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Altamiro Borges: Dilma rasga o discurso de campanha


06/02/2012 - 19h55

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O erro da privatização dos aeroportos

Por Altamiro Borges, em seu blog

Em um ano de governo, a presidenta Dilma Rousseff mostrou-se pouco ousada, mas não bancou retrocessos de maior gravidade. Nesta segunda-feira (6), porém, ela macula o seu mandato com o leilão para a “concessão” de três dos mais rentáveis aeroportos do país – Guarulhos, Campinas e Brasília. O seu discurso antiprivatista de campanha, que acuou os tucanos, será jogado pelo ralo.

Os argumentos usados para justificar a privatização não convenceram os trabalhadores do setor, os movimentos sociais e vários estudiosos desta matéria estratégica. Fala-se da ausência de recursos públicos para modernizar os aeroportos e da urgência de investimentos para atender a crescente demanda do setor. A Copa do Mundo e as Olimpíadas são apontadas como motivos da pressa no leilão.

A desculpa da falta de recursos

Como já apontou o economista Paulo Kliass, a desculpa da falta de verbas para os investimentos necessários não tem consistência:

Recursos sobram no Orçamento! O problema é a prioridade definida pelas autoridades para a sua utilização. Encerradas as contas de 2011, por exemplo, apurou-se que o Estado brasileiro forçou a geração de um superávit primário no valor de R$ 130 bilhões ao longo do ano. Uma loucura! Mais de 3% do PIB destinados exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública.

Agora basta uma simples comparação. A operação de privatização desses três aeroportos vai render R$ 240 milhões por ano aos cofres da União. Ou seja, se houvesse destinado apenas minguados 0,2% do superávit a cada ano para esse importante compromisso, não precisaria transferir a concessão dos aeroportos ao capital privado.

A cobiça das empresas “privadas”

O que justifica, então, privatizar este importante patrimônio público? Construídos com dinheiro do povo, estes três aeroportos são responsáveis por 30% do total do transporte de passageiros, 57% do total das cargas e 19% das aeronaves que circulam em todo o país. Eles sempre foram alvo da cobiça de poderosas empresas “privadas”, nacionais e estrangeiras.

Com o crescimento da demanda no setor, decorrente do aquecimento do mercado interno e da melhoria do poder aquisitivo dos brasileiros, este apetite cresceu ainda mais. As corporações empresariais enxergam nestes aeroportos verdadeiras minas de ouro. Para forçar a privatização, elas contam com ajuda da mídia privatista, que faz terrorismo com os chamados “apagões aéreos”.

Cedência à pressão dos monopólios

Alguns “calunistas” da mídia parecem condenar as pessoas de baixa renda pelo “caos” nos aeroportos, amplificando a visão preconceituosa das elites. Durante o governo Lula a aviação comercial teve um crescimento vertiginoso no país – com a expansão de 118% nos últimos oito anos. Em 2011, pela primeira vez na história deste país, as viagens de avião ultrapassaram as realizadas em ônibus interestaduais. Daí a violenta gritaria da mídia pela privatização do setor.

Diante desta violenta pressão e dos reais gargalos do setor, que decorrem da falta de investimentos nas três últimas décadas e do seu longo processo de sucateamento, Dilma Rousseff resolveu ceder. A presidenta parece ter pressa. Ela teme o caos, com as filas e a gritaria midiática, principalmente por ocasião dos dois eventos esportivos. Mas quais as conseqüências da privatização?

Soberania nacional corre riscos

Entre outros efeitos negativos, a entrega à iniciativa privada dos aeroportos põe em risco a própria soberania. É preocupante que áreas estratégicas, consideradas de segurança nacional, sejam invadidas por empresas que visam somente o lucro, que não têm qualquer compromisso com a nação. Este temor é que explica a histórica resistência da cúpula da Infraero, formada por militares.

Não é para menos que a maioria dos aeroportos do mundo está sob controle do Estado, inclusive nos EUA – nação tão paparicada pelas mentes colonizadas e entreguistas. Após os atentados de 11 de setembro de 2001, o governo ianque inclusive reforçou este controle. Até as empresas terceirizadas passaram a ser mais fiscalizadas.

Desmantelamento da malha aérea

Além da razão política, a privatização terá conseqüências danosas para a sociedade. É bom lembrar que este sistema é interligado. A Infraero gerencia 66 dos 67 aeroportos no território brasileiro. Eles representam 97% do movimento do transporte aéreo regular, o que corresponde a 2,6 milhões de pousos e decolagens, transportando mais de 155 milhões de passageiros por ano.

Neste sistema interligado, os aeroportos mais rentáveis ajudam a manter os mais deficitários, de menor fluxo de passageiros, mas decisivos para o transporte regional. Ao privatizar Guarulhos, Campinas e Brasília, estes perderão importante fonte de recursos, o que levará ao desmantelamento de toda a malha aérea – a exemplo do que já ocorreu com a privatização do setor ferroviário.

O usuário será prejudicado

Como explica Francisco Lemos, dirigente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), “o modelo da Infraero é muito parecido com a relação de alguns estados da federação, onde os mais rentáveis subsidiam os mais deficitários. A arrecadação é centralizada e redistribuída para manter o sistema. A privatização deixará no esquecimento aqueles aeroportos deficitários mais longínquos”.

Ela dá um exemplo hipotético sobre o risco da desintegração da malha aérea. “Você se desloca de São Paulo para um aeroporto deficitário, vamos supor, em Juazeiro. Não se sabe em que condições o avião pousará lá, como estará sua pista, seu atendimento. As companhias não vão mais querer fazer determinadas rotas. E quem sentirá realmente o prejuízo será o usuário”.

Menos manutenção e segurança

Indignado, ele lembra que a Infraero é altamente lucrativa e foi considerada no início de 2011 a segunda melhor empresa gestora de aeroportos do mundo. Nada justifica, portanto, ela ser minoritária nos aeroportos privatizados. “Ela é muito eficiente em seu produto final. É cobiçada por vários países, que tentam firmar acordo com o Brasil para que ela administre os seus aeroportos”.

Além do desmantelamento da malha aérea, nada garante que os três aeroportos privatizados serão modernizados, melhorando o atendimento aos usuários. Pela lógica do sistema, os capitalistas visam o lucro. Será que investirão a contento na segurança ou na manutenção dos aeroportos? Eles não cortarão custos, inclusive demitindo trabalhadores, para elevar sua rentabilidade?

Demissões e precarização do trabalho

O dirigente da Sina não vacila nas respostas. Para ele, a tendência é que muitos funcionários da Infraero, “com todo o seu know-how e experiência, serão descartados. Quando se vê o perfil do pessoal da Infraero, nota-se que é um profissional mais antigo, com mais de 30 anos. Nas empresas privadas que atuam no setor predomina a garotada de 20 anos, com salários menores”.

Outro grave problema é que as regras para a “concessão” são um presente para os poderosos monopólios privados. No leilão de hoje, Guarulhos tem um lance mínimo de R$ 3,4 bilhões, com concessão de 20 anos. Viracopos tem um valor inicial estipulado em R$ 1,5 bilhão e prazo de uso de 30 anos. Brasília teve o lance mínimo arbitrado em R$ 582 milhões, com prazo de uso de 30 anos.

O contrato cria a chamada Sociedade de Propósito Específico (SPE) com o objetivo de gerir o negócio, onde o capital privado fica com 51% dos votos e a Infraero com 49%. Devido à urgência das obras, a tendência é que a SPE receba empréstimos do BNDES. O edital também não fixa as contrapartidas, como a responsabilização do consórcio ganhador pelos aeroportos de menor fluxo.

PS do Viomundo: O Plano Nacional de Banda Larga, tocado para beneficiar as empresas de telefonia primeiro e os usuários depois, deu o tom de como seria a relação do governo Dilma com o setor privado. A lógica é a mesma de sempre: onde houver lucro entram as empresas privadas; onde houver prejuízo fica o estado.

Leia também:

Santander tem só 15% dos ativos, mas 30% do lucro no Brasil





138 comentários

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A desculpa da falta de recursos | ParanáBlogs

13 de fevereiro de 2012 às 09h56

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Julio Silveira

07 de fevereiro de 2012 às 18h29

Quando vejo alguem do porte de um Miro Borges vir dizer isso, é por que realmente tenho que me preocupar.
O Homem foi um dos mais conhecidos apoiadores da Dilma. Assim com eu, um anonimo cidadão. Surpreende-me é a oposição ao seu posicionamento, sincero, coerente. Esse negócio de dizer que foi diferente, que antes era concessão, hoje é partilha é pura tergiversação, semantica, que no fim vai significar que um bem publico pulou para as mãos de grupos privados. Não tem como os ginastas, aferrados a torcida politica, torcedores iguais aos de sempre, virem dizer diferente. Sei que politica é assim, não devia, mas é. Mas não sejamos hipocritas também.

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Maria José Rêgo

07 de fevereiro de 2012 às 10h11

Qual a diferença entre privatização e concessão?
Na privatização o Poder Público vende o controle sobre as ações da empresa privada, já na concessão nada é vendido, o planejamento e a regulação continuam por conta do Poder Público. Entretanto, concordo com os riscos enumerados no artigo e o que mais me preocupa e que é mais cruel é a demissões de funcionários.

