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A propaganda da Nívea que deu o que falar


19/08/2011 - 16h03

sugestão do Eunaosabia, com acréscimo do anúncio da Nívea “para brancos” e da Bruna (Dove, via Blue Bus)

@luanadianas: A suspensão das cotas no serviço público

UNEAFRO: O DEM não nos representa

O debate sobre a internação compulsória de usuários de crack

Caso da escrivã que sofreu abuso vai para a esfera federal

A dupla FHC-Dilma Rousseff

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166 comentários

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HMS TIRELESS

30 de agosto de 2011 às 18h56

Impressionante como a obsessão pelo politicamente correto vem tornando o mundo cada vez mais intolerante, chato e, por consequencia, racista e preconceituoso ou seja, bem ao contrário do que apregoa….

Responder

Heloisa Villela: Em livro, psiquiatra entrega os segredos sujos da profissão | Viomundo - O que você não vê na mídia

23 de agosto de 2011 às 23h30

[…] A propaganda da Nívea que deu o que falar Racismo explícito? […]

Responder

Wildner Arcanjo

22 de agosto de 2011 às 12h58

Um marceneiro usa um martelo para pregar pregos e construir uma casa. Um homicida o usa para matar a sua vítima. Um objeto, duas aplicações para ele. No final das contas, somos nós que damos a conotação que queremos para aquilo que vemos, nada mais…

Responder

Eduardo Diniz

21 de agosto de 2011 às 08h48

Sugestão de leitura para diminuir os achismos: " O negro no mundo dos brancos", de Florestan Fernandes. Foi escrito na década de 60, com dados de uma pesquisa de 1950. Apesar da idade, é muito atual.

Responder

    Wildner Arcanjo

    21 de agosto de 2011 às 18h59

    Muito dessa realidade já mudou. Muitos velhinos daquele tempo que não aturavam os negros hoje têm suas tataranetas casadas com homens de pele escura.

    Nada a ver… Pode até servir como referência antropolígoca mas tentar dizer que nada mudou, de lá para cá, isso não cabe.

patrick

21 de agosto de 2011 às 07h35

Nívea pede desculpas por propaganda racista:
http://portalimprensa.uol.com.br/cdm/caderno+de+m

Responder

Lucio

20 de agosto de 2011 às 17h46

Mas aí também não tem uma máscara branca cabeluda que vai ser jogada fora?

Tem um negro, tem um branco, qual o "mimimi" dessa vez?

"Racismo" contra os cabeludos?

???????????????????????????????????

Responder

Lucio

20 de agosto de 2011 às 16h29

Nelson Rodrigues: A Revolução dos Idiotas.

“Quero crer que certas épocas são doentes mentais. Por exemplo: a nossa”.

Até o século XIX o idiota era apenas o idiota e como tal se comportava.

E o primeiro a saber-se idiota era o próprio idiota. Não tinha ilusões. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais se atreveu a mover uma palha, ou tirar uma cadeira do lugar. Em 50, 100 ou 200 mil anos, nunca um idiota ousou questionar os valores da vida. Simplesmente, não pensava. Os "melhores" pensavam por ele, sentiam por ele, decidiam por ele. Deve-se a Marx o formidável despertar dos idiotas. Estes descobriram que são em maior número e sentiram a embriaguez da onipotência numérica. E, então, aquele sujeito que, há 500 mil anos, limitava-se a babar na gravata, passou a existir socialmente, economicamente, politicamente, culturalmente etc. houve, em toda parte, a explosão triunfal dos idiotas.

(…)

Nelson Rodrigues

"Se não me engano, quarta-feira. Foi, sim, quarta-feira, escrevi sobre as "épocas débis mentais". Ao chamá-las assim não insinuei, é claro, nenhuma novidade, não fiz nenhuma descoberta. As épocas são mais inteligentes ou menos inteligentes, mais nobres ou menos nobres, românticas ou cínicas, suicidas ou homicidas, perversas ou heróicas etc.etc.

Concluía eu, na minha "Confissão", que nos coube por fatalidade uma das "épocas débis mentais", e das mais espantosas da história. Há uma debilidade mental difusa, volatizada, atmosférica. Nós a respiramos. Isso aqui e em todos os idiomas. É um fenômeno internacional tão nítido, tão profundo, que não cabe nenhuma dúvida, não cabe nenhum sofisma.

E acontece, então, esta coisa nunca vista: – todos agem e reagem como imbecis. Não que o sejam, absolutamente. Muitos são inteligentes, sábios, clarividentes; e têm um nobilíssimo caráter, e uma fina sensibilidade, e uma alma de superior qualidade. Mas num mundo de débis mentais, temos de imitá-los. Não sei se me entendem. Mas, para viver, para sobreviver, para coexistir com os demais, o sujeito precisa ir ao fundo do quintal. E lá enterrar todo o seu íntimo tesouro."

(O Globo, 23 de maio de 1970)

[youtube pELtOSUgh7A http://www.youtube.com/watch?v=pELtOSUgh7A youtube]

Responder

    Lucio

    20 de agosto de 2011 às 17h43

    O Nelson disse isso em 1970.

    Vendo nossos dias, 40 anos depois, digo que ele foi… profético!

    E o poço ainda tem fundo…

cronopio

20 de agosto de 2011 às 14h37

Olhemos para as fotos atentamente. Há uma plaqueta onde se lê "antes" e outra onde se lê "depois" (em inglês "before"/ "after").Embaixo da plaqueta "antes" há uma mulher negra, embaixo da placa "depois", uma mulher branca e loira. Há também uma superfície quadrada com duas texturas, uma cheia de ranhuras e a outra uniforme. Você, eu, e todos os outros cidadãos expostos à publicidade, conhece o modo de funcionamento de propagandas "antes e depois". Funcionam do segundo modo: há um texto e duas imagens: o texto é algo como "o produto X age em Y tempo" e, abaixo, duas imagens, com as vinhetas "antes" e "depois", respectivamente. Na primeira imagem da esquerda para a direita (sentido ocidental do olhar) está o produto/pessoa/animal que ainda não utilizou o produto; na segunda foto, o produto/pessoa/animal após a utilização. A valorização das qualidades apresentadas na segunda foto não presentes na primeira, são relacionadas ao uso do produto X. Simples assim. Qualquer criança entende. O fato de a empresa ter pedido desculpas pela publicidade "racista", já encerraria a discussão (a própria empresa reconheceu o erro) mas quis mostrar-lhe que toda imagem contém um posicionamento ideológico que, em alguma medida, será sempre implícito,pois sua interpretação depende do trabalho ativo de percepção do observador. As empresas de publicidade sabem disso e não são nem um pouco inocentes na produção de suas imagens.

Responder

    Wildner Arcanjo

    21 de agosto de 2011 às 12h08

    Quer dizer que foi esse o tratamento do Michael Jackson?

    will

    21 de agosto de 2011 às 15h43

    Puxa!!! como vc é inteligente! Claro que a arte final foi muito bem analisada, antes de ser aprovada. pois o intuito dessa imagem foi criar polêmica. Mas quando vc reparar melhor, vc vai ver que a morena é a mais gata!
    sem problemas!

Lukas

20 de agosto de 2011 às 14h05

Vejam se eu entendi a propaganda da Dove: há dois paneis ao fundo, um que demonstraria uma pele ruim, antes de usar o Dove, e outro com a pele boa, depois de usar o Dove. Tanto a pele ruim quanto a boa são da mesma cor. A frente deste painel, três mulheres, da esquerda pra direita :uma negra, uma branca morena e uma branca loira. Pela disposição das mulheres, vocês entenderam que Dove daria a entendder que a raça negra tem a pele ruim e a medida que vai ficando branca a pele melhora. Foi isto? Aí que está o racismo ou eu não entendi direito?

