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Jornalista denuncia que foi vítima de abuso no Rio; veja as imagens


29/07/2013 - 23h39

sugerido pela mãe do denunciante, Maria Zélia Seabra, via Facebook

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



21 comentários

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"Quadrilha" que a polícia do Cabral arranjou inclui professor de ioga; Pedro Serrano diz que enquadramento é Estado de exceção - Viomundo - O que você não vê na mídia

08 de agosto de 2013 às 21h54

[…] Trinta e três dias após a denúncia de Rovai (apenas um reparo: formação de quadrilha não é crime inafiançável), o mesmo instrumento foi bastante usado no Rio de Janeiro (aqui e aqui). […]

Responder

Ronaldo Silva

30 de julho de 2013 às 21h30

Manifestante com máscara…? Só falta aparecer como candidato pelo PR.

Responder

    renato

    31 de julho de 2013 às 01h37

    Não, aqui não se cria.Mascarado só o Super Man.

    Romanelli

    31 de julho de 2013 às 09h01

    OPA, aos 4:55 minutos o paladino diz que estava de máscara ..pra se proteger, sei sei ..isso depois de tudo o que vem acontecendo ?

    OLHA, duas coisas:

    Sem duvida que depois de tanta CPI abafada, de Cachoeira, Delta, DAntas, Eike, depois das mazelas da COPA, de helicópteros levando cachorro de 1a dama ou indo buscar SUNGA de governador, depois de tanta cabeçada e “unanimidade nunca dantes vista”, sem duvida que NÃO esta fácil aguentar esta geração de governantes que em CONLUIO nos tomaram de assalto, desde o município, passado por alianças espúrias pra chegarem, e ficarem, no planalto.

    Daí que apoio as recentes manifestações LIMPAS feitas por cidadãos que clamaram por saúde, educação, transporte, segurança e JUSTIÇA dignos, que pedirem pelo básico, por ética e HONESTIDADE da sua classe de governantes..

    Agora, daí a fazer manifestação que contenha DEPREDAÇÃO a bem público e/ou privado, ou que seus elementos se escondam junto com seus direitos, em máscaras que envergonham os seus DEVERES ..convenhamos, aí não

    ..e nestes casos de “vingadores destemidos” que se valem da BURCA – assim como qualquer outro dissimulado – pra defenderem seus “direitos”, a estes desejo, que continuem a LEVAREM pau mesmo..

    ..pois convenhamos, eu não quero pra mim nem pros meus o país que eles dizem defender, um que, dominado pelo medo e anonimato, precise se disfarçar pra se ser ouvido e/ou representado..

renato

30 de julho de 2013 às 20h17

Eu sugiro o Manifestante, se candidatar a Governador.
Isto resolverá todos os problemas.
Se não quiser se candidatar, pode tomar na mão grande mesmo.
pois sabemos que tem resposta para tudo. Só não sabe onde esta
o Amarildo, mas isto não é importante.
Ao chegar lá, com certeza vai tirar a proteção policial.
Acabará com a corrupção, retirando todos os funcionários públicos.
(metade do rio).
E contratando todos que estavam na manifestação com ele.
Estes por sua vez, não contratarão ninguem, para evitar fraudes.
Não contratarão mídia, pois farão um meio de comunicação diferente.
Não manterão contato com mais ninguem, para evitar coluíos, marcutaias.
Erguerão um muro, no Palácio para evitar entrada de celulares.
Com isto afastam-se do ser humano não manifestante.
Depois de tudo isto, poderemos então votar em outro governante, quem sabe
o Cabral.

Responder

anderson

30 de julho de 2013 às 19h41

resultado da administração do psdb em minas gerais:
Minas Gerais possui o menor IDHM da região Sudeste
Comparando-se com todas as unidades da Federação, o Estado está com o nono melhor índice, entre as 200 cidades com melhor IDMH, 13 são mineiros
Minas Gerais é o Estado com o menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) da região Sudeste do país. O atlas publicado nessa segunda-feira (29) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (Pnud) leva em consideração quesitos como a expectativa de vida, a educação e a renda mensal per capita. O indicador é uma nota que varia de 0 a 1, e a melhor cidade é aquela que se aproxima ao número 1.

