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Diário da Resistência


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Alunos da ECA/USP: “Está sendo praticado o antijornalismo”


13/11/2011 - 10h43

Moção de repúdio dos estudantes de Comunicações e Artes da ECA/USP

do Escrevinhador, sugestão de FrancoAtirador

Nós, estudantes de Comunicações e Artes da ECA/USP, viemos explicitar o nosso repúdio à maneira como a imprensa hegemônica tem exposto os acontecimentos recentes no campus da USP.

Estamos constrangidos com a maneira preguiçosa e irresponsável como a imprensa e a televisão têm feito seu trabalho, limitando-se a vender o espetáculo originário de uma cobertura superficial e pautada no senso comum.

Entendemos as comunicações e as artes como agentes essenciais na conscientização e na transformação da sociedade. Para isso, o jornalismo não pode ser um mero reprodutor de discursos circulantes, mas sim um instigador de debates e inquietações.

O que assistimos recentemente foi uma reprodução incansável de estereótipos, que só serviram para manipular a opinião pública contra as lutas que são primordiais dentro do campus.

Como estudantes de universidade pública, é também nosso papel questionar a maneira como a mídia trata os movimentos sociais, principalmente como ela tem tratado o movimento estudantil. Buscar entender as raízes do problema exige apuração minuciosa, princípio básico do jornalismo. Posições existem, mas elas não podem ocultar ou distorcer fatos.

O nome do que está sendo praticado é antijornalismo. A sociedade não financia a nossa formação para sermos profissionais como esses.

Escola de Comunicações e Artes
Assembleia Geral dos estudantes da ECA

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137 comentários

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cronopio

18 de novembro de 2011 às 13h34

Apenas uma informação, pessoal: a assembléia da Física foi interrompida pela entrada de um aluno armado de uma pistola automática. O aluno ora manuseava a arma em seu dedo indicador, ora a colocava sobre seu colo. A assembléia julgou ser uma atitude de intimidação que colocava em risco a vida de todos os presentes e achou por bem interromper a assembléia. Soube-se, posteriormente, que o aluno é policial (ainda não sei se estudante da polícia ou policial profissional).

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Lucinda G Mariano

15 de novembro de 2011 às 17h21

Realmente somos um povo despolitizado e de tempos em tempos elegemos alguns cliches para dar conta do nosso incomodo com o poder, como vamos criticar o governador de São Paulo, sem que a Veja, Globo, Estão e Folha nos deem os argumentos. Ah! mas estes órgãos da imprensa classificaram os estudantes de privilegiados, filhinhos de papai, e maconheiros, e mais estão na universidade pública. Hoje professor de escola pública não pode se manifestar, funcionário público idem, e estes estudantes folgados e privilegiados que estão usando dinheiro do povo para estudar, alguém deve avisá-los o privilégio pelas suas consciências;, e que também perderam a liberdade a partir do momento em que ingressaram na Universaidade Pública. Usar maconha é crime? Pensei que a lei não criminalizasse os usuários, bom devo ter sonhado com está lei. Outro sonho é a existência de serviços de saúde pública que possam atender os dependentes químicos que queiram se livrar do uso das drogas.

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FranX

15 de novembro de 2011 às 15h56

Se o objetivo da PM/sp é prender jovens usando drogas, por que não foi 'dar plantão' em Paulínia -SP, no SWU?

Responder

    FranX

    15 de novembro de 2011 às 18h54

    Marius Fartes

    17 de novembro de 2011 às 17h01

    BOA PERGUNTA!!

    Mas são dois casos um pouco diferentes e eu acho que a gente deve considerar duas coisas:

    1 – rola droga faz muito tempo na U$P
    2 – o festival é anual, bem pago (imposto$) e, se proibissem a droga, não ia rolar…

    Nos dois casos, a PM – igualzinho a cães treinados – simplesmente faz (ou NÃO faz) o que mandam.

    E QUEM TEM GRANA MANDA, VÉIO!!

Marat

15 de novembro de 2011 às 15h24

É preciso ocorrer uma primavera em nossa soturna e medieval SP…

Responder

zwca

14 de novembro de 2011 às 22h05

Ridícula a carta dos alunos de jornalismo da USP. Patética. Os mais pobres do Brasil NÃO PAGAM os estudos daqueles caras, pra eles REPETIREM o que nos também sabemos dizer, dizemos muito mais bem dito e, com certeza, dizemos há muito mais tempo. Se não têm melhor saber para oferecer, que calem o bico.
Também é RIDÍCULO que aqueles caras só apareçam, pra criticar o jornalismo brasileiro quando os atingidos são eles, diretamente.
O movimento na USP foi RIDÍCULO, porque é ridículo aqueles caras reclamarem de ocupação policial, quando a USP é ocupada pela UDN há quase 80 anos, desde que foi FUNDADA pela UDN dos Mesquita do Estadão. Prova é que a maioria dos alunos da USP deseja ter polícia dentro da universidade: é puro udenismo. Da USP, até hoje, só saiu sociólogo tucano (Deus nos livre e guarde deles!) e os Chicago Boys (direta ou indiretamente). Ah! Da ECA-USP saiu, também, o William Bonner. Que serventia algum dia teve a ECA-Usp?! Por mim, se for fechada, melhor.

Responder

    Mariana

    15 de abril de 2012 às 20h20

    quanta ignorância, Senhor!

Marat

14 de novembro de 2011 às 22h08

O "jornalismo" no Brasil está tão desacreditado que somente os incautos ignorantes, os classe-média e os funcionários das embaixadas e consulados estadunidenses acreditam em seus escritos!

Responder

Regina Braga

14 de novembro de 2011 às 21h08

Depois que a mídia ignorou a Chevron…como acreditar nas informações,pesquisas, relatórios…Vê o que faz um jornalismo rasteiro…Ninguém acredita em nada.Parabéns aos jovens.

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Remindo Sauim

14 de novembro de 2011 às 19h39

Ante a liberdade de empresa que prevalece no Brasil, no dia 30 de setembro último o estado da Paraíba foi vítima da permissividade com que as emissoras de TV operam no país, expondo a intimidade de uma menina de 13 anos, vítima de violência sexual. Pois uma emissora fez o inimaginável: veiculou cenas do estupro de uma menina, que havia sido dopada, gravadas por um dos dois acusados do crime, em plena programação do horário do almoço. Ao longo do programa policial foram exibidas chamadas, com pequenos trechos do vídeo, prova de um crime, como forma de atrair e segurar a audiência até o final da atração.

A transmissão das imagens pela emissora ocorreu 10 dias após o crime. Nesse intervalo, o vídeo, gravado em um celular, vinha sendo repassado entre os alunos da escola onde a menina estudava. Ou seja, a emissora de televisão ampliou a exposição da vítima, que naquela altura já estava plenamente identificada na comunidade em que estuda. Isso num horário, do meio-dia, em que a programação televisual deve ser livre para todos os públicos e idades. Nota-se aqui como o negócio privado prevalece sobre o interesse social, mesmo que isso envolva o uso de um bem público (o espectro radioelétrico, escasso por excelência).

A ação do Ministério Público

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba baseou-se no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para ingressar com ação civil pública contra a TV Correio, afiliada da Rede Record; o apresentador do programa Correio Verdade, que exibiu as cenas do estupro; e a União, porque toda emissora opera mediante concessão pública. A ação pede a suspensão do programa, a cassação da concessão da TV Correio e o pagamento de uma indenização de R$ 500 mil à vítima (pelo uso indevido de sua imagem, violação de sua privacidade e danos morais), além de uma multa de R$ 5 milhões por prejuízos morais à coletividade.

Responder

Fran

14 de novembro de 2011 às 19h00

PARA DIVULGAR!!

INTRIGAS,AMEAÇAS,PERSEGUIÇÕES VIOLÊNCIA. Esse cenário mais parece saído de romance policial ou filme de suspense,mas é bem real,logo ali no estado do Amazonas.Trata-se na realidade de uma rede de intrigas comandada por coronéis da politica que por ter dinheiro e poder promovem uma verdadeira ditadura no estado com ajuda da midia local em especial da CBN Manaus,filiada da rede globo.Clima de terror total pra cima de qualquer cidadão que reclame da atuação politico e administrativo no estado.IMPRESSIONANTE!!!!
Maiores detalhes no blog do Nassif: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-primav

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Fábio

14 de novembro de 2011 às 18h46

Para a maioria da população brasileira, os fatos acontecidos na USP não lhe dizem respeito. Esse discurso de alguns uspianos "revoltados" só enfraquece a luta socialista. A demanda desses descontentes não encontra apoio na grande massa trabalhadora, nem na classe média progressista. A maioria dos trabalhadores não usa drogas ilícitas, tampouco se simpatiza com essa causa. A mídia de direita já está usando esse incidente para desmoralizar toda a esquerda. O ocorrido na USP só revela as debilidades do outrora forte movimento estudantil brasileiro, sem falar no oportunismo político de alguns docentes contrários a gestão da atual reitoria. Ou seja, nada que fortaleça os movimentos progressistas.

Responder

Fabio SP

14 de novembro de 2011 às 18h44

Perderam! A população está a favor da PM e contra os estudantes…

Mas parece que querem fazer outra eleição… como sempre!

Responder

Zé Brasil

14 de novembro de 2011 às 18h02

As denúncias contidas no depoimento desta estudante são graves por demais e não são toleráveis num Estado Democrático de Direito.
Elas tem quer ser investigadas pelo Ministério Público de SP, naturalmente com o acompanhamento cerrado da blogsfera. A Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República fica nos devendo de antemão um pronunciamento a respeito deste fato. E a onipresente OAB por onde anda? Os órgãos de defesa dos direitos humanos do País do mesmo modo não se pronunciaram ainda quando já deveriam repercutí-las nacional e internacionalmente. Este é o modo democrático de governar dos tucanos: polícia socando porrada e imprensa de bico calado. Vergonhoso!
A sutileza dos pretensos coquetéis molotov chega à beira do ridículo: garrafas de uísque com dois dedos de gasolina dentro.