Responder

Arthur

20 de agosto de 2011 às 13h14

A peça da Nívea não é racista. Tanto o negro como o branco seguram uma máscara com cabelo crescido sem corte e barba igualmente aleatória (seu visual antigo, sem nívea) e apresentam um visual "bonitinho", dentro dos parões de beleza. Para mim continua sendo pré-conceituoso, pois eu mesmo me pareço mais com a máscara do cara branco do que com o "rostinho nívea" dele, e nem por isso deixo de ser civilizado. No entanto, não pode ser taxada como racista, tanto a peça com o negro, como a com o branco passam a mesma idéia, o negro não se torna branco quando "melhora o visual", como na peça da Dove, esta sim, escancaradamente racista. Aliás, por isto mesmo, essa peça da Dove me parece mais uma montagem, uma paródia criticando o culto aos padrões de beleza impostos pela sociedade dominante e instigado por marcas como Dove e Nívea, do que uma peça publicitária de verdade. Logo a Dove, que há um tempo atrás fez uma peça no Brasil com mulheres "gordinhas" e com corpo bem diferente das modelos, para valorizar as diferenças, não iria fazer uma cagada dessa, que além de escraxar descaradamento as gordinhas ainda é assumidamente racista. Isso não pode ser de verdade.

Responder

João PR

20 de agosto de 2011 às 12h43

É simples: aqui em casa não entra mais produtos da nívea, dove e o que possam fabricar.

Vamos atacá-los naquilo que há de mais sensível: o faturamento.

Poderíamos fazer um tuitaço. Algo como #naoconsumaniveaedove (aceita-se sugestões de melhoras).

Daí quem sabe os publicitários da nívea e dove pensariam duas vezes antes de levar mensagens como esta em suas peças publicitárias.

Responder

    Henrique Finco

    20 de agosto de 2011 às 14h47

    Prezado João:
    Me parece que o Arthur está certo. A peça da Nívea não é racista (dê uma boa olhada nela: os dois estão na mesma situação). A da Dove é tão racista, mas tão escancaradamente racista que, com certeza é falsa. Duvido que uma empresa que quer faturar em todas as classes e cores vá se queimar com milhões de consumidores de pele mais escura, você não acha?

Renata Gama

20 de agosto de 2011 às 12h27

será que o sabonete dove deixa aquela gosma para tentar esbranquiçar as pessoas? :P

Responder

    @anabellbar

    20 de agosto de 2011 às 14h22

    Boa, gosma mesmo este sabonete "dove".

FrancoAtirador

20 de agosto de 2011 às 12h15

.
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EU NÃO SABIA

Que a Beiersdorf e a Unilever haviam lançado

A ÁGUA SANITÁRIA PARA A PELE.
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Responder

    Nunes

    20 de agosto de 2011 às 15h27

    EU NÃO SABIA, parece que tem gente usando essa "água sanitária para a pele" para demolhar o cérebro!!!

    FrancoAtirador

    20 de agosto de 2011 às 18h54

    .
    .
    EU NÃO SABIA que essa gente tinha cérebro.
    .
    .

Sebastião Medeiros

20 de agosto de 2011 às 11h49

É bom lembrar:Nívia é um marca da pele e de cuidado corporal de propriedade Alemâ (Empresa BEIERSDORF FARMACÊUTICO). Em 1909 , o novo proprietário OSKAR TROPLOWITZ desenvolveu uma água-em-óleo EMULSIFICANTE como creme de pele com EUCERITE, A emulsão estável,a primeira do seu tipo.Esta foi a base para o EUCERIM E,mais tarde,NIVEA. NIVEA vem do LATIM -PALAVRA niveus/nivea/niveum,que significa BRANCO NEVE.
Durante a década de 30 a empresa produziu óleos bronzeadores,cremes de barbear, e shampoo e cremes faciais.A marca NÍVIA foi expropriada em muitos países após a Segunda Gurrra Mundial por conta do apoio dos proprietários,DESTA EMPRESA, ao regime NAZISTA DA ALEMANHA. Porém o grupo Beiersdorf conseguiu comprar de volta,em 1997,os direitos da marca confiscados no pós-segunda guerra.
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Responder

    FrancoAtirador

    20 de agosto de 2011 às 16h12

    .
    .
    Parece que há um TROLL, no Viomundo, dizendo "EUNÃOSABIA", sabendo disso.
    .
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Denise

20 de agosto de 2011 às 10h56

Basta que os que acham que sofrem racismo não usarem estes produtos e pronto. Negros, "despojados" e afins não comprem Nivea nem Dove. Nós temos de mostrar a nossa força de "consumidores" Esqueçamos o racismo. Nosso dinheiro é que é igual. Para dinheiro não há "diferenças" Há diferença na hora de escolhermos o que comprar. NÃO COMPREMOS NIVEA NEM DOVE!!!

Responder

O_Brasileiro

20 de agosto de 2011 às 10h43

Apesar do racismo, foi uma grande estratégia de marketing.
Usaram a indignação das pessoas para que as pessoas falassem sobre o produto.
"Falem bem ou mal, mas falem de mim".

Responder

felipe3

20 de agosto de 2011 às 10h24

pelamordedeus! racismo onde???
racismo contra os homens da caverna??
ou racismo contra a pele seca (before) que fica lisa e hidratada (after)?

o mundo ta cheio desses "justiceiros" que nao tem o que fazer e ficam procurando em qualquer lugar coisas que possam supostamente vir a talvez ofender alguem.

se a pepsi trocar a cor da latinha de preto pra branco, provavelmente, vai aparecer aqui um post falando do racismo da empresa ianque que nao quer associar sua imagem ao preto.

Responder

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 14h37

    Olhe para as fotos com olhar crítico Felipe3. Há uma plaqueta onde se lê "antes" e outra onde se lê "depois" (em inglês "before"/ "after").Embaixo da plaqueta "antes" há uma mulher negra, embaixo da placa "depois", uma mulher branca e loira. Há também uma superfície quadrada com duas texturas, uma cheia de ranhuras e a outra uniforme. Você, eu, e todos os outros cidadãos expostos à publicidade, conhece o modo de funcionamento de propagandas "antes e depois". Funcionam do segundo modo: há um texto e duas imagens: o texto é algo como "o produto X age em Y tempo" e, abaixo, duas imagens, com as vinhetas "antes" e "depois", respectivamente. Na primeira imagem da esquerda para a direita (sentido ocidental do olhar) está o produto/pessoa/animal que ainda não utilizou o produto; na segunda foto, o produto/pessoa/animal após a utilização. A valorização das qualidades apresentadas na segunda foto não presentes na primeira, são relacionadas ao uso do produto X. Simples assim. Qualquer criança entende. O fato de a empresa ter pedido desculpas pela publicidade "racista", já encerraria a discussão (a própria empresa reconheceu o erro) mas quis mostrar-lhe que toda imagem contém um posicionamento ideológico que, em alguma medida, será sempre implícito,pois sua interpretação depende do trabalho ativo de percepção do observador. As empresas de publicidade sabem disso e não são nem um pouco inocentes na produção de suas imagens.

SILOÉ-RJ

20 de agosto de 2011 às 02h35

Boicote, é a palavra chave.
SARARÁ CRIOLA, rebelde, despojada e irreverente com muita honra!!!

Responder

Gunter Zibell

20 de agosto de 2011 às 00h45

Acho que depende. Se fosse só a primeira peça pode parecer racismo subliminar, essa a razão das desculpas da empresa. Mas há a peça seguinte, com o branco fazendo a mesma coisa (retirando uma máscara "não-niveada") Aí a leitura pode ser o contrário, tentaram colocar mais de um grupo na propaganda. Mas as peças não são idênticas nem equilibradas, volta à primeira questão. E há um reforço de um padrão estético, o que é questionável.
Mas, se não for racismo intencional (e provavelmente não é), com certeza é de um mau-gosto e falta de tato tremendos. Fizeram bem em retirar de circulação, espera-se mais criatividade e elegância na próxima.