Enquanto Minas apresentou, em 2000, o IDHM de 0,624, ficando na oitava posição no país, segundo dados da Fundação João Pinheiro, em 2010, esse número subiu para 0,731, mas inferior ao de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Comparando-se com todas as unidades da Federação, o Estado está com o nono melhor índice.

No total, foram avaliados todos os 5.565 municípios do país. Após dez anos, as duas primeiras posições da lista de melhores cidades continuam inalteradas: São Caetano do Sul (SP), com IDHM de 0,862, seguida por Águas de São Pedro, também em São Paulo, com 0,854. A primeira cidade mineira a aparecer na lista das melhores do Brasil é Nova Lima, na região metropolitana da capital, em 17º lugar.
Entre as 200 cidades com melhor IDMH, 13 são mineiras. Já no que diz respeito às cidades menos desenvolvidas, São João das Missões, no Norte do Estado, se destaca, sendo a pior cidade da região Sudeste. No Brasil, em último lugar no índice de desenvolvimento está Melgaço, no Pará, com IDHM de 0,418, ou seja, um indicador considerado muito baixo.

Levando em conta o índice nacional, o Brasil cresceu 47,5% nos últimos 20 anos, alcançando, em 2010, IDHM de 0,727. Isso mudou a avaliação do desenvolvimento do país de muito baixo, em 1991, para alto, em 2010. As informações são do O TEMPO Online.

Responder

Rodrigo

30 de julho de 2013 às 18h08

O fato do denunciante ser coxinha atenua a denuncia? Ou diante do cotidiano violento da atuação policial no RJ é que os protestos do rapaz são tenues, pois representam justamente os menos afetados por este problema?

Direto do Blog do Miro
terça-feira, 30 de julho de 2013
Onde estão os Amarildos?
Por Martha Neiva Moreira, Rogério Daflon e Camila Nobrega, no sítio Canal Ibase:

O assessor Guilherme Pimentel, da Comissão de Direitos Humanos, foi convocado, no último dia 17, a ir a uma manifestação de moradores da Rocinha, que, à noite, fechavam a Auto Estrada Lagoa-Barra na altura da comunidade. O protesto vinha em forma de pergunta: Cadê o Amarildo? O clima era de tensão e revolta. Na véspera, alertada por residentes da favela de São Conrado, a comissão já informara o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza à Polícia Civil, à Coordenação das UPPs.

– É preocupante essa história de um cidadão desaparecer, logo depois de ter sido levado para averiguação na polícia na sede da UPP da Rocinha. Isso demonstra a fragilidade da democracia em algumas áreas da cidade – disse Guilherme, que informou que a família depôs, há dois dias, na Comissão de Direitos Humanos da Alerj na presença do delegado que investiga o caso, Orlando Zaccone.

O pedreiro foi visto pela última vez na noite do dia 14 de julho, após uma operação da Polícia Militar para prender 30 pessoas da comunidade suspeitas de participação no tráfico local. Testemunhas dizem que ele entrou na sede da UPP, mas não saiu. A entrada foi filmada, enquanto, na saída, de acordo com a polícia, as câmeras não estavam funcionando. Para o delegado Orlando Zaccone, os protestos são legítimos.

– Eles mostram que não existe vida mais importante que outra – disse Zaccone.

O caso deve ir para a Delegacia de Homicídios nos próximos dias.

A Comissão de Direitos Humanos da Alerj, com a presença do deputado Marcelo Freixo, do PSOL, reuniu-se com cúpula de segurança pública, para fazer um pedido simples: uma resposta mais densa sobre o desaparecimento de Amarildo. Nela, estiveram presentes o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a chefe da Polícia Civil Martha Rocha e o major Paulo Henrique, da UPP da Rocinha. Mas até agora não houve nenhuma resposta convincente.

