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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Dr. Rosinha: Quando o comportamento da mídia é criminoso

30 de julho de 2013 às 10h47

Presos e torturados para confessar assassinato que não cometeram

Mídia: comportamento criminoso

por Dr. Rosinha, especial para o Viomundo

No texto (Viomundo) “Carla Hirt: Baleada, agredida e acusada de formar quadrilha”, assinado pelo Azenha, registra-se que O Globo de 25/07/2013 traz a manchete: “Agente da Abin e mulher foram presos participando de quebra-quebra”. A partir daí, passa a contar a sua versão, sem dar oportunidade de defesa aos acusados ou de apresentar outra história que não a inventada pelo jornal.

Infelizmente esse comportamento de O Globo não é isolado, faz parte do cotidiano da maioria dos jornais, pasquins e jornalecos por esse nosso Brasil a fora. Também é comportamento de parte das rádios e TVs, principalmente se o cidadão ou a cidadão foi preso ou presa. Se for pobre, pior.

Recentemente, assombrou o país o caso dos quatro jovens torturados aqui no Paraná. Foram submetidos às mais violentas torturas para confessar que haviam cometido estupro coletivo seguido de homicídio. Era a polícia incompetente querendo provar competência e agilidade na suposta solução de mais um ato de violência contra a mulher (estupro seguido de homicídio).

Mas como os jovens presos são pobres, além da tortura física, sexual e psicológica a que foram submetidos nas delegacias, também houve “tortura midiática”. Os meios de comunicação acusaram e ao mesmo tempo, sem nenhuma investigação, condenaram esses jovens.

Por esta condenação midiática, semana passada (23/7) dei entrada de um pedido de providências junto ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Ministério Público (MP) do Paraná. O pedido solicita que os dois órgãos investiguem a cobertura feita por veículos de comunicação acerca do assassinato da adolescente Tayná Adriane da Silva, 14, ocorrido no fim de junho, em Colombo, região metropolitana de Curitiba.

No dia 28/6, a Polícia Civil do Paraná apresentou à imprensa quatro homens presos pelo crime, com a seguinte chamada: “Policiais do Alto Maracanã prendem quarteto que violentou e matou garota de 14 anos”. A manchete vinha acompanhada de fotos em alta resolução, que seriam imediatamente reproduzidas por inúmeros veículos de comunicação em todo o país. “Os criminosos chegaram a vestir a menina novamente após violentá-la e matá-la”, prosseguia o texto, que em nenhum momento citava a condição de suspeitos dos presos.

Em minha representação, observo que a superexposição dos acusados e a antecipação de um juízo de culpabilidade feriram o princípio da dignidade humana e os direitos fundamentais à presunção de inocência, à honra, à imagem, à integridade física e moral.

Defendo que tanto os torturadores quanto os veículos de mídia precisam ter suas condutas investigadas. Peço a investigação da RPC-TV (afiliada da Rede Globo), a TV Globo, a TV Colombo, a TV Band Curitiba, a RIC TV (afiliada da Rede Record), a Rede Massa (afiliada do SBT), a Rede Record e o jornal “Tribuna do Paraná”, que na chamada de capa chama-os de “perversos e covardes” (http://drrosinha.com.br/dr-rosinha-denuncia-cobertura-da-midia-sobre-o-caso-tayna-ao-ministerio-publico/).

Remeto ao Ministério Público Estadual e Federal vídeos coletados em que os quatro acusados são classificados como “bandidos”, “vagabundos”, “indivíduos da mais alta periculosidade”, “monstros”, “seres malignos”, “psicopatas criminosos”, “malditos”, “com sangue ruim”, entre outros adjetivos.

Além de acusar, julgar e condenar os rapazes, alguns veículos de comunicação levantaram ainda uma discussão sobre a pena que deveria ser aplicada aos acusados, incitando contra eles o ódio da população. Cito como exemplo o apresentador Paulo Roberto Galo, da Rede Massa, no programa televisivo “Tribuna da Massa” que chega a perguntar a seus telespectadores o que deveria ser feito com “esses caras”. E sugere: “Corta? Capa? Mata? Pena de morte?”.