Responder

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h32

    Explica a terceira foto.

Luis

20 de agosto de 2011 às 00h34

É sempre assim… no Brasil é preciso provar que existe racismo pra depois discuti-lo.

Responder

Nadja

20 de agosto de 2011 às 00h19

A peça que eu vi racismo escancarado foi a das 03 mulheres… Nívea cuidados e um degradê de 03 mulheres com um "Antes e depois". Negra, parda e branca. O que me passou foi algo como antes dde usar nívea você está assim – Negra com cabelos cacheadose uns quilinhos a mais e depois ficará assim…galega, com os cabelos lisos e magra (quase esquálida com aquele pescoço "mei que giráfico"). Essa eu achei terrível, pode até ser radicalismo meu mas foi o que achei. Se a idéia era essa mesmo foi péssima.

As peças dos homens não me chamou a atenção como racismo talvez porque eu não goste muito do visual Homem de Neanderthal ou "bicho-grilo"… Aliás o visual antigo de Lula também era "horrorível" rsrsrs

Responder

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h34

    O visual "cara limpa" é de origem militar, nossos padrões estéticos são formados culturalmente. Afinal, o super homem não era cabeludo. não é mesmo?

SILOÉ-RJ

19 de agosto de 2011 às 23h24

A Nivea acha que pode através do seu creminho trasformar todos os homens rebeldes,despojados, descontraidos, descompromissados e irreverentes, em: mocinhos, arrumadinhos, engomadinhos, cheirosinhos,comportadinhos e obedientes. SERÁ???
A dove diz que o seu creme faz milagre em qualquer tipo de pele ressecada, conforme mostra o mural do "antes e depois", o quê quase ninguém percebe de imediato. E quando dispõe as modelos como dispois, à frente do mesmo, fica "CLARA" a proposital alusão RACISTA de que:
O uso contínuo do produto produz um "EMBRANQUECIMENTO"

Responder

Sebastião Medeiros

19 de agosto de 2011 às 23h15

Pergunta de um leigo,a culpa por esta peça publicitária racista é de quem: Da empresa(NÍVIA),da agência de publicidade que fez este anúncio ou é das duas(empresa e agência publicitária)?

Responder

Valdeci Elias

19 de agosto de 2011 às 22h55

Voces estão fazendo oque a Nivia quer. Propaganda de graça. dos seus produtos.

Responder

@sergiobio

19 de agosto de 2011 às 22h46

Confesso que custei a perceber o preconceito, mas depois de ler os comentários aqui, eu reconheci. E ficou claro que o pior racismo é aquele que a gente não percebe, porque é tão humilhante quanto as outras formas de racismo e é o mais difícil de extirpar, por já estar profundamente enraizado em nossos valores.

Responder

edv

19 de agosto de 2011 às 22h42

Barbaridade, tchê!
A da Nívea "recivilizando" um negro foi, digamos, … "infeliz"…
Se fosse "reestilizando", nada demais.
Mas recivilizando? … Alguém na agência "soltou gases" sentado na farinha, hehe…
Quanto à da Dove, fiquei tão perplexo com a sequência das modelos perante a frase que, só depois, percebi que o foco é a lisura da pele nos dois quadros atrás.
Que pode existir em brancas, negras, asiáticas e quaisquer outras.
Nos quadros sim, há uma pele "antes" (do uso do produto) mais rugosa e "depois", mais lisa.
Se a sequência fosse outra (ex: loira, morena, negra), "meno male"…
Intencional ou ser querer, a ordem das modelos foi, no mínimo, incompetente, para não dizer desastrosa…
Para quem paga, cria e aprova campanhas de milhões …

Responder

Iva

19 de agosto de 2011 às 22h01

Lembrei-me de "O Presidente Negro" de Monteiro Lobato! Pois a extrema-direita pode ficar com os produtos Nivea e Dove, não faço questão. E afro-descendentes (que eu chamo de negros porque acho uma palavra mais bonita) cuidado com os produtos de beleza, sobretudo para cabelos. A solução final está por aí.

Responder

EUNAOSABIA

19 de agosto de 2011 às 21h47

Só para lembrar, de como o marqueteiro pode errar na dose…

Lula em campanha para presidente em seu programa de TV, numa tentativa de apresentar promessas para a segurança pública mostrou o seguinte caso… vocês devem se lembrar….

O narrador contava a estória de um jovem branco que tinha passado no vestibular, e de um negro, isso mesmo, um jovem negro da periferia que fazia as vezes de bandido… um negro e bandido… o narrador continuava dizendo que naquele dia o destino dos dois ia se encontrar… o jovem branco que havia passado no vestibular se despedia do pai e saía de carro para comemorar com os amigos, e o jovem negro, saía com o revólver na cintura para praticar assalto…o bandido negro então por acaso encontrava o branco no semáforo e tentava assaltar seu carro, este reagia e era morto… FIM..

Isso na época foi muito criticado, e o PT se defendeu dizendo que ocorreu um problema com a empresa de marketing… essas coisas…

Foi racismo ""EXPLÍCITO"" como bradam alguns por aqui, ou apenas uma forma errada de se expressar sobre o tema????? fico com a segunda opção….senhores, mais ponderação…

Temos que ter um pouco mais de cautela ao sair dizendo por aí que tudo é racismo…

Responder

    Miguel

    20 de agosto de 2011 às 18h54

    claro, casos exatamente identicos. troll presuncoso.

aurica_sp

19 de agosto de 2011 às 21h41

A propaganda da Dove é maravilhosa, pois usa sempre todos os biotipos de mulheres, já a da nívea se não for montagem chega a ser duvidosa.

Responder

@crztiano

19 de agosto de 2011 às 21h40

MAS NINGUEM ENTENDE A PUBLICIDADE MESMO!

o visual "black" do cara, caracteriza depojamento, e não q ele "não pode ser negro", mas q ele mantinha um visual desencanado.

com o "modelo branco" a mesma coisa.

fodam-se as cores! todo mundo sabe q um visual "barba-feita, cabelo cortado" é mais valorizado pela sociedade enquanto o visual "despojado" é mais aceito nichos de cultura.

a questão estética sempre existiu e sempre vai existir. vamos parar de procurar pêlo em ovo?

SER CRIATIVO ESTA CADA VEZ MAIS CHATO E DIFICIL uma vez que TUDO é motivo para proibição, processo, AHHH COMO ESSE MUNDO TÁ CHATO!!!!!! tudo virou motivo de preconceito e nem sempre é bem isso.

negros, louros, brancos, morenos, mulatos, japas, amarelos, indios, verdes e azuis (smurfs e avatares) vamos deixar isso um pouco de lado e ser feliz?

acho q mais imbecil q julgar alguém pela cor da pele (quem foi o idiota q inventou isso?) é se setir menor ou inferiorizado por ser diferente.

muito preconceito, pouca diversão.