Responder

zequinha - sp

14 de novembro de 2011 às 15h38

Quando uma polícia política tem que mostrar mais força que uma polícia de pacificação:
Em São Paulo, um efetivo de quatrocentos homens da Força Tática, Cavalaria (RPMon), dois helicopteros e COE – Comando de Operações Especiais (os de boinas verdes)Trata-se de um grupo da polícia criado como contra-guerrilheiro, de origem fortemente ideológica durante a ditadura, hoje utilizado em operações de "alto-risco" , além de de 50 carros e uso de bombas de efeito moral no CRUSP. Tudo isso para prender e algemar 72 dorminhocos – (24 mulheres e 46 homens estudantes), que pixaram o interior da reitoria e ainda portavam uma caixa de rojões, já que os coquetéis molotov foram "plantados" pela PM .(segundo os ocupantes).
No Rio, Cerca de 3 mil homens dos Batalhões de Operações Policiais Especiais (Bope) e de Choque, de agentes da Polícia Civil, da Polícia Rodoviária e efetivos da Polícia Federal, participam da Operação Choque de Paz, que começou às 4h e contou com o apoio de 7 helicópteros das polícias Civil e Militar, de 18 veículos blindados dos Fuzileiros Navais e 6 do Bope. Duzentos destes homens , ou seja a metade do que foi usado na USP foram deslocados para ocupar a favela do Vidigal e Chácara do Ceu. Não soltaram um tiro.
Na noite de domingo 13/11/11, o saldo da operação eram quatro prisões, 15 fuzis apreendidos, além de 20 pistolas, uma submetralhadora, duas espingardas, 20 rojões, três granadas, aproximadamente 16 mil munições para diversos calibres, sete lunetas, 158 carregadores de armas e fuzis. Foram apreendidos ainda 112 kg de maconha, 80 tabletes e 145 trouxinhas da mesma droga, 60 kg de pasta base de cocaína e 14 tabletes de cocaína refinada. (R7).
Em tempo : Rocinha: 72 mil habitantes; Vidigal e Chacara do Céu: 20 mil habitantes.

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angelo

14 de novembro de 2011 às 15h33

31/05/2010
Declaração da Psicotropicus – Centro Brasileiro de Políticas de Drogas para a 52ª sessão da Comissão de Entorpecentes

“Apresentação da Declaração
A declaração foi lida por Luiz Paulo Guanabara em 16 de março de 2009, na sede da ONU em Viena,
(…)

5. A conta da guerra às drogas – com toda a destruição, violência e miséria que impôs à humanidade e o meio-ambiente – tem de ser acertada. Os camponeses que plantam maconha, papoula ou coca têm de ser indenizados pelos prejuízos decorrentes da erradicação forçada de seus plantios. Seus governos e os países que interferiram em suas lavouras em nome do “combate às drogas” têm de ser responsabilizados. O impacto negativo na economia, a violação de direitos humanos, os deslocamentos populacionais e o envenenamento do solo têm de ser reparados. As consequências negativas da guerra às drogas sobre a saúde dessas populações e de outros grupos vulneráveis têm de ser devidamente compensadas.

(…)

afastando do horizonte político o obscuro proibicionismo punitivo vigente que, ao contrário do que preconiza, promove violência e crime e ceifa vidas inocentes.

Obrigado

(produzido por Psicotropicus com ajuda inestimável de várias ONGs e profissionais de diversas áreas.) ”

Psicotropicus – Centro Brasileiro de Política de Drogas http://www.psicotropicus.org/noticia/544

Responder

FrancoAtirador

14 de novembro de 2011 às 14h36 Responder

Lu_Witovisk

14 de novembro de 2011 às 13h38

Saiu no Vermelho: Mikis Theodorakis acordado, tentando alertar o povo. Não é à toa que ele compôs o tema de Zorba, o Grego, liberdade e igualdade entre os homens, a vida que vive adormecida em cada um. ACORDA POVO!! o fascismo ta fazendo escola lá fora e aqui.

Se europeus não se levantarem, bancos trarão fascismo de volta

No momento em que a Grécia é colocada sob a tutela da Troika, que o Estado reprime as manifestações para tranquilizar os mercados e que a Europa prossegue nos salvamentos financeiros, o compositor Mikis Theodorakis apela aos gregos a combater e alerta os povos da Europa para que, ao ritmo a que as coisas vão, os bancos voltarão a implantar o fascismo no continente.

Entrevistado durante um programa político popular na Grécia, Theodorakis advertiu que, se a Grécia se submeter às exigências dos chamados ".parceiros europeus" será ".o nosso fim quer como povo quer como nação". Acusou o governo de ser apenas uma "formiga" diante desses "parceiros", enquanto o povo o considera "brutal e ofensivo". Se esta política continuar, "não poderemos sobreviver … a única solução é levantarmo-nos e combatermos".

Resistente desde a primeira hora contra a ocupação nazi e fascista, combatente republicano desde a guerra civil e torturado durante o regime dos coronéis, Theodorakis também enviou uma carta aberta aos povos da Europa , publicada em numerosos jornais… gregos. Excertos:

"O nosso combate não é apenas o da Grécia, mas aspira a uma Europa livre, independente e democrática. Não acreditem nos vossos governos quando eles alegam que o vosso dinheiro serve para ajudar a Grécia. (…) Os programas de "salvamento da Grécia" apenas ajudam os bancos estrangeiros, precisamente aqueles que, por intermédio dos políticos e dos governos a seu soldo, impuseram o modelo político que conduziu à actual crise.

Não há outra solução senão substituir o actual modelo económico europeu, concebido para gerar dívidas, e voltar a uma política de estímulo da procura e do desenvolvimento, a um proteccionismo dotado de um controlo drástico das Finanças. Se os Estados não se impuserem aos mercados, estes acabarão por engoli-los, juntamente com a democracia e todas as conquistas da civilização europeia. A democracia nasceu em Atenas, quando Sólon anulou as dívidas dos pobres para com os ricos. Não podemos autorizar hoje os bancos a destruir a democracia europeia, a extorquir as somas gigantescas que eles próprios geraram sob a forma de dívidas.

Não vos pedimos para apoiar a nossa luta por solidariedade, nem porque o nosso território foi o berço de Platão e de Aristóteles, de Péricles e de Protágoras, dos conceitos de democracia, de liberdade e da Europa. (…)

Pedimos-vos que o façam no vosso próprio interesse. Se autorizarem hoje o sacrifício das sociedades grega, irlandesa, portuguesa e espanhola no altar da dívida e dos bancos, em breve chegará a vossa vez. Não podeis prosperar no meio das ruínas das sociedades europeias. Quanto a nós, acordámos tarde mas acordámos. Construamos juntos uma Europa nova, uma Europa democrática, próspera, pacífica, digna da sua história, das suas lutas e do seu espírito. Resistamos ao totalitarismo dos mercados que ameaça desmantelar a Europa transformando-a em Terceiro Mundo, que vira os povos europeus uns contra os outros, que destrói o nosso continente, provocando o regresso do fascismo".

Tradução de Margarida Ferreira

Fonte: resistir.info

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rimavicar

14 de novembro de 2011 às 13h06

O Azenha por favor, me informa. A globo diz que um dos advogados que, foram pegos pela polícia com o "NEM" no carro se chama luiz Carlos Azenha. Falta um nome que não me lembro mas, por gentileza no esclareça: qual é a ligação?

Responder

Mauro A. Silva

14 de novembro de 2011 às 12h55

<img title="PM na USP" src="http://gremiosudeste.files.wordpress.com/2011/11/placa_usp2.jpg&quot; />
Uma pergunta que não quer calar: a base da PM na USP vai ficar ao lado do monumento em homenagem aos mortos e cassados pela ditadura militar de 1964?

São Paulo, 14 de novembro de 2011.
Mauro Alves da Silva.
Presidente do Grêmio SER Sudeste – Promoção da Cidadania e Defesa do Consumidor. Responder

SILOÉ-RJ

14 de novembro de 2011 às 12h55

E por falar em antijornalismo: Os blogueiros da comunidade da Rocinha deu um tapa de luva no RJ -TV;
"É um blog feito por estudantes de jornalismo, para passar a "verdade" sobre a nossa comunidade".
É isso aí!!!

Responder

RicardãoCarioca

14 de novembro de 2011 às 12h33

Tem muito eleitor tucano, dentre eles alguns dos alunos da USP, que estão sentindo na pele a atividade do PiG. Que sirva de lição para vocês, eleitores demotucanos: O PiG manipula vocês e não gosta de vocês, quer apenas que votem nos seus políticos conchavados, para depois venderem suas publicações sem licitações, fazer caixa, receber por propagandas, muitas com utilidade questionável. O PiG há muito manipula vocês. É uma de um basta!

Responder

Zé Brasil

14 de novembro de 2011 às 11h52

Prezado Jornalista Azenha,

Não estou conseguindo abrir o box para comentários do post da Lara Santana sobre os coquetéis molotov que teriam sido plantados na USP. Vocês poderiam verificar o que está ocorrendo?

Responder

    Conceição Lemes

    14 de novembro de 2011 às 12h07

    Ze Brasil, experimente abrir agora com outro navegador ou tente mais tarde. Infelizmente, às vezes o IntenseDebate dá esse problema. abs

Lu_Witovisk

14 de novembro de 2011 às 11h36

Nossa, estava vendo o tal Reinaldo Azevedo, em campanha pelas chapas de DCE… qto reacionarismo, qto ressentimento.. esse povo intiga o ódio e o povo não vê, instiga violencia (isso deveria ser punido!), credo… muito deprimente.

Responder

Lu_Witovisk

14 de novembro de 2011 às 11h24

Não dá pra acreditar que tenha tanta gente com cabeça de titica defendendo a ação da polícia, do Rodas, do Alckmin… será que não percebem que hj é com os movimentos sociais, amanhã poderá ser com todos?? inclusive esses de cabelinho repartido pro lado, com camisa pra dentro da calça, barbeados…. os homens "de bem".. credo! muita ignorancia e ódio pro meu gosto.