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Severino Prazeres

07 de fevereiro de 2012 às 10h10

Vai ficar assim também nos aeroportos privatizados. A elite utiliza os eroportos privatizados e os pobres os eroportos do governosa. A semelhança da saúde e da educação. Não duvido que ditos aeroportos passaem a cobrar assinaturas a semelhança do que aconteceu com a telefonia. Quando era do governo não tinha assinatura, se pagava de acordo com o consumo. Após a privatização passamos a pagar também as assinaturas. Presidenta Dilma nós todos que lemos o livro do Amauri Junior, a Privataria Tucana, ficamos ófãos. Perdí o animo de continuar a ler os dois ultimos capítulos do livro A vida quer é Coragem. PHA bem que alertou cuidado com as cascas de bananas, presidenta.A Senhora escorregou.

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Betho

07 de fevereiro de 2012 às 09h28

Rasgar o "discurso de campanha" foi o temo correto. Lembro-me bem nos debates ela fazia questão de trazer à tona as questões das privatizações e encurralar o Serra, que fugia deste tema como diabo da cruz. Ganhou meu voto neste item, e agora o que faço, vou ao Procon? Cada dia me convenço mais que PT e PSDB são farinha do mesmo saco! Daí a desilusão dos jovens com a politica partidária, procurando caminhos alternativos para fugir desta mesmice que são os partidos políticos.

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    Fabio_Passos

    07 de fevereiro de 2012 às 23h00

    É nossa obrigação construir uma alternativa política de esquerda nacionalista.
    De outra forma seremos "representados" por estelionatários que mentem despudoradamente durante a campanha mas depois de eleitos gostam mesmo é de entregar e vender tudo o que temos em negociatas sujas.

Marcio Leandro

07 de fevereiro de 2012 às 09h16

"Neste sistema interligado, os aeroportos mais rentáveis ajudam a manter os mais deficitários, de menor fluxo de passageiros, mas decisivos para o transporte regional. Ao privatizar Guarulhos, Campinas e Brasília, estes perderão importante fonte de recursos, o que levará ao desmantelamento de toda a malha aérea – a exemplo do que já ocorreu com a privatização do setor ferroviário."

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. A RFFSA foi VENDIDA a preço de bananas e não tem volta. No caso dos três aeroportos, a INFRAERO continua dentro, ou seja ganhando, com 49 % da participação. Então, além do governo ganhar com a concessão, continuará ganhando proporcionalmente a participação dos 49% da INFRAERO. Ainda tem o detalhe de que com as obras que por contrato a iniciativa privada terá que fazer, o movimento e a arrecadação desses terminais aumentará, dando mais caixa para a INFRAERO.

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Lu_Witovisk

07 de fevereiro de 2012 às 08h51

A gente precisa de um governo que tenha coragem pra cortar na carne estas relações estranhas entre empresários e midia. Tem que aparecer alguém bemmmm firme e dar um basta neste samba pseudo-esquerdista em que estamos. Cadê a reforma agraria?? empacada. Cadê o marco da midia?? (palpite: não existirá). Cadê a banda larga?? já virou banda lerda… e assim vai. A Dilma não escuta os movimentos, só não vai se ferrar pq a outra opção é a extrema direita fascista e altamente corrupta, mas é decepcionante. Esperava mais da presidenta, mais coragem, mais pulso.

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augusto

07 de fevereiro de 2012 às 08h31

xiildras ai tem duas coisas:

-uma ´é que gringo e privateiro pode sim ficar e arrematar nossas coisas que dao lucro, desde que seja com
sua, propria, grana deles mesmos, entendido? e pague muito caro.
– outra, sra dilma, é que se sou eu no mínimo faço uma regra assim: quem fica com aerodromo do Galeão TEM que levar tambem o baratódromo de S.Antonio do Mato Dentro, la no sul do MA.

Operaçao casada,tá claro? e se nao quer casar que vá excrementar noutro lugar.
Na proxima vez prometo um comentario mais politicamente palatável.

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josé do ceará

07 de fevereiro de 2012 às 07h37

Agora, a Infraero é lenta como uma tartaruga com as patas atadas.Essas concessões somente serão boas se os recursos obtidos forem investidos nos outros terminais.Caso sofrerem contingenciamentos constantes, continuarão com as mesmas debilidades ,hoje,encontradas e anularão os efeitos beneficos das concessões.

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Sônia

07 de fevereiro de 2012 às 06h08

Mais uma ursada contra os brasileiros. Realmente não se reconhece mais as pessoas quando assumem o poder. Pobre de nós que vamos trabalhar cada vez mais para favorecer o capital.

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Antonio

07 de fevereiro de 2012 às 03h45

Tinha uma grande admiracao pelos textos do autor, entretanto, ele parece que nao entendeu o que o governo realizou – nao sei se nao entendeu, pois acredito que o mesmo tem capacidade para tal. Primeiro ponto, o governo é detentor de 49% dos aeroportos e a privatizacao é uma concessao de 30 anos. No fim deste prazo se o governo assim entender poderá retomar o patrimonio. Outro ponto importante é que o governo tem que se preocupar com educacao, segurança, saúde – serviços essenciais a populacao. Aeroportos devem ser administrados pela iniciativa privada. Altamiro dá uma olhada no balanço da Centrais Elétricas de Brasília e no balanço da Eletropaulo. Te pergunto, porque a segunda é superavitária proporcionando uma rentabilidade perto de 30% enquanto a Central Elétrica de Brasília tem dívidas, contraídas pelo último governo, que se fosse privada estava falida. Te pergunto onde foi parar o dinheiro da CEBR? Isso é que ver o dinheiro do país ir para o ralo dos políticos e administradores da coisa pública. Além disso, essa privatizacao nao tem nada haver com as realizadas por FHC, que eram comandadas pelo Dantas. A privatizacao dos aeroportos foi a decisao mais sensata até agora do governo Dilma, parabéns, assim nao me arrependo do meu voto e já conquistou novamente para 2014. E continue a privatizar aquilo que o governo deveria estar longe, pois só assim diminui a corrupcao neste país.

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ricardo silveira

07 de fevereiro de 2012 às 02h59

A suposta esquerda parece sempre atrasada, o capitalismo dando sinais de esgotamento e o governo Dilma privatizando a exploração dos aeroportos. A propósito, sempre achei os aeroportos uma questão de segurança nacional.

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Francisco

07 de fevereiro de 2012 às 01h36

No texto, o autor fala que, atualmente, os aeroportos menores, na 'periferia', recebem subsidios para funcionarem. Juazeiro serve como exemplo, segundo o autor, e atualmente, então, temos a segurança de que sabemos as condições do aeroporto de Juazeiro, dentro deste modelo. O autor fala sem nenhum conhecimento do assunto.

O aeroporto de Rio Branco, Acre, é um retrato da letargia e incompetência da infraero, mais anac e o próprio governo do estado do Acre, que não pressiona para que o problema seja solucionado. O atual aeroporto tem cerca de 13 anos, e não resistiria a uma investigação séria. Falam em construir um novo aeroporto (sic) porque o local tende a ter muita névoa, ventos (que já derrubaram um EMBRAER Brasilia em procedimento de pouso). O ar-condicionado não funciona, o aeroporto já é pequeno para a demanda apenas 13 anos depois. O projeto arquitetônico, a despeito do concurso na época, é uma cópia de um hangar da Lider, em Brasilia.

O mais sério. A pista está afundando, segundo um piloto da trip com quem conversei recentemente. A pista funciona reduzida, tem pelo menos dois anos. A TAM operava com um A320 e reduziu para o A319 (reduzindo o numero de assentos) e a GOL trocou os 737-800 por 737-700 por conta da redução na pista. Alguém, em algum lugar, se importou com isso?

O falante autor deste texto já tentou sair de Rio Branco na segunda quinzena de dezembro? Não tem assentos disponíveis.

Eu viajo o suficiente e já vi aeroportos em muitos lugares do mundo para saber que o Brasil tem os piores aeroportos. Internet paga (até nos EUA aeroportos grandes como San Francisco, Chicago, Denver, oferecem internet grátis), cara e péssima. A Infraero é lamentável. Não sei onde eles colocaram todo esse dinheiro que ganham. Guarulhos parece estar à beira do colapso.

O autor ainda esqueceu de dizer que o Governo fica com 49% e portanto recebe os dividendos, sem ter o trabalho e a despesa.

Nao. Dilma não é igual ao FHC. Tem que ser muito ingênuo para acreditar isso.

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Samuel Velasco

07 de fevereiro de 2012 às 01h09

Eu estava esperando por essa deixa:

Tá tudo pronto aqui
É só vim pegar
A solução é alugar o Brasil!…

Nós não vamo pagar nada
Nós não vamo pagar nada!
É tudo free!
Tá na hora agora é free
Vamos embora
Dá lugar pros gringo entrar
Esse imóvel tá prá alugar
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!…

Os estrangeiros
Eu sei que eles vão gostar
Tem o Atlântico
Tem vista pro mar
A Amazônia
É o jardim do quintal
E o dólar dele
Paga o nosso mingau…

Nós não vamo pagar nada
Nós não vamo pagar nada
É tudo free!
Tá na hora agora é free
Vamo embora
Dá lugar pros gringo entrar
Pois esse imóvel está prá alugar

Não vão pagar nada mesmo: o BNDES paga! Tem que rir pra não chorar…

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JULIO/Contagem-MG

07 de fevereiro de 2012 às 00h55

Se o PIGUISTA, Wack, està contra, é sinal que essas concessoes foram favorareis ao BraSSSil, então sou
favoravel tambem. Sempre remo contra a maré piguista.