Responder

    Wildner Arcanjo

    20 de agosto de 2011 às 08h18

    Concordo plenamente, para mim a análise mais sensata e sem frescuras…

    José Ruiz

    20 de agosto de 2011 às 09h29

    Difícil negar que as vezes nossa visão não passa de um produto perfeito da engenharia da negação do racismo e da luta de classes. Imagino o quanto é difícil entender certos conceitos sendo educado desde criança para negar (ao invés de respeitar) essas “diferenças”. É uma cultura "à la Rede Globo", filosofia de Xuxa e Faustão, uma estética plastificada que repete alguns chavões para escamotear o óbvio: existe muito racismo no mundo, em geral, e no Brasil em particular. País colorido, mistura de raças? De fato somos, mas essa condição é detestada pela elite branca que tenta "não se misturar". Quanto à luta de classes, é lamentável que essa geração “pós-coca-cola” não consiga, sinceramente, enxergar isso. Aproveite o momento, único: ela está escancarada nos movimentos populares na Europa, no Oriente Médio e em breve nos EUA. Mas não se deixe levar pela leitura do "Big Brother". M. Leitão não sabe p.. nenhuma. Eles vão falar que aquilo é exceção, é balbúrdia, é coisa de bandido. Amplie suas fontes, a internet está aí para isso, e tire suas próprias conclusões.

    Wildner Arcanjo

    22 de agosto de 2011 às 12h56

    O problema de nossa elite é muito mais de preconceito de classe, não vamos misturar as coisas.

    Bruno

    26 de agosto de 2011 às 13h55

    Quem está negando o racismo?! Só foi dito que este caso em especial não tem NADA a ver com racismo.

    Julio Silveira

    20 de agosto de 2011 às 09h55

    Na ilógica criatividade muitas vezes se escondem preconceitos adquiridos (espero que nas propagandas apresentadas não tenham esta conotação deliberadamente), e sem que perceber são propagados, que servem como uma luva as justificativas para afirmação de uma estética sobre outras.
    Viver num mundo ideal como o preconizado por você seria maravilhoso, mas no aprendizado secular vemos que homens se aproveitam de outros a partir da estigmatização. Estigmatizam para obter dividendos que de natureza econômica, quer de auto afirmação, com isso firmam oportunidades de exploração. Há que se ter muito cuidado, não vivemos em utopia.

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 10h26

    Você é negro? Nordestino do tipo baixinho e cabeça redonda e pobre? Poste, honestamente, a sua foto

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 10h38

    Alo,alo pessoal do visual "despojado" Vocês estão fora deste nicho de consumidores. Atenção negros, morenos e não louros e louras estes produtos não são para vocês.Portanto não os comprem. Isto é publicidade inteligente?

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h11

    E como você explica a terceira foto?

    Antonio

    13 de março de 2012 às 12h09

    a terceira foto é desastrada. se for proposital, o racismo é subliminar.

    não há ordem entre aas modelos. o que interessa é A TEXTURA por trás delas.

    sem se saber a intenção, é cabelo em ovo.

    to com o carinha!

EUNAOSABIA

19 de agosto de 2011 às 21h33

Não me pareceu racismo, se foi uma jogada de marketing também não se pode afirmar, notem que da mesma forma que o negro se torna mais ""civilizado"" do ponto de vista da beleza, por assim dizer, o branco também, ou seja, se foi racismo da Nívea, foi contra negros e brancos… não me parece plausível, até mesmo pelo contrário.

Quanto a Dove…. o que a gente nota é que no Brasil, a grande maioiria da mulheres, ou boa parte delas pelo menos, gosta de tingir os cabelos com cores claras.. as mais ""brancas""" gostam de tascar um loirão logo, as morenas ficam no meio termo e as negras gostam das tais das """luzes"""" ou aqueles cajus avermelhados.. ou seja… sob essa ótica, no Brasil, as morenas e a negras cometeriam racismo contra si mesmas, já que grande parte delas tinge os cabelos em tons claros….não acho que seja o caso…

Quem sabe o marketeiro se equivcou… afirmar que é racismo é pesado demais….

Responder

    SILOÉ-RJ

    20 de agosto de 2011 às 01h26

    Só uma perguntinha básica: quantas vezes você leu o livro do FHC???

    O_Brasileiro

    20 de agosto de 2011 às 10h28

    Essa é a artimanha do racismo, tentar passar despercebido!

Sergio

19 de agosto de 2011 às 21h20

Fazer diferença entre um cabeludo e barbudo como alguem pior do que um homem de cabelo cortado e barba feita, já é uma discriminação!!!! Aonde fica o meu direito a ter cabelo grande e barba??? Serei menos civilizado por isso ? Então os skinheads e carecas nazistas são um exemplo de homens civilizados. Pelamordedeus, índependente da cor da pele, ja existe um preconceito sendo defendido nessa peça. E ainda colocam um homem negro como exemplo.
Esse padrão associativo de homem de cabelo curto é "bem cuidado" x H cabeludo é "sujo" e "fedido" é uma bobagem que ainda resiste na cultura ocidental. Remonta do Imperio Romano x Povos Bárbaros.

Responder

    Miguel

    20 de agosto de 2011 às 18h53

    Nao exagera. o conceito de civilizado em oposicao a barbarie vem dos gregos e romanos, e a marca visual era justamente cabelo e barba aparados (no caso de romanos, sem barba)

    cronopio

    21 de agosto de 2011 às 11h02

    Sócrates era bardudo e cabeludo! Os romanos roubaram a filosofia dos gregos e quiseram dar-lhe uma nova roupagem. São os pais do "retrofit". As sociedades greco-romanas, vale lembrar, eram escravocratas. É perigoso tomá-las como exemplo ou berço de civilização.

    Wildner Arcanjo

    21 de agosto de 2011 às 12h17

    E qual sociedade dominante não é escravocrata e opressora? Mudam-se até os métodos, mas os fins e os efeitos são os mesmos.

    Cronopio

    22 de agosto de 2011 às 21h55

    Não entendi a relação. Apenas contestei a ideia de que cabelos cortados com maquinha e barba raspada são indíces de civilização, e que o seriam desde a Grécia, o que joga o outro lado (barbas e cabelos longos) como índices de barbárie. Puro preconceito, como demonstra o visual de Sócrates. Eu poderia citar Jesus Cristo…

Gerson Carneiro

19 de agosto de 2011 às 21h20

Essa da Dove…
Nem sei o que falar.

Responder

Almerindo

19 de agosto de 2011 às 21h16

Azenha, fora do assunto, olha só o "choque de INDIgestão" a todo vapor em Minas:

"Policiais de Minas Gerais são suspeitos de alterar boletins de ocorrência"
http://noticias.r7.com/videos/policiais-de-minas-

Responder

Aracy_

19 de agosto de 2011 às 21h15

Azenha, Conceição e leitores, aqui vão comentários sobre essas peças publicitárias, inclusive com link para o Huffington Post e o pedido de desculpas da Nivea no Facebook. http://www.thegrio.com/news/nivea-releases-the-lahttp://www.huffingtonpost.com/2011/08/18/nivea-ad
– " Esta publicidade foi inapropriada e ofensiva. Nunca foi nossa iinenção ofender ninguém, e lamentamos profundamente. Esta propagando nunca será usada novamente".
UPDATE: As of late afternoon on Thursday, Mashable writes, Nivea has pulled the ad in the wake of the backlash. The skincare company wrote on its Facebook page, "Thank you for caring enough to give us your feedback about the recent "Re-civilized" NIVEA FOR MEN ad. This ad was inappropriate and offensive. It was never our intention to offend anyone, and for this we are deeply sorry. This ad will never be used again. Diversity and equal opportunity are crucial values of our company."

Responder

Jairo_Beraldo

19 de agosto de 2011 às 21h04

Falando em propagandas, teve uma que decapitou cabeça no Ministerio do Planejamento:

"Servidor do Planejamento é demitido por piada sobre Dilma no Twitter. Ele publicou sátira de um site humorístico no Twitter oficial do ministério. Piada dizia que Dilma faria propaganda do produto ‘Veja Limpeza Pesada. Na última segunda (15), ele postou no Twitter a frase “Dilma será a garota propaganda do Veja Limpeza Pesada”, seguida pelo link do site de humor “Sensacionalista”. O site faz piada com as demissões em ministérios envolvidos em denúncias de irregularidades dizendo que a “faxina” rendeu à presidente “um contrato milionário na área da propaganda.” ".

