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Paulo Moreira Leite: Denunciar golpe imaginário é recurso “quando se pretende promover ruptura”


11/10/2012 - 22h45

O golpe imaginário de Ayres Britto

07:59, 11/10/2012

por Paulo Moreira Leite, na Época

Confesso que ainda estou chocado com o voto de Ayres Britto, ao condenar oito réus do mensalão, ontem.

O ministro disse:

“[O objetivo do esquema era] um projeto de poder quadrienalmente quadruplicado. Projeto de poder de continuísmo seco, raso. Golpe, portanto”

Denunciar golpes de Estado em curso é um dever de quem tem compromissos com a democracia.

Denunciar golpes de Estado imaginários é um recurso frequente quando se pretende promover uma ruptura institucional.

O caso mais recente envolveu Manoel Zelaya, o presidente de Honduras. Em 2009 ele foi arrancado da cama e, ainda de pijama, conduzido de avião para um país vizinho.

Acusava-se Zelaya de querer dar um golpe para mudar a Constituição e permanecer no poder. Uma denúncia tão fajuta que – graças ao Wikileaks – ficamos sabendo que até a embaixada dos EUA definiu a queda de Zelaya como golpe. Mais tarde, ao reavaliar o que mais convinha a seus interesses de potência, a Casa Branca mudou de lado e encontrou argumentos para justificar a nova postura, fazendo a clássica conta de chegar para arrumar  fatos e os argumentos.

Em 31 de março de 64, tivemos um golpe de Estado de verdade, que jogou o país em 21 anos de ditadura.

O golpe foi preparado pela denúncia permanente de um golpe imaginário, que seria preparado por João Goulart para transformar o país numa “república sindicalista.” Basta reconstituir os passos da conspiração civil-militar para reconhecer: o toque de prontidão do golpismo consistia em denunciar  projetos anti democráticos de Jango.

Considerando antecedentes conhecidos, o voto de Ayres Britto é preocupante porque fora da realidade.

Vamos afirmar: não há e nunca houve um projeto de golpe no governo Lula. Nem de revolução. Nem de continuísmo chavista. Nem de alteração institucional que pudesse ampliar seus poderes de alguma maneira.

Lula poderia ter ido as ruas pedir o terceiro mandato. Não foi e não deixou que fossem. Voltou para São Bernardo mas, com uma história maior do que qualquer outro político brasileiro, não o deixam em paz. Essa é a verdade. Temos um ex grande demais para o papel. Isso porque o PT quer extrair dele o que puder de prestígio e popularidade. A oposição quer o contrário. Sabe que sua herança é um obstáculo imenso aos  planos de retorno ao poder.

Ouvido pelo site Consultor Jurídico, o professor Celso Bandeira de Mello, um dos principais advogados brasileiros, deu uma entrevista sobre o mensalão, ainda no começo do processo:

ConJur — Como o senhor vê o processo do mensalão?

Celso Antônio Bandeira de Mello − Para ser bem sincero, eu nem sei se o mensalão existe. Porque houve evidentemente um conluio da imprensa para tentar derrubar o presidente Lula na época. Portanto, é possível que o mensalão seja em parte uma criação da imprensa. Eu não estou dizendo que é, mas não posso excluir que não seja.

Bandeira de Mello é amigo e conselheiro de Lula. Foi ele quem indicou Ayres Britto para o Supremo. A nomeação de Brito – e de Joaquim Barbosa, de Cesar Pelluzzo – ocorreu na mesma época em que Marcos Valério e Delúbio Soares andavam pelo Brasil para, segundo o presidente do Supremo, arrumar dinheiro para o “continuísmo seco, raso.”

Os partidos políticos podem ter, legitimamente, projetos duradouros de poder. É inevitável, porque poucas ideias boas podem ser feitas em quatro anos.

Os tucanos de Sérgio Motta queriam ficar 25 anos. Ficaram oito. Lula e Dilma, somados, já garantiram uma permanência de 12.