Em 2011, primeiro caso de morte de morador de UPP

O primeiro caso de morte de um morador de uma favela pacificada de que se tem notícia ocorreu em 12 de junho de 2011, dia dos namorados, no Pavão-Pavãozinho. André Ferreira, de 19 anos, saiu apressado para uma festa onde a namorada, grávida de 9 meses, o esperava. No caminho, foi abordado por policiais e, logo depois, foi encontrado nas ruas da comunidade ferido por tiros. À época, a polícia classificou o caso como um “auto de resistência”, em menção a uma possível reação brusca do jovem à abordagem. A perícia concluiu, no entanto, que o jovem foi ferido pelas costas. No mesmo dia, moradores que assistiram à cena foram às ruas protestar. Os policiais envolvidos ainda respondem em liberdade por processo referente ao caso.

A morte de André estarreceu moradores e também pessoas que trabalhavam na favela. Segundo relatos de pessoas que não quiseram se identificar, a comunidade tem uma relação difícil com a UPP instalada lá e já houve outros casos de abuso policial.

Embora André tenha sido o primeiro caso, não foi o único. Segundo informações do site da Rede contra a Violência, no morro do Fogueteiro, no Catumbi, também em junho de 2011, a comunidade delatou o assassinato do mecânico Jackson Lessa dos Santos e do adolescente Thales Pereira Ribeiro. Policiais seriam os principais suspeitos da ação.

Os moradores protestaram, mas não houve respostas. Na Fallet, ocupada pela mesma UPP do Fogueteiro, uma menina de 10 anos foi baleada na perna durante uma operação policial pouco tempo depois. E, em março de 2012, um morador de 22 anos foi alvejado por um PM que teria agido, segundo moradores, por ciúmes da namorada que mora na comunidade.

No Complexo do Alemão, o jovem Abraao Maximiano, de 15 anos, teria sido executado, sem que tenha havido investigação. A Rede contra Violência ressalta que esses são casos que se tornaram públicos. A maior parte das famílias não chega a fazer denúncias por medo.

Outras formas de violação

Não apenas conflitos com policiais terminaram em morte nas comunidades pacificadas. Um caso que se tornou conhecido entre os moradores do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte, é o do comerciante, fundador e presidente da Associação Comercial dos Macacos, Flávio Duarte de Melo, de 40 anos. Ele foi assassinado em setembro de 2012, dentro de sua padaria. Ele era considerado um colaborador da UPP e havia sido chamado, pouco tempo antes, para ser mestre de cerimônia de um casamento comunitário organizado pela unidade pacificadora. Para moradores do local, a morte foi uma resposta do tráfico ao envolvimento de Flávio com os policiais, que não encontraram suspeitos. Menos de 48 horas depois, Gilmar Campos, amigo de Russo, também foi executado. Os dois casos foram divulgados na imprensa, mas a investigação não solucionou nenhum dos dois.

Para além destes casos, há outras violações policiais em favelas pacificadas. Uma pessoa que trabalha em uma instituição no morro do Andaraí e preferiu não se identificar contou à reportagem que o comando da UPP no local têm ações de intolerância religiosa. Ao proibir músicas a partir das 22h em determinada região, o objetivo principal seria coibir os rituais realizados em terreiros da favela.

– As mortes são os fatos que mais assustam, claro. Mas até que se chegue a esse extremo, há uma série de violações de diversas naturezas acontecendo nas favelas – contou a fonte.

No Santa Marta, uma das principais reivindicações dos moradores que foram às ruas em passeata realizada no início deste mês foi a liberação do uso da quadra da própria comunidade. A UPP coordena o uso do local e coibiu eventos realizados pelos moradores.

Em outras comunidades há denúncias de que policiais entram em casas de moradores para acabar com festas, proibindo sons de funk e outras músicas. Antes que haja agressões, há princípios da dignidade humana feridos. Por mais que se saiba da dificuldade de coibir a violência nas comunidades cariocas e a atividade dos traficantes, não há justificativa para tais ações frente aos moradores.

Papa pede justiça social em UPP

Em visita ontem ao Complexo de Manguinhos, no Rio, o papa Francisco disse que o esforço de pacificação tem que ser acompanhado de justiça social. No entanto, para os moradores da região esta realidade parece não existir nem em sonho. Há três meses a equipe do Fórum Social de Manguinhos se reúne com grupos do complexo de favelas para saber, entre outras informações, como eles imaginam que seja uma comunidade segura. Mas não consegue extrair qualquer impressão.