Responder

    NilvaSader

    20 de agosto de 2011 às 01h15

    Esta piada foi contada pelo Simão. Agora, que falta de senso o cara usar o twitter do Ministério pra postá-la. Fizesse isto em casa, se quisesse. Eu ouvi, achei a cara do Zé Simão e não repassei a ninguém.

Ricardo_Alves

19 de agosto de 2011 às 19h59

campanha perfeita, acertou em cheio, agora tenho certeza que esta e uma marca que jamais irei comprar, simples assim.

Responder

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 11h02

    Eu também não compro mais! Força na peruca!! Essa é nossa!

Arestides

19 de agosto de 2011 às 19h40

Qual agência fez esse comercial?????? Quanta babaquice.

Responder

O_Brasileiro

19 de agosto de 2011 às 19h34

A massa cheirosa, branca, de olhos azuis e RACISTA não vai sair espontaneamente do armário… mas será facilmente identificada comprando NÍVEA!

Responder

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 11h03

    Nós no Brasil somos maioria. è só não comprar mais nivea nem dove

mucio

19 de agosto de 2011 às 19h33

A palavra negro não é sinônimo de preto, vem do grego NEKROS que significa CADÁVER,MORTE, NECROFILIA ou seja o que não tem luz, não tem vida. A palavra define uma atribuição aos pretos de pertencimento a uma etnia inferior e passou a ser usada pelos eugenistas estes racistas.
O Marques de Pombal proibiu que os Indios do Brasil fossem chamados de negro, pois que negro designava o escravo em geral.
Ninguem aqui importa-se de usar esta palavra porque?
Sou mestiço.

Responder

    Iva

    19 de agosto de 2011 às 22h11

    Eu gosto da palavra negro. Se formos buscar a etimologia das palavras e classificá-las como adequadas ou não, precisaremos refazer grande parte do nosso vocabulário. O mundo muda, as concepções de mundo mudam e a maioria não está preocupada com etimologia. Eu chamo de negra uma das minhas cores favoritas e não sou necrófila. Sem contar que, de fato, não existem pessoas negras, brancas, vermelhas ou amarelas. Bom, eu nunca vi.

    Wildner Arcanjo

    21 de agosto de 2011 às 13h24

    Bem, existe sim, mas a cor da pele importa?

Renato Luis Schmitt

19 de agosto de 2011 às 19h30

A Nívea cosméticos pede desculpas. O problema é que a idéia de uma etnia já está cristalizado nas mentes das pessoas. Assim, nem percebem mais o que fazem. O mito de uma etnia superior vem desde os tempos antigos. Se olharmos atentamente nos livros judaicos, aqueles considerados sagrados é visível a visão que se tem em relação a eles próprios (judeus) e a de outros povos da mema época, vizinhos seus, só para citar os que viviam em Nínive, cidade antiga e portuária estes eram considerados inferiores, se não estou enganado. Tem ainda o episódio de Caim e Abel, que deixa claro este pensamento dos judeus, porém, este pensamento não era compartilhado por todos os judeus.

Responder

will

19 de agosto de 2011 às 19h20

acho que quem tem consciência de todos são iguais, não vê racismo algum.
aqueles que se preocupam, desconfiam.
aqueles que acham que os negros são diferentes dos brancos, tem certeza.

Responder

    Étore

    19 de agosto de 2011 às 19h35

    Perfeito Will

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h08

    Vale notar a origem de codinomes como Will e Étore. Uma análise semiótica, aqui e no caso da propaganda, explicam bastante. Will, se você estivesse estudado um pouco sobre o assunto, saberia que nenhuma imagem é ideologicamente neutra, ela sempre contém um posicionamento implícito por exemplo, na escolha dos objetos, nas cores escolhidas, no modo de tratamento da luz, etc, etc, etc.

    will

    20 de agosto de 2011 às 18h51

    para seu conhecimento, eu fui um estudioso da semiótica aplicada em design. por exemplo: todo restaurante do macdonalds tem cores quentes que lembram pão, comida, queijo…e por aí vai.
    não sou codinome não. sou eu mesmo. e a análise semiótica dessa peça, não tem absolutamen nada a ver com o racismo, mas com a feiura presente em todas as raças. e quão é saudável ter cuidados pessoais.
    abraços

    cronopio

    21 de agosto de 2011 às 10h57

    "Feiúra presente em todas as raças"? Como assim, Will? O padrão de belo e feio é criado social e historicamente. Nos quadros do renascimento italiano percebemos que as beldades da época hoje seriam consideradas acima do peso. O critério de corpo saudável também é criado social e historicamente. Cuidado com a naturalizações.

    Wildner Arcanjo

    21 de agosto de 2011 às 12h13

    Meu nome é Wildner e eu sou negro? Isso seria algum problema? Eu acho que não.

    Senhores, existem sim pessoas no mundo que não ligam para isso, tentar negar isso é ser tão ou mais racista do que aqueles que são brancos e não gostam de negros ou aqueles que são negros e não gostam de brancos.

    PS.

    Meu avô era descendente de Alemão e casou com uma descendente de negra.

    Meu outro avô era descendente de Português e casou com uma descendente de índia

    Cronopio

    22 de agosto de 2011 às 22h03

    Caro Wildner, desculpe se soou como afronta pessoal. Só quis mostrar como valores nada isentos estão profundamente arraigados em nosso pano de fundo cultural. Contudo, discordo de você radicalmente em relação a sociedade brasileira. Para mim, ela continua sendo, sim, racista, apenas não o diz explicitamente. Dou aulas na periferia e os alunos negros são muito mais parados pela polícia do que os alunos brancos.

    Bruno

    26 de agosto de 2011 às 13h46

    Mas Cronopio, dizer que há racismo (como em "os alunos negros são mais parados pela polícia que os brancos" não tem nada a ver com a peça publicitária. Concordo com quem acha que o racismo, no caso, está nos olhos de quem vê. Para mim a peça não pareceu racista, ao contrário de um policial que, em blitze, dá tratamento diferente a indivíduos por suas cores.

    SILOÉ-RJ

    19 de agosto de 2011 às 23h59

    Foi pensando da forma que você pensa que que o racismo se instalou.
    Voce deve ser daqueles que pensam que quando um negro se defende ou se manifesta, ele é que está sendo racista.

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 10h47

    Responda por favor: você é igual a quem: ao Pelé, à Martinália ou é igual ao Fabio Assunção ou à Gisele Bundchen?

    will

    20 de agosto de 2011 às 20h02

    bruce lee

    Leider_Lincoln

    20 de agosto de 2011 às 11h34

    Ah, os raciocínios malandros…

    will

    20 de agosto de 2011 às 20h01

    acho que a orígem do racismo se instalou foi por outras causas…ao contrario do seu prejulgamento, eu acho pouco a sociedade estar do jeito que está: se vc olhar a população carcerária, o sub-emprego, os pobres, vai vai encontrar aí, a maioria negra.

    ana

    20 de agosto de 2011 às 12h33

    Caro Will não entendi "quem tem consciência de todos iguais ,não ve racismo?????" desculpe mas sou mulher negra e realmente eu não vejo mo racismo, eu sofro o racismo cotidianamente, no supermercado, numa loja de grife, até na locadora e to cansada desse povo que nunca (vê) o racismo que isso é coisa da nossa cabeça e por ai vai. Por favor não ofenda a minha inteligencia.

    will

    20 de agosto de 2011 às 20h18

    entendo. e só na pele de um negro poderia sentir o que realmente acontece…mas com uma resalva: sou amarelo e lido um pouco disso também. Mas comentários como o seu, é que são raros. Talvez ficar esperando que o branco resolva o problema do racismo deles, é perda de tempo. o NEGÓCIO É SER CIVILIZADO, NÃO IMPORTA A RAÇA. Garanto que da minha parte, nunca terá esse problema.