Tanto num caso, como em outro, tivemos eleições livres, sob o mais amplo regime de liberdades de nossa história.

Para quem gosta de exemplos de fora, convém lembrar que até há pouco o padrão, na França, eram governos de 14 anos – em dois mandatos de sete. Nos Estados Unidos, Franklin Roosevelt foi eleito para quatro mandatos consecutivos, iniciando um período em que os democratas passaram 20 anos seguidos na Casa Branca. Os democratas de Bill Clinton poderiam ter ficado 12 anos. Mas a Suprema Corte, com maioria republicana, aproveitou uma denúncia de fraude na Flórida para dar posse a  George W. Bush,  decisão ruinosa que daria origem a uma tragédia de impacto internacional, como todos sabemos.

O ministro me desculpe mas eu acho que, para  falar do mensalão como parte de  projeto de “continuísmo seco, raso,” é preciso considerar o Brasil  uma grande aldeia de Gabriel Garcia Márquez. Em vez da quinta ou sexta economia do mundo,  jornais, emissoras de TV, bancos poderosos, um empresariado dinâmico, trabalhadores organizados e  100 milhões de eleitores, teríamos de coronéis bigodudos com panças imensas, latifúndios a perder de vista, cidadãos dependentes, morenas lindas e apaixonadas,  capangas de cartucheira.

No mundo de Garcia Marquez, não há democracia, nem conflito de ideias.  Não há desenvolvimento, apenas estagnação, tédio e miséria. Naquelas aldeias do interior remoto da Colômbia,  homens e mulheres famintos vivem às voltas de um poder único e autoritário. Esmolam favores, promoções, presentes, pois ninguém tem força, autonomia e muito menos coragem para resolver a própria vida.  Desde a infância, todos os cidadãos são ensinados a cortejar o poder, bajular. É seu modo de vida. Como recompensa, recebem esmolas.

No mensalão de Macondo, seria assim.

Será esta uma visão adequada do Brasil?

Em 1954, no processo que levou ao suicídio de Getúlio Vargas, também se falou em golpe.

Com apoio de uma imprensa radicalizada, em campanhas moralistas e denuncias – muitas vezes sem prova – contra o governo, dizia-se que Vargas pretendia permanecer no posto, num golpe continuísta, com apoio do ”movimento de massas.”

Era por isso, dizia-se, que queria aumentar o salario mínimo em 100%. Embora o mínimo tivesse sido congelado desde 1946, por pressão conservadora sobre o governo Eurico Dutra, a proposta de reajuste era exibida como parte de um plano continuísta para agradar aos pobres – numa versão que parece ter lançado os fundamentos para as campanhas sistemáticas contra o Bolsa-Família, 50 anos depois.

Embora falasse em mercado interno, desenvolvimento industrial e até tivesse criado a Petrobrás, é claro que Vargas queria apenas, em  aliança com o argentino Juan Domingo Perón (o Hugo Chávez da época?), estabelecer uma comunhão sindicalista na América do Sul e transformar todo mundo em escravo do peleguismo, não é assim? E agora você, leitor, vai ficar surpreso. Um dos grandes conspiradores contra Getúlio Vargas, especialista em denunciar golpes imaginários, foi parar no Supremo. Chegou a presidente, teve direito a um livro luxuoso com uma antologia de suas sentenças.

Estou falando de Aliomar Baleeiro, jurista que entrou no tribunal em 1965, indicado por Castelo Branco, o primeiro presidente do ciclo militar, e aposentou-se em 1975, o ano em que o jornalista Vladimir Herzog foi morto sob tortura pelo porão da ditadura.

Baleeiro deixou bons momentos em sua passagem pelo Supremo. Defendeu várias vezes o retorno ao Estado de Direito.

Chegou a dar um voto a favor de frades dominicanos que faziam parte do círculo de Carlos Marighella, principal líder da luta armada no Brasil.

A ditadura queria condenar os frades. Baleeiro votou a favor deles.

