesmente não dá para entender a política de avestruz que mantém este governo refém da oligarquia midiática.
Dá nisso, campanhas de desserviço à sociedade e à cidadania se multiplicam a olhos vistos e são alvo dela os eleitores desinformados e reféns de tal grupelho midiático.
Em tempo,
a quem interessar possa e saber queira a origem do kassabo-serrista Afif é outra, é MALUFISTA.
Incrível como todos os afilhados políticos do Maluf encontram guarida sob as asas tucanas do XUXU OPUS DEI e ele ainda faz-de-conta que não pertencem ao mesmo ninho.

Responder

erivaldosilva

11 de setembro de 2011 às 17h05

Se o Merval e o Cerra são a favor do Voto Distrital, eu sou PROFUNDAMENTE contra. Simples!!!

Responder

Bonifa

11 de setembro de 2011 às 16h33

Temos luta , muita luta pela frente.Temos que cerrar fileiras contra o voto distrital, um atalho na mata escura que a direita espera que venha dar em seu retorno ao poder. E pelo financiamento público de campanha, fim do direito dos ricos de comprarem votos à vontade, destruindo a dignidade da atividade política no Brasil. E pelo caixa dois ser elevado à categoria de crime hediondo, já que será crime contra a própria Democracia, com forte penalização e sem direito a fiança.

Responder

Regina Braga

11 de setembro de 2011 às 16h18

O pigcamaleaõ,se mostrar a cara, nem 500 pessoas vão aparecer…Voto distrital é para eleger os postes…Postes fíeis,ricos e com boa aparência…Filho dos filhos,sempre a mesma dinastia,eliteming.

Responder

Roberto Locatelli

11 de setembro de 2011 às 15h51

O voto distrital destroi o princípio fundamental da democracia, que é: uma pessoa, um voto.

Responder

Selma

11 de setembro de 2011 às 15h46

Outra observação (desculpem-me a chatice, é a TPM, cachorro do vizinho que não para de latir): mais uma vez a direita organizada (sim) sai na frente e a esquerda corre atrás do prejuizo. Acho que já temos na história exemplo de que isso não acaba bem. Quando mudaremos?

Responder

    beattrice

    11 de setembro de 2011 às 17h22

    Eu me pergunto o mesmo, chega a ser tedioso.

    Aline

    11 de setembro de 2011 às 17h25

    O Eduardo Guimarães, desde o dia 8 está divulgando que o Movimento dos Sem Mídia – MSM – conclama toda a população paulistana e de onde mais vier, para uma manifestação contra a Corrupção Midiática.
    Data, horário e local: 17 de setembro , às 14.00 h., no vão do Museu de Arte Moderna de São Paulo. http://www.blogcidadania.com.br/
    Bom seria que os blogueiros progressistas e de esquerda, representantes de movimentos populares etc se unissem na conclamação para essa manifestação. Ou que pelo menos divulgassem com destaque.
    A direita tem todo o PIG para divulgar todas as suas passeatas cansadinhas e está mais ativa do que nunca lutando pelos seus interesses mesquinhos e entreguistas.
    E nós? Vamos primar pela omissão e o individualismo? DEpois, se vier um golpe, não adianta chorar sobre o leite derramado…

    Paulo

    11 de setembro de 2011 às 20h27

    Acabo de assistir na Telesurtv uma matéria sobre monumental manifestação do povo chileno, hoje contra a ditadura militar naquele país. Hoje faz 38 anos que Allende foi derrubado.
    A multidão de manifestantes levava faixas e cartazes em que se pedia, além da apuração plena dos crimes da ditadura , que o atual governo abandonasse a política neoliberal e se voltasse para a integração latinoamericana e o atendimento às reivindicações populares por melhores condições de vida.
    Enquanto isso, aqui entre nós, vemos essa dificuldade das esquerdas em marcharem unidas, em se organizarem para apresentar protestos e reivindicações. E o PIG deita e rola. Acho importantíssima essa manifestação que o Eduardo está organizando com o MSM. VAmos todos divulgar e comparecer, se possível.

    beattrice

    13 de setembro de 2011 às 13h04

    No CHILE a esquerda acordou depois da eleição do Piñera.

    Zé Fake

    11 de setembro de 2011 às 19h52

    Mas também fica difícil né, com a Dilma e sua síndrome de Estocolmo, recebendo bofetada e dando a outra face…viram a foto montada pelo UOL ? (Tá no blog do Nassif).