Uma inocente foi assassinada e quatro homens foram torturados pela polícia e pela mídia, pois o tratamento dado a eles foi para marcá-los para sempre.

* Dr. Rosinha, médico pediatra é deputado federal (PT-PR) e presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. No twitter: @DrRosinha

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Cabral: Contrato de concessão do Maracanã está "em suspenso" - Viomundo - O que você não vê na mídia

03/08/2013 - 13h01

[…] Dr. Rosinha: Quando o comportamento da mídia é criminoso […]

Responder

Haroldo

31/07/2013 - 21h38

DIRCEU FICOU TEVE MEDO DA GLOBO E A GLOBO F…. DIRCEU

No Blog da Cidadania, um internauta postou o seguinte comentário, ou melhor, a seguinte entrevista:

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Veículos
ENTREVISTA

Dennis Munhoz
“Ao financiar dívidas, BNDES colabora para manter o monopólio da Globo”

Desde o final de fevereiro, quando abandonou a vice-presidência da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), Dennis Munhoz, presidente da Rede Record de Televisão, assumiu uma frente de batalha para impedir que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) abra linhas de crédito para o financiamento das dívidas do setor de comunicação. Segundo Munhoz, o único beneficiário desse projeto seria a Rede Globo de Televisão, que é a maior devedora brasileira do setor da comunicação – valor estimado em R$ 6 bilhões. Nesse raciocínio, ele é acompanhado pelas direções do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão) e da Rede TV!.

Em janeiro de 2003, Munhoz passou de vice a presidente da Record, função até então ocupada pelo criador da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo. O atual presidente, que também é evangélico, garante que a emissora é laica. E mais que isso, que a igreja participa dos negócios da emissora apenas no papel de cliente, já que paga para fazer uso do horário da madrugada. Nessa conversa, Munhoz diz de que forma o BNDES poderia ajudar as empresas de comunicação, fala da concorrência no setor e faz projeções para a Rede Record.

NEGÓCIOS DA COMUNIÇÃO – Como foi aquela audiência dos representantes de TVs na Comissão de Educação do Senado?
DENNIS MUNHOZ – Foi muito parecida com a do ministro Luiz Gushiken [ministro-chefe da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica] e do doutor [Carlos] Lessa [presidente do BNDES]. O senado não tinha informações sobre o assunto, então tentamos explicar o que estava acontecendo. As três grandes redes, que somos nós, o SBT e a RedeTV!, foram claramente contra o dinheiro do BNDES para pagamento de dívidas. A Globo e a Bandeirantes se manifestaram favoravelmente ao empréstimo para o pagamento de dívidas. A diferença essencial é essa.

NC – Mas houve um posicionamento do BNDES mais claro, dando um indicativo de que não era o que se pensava, os valores também não eram os que se especulava.
DM – O projeto apresentado pela Maria Silvia [Bastos Marques, da consultoria financeira MS&CR2, contratada no fim do ano passado para calcular a dívida da mídia brasileira, estimada em R$ 10 bilhões] para o BNDES, foi a única informação passada para nós. E é esse projeto que está no BNDES.

NC – O fato de o BNDES ter exigido garantias de condições de pagamento, não altera o cenário?
DM – O que precisa ficar claro para a opinião pública é que estão tentando desvirtuar o assunto. É um plano de financiamento via BNDES que, do jeito que ele está estruturado, favorece apenas uma única emissora, que é a Globo. Porque para o endividamento, a liberação da verba deixa para trás uma série de obstáculos. Você apresenta o balanço onde consta a dívida e pronto. Para investimento – ninguém fala até hoje qual é o dinheiro que há para investimento -, você tem que seguir todas as normas, apresentar certidões, projeto, garantias etc. Existe uma facilidade maior para o equacionamento da dívida, do que para a liberação de verba para investimento.

