VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Lara Santana: Coquetéis molotov foram plantados na reitoria


14/11/2011 - 01h44

por sugestão do comentarista Luc

Em depoimento, a estudante Lara Santana, presa durante a ocupação da Reitoria da Universidade de São Paulo, diz:

1. Os estudantes não produziram os coquetéis molotov apresentados pela polícia como sendo deles;

2. Uma estudante foi espancada e amordaçada pelos policias;

3. As mulheres sofreram ameaças verbais de policiais militares;

4. Os estudantes picharam as paredes, mas não provocaram a destruição atribuída à ação deles pela mídia.

Leia também:

Maurício Caleiro: O avanço do conservadorismo desinformado





138 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

cronopio

18 de novembro de 2011 às 16h05

Ontem andei por todo o campus à noite e o único lugar onde vi policiais foi em frente à reitoria e no portão 1: quatro viaturas na reitoria e uma viatura no portão 1.

As ruas do campus são escuras e desertas, há inclusive uma ruela chamada carinhosamente "rua do estupro". A PM nunca passou por lá. As viaturas da PM são vistas, durante o dia, em volta da FFLCH. Elas tiram fotos dos alunos e "monitoram" seu comportamento. Quando anoitece, a polícia se retira. Afinal, vai que aparece algum bandido, né? O aumento de iluminação é considerado ainda a medida de segurança mais eficiente do mundo. Será que nem o Rodas nem a PM sabem disso? Ou será que estão mais preocupados em vigiar os alunos com "potencial para vandalismo".

Um amigo meu, estudante de letras, foi abordado pelos PMs, que pediram sua carteirinha. Quando verificaram que ele era da FFLCH, começou um inquérito de 2 horas. Antes eu tinha medo de bandido, agora tambpem tenho medo dos PMs.

As ruas da USP continuam tão escuras, desprotegidas e perigosas quanto antes. Precisamos urgentemente de um plano de segurança inteligente, elaborado junto à comunidade, precisamos de uma guarda universitária concursada, eficiente, bem-paga, bem-treinada e solidária (a que existe deixou um aluno morrer abandonado no chão). Precisamos, aliás, de muito mais do que segurança, mas para isso ninguém dá a mínima… querem todos satisfazer suas taras masoquistas, deleitando-se com o show de violência filmado em HD. E ainda há quem considere que a presença da PM na USP é questão de segurança…

Responder

cronopio

18 de novembro de 2011 às 13h33

Apenas uma informação, pessoal: a assembléia da Física foi interrompida pela entrada de um aluno armado de uma pistola automática. O aluno ora manuseava a arma em seu dedo indicador, ora a colocava sobre seu colo. A assembléia julgou ser uma atitude de intimidação que colocava em risco a vida de todos os presentes e achou por bem interromper a assembléia. Soube-se, posteriormente, que o aluno é policial (ainda não sei se estudante da polícia ou policial profissional).

Responder

    Douglas J

    18 de novembro de 2011 às 23h52

    Mentira!

    cronopio

    19 de novembro de 2011 às 18h26

    Calma, querido ruminante. Eu só estou passando uma informação. Tenho amigos que estavam lá e li a ata de reunião. Se você acha que é mentira, prove, por favor. Esse tipo de acusação é grave, espero que você possa prová-la, imbecil.

    Douglas J

    20 de novembro de 2011 às 01h15

    O onus da prova é de quem afirma. Prove você que isso é verdade…

    Douglas J

    20 de novembro de 2011 às 13h38

    E é assim que vocês atuam sempre: ao serem questionados partem para ofensas pessoais, e censuram os comentários. Só lamento

    cronopio

    20 de novembro de 2011 às 16h08

    Que questionamento? Chamar de mentiroso é questionar? Para mim isso é argumento ad hominen. E o que é pior, contra um comentário que nem mantinha um posicionamento, era apenas informativo. Se você se acha no direito de ofender, posso muito bem fazer o mesmo. Chama-se reciprocidade. Por isso reitero, prove o que diz, filhotinho de Reinaldo Azevedo.

    cronopio

    20 de novembro de 2011 às 14h50

    É cada babaca que aparece…

    Douglas J

    20 de novembro de 2011 às 17h51

    Pare de me atacar. Creio que lhe falta inteligência para argumentar…

    Douglas J

    20 de novembro de 2011 às 17h53

    O ônus da prova é de quem afirma. Prove o que está dizendo…

    *conversei com pessoas que participaram de tal assembleia e me afirmaram que isso se trata de armação

    cronopio

    21 de novembro de 2011 às 12h40

    OK, me passe seu e-mail e lhe envio a ata da assembleia. Como vocë pode me chamar de mentiroso se eu so estou passando uma informacao, isso e um absurdo. Nao estou acusando ninguem de nada, so estou informando as pessoas para evitar que alguem fique ferido. Voce parece estar mais interessado nessas guerrinhas partidarias mesquinhas…

Douglas J

17 de novembro de 2011 às 21h26

Só peço que me expliquem uma coisa… uma única questão: porque a polícia iria plantar molotovs em vez de drogas?

Responder

    Paulo

    17 de novembro de 2011 às 22h30

    Boa questão a ser colocada aos policiais.

    Douglas J

    17 de novembro de 2011 às 23h07

    Como sempre, acusam falaciosamente, se esquivando das perguntas…

    JOão

    18 de novembro de 2011 às 03h40

    A fama não é de baderneiros?

    Ginah

    22 de novembro de 2011 às 14h52

    Porque com drogas, eles seriam uns drogados a mais, já com molotovs eles podem ser considerados terroristas.

Douglas Jota Padzo

17 de novembro de 2011 às 00h08

Se não foram nem mesmo homens (e mulheres) suficientes para mostrarem seus rostos, não espero que sejam dignos de se responsabilizarem por seus atos, assumindo que realmente eram os donos dos Molotovs… Como acreditar naqueles que escondem o rosto à exemplo do que fazem os traficantes??

