VIOMUNDO

Diário da Resistência


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A “venda” dos crachás da UFPR para o Santander


01/02/2012 - 23h40

Servidores repudiam ‘parceria’ da UFPR com Santander que transforma crachás em cartões do banco privado

01 quarta-feira fev 2012

por Fernando César Oliveira, no Mobiliza UFPR

Os servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Paraná aprovaram esta semana uma moção de repúdio à parceria que o reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, firmou com o banco privado espanhol Santander.

A parceria prevê que os crachás funcionais de técnicos e de professores, além das carteiras estudantis dos alunos, possam vir a ser utilizados como cartões de débito do Santander.

“Exigimos o cancelamento imediato dessa operação, através da qual a UFPR pode ceder ao Santander uma carteira de mais de 40 mil potenciais clientes, o que é inadmissível”, diz trecho da moção de repúdio, aprovada por unanimidade em assembleia na última terça-feira (31).

A moção aponta ainda que a medida não foi aprovada por nenhum dos conselhos que administram a universidade.

Alguns servidores presentes à assembleia revelaram que funcionários do Santander já fizeram contato por telefone e e-mail oferecendo serviços do banco.

O portal da UFPR publicou a primeira informação acerca do negócio apenas no último dia 5 de janeiro. “Os novos cartões, desenvolvidos em parceria com o Banco Santander, terão chips que permitirão o acesso às instalações da universidade, além de poderem ser usados também como cartões de débito bancário”, diz trecho da reportagem. Ainda conforme o mesmo texto, os novos crachás seriam entregues no próximo mês de março.

Único concorrente

O blog MobilizaUFPR.org obteve cópias de publicações sobre o caso feitas pela Pró-Reitoria de Administração (PRA) da UFPR ao longo de 2011 no “Diário Oficial” da União.

Em 25 de abril de 2011, um aviso de chamamento público previa a “contratação de empresa para confecção e doação de cartões de identificação para uso interno da comunidade universitária (crachás), com chip de memória que possibilite monitoramento de informações, incluindo sistema de gerenciamento dos cartões e equipamentos (catracas)”.

Menos de dois meses depois, em 14 de junho, outra publicação da UFPR no “Diário Oficial” revela que o banco Santander foi o único participante da licitação, e discrimina as quantidades de cartões a serem produzidos: 2,2 mil para os docentes ativos; 3,5 mil para técnicos administrativos; 32, 5 mil para alunos discentes, 2 mil para funcionários contratados, 1,5 mil para visitantes; e outros 1,7 mil para funcionários e visitantes. Somados, esses itens totalizam 43,4 mil cartões.

A partir do segundo ano, estão previstos outros mil novos cartões para servidores, 6 mil para alunos ingressantes e 1,2 mil para funcionários novos e visitantes.

Além dos cartões, o Santander doaria 20 mil cordões para utilização no pescoço e 20 catracas.

A seguir, a íntegra da moção aprovada pelos servidores da UFPR:

Moção de repúdio – Santander aqui não!

Os servidores técnico-administrativos da UFPR, reunidos em assembleia, repudiam a parceria entre a universidade e o banco Santander. Esta parceria será para a confecção de crachás funcionais e estudantis que “podem ser usados como cartões de débito” da instituição privada espanhola.

Tal convênio foi feito sem nenhum debate nas instâncias da UFPR, nem mesmo em seus conselhos superiores, o que coloca diversas suspeitas sobre o porquê desta situação.

Exigimos o cancelamento imediato dessa operação, através da qual a UFPR pode ceder ao Santander uma carteira de mais de 40.000 potenciais clientes, o que é inadmissível.

Leia também:

Santander tem só 15% dos ativos, mas 30% do lucro no Brasil





71 comentários

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Fernando César Oliveira

19 de fevereiro de 2012 às 12h52

Acuado e com reeleição ameaçada, reitor cancela negociata entre UFPR e Santander

18 sábado fev 2012

Do Blog MobilizaUFPR.org http://mobilizaufpr.org/2012/02/18/pressionado-e-

Dois dias depois de o Ministério Público Federal (MPF) ter sido acionado para investigar a ‘parceria’ entre a UFPR e o Santander, o reitor Zaki Akel Sobrinho divulgou, através de nota publicada na noite desta sexta (17/2) no portal da universidade, a revogação do processo.

O texto publicado no portal da UFPR contém parágrafos contraditórios entre si. Um deles afirma o seguinte: “De acordo com as pró-reitorias de Planejamento e de Administração, a legislação não permite [sic] que as instituições públicas tenham conta em instituições bancárias privadas, mesmo que seja uma conta de transferência de dados”.

Já o parágrafo posterior alega que a UFPR teria seguido “todas as normas” da Lei de Licitações, e que, “apesar de cancelado”, o processo “foi considerado dentro da legalidade e transparente”.

Ora, se o processo fosse ‘transparente,’ ao menos esse novo ‘parecer’ das duas pró-reitorias seria publicado na íntegra. Será mesmo que só descobriram agora –mais de um ano e meio depois de terem iniciado o processo– que estavam fazendo algo que ‘a lei não permite’?

Aos fatos. O reitor Zaki Akel Sobrinho estava acuado. Em 31 de janeiro, por unanimidade, os servidores técnico-administrativos da UFPR haviam aprovado uma moção de repúdio na qual defendiam o cancelamento imediato do contrato.