Tudo isso é muito digno mas não vamos perder o fio da história que nos ajuda a ter noção das coisas e aprender com elas.

Em várias oportunidades, o ministro que faria a defesa do Estado de Direito contribuiu para derrotá-lo.

O ministro chegou ao STF com uma longa folha de serviços anti democráticos.

Em 1954, ele era deputado da UDN, aquele partido que reunia a fina flor de um  conservadorismo bom de patrimônio e ruim de votos.

Um dos oradores mais empenhados no combate a  Getúlio Vargas, Baleeiro foi a tribuna da Câmara para pedir um “golpe preventivo”. ( Pode-se  conferir em “Era Vargas — Desenvolvimentismo, Economia e Sociedade,” página 411, UNESP editora.)

Os adversários de Vargas tentaram a via legal, o impeachment. Tiveram uma derrota clamorosa, como diziam os locutores esportivos de vinte anos atrás:  136 a 35.

Armou-se, então, uma conspiração militar. Alimentada pelo atentado contra Carlos Lacerda, que envolvia pessoas do círculo de Vargas, abriu-se uma pressão que acabaria emparedando o presidente, levado ao suicídio.

Baleeiro permaneceu na UDN e conspirou contra a campanha de JK, contra a posse de JK e  contra o governo JK.  Sempre com apoio nos jornais, foi um campeão de denúncias. Era aquilo que, mais uma vez com ajuda da mídia, muitos brasileiros pensavam que era o Demóstenes Torres – antes que a verdade do amigo Cachoeira viesse a tona.

Baleeiro estava lá, firme, no golpe que derrubou Jango para combater a subversão e a … corrupção.

Foi logo aproveitado pelo amigo Castelo Branco para integrar o STF. Já havia denuncia de tortura e de assassinatos naqueles anos. Mortos que não foram registrados, feridos que ficaram sem nome. Não foram apurados, apesar do caráter supremo das togas negras.

Entre 1971 e 1973, Baleeiro ocupava a presidência do STF. Nestes dois anos, o porão do regime militar matou 70 pessoas.

Nenhum caso foi investigado nem punido, como se sabe. Nem na época, quando as circunstâncias eram mais difíceis. Nem quarenta anos depois, quando pareciam mais fáceis.

Em 1973, José Dirceu, que pertenceu a mesma organização que Marighella, vivia clandestinamente no Brasil. Morou em Cuba mas retornou para seguir na luta contra o regime militar. Infiltrado no grupo, o inimigo atirou primeiro e todos morreram. Menos Dirceu. Os ossos de muitos levaram anos para serem identificados. Nunca soubemos quem deu a ordem.

Não se apontou, como no mensalão, para quem tinha o domínio do fato para a tortura, as execuções.

Um dos principais líderes do Congresso da UNE, entidade que o regime considerava ilegal, Dirceu foi preso em 1968 e saiu da prisão no ano seguinte. Não foi obra da Justiça, infelizmente, embora estivesse detido pela tentativa de reorganizar uma entidade que desde os anos 30  era reconhecida pelos universitários como sua voz política.

(Figurões da ditadura, como o pernambucano Marco Maciel, que depois seria vice presidente de FHC, Paulo Egydio Martins, governador de São Paulo no tempo de Geisel, tinham sido dirigentes da UNE, antes de Dirceu).

A Justiça era tão fraca , naquele período, que Dirceu só foi solto  como resultado do sequestro do embaixador Charles Elbrick, trocado por um grupo de presos políticos. Mas imagine.

Foi preciso que um bando de militantes armados, em sua maioria garotos enlouquecidos com Che Guevara, cometesse uma ação desse tipo para que  pessoas presas arbitrariamente, sem julgamento, pudessem recuperar a liberdade. Que país era aquele, não? Que Justiça, hein?

Preso no Congresso da UNE, também, Genoíno foi solto e ingressou na guerrilha do Araguaia.