Bando de covardes. Compará-los aos bravos brasileiros que enfrentaram a ditadura é, no mínimo uma ofensa àqueles que realmente lutaram por nosso país.

Responder

Klaus

15 de novembro de 2011 às 23h26

Pode ser mentira da Polícia; pode ser mentira da menina também. Ou não?

Responder

    Milton Fernandes

    16 de novembro de 2011 às 18h18

    Não seja inocente ou idiota. A polícia tem mais tradição em 'plantar' que qualquer agricultor do Brasil.
    No ano passado o governo plantou PMs disfarçados (P2) no meio da manifestação de professorinhas do Estado no palácio dos Bandeirantes. o Estadão publicou as fotos e a própria PM admitiu.

    Gerson Carneiro

    16 de novembro de 2011 às 21h31

    Pode ser mentira do Klaus. Ou não?

    Tobias Reis O. LLory

    24 de novembro de 2011 às 21h52

    Klaus,

    menina estudante envolvida em "movimento estudantil" não mente, vc não sabia?

    "só pode ser" mentira dos policiais!

    como vc pode desconfiar da legitimidade da versão de uma companheira proletária de esquerda?

    francamente, né!?

Daniel

15 de novembro de 2011 às 22h36

A resposta para a pouca quantidade de gasolina pode ser outra: com o corre-corre, as garrafas, até então CHEIAS de gasolina caíram no chão derramando a maior parte do liquido. O que estamos vendo nas fotos são apenas os resquícios recuperados pela polícia!

Responder

    dsa

    15 de novembro de 2011 às 23h15

    Claro, assim como Herzog se suicidou. E eu achando que os fascistas iriam aprender alguma coisa depois do teatrinho mal feito da ditadura…

    cronopio

    16 de novembro de 2011 às 23h03

    As garrafas caem no chão e não quebram? Achei que eram feitas de vidro…. e todas derramaram a mesma quantidade de gasolina? Ou você está sugerindo que a polícia coletou um pouco de gasolina e distribui pelas garrafas, forjando evidências… não, acho que plantaram os coquetéis lá mesmo….

    Paulo

    17 de novembro de 2011 às 22h35

    Não. É que o dinheiro cotizado entre os policiais, por causa do baixo salário, não deu para comprar mais garrafas (tiveram que pegar no lixo mesmo), muito menos a gasolina, que, provavelmente, é adulterada. Mentir e forjar constituem especialidades policiais. Eles já fizeram algo parecido, enforcando um professor da USP lá no DOPS com maio metro de corta amarrada em uma janela de altura duvidosa…

    cronopio

    18 de novembro de 2011 às 13h28

    Um dado interessante sobre a precariedade que você aponta, Paulo, é que os BO's para prender os estudantes foram lavrados à mão, pois a impressora da PM estava sem tinta…

    Evanildo

    19 de novembro de 2011 às 02h19

    Procura o laudo oficial da perícia do IC e vê se ali existe algum molotov… A perícia não achou nada. É lógico, a PM não é burra, e ela sabe que é fácil identificar digitais em vidro. Tiraram as garrafas correndo dali, com antes que a civil chegasse e estragasse o teatrinho.

Regina Braga

15 de novembro de 2011 às 21h44

Faltou o alicatinho de unha,que seria usado para cortar as comunicações…o desodorante em aerosol que poderia infectar os alunos monarquistas com o vírus republicano.

Responder

Rodrigo Santos

15 de novembro de 2011 às 21h11

Solidariedade aos estudantes que em sua repressão infelizmente expressam a dura realidade ainda vigente no Brasil, não bastassem todos os requintes de crueldade destes 511 anos de história neste triste rincão do universo. No fundo, a mensagem é: Pensar é Crime!
Desejo mais Consciência ao agente do Estado, você no fundo é um dos mais Explorados.
Do jeito que a coisa anda, daqui a pouco até comentar um artigo em um blog vai ser motivo de medo e repressão (Será que tem bois na linha?…)
Parabéns e longa vida a todos do Viomundo por contribuirem para uma discussão mais aberta e menos Viciada.

Responder

Mariano

15 de novembro de 2011 às 20h06

Não colou. Tentativa fraca.

Responder

Daniel

15 de novembro de 2011 às 17h22

Pensem um pouco… se a polícia realmente fosse plantar algo para acusar os estudantes, o material usado seriam drogas, como maconhe e cocaína e não um artefato manufaturado, como coqueteis molotov…

Responder

FranX

15 de novembro de 2011 às 14h45

Se o objetivo da PM/sp é prender jovens usando drogas, por que não foi 'dar plantão' em Paulínia -SP, no SWU?

Responder

    FranX

    15 de novembro de 2011 às 16h02

    ...

    15 de novembro de 2011 às 20h49

    A policia nao deve prender jovens usuarios de drogas porque o uso de narcóticos no brasil é despenalizado, portanto, o usuario nao recebe pena privativa de liberdade

Zé Brasil

15 de novembro de 2011 às 09h58

As denúncias contidas no depoimento desta estudante são graves por demais e não são toleráveis num Estado Democrático de Direito.
Elas tem quer ser investigadas pelo Ministério Público de SP, naturalmente com o acompanhamento cerrado da blogsfera. A Secretária de Direirtos Humanos fica nos devendo de antemão um pronunciamento a respeito deste fato. Do mesmo modo esperasse um pronunciamento da sempre onipresente OAB sobre o assunto. Os órgãos de defesa dos direitos humanos do País do mesmo modo não se pronunciaram ainda quando já deveriam repercutí-los nacional e internacionalmente. Este é o modo democrático de governar dos tucanos: porrada e imprensa de bico calado. Vergonhoso!
A sutileza dos pretensos coquetéis molotov chega à beira do ridículo: garrafas de uísque com dois dedos de gasolina(?) dentro.