Ao longo das semanas seguintes, o blog MobilizaUFPR.org tornou públicos os dois principais documentos do processo –o edital e o contrato assinado entre a universidade e o banco.

Com algum atraso, na manhã de ontem (17) a Apufpr também se posicionou contra a medida. “A administração da UFPR flerta com o ilegal ao agarrar-se ao privado antidemocraticamente e afronta os princípios da universidade pública, democrática e socialmente referenciada, tão cara ao coletivo dos docentes da UFPR”, diz trecho inicial de nota publicada no site da associação.

Curioso notar que até mesmo o DCE, que inicialmente havia aprovado o negócio com o Santander, mudou de posição e passou a criticá-lo.

Ainda conforme o portal da UFPR, a decisão pelo cancelamento da parceria teria sido tomada na segunda-feira (13). Ou seja, a ‘reavaliação’ do processo pelo DCE ocorreu depois de o processo já ter sido revogado. É algo mesmo curioso, pra dizer o mínimo.

Os bastidores que cercam todo esse episódio ainda estão por ser revelados. O blog MobilizaUFPR apurou que, na última semana, Zaki Akel Sobrinho recebeu emissários do banco espanhol em seu gabinete, a portas fechadas.

A agenda do reitor, aliás, não é mais divulgada nem mesmo para os trabalhadores da Asssessoria de Comunicação Social (ACS) desde meados de novembro de 2011, quando vazou para a comunidade universitária a informação de que Zaki havia tido um encontro particular com Antônio Néris, candidato derrotado à presidência do Sinditest-PR.

O mandato de Zaki termina no próximo mês de dezembro. As eleições para a Reitoria da UFPR devem acontecer em junho ou em agosto.

Desgastado pelas críticas e com o seu desejo de reeleição seriamente ameaçado, o reitor optou por um recuo estratégico.

Não há como negar que esse recuo é uma vitória da mobilização das centenas de técnicos, professores e alunos que, mesmo nas férias, se manifestaram contra a parceria entre a UFPR e o Santader nas redes sociais, em espaços como o Facebook e o Twitter.

Nós, do blog MobilizaUFPR, vamos cobrar do MPF que, independentemente do cancelamento do negócio, o órgão emita o seu parecer a respeito da possível transação, a fim de sepultar qualquer nova tentativa similar no futuro.

Postagens anteriores:

Edital e contrato preveem ‘uso interno’ da identificação da UFPR; cartão bancário não é mencionado http://mobilizaufpr.org/2012/02/17/edital-e-contr

Servidores da UFPR denunciam o caso Santander ao MPF http://mobilizaufpr.org/2012/02/16/servidores-da-

Contrato permite ao Santander vender produtos dentro da UFPR; crachás e carteiras estudantis terão logomarca do banco http://mobilizaufpr.org/2012/02/10/contrato-permi

Sem consultar os alunos, DCE diz apoiar negociata dos crachás entre UFPR e Santander http://mobilizaufpr.org/2012/02/03/sem-consultar-

Servidores repudiam ‘parceria’ da UFPR com Santander que transforma crachás em cartões do banco privado http://mobilizaufpr.org/2012/02/01/servidores-rep
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eunice

09 de fevereiro de 2012 às 16h26

É uma vergonha! E você vai à Europa e vê até placa na cerca das plantações "compre o produto nacional"

Mas esse tipo de coisa não é vista pelo tipo de jornalista que vai à Europa, e nem pelos membros do governo.

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Dilma rasga o discurso de campanha | ParanáBlogs

07 de fevereiro de 2012 às 09h50

[…] A “venda” dos crachás da UFPR para o Santander […]

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Sr.Indignado

06 de fevereiro de 2012 às 22h00

O Santander quer aproveitar os Professores e TAEs falidos para "dar" alguns empréstimos, afinal os servidores públicos federais da educação estão desde 2008 sem reajuste. Salários corroídos e ainda vem o Santander.
O atendimento do Santander é ótimo, facilitam tudo, melhor que o BB, onde, todo mundo sabe, você é tratado como lixo.
Mas empurrar goela abaixo… acho que o reitor da UFPR tem explicações para dar à comunidade universitária, afinal a UFPR NÃO é dele.

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H. Back™

05 de fevereiro de 2012 às 20h18

Esse é o primeiro passo prá privatização do ensino superior; (o que ainda resta). Quem não tiver uma conta no banco da universidade, não poderá pagar a mensalidade do curso que estiver fazendo! Isso é como um "termômetro" prá medir quem tem condições financeiras para arcar com os custos universitários!

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Jose Ruggiero

05 de fevereiro de 2012 às 20h03

Uauu!!! Os últimos comentários me fizeram lembrar do FEBEAPA o famoso festival de besteiras que assola o pais, famoso na época da ditadura militar.

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leonel

04 de fevereiro de 2012 às 15h41

procurem saber a verdadeira história da doação , pelo governo do psdb, do BANESPA (banco do povo paulista) ao santander (banco do povo espanhol). Entidades ligadas aos funcionários do saudoso Banespa, tem a história.

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H. Back™

04 de fevereiro de 2012 às 02h34

Isso é totalmente inadmissível em um país que se diz democrático! Você é obrigado a fazer uma coisa que não quer. Acontece muito disso em bancos.