Apanhado e torturado em 1972, Genoíno conseguiu esconder a verdadeira identidade durante dois meses. Estava em Brasília quando a polícia descobriu quem ele era. Foi levado de volta a região da guerrilha e torturado em praça pública, como exemplo.

Ontem a noite, José Dirceu e José Genoíno foram condenados por 8 votos a 2 e 9 votos a 1.

Foi no final da sessão que Ayres Britto falou em “projeto de poder de continuísmo seco, raso. Golpe, portanto”.

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121 comentários

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neopartisan

13 de outubro de 2012 às 19h22

…O golpe foi preparado pela denúncia permanente de um golpe imaginário, que seria preparado por João Goulart para transformar o país numa “república sindicalista.”

Apenas um reparo, bravo jornalista. Em 6 de abril de 64, O Globo estampou em sua capa ” A Revolução Democrática [sic] Antecedeu em um Mês a Revolução Comunista”, como se pode ver no videoclip ‘Ditadura e PIG Tudo a Ver’ (0:49/2:24).
http://www.youtube.com/watch?v=n6HV-Jpc3I8

Era época da Guerra Fria e os imperialismos faziam seus jogos geopolíticos, e os povos e os líderes populares é que se lascavam.

O anticomunismo era o eixo central dos reacionários golpistas que continha a pregação contra o espantalho da “república sindicalista”.

Mas, os fatos em curso agora no Brasil colocam a pergunta: vamos continuar a interpretar ou partir para transformar a conjuntura, antes que as conquistas do governo popular de Lula/Dilma entrem em eclipe forçado pela direita?

Responder

Fabio Passos

13 de outubro de 2012 às 18h21

Responder

    Nabuco de Oliveira Guimarães

    16 de junho de 2013 às 21h08

    O que mais me impressiona na esquerda é que ela é uma direita as avessas.
    Comete os mesmos erros que essa direita podre e preconceituosa.
    Como oposição a esquerda é fundamental para o país, mas como governo é tão fascista quanto qualquer regime ditador.
    Esse país está fadado a mediocridade, nem esquerda, nem direita, nem centro, o problema não é a ideologia em si, é a falta de convicção ideológica.

Apavorado por Vírus e Bactérias

13 de outubro de 2012 às 12h37

Nós do povo, precisamos ficar atentos aos passos desse Supremo. Ele é golpista e só precisa de oportunidade para dar o golpe. Somos 200 milhões contra meia dúzia de golpistas.

Responder

sandro

12 de outubro de 2012 às 23h51

Agora sério.
Não haverá golpe algum, por 2 bons motivos:
– Hoje todos sabemos claramente (não que não se soubesse em 1964)
das 4 famílias que protege e mantem o poder da minoria.

– Hoje temos mais gente disposta a lutar que voltar a morrer de fome
(acreditem).
O pig é sujo mas não é burro, os militares na sua grande maioria nos
dias atuais possuem perfil nacionalista(pré-sal,amazonia ,urânio ,
sub-marinos,bomba e tecnologia)não são os vendilhões de outrora e não
vão se alinhar com esses, que estão exatamente do outro lado.

Responder

    Bonifa

    13 de outubro de 2012 às 11h57

    É tudo o que o Brasil espera de seus militares, que olhem para a frente e para os perigos externos de hoje, que são enormes. O tempo de proteger uma elite que nunca mereceu e que está desaparecendo, já passou.

    Apavorado por Vírus e Bactérias

    13 de outubro de 2012 às 12h39

    Temos que ficar atentos e prontos para a mobilização.

Pedro Pedreira

12 de outubro de 2012 às 23h37

Atribui-se à Sergio Motta ( o PCdoFHC) a seguinte frase, que possui muita propriedade: “Quem gosta de alternância no poder é a oposição!”

Responder

sandro

12 de outubro de 2012 às 23h33

Nada a ver mais tudo a ver.
A suspeitas de que José Serra vai se candidatar a presidência
do “palmeiras”??!!

Responder

Messias Franca de Macedo

12 de outubro de 2012 às 23h09

FFHH, O CÍNICO!