NC – É onde está a polêmica.
DM – Exatamente. Todos nós somos favoráveis ao dinheiro do BNDES para investimento, geração de emprego, de conteúdo, compras de equipamentos etc. Vem aí a TV Digital, que vai consumir muito dinheiro. Ninguém esta em condição de gastar agora com isso.

NC – O próprio Nelson Sirotsky [diretor-presidente do grupo gaúcho RBS] disse à revista [leia página 34] que é uma forma de preconceito o BNDES nunca ter investido em comunicação.
DM – Acho que o dinheiro para investimento na mídia é bem-vindo. Existe um preconceito mesmo. Por que a mídia nunca recebeu esse dinheiro para investimento? Agora, a partir do momento que um banco paga a sua dívida, tem uma diferença muito grande. E foi o que eu comentei com eles. Qual é a garantia? A partir do momento que você libera dinheiro para investimento, você tem toda perspectiva de geração de emprego e de conteúdo. Agora, se você usa o dinheiro para pagar sua dívida, quem pegou esse dinheiro não tem comprometimento social de gerar um único emprego. Ele vai pegar esse dinheiro e, se daqui a seis meses ele tiver em dificuldades de novo, ele vai demitir.

NC – Que condições o sr. consideraria ideais para que se começasse uma boa conversa?
DM – Falar exclusivamente de investimento. Porque falta dinheiro para quase tudo no Brasil, para educação, para saúde, para segurança pública. Quer dizer, o pouco recurso que se tem deve ser dirigida para investir.

NC – E onde a Record investiria esse dinheiro?
DM – Não é só a Record. Acho que com advento da TV Digital, com estúdios, equipamentos digitais, teledramaturgia. Todas as emissoras, sem exceção, estão interessadas nisso.

NC – Porque sua saída da Abert veio apenas quatro meses após a entrega do pedido ao BNDES?
DM – É que a coisa começou errada. O SBT não fazia e não faz parte da Abert. Mas nós, a Record e a Rede TV!, que estávamos na vice-presidência da Abert, não tivemos conhecimento desse projeto apresentado pela Maria Silvia. Ela foi contratada, elaborou um projeto, apresentou ao BNDES sem que nós tivéssemos ciência dele.

NC – Quer dizer que ninguém olhou antes?
DM – Não. Nós cobramos esse posicionamento do Paulito [Paulo Machado de Carvalho Neto, presidente da Abert]. Depois de muita insistência, ele trouxe a Maria Silvia aqui para conversar com a gente e ela nos mostrou [o projeto]. Eu falei: “Quem falou que a gente concorda com isso aqui?”. “Ah, mas isso é um anseio do setor”, ela disse. E eu falei: “Que setor? Quem te falou isso? Onde você colheu esses dados?” E o que mais me causou estranheza, também, foi que na última reunião que eu participei da Abert, quando eu decidi pela minha saída, eu perguntei a todos os vice-presidentes que estavam presentes nessa assembléia e nenhum disse ter ciência desse plano.

NC – E a Globo estava presente?
DM – O representante da Globo estava presente.

NC – E disse que não conhecia o plano?
DD – Disse que também não conhecia o plano. E eu indagando a Maria Silvia falei: “quem conhecia isso aí?” E ela: “o presidente conhecia”. Depois o Paulito veio me explicar que ele conheceu algumas horas antes de ser entregue. É incoerente, não pode acontecer dessa forma.

NC – Sua saída é irreversível?
DM – Sem dúvida. Nós voltamos para a Abert em meados de 2002, esperando ver a entidade atuar como uma associação e não para atender anseios de uma única emissora.

NC – O senhor pretende montar uma dissidência junto com outras emissoras?
DM – Nós já temos a Abratel [Associação Brasileira de Radiodifusão e Telecomunicações], a que nós continuamos filiados, a RedeTV também. E agora nós estamos tentando viabilizar junto com o SBT uma nova entidade.