    Wildner Arcanjo

    21 de agosto de 2011 às 12h16

    Comentário sem retoques. Tanto para brancos como para negros.

Wanderson Aguilar

19 de agosto de 2011 às 19h10

O Black Power meus caros não é só um pentedo é muito mais do que isso, ele é carregado de toda uma simbologia politica, fruto de uma luta de mais de meio milenio do homem negro por afimação da sua dignidade do direito de ser negro. O visual da que a Nivea propõe é de eliminação da identidade negra, do cabelo reduzido ao minimo – quem se lembra dos comentários a cerca do cabelo do Ronaldinho, feitos inclusive num grande programa matinal, ou então do Lazaro Ramos ao se noticiar que ele seria galã de novela das oito. A proganda não é só despropositada é violência racial das mais brutais pois bate onde mais doi, na auto-estima da população negra e nos seus simbolos de afirmação numa sociedade desigual e racista…Mas tudo bem discordem a vontade..

E repitam o mantra – racismo não existe, racismo não existe e talvez ele desapareça com pó de pilimpimpim!

Responder

    ANA CLAUDIA

    19 de agosto de 2011 às 19h26

    Que coisa mais absurda. VIVA O BLACK POWER, É LINDO!!!!

Fabio_Passos

19 de agosto de 2011 às 19h03

Muito triste. Então os negros civilizados são aqueles que aceitam os padrões estéticos e de comportamento definidos nas sociedades de maioria branquicela? Os racistas confundem enquadrado e resignado com civilizado.
<img src=http://3.bp.blogspot.com/-xGkVjMPNYhg/TWKAtfKOtFI/AAAAAAAAAAs/und9IE-nz3Y/s1600/091002angela-davis2_p1.jpg>

Responder

    flipeicl

    19 de agosto de 2011 às 21h06

    É mais ou menos assim, para eles as pessoas pretas bonitas são aquelas que tem o máximo possível de traços de brancos, e que óbvio, não seja preto.

    Fabio_Passos

    19 de agosto de 2011 às 22h51

    Conformidade estética e também de pensamento, comportamento.
    O branquelo almofadinha de terno… é o estereótipo de beleza e "sucesso"?
    <img src=http://gakcity.com/core/wp-content/uploads/2010/09/TheBlackKeys-02-big.jpg>

    Gerson Carneiro

    19 de agosto de 2011 às 21h10

    Fabio_Passos, em seu comentário, também muito esclarecedor.

    Confesso que errei na minha primeira análise. Fui precipitado e superficial.

    Fabio_Passos

    19 de agosto de 2011 às 21h51

    Gerson, você é outro exemplo muito positivo de autoafirmação. Angela Davis e o cabelo… você e teu chapéu.
    Já tentaram te diminuir por causa do chapéu? Na cabeça deles o padrão de sucesso seria um chapéu de cowboy estadunidense que eles viram em algum lixo enlatado ianque na TV a cabo.

    Gerson Carneiro

    19 de agosto de 2011 às 22h09

    Diversas vezes. Inclusive ao vivo e em cores.
    Sabe que eu acho é bom quando percebo alguém incomodado com meu chapeu!

    Certa vez, em Sun Palo, alguém me perguntou "por que eu não estava na Bahia".
    Simplesmente respondi que na Bahia sou apenas mais um baiano, e em Sun Palo, aonde estava, eu era "O Baiano".

    Fabio_Passos

    20 de agosto de 2011 às 01h39

    Querem "recivilizar" você.
    Além do boné da nike eles querem é que você leia a revista veja… e acredite.

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 10h34

    Além disso use os creminhos da Nivea nem da Dove.
    Sugiro que nenhum negro, nenhum cabeludo, nenhum "despojado" use estes produtos. Eta propaganda burra sô. Exclui a maior parte dos consumidores deste país.

    Gerson Carneiro

    20 de agosto de 2011 às 12h29

    Viiiiixe Fabio_Passos, não será possível.
    Por sinal, a Veja insiste em me mandar, via e-mail, proposta de assinatura a 50% de desconto.

    Gerson Carneiro

    19 de agosto de 2011 às 22h11

    Sobre isso eu penso o seguinte: geralmente coloca-se um boné da Nike na cabeça e não se sentem estranhos, mas estranham meu chapeu de couro, da Região do Brasil de onde eu sou, em minha cabeça. É engraçado isso, né!

    EUNAOSABIA

    19 de agosto de 2011 às 21h54

    ""Fui precipitado e superficial""" então tá baum…

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h18

    O Gerson tem muito mais moral que você EUNAOSABIA, que é incapaz de reconhecer seus erros. Você não tem dignidade. Desculpe pelas palavras fortes, o problema não é seu posicionamento, mas o fato de que, em seus últimos comentários, você tem se utilizado estratégias rasteiras para desmoralizar seus interlocutores. Espero que aprenda um pouco com a atitude do Gerson.

    Gerson Carneiro

    20 de agosto de 2011 às 12h27

    cronopio,

    Vê se apareça no próximo encontro de blogueiros. Vamos tomar uma cerva juntos.
    Abs, meu caro.

    Cronopio

    22 de agosto de 2011 às 21h59

    Com certeza, Gerson. Como fico sabendo desses encontros?
    Abraço!

    Gerson Carneiro

    22 de agosto de 2011 às 22h47

    Aqui mesmo no Viomundo. Agora em outubro haverá o I Encontro Internacional de Blogueiros, em Foz do Iguaçú. Não irei. Mas o próximo nacional acontecerá em Salvador, no próximo ano.

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h14

    Isso mesmo, Fábio. Além do racismo (implícito nas duas primeiras fotos e explícito na última), as fotos são extremamente condenáveis porque condenam um tipo de aparência. No caso dos negros, justamente a aparência que tinham os negros Black Power, que se insurgiram contra o racismo da sociedade americana e que foram violentamente reprimido nos anos 70.

    FrancoAtirador

    20 de agosto de 2011 às 18h51

    .
    .
    Síntese perfeita, Fabio.

    Mas o Kamel discorda.

    Ainda bem!
    .
    .

obrenosa

19 de agosto de 2011 às 18h18

Bons marketeiros..q de alguma forma..chamaram a atenção pra sua marca..querendo ou nao…

Responder

O_Brasileiro

19 de agosto de 2011 às 18h17

"Os idiotas perderam a modéstia", como disse um deles…

P.S.1: Embora o racismo seja algo abominável, fico feliz por estar sendo explícito, pois o racismo disfarçado e a hipocrisia em que vivemos impedem que os negros alcancem a dignidade a que tem direito. Há uma boa propaganda no rádio aqui na minha cidade, cujo mote é "onde você esconde o seu racismo?". Se o problema não for identificado, como poderá ser solucionado. Por isso sou a favor das cotas raciais nas universidades, e deveria haver cotas raciais para empregos também!
P.S.2: Já que pode haver cotas para ricos nos hospitais públicos de SP… todas as cotas são aceitáveis!

Responder

Roberto Locatelli

19 de agosto de 2011 às 18h07

Racismo explícito.

E um tremendo MAU GOSTO explícito.

Èita propaganda grosseira.

Responder

P Pereira

19 de agosto de 2011 às 18h03

Jornal do Brasil:
Propaganda da Nivea que manda negro "se civilizar" é acusada de racismo http://migre.me/5wwli

Responder

Wildner Arcanjo

19 de agosto de 2011 às 18h02

Qual o Problema de ser Black e Power?