MENSALÃO
FHC diz que acordos em seu governo não envolviam dinheiro

FONTE: “grande” mídia nativa!
em 12/10/2012

RESCALDO: no mínimo, o sociólogo não leu ‘o livro do século’, cujo título memorável é ‘A Privataria Tucana’! Ou leu e não quis entender (sic)! E/ou é cinismo congênito mesmo! Fazer o quê?!…

República Destes Bananas da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, reacionária, MENTEcapta, alienada, aloprada, impunemente terrorista, antinacionalista, entreguista, golpista de meia-tigela… [A OPOSIÇÃO AO BRASIL] “Despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o ínclito pensador uruguaio Eduardo Galeano.

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Mário SF Alves

    13 de outubro de 2012 às 13h14

    Quer desenvolver mais? Então segura essa: tal cinismo ele atribuía a panaceia geral RAZÕES DE ESTADO. Aliás, não duvido, se pudesse, se tivesse tido tempo, até aquele puxão de orelhas público [incontroverso e insofismável] dado pelo Clinton ele teria debitado na conta do RAZÕES DE ESTADO.

    Mário SF Alves

    13 de outubro de 2012 às 14h50

    Por Razões de Estado, leia-se razões de estado de fato; de estado com complexo de vira-latas; de estado enSTFizado. Aí, sim, cabe a panaceia.

anac

12 de outubro de 2012 às 22h35

Condenados que escaparam das penas pela prescrição: o ex-dono do Banco Econômico e ex-ministro da Indústria e Comércio Angelo Calmon de Sá; o ex-senador Luiz Estevão; o empresário Artur Falk, ex-dono do Papa-Tudo; o ex-presidente do Banco Central Chico Lopes e dirigentes do Banco Marka e FonteCindam, além da quadrilha do fiscal da Receita Federal Rodrigo Silveirinha.Sentenciado a 28 anos e 10 meses de prisão por fraudes de US$ 16 bilhões e prejuízo de US$ 9 bilhões aos cofres públicos, o ex-dono do Banco Nacional Marcos de Magalhães Pinto ficou três dias na carceragem da Polícia Federal no Rio, por ordem do juiz de primeira instância Marcos André Moliari.Dos quatro crimes a que o ex-presidente do Nacional foi condenado, – fraude de balanço e formação de quadrilha gestão fraudulenta e forjar informações ao Banco Central – já prescreveram e as penas foram extintas.

Responder

    Mário SF Alves

    17 de outubro de 2012 às 11h29

    Agora imagine só, dê uma geral e calcule o tamanho do rombo. Bilhões e bilhões, certamente. Dinheiro jogado fora. Sem nenhuma serventia social, presumo. Dinheiro anti-social. Dinheiro que não cumpre sua função social.
    .
    Agora imagine esse dinheiro todo sendo utilizado em atividade produtiva. Putz! Não quero nem pensar.
    .
    É por essas e por outras que dizem: “o Brasil é tão grande e tão rico que roubam-no à noite e ele se refaz durante o dia”.

anac

12 de outubro de 2012 às 22h18

Sempre que um presidente ganha da população o mandato para fazer mudanças que afetam os direitos da minoria, especialmente a minoria endinheirada, ela corre atrás da mídia – ou a mídia atrás dela – e da Justiça. É uma saída óbvia: com o voto de um só juiz a oposição pode se contrapor a milhões de votos dos eleitores e resguardar seu espaço de manobra. Acuada, usa o artifício de dizer que enfrenta um regime “ditatorial”, “populista”, uma “república sindical” – o que for necessário para tentar preservar os seus privilégios.
Analisem, por exemplo, o que aconteceu com o presidente Franklin Delano Roosevelt nos Estados Unidos. Quando ele lançou o “trabalhismo” americano, que o manteve no poder durante quase 16 anos, com três reeleições, FDR pisou no pé da elite americana. Enfrentou então a maior campanha midiática que um presidente dos Estados Unidos já enfrentou. Foi salvo pelo rádio, a “nova mídia” da época.
E, na Suprema Corte, o chefe era um ex-candidato presidencial do Partido Republicano, Charles Hughes, que havia disputado a eleição de 1919. Doze dos programas do New Deal morrerram na Corte, considerados inconstitucionais. Assim que foi reeleito por grande margem FDR foi para a ofensiva. Fez um discurso em 1937 atacando diretamente a Suprema Corte e lembrando aos eleitores que sete dos nove juízes tinham sido indicados por presidentes republicanos que o antecederam.