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Viscount

04 de fevereiro de 2012 às 02h08

E o mais grave de tudo isso é a cooptação forçada dos servidores; ou eles entram no "negócio", ou ficam sem receber, isso é chamado de venda casada.

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H. Back™

03 de fevereiro de 2012 às 18h50

O neoliberalismo provou que não deu certo até na terra do capitalismo. O governo americano, depois da última crise americana, sua dívida pública saltou para, pasmem, 14 trilhões de dólares! Mas o povo americano pode ficar sossegado, pois essa divida será distribuída entre todos os países. Entendo isso como uma nova "crise de 29", onde cada país capitalista do mundo pagou uma parcela da dívida.

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Prof

03 de fevereiro de 2012 às 13h13

É o mesmo que vender o nome da UFPR para o Santander. É ridículo. Só seria válido se fosse uma doação mesmo, sem incluir nenhuma propaganda do Santander nem repassar as listas de servidores e alunos da instituição para o banco. Se não for isso, então é negociação tendo *as pessoas da comunidade como mercadoria*, sem a aprovação delas. Inadmissível. Eu não usaria o crachá.

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    Francisco

    03 de fevereiro de 2012 às 20h47

    Acho que uma propaganda, não do banco santander mas do santander universidade poderia ter, mas jamais eles poderiam ter acesso aos dados da Universidade, isso nunca!

    Sabem como funciona o processo? Bem, simples, vou explicar: O santander banca os cartões e a impressão deles, uma outra empresa – nacional e que nada tem a ver com o banco a não ser ser paga pelo mesmo, recebe os dados da universidade e passa pro cartão, imprime e entrega. Cabe a universidade deter a tecnologia para não ficar não mão das empresas e cabe a universidade preservar a privacidade das pessoas da instituição. O banco só entra dando a grana pra empresa imprimir/gravar os dados, mais nada.

    A realidade: muitas universidades não possuem equipes de TI (tecnologia da informação) qualificadas, é muito caro ter um bom profissional de TI, impossível competir com o mercado. Nesses casos a única forma de se fazer algo é terceirizar, infelizmente. Quem trabalha em setor público de baixo clero sabe o que é lidar com servidor público, tem que ter estômago!!!! Muitas vezes as empresas se aproveitam desta fragilidade e abusam mesmo.

    De um lado muitos gestores não vêem valor em investir em TI. De outro lado não há planos diferenciados que se possa competir com os salários do mercado. Na universidade a coisa ainda é muito pior. O gestor precisa lidar com o patrulhamento ideológico (que só faz sentido na academia!!!!), com o corporativismo (verdadeiro câncer) e no final é melhor não comprar essa briga e empurrar coma barriga.

    Sem investimento interno você abre caminho para os espertinhos. Veja, quem é contra tudo e contra todos nas universidades alimenta o caos porque ele vive do caos, quanto pior, melhor. Ainda bem que é minoria, motivo de piada nos corredores e é uma pena, pois tem gente boa que se perde no vício da parálise.

Gerson Carneiro

03 de fevereiro de 2012 às 11h22

São Paulo investe em arma de destruição em massa: Geraldo Alckmin promove associação da Veja com a TV Cultura.

Lembram da arruaça que os tucanos fizeram quando o Nassif foi para a TV Basil? Cinismo tucano não tem limite.

"Exclusivo: Veja e TV Cultura acertam parceria para exibição de jornalístico"
http://portal.comunique-se.com.br/index.php?optio

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Gerson Carneiro

03 de fevereiro de 2012 às 07h59

São Paulo investe em arma de destruição em massa: Geraldo Alckmin promove associação da Veja com a TV Cultura.

"São Paulo investe em arma de destruição em massa: Geraldo Alckmin promove associação da Veja com a TV Cultura."
http://portal.comunique-se.com.br/index.php?optio

Responder

LUCIO FLAVIO

02 de fevereiro de 2012 às 22h57

Caro Azenha.
Glosaram meu comentário? Por quê? Continuo sugerindo aos amiguinhos desavisados que defendem o "caridoso" santander, que leiam a revista DOSSIÊ 08 do Le Monde Diplomatic – Brasil ed. nov/dez/2011 "Crise Bancária" O ROUBO DO SÉCULO, então saberão quem realmente defendem. Ou então muden-se para a espanha.
LUCIO FLAVIO
Santa Maria – RS

Responder

LUCIO FLAVIO

02 de fevereiro de 2012 às 22h20

Caro Azenha.
Aos amiguinhos desavisados que estão a defender o "ïnocente" santander, sugiro a leitura da revista DOSSIÊ 08, do Le Monde Diplomatique Brasil, ano 1 – novembro/dezembro 2011, CRISE BANCÁRIA, O ROUBO DO SÉCULO. Se, depois da leitura, continuarem defendendo, sugiro livrarem-se do complexo de vira-latas e mudarem-se para a espanha, país de primeiro mundo, um dos berços da nossa civilização. Lá todo mundo é rico, não tem desemprego, ninguém sofre como sofremos nós os brasileiros. Por que non se callan.
LUCIO FLAVIO
Santa Maria – RS

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Marcelo

02 de fevereiro de 2012 às 21h02

Pessoal, falando sério, vocês estão julgando e condenando pessoas sem saberem exatamente o que aconteceu. Vão ao ministério público, formalizem uma denúncia se tiverem provas. Acho muita irresponsabilidade acusar de corrupção e roubo publicamente estas pessoas sem o devido julgamento e direito de defesa.

