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Do que morreu dr. Marcelo, o jovem médico que trabalhava na Cracolândia?


15/04/2012 - 13h16

Marco Aurélio Mello: Bem-vindo ao inferno (Atualizada após a apresentação do documentário Dr. Marcelo – O Diário do Inferno e a reação desde ontem dos internautas nas redes sociais)

Natacha, Marcelo e o filhote Laos, hoje com 5 anos de idade

por Conceição Lemes

Neste domingo, o Domingo Espetacular, da TV Record, apresentou uma reportagem especialíssima sobre crack, como nunca você viu: Dr. Marcelo – O Diário do Inferno. Seu cenário, a região do bairro da Luz, que ficou conhecida como Cracolândia.

Esqueça os lugares-comuns das matérias já feitas sobre o tema: câmeras escondidas flagrando “doidões”, usuários tratados como vagabundos, bandidos, criminosos, rostos e vozes camuflados, para não serem identificados…

Em vez disso, dependentes químicos de crack há anos, com nome, sobrenome, à luz do dia, relatando as atrocidades a que são submetidos por policiais civis e militares e guardas metropolitanos. Também falando, com lucidez gritante, do descaso, preconceito e desumanidade com que são tratados inclusive por profissionais de saúde, incapazes de perceber a tragédia humana, social e sanitária dessas pessoas, tratadas pior do que bichos.

O fio condutor é o diário do doutor Marcelo dos Santos Clemente. Um jovem de origem humilde, pai alcoólatra e que, aos 14 anos de idade, viu sua mãe ser tirada de casa numa camisa-de-força, para ser internada num manicômio. Estudante de escola pública, aos 21, entrou na faculdade de medicina mais concorrida do Brasil – a USP. Aos 26, formou-se médico e escolheu trabalhar diretamente com usuários de crack, num dos lugares mais degradados da cidade de São, a Cracolândia.  Um verdadeiro inferno. Trabalhou aí de agosto de 2010 a abril de 2011. Morreu, subitamente, aos 27 anos. Era casado com Natacha, também estudante de medicina, e pai do Laos, um garotinho hoje com 5 anos de idade.

Uma história ímpar de um médico que fez realmente opção pelos seus pacientes. Uma denúncia grave de dois excelentes e seriíssimos jornalistas — Marco Aurélio Mello e Gustavo Costa — que precisa ser investigada. A reportagem tem 29 minutos. Depois de assistir à versão completa, com 38 minutos, conversei com Marco sobre os caminhos percorridos pela dupla para retratar fielmente todo esse inferno e o que aconteceu com o doutor Marcelo.

Viomundo – A reportagem de vocês é diferente de tudo o que já foi feito sobre crack. Como nasceu essa ideia?

Marco Aurélio Mello – Começou em novembro do ano passado. O Ministério Público da Infância e Juventude estava querendo montar uma tenda na Cracolândia, para tentar resgatar crianças e adolescentes, por meio de internação voluntária. Aí, o Gustavo foi fazer uma caminhada com um deles lá, numa sexta-feira, dez da noite, e ficou impressionado. “Um feirão a céu aberto, umas 2 mil pessoas”, ele chegou me contando. “Fumam na sua frente, ficam doidões na sua frente, nunca vi nada igual.”

Nesse dia, ele ouviu pessoas falarem de um médico chamado Marcelo que trabalhava lá. E foi atrás da história. Entrou em contato com posto de saúde da região, que informou que o médico não trabalhava mais ali, porque tinha morrido em abril de 2011. O Gustavo, com a ajuda de um enfermeiro que fazia parte da equipe de saúde, conseguiu chegar à Natacha, a mulher do Marcelo.

A Natacha foi logo dizendo: “A gente não gosta de jornalista… o Marcelo sempre foi muito resistente a jornalistas, porque chegam lá com câmeras escondidas, fazem umas imagens, criminalizam todo mundo, fica parecendo que ali é tudo um monte de bandido, criminoso. Não é só isso que tem ali dentro. Tem gente”.

O Gustavo sugeriu então que ela conhecesse melhor o nosso trabalho. Ficou tentando convencê-la a encontrá-lo para conversarem pessoalmente. Uns 15 dias depois ele conseguiu. Os dois se encontraram numa padaria próxima à casa dela: “Está bom, eu converso com vocês, só não sei se quero gravar”.

Uns dias depois Gustavo voltou a se encontrar com a Natacha na mesma padaria. Dessa vez, fui junto. Mostramos a ela que seria importante contar essa história. Dissemos que iríamos contá-la da forma menos sensacionalista possível, que seria mais documental. Dissemos que tínhamos plano de ouvir o máximo de pessoas, que queríamos apresentar um mosaico de depoimentos, que iríamos nos basear no próprio diário do Marcelo… Aí, ela cedeu o diário para gente. Um calhamaço.

Viomundo – O que o doutor Marcelo conta nesse diário?

Marco Aurélio Mello – Ele relata as atrocidades cometidas por policiais militares, civis e guardas metropolitanos na região da Luz, mais conhecida por Cracolândia. Retrata também a situação desumana dos dependentes químicos que vivem precariamente no centro da cidade mais rica da América Latina. Infelizmente, o médico não viveu a tempo de levar suas queixas ao conhecimento das autoridades em Brasília.

Viomundo – A Natacha fez algum tipo de exigência?

Marco Aurélio Mello – Ela deixou claro desde o início que não queria que ele fosse mistificado como herói, porque ele mesmo não aceitaria isso. Queria que a história dele fosse contada como era mesmo. E nós assumimos esse compromisso com ela.

Por exemplo, tem um documento de próprio punho do Marcelo para a Natacha, onde ele diz que tentou três vezes o suicídio, recorrendo a remédios. Uma delas nós não conseguimos confirmar, pois só a avó dele testemunhou e ela não está mais viva.

Por isso nós relatamos apenas duas. A primeira, quando tinha 12 anos de idade. Tomou uma caixa de remédio que a mãe dele usava para ver o que acontecia com ele. No documento que escreveu para a Natacha, faz uma linha do tempo sobre as coisas mais importantes na vida dele. E quando ele tinha 12 anos o que considerou mais importante foi ter tomado a caixa de remédio. Ele diz: “Tento o suicídio”. Dois anos depois, viu a mãe sair de casa numa camisa-de-força, para internação psiquiátrica.

A segunda tentativa de suicídio foi quando estava no primeiro ano da faculdade de Medicina. Ele combinou lítio, medicamento usado para tratamento de transtorno bipolar, com LSD – uma droga sintética muito usada pelos hippies no fim dos anos sessenta – e foi parar no pronto-socorro. O serviço médico da universidade chamou a tia dele, que é com quem morava, e depois disso passou a ser acompanhado. A tia e Natacha se revezavam para evitar que ele tentasse se suicidar, de novo.  Á noite, a tia vigiava, durante o dia, a Natacha.

Viomundo – O doutor Marcelo era usuário de crack?

Marco Aurélio Mello – A mulher garante que não. E, de tudo o que apuramos, é pouco provável que tenha sequer experimentado.

Viomundo – A Natacha é médica?

Marco Aurélio Mello – Sim. Atualmente faz Residência Médica na Universidade Federal do ABC.

Viomundo – Quando vocês começaram a tocar mesmo a matéria?