    É duro mesmo…

Ronaldo Braga

11 de setembro de 2011 às 15h03

Pessoal,
O Eduardo Guimarães (através do Movimento dos Sem Mídia) está convocando (http://www.blogcidadania.com.br/2011/09/ato-contra-corrupcao-da-midia/) um ato contra a corrupção da mídia.
Local: no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp).
Dia e hora: às 14 horas de 17 de setembro próximo.
Para aderir ao evento no Facebook, vá ao endereço http://www.facebook.com/event.php?eid=17213332286

Responder

Caarlos N Mendes

11 de setembro de 2011 às 14h59

As Organizações Globo colocam 'solialite' parra começar campanha popular… São uns amadores mesmo… É só analisar dois golpes perpetrados contra os brasileiros para entender o amadorismo global: Padre Marcelo Rossi – a igreja católica, vendo seu espaço sendo tomado por igrejas 'folclóricas', contrata um ex-professor de academia, o coloca alguns anos num seminário e pronto, está criada a Igreja Carismática Católica. Deu certo, senão já estaríamos como os ingleses, dançando as baladas em ex-catedrais. E temos também a genial jogada de Collor – para neutralizar a ameaça que eram os sindicatos brasileiros do final da década de 80, o então presidente encontrou um ex-comunista desiludido e deu-lhe insumo suficiente para criar a anti-CUT: a Força Sindical, e seu 'mentor' Luis Medeiros. Como o Padre Marcelo Rossi, o golpe funciona até hoje. Aí está a diferença entre quem está num pedestal e não consegue mais entender o mundo que o cerca e quem compreende e sabe explorar as fraquezas da vítima. Espero que a Globo continue patinando nos mesmos erros, até seu constrangedor fim.

Responder

FrancoAtirador

11 de setembro de 2011 às 14h55

.
.
Gilmar Mendes, Reinaldo Azevedo e Luiz Felipe d'Ávila

<img src="http://farm5.static.flickr.com/4064/4690581853_bba570b177.jpg"&gt;

I Fórum CLP – 7 e 8 de junho de 2010

http://www.flickr.com/photos/centrodeliderancapub

Responder

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 15h10

    .
    .
    Participaram do evento Claudio Haddad*, Gilmar Mendes, Pérsio Arida, Pedro Parente, Marcos Lisboa, Justine Thody (The Economist), José Pastore, Raul Velloso e Eduardo Gianetti da Fonseca.

    *Cláudio Haddad é graduado em Engenharia Mecânica e Industrial pelo Instituto Militar de Engenharia do Rio de Janeiro.
    Possui mestrado e doutorado em Economia pela Universidade de Chicago.
    Atuou no Bando de Investimentos Garantia S.A. e foi diretor do Banco Central do Brasil, de 1980 a 1982.
    É Presidente do Insper – Instituto de Ensino e Pesquisa (antigo IBMEC de São Paulo) e Presidente do Conselho de Administração da Veris Educacional S.A.
    É membro do Conselho de Administração do Grupo Abril, da BMFBovespa, da Ideal Invest S.A., do Hospital Israelita Albert Einstein e do Instituto Unibanco.
    É também membro do Visiting Committee da Harvard Business School, do Conselho Consultivo Internacional do Capital Group e Presidente do Conselho do David Rockfeller Center da Harvard University para o Brasil.

    http://www.iee.com.br/noticias/category/claudio-h

    Fabio_Passos

    11 de setembro de 2011 às 15h44

    Reacionários e corruptos.

    São estes os líderes das marchas pela corrupção? Faz mesmo sentido…

    Bonifa

    12 de setembro de 2011 às 08h56

    Não. Estes estão esperando ordens.

    Marat

    11 de setembro de 2011 às 15h48

    Mas que trinca mais sórdida essa, hein?

    Morvan

    11 de setembro de 2011 às 18h15

    Boa noite.

    São corvos
    Planejando a próxima "parada".

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Marcio H Silva

    12 de setembro de 2011 às 00h55

    Os 3 patetas ou os irmãos metralhas?

Marat

11 de setembro de 2011 às 14h37

Nenhuma surpresa: Vivemos num país conservador, e especialmente, temos em SP um elemento fortíssimo de sustentação do conservadorismo nacional.
Sabemos que a situação é grave, que muitos de nossos desmiolados jovens foram seduzidos pelo canto das sereias dos celulares, dos ipads, dos notebooks e das escolas de inglês, além, evidentemente do PIG. Sabemos também que as leituras de autores progressistas estão cada vez mais escassas e os textos curtos do PIG escrito estão secundando a linha do grande PIG televisivo. As vezes me dá desânimo ver que nossa sociedade está cada vez mais parecida com a estadunidense: burra, fútil, capitalista, hedonista e manipulável!