Eu sei que isso é pratica comum em jornais de sindicato e panfletos partidários, mas vocês estão fazendo um linchamento público e uma série de afirmações gravíssimas e deveriam saber as consequências legais destas palavras.

Não conheço essas universidades, nunca sequer fui a estas cidades, mas fico assustado com o nível de leviandade escrita pelos senhores. Temos sim o direito a liberdade de opinião, mas linchamento moral acaba com qualquer tipo de valor na argumentação, vamos refletir minha gente.

Responder

    Antonio

    02 de fevereiro de 2012 às 23h18

    Evidências, permitem muitas suposições inclusive saber ou imaginar quanto o reitor levou!

    simas

    03 de fevereiro de 2012 às 02h14

    Ademais, Antonio, esse banco santander está, sempre, metido em negócios, diferentes. Aqui, onde moro, tbm, o funcionalismo tem de ter conta nesse banco, espanhol… Parece q aconteceu uma operação tapa-buraco, de fim de administração, qdo o mandatário trocou de banco, privado, os negócios do Estado… Negócios bancários, claro. Então, o número de agências desse espanhol, aê, mutiplicou… risos E o mandatário se aposentou da vida, pública…. risos

Denilson

02 de fevereiro de 2012 às 18h38

WOW! A UERJ fez o mesmo aqui de 2011 para 2012… Fizeram um Restaurante Uniuversitario, e a "nova carteirinha" era made em Santader, de funcionarios a alunos, quem quisesse usar o RU teria que tirar esta carteirinha… Uma gentil doação sem interesses secundarios…

Responder

Marcio

02 de fevereiro de 2012 às 18h17

Verifiquem os cartões dos funcionários das universidades estaduais do Paraná. Coincidência?

Responder

    Antonio

    02 de fevereiro de 2012 às 23h27

    O que tem a ver a Dilma com um cambalacho entre o Santander e um reitor que vendeu a dignidade do cargo por uns trocados recebidos do banco?

Laura

02 de fevereiro de 2012 às 17h10

É simplesmente ridículo.eo santander tem taxs de juros caríssimas.
O serra vendeu as contas dos servidores da prefeitura para o Itaú. parece que agora o santander achou o filão ds universidades públicas.
As pessoas são cada vez mais vistas como objetos.

Responder

José do Ceará

02 de fevereiro de 2012 às 16h34

Quem sai ganhando com isso aí ?Além do Banco, é lógico…

Responder

    Antonio

    02 de fevereiro de 2012 às 23h29

    e o reitor seguramente…

Angelo

02 de fevereiro de 2012 às 16h19

Isso não é nada, o banco santander administra a folha de pagamento da USP e de outras universidades federais se enriquecendo com dinheiro público. Deveria ter uma lei que indique a universidade pública tem que ter folha de pagamento em banco público.
Assim o dinheiro fica no Brasil.
O maior cliente do mundo do santander é a USP. o que me diz?

Responder

    Antonio Nunes

    02 de fevereiro de 2012 às 17h28

    só pra lembrar aos "esquecidos" q o SANTANDER comprou o BANESPA q era o "dono" da folha dos funcionários estaduais…

    parte da negociação na venda do BANESPA garantia ao comprador a manutenção destes serviços!

    vamos parar de inventar escândalos, né!?

    Fábio

    02 de fevereiro de 2012 às 20h41

    Informe-se antes de emitir opiniões..
    Os servidores públicos estaduais passaram a receber seus salários através do Banco Nossa Caixa S/A. vendido pelo Cerra ao Banco do Brasil S/A.

    Zé Francisco

    02 de fevereiro de 2012 às 21h55

    A bem da verdade, o Santander é da extrema direita espanhola ligada à Opus Dei, cujos seguidores no Brasil são, entre outros, Grandino Rodas e Alckimim! Pronto, falei.

    Antonio

    02 de fevereiro de 2012 às 23h16

    Escândalo foi a venda do BANESPA que foi permitida pelo Mário Honesto Covas!
    Isto sim foi um escândalo passando um banco estadual com R$ 6 bilhões e ações da CESP nos cofres para um banquinho dirigido por um franquista membro da OPUS DEI.
    Por pouco a Nossa Caixa não cai nas mãos do ITAÚ, graças ao Serra. O Lula conseguiu evitar mais este crime.
    O Santander está sendo investigado na Inglaterra por remessas ilegais para socorrer a matriz espanhola que está praticamente quebrada.
    O que o reitor da UFRP fez precisa ser muito bem explicado e demonstrado, inclusive com quebra do sigilo bancário dele porque ele não fez isto de graça. A universidade não ganhou nada então, quem ganhou?

    Clovis

    02 de fevereiro de 2012 às 20h34

    Faz tempo que o Santander não tem mais a folha de pagamento da USP viu!

    H. Back™

    04 de fevereiro de 2012 às 23h49

    "…folha de pagamento em banco público." Sr. Angelo onde o senhor estava nestes últimos 20 anos? Estava incomunicável em alguma caverna? O senhor não sabe que inexiste banco público no Brasil? O senhor não ficou sabendo que o neoliberalismo (FHC) privatizou todos os bancos públicos? Só restou os bancos de fomento como por exemplo o BNDES?

    eunice

    09 de fevereiro de 2012 às 16h12

    Propina em . Paulo não é crime!