Marco Aurélio Mello – No início de janeiro. O primeiro passo foi ouvir a Natacha. Fomos para a cada dela, ficamos lá o dia todo. Gravamos o seu depoimento, filmamos tudo o que tinha por lá: livros, fotos… No dia seguinte, o Gustavo foi com a equipe para a casa da tia Ana, que foi quem o acolheu, quando Marcelo decidiu fazer medicina. Ela mora pertinho da Faculdade, atrás da MTV, onde antes funcionava a extinta TV Tupi. Na casa da tia, reviramos e copiamos tudo também: apontamentos, livros, fotos, filmes caseiros da família…

Depois que gravamos com a tia, fomos para a Cracolândia. A Prefeitura tinha invadido a área e estava começando a limpar do local. Quando entramos nas ruínas, vimos que tudo aquilo que o Marcelo dizia no diário estava ali, era real mesmo. Estava ali todo o cenário descrito no diário do Marcelo. A história estava inteirinha na nossa frente: a entrada, os cubículos, os telhados…

Aí, pedimos ao Giba (Antonio Gilberto) que gravasse tudo o que pudesse até o sol cair, porque era um material inédito e dali a pouco iria desaparecer, a Prefeitura ia dar fim a tudo, como, de fato, acabou acontecendo.  Gravamos o dia inteirinho. E já marcamos pra três dias depois para sair gravando com a família dentro das ruínas.

Fizemos uma imersão. Quando um não estava online, o outro estava, trocando e-mail, telefonando, conversando com as pessoas, levantando todo o material. Desde o início, o Gustavo, insistentemente, ficou tentando convencer os colegas da faculdade  a conversar com a gente. Três semanas depois conseguimos levar todos para um estacionamento abandonado, onde fizemos um set de filmagem e gravamos até a meia-noite os depoimentos maravilhosos deles.

Viomundo – Notei que não há ninguém da Secretaria da Saúde falando. Por quê? E o enfermeiro que ajudou a localizar a mulher do Marcelo?

Marco Aurélio Mello — Esse enfermeiro foi muito legal, muito solícito. Mas por uma razão que a gente não consegue explicar, ele não quis gravar a entrevista. A gente fez, via assessoria de imprensa, gestão na Secretaria da Saúde do município, para ouvir funcionários que atuavam no CAPs (Centro de Atenção Psicossocial), onde o Marcelo trabalhava. A Secretaria de Saúde disse que os funcionários por livre e espontânea vontade preferiram não nos dar entrevista.

Viomundo – Como vocês conseguiram com que usuários de crack dessem entrevista de cara limpa, com nome, sobrenome?

Marco Aurélio Mello — Acho que o Gustavo tem um talento nato para isso. Ele entrou em todos os lugares. Foi conversando com as pessoas, dizendo o que ele realmente queria fazer, tentando convencê-las a contar a história de alguém que foi importante para elas e ganhando a confiança. Quando você trata a pessoa como ser humano, com dignidade, a pessoa não tem por que se omitir.  É uma questão de química. Ele acabou convencendo o pessoal a falar. E assim foi.

Viomundo – O Marcelo morreu do quê?

Marco Aurélio Mello –  A gente investigou muito isso, porque achou que tinha que saber a causa da morte dele, mesmo que não fosse dar na matéria. Aí, três hipóteses foram consideradas: suicídio, homicídio e morte natural.

Desde criança, o Marcelo tinha uma atração enorme por remédios. Vira e mexe, ele fazia experiências com medicamentos, como atestam os próprios colegas de faculdade.  Ele gostava de saber qual era o efeito da droga no organismo. Mas ele gostava de fazer essa observação in loco. Ele era a própria cobaia. Na faculdade ele fez muito isso.

Agora, ele também tinha inimigos o bastante para desejarem a morte dele. É fato também que ele era uma bomba ambulante para explodir a qualquer momento, embora tivesse apenas 27 anos: estava acima do peso, comia coxinha no almoço e pizza no jantar, tinha apnéia obstrutiva do sono, não dormia mais do que quatro horas por noite, vivia à base de energéticos e cigarro, tomava remédio para dormir, remédio para hipertensão arterial, pois era hipertenso… Ele ficou nessa loucura 7 meses.

Viomundo – Quem eram os inimigos? Polícia? Traficantes?

Marco Aurélio Mello – No diário dele existem alguns relatórios que mostram situações difíceis que ele enfrentou. Por exemplo, houve um show na Sala São Paulo, que reuniu autoridades. Nesse dia à tarde, a polícia foi lá e desceu “porrada” em todo mundo. Ele produziu um relatório sobre isso. E mandou pra todo mundo, contando o que havia acontecido. Quando a Guarda Metropolitana fazia incursões para intimidar os dependentes, ele fazia relatório. Quando, por alguma razão, o trabalho dele era obstruído por força policial, ele metia um relatório.

Os policiais da área não gostavam dele de jeito nenhum. Achavam até que ele colaborava com os traficantes, ajudando a levar droga, porque entrava em todos os buracos para tratar os doentes, o que nunca ninguém fez. Os policiais desconfiavam um pouco dele.

O pessoal da saúde também tinha reservas em relação a ele, pois ele partia para cima, mesmo. Criava caso no posto de saúde, quando não tinha remédio, faltava material para sutura ele mandava buscar com os colegas na Santa Casa, no HC…  Enfim, fazia relatório, escrachava mesmo a situação. Quando viu que não tinha resposta por parte da Prefeitura, ele procurou o governo do Estado. Também não obteve resposta. Escreveu para a Presidência da República, que encaminhou a correspondência à Senad (Secretaria acional de Políticas sobre Drogas), que é ligada ao Ministério da Justiça. Ele ia ter uma audiência no dia 11 de maio de 2011, morreu um mês antes.

Viomundo — Para quem ele mandava os relatórios?

Marco Aurélio Mello – Para a Secretaria da Saúde do município, para a Subprefeitura da região da Luz…

Viomundo –  A esposa dele o que acha?

Marco Aurélio Mello – A Natacha e outras pessoas próximas não acreditam em suicídio, não. Depois que ele morreu, ela foi investigar tudo isso com os professores e chegaram à conclusão de que o Marcelo teve parada cardiorrespiratória devido a edema pulmonar. Dias antes de morrer, ele estava se queixando de dor na perna. Provavelmente era um coágulo que se desprendeu e foi para o pulmão. A Natacha encontrou-o às 6 da manhã de sábado, com a boca espumando. Segundo os professores dela, uma característica clássica de parada cardiorrespiratória por edema pulmonar.

Viomundo – E agora?

Marco Aurélio Mello – O que queremos é que as denúncias do Dr.  Marcelo sejam investigadas e seus responsáveis punidos. É o que o Marcelo gostaria que acontecesse.

Leia também:

Emiliano José: A população de São Paulo há de acordar





98 comentários

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Juiz alerta: Internação forçada de usuário de crack deve ser generalizada « Viomundo – O que você não vê na mídia

04 de janeiro de 2013 às 21h57

[…] Do que morreu dr. Marcelo, o jovem médico que trabalhava na Cracolândia? […]

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JOAO LUIZ RIBEIRO

17 de novembro de 2012 às 13h28

TRÊS BRASILEIROS ME INSPIRAM E ME DÃO PROFUNDA EMOÇÃO QUANDO TOCO OU FALO SOBRE ELES A MUITAS PESSOAS QUE ATÉ DESCONHECEM OS MESMOS.ARIANO SUASSUNA,AINDA VIVO,CAPITÃO SERGIO RIBEIRO MIRANDA CARVALHO E DR.MARCELO.NÃO VOU ESQUECER DE IRMÃ DULCE QUE É BEM CONHECIDA,MAS SUGIRO A NÓS TODOS QUE PESQUISEMOS E FAÇAMOS CONHECER ESTAS FIGURAS EXTRAORDINÁRIAS.