Segundo Fransérgio Goulart, uma das lideranças dali, por falta de parâmetros, a população local sequer vislumbra este cenário. Os anos de opressão e insegurança, explica ele, embaçam a visão de quem nunca teve paz. A violação de direitos, traduzida pela truculência policial e abandono por parte do poder público, naturalizou uma situação de exceção em Manguinhos, que se reproduz em outras favelas da cidade, mesmo depois da implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

– Nos grupos focais com moradores que estamos realizando para produzir uma cartilha reunindo os direitos do cidadão que mora em favela, não conseguimos ter uma resposta deles de como seria uma favela segura. Simplesmente não conseguem vislumbrar sequer que uma rua iluminada possa trazer segurança. Nem em sonho parece possível imaginar uma favela mais segura – disse Fransérgio.

Por isso mesmo o sumiço recente do pedreiro Amarildo na Rocinha não causou espanto a Fransergio nem há outras lideranças de favelas que a equipe do Canal Ibase ouviu. Pelo contrário, eles reafirmaram que viver em território pacificado hoje é sinônimo de ter que lidar, diariamente, com violação de direitos por parte da polícia.

– Não me causou espanto – e acho que a ninguém que mora em favela – a história do Amarildo. Este não foi o primeiro caso suspeito em comunidades com UPP. Logo que foi implantada no Borel (2010), um rapaz foi parado em uma blitz dos policiais da UPP e ninguém mais soube dele. Foi visto pela última vez com os policiais. O Estado garantiu que os policiais de UPP seriam diferentes, mas o que vemos é que o treinamento é o mesmo de sempre. A polícia não mudou – contou Mônica Francisco, da Rede de Mulheres do Borel e do grupo Arteiras.

No Borel, como ela explica, a polícia parece não ter uma norma de conduta pois até crianças estão sendo revistadas, ferindo o artigo 18 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece que “é dever de todos zelar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório e constrangedor”.

Já cedo, por volta das sete da manhã, os moradores que estão levando filhos para a escola ou descendo para o trabalho se deparam com revistas de policiais. Nem idosos costumam ser poupados.

– É uma rotina de desrespeito com os moradores que o comportamento da polícia impõe. Outro dia, meu marido e filho estavam descendo do ônibus no ponto em frente à favela. Logo que saíram, tinha um policial fazendo revista de todos, de forma truculenta – observou Mônica.

Borel vive em meio a arbitrariedades

A lista de arbitrariedades no Borel não para por aí. No morro, é a UPP que tem o controle do mototáxi. Os moradores se perguntam porque o transporte tem que ser controlado pela força policial. Por que não por outra instância do Estado ou mesmo uma cooperativa organizada por meio de alguma ação do Sebrae, por exemplo?

Em Manguinhos a realidade não é diferente. Segundo Fransérgio Goulart, na favela persiste o toque de recolher não-oficial, às 23h, todos os dias, indicando que a presença de policiais da UPP ainda não deu tranquilidade à população para transformar uma rotina imposta durante anos pelo tráfico. Para fazer qualquer atividade cultural, é preciso pedir autorização do comandante da UPP.

A juventude é que mais sofre com as revistas arbitrárias e achaques em Manguinhos. Tanto é que passaram a só andar em grupo pelas ruas da comunidade como medida de proteção. Não faltam casos, segundo Fransérgio, de garotos que perderam seus CD players porque estavam ouvindo funk e policiais desligaram na marra e levaram o aparelho. Ele contou que o abuso é tamanho que policiais entram arbitrariamente na casa das pessoas sem pedir licença.

– Outro dia, próximo da minha casa, um grupo de policiais entrou na residência de uma vizinha porque queria saber o que o filho dela, que dormia, fazia da vida. O rapaz acordou e mostrou a carteira profissional. Era soldado do Exército. A polícia foi embora. Mas e se ele não fosse soldado ou não tivesse carteira de trabalho? O que aconteceria com este rapaz, arbitrariamente escolhido para uma revista pelos policiais?.