Responder

Maxwell

15 de novembro de 2011 às 07h14

Os policiais também picharam a parede, né?
http://www.claudiohumberto.com.br/OlalaCMS/upload…

Responder

JUra

15 de novembro de 2011 às 00h12

É fácil comprovar – ou não – se as garrafas foram produzidas pelso estudantes: eles eram apenas 72, todos foram ficahdos e garrafas são excelentes fontes de impressões digitais.

Basta a perícia apresentá-las.

Responder

SILOÉ-RJ

15 de novembro de 2011 às 00h03

Rodas não é privilégio da USP, carroças também têm.

Responder

    M. S. Romares

    15 de novembro de 2011 às 02h42

    A USP tem Rodas mas não tem direção. Parece que não pagou o seguro obrigatório e está com o IPVA atrasado.

SILOÉ-RJ

15 de novembro de 2011 às 00h00

Enquanto isso… No país mais democrático do mundo, onde o direito de se expressar, de ir e vir, são sagrados. A polícia de lá baixa o sarrafo nos cidadãos com a mesma desculpa daquí!!!,
Desordem pública, drogas, etc… etc… blá…blá…blá…
Pelo visto todos vão ter que morrer de fome, caladinho!!! caladinho!!!
Será que os EEUU viraram DITADURA???

Responder

Fábio

14 de novembro de 2011 às 21h37

Para a maioria da população brasileira, os fatos acontecidos na USP não lhe dizem respeito. Esse discurso de alguns uspianos "revoltados" só enfraquece a luta socialista. A demanda desses descontentes não encontra apoio na grande massa trabalhadora, nem na classe média progressista. A maioria dos trabalhadores não usa drogas ilícitas, tampouco se simpatiza com essa causa. A mídia de direita já está usando esse incidente para desmoralizar toda a esquerda. O ocorrido na USP só revela as debilidades do outrora forte movimento estudantil brasileiro, sem falar no oportunismo político de alguns docentes contrários a gestão da atual reitoria. Ou seja, nada que fortaleça os movimentos progressistas.

Responder

Bonifa

14 de novembro de 2011 às 21h09

Isso seria de uma importancia transcendental. Prova inconteste de que São Paulo permanece na ditadura de 1964.

Responder

Pedro Lomba

14 de novembro de 2011 às 19h34

Hoje em dia andamos de cabeça erguida e somos respeitados no mundo todo graças ao nosso grande, amado e eterno presidente Lula.

Responder

Rafael Bolini

14 de novembro de 2011 às 19h31

"Tava cheio de spray, ou melhor, gás lacrimogênio". É, tudo a mesma coisa mesmo. Mas o melhor é a tortura psicológica: "Vocês se arrepender amargamente!" KKKKK, dava um episódio do Boça!

Responder

    cronopio

    15 de novembro de 2011 às 10h20

    Vamos fazer assim, Rafael Bolinha, a gente pega você como cobaia numa sala fechada. Você toma umas cacetadas na cabeça, é jogado na sala e aí terá que adivinhar se o que tem lá dentro é spray de pimenta ou gás lacrimogênio. Topa?

Julio/Contagem-MG

14 de novembro de 2011 às 18h39

Me engana que eu gosto, puliça de sumpaulo e psdBUNDA, eu ainda não esqueci da bolinha de papel.

Responder

mauro silva

14 de novembro de 2011 às 18h12

Antes dos milicianos desligarem a energia, a rede golpista de tv mostrou uma sala por onde os policiais começaram a invasão da reitoria: ela estava intacta.
depois, mostraram, na mesma sala, um monturo de escombros que forjaram para atribuí-los aos estudantes.
foi uma armação tão grotesca quanto o 'suicídio' do Herzog, assassinado dentro de uma cela por terroristas torturadores fardados.
Essa escumalha que governa São Paulo, os 3 poderes, são totalmente desclassificados.

Responder

Fabio_Passos

14 de novembro de 2011 às 18h09

Esta polícia compõe grupos de extermínio especializada em assassinar jovens pobres e faz acordos com o crime organizado seguindo ordens do governador geraldo alckmin.

Criminosos são estes covardes que usam o Estado para reprimir manifestações ao invés de dialogar.

Responder

FrancoAtirador

14 de novembro de 2011 às 17h33

.
.
EM 2011, O ATENTADO DO RIO-CENTRO, DE TRISTE MEMÓRIA, FEZ 30 ANOS.

E A EXTREMA-DIREITA CONTINUA COM SUAS TÁTICAS DE GUERRA SUJA.
.
.

Responder

filho

14 de novembro de 2011 às 16h31

nenhuma surpresa, este é o estilo tucano de governar…

Responder

O Maldoror

14 de novembro de 2011 às 16h19

..a verdade é que a PM pode muito bem "arranjar" uns assassinatos perto da USP se ela for " despedida"… eu não duvido de nada…

Responder

Fabio_Passos

14 de novembro de 2011 às 14h24

É a polícia política do psdb em ação.

Qual é a moral de cerra, fhc e outros tucanos que lutaram contra a ditadura e agora estão enamorados com os patrocinadores da ditadura… e hoje cometem as mesmas práticas criminosas da ditadura?

E toda a farsa da polícia política apoaida pela mídia-corrupta: rede globo / quadrilha veja / estadão / fsp.

Responder

cronopio

14 de novembro de 2011 às 14h14

Não Importa a opinião política de vocês, trata-se de um fato: os coquetéis molotov foram plantados na reitoria. Por dois motivos:

1) Os alunos não possuíam reserva de gasolina ou petróleo, material necessário para o produção de molotovs. O único combustível disponível era o díesel do gerador, que não é explosivo o bastante. O díesel pode até ser usado como potencializador, nunca sozinho. Além disso, os reservatórios de combustível dos geradores estavam intocados.

2) A quantidade de líquido nas garrafas é irrisória, um coquetel molotov eficiente precisa estar cheio pelo menos até mais da metade. Caso contrário, produz um efeito irrisório ou nulo.

desafio alguém a fazer um coquetel molotov eficiente apenas com óleo díesel.

