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Diário da Resistência


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Brasil perde indústria antes de controlar tecnologia estratégica


18/09/2011 - 17h52

CARTA DE BONITO/MS

sugestão de José Milton dos Santos Pestana Barbosa, via Linkedin

CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA – 07-09/09/2011

Por ocasião da comemoração dos 60 anos de regulamentação da profissão, os Conselhos de Economia, como instância de representação múltipla da Categoria, visando esclarecer e promover uma reflexão sobre o assunto central do Congresso, vêm manifestar-se à opinião pública a respeito do debate recente sobre desindustrialização no Brasil.

Os critérios e as circunstâncias com base nos quais se caracteriza o que é em geral entendido como desindustrialização são diversos. O processo não é novo na História Econômica, mas, de modo geral, pode ocorrer em países que já alcançaram um alto grau de desenvolvimento. Sua caracterização vai desde a redução do nível e da capacidade de produção em termos absolutos até à perda de participação relativa da atividade industrial na geração de renda.

Desindustrialização também pode ser entendida como redução da abrangência e da complementaridade dos setores industriais entre si e com o restante da economia. Assim, a inexistência ou fragmentação das cadeias produtivas pode ser vista como uma limitação ao ciclo da industrialização e como uma restrição à alavancagem do desenvolvimento consistente.

Numa perspectiva de longo prazo, o Brasil não pode continuar com o atual processo de aumento da dependência da importação de produtos industrializados. A atual substituição da produção interna por produtos importados ocorre antes que o país tenha alcançado o domínio dos processos tecnológicos estratégicos para assegurar a sustentabilidade de seu desenvolvimento soberano.

A questão se reveste de mais riscos ainda quando à situação antes descrita se associa uma recomposição das pautas de exportação, dependentes, crescentemente, da demanda internacional por produtos primários e de modesto valor agregado. Como é sabido, estes produtos são mais facilmente substituíveis, têm baixo conteúdo tecnológico e  as cotações são muito mais voláteis. Esta crescente especialização do padrão de exportação é a chamada reprimarização.

Este é, presentemente, um dos grandes desafios da economia brasileira, ainda mais nas circunstâncias em que o binômio câmbio sobrevalorizado e juros elevadíssimos está fortemente associado, e pesadas resistências e interesses internos se opõem à desativação dessa armadilha, cujos efeitos a médio prazo podem ser devastadores para o projeto nacional de desenvolvimento autônomo, continuado e vigoroso, capaz de tornar o Brasil emergente, enfim, no País do presente.

No entanto, o problema da desindustrialização não se restringe à natureza das políticas macroeconômicas. A questão central é a escolha de estratégias de desenvolvimento que impliquem mudanças estruturais efetivas, inclusive quanto ao deslocamento da fronteira de produção. A simples correção do câmbio real e do juro real não impede, necessariamente, o redirecionamento dos investimentos na direção da “linha de menor resistência” que, no caso brasileiro, é na direção da produção de bens intensivos em recursos naturais.

A correção da gestão macroeconômica deve vir acompanhada de políticas estruturantes de novo padrão de acumulação e alocação de recursos. Os objetivos são impedir o viés na direção da especialização em produtos intensivos em recursos naturais e promover o deslocamento mais equilibrado e abrangente da fronteira de produção. Somente estruturas de produção mais abrangentes, robustas e competitivas permitem a melhora permanente de renda, consumo e distribuição, ou seja, o desenvolvimento econômico no longo prazo.

Nesta perspectiva, cabe considerar que os desafios das medidas macroeconômicas não sejam restritivos à sustentabilidade do desenvolvimento econômico.

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28 comentários

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Luciana Almeida

19 de setembro de 2011 às 18h40

Não entendo muito bem POR QUE esse artigo sobre "desindustrialização" está aí. Problema, hoje, no mundo, é a desindustrialização dos EUA, da Grécia, da França, o fracasso do euro, a destruição e arrasamento de todos os países do Oriente Médio e da Faixa de Gaza e da Cisjordânia. Que negócio é esse de o blog 'propor', como se fosse tema científico, a conversa fiada do PIG? Não estou entendendo.

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ZePovinho

19 de setembro de 2011 às 14h35

Faça como o Presidente Andrew Jackson,Gov Jerry Brown!!!Mate o banco central privado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

[youtube nvGgXrvMEw0 http://www.youtube.com/watch?v=nvGgXrvMEw0 youtube]

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ZePovinho

19 de setembro de 2011 às 14h18

A California,o estado mais rico dos EUA,vai estatizar o crédito como a Dakota do Norte,que já tem seu banco público há décadas.
E nós,aqui,indo no papinho mequetrefe da mídia-empresa de que bancos centrais independentes(e dependentes do mercado) são bons.