José Ivan Aquino

02 de fevereiro de 2012 às 15h52

É um péssimo exemplo do escudo da autonomia universitária. Mesma trincheira usada para não abolirem os seus vestibulares isolados em favor do esquema ENEM-SISU. Haverá alguém que receberá benefícios pelas iniciativas adotadas? É possível. No caso dos vestibulares ainda existentes nas IES públicas – em vez do uso do ENEM e sua combinação com o SISU – fica claro que alguns poucos vão continuar faturando benefícios financeiros, trabalhistas, sexuais…
Autonomia demanda responsabilidade e recomenda planejamento estratégico para um projeto de Nação.
José Ivan Mayer de Aquino
Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida

Responder

Fernando

02 de fevereiro de 2012 às 15h51

Putz, apertei 13 na urna eletrônica mas acabei votando no 45.

Responder

Paulo Adolfo

02 de fevereiro de 2012 às 15h31

Já havíamos feito bem antes a denúncia dessa parceria um tanto questionável em duas postagens de nosso Blog NaLuta (blog sindical da UFPR), em janeiro deste ano. Na última, referimos informações preocupantes veiculadas no programa de domingo da TV Record acerca do processo que investiga o Santander no Tribunal de Cuentas da Espanha. A íntegra desta postagem está em http://avancarnaluta2007.blogspot.com/2012/01/mis

Responder

Polengo

02 de fevereiro de 2012 às 14h45

Esse santander é bosssssal.

Responder

Marcelo

02 de fevereiro de 2012 às 14h01

Outra coisa engraçada é o desconhecimento absoluto das críticas. O foco deveria estar na privacidade dos dados institucionais mas ele sempre vai pro lado político! Dilma, Reitor X, ministro da educação… É muita ignorância! Isto é um ato administrativo, nem a Dilma, nem o ministro, nem o papa vai se importar com algo técnico-burocrático.
Cada cartão desses custa uns 10 dólares, isso, é caro pra cacete, multiplica por 20, 40 mil! Absurdo é a universidade bancar isso por medo e pressões ideológicas. Agora, se um banco quiser APENAS ter um logotipo(minúsculo) no verso e bancar essa conta, putz, não percebem a vantagem pros cofres públicos? Pro banco é maravilhoso pq fazem publicidade não invasiva.
Mais uma vez, bota o Lattes dos críticos na mesa e vamos ver o que eles produzem para a sociedade, qual o retorno que eles dão: NADA!

Responder

    Bonifa

    02 de fevereiro de 2012 às 18h50

    O problema é o precedente institucionalizado. Se você começa a abrir precedentes que "apenas arranham" o sagrado direito de privacidade e abre brechas na obrigação burocrática pública pensando em fazer excelentes negócios, o que não é tarefa administrativa de uma universidade pública, em muito breve estaremos no caos da privataria descontrolada, com toda a corrupção que ela acarreta.

    Antonio

    02 de fevereiro de 2012 às 23h26

    10 dólares……………..você não tem a menor idéia do que fala!
    Estes cartões custam centavos de dólar e olhe lá.

    M. S. Romares

    03 de fevereiro de 2012 às 13h46

    Vamos sim botar o Lattes na mesa se é o que voce quer. Vamos comparar currícula, embora ache isso de uma ignorância sem tamanho, mas se é pra te alegrar, vamos sim. Vamos ver quantos artigos cientificos voce publicou em revistas INDEXADAS e qual seu fator de impacto. Vamos ver em quantas conferencias internacionais de âmbito mundial voce esteve presente e comunicou algum resultado minimamente interessante. Vamos ver quantas orientações constam em seu curriculum.
    Sabe o que eu acho disso? Voce quer dar um carteiraço, tipo "sabe com está falando"? Eu não sei, e estou me lixando pra isso.

    CC.Brega.mim

    06 de fevereiro de 2012 às 14h18

    "não invasiva"?
    roubam seus dados e vendem pra multinacional
    obrigam você a usar a logomarca como ferramenta de trabalho
    ligam pra você antes mesmo de te dar a porcaria do cartão..

    e você acha isso "não invasivo" ..?!?

Marcelo

02 de fevereiro de 2012 às 13h48

Eu não sei como foi o acordo nestas universidades, mas se o banco bancar a impressão dos cartões (que é cara demais!!!) e em troca ganhar apenas o espaço mínimo para o seu logotipo no verso, acho que é lucro pra instituição pública.

Enorme besteira esse policiamento, quem conhece as universidades por dentro sabe, que na verdade, quem tem medo e defende o discurso purista da 'venda da universidade' quer, na realidade, escapar de qualquer tipo de controle. Se é que vai haver controle.

Mais uma vez, o que os críticos devem verificar nestes casos é que dados do banco de dados institucional o santander terá acesso, quem é o dono da tecnologia e se a universidade pagou algo pelo cartão. Só isso que é relevante.