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Conselho Nacional de Saúde entende que SP pode perder recursos do SUS se Lei da Dupla Porta for aprovada « Viomundo – O que você não vê na mídia

15 de maio de 2012 às 02h35

[…] Maierovitch sugere que senadores considerem cassar Gurgel Paulo Teixeira: “Praticamente todo o governo de Goiás estava envolvido com quadrilha do Cachoeira” Do que morreu dr. Marcelo, o jovem médico que trabalhava na Cracolândia? […]

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Edlene de Oliveira

02 de maio de 2012 às 16h25

Boa tarde a todos!!!Só quero dizer algo.Que os famíliares do DrºMarcelo tenham a certeza de que Deus o usou para um propósito bem maior do que pensam,tenham em mente que ele faz parte da parábola do bom samaritano,enquanto muitos passam de largo e fingem não ver a miséria e desgraça dos usuários de crack,esse médico recém-formado fez diferente ele se importou,ele se entregou para cuidar deles.Mesmo que representem a escória,o lixo da sociedade os olhos de compaixão desse médico não deixou de vê-los como os seres humanos que são.Digo a todos que tem a oportunidade de ajudar o próximo que sigam o exemplo de Jesus,cuidar do pobre, do órfão,das viúvas e daqueles que não tem como se defender de nada ou de ninguém,as nossas lindas crianças.Agradeço a Deus pela vida do Drº Marcelo que fez tanta diferença em tão pouco tempo,digo isso por que moro lá,deixei tudo para morar com eles e assim servi-los com minha vida,a vida que na verdade não é minha,foi Deus quem me deu,estou simplesmente devolvendo a Ele.Sou cristâ evangélica e testemunho de Jesus por onde passo,pois na minha infância meu pai biológico morreu como qualquer um daqueles moradores de rua.Era de fato para eu ter aversão a eles,mas em lugar da tristeza e do desprezo Deus pôs muito amor em meu coração!!!Peço que considerem esses usuários de crack como pessoas,seres humanos,lembrando que o mesmo Pai que nos criou,os criou também,apenas estamos em circunstâncias favoráveis,LEMBRE-SE poderia ser qualquer um de nós.Todos os dias ao se levantar,levante suas para mãos para os céus e agradeça a Deus por não ser você no lugar deles e quando tiver a oportunidade ajude-os!!!Moro numa ocupação afim de ajudar uma comunidade com mais de 70 famílias,contendo 100 crianças aproximadamente,e,também conheço os usuários da rua,os mesmos que o Drº Marcelo ajudou por várias vezes!!!Crack pode até ser real,mas seu efeito não pode durar o suficiente,para que o plano de Deus para os filhos Dele seja invalidado!!!Todos terão sim, a seu tempo uma oportunidade.Basta acreditarmos em Deus!!!Se queiserem conversar sobre isso segue meu e-mail:[email protected]

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Laura Finocchiaro

21 de abril de 2012 às 10h53

Agradeço ao convite para assinar a Produção Musical deste documentário e parabenizo a atitude corajosa e determinada dos excelentes e seriíssimos jornalistas — Marco Aurélio Mello e Gustavo Costa que através da TV Record, conseguiram realizar tal feito!

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Documentário sobre cracolândia sonorizado por Laura tem grande repercussão; veja! ‹ Laura Finocchiaro

21 de abril de 2012 às 10h41

[…] página em uma crítica contundente e uma entrevista reveladora e emocionante com o diretor do doc, aqui. No blog de Natacha, mulher de Marcelo, é possível acompanhar o anadamento da reportagem, assim […]

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Roberto SP

21 de abril de 2012 às 00h34

Impressionante essa história.

Ao que parece o Dr. Marcelo tinha tendências suicidas desde muito jovem, vai saber o que ver a mãe em camisa de força não fez na mente dele. Diversas tentativas de suicídio desde muito nono. E mesmo essas "experiências com remédios" não passavam de outras tentativas de suicídio, mesmo a obesidade e falta de cuidado com a saúde denunciam outra forma de suicídio lento, talvez.

Nem faço ideia do que seja esse horror da cracolândia, e me revolto muito com campanhas para "liberar drogas". Essas merdas cozinham o cérebro das pessoas e neguinho ainda acha "bonito, cool, moderno" ficar defendendo que "cada um faça o que quiser com seu corpo".

Eu sou contra qualquer tipo de censura, mas me incomoda muito quando nos filmes eles mostram cenas de uso de drogas sob uma aura positiva. E a gente sabem que fazem isso porque esse pessoal do meio artístico (atores, roteiristas, diretores, etc) é em sua grande maioria usuário de droga.

E essa merda acaba com a vida de muita gente, porque nem todo mundo tem a sorte de um Keith Richards – de ficar velho consumindo droga que nem água. Muita gente se ferra e perde a vida assim, aos 27 anos, muitas vezes mais novo…

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emilio

20 de abril de 2012 às 21h05

E o excelente exemplo do Dr. Marcelo foi seguido de um monte de besteiras proferidas por espíritas, cristãozinhos e um fascista.

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Brunielle

19 de abril de 2012 às 20h57

"AS PESSOAS SÓ SÃO RECONHECIDAS DEPOIS QUE MORREM.."
Com certeza ele foi um anjo na vida dessas pessoas! Fique com Deus.

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socorro

19 de abril de 2012 às 14h54

A saude publica do nosso pais e uma vergonha é assim com os pacientes viciados e psiquiatrico eles tambem sao descriminados e as vezes regeitados pela propria familia .E pior quando estao em crise não tem mais para onde ir .vamos a luta vamos mudar isso Dr marcelo fez sua historia para que outros copiem pois o que é bom tem que ser copiado. E muito bom saber que existe pessoas assim com essa determinaçao o sr partiu mais serei sua admiradora para sempre…

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socorro

19 de abril de 2012 às 14h43

Quando assistir a reportagem fiquei emocionada pois nesse mundo não é facíl ter coragem e determinaçao essa sociedade ipocrita, que só pensa nos proprios intereses , e que os outros se danem .. PARABENS DRMARCELO fique com DEUS

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wenes marcos

18 de abril de 2012 às 15h35

querido dr. marcelo,sinto muito por não ter tido a oportunidade de ter te ajudado na luta de pessoas que precisam de ajuda.pessoas viciadas e o mundo fecha os olhos,finge que nada está acontecendo.é hora de abrir os olhos e ver que
pessoa viciadas são humanas e não animais.sinto muito por meu irmão judivanio não terconseguido sair dessa vida.o mundo precisa de milhares de pessoas como o senhor,humilde e que pensa no próximo.espero que esteja em paz e também espero que um dia eu possa ajudar essas pessoas. não adianta o pais crescer economicamente se as doenças crescem junto,
vicios é questão de saúde pública e essas pessoas não estão só viciadas também estão doentes.não adianta fugir, é hora de agir. — em e hora de abrir os olhos!

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Nana

18 de abril de 2012 às 13h04

Por favor quero saber como faço para ter contato com as pessoas envolvidas nesta reportagem, pois tenho dados muito importantes que não foram citados a respeito do Dr: Marcelo.
Pois foi uma pessoa muito importante na minha vida como fui na dele e tenhos alguns dados que acredito ser importantes todos saberem.

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O que você não vê na mídia « Ficha Corrida

18 de abril de 2012 às 09h23

[…] Aurélio teve uma vitória pessoal. Foi o responsável pela reportagem do Domingo Espetacular, sobre a vida do dr. Marcelo na Cracolândia paulista, que bombou. Aurélio viveu os últimos três meses em função do documentário, ao lado do […]

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Thais santos

18 de abril de 2012 às 09h04

O Marcelo concerteza é um grande exemplo de ser humano,apesar de ter tido uma vida difícil usou todo este sofrimento para tornar a sociedade melhor ,e denúnciar a porcaria que é a justiça e a politica do nosso pais,pessoas como o Marcelo e que nos dão esperança que nossa sociedade pode mudar e tomara a DEUS que outras pessoas se espirem nele.

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A virada de página do Doladodelá « Blog do EASON

17 de abril de 2012 às 20h58

[…] Aurélio teve uma vitória pessoal. Foi o responsável pela reportagem do Domingo Espetacular, sobre a vida do dr. Marcelo na Cracolândia paulista, que bombou. Aurélio viveu os últimos três meses em função do documentário, ao lado do […]

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Fabio R

17 de abril de 2012 às 19h52

Azenha, não fizeram autópsia nele? Me parece que é um caso em que se mereceria investigar a causa mortis.
Mas isso depende da família, é claro.