NC – O senhor concorda com a declaração do ministro José Dirceu de que o setor da comunicação é uma questão estratégica e de Estado?
DM – Concordo, é estratégico. Na Comissão do Senado tudo mundo bateu muito nessa tecla, mas estão chovendo no molhado. Não é porque ele é um setor estratégico que você tem que pagar a dívida dele. Você tem que investir nele, acreditar, preservar o capital nacional, manter a geração de conteúdo nacional.

NC – Mesmo sob a hipótese de ver quebrar uma emissora que é uma potência?
DM – Não quebra. E as palavras não são minhas, são do Evandro [Carlos de Andrade, diretor-geral do Departamento da Central Globo de Jornalismo, morto em maio de 2001]. Ele falou que a Globo tem condição de pagar a dívida dela. Se tem, por que o recuso do BNDES tem que ir para lá?

NC – O sr. concorda com essa avaliação de que para a Globo é fácil sair da crise?
DM – Não é fácil. Ela precisa se adequar a uma nova realidade, uma realidade que ela nunca trabalhou. Ela deve hoje aproximadamente R$ 6 bilhões de reais, mas tem um faturamento anual de R$ 3 bilhões e apresentou um lucro líquido, no ano passado, de R$ 800 milhões. Com esses números, não é tão difícil sair da crise.

NC – O que eles deveriam fazer?
DM – Têm que abandonar atitudes monopolistas que geram a dívida. Não dá mais para pagar US$ 240 milhões de dólares numa Copa do Mundo, não dá para contratar artistas por três, cinco ou dez vezes o valor do mercado e não utilizá-lo, não dá para manter todos os escritores de novela sob contrato e utilizar apenas um. Senão, daqui a três anos, a dívida está igual.

NC – É possível mudar essa tradição brasileira em que o Estado sempre aparece para socorrer em momentos de crise?
DM – Tem que mudar. Os senadores eles mesmos concordam que muitos desses empréstimos, para os bancos, para o setor energético, foram mal feitos e deram prejuízos ao banco e ao país.Inclusive o próprio Tribunal de Contas da União analisou o aporte de R$ 360 milhões do BNDES para a Net, feito no final de 2002, e publicou o resultado no Diário Oficial da União de 15 de março. Lá aponta uma desvalorização do dinheiro que o BNDES colocou nessas ações da Net de 99,9%. Aqueles R$ 360 milhões que representavam 20% da Net, da Globo Cabo, hoje não representam nem 1 milhão. É um prejuízo terrível. Inclusive a orientação final do TCU é que o BNDES tomasse cuidado e não emprestasse mais dinheiro nessas condições para essa empresa que causou um tremendo prejuízo ao erário público.

NC – Sem uma linha de financiamento da dívida da Rede Globo, o senhor acredita que muda o quadro da concorrência a curto prazo?
DM – Muda, em curto ou médio prazos. A Globo detêm hoje 50% de share [participação no mercado, na audiência] e 80% de verba publicitária da Brasil. Então ela tem hoje 30 pontos percentuais a mais do que, teoricamente, mereceria pela audiência que tem. Uma empresa com 80% da publicidade, que fatura R$ 3,2 bilhões por ano, e tem lucro de R$ 800 milhões, até que me provem ao contrário, essa empresa não precisa de ajuda. Quer dizer, se ela precisa de ajuda, as outras quatro então…

NC – E a Record não tem dívidas?
DM – Ela não deve para nenhum fornecedor nem para bancos. Tem alguns contratos renegociados que estão sendo cumpridos rigorosamente. Mas a Record não tem dívidas.

NC – Nem dívidas fiscais?
DM – Nós aderimos ao Refis, em 2000, mas também está sendo pago normalmente. Mas o Refis é uma recuperação fiscal, estamos pagando para o governo, não recebendo dele. E, na época, aderiram mais de 140 mil empresas. Quer dizer, não foi feito um plano para meia dúzia.