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Operante Livre

07 de fevereiro de 2012 às 00h33

Quando se rasga promessas de campanha está-se autorizando que outros rasguem a constituição.
É uma rasgação só, de papel entre alguns, enquanto rasgam nossos sonhos, nossas vidas que são descartadas, talvez porque por termos mais de 50 anos já não merecemos respeito; podemos ser substituídos por jovens que custam menos, cobram menos; porque não apanharam para construir um país soberano.
Acho que vou entrar para a igreja dos que esperam em Deus (IED).
Cansei.

Responder

    Felipe

    07 de fevereiro de 2012 às 00h54

    "Discurso ou Revolver, tá na hora da Revolução!" – Facção Central, é meus queridos, quem diria que a gente tá chegando a esse ponto. Ou se dá um volta para 45º à oeste ou a gente cai na draga de meia duzia de nego espertalhão. Estamos diante de uma encruzilhada ou se segue em frente iludidos por flautistas, ou de toma consciencia e mudamos a direção diante da encruzilhada que vimemos – semelhante a encruzilhada vivida em 64, onde a sociedade foi tomada de assalto pela truculencia verde oliva, quando se avistava uma sociedade mais igualitaria e justa politicamente.

beattrice

06 de fevereiro de 2012 às 23h56

Nesse mar de governistas prontos a desqualificar quem cobra coerencia, compromissos de campanha e a defesa do publico, do nacional, o Miro se destaca e enfrenta o non sense de quem quer fazer malabarismos defendendo o indefensável.
Dona Dilma mostra agora definitivamente de que lado está e não é o lado do Brasil.

Responder

Yarus

06 de fevereiro de 2012 às 23h55

Depois da concessão de 51% de três aeroportos, Pinheirinho e classe D e E nunca mais serão os mesmos…

Responder

Operante Livre

06 de fevereiro de 2012 às 23h50

Pô, tão confundindo tudo. Dá um tempo.
Uma coisa é uma coisa. Já outra coisa é a mesma coisa.
Cada um é cada um e todos são iguais. Logo não temos diferença alguma.
A confusão toda é por causa de toda confusão entre uma coisa e ela mesma.
Fui claro?

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Felipe

06 de fevereiro de 2012 às 23h47

"O projeto defendido pelo PT desde a sua origem está chegando ao fim, aquele projeto ilusório que propunha transformar o país por meio das eleições. Esse projeto se esgotou completamente, abrindo o caminho para a retomada da construção independente e revolucionária de um legítimo programa da classe trabalhadora, aquele programa, já comprovado pela história, baseado na construção de uma dualidade de poder a partir das fábricas, projeto que o PT e a CUT cumpriram o papel de bloquear." – http://www.movimentonn.org/jornal/noticia/editori

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Roberto

06 de fevereiro de 2012 às 23h39

Bobagem,pois nos Estados Unidos os aeroportos são particulares como também as cadeias de segurança máxima. Isso pode ficar na mão da iniciativa privada, o que não pode são setores estratégicos como de energia,mineração e telefonia,tudo que os tucanos fizeram, entregando ou tentando entregar de mão beijada,incentivados pela propina que se abrigou no Caribe.
O Altamiro tá ficando velho, não raciocina mais direito. Toma fosfato Altamiro!!

Responder

    Matheus

    08 de fevereiro de 2012 às 12h26

    Bobagem é o que você diz, só países subservientes, governados por inéptos corruptos, entregam um setor estratégico para a soberania nacional para o capital privado, especialmente estrangeiro.

    Mesmo países que passaram por grandes privatarias (começando pelos Estados Unidos) mantém a esmagadora maioria dos seus aeroportos nas mãos do Estado, regulamentam rigidamente até as loginhas de souvernirs que são abertas nos aeroportos.

Lira

06 de fevereiro de 2012 às 23h34

UMA VERGONHA.
VAMOS DEVOLVER DILMA AO PDT.
DILMA SEU LUGAR NÃO É NO PT.

Responder

José do Ceará

06 de fevereiro de 2012 às 23h19

Como diz o Paulo Henrique Amorim, a diferença entre as concessões dos aeroportos atuais para as procedidas pelos tucanos são…..não filha,genro,e primo no meio disso…

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Douglas

06 de fevereiro de 2012 às 23h17

Infelizmente tenho de concordar com vários comentários (e o arremate do C. Azenha) que apontam para o que já sabemos: o povo será sempre o último a se beneficiar dessa estória. Aliás, o PT está uma esculhambação. Tudo bem que os políticos são uma das classes menos confiáveis. Mas daí a se juntar a PSD também é demais. Não moro em São Paulo, mas aí já foi um exagero. Resta-me um conforto. Sei que o PT/PSD vai bancar essa derrota em São Paulo. E feia! Vale o ditado: me diz com quem andas e eu te direi quem és. Nossa presidente não tem dinheiro, certamente, para a parte social (educação, saúde, segurança, etc). Mas tem orçamento para pagar dívida e levar dinheiro para Cuba (nada contra o país e seu povo). Mas quem não tem dinheiro não pode emprestar ou ceder aquilo que não tem. E essa estória da divisão do orçamento de 2012 já está contada noutros blogs (http://notaveisinotaveis.blogspot.com/2012/02/educacao-em-que-plano.html). Esse governo está uma lástima. Nem sabe escolher ministro! Técnico que não sabe escalar time acaba por perder o jogo.

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Yarus

06 de fevereiro de 2012 às 23h15

PRIVATIZAÇÃO é o mesmo que a doação que PSDB/FHC/Cerra fizeram e não tem volta.

Bye bye, Telefônicas, Elétricas, Vale do Rio Doce…

Pergunta pro pessoal de Pinheirinho o que foi que eles acharam…

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Luiz Fortaleza

06 de fevereiro de 2012 às 23h10

Não li ninguém, mas é apenas concessão e a Infraero vai ficar com mais de 40% do lucro das concessões privatizadas. O modelo de privatização é outro…

Responder

José do Ceará

06 de fevereiro de 2012 às 23h06

Se o PT, como diz um leitor é igual aos outros partidos, por que de 2003 até 2001 foram gerados 17 milhoes de empregos e na indigestão tucana 780 mil (0,7 milhoes) ? Por que o Brasil atravessou a maior crise pós 1929 gerando empregos, enquanto na gestão tucano, uma mini crise lá em Caruaru levava o Brasil ao FMI ? Por que o país ,hoje,tem 353 Bi de reservas ,enquanto na gestão psdbista não detinha recursos nem sequer para pagar as importações? Governar é fazer escolhas, Quem fez as escolhas corretas ?com a resposta os bicudos….

Responder

Remindo Sauim

06 de fevereiro de 2012 às 23h01

Com esta grana, 25 bilhões, dá para a Dilma construir 500.000 casas populares a 50 mil cada, e deixa a burguesia andar de avião. O Altamiro fica lá no socialismo ilusório dele e acha que privatização do PT são a mesma coisa que as privatarias do FH e Serra. Altamiro, acorda. E o Banco do Brasil e o Banrisul que cobram mais de 10% ao mês em seus cartões de crédito. São empresas estatais que sugam o trabalhador. Reclama disso Altamiro.

Responder

Herminio

06 de fevereiro de 2012 às 23h01

Agora quero ver que armas os trabalhadores civis dos aero´portos vão usar pra coagir o governo, sim poque a qualquer hora ou periodo as associações ameaçavam com greves, um exemplo de uma categoria que sempre faz greves, poderia ser outra, mas cito a dos professores, quem ouve falar em greve da rede particular e os salarios são bem abaixo dos da rede pública, como aqui em São Luis, onde ja se ouve falar em greve outra vez e tudo porque existe a tal da estabilidade e os políticos não tem coragem de agirem contra arruaceiros que se protegem por traz dessa lei, veja o caso da Bahia, que aberração, policiais com armas em punho e colocando a propria familia pra protege-los de possivel ação por parte da legalidade.

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Indio Tupi

06 de fevereiro de 2012 às 22h53

Aqui no Alto Xingu, os índios estão de acordo com o PHA: a diferença entre a privatização Tucana e as concessões Petistas esta no livro "A Privataria Tucana".

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Porco Rosso

06 de fevereiro de 2012 às 22h44

Eu estava achando que entregar instalações e serviços públicos nas mãos de empresários por várias décadas para que eles possam ganhar muito dinheirinho era privatização; mas é só concessão. Ok.

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    Matheus

    08 de fevereiro de 2012 às 12h30

    Ministério da Inteligência adverte, a frase acima contém ironia.

damastor dagobé

06 de fevereiro de 2012 às 22h43

aqui na Itália tivemos esse tipo de privatização recentemente..resultado? taxa de embarque igual a passagem aérea (que hoje no Brasil é de R$ 16,00)…bye, bye voadores pobres…todos de volta pro busão..

Responder

Nelson Menezes

06 de fevereiro de 2012 às 22h38

Depois de privatizarem as comunicações ,os aeroportos,a Vale do Rio Doce, Agora só falta privatizar o Exercito ,a Aeronaltica e a Marinha
Os americanos estão na fila!