Responder

Fabio Passos

12 de outubro de 2012 às 21h26

Assim é a direita brasileira… escorraçada do poder pelo voto do povo, recorre ao golpismo descarado.

O stf deveria defender a constituição e não funcionar como um anexo da casa grande.

Responder

Francisco

12 de outubro de 2012 às 20h36

Estamos gastando palavras demais para apreciar uma asneira.

É sempre útil reduzir as coisas à sua essência.

Como pode criticar “projetos de poder” de partidos politicos ELEITOS, um poder da república que não é eleito, não apresenta plano de governo, é nomeado (tem até parente nomeado…), não passa por confirmações periodicas pelo voto, que se mostra irritado e agressivo, quase intimidatório, quando se fala em controle externo e que, finalmente, só sai do poder por aposentadoria aos 70 anos?

Imagine um cenário de terror: seis juizes do STF (não precisa ser os onze, a maioria simples já seria suficiente…) combinam entre si uma “troika” e achacam o poder constituido pelos dois outros poderes de uma república. Seis homens que não podem ser demitidos, regulados ou revistos por corte ou orgão público mais alto, nacional ou estrangeiro (como afirmou categórico, o ministro Mello). Imaginou? Pois é…

É bem mais barato comprar seis do que comprar 513 deputados (ou 342, para mudar artigos da Constituição) ou do que comprar dois terços do Senado e bem mais, muito mais, do que comprar essa tropa imensa de gente das duas casas…

Do ponto de vista institucional (não que eu esteja fazendo deduções levianas – isso só quem pode fazer é o STF!), repito, do ponto de vista institucional, o STF é uma pechincha!!!

Juiz tem que ficar calado. Quieto. Quando nada para a sociedade imaginar (imaginar…) que ele tem sim o tal “notório saber jurídico”…

Responder

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 23h25

    Impossível. Não haveria nenhuma garantia de fidelidade. O que os move e os determina é o Estado de Fato; o estado essencialmente burguês, rentista e especulador. Estado Democrático de Direito?!! Ah! Sim, ma,s só se for na hora do recreio.

Pafúncio Brasileiro

12 de outubro de 2012 às 19h27

Azenha,
Estou pasmo com o voto e as insinuações de golpe do Ayres Brito. Está demorando para ele cair fora. Um togado assim, que foge dos autos para dar opinião de boteco em julgamento, é o fim da linha ! É muita irresponsabilidade. Deve cair fora, rapidinho.

Responder

Jorge Leite Pinto

12 de outubro de 2012 às 19h17

Excelente artigo!
Para se guardar…

Responder

Ramalho

12 de outubro de 2012 às 17h15

Ayres Britto sai de cena como conspirador golpista. Lamentável fecho de carreira.

Responder

José Rezende Jr.

12 de outubro de 2012 às 15h27

Numa hora destas, é bom lembrar a célebre entrevista do ministro do STF Marco Aurélio Mello à Rede TV, em 21/2/2010. Nela, o ministro diz textualmente (minuto 15:00 do video) q a ditadura militar de 1964 foi “um mal necessário, tendo em conta o que se avizinhava” [uma suposta ditadura comunista]: http://www.redetv.com.br/portal/Video.aspx?113,24,89352,Jornalismo,E-Noticia,Marco-Aurelio-Mello-Bloco-3/

Quando um membro da mais alta corte de um dos três poderes defende ditaduras militares e golpes preventivos contra “o que se avizinha”, é preciso estar atento a tudo.