NC – O sr. confirma a informação de que a Igreja coloca mensalmente R$ 6 milhões na Rede Record?
DM – A Igreja Universal do Reino de Deus é uma cliente importante da Rede Record, como é uma cliente de outras emissoras. Ninguém comenta, mas ela tem horário na Bandeirantes, na Gazeta, em alguns estados ela loca horário na RedeTV! também.

NC – Ela é fundamental no balanço?
DM – Ela ocupa um espaço e paga por esse espaço.

NC – Mas qual o percentual disso?
DM – Isso o contrato não permite divulgar.

NC – É a principal fonte de faturamento?
DM – Não, não é a principal.

NC – Como o senhor vê as outras emissoras de grupos religiosos?
DM – Estão crescendo. Hoje mesmo eu vi que algumas entidades estão tentando uma televisão a cabo evangélica. A televisão vem passando por uma modificação muito grande. Eu acho que hoje as igrejas evangélicas, e as outras igrejas também, são clientes importantes para a manutenção da televisão. Ela ocupa um espaço como de um programa de vendas.

NC – Gostaria que o sr. fizesse uma análise da qualidade das emissoras concorrentes e falasse das estratégias e projetos que vão adotar.
DM – A gente visa ao segundo lugar e estamos trabalhando para isso. Investimos pesado na novela [Methamorfhoses], vamos começar com um programa dominical no final da tarde, renovamos o pacote dos eventos esportivos e de filmes, investimos na programação. E se o mercado publicitário apresentar algum crescimento, a Record vai crescer porque nós temos todos os produtos que o mercado publicitário busca, o infantil, a novela, o jornalismo e o esportivo.

NC- Mas cresce dentro dos 20% ou cresce avançando nos 80% da Globo?
DM – Avançando nos 80% da Globo. Nós apresentamos um crescimento agora nesse primeiro trimestre de praticamente 20% em relação ao mesmo período do ano passado. É um crescimento publicitário real.

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ricardo silveira

31/07/2013 - 20h25

Tanta coisa que impede o país de ser uma democracia decente: corrupção na segurança, na saúde, na educação, na mídia, etc. Mas, se nesta última houvesse a garantia da pluralidade com lei que penalizasse a corrupção e o desrespeito aos direitos dos cidadãos, não há dúvida, a corrupção nas outras áreas deixaria de ser notícia por falta de corrupção.

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Urbano

31/07/2013 - 18h37

Já que a mutreta feita para incriminar esses quatro rapazes como bandidos deu com os burros n’água, uma vez que eles não são, então quem são realmente os verdadeiros bandidos, afora o assassino ou os assassinos?

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Edno Lima

31/07/2013 - 15h22

“Os meios de comunicação acusaram e ao mesmo tempo, sem nenhuma investigação, condenaram esses jovens” Em que mundo vive Rosinha? A polícia prende, apresenta os sujeitos como criminosos e a mídia tem que investigar pra saber o delegado está apresentando os verdadeiros autores do monstruoso crime? Queria que a imprensa só mostre criminosos depois do trânsito em julgado da sentença condenatória?
A culpa é do Estado que apresentou inocentes como autores do delito.A imprensa só fez noticiar. Rosinha, como bom petista, só quer tirar o sofá da sala, atacar o problema de que inúmeras pessoas são vítimas todos os dias, ele não quer!

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baader

31/07/2013 - 09h03

como disse Milton Santos: a classe média (?), os que se acham protegidos de barbáries como essa não querem cidadania, querem é privilégio:”nunca houve cidadania neste país!”, pontificou com todas as letras o grande pensador.

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Mardones

31/07/2013 - 08h49

Dr Rosinha é um dos petistas ilhados pela corrente dominante no partido, que se traveste de centro.

Essa imprensa bandida é alimentada por verbas generosas da SECOM do governo federal, do PT.

O PT que afaga a mídia bandida é o mesmo que denuncia seus desmandos. No entanto, depois de 10 anos de governo federal, não se viu nenhum encaminhamento no sentido de democratizar a ação desses bandidos por parte do mesmo do governo federal.