Responder

    João PR

    12 de setembro de 2011 às 02h37

    Marat, será que estamos criando, no Brasil, a geração Homer Simpson?????

    Quero acreditar que não, mas fico decepcionado às vezes pois tem gente que defendemos que ainda vota na escumalha que está no poder em São Paulo desde Covas.

    Marat

    12 de setembro de 2011 às 10h40

    Parece que SP está cada vez mais afundando nesse canto das sereias neoliberal. A cidade está um caos e o povo continua votando neles… o PIG aqui é forte!

    HMS TIRELESS

    13 de setembro de 2011 às 10h46

    Infelizmente essa é a realidade. O aumento da renda média do trabalhador, que deveria traduzir-se em mais investimento das próprias famílias em educação e cultura, infelizmente serviu apenas para aumentar o consumo e alimentar o consumismo desregrado e irresponsável. Hoje em dia, em conversas em volta das mesinhas nos aniversários de criança dos sábado, os próprios adultos não mais conversam sobre política e economia como faziam no meu tempo de criança mas sim sobre os carros que desejam ter e o que querem comprar na próxima viagem à "Quase Cuba de Batista" Miami. Em verdade, os próprios adultos hoje transformaram em criançonas consumistas e imbecilizadas. E assim vão criando seus filhos.

    Marat

    13 de setembro de 2011 às 11h03

    Caro HMS Tireless, quem alimenta "o consumismo desregrado e irresponsável" é a própria índole capitalista, que (ainda) norteia nossa sociedade. Todos respiramos cultura e culturas diariamente, agora educação, realmente, nem todos a desejam, muitos ficam mais felizes em deslizar dedinhos em Ipads e aprender inglês, o idioma oficial dos neocolonizadores.
    Agora, nas festinhas daqueles que estão entre a classe "média" e os ricos, regadas muitas vezes a uísques legitimamente escoceses e em alguns casos, regadas à cocaína, à beira de luxuosas piscinas, o papo é bem diferente: Ali o preconceito, a soberba, e acima de tudo, a ignorância daqueles que não conseguem enxergar a realidade regem quase que todas as conversas, inclusive as idéias golpistas, para que eles permaneçam no comando das massas de manobra. Uma das consequencias disso são os adolescentes de mais de 40 anos, voando a mais de 130 km por hora com seus Porsches, Mercedes-Bens etc, nas esburacadas e desniveladas ruas de SP.

    HMS TIRELESS

    13 de setembro de 2011 às 12h07

    Marat:
    Não vejo problema em aprender inglês e tampouco usar IPad. Ocorre que não podemos resumir a nossa vida em consumo como você bem apontou. Quanto aos papinhos ao redor das mesas das elites, o amigo deve concordar que discutir sobre o carro importado e as compras em "Máiami" (É assim que a elite pronuncia) são consequencias diretas do preconceito, da soberba e da ignorância.

Selma

11 de setembro de 2011 às 14h20

Fui assistir a um debate sobre reforma política na AL-SP e pude ver que, infelizmente, o assunto está sendo tratado como um jogo de futebol. Tinha torcida organizada, com camisetas, bandeiras, material impresso de qualidade, etc.. dos (apenas) dois lados: os que defendem voto distrital e os que defendem voto em lista. É isso mesmo? Na discussão sobre reforma política só temos dois pontos a conhecer e a defender?.O detalhe é que, ao longo do debate, os convidados também deixaram a discussão polarizada. No fim do evento, fui conversar com duas pessoas, digamos, de cada lado, que eu (por ignorância, vou considerar assim) não conhecia e que foram anunciadas como importantes da área de educação, do instituto tal.. Fiz 3 perguntas óbvias: em linhas gerais, o que é o voto distrital, que ponto vc destaca como importante e o que vc aponta de negativo no voto em lista? O mesmo para o outro lado.Saí sem resposta… Uma chamou a assessora, que me indicou outra pessoa para falar sobre o assunto; a outra me deu seu email, não queria falar besteira… Ou seja, o importante é bola na rede… E pelo que vejo, o clima está se alastrando pelas redes sociais…

Responder

julio/Contagem-MG

11 de setembro de 2011 às 14h18

Nao vou nem perder tempo pesquisando e formando minha opiniao sobre o voto distrital, pois sei quem está
por tras: os mesmos de sempre que são contra o Brasil, e a favor do Brazil.

NAO VOTO DISTRITAL.