Responder

    Valmont

    12 de outubro de 2012 às 17h27

    Hoje sabemos que o que se AVIZINHAVA mesmo era a esquadra norte-americana, que invadiu as águas territoriais do Brasil em 1964 e, por pouco, não despejou tropas, blindados e aeronaves para dizimar o nosso povo.

    Valmont

    12 de outubro de 2012 às 17h43

    Refiro-me à OPERAÇÃO BROTHER SAM, desconhecida para a maioria da população brasileira, mas tem farto material na Internet, Youtube, etc. (inclusive um vídeo de Azenha), para quem quiser saber mais.

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 17h55

    Das duas uma: ou os caras piraram de vez o cabeção e resolveram fazer chacota com a paciência alheia, ou, o que é igualmente grave, tangenciaram perigosamente a curva nessa manobra doida de tentar justificar o injustificável. E tomara que seja só isso, ainda que dolorosamente inaceitável. Aguardemos…

    maria olimpia

    12 de outubro de 2012 às 19h17

    Mário,
    Concordo. De qualquer forma, é temerário.

    Pafúncio Brasileiro

    12 de outubro de 2012 às 19h33

    O Min. Marco Aurélio tem conhecimento jurídico, mas a meu ver, pobre conhecimento da nossa história. E também, tem um lado direitista bem acentuado. Ainda bem que ele não colocou isso durante julgamento no STF.

Antonio Marcos

12 de outubro de 2012 às 14h56

Temos que ficar atentos, as mesmas forças que se levantaram para derrubar o Getúlio , Jucelino Kubtscheck e depois deram o golpe militar no Jango, agora estão tentando dar um novo tipo de golpe através do judiciário contra o Lula-Dilma-PT.

Não vamos permitir que isso aconteça novamente, quem manda neste país é o povão (maioria) e não uma meia dúzia de famílias da oligarquia-zélite, imprensa, partidos da direita, antiga UDN escravocrata agora representada pelos demotucanos.

Responder

Abelardo

12 de outubro de 2012 às 14h55

Tudo bem! Concordo plenamente, mas e aí? Como podemos condenar um cara como esse, que promove, do nada, talvez por se julgar um deuszinho, um atrevimento e uma irresponsabilidade tamanha? Ele era presidente do stf que envergonhou e desonrou o judiciário nesse julgamento que muitos consideram encomendado e manipulado pela mídia detentora de um poder bem maior e mais agressivo que o que eles pensam ter. É triste ver que autoridades que deveríamos respeitar e honrar se curvar vergonhosamente a pressões externas e promover discursos afrontosos como foi o caso desse do discurso desse tal de ayres.

Responder

Renato

12 de outubro de 2012 às 14h25

É claro que devemos lutar contra a corrupção. É claro que devemos lutar contra a impunidade. É claro que devemos lutar pela Justiça. É claro que é nojento ver este Ministro Ayres Brito falar sobre golpe, da forma como falou, no momento em que magistrado de uma corte suprema deveria estar imbuído de se seu justo papel de juiz e não de provocador barato, de político de quinta categoria fazendo discursos em frágeis palangues. Ayres Brito deve sair compulsoriamente – e que bom que há esta regra – do STF em cerca de um mês. Parece que quer deixar forçosamente um legado que passa pela tentativa de deixar excelente impressão junto a grande imprensa brasileira, recheada de figuras nojentas, pela imparcialidade, pelos negativos valores que trasnmitem à sociedade, aos mais jovens, aos futuros jornalistas, em torno do que pode ser denominado “jornalismo de partido”. Parece acreditar Ayres Brito que terá todo apoio desta mídia, que até “imortal” tem, como o Merval Pereita (“imortal, vejam só, da antes gloriosa Academia Brasileira de Letras-ABL) e estará sempre em evidência, até para espalhar as suas poesias pelo Brasil e mundo afora. Talvez pense até numa cadeira na ABL, com apoio já do “imortal” Merval. Parece querer ser reconhecido como um excepcional brasileiro e que acredita que só através desta mídia teria sucesso para tanto. Esquece que no “jornalismo de partido”, como inserido no jogo político, prevalece o contexto mafioso de interesses, onde traições existem, onde promessas podem não ser cumpridas. Esperava condenações fortes neste julgamento do mensalão, mas, cada dia que passa, fico decepcionado pela forma como agem ditos “doutos” ministros da suprema corte que se portam mais como alguém à busca de uma câmera, um microfone das organizações, que em quadrilha, produzem um espetáculo. Parecem ficar ministros maquinando o que falar, buscando insistentemente palavras e frases de efeito para contribuir para as manchetes do jornalismo de espetáculo tão pernicioso. Um triste e nefasto espetáculo. Parabéns Paulo Moreira Leite pelo texto.