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Ana Brauers

17 de abril de 2012 às 18h39

Louvo a Deus pela vida do Marcelo, conheço mlilhares de pessoas preparadas espiritualmente que não move uma palha para ajudar ninguém, claro que se o Marcelo além da força de vontade, tivesse sido aliada as instruçoes de Cristo, por certo teria muito mais vidas resgatadas, mas ainda sim valeu Marcelo e espero que ele tenha tido tempo para confessar Cristo e esteja dormindo aos pés de Deus. No momento eu não tenho estrutura para estar nos guetos e ruínas ajudando estas pessoas, mas oro constantemente a Deus para guardar e fortalecer estas pessoas e sempre que um dependente químico vem a minha porta faço conforme a vontade de Deus dando o alimento físico e espíritual e com muita fé creio que um dia os encontrarei pelas ruas com mais dignidade com um teto para morar, trabalho, enfim com uma identidade…Existem casos e casos de pessoas dependentes, agente não pode julgar e achar que só acontece na família do outros, todos nós estamos sujeitos…Fica aqui um grande abraço a todos e fiquem com Deus!!!!

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    indgnada

    18 de abril de 2012 às 14h22

    isso que me deixa triste o cinismo humano porque jesus disse amar proximo como a ti mesmo,acredito amiga que voce é evangelica de acha salva porque aceitou jesus da um prato de comida abre a biblia le uma palavra e acha que fez muito , quanta cegeuira deposito toda minha fe em Deus jamais iria pegar aquele viciado que vai na sua porta por dentro da sua casa dar comida roupa acredito que voce deve atende-lo do portão e não abre sua porta e coloca ele na sua mesa junto com sua familia.Muito menos eu faço isso tenho do sim ,fico tristr e peço a Deus tb mas vamos ser sinceros niguem poem um deles dentro do seu lar junto com sua familia.
    Para de dizer que faz conforme a vontade de Deus voce faz por voce mesmo e acha que fez um grande feito chega de falsidade e hipocrisia ,deixe ele entrar em sua casa, ponha ele em sua sala lave e beije os pes igualmente jesus fez,de abrido ,roupa lavada,de voce uma vida digna a ele que fica pedindo a Deus que ele tenha uma identidade ele ja possui uma , seja voce Jesus na vida dele pois Jesus disse que podemos fazer os mesmo feitos que ele fez.
    Eu sou honesta de dizer que não tenho coragem de dar abrigo a um deles,porque tenho medo e não confio ,e não fico dizendo que sou alimento espiritual e fisico como se fosse algo espetacular acorda garota.

Ghe

17 de abril de 2012 às 13h06

Gostei muito e posso dizer poucas pessoas no mundo seria capaz de fazer o que ele fez …
A nossa sociedade esta tão voltada a poder e luxo e acabam esquecendo que tem pessoas seres humanos vivendo em situação de miséria, por isso existe roubos e tanta violência, ah se pelo menos 50% pensassem como o Doutor Marcelo pensava, o mundo seria totalmente diferente com mais humanidade respeito quem sabe não houvesse tantas mortes por causa das drogas , uns matando os outros por causa de uma doença ou que seja um vicio que tem cura só mais cuidado e apoio de pessoas que podem tanto com ajuda psicológica quanto com ajuda financeira ….
Bom mais cada um tem uma maneira de pensar na minha cidade mesmo vixiiii esperar ajuda é perda de tempo ninguem ajuda ninguem

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claudineia

17 de abril de 2012 às 11h13

Louvável o que Dr.Marcelo Fez!.Mas me pergunto o quanto psicologicamente e espiritualmente ele estava preparado para deparar com a realidade deste submundo não falo das pessoas, mas do que as drogas fazem com alguém. Desculpe-me, mas uma pessoa que tentou suicídio, não tem estrutura para ver de perto as dores e miséria que este mundo mostra. Eu vi pela TV e fiquei horrorizada com o lugar onde os viciados ficam como zumbis.Conviver com dependente químico não é pra qualquer um não sou ex-mulher de um viciado só eu sei o que passei quantas noites em claro quanta dor e sofrimento fiquei com ele que conseguiu largar as drogas mas 8 anos depois voltou eu desisti podem me chamar de covarde mas sou humana e não quero isso na minha vida fiz minha escolha.Gente vocês tem que entender que um viciado não liga nem pra ele só para as drogas o fato que ninguém pode ajudar se a pessoa não aceitar ajuda isso é bíblico, nem Deus ajuda se você não quiser.Esse medico foi alem da vida dele, se envolveu e acredito que isso acabou contribuindo com sua partida, é bonito e "politicamente correto" ficarmos indignado ofender aqueles que preferem não ser envolver, mas e vc ate que ponto se envolveria,será que dispõem de dinheiro para pagar uma clinica que é absurdamente cara, acredito que não, levaria para sua casa ,Tb não acha que levar um prato de comida,uma roupa dar um abraço mudaria a vida deles (pode mudar a sua que acha que fez algo ao menos a sua parte) mas para eles o que importa é se drogar são como zumbis sim pq não sabem mais os valores nem se magoam ,agridem Infelizmente é assim o fato é que não podemos fechar os olhos ou virar rosto mas muitos de nos agimos assim . Qual de vocês ao saírem de casa para trabalhar ou passear não viu na rua no ponto de ônibus uns deles deitado desacordado como se estivessem mortos, e quanto de vocês se aproximou e ofereceu alguma ajuda, e quantos de nos fingimos não ver, pensamos meu Deus ajuda ele, mas nós mesmos não ajudamos. Qual de vocês colocou um deles dentro da sua casa,deu casa comida amor .Quem nunca os ignorou que atire a primeira pedra

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    Fox

    20 de abril de 2012 às 15h25

    Claudinéia, respeito a opinião de todos, mas realemnte vc não usou de hipocrisia. O vício esta em não entrar, os seres humanos fazem escolhas e o vício é uma escolha. Infelizmente como vc diz o viciado não dão conta nem valoriza a vida deles. devemos morrer pelas escolhas alheias?. Abraço Fox

carmen

17 de abril de 2012 às 10h04

Muito agradecida, Azenha por tudo o que vocë nos traz. Náo tenho palavras diante de tudo que vocë
expôs. Só mesmo Gratidáo.

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Fox

17 de abril de 2012 às 09h30

Não devemos julgar ninguém, premissa maior. Contudo não precisamos de heróis. A hipocrisia brasileira fede. Qualquer brasileiro de conhecimento mediano sabe das mazelas do país. O Drº Marcelo quis enfrentar o problema sozinho, vários médicos são viciados em drogas, precisam ficar acordados, esquecem de si e de sua proprias saúde. O que mais vê na reportagem é criticas a Polícia, esqueceram dos outros poderes. A sociedade não quer pessoas sujas, fedorentas, perto de si. As pessoas fazem escolhas, os viciados fizeram a deles, sabem que é um caminho sem volta, mas querem exprimir rebeldia utilizando-as. No mais que Deus tenha piedade de todos nós, porque estamos em direção ao um abismo sem precedentes.

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ari junior

17 de abril de 2012 às 02h11

idealizador de causas impossível querendo assumir a responsabilidade de outrem, egoísta ignorou quem mais o amava, seu filho e familia.

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    Gerson Carneiro

    17 de abril de 2012 às 05h14

    Sendo assim eu conheço o maior de todos os egoístas: Jesus Cristo.

    Mateus 12:46-50

    Enquanto ele ainda falava à multidão, a mãe e os irmãos dele estavam de fora, procurando falar-lhe.
    E alguém disse-lhe: "olha, tua mãe e teus irmãos estão lá fora e procuram falar-te".
    Mas ele respondeu ao que lhe falava: "quem é minha mãe e quem são meus irmãos"?
    E estendendo a mão para seus discípulos, disse: "Eis minha mãe e meus irmãos;
    porque aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe!

    Jorge Nunes

    17 de abril de 2012 às 07h16

    Jesus Cristo desistiu de um bom emprego e da mãe para…
    São Francisco de Assis o rico jovem que largou tudo para…

    Estranho conservadores esquecerem o que é cristianismo.