Responder

Rafael

11 de setembro de 2011 às 14h04

O voto distrital é uma manipulação, Basta ver o caso dos vereadores que mesmo muito perto acontece os casos de corrupção. Independente do sistema eleitoral se não acabarmos com o foro privilegiado e voto secreto nada vai mudar.

Responder

quase anonimo

11 de setembro de 2011 às 13h43

Ele deveria se chamar dos jardins e não davila…kkkk
Como diz o PHA se não fosse o PIG , estes tucanosdos jardins não passariam de Rezende.

Responder

Zé Fake

11 de setembro de 2011 às 13h37

O sujeito é diretor da Abril ainda ? Seria bom esclarecer isso. Dando uma googleada rápida não consegui achar nada.

Existe outra pessoa responsável pelo domínio, "Beatriz Dalla Costa Pedreira". Não existe muita informação sobre ela, mas na própria página de comentários lá no site tem uma pessoa dizendo que ela é do mercado financeiro, e trabalha numa OSCIP (?) do Armínio Fraga.

A questão é a seguinte: do que esse pessoal tem medo ? Por que escondem essas informações ? Por que essa falta de transparência ? O "negócio" já começa errado por aí…

Responder

    Rafael

    11 de setembro de 2011 às 14h08

    Tem que ser procurado todos envolvidos para mostrar o verdadeiro interesse.

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 14h17

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    Queda dos juros e a mídia rentista

    Por Dennis de Oliveira, na Revista Fórum, via Blog do Miro:

    A recente decisão de corte dos juros da taxa Selic evidenciou uma situação que merece ser mais refletida sobre o jornalismo econômico: a sua estreita vinculação com o mercado especulativo que se manifesta, de forma sutil, pela preferência de trabalhar com fontes apresentadas como “técnicas”, mas que expressam interesses particulares de determinados segmentos da economia.

    Analisando rapidamente a cobertura da decisão do corte da taxa de juros por parte do Copom em 31/08, na revista Veja e nos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo levantamos as seguintes fontes que foram entrevistadas pelos órgãos de comunicação:

    1– Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das Telecomunicações no governo FHC e atual sócio da consultoria de investimentos Quest Investimentos empresa que atua no mercado de títulos mobiliários;
    2– Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central entre 1980 e 1983, proprietário da Projeta Consutoria Econômica e membro do conselho administrativo da empresa de consultoria empresarial Marfrig Group e da Cia. Vale do Rio Doce.
    3– Mônica Baumgartten de Bolle – sócia da Galanto Consultoria, chefiou a área de Pesquisa Macroeconômica Internacional do Banco BBM de 2005 a 2006. Trabalhou no Fundo Monetário Internacional em Washington, D.C. entre 2000 e 2005, tendo participado em missões para diversos países. Participou ativamente na renegociação da dívida externa do Uruguai em 2003, e foi colaboradora de diversas notas técnicas do FMI sobre crises financeiras e reestruturação de dívidas soberanas.
    4– Alexandre Schartzman – economista do Banco Santander
    5– Juan Jelsen – economista da empresa de consultoria Tendências que tem, entre os seus clientes, bancos como o Santander, Banco do Brasil, HSBC e a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). Jelsen tem defendido ardorosamente a concessão de serviços de infra-estrutura públicas para a iniciativa privada, conforme se verifica nesta entrevista (clique aqui para ler).
    6– Guilherme Maia, da consultoria M. Safra;
    7– Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central no governo FHC.
    8– Cristiano Souza, economista do Banco Santander
    9– Jornal Financial Times
    10– Banco Bradesco
    11– Ministro Guido Mantega.

    Todas as fontes apresentadas como “analistas” e “economistas técnicos” são ligadas direta ou indiretamente ao mercado financeiro ou ao grande capital. Também é sintomático a presença de ex-ministros ou ocupantes de cargos no governo tucano, como o famoso Luiz Carlos Mendonça de Barros ou os economistas da PUC-RJ e da Tendências Consultoria, pertencentes a um grupo de pensamento ortodoxo que teve presença marcante no governo tucano (como, por exemplo, os economistas Edward Amadeo, Pedro Malan, entre outros).

    O que se percebe é um claro alinhamento ideológico do noticiário econômico por meio da seleção de fontes, um mecanismo comum no jornalismo já detectado pelo pensador norte-americano Noam Chomsky na sua clássica obra Manufacturing Consent (O consenso fabricado). De forma sub-reptícia, o noticiário econômico esconde os interesses particulares das fontes entrevistadas que atuam como consultores de players do mercado financeiro e especulativo sobre a manta de “analistas”, “mercado” e “economistas”. Uma omissão de informação que transforma o interesse particular de um segmento da economia – o mercado especulativo – como algo exato, lógico e universal para todos.