Responder

Indio Tupi

06 de fevereiro de 2012 às 22h36

Aqui do Alto Xingu, os índios acham muito hilário as críticas, de um lado e de outro, sobre as privatizações nos governos Tucanos ou as concessões nos governos Petistas. Será que não sabem que o regime é capitalista? Que todos os partidos atuam com essa "coroa de espinhos de ferro" enterrada na cabeça dos brasileiros? Queriam o quê, se aceitam essa regra iníqua do regime, onde o mais-valor é criado pela força de trabalho e concentrada na esfera do capital? Outro exemplo: custo mensal do cartão de crédito: 10,7% AO MES; empréstimo pessoal: 8,7% AO MES; cheque especial: 8,4% AO MES; empréstimo ao comércio: 5,4% AO MES; empréstimo pessoal: 4,2% AO MES; crédito direto ao consumidor: 2,2% AO MES. Isso tudo, sem contar outras taxas e comissões ocultas. Tudo, quando se tem uma inflação média de 0,5% ao mes!!! A mídia e os blogueiros financeirizados discutem isso? É claro que não, eis que o regime vigente é o do capital financeirizado. A coisa então gira em torno de superficialidades, enquanto o regime segue seu curso explorador e predatório, enquanto a "galera" discute sobre miçangas…

Responder

    Flausino Rubiloca

    06 de fevereiro de 2012 às 23h54

    E o Estado é o balcão de negócios da burguesia.

Pedro

06 de fevereiro de 2012 às 22h34

Concessão, privatização é tudo o que o capital privado quer.Capital. Sim, o PT, é o PT de tantas lutas que agora faz o mesmo.Puxa vida como trabalhador fico a meditar da minha parca burrice de povo. O poder e suas benesses comprou as ideias e ideais do PT. Tá ficando quase tudo igual. Pobre zé povinho das migalhas que o Estado lhe retorna sobre a forma de serviços públicos.Aliás de pessima qualidade.

Responder

carneirouece

06 de fevereiro de 2012 às 22h23

Não sei se vocês notaram, mas esse é o começo do que aconteceu com a REFESA. Venderam os aeroportos que dão dinheiro. Não terão como manter os deficitários e, por conseguinte, terão que vender TODOS. O país, no futuro, terá seus aeroportos literalmente entregues. É O FIM DA INFRAERO.

E, como Pinheirinhos, ninguém está sabendo dessa venda, NINGUÉM.

Responder

    Matheus

    08 de fevereiro de 2012 às 12h32

    Concordo, isso é apenas o início. Devemos nos organizar, denunciar e criticar a privataria, realizar marchas e ocupações, talvez até greves políticos (greve política geral? um homem ainda pode sonhar).

Pedro Cruz

06 de fevereiro de 2012 às 22h22

É isso aí, uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa. Privatização é privatização, concessão é concessão.
O pior são os amigos do Altamiro fazerem parte do gov~erno Alckimen, Kassab e outros piores, como na minha cidade. Os amigos do Altamiro são os oportunistas que estão com quem lhes dão mais. Nuca ouvi o Altamiro criticar o PCdoB por apoiar o DEM e o PSDB em São Paulo.

Responder

Neo-tupi

06 de fevereiro de 2012 às 22h21

Por mim privatizava tudo que está em São Paulo, já que paulista adora uma privatização e pagar pedágio (me desculpem os amigos paulistas de esquerda de verdade), e transferia os ativos estatais para o Nordeste, Norte, e áreas carentes do Centro-Oeste.
De certa forma é isto que Dilma está fazendo. http://goo.gl/F3T65

Responder

Benedita da Silva

06 de fevereiro de 2012 às 22h17

Sem dúvida é decepcionante. Concessão ou privatização. Tanto faz.. O controle aéreo é questão de soberania nacional. Por outro lado, está entregando somente os mais importantes! e rentáveis!! Que burrice!!!
Voto no PT. Votei na Dilma. Estou doente. Temos de fazer algo. Estamos somente a jogar argumentos uns contra os outro. Isto não basta. Vamos às ruas dizer isto à Dilma. Sei que ela tem boas intenções, mas a solução não é esta.

Responder

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h46

    A militancia tem que começar a reagir percebendo que não há NENHUMA boa intenção nisso.

mineiro

06 de fevereiro de 2012 às 22h12

eu sou contra as privatizaçoes , entregar o patrimonio nacional na mao de terceiros . e dizendo que vai haver melhoras , que nao vai. olha o livro das privatizaçoes. entao pres. acorda pra realidade, ja faz muito tempo que a senhora ta pisando na bola em muitas coisa. e ainda por cima ta querendo entregar o patrimonio nacional. que o pt se tornou um partido de covardes , isso nao é novidade, agora se tornar um partido entreguista , ai vai jogar o resto da historia na lama. que a pres. esta tentando levar em banho e maria muitas coisas , isso ja ta a muito tempo, mas fazer privatizaçoes , ai nao da.

Responder

CLAUDIO LUIZ PESSUTI

06 de fevereiro de 2012 às 22h10

Ih, se bobear a "tropinha" vai chamar o Altamiro Borges de "troll do PSTU" heheh, que fraude este governo do PT, que fraude!

Responder

Jotage

06 de fevereiro de 2012 às 22h09

Altamiro você exagerou na mão. Dizer que o usuário vai ser prejudicado é realmente um descalabro. O avião irá pousar onde houver pista e passageiros, e se não estiver bem conservada a compania aérea não pousa.
O grande problema hoje é a cartelização do transporte aéreo e não aeroporto. Entre no site da TAM e tente traçar um roteiro de Imperatriz a Belém e a compania te oferece: Imperatriz – São Luís – São Paulo – Belém em apenas 25 horas.
O aeroporto de São Paulo não precisa de ampliação, o que precisamos é de companias aéreas que não tragam os passageiros do país inteiro para São Paulo, para lotar aviões, pois assim dá para cobrar preços absurdos quando se tem que mudar o vôo.

Responder

    Matheus

    08 de fevereiro de 2012 às 12h36

    Não apenas o consumidor vai ser prejudicado. O POVO já está se ferrando, pagando por tudo por meio do BNDES, e amargando os ricos e prejuízos dos futuros acidentes aéreos.

    E a Dilma, durante a campanha eleitoral, era totalmente antiprivatista. Atacava as privatizações tucanas, e, digo mais, se elegeu graças a isso, por causa da rejeição popular à privataria, pois carisma, experiência política e méritos do governo Lula são a ultima coisa que pesou na eleição dela. Agora caga na cara dos eleitores. O PT está PEDINDO para o PSDB voltar ao poder. De prefeRência com bandeira vermelha com uma estrela no meio.

Pedro

06 de fevereiro de 2012 às 22h08

Presidente Dilma, a senhora deu um passo importantíssimo para desmoralizar quem a defendeu, justo agora que eu estava tão orgulhoso do meu país. desta vez, quem vai abrir conta na ilhas virgens britânicas. Foi um golpe dona Dilma, quem votou na senhora não esperava por isso…..

Responder

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h45

    Isso tem nome, chama estelionato eleitoral.

    JULIO/Contagem-MG

    07 de fevereiro de 2012 às 01h03

    vamos começar essa alternançia por MG e SP.

    Moacir Moreira

    07 de fevereiro de 2012 às 01h26

    Há muito tempo que a dona Dilma afirma que vai privatizar os aeroportos que os imperialistas escolherem.

    Aeroportos são pontos estratégicos e não é bom que sejam administrados diretamente pela vice-rainha.

Rafael

06 de fevereiro de 2012 às 22h06

Seria bom ler no blog "Os amigos do presidente Lula" a explicação sobre a privatização ou melhor concessão dos aeroportos desse leilão. É bastante esclarecedor, pelo menos para mim parece uma ótica diferente. Também sou contra privatização, no caso dos aeroportos obviamente ficará muito mais caro o serviço e a qualidade pouco ou nada mudará. Fato senhores que não dá para comparar com o que FHC fez. A Infraero continua estatal. Não haverá demissões. Não se pode comparar um aeroporto com uma estatal senhores, não dá para comparar arrecadação de 24,5 bilhões de reais que serão investidos nos outros aeroportos que permanecerão estatais. E mais importante o BNDES não financiará como acontecia com FHC. Tenho certeza que o governo Dilma tem uma postura coerente com a bandeira do PT que é justamente por isso que votei na Dilma.

Responder

Nelson Menezes

06 de fevereiro de 2012 às 22h01

E taí,a nossa presidenta fica de cochichos ao pe de ouvido com o FHC e assistindo a programação da globo da nisso,nos temos grave problemas de fronteira ágora a presidenta escancara de vez, agora vai entrar e sair tudo que não presta numa empresa privada quem dita as normas e o lucro o resto e conversa mole, o trafego de tudo que é ilicito vai ocorrer porque os tercerizados não tendo vinculo empregaticio com o aeroporto,tão pouco a segurança dos voos que estarão em cheque e que deus nos proteja,isto tudo ocorreu com as ferrovias ,e um filme repetido!

Responder

Fabio

06 de fevereiro de 2012 às 22h00

Porque a concessão de um aeroporto não pode ser executada pela iniciativa privada , quero guardar este texto e ver se procede estes argumentos daqui a 3 anos.

Responder

Xad Camomila

06 de fevereiro de 2012 às 21h59

UM CONTRAPONTO:

Se olharmos bem a operação ao longo dos 20 a 30 anos, veremos que não há uma política pública de diminuição do Estado no setor aéreo, e sim um remanejamento de capital estatal de uma região para outra, a fim de promover o desenvolvimento regional.

O governo está arrecadando dinheiro em mercados ricos como São Paulo e Brasília, para investir em mercados menos desenvolvidos que precisam de aeroportos melhores, como nas regiões Norte, Nordeste, no Pantanal, em Foz do Iguaçu, etc. O resultado disso será melhor distribuição de renda, principalmente para a indústria do turismo.