Bem, lembro de uma história que aconteceu comigo e um amigo que é branco (branquelo mesmo). Um belo dia, estavamos tomando chopp em um shopping aqui de Natal, quando ele, no meio da bagunça, me chamou de Nêgo Preto. Uma amiga, mais minha do que dele, que nos acompanhava e à outras pessoas, me questionou com ar de indignação: Você deixa ele te chamar disso? Eu, de pronto, retruquei: Você já viu algum Nêgo Branco?

Moral da História, e conhecendo o grande amigo que tenho, muitas vezes a maldade está nos olhos de quem vê e não de quem faz.

Por fim, prefiro acreditar que foi uma peça de marketing que, despropositalmente, teve significado dúbio e infeliz, mais nada…

Responder

    Leider_Lincoln

    20 de agosto de 2011 às 11h43

    Muitas vezes o fascismo está na boca das pessoas, mas não quando elas se abrem, mas conforme se fecham.

    Wildner Arcanjo

    21 de agosto de 2011 às 12h01

    No final das contas Leider, o que quiz dizer é que o meu pensamento não é pautado pelo que campanha X, Y ou Z quer colocar no meu subconsciente. Muitas vezes temos que dançar conforme a música sim pois é uma exigência da sociedade e aqueles que não as cumpre vivem a sua margem, mas os meus princípios vão continuar sendo os mesmos. Eu não tenho que reagir de forma ferrenha quando ficar achando que há uma agressão implícita em texto de X ou Y ou Z, somos mais do que isso, cada um de nós é. Não compro produtos Dove ou Nívea por que não gosto e pronto. Não acho que cortar o cabelo e usar terno e gravata seja indicativo de se ser civilizado, embora, como disse antes é um padrão de nossa Sociedade, afinal o que é a Civilização que não um grupo de regras morais, sociais e legais, que evoluem pelos tempos? No fim, maximizar este tipo de debate contribui em quê? Melhor não seria debater o número crescente de agressões a pedintes em sinais e a moradores de ruas, estes problemas sim fruto de nossa intolerância social que cada dia é mais crescente e não é culpa só de nossa diferença de cor, mas da nossa diferença de classse? No final, todos nós somos preconceituosos (todos, sem excessão e aqueles que dizem o contrário são demagogos) o que não podemos deixar é que, por conta de nossos preconceitos sejamos intolerantes.

julio ms

19 de agosto de 2011 às 18h00

nao vi racismo nenhum.

pra mim a mensagem quis dizer apenar abandonar um estilo tosco de um cara barbudo e cabeludo pela imagem de um homem moderno.

se fosse um modelo branco nem se quer seria descutido o assunto.

Responder

    Alexei_Alves

    19 de agosto de 2011 às 18h53

    Oh… é claro que se o modelo fosse branco não seria discutido (a menos que a sociedade fosse dominada por negros ricos e os brancos é que fossem os discriminados, vivendo nas favelas e lutando por sub-empregos) mas não foi um modelo branco…. foi um modelo negro. Que "coincidência" não? É precisamente nessa repetitiva "coincidência" que reside o racismo que você não quer ver.

    WitchDoctress/SP

    19 de agosto de 2011 às 19h02

    Honestamente, não vejo nada de "tosco" em homens barbudos e cabeludos. A civilidade de uma pessoa está no caráter, não na aparência.

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 11h04

    hahahahahahahahahahahahaha! Faz-me rir!

    Leider_Lincoln

    20 de agosto de 2011 às 11h28

    Claro que você não viu racismo algum, não é mesmo? nem se quer (sic) deve saber o que é a "modernidade", decerto…

    SILOÉ-RJ

    21 de agosto de 2011 às 01h44

    ESTILO TOSCO???
    Coitado de seu pai caso ele tenha vivido a sua juventude nos anos 60. e da minha geração.
    A década que mais se sobressaiu em termos musicais e intelectuais ATÉ HOJE no BRASIL apesar da DITADURA.
    Com certeza muitas das músicas que você canta e dança, dos livros que você NÃO lê, dos filmes que você vê, foram criados em sua maioria por esses INDIVÍDUOS GENIAIS de ESTILO TOSCO.
    COITADO DE JESUS!!!
    Aliáis!!! pensando melhor, COITADO DE VOCÊ!!!

Gerson Carneiro

19 de agosto de 2011 às 17h58

Não consigo ver racismo nessa propaganda. Consigo ver um homem negro dando um upgrade no visual, de black power para mauricinho. A não ser que esteja explícito nas letrinhas que eu não consegui ler.

Agora eu não gostei mesmo foi do seu Azenha e dona Conceição acatar sugestão do EUNAOSABIA. Que que é isso agora, tá querendo proteger? Vou falar pro Smurf Ogênio.

Responder

    diogojfaraujo

    19 de agosto de 2011 às 19h44

    Da-lhe patrulha…

    Leider_Lincoln

    20 de agosto de 2011 às 11h37

    Sabe qual o preço da liberdade, meu caro?

    diogojfaraujo

    23 de agosto de 2011 às 09h15

    A chatisse eterna, hehehe…. Zuera brother, quis dizer sobre o comentário dos outros, solicitações de BAN, etc…

    R Godinho

    19 de agosto de 2011 às 20h57

    1 – O movimento negro dos EUA criou o visual supostamente incivilizado. Era um movimento de luta por direitos civis e afirmação racial, ante o mais que conhecido racismo dos brancos americanos.
    2 – O visual era cultivado especialmente entre os jovens negros esquerdistas. Era e é extremamente simbólico, principalmente naquele país.
    3 – Talvez sua incapacidade de ver o subtexto óbvio se deva ao fato de que, no Brasil, esse visual foi cultivado muito mais como uma imitação da metrópole do que como uma afirmação política.

    Gerson Carneiro

    19 de agosto de 2011 às 21h08

    É. Tens razão. Para compreender, além da explicação útil do comentarista Vlad, fiz um comparativo com o movimento Rastafari, recordando passagens do Bob Marley.

    SILOÉ-RJ

    19 de agosto de 2011 às 23h49

    Nesse caso não é racismo e descaracterização, seria o mesmo que induzir você a trocar o seu chapeu que sei que é seu orgulho, por outro tipo, só para parecer mais moderno, mais descolado.
    Agora a da Dove!!! É racismo explicito.

Alexandre Felix

19 de agosto de 2011 às 17h57

Nunca usam a imagem de mulheres e homens negros. Quando usam fazem uma porcaria dessas! Deveríamos incluir os publicitários no PIG…

Responder

    FrancoAtirador

    20 de agosto de 2011 às 18h45

    .
    .
    Eles já estão incluídos.
    .
    .

kaka

19 de agosto de 2011 às 17h54

Muito interessante essa nota, as pessoas que bolaram essa propaganda devem ser os mesmos que pularam de alegria quando o Bin Laden foi morto. A massa cheirosa dos eua!

Responder

Pedro Luiz Paredes

19 de agosto de 2011 às 17h46

O autor da propaganda ta por fora da tendencia do momento.

Responder

Augusto

19 de agosto de 2011 às 17h18

aff, jamais comprarei produtos dessa marca novamante.

Responder

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 11h06

    Negro é lindo!

patrick

19 de agosto de 2011 às 17h08

Isso é sério? Não é dessas montagens que circulam pela internet? A Nívea realmente fez e publicou esse anúncio?

Responder

Bruno

19 de agosto de 2011 às 17h02

Chocante como cada coisa simples dá o que falar.

Em tempo: ótima peça publicitária.

Responder

    Leider_Lincoln

    19 de agosto de 2011 às 18h39

    Imagem negativa é melhor que nenhuma ão é mesmo Por isso você faz propaganda da sua cupidez e estultice, a cada comentário… É um gênio!