Responder

Zé Mário

14 de novembro de 2011 às 14h07

Este filme nós já vimos na mesma mídia golpista no episódio da invasão do MST àquela fazenda, onde eles mostraram exaustivamente a destruição de uma imensa plantação de laranjas, o que não se confirmou depois. Enquanto não houver uma regulamentação dessa imprensa partidária, estaremos sempre correndo sérios riscos.

Responder

Conservador316

14 de novembro de 2011 às 13h50

Os estudantes estavam em paz. Comendo sucrilhos, e tomando toddynho.

Responder

    Scan

    14 de novembro de 2011 às 15h18

    E você? Já tomou o seu hoje?
    Então coloque as pantufas do Mickey e já para caminha!
    O que esperar dum cara que se identifica como "Conservador"?

    SILOÉ-RJ

    15 de novembro de 2011 às 00h20

    É isso aí Scan põe ele de castigo!!!

    M. S. Romares

    15 de novembro de 2011 às 02h39

    Scan, conservador é porque o cérebro está conservado em formol.

Zé Francisco

14 de novembro de 2011 às 11h31

O Choque é a SS do PSDB. Sua atuação, além de cumprir o mandado de reintegração, foi a de montar um cenário favoravelmente político ao governo, através da depredação dos móveis e apresentação das bombas incendiárias.

Quem tem carta branca para assasinar, produzir um cenário é coisa de criancinha. Aliás, quem pode o mais, pode o menos.

Responder

Antonio

14 de novembro de 2011 às 11h29

É o desgoverno de SP. mentiroso, truculento, violento, covarde e detonador do Estado e da Sociedade. Vou festejar muito quando sairem do poder.

Responder

SILOÉ-RJ

14 de novembro de 2011 às 11h16

Quem vivenciou o período da ditadura, sabe muito bem como eles agem e do que eles são capazes.
(Vide episódio RIO CENTRO)

Responder

    angelo

    14 de novembro de 2011 às 13h54

    Não fosse também a índole do capitão Sérgio Macaco, a serviço do povo, hoje, reinaldos azevedos da vida e cia. estariam enchendo as bocas imundas pra dizer que comunistas terroristas mataram 10.000 pessoas levando o bairro de São Cristóvão aos ares na explosão do gasômetro.

    Só não contavam que Sérgio Macaco diria 'NÃO'.

    O Maldoror

    14 de novembro de 2011 às 16h23

    ReiNazi Azedo!…o cara mais sinistro da mídia….mas o Tonny Berllota esta chegando lá…está aprendendo rápido como fazer péssimos textos facistas…

    SILOÉ-RJ

    14 de novembro de 2011 às 23h45

    Certíssimo, e bem lembrado, Angelo. Esse ainda é um grande injustiçado!!!
    E por isso foi preso, execrado, expulso do exército. Só com a anistia, depois de longa batalha teve os seus direitos recuperados. Morreu pobre, quase no ostracismo, e até hoje não teve o justo reconhecimento da sociedade brasileira.
    Espero que a Dilma faça isso e rapidinho!!!
    Pois se não fosse êle boa parte de nós cariocas não estariamos aqui para contar.
    Colocar o seu nome na galeria de HERÓIS desse país e lhe render todas as honrarias, é o mínimo que podemos fazer.

    Geysa Guimarães

    14 de novembro de 2011 às 19h20

    Concordo. Mas sei também do que certos guerrilheiros (catalogados como terroristas-assaltantes) foram e são capazes, pela "DEMOCRADURA" que instalaram em São Paulo.
    Essa demonização de um lado só não serve à Verdade.

Paulo

14 de novembro de 2011 às 11h01

A Polícia Militar agiu por vingança (vale pensar na questão). Além disso, a Reitoria é enorme: por qual motivo o térreo ficou destruído? Em salas da Reitoria tinha computadores novos, em caixas, que poderiam ser levados na boa dali, e não foram; tinha diversos processos, e não foram mexidos. E tem mais: a quantidade de gasolina desses "Molotov" não causaria impacto relevante (o que quero dizer é que seria subestimar a inteligência de quem vê alguma coisa dessas). A imprensa teve acesso aos espaços que deveriam ficar obstruídos. Enfim, a Reitoria, a Polícia Militar e a imprensa fizeram um jogo para justificar o uso da violência. Foi para incriminar e plantar provas. Fora que a cobertura da imprensa é respaldada pelo governo estadual por contratos sem licitação de assinaturas de jornal, ou seja, a Folha e o Estado não vão jogar contra o principal comprador e mantenedor orçamentário, sabendo que está em queda livre a compra e a assinatura dos jornais.

Responder

    dukrai

    14 de novembro de 2011 às 13h46

    o coquetel molotov dos puliça tá com pouca gasolina, tem que encher a garrafa quase toda, deixando vazia só a parte fina da boca da garrafa. atenção, não tente isto em casa rs

    Jairo_Beraldo

    14 de novembro de 2011 às 15h17

    Tá pensando que é fácil coletar urina?

    dukrai

    14 de novembro de 2011 às 17h21

    nem guaraná sobrou rs?

Eunice

14 de novembro de 2011 às 10h59

Se perguntarmos a policiais se eles mataram alguns pequenos delinquentes de bairros, bem conhecidos, e que o bairro todo viu sair de mãos na cabeça dentro de uma viatura, eles vão "provar" que não. Que o cara se matou no porta-malas.

Responder

Eunice

14 de novembro de 2011 às 10h57

Está faltando uma boa entrevista com os estudantes perguntando a eles, qual o objetivo, o que queriam, o que a sociedade iria ganhar. Faz quanto tempo que lutam, etc. Eu vi a mídia malhando os estudantes mas não ouviu eles. Na Inglaterra e States também foi assim, antes desclassificar, só quando aperta é que entrevistam. Efeito manada.