Em geral, pelo que eu sei, o santander universidades NÃO tem acesso aos dados das pessoas. Esse é o procedimento correto que a universidade deve ter. Nesse tipo de processo, a empresa que imprime (que não é o santander) o cartão recebe APENAS os dados que aparecerão no cartão (sem cpf, email ou qualquer coisa restrita). Caberia a universidade dominar a tecnologia e APENAS elas ter estes dados. Esta é a única consideração relevante nesta discussão toda, o resto é disputa política interna nas universidades.

Dá para perceber que nos posts tudo sempre é muito pessoal com a figura do reitos X ou Y. Besteira também. Quem conhece a universidade sabe que há conselhos e que o reitor manda muito pouco nas decisões.

Vale lembrar que aquele assassinato que houve na USP foi justamente – e ironicamente – na área onde não aceitaram o cartão como forma de identificação. Tudo por motivos ideológicos que estamos carecas de ver.

Responder

jnascimento

02 de fevereiro de 2012 às 13h32

Não poderia ser o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica?
Não vejo nada errado nestes convênios.
Sou aluno da UFPR e não tenho interesse em abrir conta em qualquer outro banco.
que venham os cráchas,as catracas e os cordões, se houver má fé ou favorecimento
existe um meio correto de esclarecer os fatos.Leva-se à justiça.
Não há nada mais relevante para nos preocuparmos?

Responder

    Marcelo

    02 de fevereiro de 2012 às 21h28

    Nascimento, na verdade estes protestos são uma enorme cortina de fumaça dos sindicatos dos professores e funcionários. Eles boam pilha nos DCEs que são, por sua vez, inflados por partidos nanicos.

    Na verdade o que acontece é que os sindicatos estão com medo dos cartões oferecerem algum tipo de controle na instituição. Controle de ponto é o medo maior. Vejam que absurdo!!! O cidadão normal bate ponto mas o funcionário público não. Os sindicatos não se sentem nem envergonhados de defenderem a bagunça publicamente!!!!

    Então toda essa manifestação tem isso como pano de fundo, sem contar em disputas internas para eleição de reitores etc. É muita mentira, muita covardia por meia dúzia na academia que é visivelmente improdutiva, parasitária, que são os que denunciam as mesmas coisas no congresso, mas que dentro de casa deitam e rolam.

    É por este motivo que há tanta gritaria. E o pior é que esse povo é tão burro que nem se quer se dão ao trabalho de entender que a maior parte do setor público nem sequer tem sistemas eficientes para fazerem coisas básicas, muito menos poderão – mesmo se quiserem – fazer este tipo de controle.

    Luiz

    02 de fevereiro de 2012 às 22h01

    Acho que é bom se preocupar, sim. A Opus Dei=Santander tem estratégia de chegar até as univesidades, imprensa e qualquer meio que pense em cultura. Dêem uma lida e assistam o vídeo da Record. http://folha13.blogspot.com/2012/01/banco-santandhttp://www.pranselmomelo.com.br/2012/01/banco-sanhttp://www.contee.org.br/2turno06/m17.htm
    A estratégia deles é comer pelas beiradas até que ninguém se da conta que eles comandam.

silvio

02 de fevereiro de 2012 às 13h19

a mesma proposta foi feita a ufpe, mas acho que nao vingou.

Responder

valdir freire

02 de fevereiro de 2012 às 10h52

O Banco Santander é o banco dos narcotraficantes na américa latina (ver DOSSIE 8 – le monde diplomatique – crise bancária – o roubo do século).

O que o ministro da educação tem a dizer sobre isso???????

Responder

    Angela

    02 de fevereiro de 2012 às 14h16

    Estranho, se for olhar com lupa quem é contra tudo e contra todos nas universidades, por acaso, são os mesmos que alimentam os narcotraficantes, percebeu a ironia?

    Lu_Witovisk

    07 de fevereiro de 2012 às 09h46

    Nossa, quanta generalização. E se eu te disser que a maioria que reclama não é drogada?? vc acredita?? não né… já percebi pela sua argumentação rasa. Mas tenho muitos amigos pensantes que não usam nada, eu inclusive. Somos caretas, pensamos e reclamamos, e dai??

Cleverton_Silva

02 de fevereiro de 2012 às 10h50

Que "bondade" marota, hein? Dilma, conceder crédito é necessário para aquecer a economia, mas fazer um(a) cidadão(ã) aderir compulsoriamente a um banco pode???

Responder

    Antonio Nunes

    02 de fevereiro de 2012 às 11h27

    o Sr poderia transcrever a parte da materia q fala em "adesão compulsória"?

    li outra coisa:

    "Esta parceria será para a confecção de crachás funcionais e estudantis que “podem ser usados como cartões de débito” da instituição privada espanhola."

    podem…

    o q eu entendi é:

    quem quiser, usa… quem não quiser, não usa!

    não há, na materia, nenhuma informação sobre "abertura de conta corrente" compulsória… isto sim, seria errado!

    o q precisa ser analisado é qual a "contra-parte" q a Universidade levou nessa negociação!

    se não levou nada, alguem deve ter levado "tudo"!