Rafaela

17 de abril de 2012 às 01h25

Ele parece tão saudável na foto,uma pena estar morto,é tanta dor pra família.O mundo realmente ficou muito mais pobre.

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A virada de página do Doladodelá | Viomundo - O que você não vê na mídia

17 de abril de 2012 às 00h35

[…] Aurélio teve uma vitória pessoal. Foi o responsável pela reportagem do Domingo Espetacular, sobre a vida do dr. Marcelo na Cracolândia paulista, que bombou. Aurélio viveu os últimos três meses em função do documentário, ao lado do […]

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Deise

16 de abril de 2012 às 23h04

Fantástico foi esta matéria e não o nome que se dá ao programa da outra emissora, pois nos mostra a realidade e a vergonha do nosso país que gasta uma fortuna com copa do mundo, enquanto os nossos brasileiros vivem nesta situação de doença e humilhação…é pessoal e a nossa presidente só viajando….
Parabéns a Record pela reportagem…..Que todos sigamos o exemplo do Dr. Marcelo símbolo de coragem, perseverança e muito amor, um anjo que passou para nos ensinar o verdadeiro amor.

Responder

universalista

16 de abril de 2012 às 22h49

Somos todos um, so podemos ser feliz atraves da felicidade do nosso proximo esse é um bem que ladrão nenhum pode roubar nem a ferrugem ou traça corroer façamos como o Dr Marcelo todo o bem que estiver ao nosso alcançe porque com a mesma medida que medider sereis medido.

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Adriano

16 de abril de 2012 às 22h38

Parabéns sinceros a Conceição Lemes e a este "site" pelo artigo.

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Gina

16 de abril de 2012 às 21h42

O meu lamento por ele ter morrido tão jovem. Venceu tantas barreiras, se dedicava ao que chamamos de escória da sociedade com muito empenho, mas tento ficar convencida que o coração dele não aguentou a barra

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Miguel

16 de abril de 2012 às 20h24

Dr. Marcelo, um herói brasileiro!

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marcia

16 de abril de 2012 às 20h23

Tb vi a reportagem, dizer que sabia de tudo o que se passa nesse mundo "invisível", seria muita irresponsabilidade, a gente faz que não vê, para não sofrer! mas me limitei a assitir tudo, pois não podemos fechar os olhos para o que acontece no nosso caminho, ao nosso redor. Ele, o crack, está aqui, esta aí, ´mas gente como o Dr. Marcelo faz toda a diferença, por causa da sua mensagem, abri meus olhos e coração, entendendo um pouco mais desta mazela social. Ao meu ver foi uma reportagem nota dez. Que Dr. Marcelo descanse em paz, e com toda a certeza ele fez muito. Fiquei sim, com dúvidas sobre a morte dele.

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    carmen

    17 de abril de 2012 às 10h02

    Sim, Marcia.

Azarias

16 de abril de 2012 às 20h06

Até hoje a elite nativa, preguiçosa e sem personalidade, não teve competência
de fazer um projeto de nação para este país. E então, após a copa do mundo e
a olímpíada, nos tornaremos uma Nigéria, uma África do Sul, Haiti, Etiópia.
É só esperar prá ver.

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ana cristina

16 de abril de 2012 às 19h55

existe pouca pessoas com essa coragem do doutor Marcelo

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DARCIO DE JESUS

16 de abril de 2012 às 19h29

A SAGA DO DR MARCELO

Ontem assisti uma das maiores provas de que o amor ao próximo existe, foi a história de um médico que abdicou de cuidar de pessoas abastadas financeira e emocionalmente, para dar sua vida a causa dos zumbis da cracolândia, Dr Marcelo mostrou através de seus relatos em um diário de bordo, sua viagem ao submundo das drogas, na cracolândia. Ali ele mostra que as politicas publicas existentes,são de péssima qualidade e não saem do papel , e o que resolve mesmo é a pratica , foi ameaçado por policiais, tratado como marginal pela guarda civil e ignorado pelas autoridades deste país, pra onde enviou inúmeras cartas contando sua incursão pelos becos e buracos podres de um lugar onde mortos vivos se encontram para pipar a fumaça do mal e fissurar -se novamente,onde seres doentes pela pisque abalada, entram em um mundo sem volta , rompendo madrugadas a fio sem ter abrigo e se misturando ao lixo , lugares imundos e insalubres, para fazer uso desta droga que está tomando de assalto pessoas da sociedade mundial,este médico é o exemplo que se realmente quisermos viver em um mundo mais igual ,temos que tratar o próximo com dignidade e muito amor no coração, sinceramente a palavra amor deixou de existir a muito tempo, o que esta em voga nos dias de hoje é mesmo o individualismo barato, onde pessoas materialistas buscam somente a satisfação individual, desprovidas de sentimentos ,secas e desidratadas de amor movem o mundo pelo dinheiro e o capitalismo barato.
Um dia quem sabe isto tudo vai acabar, se precisam de um motivo do final dos tempos, liguem suas televisões,leiam as revistas e jornais e saberão que já nos encontramos realmente no final dos tempos, mais pessoas como Dr Marcelo ainda existem e fazem a diferença, é um trabalho de formiguinha, mais é a maior prova de amor ao seu semelhante que tive em meus 46 anos de vida.

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Uly

16 de abril de 2012 às 18h55

Quem usa crack precisa de ajuda espiritual e não apenas médica,essas pessoas dagradadas são habitat natural para energias ruins.Quanto ao dr Marcelo,ele foi pra guerra despreparado,era muito jovem,teve adolescência problemática e parecia uma figura auto destrutiva.Antes de ajudar aos outros ele deveria ter procurado ajuda psicológica para tratar os próprios fantasmas,pensar no filho que tinha pra criar.Para os homens parece às vezes ser mais fácil bancar o benfeitor fora de casa do que cuidar da própria família.Não fiquei fã desse dr Marcelo não.

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    claudineia

    17 de abril de 2012 às 13h50

    concondo plenamente ele foi despreparado em um lugar que chamo de umbral na nossa materia, com toda certeza foi atacado ,e obsediado por desencarnados que la habitam.Quem lê esse comentario provavelmente não acreditara , mas a verdade é que temos sim que antes de ajudar outros devemos ajudar nos mesmos ,o mundo que ele entrou esta repleto de seres que atacaram de uma forma tão brutal cruel , onde acredito levou para sua partida não se antecipada, pois não sabemos qual era realmente sua jornada aqui, mas ele fez sim uma diferença pequena mas consegui chamar atenção para um lugar que muitas vezes fingimos não existir,nos fez pensar negativa ou positivamente.

    Fox

    20 de abril de 2012 às 15h30

    Compartilho de seu pensamento Uly> Não precisamos de heróis, o cara tinha um Dom de poder ajudar, ingnorou sua propria família. Poderia ter ajudado os pais. Moral da história: Ficou cinco a seis anos estudando em faculdade pública e morreu um ano após de formado. Poderia ter feito muito mais …. Realmente era problématico, com certeza já havia ruído, contaminado pelo submundo. è só reparar na reportagem ideológica…

Dalva

16 de abril de 2012 às 18h05

Chorei no final da reportagem… Que alma linda nesse mundo podre, cheio de gente egoísta! Parabéns aos jornalistas que fazem a sua parte produzindo matérias como essa!

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Éverton

16 de abril de 2012 às 16h52

Li todos os comentarios, e sendo bem realista o que acontece é: Lemos/assistimos, nos comovemos, e vida que segue com a mesma hipocresia. O que o marcelo fez não foi só louvavel, foi simplesmente seu trabalho com perfeição e amor, oque deveriamos fazer , mas causa toda essa comoção devido a nossa própria hipocresia. Dae, alguem vem , tem coragem de fazer o que é pra ser feito, e vira "heroi" para uns e para outros. Na verdade o que o torna heroi não é somente o que ele fez, mas principalmente a coragem de fazer o certo de forma divinamente.