Responder

marcus fitz

14 de novembro de 2011 às 10h39

1.Os estudantes não produziram os coquetéis molotov apresentados pela polícia como sendo deles;
Se não foram eles que provem então.
2.Uma estudante foi espancada e amordaçada pelos policias;
Essa estudante fez corpo delito e entrou com denúncia contra a PM?
3.As mulheres sofreram ameaças verbais de policiais militares;
Que tipo de ameaça? Não gravaram – deveriam estar com celulares no mínimo.
Fica difícil acreditar apenas na palavra.
4.Os estudantes picharam as paredes, mas não provocaram a destruição atribuída à ação deles pela mídia.
Pichar também é ato de vandalismo, já que está destruindo um patrimônio.
Assim fica complicado concordar com os alunos da USP.

Responder

    Aline C Pavia

    14 de novembro de 2011 às 10h47

    O ònus da prova num estado democrático de direito é de quem acusa.

    Pedro Germano Leal

    14 de novembro de 2011 às 12h12

    1. Não se pode oferecer prova negativa (o epiquirema só pode ser positivo, caso contrário há uma falácia do apelo a ignorância e neste caso uma inversão do ônus da prova). Quem tem que provar que pertence e foi fabricado pelos estudantes é a polícia;
    2. Informe-se. Certamente ela fez o exame, quanto a sua atitute, é difícil prever. Quer ela reporte formalmente (o que perfeitamente pode dar em nada, haja vista a impunidade da PM de SP pelos crimes que comete), quer não, não altera-se e o fato;
    3. Se quiser saber que tipo de ameaça, mais uma vez, informa-se. Sobre estarem com celulares, não significa nada: a PM não permitiu sequer que a imprensa estivesse no local;
    3.1. Sobre ser difícil acreditar apenas na palavra, você cria uma contradição grosseira, já que a PM apresenta apenas com a palavra a relação entre os estudantes e os coquetéis molotov (faço questão de dizer que o armamento mais ESTÚPIDO para se utilizar dentro de um prédio é o molotov. É ridículo que alguém pense que os estudantes tenham preparado tão caprichado arsenal para colocar fogo… em si mesmos!);
    4. Pixar não é necessariamente destruir um patrimônio, já que o mesmo não estará destruído/perdido. E se deve criticar os estudantes pelo que fizeram, e não pelo que não fizeram. Quer dizer que, por eles terem pixado uma parede, a imprensa/polícia (nesse caso nem tão distantes) podem atribuir qualquer barbaridade aos estudantes?
    5. Assim fica complicado acreditar que você sabe elaborar um raciocínio formal correto.

    Scan

    14 de novembro de 2011 às 12h14

    O ônus da prova é da polícia, não dos estudantes.
    Veja a que ponto chega a indigência intelectual de alguns cretinos: "Fica difícil acreditar apenas nas palavras". Pelo jeito isso vale apenas para os estudantes: a polícia tem toda a credibilidade, né seu Marcus? A polícia não tem que provar nada, afinal ela é "otoridade".
    Se ela mostra as garrafas, basta para que certos imbecis acreditem piamente.

    Ze Duarte

    14 de novembro de 2011 às 13h57

    O ônus da prova é da estudante que acusa a polícia de plantar provas.

    edv

    14 de novembro de 2011 às 17h17

    Pela ordem: isso só depois que a polícia dizer (com provas) quem fez os molotovs.

    cronopio

    15 de novembro de 2011 às 10h14

    Acho que ele estava fazendo uma piada, só pode… vou utilizar o comentário do Zé Duarte em aula, para explicar o que é um sofisma. Claro que os leitores aqui do Viomundo são vacinados e logo perceberam o problema: ele inverte a ordem das acusações, o que lhe permite trocar os efeitos pelas causas. A primeira acusação foi feita, de modo espalhafatoso, pela polícia. Mas aqui ninguém é tonto, por que não tenta convencer os leitores da Veja, espertão?

    angelo

    14 de novembro de 2011 às 13h50

    1. Além do ônus da prova ser de quem acusa, as supostas provas foram obtidas de forma ilegal. Trancaram as portas e tiraram identificação da farda, assinando atestado de culpa, ou melhor, ou pior, de dolo. Tais supostas provas, portanto, em sendo ilegais, não podem ser apresentadas no tribunal.

    2. Várias testemunhas ouviram gritos de uma estudante e denunciaram, mencionando parecererem urros de pessoa torturada, antes de ter contato com a citada mulher. Ela por sua vez denunciou tortura. Bate.

    Luiz Henrique

    14 de novembro de 2011 às 16h57

    Este tipo de opinião reflete bem o confronto.
    Tamanha ignorância, é melhor ignorá-la.
    Querer convencer alguém que não quer ser convencido é igual "dar murro em ponta de faca"
    Policial pensa que nem ele.

    marcia fernandes

    14 de novembro de 2011 às 17h44

    Todo cidadão é inocente até prova em contrário. Fica difícil acreditar é no sr, marcus fitz.

    JUra

    15 de novembro de 2011 às 00h30

    É muito fácil provar: são apenas 72 suspeitos, todos eles identificados e fichados, e garrafas são excelentes fontes de impressões digitais. Mas a Polícia Científica – ou seja, a própria polícia – sequer se deu ao trabalho de fazer uma perícia. Ou, se fez, não achou nada. Se tivesse achado, teria apresentado na hora, junto com as garrafas.

    E a imprensa vergonhosa, fotografa a exposição montada pela polícia como qualquer apreensão de entorpecentes – da inteligência, é claro – e sequer exige a apresentação de provas.

    SILOÉ-RJ

    15 de novembro de 2011 às 00h30

    Mesmo que se prove tudo que foi enumerado, vc não acreditará, Não é???
    Então não torra o saco!!!
    Caraca!!! Ainda bem que vcs são minoria.

joão33

14 de novembro de 2011 às 10h09

os verdadeiros criminosos , govenador de são paulo , reitor rodas , policia militar , uma cpi sim e tambem seria bom investigar melhor o caso do aluno morto no assalto , já fazia tempo que alguem não dormia direito .