A bill to form a blue-ribbon commission to study the feasibility of a state-owned bank for California has suddenly and unexpectedly cleared both houses of the California legislature and now awaits Governor Jerry Brown's signature. Californians need to contact the Governor and urge him to sign this, the first successful public banking initiative in nearly 100 years.

[youtube XLDjl6GEXIY http://www.youtube.com/watch?v=XLDjl6GEXIY youtube]

PS do ZePovinho:ASSINE LOGO ESSA LEI,GOV. JERRY BROWN,E CORRA PARA A ONU PARA CONVERSAR COM A PRESIDENTA DILMA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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    ZePovinho

    19 de setembro de 2011 às 19h32

    Digite o texto aqui![youtube VWJTGCw6JoY http://www.youtube.com/watch?v=VWJTGCw6JoY youtube]

fernandoeudonatelo

19 de setembro de 2011 às 12h20

Aí que está. Se o governo não se meter, não é uma opção, o Estado tem de intervir em processos de P&D básica forjada em incubadoras tecnológicas e centros de estudos avançados integrados a científicos aplicados (CPqD s com laboratórios, entre outros).

Modelo de desenvolvimento é uma decisão política pró-ativa, com correlação de forças. Estatais ou cooperativas devem estimular em segmentos pouco competitivos, como o objetivo de torná-lo mais atrativo aos investimentos privados, mas acima de tudo, de cumprir com o interesse público no ganho de renda em setores estratégicos.

A indústria naval por exemplo. Tivemos Navega Brasil com FHC, e PDP 1 no 1º governo Lula.
Somente no segundo governo Lula, quando o Estado investiu diretamente em estaleiros e garantiu a demanda por embarcações de longo-curso, é que a indústria renasceu pois houve ganhos de escala.

Posteriormente, a demanda gerada por estaleiros desencadeou os fabricantes de navi-peças.

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Cássia

19 de setembro de 2011 às 11h17

E ainda criticam medidas que querem fomentar o desenvolvimento tecnológico no Brasil.
Sugiro a leitura do Projeto Nacional: http://blogprojetonacional.com.br/um-truquezinho-…

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Pafúncio Brasileiro

19 de setembro de 2011 às 10h38

Azenha,
Esse tal Congresso Brasileiro de Economia finalmente descobriu a pólvora. A grande desnacionalização do país (juntamente com enorme concentração de capital) já havia ocorrido há 13 anos, com as privatizações do FHC. Sem nenhum compromisso com a parte industrial do País, FHC (governo de "grandes" negócios, segundo o Prof. José Luiz Fiori) entregou a grandes grupos, patrimônio nacional conquistado há décadas, sem nenhum compromisso destes grupos em prestigiarem a indústria nacional. Só agora é que descobrem os efeitos da patifaria feita há 13 anos? É, até os meteorologistas hoje são mais precisos e rápidos do que os economistas. Precisariam ler o livro do Aloysio Biondi, disponível na Web.

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leandro

19 de setembro de 2011 às 08h37

Agora o governo para beneficiar 2 multis americanas, uma italiana e uma alemã, retrocede na boa concorrencia que o setor vinha experimentando com a queda nos preços dos carros, principalmente os populares, e penaliza o consumidor.

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assalariado.

18 de setembro de 2011 às 21h13

Tudo bem! Mas nem tanto.
O texto reflete uma lógica de organizar e planejar o modo de produção capitalista no longo prazo e, com isto evitar a desindustrialização.

Mas então o que é aquilo que está acontecendo com os todos poderosos capitalistas imperialistas do G7, que é citado no 2º parágrafo. Uma coisa é chegar nos limites da reprodução do capital, outra coisa são as suas crises cilcicas e uma terceira situação, ai sim, é o dominio tecnologico para o desenvolvimento social dos povos de forma não haver mais exploração industrial/ tecnológica de nações/ povos de uns sobre os outros.

Por acaso seria uma desindustrialização de forma invertida( falta de tecnologia, no 2º paragrafo), claro que não! Porém, não podemos esquecer os limites do modo de produção capitalista e as suas crises ciclicas. Ou seja, este texto, fora a abordagem sobre a importancia fundamental de obter/ desenvolver tecnologia, no restante, esta convidando o Brasil há embarcar num vôo economico. Melhor dizendo, num vôo de galinha. De qualquer forma, a solução desta situação de estagnação economica, que se aproxima, e sua saida, com certeza, não se dará sob o teto do capitalismo

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Silvio I

18 de setembro de 2011 às 20h45

Para possuir tecnologia estratégica, e necessário muito dinheiro, em pesquisa. E isso não o terá em quanto à ciência brasileira, este em um grupo fechado, no qual e difícil de entrar um novo. Existem muitas cabeças científicas, no Brasil, sem condições de provar nada, do que pensam.E necessário o apoio do povo, e principalmente do empresariado.