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tony ferreira

16 de abril de 2012 às 12h53

A reportagem do Domingo Espetacular, me deu varias sensaçoes a primeira de como o bom jornalismo serve a uma sociedade, a segunda como todos nós sociedade somos hipocritas a terceira de como os governos, negligenciam a vida dessas pessoas que para eles sao invisiveis, um cancer e deve ser estipado e quarta de alivio em saber que ainda existe pessoas como Dr.Marcelo que não é unico, mas varios em todo esse brasilzao de meu Deus, que bela, missão, que bela mensagem deixou , que com certeza, acredito que está em paz, pela beleza ao proximo que fez.

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pall kunkanen

16 de abril de 2012 às 12h01

somos demasiadamente humanos. que falta faz renato russo, cazuza, elis regina, suas artes são imprescindíveis neste momento.

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Luiz Aldo

16 de abril de 2012 às 11h01

Foi uma das reportagens mais cortantes que vi na minha vida!
A linguagem foi impressionante!
Vocês não sabem o quanto me custou dormir, após ver aquele quadro…
Um banho de realidade.
Por mais que não tenham tentado mostrar o médico como herói, os atos dele falam por si sós:
Quando alguém não tem sequer esperança, não vai ficar elogiando alguém por nada, só pelo ofício de elogiar… E olha, que o que falta nas pessoas que tocam o crack é a tal da esperança…
Tenho a clara intenção de que aquele cidadão era muito mais do que todos nós. Nós apenas não merecíamos mais estar na presença dele, só isto!
Fica aí ao lado de Deus, doutor, vela por nós, amém!

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anonimo

16 de abril de 2012 às 10h45

a mascara cobre a venda de nossos olhos!

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Regina Braga

16 de abril de 2012 às 10h00

Maravilhoso o documentário…Bom, saber da existência do Marcelo e o mais incrível, é saber da sua morte, tão prematura.Parece ser um trabalho perigoso, não seguir a cartilha de saúde pública do estado.Moradores de rua,dependentes químicos e favelas…são temas muitos delicados.Esbarram em muitos interesses,milionários.Grata Marcelo,o abraço é mesmo, o melhor remédio.

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Gersier

16 de abril de 2012 às 09h22

Reportagem emocionante mostrando os atos de bem de um grande brasileiro.Enquanto isso as autoridades,principalmente as paulistas,usam a vassoura da hipocrisia para varrer para debaixo do tapete um problema social seríssimo.

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ricardo

16 de abril de 2012 às 09h16

Perguntinha, sem querer exigir demais do "jornalismo" da Record: quais são os indícios que fundamentam a hipótese de suicídio?

Responder

    Janah

    16 de abril de 2012 às 11h07

    Está mais para homicídio
    Como sempre a polícia no meio

    Gersier

    16 de abril de 2012 às 13h26

    Porque o jornalismo entre aspas?
    Será que jornalismo é o que a veja, a folha e a globo e o globo fazem?
    O JORNALISMO da Record dá de CEM a Zero nesses aí e de lambuja,mostra a eles o que é profissionalismo.

    rafael

    16 de abril de 2012 às 15h23

    Está falando do jornalismo que é 90% vôos de heilicópteros e câmares de vigilância? Não dá de 100 nada, empata. e em alguns casos perde feio.

marcosomag

16 de abril de 2012 às 07h24

O tontalhão que escreveu sobre um tal viés "ideológico" na reportagem, não sabe que os EUA e sua famigerada CIA são os maiores incentivadores do uso de drogas pesadas. A intenção desses pulhas é desagregar vínculos sociais, impedindo a articulação da luta social. Vira e mexe, aviões da CIA lotados de drogas são apreendidos (existe uma guerra surda entre DEA e CIA). No Escândalo Irã-Contras, drogas eram usadas como moeda para a compra de armas para os terroristas da Nicarágua. Os EUA protegem barões da droga que governam o Afeganistão e a província sérvia de Kosovo. Eu poderia escrever muitas páginas com exemplos do papel decisivo que os EUA jogam na disseminação do uso de drogas pesadas.

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JOSE FRUVIO GOMES

16 de abril de 2012 às 06h50

olha eu vi na tv a reportajem da cracolandia mas estao esquesendo que no brasil enteiro tem uma cracolandia // oje e eles amaham pode ser seu fillio sobrinho ou ate voce O CRAKE ESTA VENSENDO

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Gerson Carneiro

16 de abril de 2012 às 03h36

Dr. Marcelo.

Um homem de atitude. Coragem, dedicação e amor ao próximo.

Qualidades raras, grandiosas e valiosas demais que não estão presentes naqueles que têm a obrigação de fazer pelos dependentes do crack o que o Dr. Marcelo fez, mas não fazem. Se utilizam tão somente do Poder Público para enxotá-los, esperançosos de que assim conseguirão se livrar dos zumbis.

De fato, é de dar um nó na cabeça tentar compreender tamanha grandiosidade.

Medíocres dirão: "Que culpa tenho eu se uma pessoa decide entrar nas drogas por que quer e eu prefiro ver um cinema?"

Após ver a reportagem, conclui que a letra da canção que mencionei, antes da exibição daquela, traduz o que esse homem, Dr. Marcelo, fez em tão longo curto espaço de tempo.

"Achei um 3×4 teu e não quis acreditar
Que tinha sido há tanto tempo atrás
Um bom exemplo de bondade e respeito
Do que o verdadeiro amor é capaz

A minha escola não tem personagem
A minha escola tem gente de verdade

Alguém falou do fim-do-mundo,
O fim-do-mundo já passou
Vamos começar de novo:
Um por todos, todos por um

O sistema é mau, mas minha turma é legal
Viver é foda, morrer é difícil
Te ver é uma necessidade
Vamos fazer um filme

O sistema é mau, mas minha turma é legal
Viver é foda, morrer é difícil
Te ver é uma necessidade
Vamos fazer um filme

E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?

Sem essa de que: "Estou sozinho."
Somos muito mais que isso
Somos pingüim, somos golfinho
Homem, sereia e beija-flor
Leão, leoa e leão-marinho
Eu preciso e quero ter carinho, liberdade e respeito
Chega de opressão:
Quero viver a minha vida em paz
Quero um milhão de amigos
Quero irmãos e irmãs
Deve de ser cisma minha
Mas a única maneira ainda
De imaginar a minha vida
É vê-la como um musical dos anos trinta
E no meio de uma depressão
Te ver e ter beleza e fantasia.

E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?
E hoje em dia, vamos Fazer um filme
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo"

Vamos Fazer um Filme – Legião Urbana

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anamerari

16 de abril de 2012 às 01h30

PARABÉNS,DR.MARCELO,
A este podemos dizer uma citação bíblica:
"Homens dos quais o mundo não era digno…"
[Hebreus 11:33-38)]

Responder

Luiz

15 de abril de 2012 às 23h55

Somente Jesus Cristo venceu a Morte.

Nós seres mortais também tememos a morte, mas é a única certeza enquanto vivos, todavia nos entristece muito quando sabemos que pessoas como o Dr Marcelo se vai tao jovem e não ver o resultado daquilo em que acredita ser abraçado pelas autoridades que governam nossas cidades enfim.

Que sua alma descance em PAZ.

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ide.co.bellis

15 de abril de 2012 às 23h54

Fui viciada no CRACK durante 4 anos mas graças a DEUS me libertei desse maldito vício,enquanto haver traficantes sempre haverá viciados é uma falta de vergonha desses politicos do caralho eles mem se quer pensam na própria família pois o Crack está presente em todas as classes sociais quem sabe um filho ou um parente dele esteje dando o primeiro trago o trago da MORTE…

Responder

wuesley

15 de abril de 2012 às 23h41

Vi a reportagem,
Parabéns ao Dr. Marcelo e também ao site pela excelente matéria que complementou a reportagem exibida na tv.
Creio que não há necessidade em esperarmos a solução vir de “fora”, do “além”! O doutor Marcelo fez muito bem a parte dele, independente das controvérsias da sua atuação… todos somos humanos (ou deveríamos ser…) com qualidades e pontos a melhorar….
Não podemos esperar que outros “doutores” façam o levante a favor da VIDA…
TODOS ao seu modo, diaristas, professores, médicos, advogados, psicólogos, assistentes sociais, desempregados…. TODOS indistintamente…
O importante não é o “TER” e sim o “SER”, que em muitos casos não são “ser” HUMANO….
Força…!!! Avante sempre!!!