Responder

ZePovinho

14 de novembro de 2011 às 11h19

E William Waak,O Dedo Duro,está ameaçando o blogueiro que o denunciou como informante dos EUA:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-caso-w

O caso William Waack: resposta de David aos ataques dos Golias
Enviado por luisnassif, seg, 14/11/2011 – 10:16
Autor:
Luiz Cezar

Para quem pegou o programa pela metade convém retomá-lo. Há quase 2 meses atrás o Blog"Brasil que Vai!", de minha autoria, reproduziu notícias que circulavam pela rede dando conta da existência de documentos do Wikileaks que associavam o jornalista Wliam Waack com o governo americano.

Antes desse texto, um primeiro foi publicado que apontava o surgimento da TV Globo como resultado, por um lado, da iniciativa do governo militar que se instalou no país com o golpe de 1964 e, por outro lado, do acordo firmado entre o jornal da família Marinho e o grupo americano Time – Life em 1965 na cidade de Nova Iorque…………………………………….

A intimidação de Waack e da Globo: http://brasilquevai.blogspot.com/2011/11/intimaca

CABUETA SAFADO!!!!

[youtube N5vOd_CPyuE http://www.youtube.com/watch?v=N5vOd_CPyuE youtube]

Responder

    zwca

    14 de novembro de 2011 às 23h21

    ZePovinho, se liga! Você acha que algum embaixador dos EUA, mesmo que seja a perfeita besta que praticamente todos os que escrevem em WikiLeaks são, precisa de algum William Waack como 'informante'?! Como 'informante', o William Waack não vale um reis de mel coado, como dizia minha avó. William Waack nunca foi informante, pq o que ele pensa que sabe não vale nada. William Waack é, isso sim, porta-voz, pau mandado, moleque de recados, dos EUA. Os EUA nunca perguntaram coisa alguma ao WW. Eles chamavam o cara e mandavam o cara dizer qquer coisa. E o cara obedecia direitinho. Esse negócio de WW informante é até elogio, pro cara. Ele não vale NEM isso! Acordem!

cronopio

14 de novembro de 2011 às 11h04

USP pode ser investigada por gasto de R$ 30 milhões em terrenos e imóveis
por Cleyton Vilarino
A Universidade de São Paulo pode ter que respon­der pela compra de três imóveis, um terreno e 40 vagas de estacionamento no valor total de R$ 35,4 milhões. Foi aberta uma represen­tação junto ao Minis­tério Público pelo Deputado Estadual Carlos Giannazi (Psol) para pedir explicações à reitoria sobre as compras realizadas. Se confirmada alguma irregularidade, o reitor da universidade, João Grandino Rodas, poderá responder por uso indevido de verba pública.

De acordo com um parecer assinado pelo Professor Michel Micha­elovitch de Mahiques, membro da Comissão de Orçamento e Patrimô­nio da USP, os imóveis adqui­ridos apresentam melhores con­dições para o desenvolvimento das “atividades-meio” da universidade.

Acusações
Os conjuntos comer­ciais e vagas adquiridas pertenciam à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fa­pesp) que, por se tratar de órgão estadual, dis­pensou processo licita­tório. No entanto, o do­cumento entregue pelo deputado ao Ministério Público cita a disparida­de das aquisições com as recentes medidas de racionalidade no orça­mento da universidade.

A representação acu­sa a reitoria de realizar medidas “que visam, ine­xoravelmente, extinguir cursos, reduzir vagas, enxugar quadros de fun­cionários e outras ações, que a priori são ‘sanea­doras’ e zelosas com o orçamento (…) às custas do sacrifício educacio­nal, sendo a oferta e a qualidade do ensino de nível superior finalida­des primárias da USP”. De acordo com Gian­nazi, a representação se justifica devido à falta de prioridade na aplica­ção dos recursos. “É um desperdício de dinheiro público. Ele deveria in­vestir na universidade. Se há a necessidade de novos espaços, é possível construir dentro da USP. Há espaço lá dentro”, defende o deputado.

Nos imóveis adqui­ridos próximo da re­gião da Avenida Paulista funcionam atualmente um es­tacionamento, na Rua da Consolação, 268, no valor de R$ 7,4 milhões, e um andar comercial do edifício Luis Pasteur, onde está instalada a empresa Avipam Turismo e Tecnologia, adquirido por R$ 3,6 milhões. Em nenhum destes locais havia in­formações sobre uma possível mudança nos estabelecimentos.

O Jornal do Campus entrou em contato com Carlos Mionis, respon­sável pela Avipam Turismo, mas ele afirmou que só poderia dar detalhes sobre o processo de saída do imóvel após falar com a Reitoria. O JC também pediu esclarecimentos para a reitoria, que não respondeu até o fecha­mento desta edição.

Responder

joni

14 de novembro de 2011 às 10h56

Para o governo paulista e sua mídia, estudante e professor são baderneiros, sempre. É assim que funcionam.

Responder

José Ruiz

14 de novembro de 2011 às 08h56

Há males que vem para o bem… vão acabar despertando o ME..

Responder

marcus fitz

14 de novembro de 2011 às 02h44

Olá a todos e boa noite;
Acredito que deveríamos adotar uma postura mais comedida e não passional.
Se eles foram pegos em flagrante desreipeitando a lei, que paguem, simples assim.
Os problemas da USP/Butantã são mais abrangentes do que isto.
Se o pessoal que fosse pego assinasse o flagrante, não viraria notícia nacional, apenas acabaria ali e ponto.
Não sou a favor do governo de SP, que privatizou o nosso Estado, mas a lei que vale pra quem é pego "na balada" vale para todos – inclusive para os "sacrossantos" uspianos.

Att;

MF

Responder

Rodrigo Leme

14 de novembro de 2011 às 00h45

Esse é o pensamento de todos os alunos da ECA? Duvido que seja até mesmo a maioria simples…esse pessoal já mostrou que assembléia pra eles é consenso de meia-dúzia.

Eu ia chamar o Azenha de tonto por acreditar nisso, mas não tem nada de tonto nisso, tem estratégia até demais. 2012 tá chegando…tem que fazer a parte dele.

Responder

joão33

13 de novembro de 2011 às 22h03

o assassinato deste estudante da usp , me deixa incomodado , parece que este reitor não estava dormindo bem há um bom tempo, por que seus desmandos e outras coisas mais estavam vindo a tona ,da turma que vem o reitor tudo é possível.

Responder

angelo

13 de novembro de 2011 às 17h06

Filho do comandante da pm SP preso por agressão.

Responder

Roberto Locatelli

13 de novembro de 2011 às 16h52

CUT, movimento estudantil, MST, sindicatos, temos todos que nos unir por uma Lei Geral das Comunicações, à semelhança das que já existem nos EUA, diversos países da Europa e, agora, também na Argentina.

Quanto mais os movimentos sociais constatarem como a mídia os trata, mais rapidamente esses movimentos compreenderão a necessidade de uma Ley de Medios.

Responder

Cassio

13 de novembro de 2011 às 16h45

Pois é… foi só mexerem no "queijo" deles… que eles apareceram, os tais "estudantes da ECA". Quem diria, eles ainda estão por aí! Onde será que estão estagiando nos últimos anos?
A ECA até uns 20 anos atrás era uma referência! Que pena, né! ou "Eeeeca, que nojo!" kkkkk
Ps. Não tenho nada contra os maconheiros, só que eu acho que com uma costa com 9.200 Km de praia… e muitas florestas, cachoeiras… seriam outras as melhores ocasiões para o tal "hábito"!

Responder

Hiro

13 de novembro de 2011 às 16h28

Além de tudo isso, está de volta militares dentro da universidade e uma imprensa arcaica, ultraautoritária e colonial. Acrescenta-se a esses elementos deprimentes, um povo profundamente domesticado, segundo a noção de Foucault e Paulo Freire. Pronto: palco completo da ditadura redivivo. É preciso resistir e inverter tudo isso urgentemente!

Responder

    Hiro

    13 de novembro de 2011 às 17h48

    Esclarecendo a esse meu post: refiro-me mais ao Estado de SP e à dominação brutal nele existente pelo PiG e instituições autoritárias. Pois no plano nacional o nosso querido Povo brasileiro elegeu acertadamente Lula e Dilma e mostrou-se majoritariamente progressista (mais de 70%).

Almeida Bispo

13 de novembro de 2011 às 15h22

Quem viu isso aqui? Constrangimento logo na posse (http://colunas.epoca.globo.com/felipepatury/tag/vivo)
E PRINCIPAMENTE isso aqui? Presidente da OAB é acusado de receber R$ 1,5 mi em salário ilegal (http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/presidente-da-oab-e-acusado-de-receber-r-15-mi-em-salario-ilegal)

Responder

Marius Fartes

13 de novembro de 2011 às 15h13

Tá bom. Além de "questionar a maneira como a mídia trata os movimentos sociais, principalmente o movimento estudantil", qual a verdadeira bandeira pela qual vocês, privilegiados estudantes da universidade pública, lutam? Qual é mesmo a causa tão nobre por trás de tudo isso, além de reclamarem que são mal compreendidos? Igualdade do quê, liberdade para quê e por quê, mesmo? Alguém aí tem capacidade para elaborar alguma coisa realmente consistente, além dessa choradeira "vítimas da mídia"? Até não muito tempo atrás estudante era sinônimo de consciência, liberdade e luta política. Agora tão tudo mais para festa, cerveja e pagodão, para não dizer outras coisas…

Responder

    mfs

    13 de novembro de 2011 às 20h17

    Mais um ressentido que não conseguiu passar no vetibular para faculdade pública e agora quer se vingar com palavrinhas…

    Marius Fartes

    14 de novembro de 2011 às 01h11

    Hmmm, deixa eu ver. Se vc for alguém da USP, o que eu acho improvável, vai confirmar o que eu disse: mais um alienado sem argumentação inteligente. Se não for, o que acho muito provável, vai confirmar o que você mesmo disse: mais um ressentido e vingativo ex-futuro aluno de faculdade pública. Além de ser um medroso que se identifica apenas por iniciais. Nem sei se deveria ter tido o trabalho de lhe dar alguma resposta, mas tudo bem, gosto de escrever.