    Economistas que estão fora do espectro de influência do mercado financeiro são ignorados. Ou mesmo consultores de outros segmentos sociais, como economistas vinculados ao movimento sindical (o Dieese, por exemplo) sequer são lembrados para, pelo menos, oferecer contrapontos a estas análises. O noticiário não é plural, portanto.

    Sobrou como contraponto a visão do colunista José Paulo Kupfer: “Se a coordenação de expectativas do BC se limitasse às do mercado financeiro, não haveria dúvida de que este é um momento de ampla falta de sintonia. Mas, se tal coordenação deve englobar os outros segmentos da economia e, enfim, a sociedade em geral, a conversa da credibilidade precisa de qualificação e ir bem mais longe.” (grifos meus, texto retirado da coluna do Estadão). Este alerta de Kupfer passa muito distante da concepção de cobertura econômica dos jornais, principalmente quando o caderno de economia do jornal Folha de S. Paulo um dia chamou “Dinheiro” e hoje tem o nome de “Mercado”.

    http://altamiroborges.blogspot.com/2011/09/queda-

    beattrice

    11 de setembro de 2011 às 17h17

    AIAIAIAIAI
    OSCIP, outra caixa de Pandora.

ZePovinho

11 de setembro de 2011 às 13h17

O voto distrital é a melhor foram de tirar a "gentinha" do poder e trazer o Estado de volta para a mídia-empresa e a oligarcada medieval do Brasil.
Vejam esse ato falho freudiano,que diz das reais intencções dessa "tchurma ishperta"(COLOCA A FOTO AÍ,AZENHA!!!):
http://blogdomello.blogspot.com/2011/09/o-globo-c

sábado, 10 de setembro de 2011
O Globo comete ato falho e diz que socialite lidera movimento 'Todos Juntos PELA Corrupção'

No rasto da recente manifestação "contra a corrupção" (mas que só vê o lado dos políticos corrompidos e nada diz sobre os empresários e lobistas corruptores) em Brasília, o jornal O Globo abriu espaço para a empresária Cristine Maza, que o jornalão apresenta como "uma das organizadoras do evento [contra a corrupção, que deve acontecer no Rio] que já conta com a adesão de cerca de 26 mil pessoas no Facebook".

Só que o jornalão comete um ato falho (mais apropriadamente um lapsus linguae) e afirma que Maza é uma das cinco pessoas por trás do movimento Todos Juntos PELA Corrupção.

Realmente, empresários costumam se beneficiar da corrupção, mas O Globo não precisava escancarar, né?

Confira a imagem abaixo, retirada da página de O Globo na internet (Aviso: o mesmo erro está na versão impressa do jornal, na página 4 do primeiro caderno [conferi]).

Como se vê, o movimento é apenas contra os políticos, não quer a participação deles, mas O Globo se (e os) traiu quando disse que estão juntos PELA corrupção. Ou seja, a favor dela.

A página original na internet, você pode conferir aqui. Mas, caso eles corrijam o lapso revelador, aqui está um print dela: Todos Juntos PELA Corrupção.

Agora, se você está realmente CONTRA a corrupção…

Está sendo organizado pelo Eduardo Guimarães e o MSM um Ato Contra a Corrupção da Mídia, no dia 17 de setembro, sábado que vem,no Masp, em São Paulo. Clique aqui ara aderir ao evento no Facebook.

A corrupção é um dos problemas do Brasil, mas só existe corrupção porque existem corruptores.

Quando as corporações midiáticas apoiam manifestações contra a política e os políticos, elas repetem o papel que tiveram em 1964 e que levou o país à ditadura.

Por isso, quem luta contra a corrupção tem que lutar contra todos os envolvidos no problema: corruptos, corruptores e a mídia que ataca uns e acoberta outros.

Responder

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 14h42

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    LÍDER DO "NEOCANSEI" É TRAÍDA PELO INCONSCIENTE

    <img src="http://2.bp.blogspot.com/-K7jE2fdm2DM/TmugI0RVV5I/AAAAAAAABOA/SYaGCdHvKzc/s1600/pelacorrupcao.jpg"&gt;

    PUBLICADO PELO JORNAL "O GLOBO"
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    ZePovinho

    11 de setembro de 2011 às 15h49

    VALEU!!!!!!!!!!!!!

    beattrice

    11 de setembro de 2011 às 17h24

    Traída?
    Trata-se de confissão pública, mas cada um expia seus pecados como quer.