Responder

damastor dagobé

14 de novembro de 2011 às 10h09

se conselho fosse bom..etc…etc..mas acho que ninguém pode acusar o judeu-chileno Ariel Dorfman de "direitista"…então dar uma passadinha de olhos em seu livro Uma Vida em Trânsito, um tipo de livro de memorias, iria ajudar em muito o pessoal se dar conta da semelhança de nossa esquerda no momento atual
com o govêrno Allende, em seu breve tempo. E talvez minimizar os mesmo erros que estão sendo cometidos.. arrogância, descuido com o perigo, e principalmente o medo que causam na "maioria silenciosa", essa expressão muito significativa cunhada pelo ex-presidente Richard Nixon, ou o General Westmoreland, o dos "corações e mentes", outro bom frasista da mesma safra de direitistas a moda antiga…

Responder

Ramalho

14 de novembro de 2011 às 10h06

Os que ainda têm dúvidas sobre a catástrofe que o PSDB paulista causaria ao Brasil, caso chegasse ao governo federal, deveriam lembrar de que, em SP, a polícia paulista bateu em professores (tendo infiltrado pelo menos um policial em manifestação dos mestres), em estudantes e, até, em policiais. Invadiu universidade mais de uma vez. Deveriam lembrar, ainda, de que a elite governante paulista carrega nódoas indeléveis como o massacre do Carandiru e a matança praticada por policiais, como resposta ao levante do PCC. Têm de observar que, diferentemente do que acontece no governo federal, nenhuma resposta às denúncias de corrupção prospera em SP, embora a elite política paulista esteja muito longe da santidade. Por fim, mas não por último, precisam recordar do descalabro que foi o governo psdbista de Fernando Henrique.

Hoje, um governo federal psdbista de base paulista uniria a incompetência e roubalheira do governo Fernando Henrique (que pegou a dívida pública em cerca de 20% do PIB e deixou-a em cerca de 60%, indicativo de que foram roubados 40% do PIB, pois nada foi aplicado em serviços estatais, como comprova a degradação deles no período fernandista) com práticas de acobertamento de corrupção e uso de ações truculentas contra trabalhadores e estudantes, tão ao gosto do psdb paulista. Seria o pior dos mundos.

Responder

cronopio

14 de novembro de 2011 às 09h40

Um absurdo. Hoje, da Falha de São Paulo, há uma declaração do Rodas de que os alunos tinham "gasolina acumulada". Mentira! A única substância inflamável disponível era o óleo díesel utilizado pelos geradores (e os estudantes não mexeram nele!). É impossível fazer coquetéis molotov sem gasolina, somente com óleo díesel. Em vez de ficar inventando mentiras, o reitor poderia explicar o que fez com os 30 milhões de reais da usp em terrenos espalhados pela cidade, elucidar por que contratou dois acessores não concursados (o que lhe vale um processo) e justificar a compra de um único tapete para seu escritório pessoal, no valor de 32 mil reais. Por que a mídia que vocifera contra a corrupção não diz nada sobre isso? Quem é o corrupto aqui?

Responder

    Eunice

    14 de novembro de 2011 às 10h52

    Vamos derrubar ele. O Reitor de Brasilia caiu por um cestinho de lixo e uma canetinha.

Ze Duarte

14 de novembro de 2011 às 09h38

Claro, vamos todos acreditar na versão da estudante. Vira tudo verdade! Porque alguém acreditaria em pessoas que escondem o rosto e não respeitam a decisão dos próprios pares?

Aliás, nem dá pra saber se ela estava lá né? Estava escondendo a cara…

Também é de se perguntar porque quebraram as câmeras…

Isso se resolve facilmente: pega as digitiais das garrafas. Aí quando sairem as digitais dos estudantes, vão dizer que plantaram as digitais, obrigando os estudantes a tocarem nas garrafas…

Responder

    JUra

    15 de novembro de 2011 às 00h17

    Excelente idéia! Eu disse a mesma coisa abaixo. Mas só concordo nisso: tenho certeza que essas digitais nunca irão aparecer…

    E você reparou que beleza de molotovs que eles produziram? Todos iguaizinhos, no mesmo nível, garrafas limpíssimas, estopins engomados… um luxo! Nada a ver com as pichações e a bagunça – que também foram plantadas. Por outra equipe, é claro!

Mari

14 de novembro de 2011 às 09h12

Saafdeza em 360 graus

Responder

José Ruiz

14 de novembro de 2011 às 09h03

Atiraram no que viram e acertaram no que não viram… vão acabar despertando o ME..

Responder

leandro

14 de novembro de 2011 às 08h13

Certo. Espancada. Porque no exame de corpo de delito não apareceu nada??

Responder

    GilTeixeira

    14 de novembro de 2011 às 09h42

    pq os trogloditas são treinados para bater e não deixar marcas, meu querido!

    Gerson Carneiro

    14 de novembro de 2011 às 10h31

    Só uma demonstração prática com você como cobaia o fará entender. Não queira passar por isso.

    leandro

    14 de novembro de 2011 às 15h54

    Deixa de ser ingenuo. Voce acha que filinhos de papai com grana para pagar bons advogados iam ser torturados e ninguem saberia? Só quem apanha da policia no Brasil é pobre, o que não é a realidade de quase todos os envolvidos.

    Gerson Carneiro

    14 de novembro de 2011 às 18h41

    Deixa de ser ingênuo. Voce acha que o Alckmin colocaria todo aquele efetivo policial para repreender e plantar provas contra filinhos de papai?

    luiz pinheiro

    14 de novembro de 2011 às 21h32

    Filhinho de papai não ocupa universidade, filhinho de papai reclama da falta de estacionamento e segurança, e depois vai fazer compras no shopping.

    marcia fernandes

    14 de novembro de 2011 às 18h00

    E o conteúdo das garrafas? Está provado que era gasolina? e de onde veio essa gasolina? Debaixo do tapete do do Rodas, de 32 mil reais? fizeram a perícia? Ah, me poupe!