    Ah, só para constar, fiz um ano de Poli, desisti depois cursei Psico, na USP mesmo.

    E você?

    Zé Geraldo

    15 de novembro de 2011 às 16h14

    O Wilhelm Reich, o Fromm e o Marcuse passaram longe da estante do menino. Eita, hein…

    Marius Fartes

    16 de novembro de 2011 às 01h27

    Decerto V.S. almejava alguma resposta institucionalizada, ou o jargão típico da profissão. Claro, dá mais credibilidade. Por isso nossos políticos são bem votados, seduzindo tanto os incultos, pela inveja, ou os cultos, por projeção. Mas nem se preocupe em rechaçar esta minha improvisada teoria, porque não está embasada em nenhum autor consagrado. Sem mamar no seio dos apuds e ibidens os intelectuais ficam inseguros e não conseguem exibir falicamente o seu "precioso" conhecimento. Fantasiam, assim, que nunca falam bobagens. O que já é uma rematada bobagem. As estantes fedem, meu caro Zé, se não forem ventiladas. Abraços.

Marcelo Almeida

13 de novembro de 2011 às 15h12

Quack! Quack! Caíram igual patinhos.
Os estudantes da USP foram os bois de piranha que a grande imprensa picareta estava esperando pra mostrar a "competência" da PM paulista e do super governador "gênio", "eficiente" e "competente".
Os estudantes brasileiros têm que jogar mais sujo pra lidar com a mídia brasileira. Têm que devolver na mesma moeda. Do contrário só vão tomar piaba.
Tyler Durden não cometeria tal erro infantil.

Responder

    marcus fitz

    14 de novembro de 2011 às 02h35

    Você assistiu muito Clube da Luta …
    Acho que Tyler Durden faria algo para desmacarar ambos os lados, já que ele tinha um viés niilista.

    Att;
    MF

angelo

13 de novembro de 2011 às 15h11

Desembargador que impediu Marcha da Maconha em SP é condenado por espancamento.

" (…)A camisa rasgada do empreiteiro deixou à mostra a cicatriz de uma cirurgia renal feita poucos dias antes. O desembargador, ainda segundo a sentença de condenação, percebeu a marca e começou a bater no local da cirurgia. Conforme a vítima, Mendez o agrediu com um soco na nuca, uma cabeçada na testa, chutes e mais socos no abdômen e no rosto. (…)
(…)
Teodomiro Mendez e o investigador Renato dos Santos Filho foram condenados criminalmente a quatro meses e 20 dias de prisão, por espancamento. Os dois não cumpriram a pena, pois a punição já estava prescrita quando saiu a sentença.(…)"
http://coletivodar.org/2011/11/desembargador-que-

Responder

Elias SP SP

13 de novembro de 2011 às 15h08

Datafolha publica pesquisa apontando que 58% dos estudantes da USP são a favor da presença da PM no campus. Creio que a ECA, FFLCH e DCE Livre USP devem encomendar a outros institutos que façam a mesma pesquisa. O histórico do Datafolha nas últimas eleições presidências não lhe dá crédito suficiente.

Responder

    Polengo

    13 de novembro de 2011 às 18h34

    Eu vi essa capa da rolha hoje.
    Será que ensinaram para os entrevistadores onde fica o portão para sair da FEA, ou um carro (o mesmo da ditadura) levava eles lá pra dentro e depois ia buscar?

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 18h54

    Essa pesquisa foi uma piada. Eles realmente passaram pelas faculdades, mas a maioria das pessoas se recusava a responder às questões, que tinham um óbvio aspecto manipulativo. Conheço pelo menos uma dúzia de pessoas que se recusaram a participar. Alguém ainda dá crédito ao datafolha?

    mfs

    13 de novembro de 2011 às 20h15

    Qual foi a metodologia? Ora bolas muita gente pode ser a favor da PM e contra a ação de invasão; pode ser a favor da presença da PM com a condição de que ela respeite os direitos individuais, não intimide alunos, não aja com preconceito.

FrancoAtirador

13 de novembro de 2011 às 15h07

.
"TEMPOS MODERNOS"

Eu ainda me impressiono com determinados indivíduos

que pensam que a vida é uma hipotenusa

e que os seres humanos são catetos de um triângulo retângulo.

Assim, na visão desses indivíduos, para solucionar equações políticas,

é só aplicar o Teorema de Pitágoras, que tudo estará resolvido.

"NÃO SOIS MÁQUINAS! HOMENS É QUE SOIS!"

(CHARLIE CHAPLIN)

[youtube vI7mr-7mtBs http://www.youtube.com/watch?v=vI7mr-7mtBs youtube]

Responder

angelo

13 de novembro de 2011 às 15h05

Policiais têm de entender, definitivamente, seu papel: dar voz de prisão e informar direitos do infrator/suspeito.

Se agem de forma passional e vingativa, demonstrando descontrole patológico, devem ser expulsos e punidos penalmente.

Grande Imprensa pequena é cúmplice.

Em evidência deveria estar o fato de terem trancado portas e torturado. E não o uso de maconha.

O erro inadmissível do 'deselegante' naquele outro episódio foi ter tocado na repórter. Perdeu grande chance de ficar à frente da câmera impedindo reportagem ou desconectar um fio ou similar sem violência física.

Responder

cassio magalhães

13 de novembro de 2011 às 14h35

O cara é reú confesso, cadê a polícia do Alckmin kkkkk, isto é piada…Cadê a nossa (porca) mídia.. eu quero debate… porque tratam os nossos estudantes daquela forma e não tratam os réus confessos… o cara gritou isto num show com milhares de adolescentes… porque na USP a PM sentou o pau e agora não faz nada, nem aparece.. o que é ser maconheiro, como as autoridades de São Paulo interpretam isto? Afinal usar droga é crime ou não? Se é crime porque esse cantor pode falar sem problemas para um monte de jovens..lá tinha menores assistindo ao show? se não é, porque a polícia prendeu dois estudantes na USP, por estarem, de acordo com a polícia, fumando maconha? Que estado autoritário é este? http://ultimosegundo.ig.com.br/swu/maconheiro-mai

Responder

Cenossaum

13 de novembro de 2011 às 14h13

A PM não serve ao povo nem na usp nem nas favelas.

Vão tocar o terror em todas as casas, destruir, roubar pertences das pessoas de bem. se a PM invadisse as mansões das zonas-sul pra procurar

Vão prender meia dúzia de trafica, sem chegar ao esquema jurídico-político-policial de abastecimento de drogas, matar uma meia-dúzia de meninos Juan, e logo menos vamos começar a ver o relacionamento dos militares com o comércio ilegal.

SUDERJ informa: sai comando Vermelho, entra Comando Verde

Responder

Jairo

13 de novembro de 2011 às 14h08

Na verdade o que estes estudantes pleiteiam é o santo direito de fumar seu baseado em paz. São pessoas que deveriam agradecer a sociedade a oportunidade de estar na USP, e estudar.

Responder

    Polengo

    13 de novembro de 2011 às 18h34

    Você diz isso baseado em que?
    Em seu baseado?

    Jairo Fernando

    14 de novembro de 2011 às 11h06

    Até quando vamos ler este tipo de afirmação baseada no que a imprensa divulgou?
    Porque as pessoas não se perguntam a razão do debate? Porque consideram que três estudantes presos por porte de maconha representam os anseios de todos os outros?
    Sou contra as drogas mas sei muito bem distinguir reivindicações de estudantes de manipulação midiática.

    Vanessa

    15 de novembro de 2011 às 14h58

    Pq é mais fácil ficar repetindo, feito papagaio, que é um bando de maconheiro que só quer seu "direito" de fumar em paz. Eu sinto vergonha alheia de quem fala isso. Só demonstra que seu senso crítico é tão profundo quanto uma poça d´água.

    napoleão

    14 de novembro de 2011 às 11h29

    Na Verdade Sr. Jairo, quando o Estudante de Economia foi assassinado dentro do campus, esses vândalos maconheiros não fizeram protesto nada nem quando os 2 BANDIDOS foram pegos ( o que matou e o advogado que está defendendo que é bandido dos piores) agora aparece um bando de inutéis defendendo esses vagabundos mimados até pelo sr ministro da educação que devia era estar ao lado dos que precisam estudar e não tem escolas. São bandidos simm e dos piores. att napa

    zwca

    14 de novembro de 2011 às 23h24

    Não concordo. Aqueles caras têm é de parar de dar bandeira pouca. Bandeira pouca é bobagem. Otários! Nem fumar direito sabem. Aí, dão sopa, a polícia pega eles e, depois, vem se fazerem de descolados. Quem não gosta de polícia, que aprenda a não pensar que pode tudo. Coisa de elite metida a besta. Dançaram e ficaram 'indignados'?! Conta outra.

Abdula Aziz

13 de novembro de 2011 às 13h56

Então! A Policia invadiu a rocinha fazendo toda a limpeza e deixando o caminho livre para a milicia agir logo, logo.
Em São Paulo, também, a policía fez a limpeza para tchurma do pinóquio e do Rodas a Rodas e PSDBunda agir com mais facilidade. O povo de São Paulo merece a tchurma que têm.

Responder

eric

13 de novembro de 2011 às 13h37

Aos alunos da ECA: Façam então o "JORNALISMO", ao invés de reclamarem!!!
Mostrem o que há de errado, apresentem fatos, argumentos, abram o debate. Falar por falar é que é jornalismo?
E ainda se acham a elite.

Responder

    Cassio

    13 de novembro de 2011 às 16h57

    Touché!