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Pedro luiz

31/07/2013 - 07h51

Dr. Rosinha: estamos contigo.

Responder

Rose PE

30/07/2013 - 23h53

Oh, Dr. Rosinha, seu pedido não vai em nada, acredito pelo andar da carruagem que vemos a muito tempo neste País.

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Luís Carlos

30/07/2013 - 22h37

Quantas matérias ou comentários foram feitas pelos mesmos veículos/apresentadores sobre a sonegação da Globo? O valentes se acovardam diante da corporação midiática? Se calam diante da gigante sonegadora? Defendem a impunidade de crimes cometidos por meios de comunicação?

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maria edith ferrarezi

30/07/2013 - 21h48

Esse caso dos quatro rapazes do Paraná me traz à memória a Escola Infantil de São Paulo.Depois de tanta execração não era nada daquilo.E a família ficou destroçada.Os apresentadores de TV e jornalista deviam morder mais a língua antes de estender o dedo.Depois da apuração então fala-se o que quiserem,antes,não

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renato

30/07/2013 - 19h36

Onde está o assassino da menina!!!!!

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killimanjaro

30/07/2013 - 17h41

Mas e o mais importante?

Ninguem enxerga que foi algum policial que estuprou a menina? Provavelmente o grupo de pms que torturou os acusados.

esses vermes estupram, torturam e são viciados em cocaina! As pessoas dos blogs não acreditam nisso porque nunca tomaram um enquadro na rua.

Não entendo porque os “instruídos” dos blogs e os intelectuais insistem em ter esperança na polícia militar, é um medo de perder seus bens materiais, medo que a bandidagem domine, uma ilusão completa porque bandido é a polícia. Se o povo tiver o poder não vai faltar nada para ninguem ngm vai passar fome e nem frio. O Crime na cidade é a revolução. É a luta de classes, a devolução do que é do povo por direito.
O crime não adimite estupro, nem abuso de poder. Esses casos que a mídia expõe de ladrões que matam crianças ou colocam fogo em pessoas, é mais um golpe midiático, que procura, entre 100 ocorrencias uma atrocidade sensacionalista carregada de ideologia para manipular e conseguir audiencia num espetaculo macabro.

Escolham de que lado vocês estão.

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henrique de oliveira

30/07/2013 - 14h51

Lembram do caso da escola de base em SP , foi a mesma coisa se a policia civil ou militar fosse grande coisa não existiria um caso de denuncia anonima , todos seriam resolvidos em 48 horas no maximo.
Quanto a nossa midia prostituta , espero que sejam cobrados em grana por isso , toda ela e não so alguns Datena deveria ser o primeiro o tal idiota do Marcelo Resende deveria ficar fora da tv adium eterno e a globa deveria ser fechada (depois de pagar sua divida é claro.
O ódio por pobres é tanto que é só ver na politica SP esta caindo aos pedaços mas o alvo é Cabral que é “aliado” de DILMA o MP é incompetente o STF tirando tres juizes é um escritorio de advocacia de ricos e bandidos endinheirado.

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    RONALD

    31/07/2013 - 09h10

    O HENRIQUE.
    Você foi muito feliz na sua frase:
    ‘o STF tirando tres juizes é um escritorio de advocacia de ricos e bandidos endinheirado.’