A concessão rendeu R$ 24,5 bilhões pelo que já existe em São Paulo, Campinas e Brasília. Esse dinheiro é destinado ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que tem a finalidade de garantir verbas para outros aeroportos a serem reformados ou construídos sob direção ESTATAL, especialmente os regionais.

Portanto, o dinheiro do setor aéreo não está sendo "desestatizado", está sendo remanejado da região mais rica para as regiões mais pobres, corrigindo desequilíbrios regionais.

Outra fonte de receita destes aeroportos concedidos, também para reinvestir nos aeroportos estatais através deste Fundo:
– 10% do faturamento bruto anual de Guarulhos;
– 5% do faturamento bruto anual de Viracopos;
– 2% do faturamento bruto anual de Brasília.

Por fim, a Infraero continua dona da concessão de 49% destes três aeroportos e, portanto, continuará tendo metade dos lucros deles.

A ideia de conceder à iniciativa privada assusta, e protestos como os da CUT são justos, válidos e compreensíveis, pela má experiência das privatizações no passado, mas dessa vez nada tem a ver com o que foi feito na era tucana. Eis as diferenças:

– O governo concedeu por decisão estratégica própria, e não por imposição do FMI, nem por necessidade de pagar dívidas.

– Não há diminuição do estado no setor. O dinheiro será investido em outros aeroportos estatais.

– A concessão tem prazo: 20 anos para Guarulhos, 25 para Brasília, e 30 para Viracopos, podendo prorrogar apenas por 5 anos. Depois disso, os Aeroportos voltam às mãos Estado e, se lá o governo quiser deixar 100% nas mãos da Infraero ou fazer novo leilão, pode decidir o que for melhor.

– A Infraero não foi privatizada. Ela perdeu espaço nestes Aeroportos por uma mão, mas ganhará pela outra, nos Aeroportos estatais que receberão investimentos do FNAC.

– Se a Infraero não foi privatizada, não haverá demissões em massa de seus funcionários, como ocorria na privataria tucana. No máximo ocorrerá remanejamento, se houver excedente em algum dos aeroportos concedidos.

Se olharmos o todo, a operação foi engenhosa. Havia pouco interesse do capital privado em investir nas outras regiões, e havia muito interesse em investir em São Paulo e Brasília. O governo jogou com os investidores para fazer uma triangulação: captou dinheiro em São Paulo, que será investido no Nordeste, na Amazônia, no Pantanal, etc.

Detalhe: São Paulo e Brasília não terão nenhum prejuízo. Pelo contrário, as concessionárias estão obrigadas a investir R$ 16 bilhões nos 3 aeroportos ao longo dos anos, para ampliação e modernização.

Em tempo: o BNDES não está financiando o valor da concessão, como há gente mal informada dizendo por aí. O BNDES oferece empréstimo para obras de ampliação dos aeroportos, como sempre fez com outros empreendimentos industriais e de infra-estrutura.
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2012

Responder

    lIRA

    06 de fevereiro de 2012 às 23h37

    cOMENTARIO SEM EIRA NEM BEIRA.

William

06 de fevereiro de 2012 às 21h57

O PT sempre faz o mesmo que o PSDB, mas com dor no coração.

Responder

    Matheus

    08 de fevereiro de 2012 às 13h36

    Não apenas o consumidor vai ser prejudicado. O POVO já está se ferrando, pagando por tudo por meio do BNDES, e amargando os ricos e prejuízos dos futuros acidentes aéreos.

Henrique

06 de fevereiro de 2012 às 21h48

A soberania permanece.
O espaço aéreo não foi concedido.

Se fosse o Sr Enganador/Bolinha de Papel e o Sátrapa de Higienópolis, a soberania do espaço aéreo já teria sido “doada”, como seria a Base de Alcantara.

Responder

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h43

    E como sempre a tropa dilmista a postos para defender o indefensável.

    JULIO/Contagem-MG

    07 de fevereiro de 2012 às 01h01

    Pensei que vc, só estava contra o governo na questão da MP 557, agora sei que na verdade é contra
    o governo Dilma.

ZePovinho

06 de fevereiro de 2012 às 21h38

Isso se resume no seguinte:o governo investe,assume os riscos,a estrutura é totalmente amortizada com gastos do governo em manutenção,a iniciativa dá lucros enormes e o governo repassa o filé mignon à iniciativa privada protegida pelo governo por meio de laços políticos.
Isso aí não tem nada de capitalismo.É outra enorme teta pública que o governo deu aos empresários financiadores de campanhas.O serviço vai ser como a telefonia,eletricidade e outros serviços privados:CARO,INEFICIENTE E PROTEGIDO, quando o consumidor for reclamar, pelas agências reguladoras capturadas pelas concessionárias.
E o discurso ideológico de que a iniciativa privada é mais eficiente do que o setor público,ecoando as ideias de Garret Hardin lá de 1969???Quando mofo se passando por "mudernidade"!!!Com tudo feito,antes,pelo governo,até o Tiririca seria um excelente administrador desses aeroportos.

Responder

_Rorschach_

06 de fevereiro de 2012 às 21h25

Quando disse que não vai sair CPI de Privataria coisa alguma, até porque o Governo não quer assustar interessados na compra dos aeroportos, fui chamado de burro por confundir privatização com concessão.

Tá bom.

Sei que o Altamiro Borges não é burro, logo…

Responder

    Neo-tupi

    06 de fevereiro de 2012 às 22h30

    A CPI vai sair. Mais por esperteza política do que por virtude. E nem é só ao PT que interessa. É a toda base governista que tem ministros na linha de tiro da oposição e da mídia, vão querer ter na CPI uma carta na mão para controlar a pauta de escândalos na mídia se forem atingidos.

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h47

    Se a CPI sair precisa ficar claro é a da privataria tucana ou a da petista em andamento?

Regina Braga

06 de fevereiro de 2012 às 21h21

E a infraero continua com 49% ,recebendo os dividendos, prá investir em outros aeroportos…Gostei,parece um negócio da China.Nada haver com a privatização tucana.

Responder

    Jairo_Beraldo

    06 de fevereiro de 2012 às 21h43

    E nem grana do BNDES.

    ZePovinho

    06 de fevereiro de 2012 às 21h47

    Tem dinheiro do BNDES,Jairo.Uma parte virá de lá.

    EUNAOSABIA

    06 de fevereiro de 2012 às 22h04

    Pior é que é, e uma boa bolada, se não a totalidade.

    ZePovinho

    07 de fevereiro de 2012 às 00h32

    É uma parte.Ainda não sei quanto.

    EUNAOSABIA

    06 de fevereiro de 2012 às 21h55

    Até os argentinos tirando sarro da nossa cara, digo, da cara dos petistas… entrei no La Nacion e li comentários do tipo…. 'eles estão é falidos, se a gente não for arrumar os aeroportos deles não tem Copa"…

    Que verguenza..

    Felipe

    06 de fevereiro de 2012 às 22h38

    BNDES é só pra construtora banco e EIKE

    Vlad

    07 de fevereiro de 2012 às 00h58

    Se quiser mais argumentos, há diversos livros sobre o neoliberalismo.
    Vai encontrar até provas contundentes que privatizar a Petrobrás (com dinheiro do BNDES, é claro) seria excelente para o Brasil.
    Depois escreve umas palavras erradas e come umas vírgulas, passa um óleo de peroba na cara e pronto: nasce o petista neoliberal.

ZePovinho

06 de fevereiro de 2012 às 21h15

E tem mais,Azenha.Estamos mudando até aquele ditado que diz que na vida tudo é passageiro,menos o motorista e o trocador.Agora…..até eles são passageiros:

PT/KASSAB: QUAL É O LIMITE DO 'ÔNIBUS' PETISTA?

O que define a abrangência de uma frente política? Até onde é possível ampliá-la sem reduzir diferenças históricas a uma simples marca de fantasia? O dilema não é novo na trajetória da esquerda e já rendeu frutos desastrosos em um extremo e outro, na forma de rendição ou isolamento. O assunto volta com força na campanha municipal de São Paulo, onde o PT debate a hipótese de uma aliança com o PSD, do atual prefeito Gilberto Kassab, que indicaria o vice na chapa encabeçada pelo ex-ministro Fernando Haddad. Até junho, quando o congresso municipal do partido oficializa a candidatura, a decisão deve estar amadurecida. Kassab, desgastado pela administração gelatinosa –mais de 40% dos eleitores não votariam em candidato apoiado por ele- tem folha corrida coerente na política nacional. Egresso do PFL, moveu-se sempre nos bastidores da direita paulista, cuja liderança disputa agora, gerando desconforto no establishment tucano. Em 2004 emergiu do biombo conservador como servidor fiel de José Serra, de quem foi vice e herdeiro na prefeitura de São Paulo. Higienismo social e factóides urbanísticos e ambientais, inicialmente aplaudidos pela mídia conservadora, como o "cidade limpa" (pero inundada), compõem a sua marca na maior metrópole do país. O que levaria o PT a cogitar de 'aliado' dessa cepa? As respostas variam, mas convergem a uma mesma base argumentativa. São Paulo (a cidade e o Estado) forma o bunker do conservadorismo tupiniquim; não se muda o país sem alterar a relação de forças na sua principal usina irradiadora de riqueza, ideologia e prestígio; nela, o PT tem um teto de votos em torno de 30% e resistências calcificadas no eleitorado de classe média. Arrebanhar Kassab e o que ele adensa seria como seccionar uma alça desse círculo de ferro, em que o PSD trincou um espaço antes repartido entre demos e tucanos. Alianças do tipo 'catch-all' , argumentação em defesa desse ônibus ideológico onde cabe de tudo, devem ser avaliadas não pela diversidade, mas por aquilo que importa em política: quem dirige o veículo,a hegemonia do processo. O motorneiro em São Paulo seria o PT. Um olhar sereno de fora do trânsito recordaria que Fernando Henrique Cardoso disse o mesmo quando o PSDB dobrou à direta, aliando-se ao PFL. "Derrotar o PSDB em São Paulo é uma meta importante", observa esse ponto de vista. "O problema, de fato, não é tanto com quem se faz aliança, mas sim para onde aponta o processo". Ou seja, qual programa o PT propõe para a cidade –e por extensão para o país– no pós-crise do neoliberalismo?Como a natureza desse projeto será influenciada pela lotação do 'veículo' aliancista? A ver.