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 18h46

    Leia o Jornal do Campus, lá vai encontrar uma reportagem feita por uma aluna do 4º ano de jornalismo sobre o circo-grotesco armado pela polícia e pela grande mídia. A matéria foi publicada aqui no Viomundo. Agora, eu pergunto, como fazer jornalismo de verdade se a imprensa brasileira está na mão de meia dúzia de magnatas? Como um grupo de estudantes pode enfrentar o coronelismo que rege a mídia brasileira?

    Marius Fartes

    14 de novembro de 2011 às 21h26

    Cronopio, a resposta é simples. Os estudantes estão sozinhos. Os professores e os funcionários estão se cagando de medo, por isso só se posicionaram depois que a coisa fedeu. A classe pensante, ou que se diz pensante, não pensou na coisa mais importante diante da adversidade. União e coragem. Fora isso resta ficar se lastimando, mesmo.

Antonio

13 de novembro de 2011 às 13h27

No rol do jornalismo sangrento, eu achava que Willian Travassos tinha um pouco mais de responsabilidade editorial, mas me enganei após ver suas inúmeras reportagens superficiais e tendenciosas sobre a ocupação da USP pela PM. Suas matérias foram vergonhosas e colocaram o público naturalmente desinformado contra os estudantes. Parabéns Travassos pelo seu antijornalismo.

Responder

Fabio_Passos

13 de novembro de 2011 às 13h18

A mídia-corrupta – rede globo / quadrilha veja / estadão / fsp – é a principal incentivadora da repressão policial contra demandas democráticas e populares. Os oligarcas desta mídia caquética são todos filhotes da ditadura.

Incomodou a "elite" branca e rica? A mídia-lixo-corporativa rosna e mostra os dentes.

Responder

Yes we créu !!!

13 de novembro de 2011 às 13h15

Aqui vai o post mais recente de Paulo Nogueira:

Os Jornalistas E Os Pobres

Li uma coisa que me fez pensar.

Li não, Vi. Um vídeo em que o advogado e blogueiro americano Glenn Greenwald é entrevistado. (Vou colocar o vídeo no pé deste texto.) Greenwald é um liberal à americana, o que significa que é ligeiramente de esquerda.

É um dos blogueiros mais influentes dos Estados Unidos.

O que ele disse: que os jornalistas americanos mudaram. Antes eram trabalhadores parecidos com todos os demais. Depois ficaram ricos. Ganham milhões hoje. E por isso não conseguem simpatizar – ou simplesmente entender – com movimentos como o Ocupe Wall St, o OWS.

“Eles têm a visão do grupo ao qual pertencem”, disse Greenwald. Para usar a expressão já consagrada pelos manifestantes, os jornalistas americanos estão na reduzida faixa da sociedade milionária , a elite plutocrata, e por isso não tem nada a ver com os outros, os “99%”.

Isso ficou claro na cobertura do OWS.

E o Brasil?

Jornalistas e colunistas como Merval Pereira e Arnaldo Jabor, com o dinheiro fácil das palestras que fazem, estão a uma distância intransponível dos brasileiros que arrastam sua pobreza dentro dos “99%”. Sua causa é a do “1%”. E não estou falando aqui de seus patrões, mas deles mesmos.

Responder

Yes we créu !!!

13 de novembro de 2011 às 13h06

A proposito, 10% dos jornalistas da Folha foram demitidos essa semana. Os outros 90% serao demitidos quando?

Responder

    Polengo

    13 de novembro de 2011 às 18h35

    E tem/tinha ainda algum jornalista lá?

    FrancoAtirador

    14 de novembro de 2011 às 02h25

    .
    .
    Caro Glauber.

    Não é mais fácil e útil
    demitir o dono do jornal?
    .
    .
    .

SILOÉ-RJ

13 de novembro de 2011 às 12h58

Com a palavra o PIG: Se tiverem algo a dizer em sua defesa.
Que vergonha!!!

Responder

Frank

13 de novembro de 2011 às 12h42

A PM nessa história , além de truculenta é somente o braço armado de uma sociedade doente, condicionada a ter procedimento de manada. Que tem sua doença alimentada por políticas de governo a serviço do capital, e do engodo da educação privada subsidiada com dinheiro público, além é claro de uma mídia decadente, carcumida, que futuramente irá envergonhar as gerações futuras. Coragem , e viva todos aqueles que de alguma forma resistem ao sistema e contestam o senso comum.
Obs: Júlio você é um imbecil.

Responder

luiz pinheiro

13 de novembro de 2011 às 12h37

Antijornalismo e censura, isso é o que a mídia paulista vem praticando. Simplesmente ignora, boicota, esconde da população os manifestos e pronunciamentos oficiais de estudantes e professores. E a Folha divulga hoje pesquisa dizendo que a maioria da USP apóia a PM no campus. Muito bem, por que então recusam o plebiscito? Por que o Rodas foi escolhido reitor apesar de ter perdido a eleição? A democracia vai ficar só na pesquisa?

Responder

cronopio

13 de novembro de 2011 às 12h25

Estou profundamente decepcionado com o silêncio do PT em relação ao que está acontecendo na USP. Militei por esse partido, usei músculos, nervos e cérebro para defendê-lo. Ver a presidenta silenciar diante do linchamento público a que o PIG está submetendo o movimento estudantil, rifando a democracia e a ética jornalística, deixa-me estupefato. Não me sinto mais à vontade para declarar meu apoio a esse partido e sei que, caso o PT não dê uma resposta clara aos acontecimentos recentes, os estudantes de todo o Brasil que estão se organizando também vão repensar seu apoiar ao partido. Acorda, PT!

Responder

    Antonio

    13 de novembro de 2011 às 13h31

    Em SP, o PT é do PSDB. Deve receber muita grana para ficar quieto diante das atrocidades cometidas pelo Desgoverno de SP. Eu sempre trabalhei para o PT e sempre votei em seus deputados e deputadas. Mas aqui no Estado não vou mais perder meu voto para tanta inoperância. É aviltante.

    joão33

    13 de novembro de 2011 às 21h55

    antonio ,quanto ganha para fazer esse joginho sujo , o povo já esta desperto e não cai mais em conversa mole .

    snd

    14 de novembro de 2011 às 02h17

    2 nomes:>Adriano Diogo, deputado estadual pelo PT, atuou na liberação dos estudantes, e Haddad, ministro da educação, condenado por jornalistas do PIG por declaração pró, embora sua atuação nas greves das federais deixe a desejar

    Antonio

    14 de novembro de 2011 às 11h25

    É um desabafo. Eu não estou falando do PT neste caso isolado da USP. Eu falo da inoperância do PT de SP nos 16 anos de demotucanos no poder.

    Hiro

    14 de novembro de 2011 às 15h32

    Apesar da complexidade, de fato há um vazio catastrófico, muito especialmente no Estado de SP …

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 13h23

    Não acho que seja tão simples, Antônio. O PT de São Paulo enfrenta muitas dificuldades, não acho que seja questão de receber grana ou não. Acho que o problema é que os setores mais à esquerda não conseguem se fazer ouvir, pois suas demandas não encontram eco na opinião pública. A resposta, ao meu ver, está em enfrentar o PIG. Na questão do voto, discordo: continuo com o PT, não dá para deixar o PSDB ganhar espaço, foram eles que transformaram São Paulo em um inferno.

    Cenossaum

    13 de novembro de 2011 às 14h18

    Como é que eles vão se pronunciar se a resposta que ele dão aos estudantes da UNIR é o mesmo da USP

    Prossegue a luta na Unir e Polícia Federal é acusada de abuso de autoridade em Rondônia
    http://educacadoresemluta.blogspot.com/2011/11/pr

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 20h47

    É, a coisa tá mesmo feia em Rondônia… precisamos ficar de olho. Vou ler o link e me informar melhor. abs

    Almeida Bispo

    14 de novembro de 2011 às 07h46

    Basta jogar a isca e o peixe cai. Tá aqui a resposta, Aljubarota.

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 13h00

    Que peixe? Um professor foi preso pela polícia federal, eu vi o vídeo. Um absurdo. Não posso falar sobre isso? O que tem a ver com o PT? Como vocês são curtos, isso é um fenômeno muito mais amplo, que diz respeito à implantação de universidades federais, espaços de discussão democrática, em lugares onde ainda impera o coronelismo. Cabe ao PT, inclusive, o mérito de ter expandido de forma admirável a rede de universidade federais, confrontando interesses de uma oligarquia arcaica. Deixem de agir como uma turba e comecem a pensar. A esquerda precisa de gente inteligente e crítica, não de uma turba de agitadores. Vocês estão é dividindo quem setá do mesmo lado, atitude sectarista, protofascista inclusive. Acordem!

    "A Exceção e a Regra

    Estranhem o que não for estranho.
    Tomem por inexplicável o habitual.
    Sintam-se perplexos ante o cotidiano.
    Tratem de achar um remédio para o abuso
    Mas não se esqueçam de que o abuso é sempre a regra."
    B.Brecht

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 13h26

    Que peixe? Um professor foi preso pela polícia federal, eu vi o vídeo. Um absurdo. Não posso falar sobre isso? O que tem a ver com o PT? Como vocês são curtos, isso é um fenômeno muito mais amplo, que diz respeito à implantação de universidades federais, espaços de discussão democrática, em lugares onde ainda impera o coronelismo. Cabe ao PT, inclusive, o mérito de ter expandido de forma admirável a rede de universidade federais, confrontando interesses de uma oligarquia arcaica. Deixem de agir como uma turba e comecem a pensar. A esquerda precisa de gente inteligente e crítica, não de uma turba de agitadores. Vocês estão é dividindo quem setá do mesmo lado, atitude sectarista, protofascista inclusive. Acordem!

    Hiro

    13 de novembro de 2011 às 16h35

    Sim, eu também me decepciono. É o sentimento de não poucos, mas com todo o Respeito, questiono: a manifestação da Presidenta em prol do movimento estudantil neste momento não seria o sonho maior e o objetivo estratégico principal dessa imprensa golpista, para manipular o povo contra a própria Presidenta e novamente contra o PT?