    Bonifa

    12 de setembro de 2011 às 09h07

    Por trás destas mulheres há homens, que não têm aquela coragem que o apenas total desconhecimento confere, e mandam estas mulheres oferecerem a cara às tapas.

    Sebastião Medeiros

    11 de setembro de 2011 às 21h17

    Foi um ato falho Freudiano !

    Marcio H Silva

    11 de setembro de 2011 às 21h33

    Ato falho que revela seu subconsciente. Freud explica!

    Marat

    13 de setembro de 2011 às 13h50

    rsrsrsrs – muito bom!

    Major Dornelles

    12 de setembro de 2011 às 12h08

    A reportagem da Veja, que defende o voto distrital puro, se referiu a sindicalistas e religiosos que possuem bancadas no congresso. Afirmava que com o voto distrital essa "anomalia" não aconteceria. Esqueceu de citar que no Congresso Nacional estão representadas bancadas de ruralistas, bancos, construtoras, grandes grupos como AMBEV/Monsanto/Unilever e outros. A adoção deste sistema iria causar o fim da representatividade das minorias em troca do super-fortalecimento destes parlamentares bancados pelo capital.

    ZePovinho

    12 de setembro de 2011 às 13h47

    É isso,Major.Cerca de 45% do Congresso é composto por empresários.Por isso,esse projeto de lei,aqui,dorme por lá:
    http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

    Leis para punir empresas corruptoras são boicotadas no Congresso
    Projeto do governo com sanções para pessoas jurídicas que corrompem não anda desde ida ao Congresso Nacional, em fevereiro de 2010. Criminalização de corrupção ativa está parada há 33 meses em comissão. "Corruptor é impune no Brasil", diz deputado Henrique Fontana (PT-RS). Perfil patronal de 45% dos parlamentares e doação privada a campanhas explicam lentidão. CGU cobra prioridade.

    André Barrocal e Najla Passos

    Além disso,a maior parte da corrupção vem da iniciativa privada:
    http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

    PF já prendeu quase 400 corruptores, mais que o dobro de corruptos
    Operações da Polícia Federal (PF) em 2011 já levaram à cadeia 392 empresários e seus comparsas por corrupção ativa e participação em esquemas de desvio de dinheiro estatal. Nas mesmas ações, foram algemados 143 funcionários públicos. Última leva de detenções, feita nesta terça-feira, desbaratou fraude no ministério do Turismo, prendeu número dois da pasta e pode custar problemas políticos à presidenta Dilma Rousseff.

    André Barrocal

    FrancoAtirador

    13 de setembro de 2011 às 09h53

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    Senado Federal
    COMISSÕES / DIREITOS HUMANOS
    22/08/2011 – 16h25

    Bancada de 'deputados empresários' barra projetos pró-trabalhadores, diz assessor do Diap

    Durante a audiência pública que o Senado realizou nesta segunda-feira (22), o assessor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) André Luís dos Santos afirmou que diversos projetos favoráveis aos trabalhadores enfrentam dificuldades para serem aprovados no Congresso, especialmente na Câmara dos Deputados. Ele disse que isso acontece porque há uma "bancada empresarial" naquela Casa. E citou alguns exemplos de propostas cuja tramitação estaria "parada".

    – Temos perdido várias batalhas, especialmente na Câmara, que tem uma bancada formada por uma maioria de empresários – declarou André.

    MAIS DA METADE DOS DEPUTADOS FEDERAIS SÃO EMPRESÁRIOS

    Segundo o representante do Diap, do total de 513 deputados federais, 273 são empresários, enquanto 91 estão vinculados à "bancada sindical".

    Como exemplos de projetos que ele considera importantes e que tramitam na Câmara, André citou o PL 6.706/09 (no Senado, foi aprovado como PLS 177/07), de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). Essa matéria proíbe a demissão do empregado que concorrer a vaga em conselho fiscal de sindicato ou associação profissional. Ele destacou ainda outro projeto de Paim, o PL 3.299/08 (no Senado, aprovado como PLS 296/03) que acaba com o fator previdenciário.

    André lembrou ainda da Proposta de Emenda à Constituição 438/01, mais conhecida como PEC do Trabalho Escravo, "que é mais voltada para o setor rural, mas também tem importância para o setor urbano, como o demonstram as recentes denúncias de trabalho escravo na cidade de São Paulo". Essa PEC foi aprovada pelo Senado em 2001, quando passou a tramitar na Câmara.

    – O Congresso só funciona sob pressão. Por isso, é necessária pressão social para aprovar tais matérias – reiterou André, acrescentando que, no caso do fator previdenciário, "o movimento sindical tem de pressionar o próprio governo".