(Carta Maior; 3ª feira; 07/02/ 2012)

Responder

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h43

    Na aliança com Kassab não é o PT que derrota o conservadorismo,
    é o conservadorismo que engole o PT.

VALDO ANDRADE

06 de fevereiro de 2012 às 21h14

Concessão dos Aeroportos foi estratégia de redistribuição de renda
A concessão dos Aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos à inciativa privada desagrada a quem é contra as privatizações, por princípio.

E a princípio, o governo Dilma é contrário à privatizações. Então qual é a lógica dessas concessões?

Se olharmos bem a operação ao longo dos 20 a 30 anos, veremos que não há uma política pública de diminuição do Estado no setor aéreo, e sim um remanejamento de capital estatal de uma região para outra, a fim de promover o desenvolvimento regional.

O governo está arrecadando dinheiro em mercados ricos como São Paulo e Brasília, para investir em mercados menos desenvolvidos que precisam de aeroportos melhores, como nas regiões Norte, Nordeste, no Pantanal, em Foz do Iguaçu, etc. O resultado disso será melhor distribuição de renda, principalmente para a indústria do turismo.

A concessão rendeu R$ 24,5 bilhões pelo que já existe em São Paulo, Campinas e Brasília. Esse dinheiro é destinado ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que tem a finalidade de garantir verbas para outros aeroportos a serem reformados ou construídos sob direção ESTATAL, especialmente os regionais.

Portanto, o dinheiro do setor aéreo não está sendo "desestatizado", está sendo remanejado da região mais rica para as regiões mais pobres, corrigindo desequilíbrios regionais.

Outra fonte de receita destes aeroportos concedidos, também para reinvestir nos aeroportos estatais através deste Fundo:
– 10% do faturamento bruto anual de Guarulhos;
– 5% do faturamento bruto anual de Viracopos;
– 2% do faturamento bruto anual de Brasília.

Por fim, a Infraero continua dona da concessão de 49% destes três aeroportos e, portanto, continuará tendo metade dos lucros deles.

A ideia de conceder à iniciativa privada assusta, e protestos como os da CUT são justos, válidos e compreensíveis, pela má experiência das privatizações no passado, mas dessa vez nada tem a ver com o que feito na era tucana. Eis as diferenças:

– O governo concedeu por decisão estratégica própria, e não por imposição do FMI, nem por necessidade de pagar dívidas.

– Não há diminuição do estado no setor. O dinheiro será investido em outros aeroportos estatais.
– A concessão tem prazo: 20 anos para Guarulhos, 25 para Brasília, e 30 para Viracopos, podendo prorrogar apenas por 5 anos. Depois disso, os Aeroportos volta às mãos Estado e, se lá o governo quiser deixar 100% nas mãos da Infraero ou fazer novo leilão, pode decidir o que for melhor.

– A Infraero não foi privatizada. Ela perdeu espaço nestes Aeroportos por uma mão, mas ganhará pela outra, nos Aeroportos estatais que receberão investimentos do FNAC.

– Se a Infraero não foi privatizada, não haverá demissões em massa de seus funcionários, como ocorria na privataria tucana. No máximo ocorrerá remanejamento, se houver excedente em algum dos aeroportos concedidos.

Se olharmos o todo, a operação foi engenhosa. Havia pouco interesse do capital privado em investir nas outras regiões, e havia muito interesse em investir em São Paulo e Brasília. O governo jogou com os investidores para fazer uma triangulação: captou dinheiro em São Paulo, que será investido no Nordeste, na Amazônia, no Pantanal, etc.

Detalhe: São Paulo e Brasília não terão nenhum prejuízo. Pelo contrário, as concessionárias estão obrigadas a investir R$ 16 bilhões nos 3 aeroportos ao longo dos anos, para ampliação e modernização.

Em tempo: o BNDES não está financiando o valor da concessão, como há gente mal informada dizendo por ái. O BNDES oferece empréstimo para obras de ampliação dos aeroportos, como sempre fez com outros empreendimentos industriais e de infra-estrutura. http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Responder

    EUNAOSABIA

    06 de fevereiro de 2012 às 21h52

    Você mente sempre a si mesmo assim ou só quando respira?

    Não tem preço ver essa turma fazendo malabarismo verbal para fugir a pecha de PRIVATEIROS.

    A mentira e a demagogia furada de vocês caiu por terra rapaz.

    Neo-tupi

    06 de fevereiro de 2012 às 22h43

    Cite especificamente o que você pode provar que é mentira do que está escrito acima.
    O que está escrito acima está art. 4 da medida provisória 551. http://goo.gl/gh928
    Dizer que é bobo, feio e malvado não ajuda.

    Davi

    06 de fevereiro de 2012 às 23h51

    É troll, não de trela… Não tem uma frase que preste no que ele falou. Só tem insulto e provocação. "essa gente", "essa turma", o cara nem disfarça, faz o comentário até com o estilo do tio rei, nem criatividade esse rapaz tem.

    Cândida

    06 de fevereiro de 2012 às 23h08

    O Brasil é um país eminentemente capitalista e o capitalismo está em sua fase imperialista. O povo brasileiro não realizou as opções políticas que os povos venezuelano, equatoriano e boliviano realizaram, pela construção de uma via para o socialismo. Assim, se o povo brasileiro prefere o capitalismo,o que se pode fazer? Mesmo que se elejam presidentes que pessoalmente tenham idéias tendentes ao socialismo,eles nada podem fazer nesse caminho, já que são eleitos por coalizões onde a maioria adora uma privatização.
    Se queremos outras políticas econômicas, teremos que ser coerentes. Ter medo do socialismo,votar com esse medo,achar que o capitalismo é o melhor sistema e depois querer que não haja privatizações é incoerente. É patético.
    As privatizações estão correndo soltas no Brasil nas esferas estaduais e municipais. Só não sabe disso quem não se interessa em saber. No RJ estamos na iminência de ver a CEDAE( águas e esgotos) privatizada. Está tudo sendo conduzido para isso a passos largos.
    Capitalismo é isso aí.

    paulo

    06 de fevereiro de 2012 às 23h27

    PORQUE A PRESIDENTE DILMA NÃO COLOCOU CLAUSULAS CONTRA DEMISSÕES E REDUÇÃO DA FOLHA SALARIAL. PISOU FEIO NA BOLA, ESTA DEVOLVENDO O GOVERNO A TUCANAL EM 2014. ACREDITO QUE SE FOSSE O LULA ISSO NÃO TERIA ACONTECIDO.

marcosomag

06 de fevereiro de 2012 às 21h04

Não houve privatização pois os prédios e tudo o que há continua do Estado. Mas, considero um grave erro a concessão de aeroportos rentáveis. Se a Infraero cobrasse preços realistas das taxas de embarque poderia bancar toda a modernização dos aeroportos com o "pé nas costas". Pessoal qualificado e experiência no setor não faltam à estatal. Com a concessão, podem esperar taxas de embarque extorsivas, serviços de péssima qualidade e os conselheiros da ANAC (deveria ter sido extinta, assim como todas as agências "reguladoras" criadas no período FHC) fazendo cara de paisagem.

Responder

    leandro

    06 de fevereiro de 2012 às 22h04

    Mas…as telecomunicações também continuam do governo, foi só "concessão".

    ZePovinho

    06 de fevereiro de 2012 às 22h08

    Será exatamente assim,Marcos.A distribuição de lucros e dividendos aos acionistas ficará acima do interesse público.

Henrique Neves

06 de fevereiro de 2012 às 20h54

Bem-vindo PT ao maravilhoso mundo das Privatizações!!! Pena ter demorado 9 anos!!!

Responder

alex

06 de fevereiro de 2012 às 20h38

Caros navegantes aqui do Viomundo.
Confesso que sou um "zero as esquerda" neste tema …
mas gostaria que alguém daqui, que souber, nos informe:
como funciona este negócio dos aeroportos nos EUA, Inglaterra…Japão Alemanha
Lá o gerenciamento dos aeroportos e do governo ou da iniciativa privada?
abs

Responder

    Fábio P. R.

    06 de fevereiro de 2012 às 22h38

    Lá no próprio texto diz que a maioria é controlada pelo governo.

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h49

    Governo, governo e mais GOVERNO.

    Matheus

    08 de fevereiro de 2012 às 12h22

    A maioria dos aeroportos são estatais estatais, até mesmo nos Estados Unidos. Na Alemanha, então, aposto que são 100% estatais.