    H Aljubarrota

    13 de novembro de 2011 às 17h32

    Rarara… Tava demorando. O PSDB comanda a USP há 20 anos e a culpa é de quem? Do PT… Vá plantar batatas, cara.

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 18h43

    Eu comentei a respeito do silêncio do PT. Em nenhum momento sequer cogitei comparar o PT ao PSDB, partido que combato e continuarei combatendo enquanto ele existir. O que me preocupa é justamente essa atitude autoritária de quem não pode ouvir um argumento que contrarie suas opiniões. Em vez de partir para a ofensa, você poderia tentar a via argumentativa. Esse tipo de atitude se alinha com o que há de pior no conservadorismo brasileiro. Acredito sinceramente que você seja mais inteligente do que esse seu comentário…

    H Aljubarrota

    13 de novembro de 2011 às 22h20

    Reforço minha recomendação: vá plantar batatas. Você está me cheirando a um troll, travestido de forasteiro virtual. Fala, fala, fala, mas… no final vem pau no PT. Ridícula sua posição de não votar mais no PT… vai votar em quem, trollzinho? No PSDB? Idiota… e não tenha dúvidas; não acredito que você seja mais inteligente do que seu comentário cheio de curvas e vieses. O cheiro do seu perfume, ainda que discreto, é o mesmo do Reinaldo Cabeção…

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 10h26

    "idiota", "vá plantar batatas", argumentos ad hominen, bem ao estilo "neocom". O Zizek tem mesmo razão, com essa esquerda, quem precisa de direita. Não vou nem levar a sério suas ofensas, acho que isso envergonharia inclusive meus amigos filiados ao PT. Eu nem disse que não votaria mais no PT, disse que iria repensar minha militância pelo PT, fiz inclusive uma citação do Capital que, pelo visto, passou em branco. Participação política não se resume a votar. É sintomático de você enxergar-se apenas como um voto o fato de você me ofender. Em vez de ficar destilando ódio pela internet, procure participar um pouco dos movimentos sociais, para variar, lá voê vai descobrir que as contradições não existem para serem escondidas debaixo do tapete, mas para serem enunciadas, discutidas. É preciso conviver com as contradições, porque nem todas podem ser superadas. Ser de esquerda, para mim, significa nunca abrir mão do pensamento crítico e agir de acordo com sua própria consciência. Acorde.

    Lilly Queers

    14 de novembro de 2011 às 11h35

    mas H aljubarrota, entra na discussão com ele! não fica só mandando ele plantar batatas! cadê a sua inteligência, a sua argumentação? eu entendo que vc deve estar muito nervoso com essa questão toda, mas todos estamos… se não esfriarmos a cabeça e darmos o nosso melhor nas discussões, vamos fazer um desserviço à nossa própria causa.

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 13h18

    Pois é, cara Lilly, eu estava propondo fazer uma pressão sobre o PT para pautar a aprovação de uma lei de mídia no Brasil, como a que a Kirchner aprovou na Argentina. É utópico? Podemos discutir a respeito, acho viável. Necessário até. Muita gente do PT concorda comigo. Todos diziam que a Kirchner iria perder a eleição por enfrentar a mídia de frente, forjaram números e o escambau, e ela levou no primeiro turno. Será que eles são tão fortes assim aqui no Brasil? Será que não dá para acabar com essa estrutura criminosa? Bom, em todo caso, o Roberto Civita já declarou que não descansa enquanto não derrubar a Dilma. dele não se deve esperar nem um tipo de apoio… Acho que a gente deveria unir forças e derrubar ele antes. Há muitos jornalistas descontentes com o coronelismo midiático paulista, eles certmente apoiariam nossa causa. Porque a verdade é que nós estudantes estamos sendo massacrados pelo PIG e isso é tremendamente frustrante. Espero que vocês nunca passem por isso, ver seus companheiros virarem as costas para vocês, mas deixa pra lá. Unidade, pessoal! Unidade!

    Hiro

    14 de novembro de 2011 às 15h21

    Unidade!

    luiz pinheiro

    14 de novembro de 2011 às 12h50

    Que silêncio do PT?
    O ministro da Educação, Fernando Haddad, pré- candidato do PT à prefeitura de SP, em noticia publicada pela Folha, criticou a ação da policia na USP e disse que não se pode tratar a USP como se fosse a Cracolândia, nem a Cracolandia como se fosse a USP.
    O deputado estadual Adriano Diogo (PT-SP), advogado, participou da soltura dos estudantes presos.
    Agora, sinceramente, acho descabido exigir um pronunciamento da presidenta Dilma.

Julio_De_Bem

13 de novembro de 2011 às 12h13

A PM do rio invadiu a rocinha!!!!

Os mascarados da USP nao vão pedir para a PM sair de lá tambem não?

Responder

    Julio_De_Bem

    13 de novembro de 2011 às 12h20

    Avante la revolucion!!!

    Vamos ser rebeldes contra esse atentado a liberdade de ir e vir dos moradores, atentado ao livre comercio na favela? Ou só quando não nos deixam fumar maconha?

    LOL

    rimavicar

    13 de novembro de 2011 às 14h38

    O que vc entende por droga? Vc bebe cerveja? Ah, a bebida alcoolica é lícita. Poxa vida, qual será a melhor droga para ser consumida? Se percebe que, vc não tem a menor idéia de que o alcance das atitudes do governador permitindo a truculência contra estudantes vão além de uma simples reintegração de posse e tem um caráter emblemático.

    Cassio

    13 de novembro de 2011 às 16h54

    …e enchem a cara de cerveja antes da aula de filosofia kkkkkk

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 18h50

    Engraçado, porque a FFLCH tem concentra as seis primeiras colocações no ranking de faculdades da América Latina. Curioso…

    Rodrigo Falcon

    13 de novembro de 2011 às 14h40

    Mais um passageiro do expresso caverna…

    mfs

    13 de novembro de 2011 às 20h12

    Você tem ideia de como a polícia costuma agir com moradores da periferia? A cumplicidade com a bandidagem é o corolário do desrespeito aos direitos humanos. E nem precisa ler (se souber) artigo de antropólogo ou declaração de político da esquerda, reportagens do JN já mostraram isso várias vezes. O problema é que o rebanho que foi treinado para agir rigidamente sob comando. O algoritmo é mais ou menos assim: se houver conflito ,então polícia deve agir com brutalidade. E pronto. Não conseguem entender que criticar a brutalidade policial não é mesma coisa que ser conta a ação repressiva da polícia quando justificada (lei + DH).

    João-PR

    13 de novembro de 2011 às 20h25

    Olá Julio.
    Obrigado por vir ao Viomundo expor suas opiniões. Aqui o contraditório é aceito. Somente sugiro uma coisa: leia mais, se informe por outros canais de comunicação que não apenas a Veja e a Globo, e venha aqui com argumentos mais sólidos.
    Estamos sempre aqui para o debate civilizado, como pregam os bons costumes democráticos.

    Julio_De_Bem

    13 de novembro de 2011 às 21h39

    Meu amigo eu so leitor do Viomundo desde q era hospedado no globo.com.

    Tenho muitas outras fontes de informação. Inclusive uma dela é que o bando de maconheiro da USP que querem protestar com baseado na boca sao um bando de playboy que caga e anda pros favelados.

    Lembro de um texto aqui, que dizia "Maconheiros não incomodam ngm" Comédia…200kg de maconha na rocinha, 40 fuzis, pistolas, submetralhadores e muitas ossadas no meio da floresta…E maconheiro nao incomoda ninguém? claro eles não vão até la pra se drogar. Usam sua maconha felizes no campus da universidade, enquanto milhares de crianças são aliciadas pelo trafico financiado por eles.

    Cegos.

    angelo

    14 de novembro de 2011 às 01h03

    Aí, 'do bem', pelo petróleo, o tio sam, o da coca-cola, do mc-donalds etc, USA tacam bomba na cabeça de milhões de crianças, matando-as e mutilando-as. E cânhamo faz biocombustível. E antes de ser proibido não havia guerra. E acreditar que foi proibido por motivo de saúde, isso sim é cegueira, valeu, 'super-visão'?

    40 fuzis, pistolas, submetralhadores' de uso exclusivo…dos 'traficantes'? Compradas com seu dinheiro, com seus impostos.

    Julio_De_Bem

    14 de novembro de 2011 às 11h58

    Não amigo, compradas pelos maconheiros e drogados que vc defende.

    Julio_De_Bem

    14 de novembro de 2011 às 12h06

    Quem esconde a cara é bandido. Protesou com a cara coberta, pra mim não tem valor. Sinal de que não acredita no que está reivindicando.
    http://3.bp.blogspot.com/-YUEaziWytn0/TrRsOTtSDGI

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 13h41

    Caro Julio, os alunos cobrem os rostos porque temem sofrer perseguição política. No Chile os estudantes também estão cobrindo o rosto. Muitas pessoas que denunciam a corrupção policial ou organizações mafiosas também preservam sua identidade. Isso não diz nada sobre a legitimidade de suas reivindicações.
    Note: policiamento político é algo grave e típico de regimes totalitários.

    angelo

    14 de novembro de 2011 às 14h37

    Se pra vc não têm valor é bom sinal. Sinal que estão no caminho certo.