Os anos de opressão do tráfico e agora a vivência de situações desrespeitosas geram, na população das favelas cariocas, a sensação de medo:

– Quem mora em favela tem medo, originalmente. Isso tem que ser considerado em qualquer política pública. Existe muita desconfiança por parte da população. É um território que passou anos dominado pela institucionalidade do tráfico e, agora, pela da polícia dita pacificadora que segue a mesma lógica militar da polícia convencional – disse Fransérgio.

Nas últimas semanas, os debates sobre o assunto se tornaram ainda mais acalorados nas favelas cariocas, em função dos protestos que tomaram as ruas do Rio de Janeiro. Pela primeira vez, moradores estão encontrando apoio para denunciar a situação de opressão imposta pelas UPPs. Um twitaço realizado esta semana deixou a pergunta “cadê o amarildo” entre os trending topics – os tópicos mais recorrentes, segundo lista do próprio Twitter – no Brasil. O caso ganhou repercussão no país inteiro e ganhou adeptos pelo mundo. Pela internet, a pergunta pelo paradeiro do morador já apareceu em pelo menos outras seis linguas. Amarildo se tornou um símbolo de um cotidiano onde os amarildos se proliferam. Onde estão todos eles? E para onde o Rio de Janeiro caminha nessa ótica de pacificação – sim, e com seus benefícios -, mas calcada na repressão? É o que milhares de pessoas perguntam a mais de um mês nas ruas. Sem resposta.

E cadê Amarildo?

Responder

Marta

30 de julho de 2013 às 16h58

Tem alguma coisa falsa neste discurso. Este “coxinha” é bom de papo. Lamento pelo que ele passou, mas que é um hipócrita ele é. Duvido que ele tivesse pensado algum dia em lutar “pelo povo”. Ele é fake!

Responder

Douglas

30 de julho de 2013 às 13h00

Faltou ele gritar contra a sonegação bilionária da Globo.

Responder

Eduardo Albuquerque

30 de julho de 2013 às 12h36

1) O Governador está bastante desgastado, mas continua governador e cumprirá seu mandato até o fim. Fato

2) O nome do Amarildo está sendo usado nao pelo problema que vive , mas porque através dele se pode atingir o Governador. Fato

3) Ainda nao houve nenhuma apresentação por parte dos movimentos sociais uma proposta de Programa sobre Segurança pública para o Estado. Fato.

4) Ja está na hora de se ultrapassar a negação de uma situação para elaboração e desenvolvimento de outra. Em pouco mais de um ano estaremos em campanha para elegermos deputados estaduais, federais, senadores, governador…Fato.

Responder

    Lucas

    30 de julho de 2013 às 14h12

    tenho um palpite: você não tem relação nenhuma com nenhum movimento social e não tem a menor idéia a respeito das propostas que eles tem, está esperando que sejam publicadas no UOL ou aqui no Viomundo. Por favor, me diz se eu acertei ou não!

anac

30 de julho de 2013 às 12h00

E o Amarildo? A classe media não vai sair à rua para cobrar do Cabral o paradeiro do Amarildo? O papa cobrou ao Cabral o paradeiro do Amarildo?
Em uma capital do Nordeste, a classe média cansada da violência convocou manifestação para expressar sua insatisfação com os crimes contra o patrimônio que estavam sendo vitimas. Conclamou uma manifestação em frente a residencia oficial do governador. O pai agricultor de um jovem pobre, tipo Amarildo, assassinado compareceu a manifestação para denunciar a violência que ceifou a vida de seu filho. Foi prontamente enxotado pela patricinha manifestante que disse que ali os manifestantes apenas poderiam reclamar do furto ou roubo de iPhone, iPad, notebook, veículos, etc.

Responder

Dr. Rosinha: Quando o comportamento da mídia é criminoso - Viomundo - O que você não vê na mídia

30 de julho de 2013 às 11h06

[…] Leia também: Jornalista denuncia que foi vítima de abuso no Rio […]

Responder

Luis Carlos

30 de julho de 2013 às 09h01

Imagine durante a “ditabranda” da Foia.