    Bruno

    19 de agosto de 2011 às 19h45

    Que imagem negativa, malaco² Estou externando minha opinião. Não acho que houve má fé ou racismo. Acho que foi uma peça muito interessante – o cara que se liberta e, simbolicamente, joga longe seu antigo-eu, em busca de novos ares. O racismo está nos olhos de quem Le(ider).

    Márcia

    19 de agosto de 2011 às 20h14

    nunca há racismo, incrivel.

    desde gilberto freire. afe, quanta ignorancia, gente.

    SILOÉ-RJ

    19 de agosto de 2011 às 23h39

    Não está não. Não é em busca de novos ares, é em busca do que eles induzem. Nas propagandas a maioria da linguagem usada é: subjetiva e de indução e que atua direto no sub-conciente. Olhe com atenção a da Dove.

    Leider_Lincoln

    20 de agosto de 2011 às 11h39

    Ah, então o racista sou eu? Por que eu VI racismo? Mas você é mesmo um jênio! Então basta fecharmos os olhos e acabou-se o racismo? Nossa, como argumentar diante de tanta jenialidade? Para onde quer que eu envie a alfafa, como tributo ao seu raciocínio superior?

Panino Manino

19 de agosto de 2011 às 16h53

Como dizem… "SHITSTORM INCOMING!!"

Sério, eu não entendo qual a lógica que funciona nessas propaganda de produtos de beleza, cremes e perfumes. Não consigo ver onde está a associação de ideias e os significados que querem passar.

Responder

bruno

19 de agosto de 2011 às 16h46

uh-oh! sinto cheiro de massa cheirosa aí!

Responder

Bonifa

19 de agosto de 2011 às 16h45

Mais que racismo,é apologia da violência. Primeiros sintomas da selvageria generalizada que tentará se instalar em breve.

Responder

    Marcos

    19 de agosto de 2011 às 17h26

    Pelo que eu entendi, ele tirou a máscara de Black Power, "selvagem", para assumir o visual mauricinho da foto.

    É exatamente o oposto do que você está dizendo.

    Vlad

    19 de agosto de 2011 às 18h33

    O lance é que o público não entendeu de forma tão singela.
    Inclusive a empresa, ao que parece, já admitiu o erro:
    …………………………………………………………………………………………………………………………………………………….
    A empresa de cosméticos Nivea pediu desculpas, em email ao site AdWeek, pela propaganda racista "Re-Civilize Yourself". A peça publicitária mostra um homem negro que, ao utilizar os produtos da marca, teria se tornado alguém civilizado.

    Apesar de só ter sido veiculado uma vez, o anúncio causou polêmica nos Estados Unidos. Há ainda o agravante da criação de uma peça semelhante à esta pela marca, só que com um homem branco, porém sem menção à sua civilidade como acontece na outra.

    Em consideração ao episódio, a Beiersdorf USA, dona da marca, declarou: "Pedimos desculpas pela recente propaganda da Nivea para homens "Re-civilized". Esta peça foi inapropriada e ofensiva. Diversidade e igualdade de oportunidades são valores cruciais para a Beiersdorf e nós não toleramos insensibilidade. Não foi nossa intenção ofender ninguém e por isso pedimos desculpas.".

    Além da retratação, a empresa também afirma que o anúncio não será veiculado de novo. "Não usaremos mais esta propaganda. Discriminação direta ou indireta é vetada tanto em todas as nossas decisões de todas as áreas da empresa".
    …………………………………………………………………………………………………………………………………………………… http://portalimprensa.uol.com.br/cdm/caderno+de+m

    Mas sei lá se não foi de caso pensado para chamar atenção.
    Vá saber.

    Gerson Carneiro

    19 de agosto de 2011 às 19h06

    "A peça publicitária mostra um homem negro que, ao utilizar os produtos da marca, teria se tornado alguém civilizado."

    Agora entendi. Antes não havia compreendido porque não entendo nada sobre produtos NIVEA.
    Não cogitei nenhuma associação entre o produto NIVEA e cor de pele. E de fato, o pessoal que ainda cultiva o estilo black power, diante dessa propaganda, tem razão em se sentir ofendido.

    Retifico a minha opinião então. Obrigado pela explicação.

    Bruno

    19 de agosto de 2011 às 19h42

    Errado, fundamentalmente errado. Ela mostra um HOMEM que, ao utilizar os produtos da marca, teria se tornado alguém civilizado.

    Os maiores racistas, muitas vezes, são os que combatem o racismo.

    Leider_Lincoln

    20 de agosto de 2011 às 11h26

    "Os maiores racistas, muitas vezes, são os que combatem o racismo."
    Gênioooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!!!
    Assim como os maiores corruptos são os que combatem a corrupção? Ou os maiores assassinos são aqueles que combatem o assassinato?
    Sua frase de efeito é tão idiota quanto oca!

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h37

    E os Black powers não eram civilizados? Será que a palavra não seria "alienado"?

    Luana

    19 de agosto de 2011 às 20h38

    É…aqui no Brasil ninguém vê racismo…só nos [email protected]…sempre somos nós os racistas….sempre com mania de perseguição….

    edv

    19 de agosto de 2011 às 23h00

    Êpa! Como assim?!
    Eu por ex. (romano com florentina e francês com baiana) vejo no seu comentário uma simpática e bonita foto de uma [email protected] ao lado do nome Luana, que me transmite os bons fluidos e sorrisos deste nosso Brasil…

    SILOÉ-RJ

    20 de agosto de 2011 às 01h15

    Êita!! Edv, nota 10 pela cantada!!!

    edv

    20 de agosto de 2011 às 12h09

    Já tava esperando, hehe.
    Sou daqueles que comemora nossa diversidade (já imaginou a mesmice daquele norueguês?)
    Mas na vida, já "persegui" algumas loiras, ruivas, negras, mulatas, asiáticas…
    Sempre com muito boas intenções…
    Mas isso já é meio que história.
    Pura intriga do SILOÉ, viu Luana!
    Rsrs

    Milton Pereira Neves

    19 de agosto de 2011 às 23h47

    Não sou profissional da area, mas me arrisco em dizer que hoje em dia todas as peças publiciatarias são pensadas a exaustão justamente para prevenir esse tipo de reação . Sera que foi premeditado? Enfim é como pedir desculpas depois de um cusparada no rosto. No meu inclusive….

    SILOÉ-RJ

    19 de agosto de 2011 às 23h52

    Concordo com a sua observação.

    Denise

    20 de agosto de 2011 às 10h42

    Eles não são bestas para perder consumidores

    cronopio

    20 de agosto de 2011 às 11h10

    Tá, existe ambiguidade nas duas primeiras fotos (o racismo fica como sugestão ali), mas como você explica a do "antes" e "depois"? Esse contém racismo explícito.

    @Sally_Wonka

    20 de agosto de 2011 às 12h21

    Acho que o que houve na situação da Dove foi uma infelicidade do arranjo, não racismo. Pois há duas peles brancas no quadrado sendo comparadas… A gradação das cores das mulheres foi um arranjo infeliz que dão a impressão (que eu também tive, num primeiro momento) de que o "antes" é a pele negra, e o "depois" é a pele branca da loira… Sendo um produto de rejuvenescimento, e não de clareamento, não há pq falar de racismo aí.

flipeicl

19 de agosto de 2011 às 16h42

A da Dove deixa essa aí no chinelo!

Responder

Samyra

19 de agosto de 2011 às 16h26

Boa sugestão!

Responder

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19 de agosto de 2011 às 16h14

[…] [A propaganda da Nívea que deu o que falar] […]

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19 de agosto de 2011 às 16h13

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