Wuesley…

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Marcio H Silva

15 de abril de 2012 às 22h56

Vi a reportagem. É triste ver a que ponto chega o ser humano por ser dependente de drogas.
O drama é imenso, até porque o crack, por ser barato atingiun os pobres, e a polícia tão eficiente na cracolândia, não ataca a causa, que são os traficantes, não sómente aqueles que ficam ali nas ruas vendendo no varejo, mas os traficantes do atacado.

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Roberto Ribeiro

15 de abril de 2012 às 22h52

As consequências danosas do Golpe Midiático-Econômico-Financeiro-Religios-Militar de 1º de abril de 1964 serão sentidos, talvez, por alguns séculos.

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Sueli Ribeiro

15 de abril de 2012 às 22h28

São de pessoas como o Dr. marcelo que o mundo precisa,se tivesse mais pessoas como ele o mundo seria diferente de viver,Jesus morreu a 2000 anos clamando por amor uns aos outros e ao próximo como a ti mesmo e nada disso acontece de verdade….Dr. Marcelo ficará sempre em nossa memoria como um homem corajoso…um herói…descanse em paz Dr. marcelo….

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ELIANE

15 de abril de 2012 às 22h15

OLHA OQUE ELE RELATA E MUITO IMPORTANTE PARA TODOS NOS, E ISSO E VDD ELES NÃO SAO RESTO DA SOCIEDADE SAO HOMENS E MULHERES COMO TODOS NOS E NOS DEVEMOS RESPEITO A ELES EU CHORO MUITO QUANDO VEJO QUE UMA PESSOA COM O CORAÇÃO TÃO LINDO COMO O DR, MARCELO PARTIU, MAS DEUS COM CERTEZA SABIA COMO ELE SOFRIA DE VER TUDO ISSO, E SINTO COMO EU SOU COVARDE DE NÃO TER CORAGEM DE FAZER O MESMO, PQ ELES ESTÃO GRITANDO E EU NÃO OUVINDO SO DEUS MESMO EM NOSSAS VIDAS ( CADE O AMOR AO PROXIMO) DEUS ABENÇOE AS FAMILIAS…..

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Maria Salete Favalle

15 de abril de 2012 às 22h12

Precisamos de muitos Doutores Marcelos, precisamos de gente que ama gente, esse jovem médico com sua história fascinante me lembra São Francisco de Assis, que como ele morreu muito jovem mas teve a graça de ter amado muito as pessoas. "Amar ao próximo como a si mesmo." Vai com Deus que é o seu lugar garoto.

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Sueli Ribeiro

15 de abril de 2012 às 22h08

Se o mundo tivesse mais pessoas que fosse como o Dr. marcelo,viviamos num mundo bem melhor ,mais humano, mais solidário,como Jesus pediu a 2000 anos atrás e clara até hoje…juntos podemos fazer a diferença,mas sozinho jamais….

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Joe

15 de abril de 2012 às 22h07

Olá a todos,
mesmo gostando da reportagem, tenho que dizer que efeitos especiais tiram o foco da história, a escolha do Dexter para locução não foi oportuna, o jeito de falar "' da rua' confundiu o expectador (minha esposa estava a meu lado e pensou que q locução era de um doente que havia sse recuperado). Na minha opnião a reportagem errou muito , por se utilizar de ilustrações e animações(muito boas por sinal, mas fora de hora).
O crack é um problema que prescisa ser resolvido com amor e compreenção, não com a ignorancia dos que acham que vício é uma questão de caráter. Ou daqueles que se acham superiores, pois o são até que o problema bata a sua porta e ai vejam as pessoas que ama morrerem.
É isso que dá manter a ultra direita no poder, essa é a ordem que a classe mérdia paulistana gosta. Até que bata a sua porta.

Responder

Amanda

15 de abril de 2012 às 21h58

Ele não era político, vinha de família pobre, portanto, para as autoridades ele não era nada, ninguém. Infelizmente no nosso país, só quem tem um cargo razoável, tem grana na família, nome pomposo (mesmo sem dinheiro) é q deve e vai ser ouvido.
Politicamente ele deveria ser um impedimento para esses energúmenos q muita gente vota; eu só faço o q a lei eleitoral tolera, em resumo, falto duas eleições e na terceira, anulo meu voto, tudo isso para poder receber o meu bom salário na área federal (de vez em quando é q eles pedem), renovar passaporte/visto; vou na zona eleitoral, peço o boleto das multas e pago no banco, retorno e me dão a declaração de q estou quite com a "obrigação"; só retorno a votar dignamente no dia q o VOTO FOR FACULTATIVO.

Responder

Fabio Pinho Secti

15 de abril de 2012 às 21h23

Nossa quanta babaquice junto! Desmarquei um compromisso para poder assistir um vídeo ideológico. Que culpa tenho eu se uma pessoa decide entrar nas drogas por que quer e eu prefiro ver um cinema?

Responder

    Amanda

    15 de abril de 2012 às 21h54

    Acho q a babaquice é sua…

    Guilherme

    15 de abril de 2012 às 21h58

    Concordo com a ideia de a responsabilidade dos atos dos outros não ser nossa, mas é muito difícil encontrar quem levanta do sofá, arregaça as mangas e vai ajudar quem precisa. Mas se você chama mostrar a realidade que está debaixo dos nossos olhos de babaquice no lugar de ajudar, no mínimo, com uma oração para essas pessoas, eis a sua responsabilidade agora. Só não cuspa para cima, porque esse mundo gira, e todos estamos sujeitos a tais fatos. Nunca se sabe o dia de amanhã. Deus te abençoe =D

    LUZ

    15 de abril de 2012 às 22h16

    Quanta falta de sensibilidade!!!

    Miguel

    15 de abril de 2012 às 22h22

    ja comeca com a culpa de nao saber que voce nao e' um atomo isolado e que so pode viver (e claro, ter cinema) em sociedade. Se a vida so e' possivel em sociedade, melhor desenvolver o melhor jeito de viver em sociedade, o que acha da proposta?

    assalariado.

    15 de abril de 2012 às 22h31

    Fabio, o pior dos entorpecidos são aqueles que estão anestesiados pela droga ideológica, egocêntrica e egoísta do capital, e nem percebem. Estas sim, as drogas que geram as outras drogas.

    Embora ache que seu comentário não passe de uma provocação tipicamente de um assíduo midiotizado pelo dia/ dia do PIG. Você é um retrato fiel do pensamento burgues.

    Fabio Pinho Secti

    16 de abril de 2012 às 00h16

    Assalariado é por isso que és. Não leio a expressão "pensamento burguês" desde 1917. Sou fã sim do Partido da Imprensa Governista, e daí? Odeio é o pessoal do PIG.

    Scan

    15 de abril de 2012 às 22h34

    Uai, seu idiota, tem alguém te acusando de algo?
    Que babaca…

    Luizão

    16 de abril de 2012 às 08h34

    Então você, no fundo deve ter aprendido alguma coisa, porque pra se dar ao luxo de retornar a matéria só pra poder falar besteira, de duas uma: é inrrustido ou assumido.
    Eu vou pela primeira opção.

    renato

    16 de abril de 2012 às 16h55

    Foi por causa destas brigas que não levam a nada que o MARCELO, partiu para outra, ele jamais estaria participando deste bate boca, estaria lá trabalhando.
    Me sinto envergonhado de fazer o mesmo.
    Luizão as vezes eu volto para ver o que o pessoal achou do que eu escrevi, fico chateado qdo -, fico feliz qdo +. Acho legal, se não voltar e ver, vou me sentir um imbecil, falando para as paredes.
    Posso, não posso!