Fernando

06 de fevereiro de 2012 às 20h23

Pensei que Dilma seria melhor que Lula, mas até agora ela foi bem pior.

Lula 2014

Responder

    carneirouece

    06 de fevereiro de 2012 às 22h25

    Eu também estava botando a maior fé nela.

    Mas, até o momento, ela cedeu a TODOS os clamores do PIG. Trocar ministros, privatizar aeroportos que dão lucro, plano nacional da banda larga que nao serviu de nada.

    E pensar que fiquei um mês na rua, colando adesivos, distribuindo material, ganhando votos.

    Ela deveria ao menos respeitar seus eleitores.

    Dilma está me saindo um ótimo FHC Boy.

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h48

    É o terceiro mandato de FHC em curso.

Mateus

06 de fevereiro de 2012 às 20h20

Isso ainda vai da merda. Podem anotar ai.

Responder

Fábio

06 de fevereiro de 2012 às 20h12

A inocência e boa fé de algumas pessoas é comovente.
O PT em nada difere dos demais partidos, ou melhor dizendo, difere sim: os demais assumem o que falam e fazem; já o PT e seus aliados têm um discurso hipócrita, mentiroso, falso, pseudo moralista. Posam de íntegros, esquerdistas, falam em preocupações sociais (demagogos).
Eu também fui enganado durante algum tempo.
Não vejo alternativa nas próximas eleições: são todos iguais.

Responder

    luiz pinheiro

    06 de fevereiro de 2012 às 21h04

    Não creio que o PT seja igual, porque com ele o Brasil mudou. Para o povo brasileiro, o Brasil de hoje é muito melhor que o Brasil de antes do governo PT.

    Volmar

    06 de fevereiro de 2012 às 22h41

    Pára com isso sr. Luiz! Que mania é esta de falar em povo brasileiro melhorou. Nós aposentado do INSS fomos jogados na lata do lixo por este governo isensivel. Meteram a mão no nosso minguado salário para dar para banqueiros. Concessão ou privatização é um jogo de palavras para enganar bobalhões… tanto uma como a outra está enchedo de dinheiro o bolso da iniciativa privada, que poderia ser do povo brasileiro. E as demissões? O Altamiro Borges tem toda a razão. Pt e os demais farinha do mesmo saco, sempre arrumam desculpas fajutas conforme a ocasião.

    beattrice

    06 de fevereiro de 2012 às 23h51

    Realmente não é igual, caminha a passos rápidos para ser PIOR,
    o PSDB nunca se comprometeu a não privatizar, o PT assumiu esse compromisso,
    inúmeras vezes, em infinitas eleições
    e deu nisso.

    Benjamin Malucelli

    06 de fevereiro de 2012 às 22h02

    Tirar 30 milhões da miséria e transformá-los em GENTE não é importante para você, não? Certamente, não são pessoas que pensam como você que estão preocupadas com justiça social. Parece que essa palavra "justiça social" ofende, agride, incomoda!

    Flausino Rubiloca

    06 de fevereiro de 2012 às 23h50

    "Tirar 30 milhões da miséria e transformá-los em GENTE", E CONSUMIDORES.Nunca em cidadãos.

    HMS TIRELESS

    08 de fevereiro de 2012 às 15h39

    Tirou 30 milhões de pessoas da miséria como? às custas de assistencialismo barato! sem preparar o país para crescer de forma sustentável! O "crescimento econômico" brasileiro, fundado na exportação de commodities e na especulação financeira, tem bases tão sólidas como gelatina

    descon

    06 de fevereiro de 2012 às 22h41

    Discurso ou revolver, ótimos aparelhos de repressão popular!!! Conscientização a única arma que

Benjamin Malucelli

06 de fevereiro de 2012 às 20h09

Até onde posso entender, existe uma significativa diferença entre "concessão" e "privatização" para que a presidenta Dilma seja tão duramente criticada pelo jornalista Altamiro Borges. Ninguém vendeu o patrimônio público como ocorreu no governo tucano. Acho que um pouco de coerência seria ótimo para os chamados "formadores de opinião". Dilma não traiu ninguém. Dizer que a presidenta nos traiu é de um non-sense que não dá para levar em consideração.

Responder

    leandro

    06 de fevereiro de 2012 às 20h21

    humhum….e se fosse a oposição fazendo "concessão" como as tão criticadas estradas de São Paulo (que apesar do alto preço dos pedágios são as melhores do país, as públicas cobram "pedágio" via IPVA, etc..e são umas porcarias)? Você iria defender esta "concessão"? Ou o discurso se adapta para defender tudo que o governo faz?

    Sergio

    06 de fevereiro de 2012 às 20h41

    Mas o IPVA nao continua sendo cobrado em SP ??? E IPVA é imposto estadual…
    Então em SP se paga duas vezes pela mesma coisa. Estranho isso..
    Pagam pedagio e IPVA para utilizar a mesma estrada estadual.
    E o valor altissimo dos pedagios é justo ?

    leandro

    06 de fevereiro de 2012 às 21h56

    A br-101 foi privatizada no trecho entre a ponte rio-niterói e o espirito santo, um grupo espanhol arrematou e botou o pedágio em 2,50 e antes mesmo de fazer alguma melhoria já foi para 2,90. Agora esta sendo privatizada em todo o espirito santo até a bahia. O ipva continua sendo pago mas a estrada continua horrivel, prefiro as "concessões" paulistas, pelo menos temos ESTRADAS para andar.

    Edfg.

    06 de fevereiro de 2012 às 22h06

    Você não paga IPVA para utilizar estradas. Isso era o tributo que existia antes de Constituição de 1988, a Taxa Rodoviária Única, a TRU, portanto essa tese só caberia há mais de 20 anos atrás. Impostos, por definição conceitual, não tem destinação específica, servindo para custear as despesas ordinárias do Estado (saúde, educação, servidores, etc).

    marcosomag

    06 de fevereiro de 2012 às 21h06

    Todos vímos a "eficiência" das estradas privatizadas em SP no mega engavetamento na Imigrantes, não faz muito tempo. Acorda, rapaz!

    leandro

    06 de fevereiro de 2012 às 22h00

    Engarrafamento tem no Brasil inteiro e não só em SP. A br-101 vive engarrafada no estado do Rio e uma duplicação prometida no primeiro governo do pt não foi feita até hoje. Aí algum genio do governo federal vendeu a idéia que iriam "conceder" com um pedágio bem baixo..rs…resultado, o pedágio tá sendo pago, não tem obra alguma e já subiu a tarifa. Acorda.

    Renato

    07 de fevereiro de 2012 às 07h56

    Assim como a duplicação da Régis Bittencourt na Serra do Cafezal. Atá hoje não saiu da fala

    Anton Bern

    06 de fevereiro de 2012 às 21h50

    Não, Leandro, ninguém critica a concessão, não. A crítica é para a concessão que cobra uma tarifa absurda de pedágio. Não inventa, não!

    O meu trabalho exige que eu trafegue sempre pela Ayrton Sena, Carvalho Pinto, Dutra, Tamoios, Oswaldo Cruz e Dom Pedro, então, não posso afirmar nada sobre as outras, mas, destas seis, eu te garanto, a qualidade do asfalto (não digo números de pistas) da Dutra dá de dez a zero nessas outras estaduais. E para ser bem sincero, digo que agora o Alckimin vem fazendo melhorias, e em alguns locais o asfalto está muito bom. Mas, por esses onze anos que trafego diariamente por essas estradas, eu te digo: o calçamento da Dutra foi e é o melhor. Na Dutra, quase não se vê remendos, já nas estaduais,,,

    Renato

    07 de fevereiro de 2012 às 07h57

    Obrigado pelo elogio a Dutra. Estrada administrada pela nova dutra desde 1997.

    Anton Bern

    07 de fevereiro de 2012 às 17h31

    Não há o porque me agradecer, Renato.

    Mas não sei se o seu agradecimento vem porque és parte daquele grupo concessionário ou se porque tens interesses ideológicos. Creio que se trate da segunda opção, no entanto, não posso afirmar, mas que soa irônico, soa.

    Não sou e nunca fui a favor do governo de FHC, muito menos de seus malabarismos econômicos e, por conseguinte, privatistas. Porém, não posso me esquivar de reconhecer os acertos.

    Honestidade intelectual exige que se deixe qualquer forma de proselitismo e idiossincrasia de lado.

    Joel Junior

    06 de fevereiro de 2012 às 22h01

    Leandro e outros, se informem melhor sobre os impostos (quem paga e para onde vão) para depois usar essa desculpa batida. Se as estradas de SP são as melhores é porque lá se paga duas vezes por elas, pois os mesmos impostos são cobrados em todos os estados do país, inclusive em SP, e paga-se o pedágio também… portando é lá que tem que ter as melhores estradas mesmo.
    Só para lembrar os desavisados (pra você também A. BORGES) as TELES foram CONCEDIDAS mais antes de se bater o martelo o governo do PSDB aumentou o valor da assinatura básica, que dadas as proporções eram de cerca de R$ 1,00 (isso mesmo Um Real) antes para R$ 10,00 (Dez Reais) depois… As reclamações principais são o custo das tarifas, lembram, as mais caras do mundo…
    Então por favor não confundam alhos com bugalhos…
    Um abraço….
    Joel Junior

    Felisberto

    06 de fevereiro de 2012 às 21h01

    E se não estou enganado, a INFRAERO continua com 49% de participação nos aeroportos concedidos.

    Luís

    06 de fevereiro de 2012 às 21h09

    Foi só uma "concessãozinha" que durará 30 anos (no caso de Viracopos).