Pedro

02 de fevereiro de 2012 às 10h26

Aqui em Londrina o antigo feitor, digo, reitor da UEL sr. Wilmar Marcial, digo, Marçal inovou já em 2009 ao fazer uma parceria com o Santander. Na ocasião todos os alunos (não sei dos servidores) foram obrigados a trocar a antiga carteira de estudante por uma nova, fornecida e estandardizada pelo Santander. A nossa não veio em forma de cartão de banco mas todos fomos enfileirados para "voluntariamente" abrir uma conta no dito banco, que recepcionava-nos com diversos simpáticos funcionários, não tão simpáticos quando me recusei a abrir uma conta. Não sei quantos novos clientes o Santander conquistou, só sei que no campus entre alunos, professores e pessoal administrativo deve haver mais de 25.000 pessoas. Para conhecer melhor o perfil do ex-reitor/feitor basta dar uma olhada no link abaixo. http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/5105

Responder

ratusnatus

02 de fevereiro de 2012 às 10h18

Me desculpe mas eu não considero inadmissível o Santander fornecer os cartões.

O que a universidade ganhou em troca? Só os cartões?
Isto é que é inadmissível.

Responder

    Antonio Nunes

    02 de fevereiro de 2012 às 11h00

    análise perfeita!

    essa "base potencial de clientes" custa um bom dinheiro q deve ser revertido pra UFPR…

    se a operação foi justa nesse sentido, não vejo mal algum…

    usa o cartão/cracha pra fazer transações bancárias quem quiser e não usa quem não quiser! normal…

    só precisa saber qual o beneficio q foi dado à Universidade!

    Cesar Constantino

    02 de fevereiro de 2012 às 13h11

    Nõa se trata de uma relação custo x benefíxcio! Uma IFES é um locus público e é simplesmente inadimissível que a sua comunidade se sujeite a uma mentalidade ptrivatista da coisa pública!
    E o mais importante de tudo: esta decisão não passou por qualquer Conselho dentro da UFPR!
    Achar esta situação toda normal é algo tão deletério quanto achar que o que houve recentemente em Pinehirinho é nomral e feito dentro da legalidade!atitude normal é algo

    Antonio Nunes

    02 de fevereiro de 2012 às 17h32

    atenção:

    o q houve em Pinheirinho foi feito dentro da lagalidade SIM!

    houve ordem judicial e seu cumprimento por autoridade competente…

    podia ter sido diferente? os governos (federa, estadual e municipal) e o judiciário poderiam ter tentado um caminho menos traumático?

    SIM

    MAS NÃO HOUVE NENHUMA ILEGALIDADE NA DESOCUPAÇÂO DO TERRENO!

    Fernando César Oliveira

    02 de fevereiro de 2012 às 11h24

    Cartões + Cordões para prender no pescoço + 20 catracas. Mas, ainda que houvesse uma contrapartida financeira do banco, o negócio também seria igualmente questionável. Uma universidade federal reúne totais condições de implantar um sistema desses por conta própria, sem potencializar os negócios de uma instituição privada como é o Santander.

    Antonio Nunes

    02 de fevereiro de 2012 às 12h59

    explica aí como uma Universidade vai dar CRÉDITO "por conta própria" ?

Marcelo

02 de fevereiro de 2012 às 10h05

Matéria boba, tendenciosa e datada. Essas parcerias são comuns no mundo todo. A impressão deste tipo de material é cara e como não é o objetivo da Universidade, não há nenhum problema de uma empresa oferecer e ganhar com a publicidade que se dará em longos anos.
Entretanto, alguns detalhes devem ser observados: Quem é o dono da tecnologia do sistema? Quais são os dados que o banco tem acesso? Estes são as únicas perguntas realmente pertinentes.
No mais, quem reclama das parcerias público-privado em geral não produz NADA na academia de ÚTIL para a sociedade. Este tipo de gente existe em todas as universidades do mundo, sempre com o mesmo discurso e retórica que só sensibiliza quem tem menos de 25 anos.

Responder

    M. S. Romares

    02 de fevereiro de 2012 às 13h24

    Pela irresponsabilidade do texto e pelo seu endosso em não reclamar, voce deve ter uns 125 anos.

    O que aprendi sobre essas parcerias é que quando o capital privado acena e se insinua para a produção científica/tecnológica é em clima de um neoliberalismo sem vergonha alguma. Um bom começo é ficar um pouco mais crítico em relação a esses acordos. Muitas vezes essa relação é pra lá de incestuosa e, invariavelmente, quem sempre perde é o Estado. Não sei bem qual seria seu entendimento sobre o papel de uma Universidade, mas deu prá perceber. As duas perguntas que voce acha que são únicas pertinentes, nem de longe merecem comentários. Elas não são pertinentes e nem as únicas. Cabem dezenas de perguntas e muito mais elaboradas e abrangentes. Umas delas bem bobocas: por que esse banco e não outro? Ou voce ingenuamente acredita na boa vontade do banqueiro? Existia uma real necessidade disso?

    Margareth

    02 de fevereiro de 2012 às 20h52

    A escolha do banco segue critérios bem simples: interesse do banco em oferecer parceria. Você acha que o BB e a CEF estão interessadas em educação superior? Lamentavelmente não. Quantos programas de bolsas eles oferecem?

    Infelizmente os nossos bancos supostamente públicos (tem acionistas, ok?) não compram esta briga, desafio qualquer um provar que algum banco 'público' queira bancar esse custo.

    E é óbvio que uma universidade pública iria dar preferência a um banco 'público', até pra não sofrer esse tipo de crítica. Babaquice isso de nacionalismo, estamos falando de parceria e toda parceria tem que ser boa para as duas partes.