Alvaro Tadeu Silva

14 de novembro de 2011 às 04h45

A Cidade Universitária Armando Salles de Oliveira, principal campus da USP, foi invadida 3 vezes em sua história: a primeira, em 1968 por volta da edição do AI-5. Encontraram pílulas anticoncepcionais (novidades na época) nos alojamentos do CRUSP (Conjunto Residencial da USP) e as exibiram como "material subversivo". As outras duas invasões foram sob o governo Serra (História/Geografia) e Geraldo Alckmin, com a mega invasão da PM. Cinco soldados para cada estudante na reitoria. Agora exibem coquetéis Molotov. Os estudantes não são burros, iam enfrentar uma polícia armada até os dentes com coquetéis Molotov?

Responder

lucas

14 de novembro de 2011 às 03h49

O "kit terrorista feliz" é algo gravíssimo! Passível de uma CPI. Nunca, nas N ocupações de reitoria, jamais coquetéis molotov foram usados pelo Movimento Estudantil. Aliás, seria uma burrice jogar coquetel molotov quando se está preso dentro de um prédio, ainda mais contra uma força milhões de vezes mais forte, ainda mais sabendo que isso seria transformar-se de vítima em vilão. O fato é que o diferencial do evento "Ocupação de Reitoria" deste ano é o interesse político-midiático. Nunca teve tanta Imprensa sedenta por sangue, nunca estudantes foram indiciados em formação de quadrilha por atuação política. Por isso, sinceramente, não acredito que a molecada da ocupação (ainda mais com a quantidade de gente se revezando lá dentro, e pessoas "normais", alheias ao Movimento Estudantil, visitando a ocupação) não acredito que a molecada tenha decidido inovar e feito tal burrice, de fazer coquetéis molotov (aliás, tão bem-feitinhos que realmente parece um "kit terrorista feliz" para expor em vitrine).

Responder

simas

14 de novembro de 2011 às 02h52

Eu não acredito q os estudantes tenham amontoado tanto entulho, como o mostrado pela mídia… Eu, da mesma forma, desconfio da apresentação feita pela Força Pública, de coquetéis molotov, da maneira como o foi. Estava tudo, lá, a um bom tempo, como se fora uma demonstração de malfeitos… Outra coisa, foi o "close" , de uma garrafa de bebida, alcoólica… Meio estranhas, essas cenas… todas fáceis de serem forjadas. De tudo q assisti, nas várias mídias, nada apontou pra uma conduta, maldosa dos estudantes… Inclusive, eu assisti, na rede globo, sempre mafiosa, comentários de cenas, qdo da invasão… esclarecendo e mostrando q os garotos haviam respeitado as várias salas onde funcionavam as atividades administrativas da USP… Tudo apontando estar da maneira q foi deixado, no último dia de trabalho… Aqueles montes de processos, por sobre as mesas, arrumadinhos… A própria globo mostrou q os garotos não abagunçaram com nada, no prédio invadido. Apenas, aquela montanha de caixas, cadeiras quebradas, papéis velhos… num canto (q canto?… ); apenas, aquela garrafa de bebidas, safadamente solta, numa mesa, e os tais coquetéis…. enfileirados, pra apresentação.
Eu não confio na Força Pública. Vc confia?

Responder

    Ze Duarte

    14 de novembro de 2011 às 09h41

    Achei que tudo que passasse na Globo era mentira… estou confuso…

    Eunice

    14 de novembro de 2011 às 10h51

    Claro que não é tudo mentira. Ontem mesmo li o Estadão e aproveitei muita coisa. Até lixo reciclado serve a algo. Mas nesse caso a pessoa que assite tem um nível mínimo para separar o lixo. O problema com essas mídias picaretas é que elas atingem pessoas ignorantes, e que não podem separar o lixo,entende?

    Ze Duarte

    14 de novembro de 2011 às 13h53

    Entendi… lixo é sempre quando falam aquilo que não queremos ouvir ou quando criticam amiguinhos, né?

    cronopio

    15 de novembro de 2011 às 10h08

    Quem só lê jornalismo de baixo nível,

    acaba por atingir o mesmo tipo de argumentação…

    Leia a matéria de Conceição Lemes

    sobre o papel do reitor no julgamento de crimes contra a humanidade

    cometidos durante a ditadura.

    Se tiver estômago, tente defendê-lo…

    luiz pinheiro

    14 de novembro de 2011 às 21h25

    Não acredito que voce esteja confuso, Ze Duarte. Acho que voce está é querendo confundir. Mas voce subsestima a inteligência das pessoas, por isso não vai conseguir.

    Ze Duarte

    15 de novembro de 2011 às 21h25

    eu só acho curioso como as pessoas gostam de acreditar somente no que lhes convém

    M. S. Romares

    15 de novembro de 2011 às 02h47

    Voce não está confuso: voce É confuso.

    @danilomendes

    17 de novembro de 2011 às 14h20

    Já ouviu falar me dialética?
    Inclusive, querem saber, leio Folha de São Paulo, de vez em quando leio até Veja! Mas também leio carta capital e alguns blogues ditos progressistas como esse.
    Ninguém é imparcial, mas quando você lê vários veículos, em várias perspectivas, você se aproxima mais disso.

Polengo

14 de novembro de 2011 às 02h37

Olhando bem essas garrafas, não parece que é um restinho do Whisky que teria sobrado da reunião onde a cúpula de segurança de são paulo decidiu botar a PM pra realizar seu show ditatorial?

Responder

    Fabio_Passos

    14 de novembro de 2011 às 14h24

    Boa. Muito mais provável.

    Jairo_Beraldo

    14 de novembro de 2011 às 15h15

    Polengo, nem para disfarçar, esses anacéfalos tiveram "uma boa ideia" (51) …. estudante beber wisky é realmente coisa de demente policial….bem os definiu Einstein – "nasceram com cérebro por engano, bastava-lhes a medula espinhal".

    cronopio

    15 de novembro de 2011 às 10h21

    Total, nunca vi uma festa na USP com wisky. Mais essa ainda….