    Legal, né?

    Benjamin Malucelli

    06 de fevereiro de 2012 às 21h56

    Mas não é uma privatização dura a eternidade. Não é legal?

    PedroAurelioZabaleta

    06 de fevereiro de 2012 às 21h29

    É isso aí, Benjamin.
    "Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa", ensinou Dadá Maravilha.
    Vai ver, o bravo Altamiro, sugere que todas as rodoviárias, que são concessões municipais, sejam estatizadas?
    Qual a diferença de rodoviária para aeroporto?

    Jairo_Beraldo

    06 de fevereiro de 2012 às 21h47

    A rodoviária de Goiania é uma concessão desde 1996, e funciona bem. Na verdade, passou a ser um Shopping Center que recebe onibus interestaduais. Foi coisa do ex-governador Maguito Vilela, que tirou um pepino que mais servia para cabide de empregos, para se tornar um local aprazível para quem chega e sai de Goiania por via terrestre.

    Plinio Alencar

    06 de fevereiro de 2012 às 21h33

    As teles também são concessões, e vcs berraram contra.

    Neo-tupi

    06 de fevereiro de 2012 às 22h17

    Não eram apenas concessões. Eram empresas. Venderam o controle das empresas também.
    Se tivessem vendido apenas concessões para empresas espelho não tinha problema nenhum.
    O problema foi vender as empresas do sistema Telebras.

    Davi Lemos

    06 de fevereiro de 2012 às 23h24

    Serão 30 anos de dinheiro saindo dos bolsos do consumidor (nem digo cidadão, pois isso nunca existiu no Brasil…), direto para os bolsos dos felizes empresários. Que nome se dá a isso se não privatização? Aceitemos, pessoal. Como disse o editorial do Brasil de Fato quando das eleições passadas: o governo Dilma não é o governo dos sonhos, mas o Serra seria um pesadelo.

    O que precisamos, sempre, é ter em mente que precisamos derrotar o PSDB (e seus correlatos menores) nas urnas, e derrotar o PT nas ruas.

Mineirim

06 de fevereiro de 2012 às 20h09

Pois é. Aos 60 anos, tô começando a acreditar que tanto faz PT, PMDB, PSDB ou seja lá o que for… Desde o início votei com as oposições (MDB, PT), depois com a situação (PT), mas agora acho que qualquer um vai seguir é a lógica do lucro privado, independentemente se isso é ou não estratégico/importante para a nação brasileira. Isso fica em segundo plano. Se o PSDB tivesse ganhado a eleição, por exemplo (detesto ele), não seria diferente. Por que, então, não começar a pensar na alternância no poder? Digo isso com muita tristeza, mas é o que me passa pela cabeça neste momento.

Responder

    Herminio

    06 de fevereiro de 2012 às 23h02

    Como em São Paulo e Minas Gerais.

    Porco Rosso

    06 de fevereiro de 2012 às 23h19

    Acho que um governo do PSDB conseguiria ser até pior do que o da Dilma.

    Mas talvez (talvez!) uma coisa boa acontecesse: o PT e seus fiéis, como oposição, talvez (talvez!) percebessem o quão parecidos com o PSDB eles estavam ficando e voltassem ao menos um pouco para a esquerda, defendendo as reformas que eles simplesmente esqueceram.

    Fernando

    06 de fevereiro de 2012 às 23h44

    Concordo com você mineirim ,eu também gostaria muito da alternância de poder, que tal começarmos por São Paulo e depois Minas gerais.

leandro

06 de fevereiro de 2012 às 20h02

Um passo certo do governo. Que ele cuide do que é prioritário como segurança, saúde e educação que estão muito mal e deixe a iniciativa privada cuidar do que o governo não consegue fazer bem feito. A infraero é uma calamidade. Um exemplo de como o corporativismo e o apadrinhamento acabam com qualquer eficiência.

Responder

    ZePovinho

    06 de fevereiro de 2012 às 21h14

    "Privatizar" com dinheiro do BNDES?????????????????A iniciativa privada consegue viver sem o governo???

    leandro

    06 de fevereiro de 2012 às 22h01

    E o governo consegue viver sem os impostos que a iniciativa privada recolhe???

    ZePovinho

    07 de fevereiro de 2012 às 00h32

    A iniciativa privada recebe grande massa de impostos vias isenções fiscais e outras benesses tributárias.Vamos discutir essas questão sem ideologias liberais do começo do século vinte.

    Felipe

    07 de fevereiro de 2012 às 09h20

    Consegue sim, mas imagina só Leandro, se até o que é sonegado pela iniciativa privada fosse recolhido, ou se os ricos fossem devidamente taxados, assim quem sabe, a iniciativa privada – especuladores – não teria a desculpa de dizer que estatal é elefante branco ou que a previdência é um câncer. Qual seria a nova receita de sucateamento das estatais para o megagrupos se apoderar das nossas empresas mais lucrativas cujos dividendos compõem nossos cofres? Mais dinheiro do orçamento da união pra pagar a dívida pública federal?

    Felipe

    07 de fevereiro de 2012 às 09h58

    O crescente aumento dos impostos e do déficit público

    De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), em 2011, a carga tributária aumentou em torno de 1,12% sobre o PIB, ou 10,1%, já considerando o desconto da inflação, o que equivale a quase R$ 1 trilhão. Considerando também impostos estaduais e municipais o valor sobe para R$ 1,375 trilhões.

    70% dos impostos pagos no Brasil incidem sobre o consumo e, por esse motivo, são pagos pelas massas trabalhadoras na sua quase totalidade.

    O Imposto de Renda cresceu quase 20%.

    A Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), imposto que incide sobre combustíveis, apesar de ter sido rebaixado, recolheu R$ 9 bilhões. Mas, com o objetivo de manter as taxas de lucro dos capitalistas do setor de distribuição de combustíveis, evitando o repasse do custo da gasolina que tem que ser importada devido à falta de capacidade de refino instalada no Brasil, a Petrobras manteve o preço anterior. O aumento da arrecadação da Cide, explica-se pelo aumento do consumo da gasolina devido à queda na produção de álcool combustível, o etanol. Devido à sua ineficiência, este setor parasitário, que vive de subsídios estatais e que direcionou uma parte maior da safra à produção de açúcar devido à alta dos preços, não conseguiu atender à demanda interna e acabou provocando a alta do preço do etanol combustível. O objetivo dos recursos da Cide, que seria o investimento na infraestrutura dos transporte, foi direcionado para a principal política do governo, que é atingir o superávit primário para manter o serviço dos pagamentos da dívida pública a qualquer custo, da mesma maneira que acontece com os demais impostos.

    O aumento da arrecadação de impostos aconteceu em ritmos mais de três vezes maiores que o crescimento da economia, que ficou abaixo de 3%, quando tinha sido de 7,5% em 2010, e estancou no terceiro trimestre.

    A carga tributária tem aumentado nos últimos 20 anos e deverá continuar aumentando devido às políticas pró-imperialistas do estado burguês, que acumula sucessivos déficits. O superávit primário, que significou 3,3% do PIB, foi atingido às custas de um déficit de 2,1% do PIB e ao aumento recorde da dívida pública e dos juros.

    Os investimentos produtivos foram reduzidos. Os repasses através do BNDES, que somaram R$ 45 bilhões no ano e que foram obtidos através de emissões de títulos da dívida pública, foram direcionados para obras com altíssimo teor especulativo, como, por exemplo, a construção do estádio do Corinthians, em São Paulo, que triplicou o seu orçamento original devido às pressões da FIFA, representante das multinacionais imperialistas, ou à construção da Central Hidroelétrica de Belo Monte que será financiada em 80% pelo BNDES apesar de ter sérios erros de projeto, de custo benefício, em relação a custos versus a produção de energia elétrica, e em termos de potenciais desastres ambientais e humanos.

    O déficit público de 2011 foi de R$ 107,963 bilhões, o correspondente a 2,61% do PIB, segundo o BC. Apenas no mês de dezembro, o déficit somou R$ 18,64 bilhões. A tendência continua a ser de piora na comparação com os anos anteriores. Em 2010, o resultado nominal, que leva em conta o esforço fiscal do governo após o pagamento de juros, foi de R$ 93,673 bilhões ou 2,48% do PIB.

    O governo federal foi responsável por R$ 87,518 bilhões, os governos estaduais e municipais por R$ 19,967 bilhões e as empresas estatais, excluindo a Petrobras e a Eletrobras, por R$ 478 milhões.

    @Luirocha

    06 de fevereiro de 2012 às 22h40

    Boa! Uma frase atribuida ao economista John Keneth Galbraith diz tudo: "se o Estado sair da economia, o capitalismo não dura um dia!"

    Operante Livre

    06 de fevereiro de 2012 às 23h41

    Em SP a saúde é privatizada, quase que totalmente. Cabe ressaltar que a saúde de quem trabalha nas empresas privadas de saúde (chamadas no linguajar hipócrita de 'parceiros') é precarizada com todo o abuso que o apadrinhamento de contratos de "concessão" pode proporcionar.

    Lu_Witovisk

    07 de fevereiro de 2012 às 08h53

    Fala serio… aeroporto não é "apêndice".

Ze Duarte

06 de fevereiro de 2012 às 20h01

É o que? Infraero uma das melhores empresas do mundo? Isso é piada né?

Cobra as maiores taxas do mundo e nenhum aeroporto tem estrutura que preste

Responder

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