    Essa audiência pública – na qual também se discutiu a situação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – foi solicitada por Paulo Paim, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH). Durante a sessão, várias lideranças sindicais – como Lourenço Ferreira do Prado, do Fórum Sindical dos Trabalhadores, e Warley Martins, presidente da Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil – defenderam a CLT e criticaram as propostas que visam alterá-la para "flexibilizar" os direitos trabalhistas.

    Ricardo Koiti Koshimizu / Agência Senado

    http://www.senado.gov.br/noticias/bancada-de-depu

    HMS TIRELESS

    13 de setembro de 2011 às 10h37

    É o outro lado da moeda Major. Como diz o dito popular, pau que bate em Chico também bate em Francisco.

FrancoAtirador

11 de setembro de 2011 às 13h17

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O VOTO DISTRITAL É A FORMALIZAÇÃO DO CURRAL ELEITORAL.
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Responder

FrancoAtirador

11 de setembro de 2011 às 13h14

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A ABRIL E A NASPERS

UM ESTUDO DE CASO DO CAPITAL ESTRANGEIRO NA MÍDIA BRASILEIRA

http://www.direitoacomunicacao.org.br/index2.php?…

Responder

    eliane

    12 de setembro de 2011 às 13h44

    No Domingo Espetacular da Record eles mostraram a ligacao Naspers/ Veja, por alto, mas já é um comeco, a Veja cutucou a Record e ela rebateu mostrando o sócio sul africano financiador do apartheid, foi show, mas ele podiam bater nessa tecla pra mostrar aos brasileiros quem está por trás da Veja

FrancoAtirador

11 de setembro de 2011 às 13h12

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O comentarista 'anônimo' esqueceu de acrescentar um dado biográfico do Diretor-Presidente do CLP:

Luiz Felipe d’Avila é membro do Conselho Consultivo do Grupo Pão de Açúcar.
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http://www.universodoconhecimento.com.br/content/

Responder

O_Brasileiro

11 de setembro de 2011 às 13h11

Prontos para o "GOLPE DISTRITAL"?

Responder

    eliane

    12 de setembro de 2011 às 13h45

    Vamos à luta gente: NÃO AO GOLPE DISTRITAL!

Gerson Carneiro

11 de setembro de 2011 às 13h00

Como diria Caetano Veloso: "és o avesso do avesso do avesso do avesso".

E tem mais, aderindo à campanha do Voto Distrital você ainda é engabelado, totalmente de grátis, com a propaganda falsa contra o financiamento público das campanhas eleitorais.

Senão, observemos:

"Qual a sua posição sobre o Financiamento Público de Campanha e a figura do suplente? (enviada por Paulo Roberto Monteiro)

Resposta José Serra – Sou contra o Financiamento Público de Campanha, pois daria mais poder à burocracia partidária, não evitaria o caixa dois – pelo contrário, aumentaria."

Decerto, José Serra sabe tudo sobre Caixa Dois.

Responder

    beattrice

    11 de setembro de 2011 às 17h15

    podemos dizer que ele tem notório saber sobre o assunto, poderia pleitear o título "doutor honoris causa" na matéria.

    rodrigo.aft

    11 de setembro de 2011 às 19h00

    para ser entregue numa salinha alugada no prédio da onu por alguma ong brasileira fajuta, parte da quadrilha neoliberal, com pomposo nome em inglês… kkkkk….

    Morvan

    11 de setembro de 2011 às 18h13

    Boa noite.
    Especialista, o careca. Só perde para o outro (alopético, o Arruda) e para o Paulo AfroDesc. Afinal, "Não se Deixa um Amigo…"

    Morvan, Usuário Linux #433640.

FrancoAtirador

11 de setembro de 2011 às 12h52

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17 de Dezembro de 2001 às 09:51

Primeira Leitura, novo nome da revista República

Mudança entrará em vigor em fevereiro; objetivo é facilitar as vendas publicitárias do título impresso e do site

A partir de fevereiro, a revista República passa a se chamar Primeira Leitura.

A mudança, segundo explica Luiz Felipe D'Ávila, diretor-presidente da Editora D'Ávila, faz parte da estratégia de aproximar a revista do site Primeira Leitura, onde está hospedada a versão online da República.

A alteração visa facilitar a comercialização dos espaços publicitários dos dois produtos.

D'Ávila garante que nada muda na estrutura societária da República, da qual ele detém 50% – a outra metade é do empresário Luís Carlos Mendonça de Barros.