Polengo

14 de novembro de 2011 às 02h34

No Rio, a polícia exibe fuzis, armas apreendidas, toneladas de drogas, traficantes presos, etc., após a ação na Rocinha.
Em São Paulo, a polícia exibe orgulhosamente 6 garrafinhas com um restinho de chá, após a ação na USP.

Responder

    Marcos C. Campos

    14 de novembro de 2011 às 10h39

    é uma questão de coragem e determinação do poder público , no Rio tenta-se , pelo menos , conter o poder paralelo dos traficantes e milicias nos morros e favelas. em São Paulo, deter a "criminalidade" é enfrentar o movimento estudantil (de uns 100 estudantes) enquanto deixa-se o PCC dominar : os presídios , a cracolândia, a distribuição de cocaína, o comércio ilegal de armas e etc etc etc.

    Prioridades.

    .

Gerson Carneiro

14 de novembro de 2011 às 02h24

As garrafas todas limpinhas, com os rótulos devidamente retirados, e a gasolina em todas elas nivelada na mesma altura. Os estudantes teriam tempo e controle emocional para produzirem tais artefatos com todo esse capricho artesanal?

Responder

    NELSON NISENBAUM

    14 de novembro de 2011 às 09h04

    Excelente, reparei nas mesmas coisas… kkkkk!!!

    Gerson Carneiro

    14 de novembro de 2011 às 10h49

    Polícia idiota. Acha que só ela é esperta.

    Jairo_Beraldo

    14 de novembro de 2011 às 15h25

    Os milicos são um bando de espertos que reunidos, formam uma multidão de idiotas.

    Geysa Guimarães

    14 de novembro de 2011 às 19h14

    Jairo:
    Não generaliza. Ainda há pouco os telejornais mostraram uma moça que dirigia o próprio carro sob a mira de 3 bandidos, caras de monstros. Teria passado atrocidades, não tivesse encontrado uma blitz da polícia em famosa avenida de São Paulo.
    Tem muita coisa boa que SÓ a polícia faz. Sequestrados libertados do cativeiro, por ex., podem te dizer.

    Jairo_Beraldo

    14 de novembro de 2011 às 21h39

    Não só idiotas…são assassinos e mentirosos também!!!

    Conservador316

    15 de novembro de 2011 às 13h56

    Então faz o seguinte. Quando um bando de assaltantes invadir a sua casa não chame a polícia ok?

    Pois muita gente reclama da policia (principalmente os progressistas),mas quando a coisa aperta correm para chamar a policia.

    Jairo_Beraldo

    15 de novembro de 2011 às 14h37

    Mas Conservador316, a ultima vez que "ocupei" esta corja, foi em 1992, quando para justificar o atraso de 3 h do chamado de SOS, quiseram me dar um " desacato " por dar um "OBRIGADO" pela presteza deles…cara, falo com autoridade, não por só ver as atrocidades destes inúteis à sociedade civil. E esqueci de dizer, que – "Não só idiotas…são assassinos e mentirosos também!!" – que também ocultam cadáveres.

    george

    14 de novembro de 2011 às 12h04

    Eu pensei que eles fossem plantar um tijolo de maconha. Talvez pq nao tivesse na hora. Nao consigo acreditar que tem gente que engole essa historia de molotov dos alunos. Ta cara que foi plantado pela policia.

    george

    14 de novembro de 2011 às 12h10

    As garrafas tem tamanhos diferentes com pedacos de panos (pavio) tb de tamanhos diferentes. E todas estao com o nivel de combustivel(?) iguais. Muito estranho…. parece mesmo forjado pra aparecer na TV.

    Jairo_Beraldo

    14 de novembro de 2011 às 15h19

    E tu acha que a DENARC paulista ia emprestar???? Pra puliça militar??? Voce está de brincadeira!!!!!

    Flávio F. Farias

    14 de novembro de 2011 às 11h26

    A lei da entropia aplicada a movimentos sociais mostra que não é o comportamento normal das partículas. Em um movimento entrópico, os cartazes, objetos (inclusive os coqueteis molotovis) estaria obedecendo a estas leis. Não é o que se vê. Gerson, sempre que vejo fotos de manifestações ou coisa do tipo, procuro por estes indícios. Fica fácil observar quando a coisa é montada.

    Gerson Carneiro

    14 de novembro de 2011 às 21h51

    Se você observar os elétrons todos estão girando para direita, fosse feito pelos estudantes girariam para a esquerda.

    Eric Massoni

    15 de novembro de 2011 às 16h06

    E os desenhos rupestres que os baderneiros picharam na parede portando coquetel molotov? Acreditar que foi obra da polícia é muita ingenuidade e ignorância, é acreditar no discurso de pessoas sem caráter e oportunistas, muitos dos quais nem estudantes eram. A lei foi muita branda com eles, faltou punição!

    Rodrigo Leme

    15 de novembro de 2011 às 16h13

    É, como ficaram só 5 minutos no prédio da reitoria, não imagino que tivessem tempo. Ainda se tivessem ficado 5 dias lá, daria tempo, né? Mas como foi rapidinho, nem dormiram lá nem nada, não é mesmo?

    Sabe o que poderia inocentar os "estudantes"? As câmeras do circuito interno, aquelas que eles destruíram ao invadir o prédio…essa PM viu, combinou até com os invasores o que fazer…

    E claro, as pinturas na parede da reitoria de "estudantes" com coqueteis molotov na mão foram obra do Michaelangelo que a PM tem contratado para apoiar essas ações de plantar provas.

    Cada uma, viu…é o campo esquerdista de distorção da realidade.

Rios

14 de novembro de 2011 às 02h19

Já imaginaram essa repressão no Brasil inteiro?

Responder

    GilTeixeira

    14 de novembro de 2011 às 10h14

    Pois era exatamente assim nos tempos da ditadura!

    Lu_Witovisk

    14 de novembro de 2011 às 11h14

    é disso que tenho medo… SP ta de laboratorio da ditadura. Não podemos deixar essa M espalhar…


Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Blogs & Colunas
Mais conteúdo especial para leitura