Nelson Menezes

30/07/2013 - 13h35

A REVOLTA DOS COXINHAS

A manipulação declarada :e de ficar comovido com a revolta dos coxinhas,todos os dias com hora marcada estão eles lá em frente a casa do governador do Rio Sergio Cabral do PMDB com direito a toda a para-fernalhas da imprensa tendo a frente como sempre a TV globo, com direito a helicóptero e tudo, além de chegarem sempre primeiro; Agora o que me deixa mais ainda comovido e a solidariedade dos coxinhas de São Paulo que de imediato realizaram um protesto de apoio aos coxinhas do Rio, não é lindo isto! pois é, o mesmo não acontece na casa do governador Geraldo Alkmin do PSDB de S.P que à vinte e dois anos já surrupiaram a singela quantia de 425 milhões dos cofres públicos denunciados pela empresa Siemens da Alemanha, e que foi noticia de capa em uma revista semanal; Vejam bem é visível o gral de manipulação que esta imprensa exerce neste jovens da classe media(os coxinhas)eles fazem um protesto de apoio aos coxinhas do Rio que é da base de apoio do governo federal, mas não enxergam a corrupção do PSDB que a vinte anos ou mais agem impune, claro com a ajuda dos meios de comunicações que querem o retorno do governo neoliberal do PSDB, onde tudo pode.

Responder

André Dantas

30/07/2013 - 13h20

Pena que o PT deixou a Comissão de Direitos Humanos da Câmara para o pastor Feliciano.
O Deputado Dr. Rosinha cumpre dignamente o seu papel na luta pela dignidade da pessoa humana e contra a mídia que desdenha tal princípio. Seria muito bom se o seu partido e o Governo que este comanda atrapalhassem um pouco menos.

Responder

RONALD

30/07/2013 - 12h48

Pois é dr rosinha, e quando é que você vai parar de lero lero e você e o seu PT que é governo a quase 10 anos vai fazer alguma coisa para que a mídia também seja responsabilizada pela manipulação de notícias e destruição de pessoas?

Responder

Julio Silveira

30/07/2013 - 12h16

Vejo esse problema da mídia como a extensão de um problema maior que ocorre no País, que é o poder do mais forte, onde o econômico entra como parte preponderante dessa musculatura.
Aqui, e chego as vezes a acreditar que no mundo atual, vivemos sob a efeito do espirito de gangue. Grupos de poder se articulam para dominar os desarticulados e intimidá-los, quer através de regimentos normativos falaciosos, quer através da utilização da força para impor seu domínio e evitar o risco da reciprocidade.
Aos desarticulados sobra serem vitima desses articulados e dissimulados grupos predadores. Muitas vezes entregando seu sangue quando não suas vidas.

Responder

anac

30/07/2013 - 11h32

MP, está tudo dominado. Judiciário do JB e Gilmar também.

Responder

Marcus Oliveira

30/07/2013 - 11h28

Essa não é a primeira vez e não será a última (marco regulatório da comunicação e direito de resposta). Fiquei indignado com o fato que lembra muitos outros que ocorrem no país (mas sem a mesma divulgação). Vivo em Salvador/BA e diariamente programas policialescos destratam jovens e negros da periferia com seus “juízes com microfones” que entram em delegacias, julgam e condenam esses jovens (sem direito a defesa)e com a conivência da polícia (que permitem esse tipo de massacre).
No Domingo Espetacular (último domingo) passou uma reportagem sobre a adolescente do Paraná e pelo que percebi a atuação desastrada da mídia mais a polícia deste Estado condenaram esses rapazes. Mesmo se inocentes, estes serão marcados para sempre como “estupradores” e “assassinos”.

Responder

francisco niterói

30/07/2013 - 11h02

Enquanto a regulacao nao vem, temos mais é que partir pra cima. Nao vai dar em nada ( alias, a questao da guerra contra a PEC 37 mostra isso mesmo), mas temos que incomodar. Desmoralizar a midia.

Alias, a questao do metro de SP, por ex, acredito que pode ensejar denuncia contra a tv globo. O MP, como defensor dos direitos difusos, tem que verificar os interesses de uma concessionaria que omite assunto tao importante. É censura e temos que ter consciencia que uma concessao oublica NAO PODE ESCOLHER ASSUNTOS QUANDO SAO DE INTERESSE PUBLICO.

A situacao da midia brasileira traz prejuizos à nacao. Sugiro a leitura do post linkado abaixo:
http://feedproxy.google.com/~r/BrasilBrasil/~3/lRY2Xb6jL_o/o-deus-do-mercado-cheira-mal.html

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