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Marcio H Silva

18 de setembro de 2011 às 20h21

O que precisa, também, é nosso empresariado investir em pesquisa. Preferem aplicar no mercado.
Lembro que tínhamos o CPqD da telebrás que foi sucateado no Governo FHC. Perdemos inúmeros cientistas desta área. O que restou do CPqD é um grupo que presta consultoria a diversas empresas.
Lembro também que a EMBRAPA quase foi fechada no Governo FHC, mas por algum motivo ele retrocedeu.
Nossos empresários preferem importar, porque é mais barato comprar a coisa feita.
Não temos uma política de convenios entre industria e faculdades, por exemplo.
Universidade de são carlos, Unicamo, Coope-RJ são exemplos de setores de pesquisas mal aproveitados por nossos industriais. Se o Governo não se meter, eles não se interessam, porque P&D é caro.

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Morvan

18 de setembro de 2011 às 20h17

Boa noite.
O grande desafio do Brasil é como sair desta síndrome de Sísifo * da economia: quando está próximo de conseguir por a pedra no lugar, esta lhe rola abaixo – de novo!
O processo de desindustrialização brasileiro não pode ser dissociado – ideologicamente – dos interesses alheios ao país. Nem pode sequer ser visto de forma estanque, localizada. É um processo longo, porquanto do interesse dos entreguistas e dos "alienígenas" (EUA e Europa?).
Também não adianta falar em desindustrialização sem evocar assuntos conexos, como a Substituição de Importações, processo sempre retomado de forma sincopada, a la Sísifo, Transferência de Tecnologia, sua parte corolária, a qual também sempre recebe bombardeio cerrado dos entreguistas nacionais (Sic?).
Já na década de 40 do século XX, o Brasil recebeu um golpe violento no seu processo de industrialização, pois se se imaginar que os Governos no Brasil sempre preferiram (?) a malha rodoviária, em detrimento de outras vias de transporte, como a malha férrea, totalmente sucateada desde há muito, foi a partir desta década que o Brasil adquiriu todo o excedente de produção de veículos rodoviários dos Estados Unidos (caminhões, tratores, caçambas, etc. "Desova da grande guerra".) e coincidentemente, para quem acredita em coincidências, foi a partir deste período que outros meios de escoamento de produção foram sendo "desativados". O que tem a ver desindustrialização e transportes? Tudo. Grande parte dos custos de produção e escoamento fica na rubrica "transporte rodoviário". Em alguns casos, o custo vai a 60% (sessenta por cento) do custo total do produto. Estes sessenta por cento vão sair de algum lugar (ponha as mãos nos bolsos, urgente!).
Ainda temos a "proteção à indústria nacional". Arrocha-se o preço até a tampa e o Governo garante, por lei, a reserva do mercado (de otários); se der água, não tem problema. Chora-se mais um pouquinho e o Governo (não importa a orientação ideológca; Governo é Governo – é gabinete de classe) edita mais umas leisinhas para "proteger a indústria nacional".
Como se pode ver, não dá para fazer uma análise "snapshot". O problema se arrasta faz tempo. Sem processo (sério, cabal) de Transferência de Tecnologia, daqui a cem anos, se ainda houver humanos (e brasileiros, que a gente não desiste nunca), o qua parece improvável, alguém estará, certamente, escrevendo sobre os problemas da desindustrialização do Brasil.; o Brasil estará exportando cera de carnaúba e sílica e estaremos, ainda, compando chips de silício, amalgamados com cera de carnaúba, para nossas maquininhas falantes (uma espécie de computador onipresente)…

* Sobre Sísifo: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADsifo

Morvan, Usuário Linux #433640.

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    Silvio I

    18 de setembro de 2011 às 22h32

    Morvam:
    Por sorte no governo Lula se começou com as ferrovias, e agora a presidenta Dilma começa com as Hidrovias.

    Morvan

    18 de setembro de 2011 às 23h32

    Boa noite.
    Bom saber. Bem lembrado.
    Obrigado pelo contraponto.

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Vlad

    19 de setembro de 2011 às 09h20

    Pelo menos no discurso.

    º,..,º

    Silvio I

    19 de setembro de 2011 às 13h27

    Vlad:
    Não e no discurso. Estes dias pasados estive Dilma em São Paulo e inagurou um estaleiro em Araçatuba no Rio Tiete.Isso vai a ligar São Paulo com o Rio de la Plata. São mais de 1200 km..Srá contruidas já contratadas 100 bascasas . Isso vai trazer aparelhado a creação de esclusas para pode passa onde existem hidroelétricas. Tambem se determinou a creação de esclusas no Rio Parnaiba.Co m respeito as ferrovias Já deve estar muito adiantadas as obras de 1700 km. de Piaui ao porto do Suape e também a linha Norte Sul que já deve estar chegando a São Paulo. Se deu conta que não e so discurso!?