Responder

Caxopa

30 de julho de 2013 às 08h57

é para “isso” que se paga impostos neste país? totalmente lamentável.

Responder

Bragança

30 de julho de 2013 às 08h44

Formador de quadrilha tá na cara que vc não é. Mas que é um coxinha, isso é. Alienado e nem sabe pq estava nas ruas.
Enquanto vcs acham que o Brasil acordou agora, os trabalhadores já estão sofrendo isto que vc passou agora, ha décadas. E ai vc vai pra rua contra os partidos, sindicatos, etc… Vai rever a história camarada.
Este tipo de abuso acontece todos os dias com os pobres, e vc se indignou pq é classe média.

Responder

edir

30 de julho de 2013 às 06h01

O Cabral näo tem nada a perder, portanto, vai vingar sua queda nas pesquisas respondendo com violencia. Ele mesmo disse uns dois anos atrás que näo pretende continuar na política.
Um grupo extremista, MPL comeca em SP o movimento por uma pseuda causa 20 centavos. Hoje se sabe que foram desviado mais de 400 milhöes em propina das obras do metro – SP. Uma grande diferanca entre 20 centavos e 400 milhöes. Pela causa 20 centavos eles foram às ruas, mas pelo desvio de milhöes eles se calam. O “gigante” dorme. Hoje vemos nas redes sociais tanta gente “preocupada” com os mais pobres. Gente que nunca participou de movimento social, nunca pisou seus pés numa favela em pró dos menos favorecidos. Gente que nunca se manifestou nas ruas e nem nas redes sociais , quando o DEM entrou na justica contra o Prouni. Gente que deixou o FHC privatizar de forma mais escandalosa as estatais que deixou uma meia dúzia com muito dinheiro em contas nos paraísos fiscais. Gente que näo se manifestou quando saiu o livro A Privataria Tucana. Gente que se cala quando os escandalos do PSDB em MG E SP é vergonhoso. Gente que se manifesta em SP quebra tudo mas a manifestacäo é contra Cabral. Aí tem, e como tem . O jornalista sem querer confessa que tem lado. Ele diz que está fazendo o trabalho dele, mas que vai lutar até o fim contra o que está aí e cita alguns caso de corrupcäo . Ele näo cita o descaso do STF no mensaläo mineiro, mas cita os mensaleiros do PT. Aí tem e como tem. Um jornalista näo se expressa assim como ele. Ele está lá näo para fazer seu trabalho jornalístico, mas sim como jornalista e manifestante porque ele tem lado e esse lado ele mesmo declarou.

Responder

    Anderson

    30 de julho de 2013 às 11h26

    Falou pouco e simplesmente tudo!!!!!!

    anac

    30 de julho de 2013 às 12h13

    Esse caso do propinoduto tucano vem desde o Covas, com processos abertos na Europa contra a ALSTOM, francesa, a SIEMENS, alemã, e outras corruptoras, tendo entre os corruptos os tucanos de São Paulo.O esquema de corrupção foi praticado em vários países por essas multinacionais, que sofreram foram processos junto como os corruptos, que receberam a propina. Apenas no Brasil não houve processo, porque envolvia os tucanos. Esses processos que Eram do conhecimento de TODOS no BRASIL, tanto da esquerda, como o MPL, quanto da direita. O MP prevaricou. O MLP disse que era mais que 20 centavos, e era, mas não foi ao cerne da questão, deu nome aos bois. Apenas serviu para ser o MPL usado pela direita para o golpe.

    Lucas

    30 de julho de 2013 às 14h48

    ah! como é engraçado ver petistas usando bradando exatamente o mesmo discurso dos piores reacionários que comentam no Uol: “se manifesta pra isso mas não por aquilo!”, “por que não saem as ruas por este e este motivo??”.
    Oras, não viu como é fácil sair às ruas? Por que é que não sai você, ao invés de ficar triste porque os outros não fizeram o que você acha que eles deveriam ter feito??

    Marcelo

    30 de julho de 2013 às 17h24

    Vc tem razão , eles não sabem agir como cidadãos, são a torcida organizada dos partidos .


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