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 10h10

    Júlio, procure ler os textos ou informar-se de qualquer outro modo. Você consegue compreender a seguinte frase? "A discussão sobre a permissão do consumo de drogas no campus não faz parte das reivindicações dos estudantes". Se você quer dizcutir o fato de os alunos da USP consumirem maconha, ok, podemos fazer uma longa discussão sobre a legalização das drogas. A propósito, não é apenas na USP que se consome maconha. Trabalho numa escola do Capão Redondo e, a alguns metros depois da escola, há uma ladeira que termina em um bequinho. Os alunos apelidam esse beco de "beco da fumaça". Por que será? Nas danceterias da cidade também se consome exctay e cocaína a rodo, todos sabem disso. Já viu a polícia dar batida na Vila Olímpia? As festinhas privê dos globais também são regadas à cocaína. Cadê a PM que não dá batida nos atores da Globo? O que houve na USP é um problema político. A PM já entra na USP desde 97. O tráfico, aliás, via de regra, é coibido pela polícia civil, esta sabe muito bem que prender usuários não é um modo eficaz de combater as drogas. Não funcionou aqui, não funciona em nenhum lugar do mundo, todos os que estudaram a questão chegaram a essa conclusão. Enfim, há uma longa discussão sobre o assunto, acho válido você comover-se com a questão e indignar-se com as vítimas do tráfico de drogas. Perdi familiares para o tráfico, também me preocupo com o assunto. Mas não associe isso ao movimento estudantil, ok? Porque não é honesto. É pura demagogia. A reivindicação do movimento é contra a presença de uma polícia política instalada no campus e contra a presença da PM como ferramenta de repressão, o que começou a ocorrer a partir de 2009, quando os PMs jogaram gás lacrimogênio e atiraram balas de borracha em estudantes, funcionários e professores, atendendo a um pedido de reintegração de posse (nessa época nada era ocupado, vale notar, acho que era a posse da calçada,rs). Finalmente, acredito sinceramente que você seja mais inteligente que o seu comentário. Espero que não se ofenda. Grato.

    Julio_De_Bem

    14 de novembro de 2011 às 11h58

    Não me ofendo amigo, só acho ridículo alguns comentários que xingam ao invés de apresentar contraponto como vc fez. Vc tem sua visão, sua idéia e eu tenho a minha, pensei que num espaço democrático seria ao menos respeitado. Por que tenho que concordar com o que acho errado? Pra ganhar um sinalzinho de mais?

    Mas sobre o que você fala, querendo ou não, esse debate sobre fumar maconha no campus se tornou sim o centro da questão, fora a depredação do patrimônio público, isso é ridiculo.

    E não foi a imprensa que criou essa pauta, foram os próprios burros que estavam lá empunhando bandeiras da maconha e bla bla. Eles deram esse argumento e tiraram o foco de qualquer possível protesto legítimo.

    Veja essa foto: http://blogs.jovempan.uol.com.br/poeta/files/2011

    É ou não típica de um playboy retardado? Pra cada baseado que ele fuma, 5 crianças entram para o mundo do tráfico, e outras 5 se prostituem. E não interessa se foi um fotografo do PIG que registrou, o que interessa é que ele está ali junto. Vcs não generalizam que todos militares são bandidos? Que que tem generalizar que todo aluno que estava la protestando são maconheiros, desocupados e rebeldes sem causa?

    Quanto aos argumentos das festinhas privadas e etc, também acho que devem ser combatidos, mas a prioridade é o bem público, e depredar/consumir drogas se utilizando do bem público, é crime e merece ser preso.

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 12h48

    Caro Júlio, fico feliz em ver sua disposição ao diálogo. Você está coberto de razão quando diz que ofender não ajuda em nada. Reitero minha opinião de que o debate sobre a maconha não está em pauta. Considero que uma foto tirada em um protesto não é material suficiente para pautar uma discussão tão importante. É claro que o jovem da foto está fazendo uma provocação e que está equivocado (não corroboro o argumento de que ele seja o "típico playboy retardado", porque, no fundo, o próprio rótulo de playboy é preconceituoso, mas ok, entendo o que você quis dizer). Contudo, não acho que sua comparação entre a PM e uma manifestação de civis seja válida porque uma manifestação é pública e aberta, tem alto grau de espontaneidade, qualquer pessoa pode tomar parte. Não dá para controlar a atitude dos participantes. Quer um exemplo? Na passeata, por exemplo, muitos foram contra as bandeiras de partido (eu mesmo fui contra), mas, depois de uma longa discussão, tivemos de concordar que as pessoas têm o direito de manifestar nesse sentido, desde que não discriminem um determinado grupo social ou étnico, etc. Um homem também seguia, cambaleante, a manifestação carregando garrafas de cachaça, deveríamos proibi-lo? Já a PM é uma corporação fechada que segue diretrizes disciplinares bastante rígidas. Não dá para comparar a hierarquização da PM com a dos participantes de uma manifestação. Um movimento político não deve se pautar por uma disciplina militar, isso já ocorreu no passado e não deu bons resultados. As críticas à PM são dirigidas à corporação como um todo, não a participantes individuais. Um exemplo: a estrela que o brasão da PM (uma das 18 estrelas) dedica ao golpe militar, é algo que demonstra o solo sobre o qual se erigiram as diretrizes da PM, contrárias por princípio ao Estado Democrático de Direito em que vivemos hoje. Consumir drogas utilizando-se do bem público é crime, concordo, embora, de acordo com a legislação vigente, não passível de prisão. O consumo de maconha e outras drogas não é punível com a prisão, apenas o tráfico. O combate às drogas é um assunto sério e ainda bastante polêmico que não pode ser tratado de um ponto de vista moralista, mas é consenso que o combate ao usuário não é uma política eficaz de redução do tráfico de drogas. Pelo contrário, acaba tornando o consumo mais atrativo. Além disso, se um quinto dos usuários de maconha do Brasil fosse encarcerado, desencadearia-se uma crise carcerária sem precedentes. Há meios mais eficazes de combater o tráfico. Até mesmo a legalização de drogas leves, como a maconha, por que não? O próprio Dráuzio Varela declarou em entrevista ao programa Roda a Viva que nunca viu ninguém morrer por causa do consumo de maconha. Contudo, nossa conversa aqui não é sobre drogas, é sobre a instalação de uma polícia política na USP, que intimida, vigia e persegue manifestações democráticas de funcionários, professores e estudantes. De todo modo, fico feliz por podermos discordar um do outro sem partir para ofensas e coisas do tipo. Respeito o seu direito à opinão. Concordo com a idéia de preservar o bem público. Aliás, por falar em crime contra o bem público, é bom notar que o reitor é réu em pelo menos dois grandes processos de improbidade administrativa. Postei uma matéria sobre isso mais abaixo. É sintomático disso o fato de ele ter adquirido, com dinheiro público, um tapete para sua sala no valor de 32 mil reais.

    Julio_De_Bem

    14 de novembro de 2011 às 14h01

    Entendo e seus argumentos me fazem pensar muito. Eu concordo em muitos pontos com o que você pensa, mas acho muito errado a ofensa aos militares que tenho que ouvir/ler todo dia. Minha familia é composta por militares de baixa patente, sempre serviram ao estado com honra, não há notícia de terem recebido nenhum suborno. Sempre respeitando as regras da instituição, e principalmente amor pelo país e pelo povo.

    Por que os estudantes escondem a cara? Isso me revolta pois parece que estão com vergonha do que estão fazendo, ou arrependidos do que começaram.

    Essa 18 estrela que faz parte do brasão da PM paulista ja era pra ter sido retirada a horas, não sei o que a Maria do Rosário está esperando para interferir e conversar com Celso Amorim.

    Esses manifestantes que se aproveitaram para puxar o temo das drogas, deveriam ser excluídos do movimento de vocês, justamente por tirarem o foco principal. Partidos políticos também deveriam ficar de fora. A imensa maioria das pessoas se virou contra o protesto de vocês justamente por que deixaram colar facilmente a pexa de que são "um bando de maconheiros". Cuidado ao generalizar a PM. Pois vocês tmbém receberão generalizações. Familias inteiras dependem de salários ridículos. PM's heróis que metem a cara pra bala dos traficantes, e que volta pra casa tendo um litro de leite na geladeira e outras poucas coisas. Por que não ajudam a pm e fazem um protesto por melhores salários? Policiais militares não podem fazer isso, é cadeia. Por que não ajudam? Pra mim está cada vez mais claro que se trata de um movimento que só quer saber de interesses de alguns poucos, e ao contrario de ser pacífico, foram violentos e vândalos.

    Todos excomungam os PM's como se fossem ratos, mas quando o traficante vai cobrar a divida na porta da sua casa, a primeira coisa que fazem é ligar o 190.

    cronopio

    14 de novembro de 2011 às 16h58

    Júlio, você lavantou argumentos muito bons. Sou totalmente contra atacar indivíduos isolados. Também sou contra o partidarismo do movimento estudantil, mas modificar isso não está em meu alcance. Portanto, aceito essa contradição e tento mudar a coisa por dentro, o que não é nada fácil, acredite. Não podemos tirar ninguém do movimento, mas, se você olhar as fotos da manifestação, verá que ninguém fazia apologia ao uso de drogas. Não porque sejamos contra ou a favor da legalização, mas porque essa não é a questão. Por isso coibimos o uso de camisetas, faixas, palavras de ordem, etc. que tratassem do tema. Mas a gente não tem como tirar ninguém do movimento, não funciona assim. Parece brincadeira, mas acabo de conversar com um amigo meu que faz parte do movimento e ele acabou de sugerir que o movimento defendesse a pauta "melhores salários para os policiais" como um modo de mostrar que não estamos atacando indivíduos, ou seja, trata-se de uma questão política. Os PMs recebem salários muito baixos (segundo me disseram, são salários inferiores aos dos policiais civis) e de fato arriscam a vida diariamente no combate ao tráfico. O problema é que muitas vezes a PM é utilizada para coibir manifestações políticas, como a dos professores. Sou professor em uma escola do Capão Redondo. Os professores são uma das classes mais sucateadas, ganham salários de fome e enfrentam péssimas condições de trabalho. Já fui ameaçado de morte até, isso para não falar no desrespeito diário, salas lotadas, condições totalmente precárias. Os alunos perguntam: "E aí, professor? Por que você não tem carro?" E eu tento responder que troquei o carro por cultura, por cidadania, por um trabalho digno, por consciência, por pensamento crítico, mas isso não é muito convincente. Como posso convencê-lo a estudar para ter uma profissão digna quando ele vê minha dignidade ser ferida? Aí ele cresce e vira caso de polícia. É um assunto complicado, mas um dos maiores problemas na organização política brasileira é a desunião entre as categorias. Sou plenamente a favor de reivindicar melhor salários para os policiais, de unir movimentos sociais diversos, mas como saber se existem demandas nesse sentido se não há nenhuma comunicação entre as categorias? É claro que isso soa utópico, policiais e professores trabalhando lado a lado, reivindicando juntos justiça social, mas, nesse aspecto, concordo plenamento com você, isso tem que acontecer um dia.