    Marcio H Silva

    18 de setembro de 2011 às 22h43

    Caro Morvan, valeu pelo sísifo. Mas a China hoje tem uma industria automotiva e começou a invadir o mundo. Fui na JAC motors perto de minha casa, e descobri que o motor é feito na austria. Os caras chineses pelo que vi ainda não consegue fazer o motor, mas já faz o carro. Aqui, nossos empresários nem isto faz.
    No meu ramo, telecom, temos hoje no Brasil dois grandes players de mercado, a HUAWEI e ZTE dois gigantes mundiais criados na decada de 80 lá na china, que competem com ALCATEL e SIEMENS. E nós, temos o que?
    A coreia do Sul, na decada de 50 era a 80 economia mundial e hoje eles tem Hyundai, Samsumg, LG, Nissan etc…e nós, temos o que?
    Falta empreendedorismo dos nossos capitalistas, que parem de aplicar no mercado financeiro e peguem esta grana e invistam em P&D. Não dá para ficar com desculpa jogando todo nosso desenvolvimento nas mãos do governo somente.

oalfinete

18 de setembro de 2011 às 20h11

Até por uma análise rasteira das fases do capitalismo, é fácil perceber que o que difere os países centrais dos periféricos é justamente deter o binômio capital-conhecimento (leia-se tecnologia avançada).

Os nossos neoliberais de plantão (que mamam no setor financeiro) defendem isso.

Simples assim.

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Fabio_Passos

18 de setembro de 2011 às 19h29

Uma política econômica soberana é o que os inimigos do povo brasileiro mais combatem.

E é preciso dar nome aos vendidos entreguistas: rede globo = psdb = veja = dem = fsp = pps = estadão

<img src=http://www.tijolaco.com/wp-content/uploads/2010/05/redeUSA.jpg>

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18 de setembro de 2011 às 18h26

Pois é. O mais triste é que aponta-se um processo de desindustrialização quando nem chegamos a ser.
O governo parece preocupado com a questão. Resta saber se vai tomar as medidas corretas. O entrave fica por conta das "pesadas resistências e interesses internos".

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Fabio_Passos

18 de setembro de 2011 às 18h16

O Brasil vem sofrendo há muito com a desgraça neoliberal.

É interesse dos países desenvolvidos que nossa nação sirva apenas como fornecedora de matérias primas.

Nossa "elite", capacho assumida dos interesses ianques, atirou o Brasil nesta irresponsabilidade neoliberal com collor e principalmente fhc – joaquim silvério dos reis! – condenando um dos países mais ricos do mundo ao subdesenvolvimento.

O entreguista fhc roubou nossa soberania ao subordinar a gestão da nossa moeda aos interesses das
oligarquias financeiras.

Já passou da hora de colocar o BC do Brasil a serviço do Brasil… e não da roubalheira rentista!

Responder

    EUNAOSABIA

    18 de setembro de 2011 às 19h19

    Tá nervosinho rapaz??? votou em quem pra presidente??? naquele que prometeu mudar tudo isso que está aí??? então senta e chora, ou melhor, não reclama velho.

    ZePovinho

    18 de setembro de 2011 às 21h36

    E aí??Já começou a resolver,pelo menos,os exercícios do primeiro capítulo do Boyce & DiPrima???

    Silvio I

    19 de setembro de 2011 às 07h54

    EUNAOSABIA:
    Você acredita que com sô votar se resolve o Brasil? Se necessitarem muitos governos, para tirar o atraso, que foi deixar as ferrovias, as hidrovias, de lado durante tantos anos. Agora se necessita muito dinheiro, e tempo. Mais entramos na conversa(bom isto e uma forma de dizer,porque foram os interesses, de uns poucos) de que o transporte por caminhão, era mais cômodo rápido, e outras ervas mais.Isso nos tem mostrado que não e certo,e ainda temos governos que exploram, ao usuário das estradas.Todo isto acarretando maior custo, em todo o que o povo necessita consumir. Principalmente alimentos.

    ZePovinho

    19 de setembro de 2011 às 19h34

    Eita,Fabio_Passos!!É paixão braba por ti,bicho!!!Te cuida!!!!

    [youtube 46QjpOPATy8 http://www.youtube.com/watch?v=46QjpOPATy8 youtube]

    Fabio_Passos

    19 de setembro de 2011 às 21h12

    É a classe média que lê veja e assiste jn da globo…

    leandro

    19 de setembro de 2011 às 08h47

    Ja se vão quase nove anos de governo petista e ainda falam de FHC?

    Fabio_Passos

    19 de setembro de 2011 às 18h56

    Acostume-se.

    fhc é patife histórico. Um entreguista da mesma laia de joaquim silvério dos reis.
    Daqui a 100 anos fhc será lembrado como um pulha maldito.


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