    Kilimanjaro

    16 de abril de 2012 às 15h34

    Tem gente largando o crack e se dedicando ao crime organizado e se Deus quiser eles te encontram no farol a caminho do seu cinema preferido, o farol vai fechar o que você vai fazer fabio? farol vermelho, espere, olhe pelo espelho, a blindagem do seu carro segura uma bala de fuzil fabio?

    você tem toda a culpa, um ingresso para o seu cinema rolywodiano pode pagar cinco refeições. Pessoas fumam crack para não sentirem fome, enchem a cabeça para enganar o estomago vazio.

    Rodrigo

    16 de abril de 2012 às 16h26

    "Pessoas fumam crack para não sentirem fome,"

    São uma minoria. Tem muito filhinho de papai que quis se aventurar nesse mundo e acabou como trapo.

    Jairo_Beraldo

    21 de abril de 2012 às 11h26

    O Farol a que voce se refere, é o FAROL de ALEXANDRIA? Mas conhecido no submundo da politica por FHC?

    Fabio SP

    21 de abril de 2012 às 20h28

    Ou pode ser que Deus queira que eles encontrem com voce.

    Silh

    16 de abril de 2012 às 16h47

    Você deve viver num mundinho só teu mesmo de costas pra realidade do mundo!!!!!!Não devemos se importar de"porque" alguém entrou nas drogas ,mas devemos ver que pessoas procuram de alguma forma tomar decisões certas ou erradas e com certeza a droga é uma das piores opções de vida!!É uma doença e tem cura !!Basta mais pessoas abrirem seu coração como este GRANDE Médico e ajudar os que precisam de ajuda..Faça a sua parte por favor!!Se vc for um ser humano de verdade!!!Amanha pode ser vc que precise de alguma forma de ajuda REAL!!!!!

    andre

    16 de abril de 2012 às 20h28

    Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

    E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

    E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

    O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

    Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

    Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

    Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

    O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

    Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

    Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

    Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

    Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

    Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

    carmen

    17 de abril de 2012 às 10h01

    !!!… Gratidão.

    carmen

    17 de abril de 2012 às 10h02

    respondi para a pessoa errada. Minha gratidáo vai para o André, aqui abaixo.

    Ghe

    18 de abril de 2012 às 15h56

    Desculpa te dizer isso mais se a vida das pessoas não importa para vc problema é seu … Ainda tem gente que luta por pessoas, tipo o Dr Marcelo,a gente tem que fazer o bem sem olhar a quem , vc ja tentou se colocar no lugar dessas pessoas que por talvez um minuto de bobeira entrara nessa vida de vicio mais quantas lutam diariamente para sair desse vicio talvez não tem condições financeiras ou mesmo ajuda de alguem para os apoiar … Mas cada um tem um pensamento …

José Manoel

15 de abril de 2012 às 21h22

Verdadeiro Cidadão Brasileiro (com letra maiúscula)!! Heróis como esse estão desaparecendo precocemente!!!!!!!!!!!!

Responder

renato

15 de abril de 2012 às 20h47

E dizer que as vezes eu acho que drogado tem que se ferrar.
Que falta me faz o meu espirito.
Onde foi parar a minha inocência, porque não consigo mais!
Ver o ser humano adulto como criança, onde estão nossas crianças…
Perdidas no medo, perdidas na Ciência.
Mas, há realmente uma luz, uma voz que não se cala.
Obrigado Marcelo!

Responder

Hélio Pereira

15 de abril de 2012 às 16h23

Já cancelei um compromisso pra acompanhar esta história do Dr Marcelo e também já estou divulgando o programa de hoje a noite.
Meus sentimentos a Familia do Dr Marcelo,pois quando alguém deste porte se vai nosso mundo fica mais pequeno!

Responder

    pperez

    15 de abril de 2012 às 22h40

    Enquanto as pessoas de bem que procuram fazer o bem sem exigir nada em troca se vão prematuramente, resta exigir das autoridades que honrem a missão !

viviane legnani

15 de abril de 2012 às 15h13

Vi o link da matéria no facebook e confesso que relutei a abrir, pois achei, em função do título que o tom poderia ser sensacionalista. Pois é! Enganei-me! E ao término da reportagem explodi em um choro de encantamento pelo trabalho do Dr Marcelo e tristeza por sua morte precoce…
Estou fechando um projeto de pesquisa sobre o preconceito em relação aos usuários de drogas, ler a reportagem me deu muito gás para conduzir esse projeto. Sinto que somos vozes solitárias para enfrentarmos esse tema diante da construção sensacionalista da mídia sobre os usuários, também estou muito decepcionada com a posição do ministro Padilha sobre o problema, pois ele vem se deixando pautar por essa mídia.

Responder

almeida

15 de abril de 2012 às 15h09

Diariamente surgem escândalos envolvendo autoridades públicas em nível municipal, estadual e federal. Infelizmente, uma boa parte desses servidores públicos estão contaminados pela pior droga que existe no mundo, que é droga do poder, do dinheiro e do status. Dopados e alucinados eles não veem, não ouvem e fazem nada que possa ajudar ou que possa levar uma esperança para quem está refém desse inferno que é essa droga chamada de crack. Todos tem sua parcela de culpa, porém esses servidores públicos (que se dizem autoridades) são sustentados pela nação brasileira e lhes devem obediência e respeito (todo o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido).
A obediência, a lealdade e o respeito a população é uma obrigação do servidor público, é um contrato que se for quebrado deverá haver sanções severas para quem praticar a traição, seja quem for.
A melhor maneira de acabar com o vício de poder e dos malfeitos praticados por servidores públicos é substituindo, imediatamente, todos os que praticarem atitudes opostas das que o povo lhes conferiu. Para isso, é preciso aumentar a nossa fiscalização sobre todos eles (eles já fazem isso conosco desde o descobrimento via impostos, votos, alistamento militar, multas, juros, etc…) fazendo uso de nossos direitos que eles insistem em ignorar (só lembram dos deveres). Precisamos fazer uma grande fiscalização no comportamento profissional de cada um deles, denunciando rapidamente qualquer operação ou atitude fora de padrão e, assim, poderemos gritar bem alto e a tempo de impedir, substituir e de punir o infrator. Então, em pouco tempo, teremos o controle sobre o comportamento dos projetos, das atitudes e das ações de todos os servidores que foram admitidos com a obrigação moral de servir da melhor forma possível a toda população brasileira.

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    fatima

    15 de abril de 2012 às 22h49

    sabe devemos deixar de vota quem sabe assim nossos governantes sabera que estamos revoltados com tamanha falta de respeito, sujeira que acaba debaixo do tapete.So naõ fazem nada para mudar a situaçoes do ser humano que sofre no mundo das drogas.

    alguem chocado

    16 de abril de 2012 às 13h39

    voce tem toda razão, concordo plenamente!
    só que como vamos querer justiça com as pessoas viciadas se nem com o povo trabalhador, que procura ser honesto, errar menos?
    eles conseguem fazer algo de bom!
    a não ser aumentar mais e mais seus salarios na calada da noite!
    enquanto que nós, eles: os viciados estamos a deriva, sem amparo, sem nem ao menos alguem pra dizer chega de ipocrisias

gilberto

15 de abril de 2012 às 14h27

Show da vida ..

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Gerson Carneiro

15 de abril de 2012 às 14h01

A minha escola não tem personagem
A minha escola tem gente de verdade

Alguém falou do fim do mundo,
O fim do mundo já passou
Vamos começar de novo:
Um por todos, todos por um.

O sistema é mau, mas minha turma é legal
Viver é foda, morrer é difícil
Te ver é uma necessidade
Vamos fazer um filme

Vamos fazer um filme – Legião Urbana

[youtube yXQXlmpIFnE http://www.youtube.com/watch?v=yXQXlmpIFnE youtube]

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