    Julio_De_Bem

    15 de novembro de 2011 às 17h57

    Isso é um grande problema. Qualquer manifestação feita por um PM é duramente reprimida. Eu e meus pais/taios largamos a vida militar a tempos e tivemos sorte na vida de nos dar bem no ramo da informática, por isso posso vir aqui e falar um monte coisa. Mas o José da Silva que ta lá todo dia não pode pq eles fazem de tudo com o individuo e querendo ou não, é uma regra que ele tem de respeitar se o seu sangue é militar. Pro meu povo da esquerda, ser um militar se tornou um símbolo do anti-brasileiro, do ditador, quando na verdade deveria ser reconhecido como um guerreiro que faz o que faz muito mais por amor e admiração do que por dinheiro. Aqui no RS, durante o governo Yeda, a brigada militar também foi usada pra reprimir os professores. Quantos realmente gostariam de estar ali? Nenhum cara, isso eu falo com propriedade, todo policial militar sabe o valor que tem um professor. Todos gostariam de voltar o tempo e ter tido professores e ir pra rua protestar junto com eles. O policial não está ali por que quer, está ali por que o estado determinou e é isso que ele tem que cumprir. O militar de formação tem que cumprir isso querendo ou não, e não há possibilidade de revolta, quem é militar sabe o que estou falando. E o que acontece durante a manifestação? Os manifestantes xingam os policiais, os chamam de mortos de fome, ofendem a pessoa que está ali pra evitar ao máximo o embate. E ai muitos perdem a paciência, e quem tem a arma de borracha na mão é o policial, o sangue ferve e acontece aquele festival de agressões que não servem pra nada. Eu ví isso ao vivo, com meus olhos, ninguém contou nada. É preciso compreensão dos manifestantes também e saber que o policial não está ali por que quer e sim pq é dever dele cumprir ordem. Não importa qual seja. Se ele cometer excessos, tem que responder por isso. Mas não posso condenar um policial que atirou com uma bala de borracha num cara que cuspiu no seu rosto.

    Julio_De_Bem

    15 de novembro de 2011 às 18h00

    Isso é um grande problema. Qualquer manifestação feita por um PM é duramente reprimida. Eu e meus pais/taios largamos a vida militar a tempos e tivemos sorte na vida de nos dar bem no ramo da informática, por isso posso vir aqui e falar um monte coisa. Mas o José da Silva que ta lá todo dia não pode pq eles fazem de tudo com o individuo e querendo ou não, é uma regra que ele tem de respeitar se o seu sangue é militar. Pro meu povo da esquerda, ser um militar se tornou um símbolo do anti-brasileiro, do ditador, quando na verdade deveria ser reconhecido como um guerreiro que faz o que faz muito mais por amor e admiração do que por dinheiro. Aqui no RS, durante o governo Yeda, a brigada militar também foi usada pra reprimir os professores. Quantos realmente gostariam de estar ali? Nenhum cara, isso eu falo com propriedade, todo policial militar sabe o valor que tem um professor. Todos gostariam de voltar o tempo e ter tido professores e ir pra rua protestar junto com eles. O policial não está ali por que quer, está ali por que o estado determinou e é isso que ele tem que cumprir. O militar de formação tem que cumprir isso querendo ou não, e não há possibilidade de revolta, quem é militar sabe o que estou falando. E o que acontece durante a manifestação? Os manifestantes xingam os policiais, os chamam de mortos de fome, ofendem a pessoa que está ali pra evitar ao máximo o embate. E ai muitos perdem a paciência, e quem tem a arma de borracha na mão é o policial, o sangue ferve e acontece aquele festival de agressões que não servem pra nada. Eu ví isso ao vivo, com meus olhos, ninguém contou nada. É preciso compreensão dos manifestantes também e saber que o policial não está ali como inimigo, por que quer, e sim pq é dever dele cumprir ordem. Não importa qual seja. Se ele cometer excessos, tem que responder por isso. Mas não posso condenar um policial que atirou com uma bala de borracha num cara que covardemente cuspiu no seu rosto.

    Lu_Witovisk

    23 de novembro de 2011 às 22h05

    Olha que vc tem razão. Vou ajudar a divulgar essa ideia de protesto pró PM. Quem sabe essa não seja mesmo a melhor saida?! Unir os que são desrespeitados num grande coro.

    Fernando

    13 de novembro de 2011 às 12h28

    No dia do assassinato do estudante da FEA, a PM estava no campus, com várias viaturas próximas ao portão 1 da USP.
    Ao que me consta, o crime não foi impedido.
    A discussão sobre a segurança no campus Butantã da Universidade de São Paulo vai muito além da mera presença da Polícia Militar por ali. Mesmo porque ela SEMPRE esteve presente.
    O que se contesta são os termos do convênio da Polícia Militar com a Universidade de São Paulo. Fim do convênio não é impedimento do trabalho da PM no campus, nunca foi. Antes do convênio, como mencionei, ela já atuava.

    Em visita de mais ou menos 40 minutos ao campus, no dia seguinte à ocupação da reitoria, eu não vi UMA viatura da Polícia Militar ao longo do campus, tampouco presença da polícia por ali. No entanto, durante a manhã, vi matéria da Rede Globo de Televisão, com o repórter dando informações de frente à reitoria – desocupada – e uma viatura ao fundo da imagem.
    Talvez fosse a única viatura disponível no campus…. no entanto, circulando de carro pela rua que cruza: FFLCH, FAU, FEA, bancos (próximo à ECA), etc, não vi Polícia Militar. Nada, nadinha.
    Não vi também, subindo a rua da FFLCH, passando próximo ao Instituto de Química, Biologia, indo em direção à saída do Portão 3.

    A única segurança que vi, em um determinado momento, foi um integrante da Guarda Universitária, e só.
    No dia anterior, no entanto (para a desocupação da reitoria), tivemos 400 homens da Polícia Militar, helicópteros, inúmeras viaturas, um aparato gigantesco.
    No dia seguinte, nada disso eu pude ver.
    Se alguém quisesse me assaltar ali, na USP conveniada com a Polícia Militar, pós-ocupação frustrada pela própria PM, convênio firme e forte – teria assaltado, sem o menor problema.

    Ou seja, resumidamente: para desocupar reitoria, com manifestantes desarmados: aparato gigantesco, equiparável à invasão de uma favela dominada por narcotraficantes; no dia seguinte, com estudantes e professores circulando, realizando suas atividades – nenhuma proteção.
    A PM está protegendo os estudantes e demais frequentadores da Universidade de São Paulo? Será?
    Não é o que estamos comprovando.

    rimavicar

    13 de novembro de 2011 às 14h31

    Ninguém se deu conta de que a polícia pode ter plantado os coquetéis molotov!

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 18h48

    É claro que plantou. Os estudantes não tinham gasolina lá dentro, como iriam fazer coquetéis molotov? Alguém acreditou naquilo? Meia dúzia de garrafas vazias? Que piada…

    cronopio

    13 de novembro de 2011 às 14h14

    Subiram mesmo, devem ter ido buscar o "arrego" ou foram instalar uma milícia…

    mfs

    13 de novembro de 2011 às 20h06

    Pô, não tinha pensado nisso! Então tá certo, dá próxima vez a USP deve ser invadida com auxílio de blindados da Marinha e os estudantes que reclamarem de ter sido exagerado deverão ser todos maconheiros safados. Claro, muito lógico.

    Julio_De_Bem

    13 de novembro de 2011 às 21h40

    Nada de argumentos?

    Só ataques?

    Vcs parecem o Jose Serra no debate ahahah

    Almeida Bispo

    14 de novembro de 2011 às 07h47

    É nada! É só um leitor de Veja.

    ANDRE

    15 de novembro de 2011 às 18h59

    Por quê a New Scothland Yard paulista não prendeu juan Carlos Abadia, preso pela polícia federal em um condomínio de luxo?

El Gordo

13 de novembro de 2011 às 11h39

E daqui a cinco anos serão estes mesmos estudantes revoltados com a Imprensa que estarão nas redações dos grandes meios, dizendo as mesmas barbaridades que combateram por tanto tempo. Ou estarão aprendendo a chamar patrão de colega em menos tempo, dependendo de como estiverem os Cursos de Focas e Novos Talentos da Imprensa Golpista.

Acredite em mim, eu sou formado no ofício.

Responder

    Fabio SP

    13 de novembro de 2011 às 13h13

    Você está totalmente enganado… daqui a 5 anos, esses caras trancaram as matrículas e estarão lá, pela USP, badernando ainda…

    rimavicar

    13 de novembro de 2011 às 14h48

    O advento da internet vem trazendo contribuições para a formação da nossa juventude, trazendo informações que, provavelmente terão concepções mais avançadas. Mesmo porque a sociedade estará mais exigente quanto à qualidade da informação.

    Pascoal

    13 de novembro de 2011 às 16h16

    Perfeito!

    zwca

    14 de novembro de 2011 às 23h14

    Vc tem toda a razão, caro El Gordo. Aliás, o Wiliam Bonner, aquele luminar do jornalismo universal, aquele gênio do jornalismo democrático, aprendeu tudo o que sabe e faz, em matéria de pior noticiário do mundo, justamente ali, na ECA-UPS. E mais um monte dos 'jornalistas' que fazem o jornalismo que desgraça o Brasil. O que mais me espanta é que os autores daquela carta ainda façam questão de se apresentarem como alunos daquele antro de reacionarismo e oportunismo des-ilustrado. Daqui a pouco, depois de formados, todos passarão a sonhar com um empreguinho EXATAMENTE nas empresas do Grupo GAFE (Globo, Abril, Folha e Estadão). Muito boa essa de Grupo GAFE. Li e já adotei. Jornalistas brasileiros? Tô fora e jogo pedra.


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