    Infelizmente o argumento é sempre político e partidário, uma pena mesmo. Vejam, eu não sei como foi a negociação, não sei se houve fraude ou coisa assim, vocês estão afirmando que houve. Eu sou mais cuidadoso, como não vi com os meus olhos e não li os contratos não serei leviano em acusar um gestor de corrupção.

    É uma pena, mais uma vez, que um banco privado (alô BNDES, cadê você??) é que tenha programas deste porte. Claro que ele não está fazendo caridade e nem deveria fazer, isso cabe ao Estado. Ele quer ganhar futuros clientes, acho justo isso se ele der uma contrapartida.

    simas

    03 de fevereiro de 2012 às 02h07

    Vc deve de ser uma dessas pessoas, "ex-clarecidas", q acreditam na lisura da concorrência vivida por empresas privadas. Eu já entendo q a questão semântica prevalece; por isso, privadas…. Qto aos bancos públicos, minha cara Margareth Tacher, eles participam de programas de interesse cultural, esportivo, educacional, sim… Vc é q esquece e engrena essa de dona da verdade ( Vc é homem ou mulher, afinal?…) e coloca, em jogo, o aspecto depravado, de desqualificar o q é público. No q me diz respeito, fico pensando, por exemplo, na USIMINAS, q foi privatizada pelo valor semelhante ao de meio fusquinha, "marombado"; ao valor da época. Dona margareth, a senhora ( Senhora?…) é um espanto; tentando defender a conveniência de se negociar, tudo. Inclusive, a escolha do banquinho onde um… qq, poderá ter conta-corrente.

    Luiz Deschamps

    02 de fevereiro de 2012 às 13h38

    …"em geral"… boa forma de argumentar, boa forma!! "em geral", os banqueiros são boas pessoas! hahahahhahahah! volte à universidade o quanto antes se quiseres continuar a postar esses comments limítrofes.

    Leider_Lincoln

    02 de fevereiro de 2012 às 15h12

    Coincidentemente, a maioria dos estudantes tem menos de 25 anos… E como assim, a matéria é "boba, tendenciosa e datada"? Explique, só falar não é "útil para a academia", é necessário demonstrar seu raciocínio. E esse negócio de "parceria público-privada" é tão tucano, não é? E para falar NADA você também deve ter provas; elas impressionam, caixa alta não convencem, apenas passam a impressão de que você é um boçal….

    Antonio

    02 de fevereiro de 2012 às 23h24

    Parceria público privada pode ser considerada uma parceria CARACÚ, o privado entra com a cara e o estado, nós com o resto.
    Para sua informação, parcerias público privadas já foram banidas na Europa pela impossibilidade de controle do estado e pasme vc dois dos países em que foram abolidas são: Portugal e Espanha.
    Atente para as parcerias público privadas dos tucanos nas rodovias, pagamos o pedágio mais caro do mundo para andar em rodovias de terceira, Controlar é outra.
    Controlam o que se o problema de poluição é óxido de nitrogênio, produzido por motores a diesel.
    Pagamos a parceria para continuar com ar de péssima qualidade.
    A próxima que o brilhante barão de pindamonhagaba, o geraldo brilhantina está preparando é a entrega do metrô para a quadrilha CCR.
    A qualidade e confiabilidade está caindo dia a dia.
    Daqui há alguns meses o geraldinho brilhantina vai na TV dizer que o particular vai administrar melhor e dá a eles o sistema pronto para que arrecadem a bilheteria.

    Lu_Witovisk

    03 de fevereiro de 2012 às 09h06

    Sinto muito, cidadão, mas nessa vc se equivocou, não fosse a pesquisa básica, não existiria nada. E, se vc não leu direito, aqui vai: ali no texto está dizendo claramente que "Alguns servidores presentes à assembleia revelaram que funcionários do Santander já fizeram contato por telefone e e-mail oferecendo serviços do banco". O problema é: vc não escolheu dar seu tel e email para a empresa,o Reitor negociou inclusive seus dados pessoais. De crachá para acesso a isso tem um abismo. OU vai dizer que vc gosta de receber telefonemas de bancos com os quais nunca teve relacionamento??

@MariangelaRed

02 de fevereiro de 2012 às 09h36

é pra acabar com as paia boas mesmo!!! em casa voce recebe todos os dias ligações de bancos e finaciadoras oferecendo serviços os quais voce não pediu e não tem interesse. o procon se movimentando pra que possamos impedir o assedio! daí vem a UFPR e compartilha seu banco de dados ao sistema bancário capitalista! voce achando que ia estudar, quando na verdade está sendo inserido em pesquisas sobre consumo! pra mim é espionagem!!!

Responder

paaulo

02 de fevereiro de 2012 às 08h18

Que papelão desse reitor. Será que o banco Espanhol que está levando o lucro embora do país ofereceu vantagens ao nobre reitor? Esse reitor é brasileiro??. Parabéns pela mobilização pois éassim que o nobre reitor deveria agir. Com transparência e com a sua comunidade de servidores. Papelão seu reitor.

Responder

Santander tem só 15% dos ativos, mas 30% do lucro no Brasil | Viomundo - O que você não vê na mídia

01 de fevereiro de 2012 às 23h44

[…] A “venda” dos crachás da UFPR para o Santander […]

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