A FALÊNCIA DA REVISTA PRIMEIRA LEITURA E O ESCÂNDALO NOSSA CAIXA DE SÃO PAULO

A Revista Primeira Leitura era caracterizada pelo viés assumidamente neoliberal de seu editor-chefe Reinaldo Azevedo e pautou sua atuação jornalística por críticas contundentes ao Partido dos Trabalhadores e a Lula entre os anos de 2003 e 2006.

Até setembro de 2004, a revista foi chefiada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro das Comunicações do governo Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

Em março de 2006, irrompeu o escândalo Nossa Caixa, de São Paulo, que consistia num esquema de manipulação de verbas publicitárias do banco estadual paulista em favor de deputados da base aliada do governador paulista Geraldo Alckmin, do PSDB.

As verbas eram direcionadas principalmente para financiar anúncios em revistas e jornais dos aliados, como a rede de televisão Rede Vida e a revista Primeira Leitura.

De acordo com o próprio Azevedo, em entrevista ao Observatório da Imprensa, além do banco Nossa Caixa, foram patrocinadores da revista Primeira Leitura os governos de Minas Gerais, sob a gestão de Aécio Neves (PSDB), de Pernambuco, na gestão Jarbas Vasconcelos (PMDB), e do Distrito Federal, governado por Joaquim Roriz.

Depois que o escândalo veio à tona, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) retirou o patrocínio que o banco estadual paulista Nossa Caixa dava à revista do PSDB, isto é, de Reinaldo Azevedo,

Três meses após, circulou a última edição da revista.

O periódico fechou por falta de patrocinadores.
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Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Esc%C3%A2ndalo_da_Nohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Leitura_(Re

Responder

    FrancoAtirador

    11 de setembro de 2011 às 13h47

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    Luiz Carlos Mendonça de Barros (São Paulo, 1942) é um engenheiro e economista brasileiro, ex-presidente do BNDES (novembro de 1995 a abril de 1998) e ex-ministro das Comunicações (abril de 1998 a novembro de 1998), ambos no Governo do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

    Graduado pela USP em engenharia de produção e doutor em economia pela Unicamp, Mendonção, como também é conhecido, iniciou a carreira em 1967 como analista financeiro do Investbanco.
    Em 1972 passou a operar na Bolsa de Valores de São Paulo, através da corretora Patente, que fundou junto com três outros sócios. Em 1983 fundou o Planibanc, onde permaneceu como sócio até 1993.
    Neste ano, fundou o Banco Matrix junto com André Lara Resende, só se afastando da instituição em novembro de 1995, quando assumiu a presidência do BNDES.

    Em abril de 1998, com a morte de Sérgio Motta, foi nomeado Ministro das Comunicações por Fernando Henrique Cardoso. Seu nome ficou em evidência após o escândalo do grampo do BNDES, logo após a reeleição de Fernando Henrique Cardoso, o que lhe custou o cargo de Ministro das Comunicações e o levou ao banco dos réus numa ação de improbidade administrativa. Em conversas gravadas na sede do BNDES, revelou-se um esquema de favorecimento de empresas no leilão de privatização da Telebrás, elaborado por Luiz Carlos Mendonça de Barros e André Lara Resende, então presidente do BNDES, com a devida condescendência do Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, que também aparece nas gravações. Além de Mendonção, o escândalo também derrubou seu irmão, José Roberto Mendonça de Barros, da Câmara de Comércio Exterior, e ceifou André Lara Resende da presidência do BNDES [1].

    Foi também denunciado pelo Ministério Público em outro processo, envolvendo a concessão irregular de empréstimos para a privatização da Eletropaulo.

    Apesar de tudo, continuou a compor a equipe econômica que dava sustentação ao modelo neoliberal implantado pelo governo tucano durante os oito anos da presidência de Fernando Henrique Cardoso.

    É lembrado ainda pelas disputas travadas com o grupo de Pedro Malan, à época Ministro da Fazenda, sobre os rumos da economia brasileira.

    Em 2001 criou a MBG & Associados, uma empresa que oferece cursos profissionalizantes à distância, em parceria com seu irmão e Lídia Goldeinstein.

    Também em 2001 fundou a editora Primeira Leitura, chefiando a organização da revista de mesmo nome (Revista Primeira Leitura), em parceria com Reinaldo Azevedo.

    A revista acabou extinta, em junho de 2006, por falta de patrocinadores, em decorrência do escândalo do banco estadual paulista Nossa Caixa, no Governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

    Ainda ligado ao PSDB, auxiliou nas campanhas de Geraldo Alckmin e José Serra em 2006.

    <img src="http://www.sejaditaverdade.net/blog2/wp-content/uploads/2010/10/25.11.1998.jpg"&gt;


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