Responder

Messias Franca de Macedo

12 de outubro de 2012 às 14h07

UM CONSELHO AO MINISTRO AYRES BRITTO

“Iluminado supremo” Ayres Britto, reserve “um tiquinho” do seu “supremo” tempo para conhecer “um tiquinho” da realidade da política brasileira, que, em certa medida, reproduz a natureza do jogo político universal! Aproveite e reflita sobre a hegemonia cronológica do PSDB no estado de São Paulo!…

Ministro Ayres Britto, eu lamento perceber em seus olhos um sentimento brutal de ‘arrependimento sem volta’ do dever não cumprido (sic). No entanto, o verdadeiro povo brasileiro se incumbirá de promover a devida retratação, o devido desagravo, a imprescindível e pedagógica ‘concertação’!… Passar bem!

EM TEMPO: senhor ministro “supremo” Ayres Britto, aqui no agreste/sertão da Bahia, ‘rasa e seca’ são as cisternas e as lagoas que “abastecem” as carências e o sofrimento do nosso povo!…

AVANTE POVO BRASILEIRO! Pintemos-nos para a guerra! E, cumpre lembrar, que ‘a invasão do desrespeito às leis’ é de absoluta culpabilidade daqueles que deveriam respeitá-las!

GOLPE NUNCA MAIS!

AS RUAS ESPERAM, ANSIOSAS, POR VOZES! OU NÃO?!…

Hasta la Victoria Siempre!

Saudações democráticas, progressistas, nacionalistas, civilizatórias e anti-golpistas,

BRASIL NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado até “a goela” de pipoca e caldo de cana, elevando a audiência da TV (IN)Justiça!

Responder

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 15h32

    Então? Será preciso dizer mais?

    “senhor ministro “supremo” Ayres Britto, aqui no agreste/sertão da Bahia, ‘rasa e seca’ são as cisternas e as lagoas que “abastecem” as carências e o sofrimento do nosso povo!…”

    Messias Franca de Macedo.

    E só para não perder o embalo:
    Raso e seco, senhor ministro, é a cara monstruosa do estado de fato que o STF fez aflorar durante este dito julgamento. Raso e seco; árido e insensível. Raso e seco; cruel e excludente. Raso, seco e violento.

    Messias Franca de Macedo

    12 de outubro de 2012 às 16h54

    Prezado brasileiro Mário Alves, permito-me fazer minhas as suas sábias palavras!
    Parabéns pela combatividade [o bom combate!] e discernimento!

    Felicidades!

    Saudações democráticas, progressistas, nacionalistas, civilizatórias e anti-golpistas,

    Messias Franca de Macedo – empanturrado até “a goela” de pipoca e caldo de cana, elevando a audiência da TV (In)Justiça
    Feira de Santana, Bahia
    República de ‘Nois’ Bananas e Babacas

Messias Franca de Macedo

12 de outubro de 2012 às 14h06

O DIA DE SÃO [JOSÉ] (S)ERRA ROSSI MALAFAIA, ‘O PADROEIRO DO BRAZIL’! ENTENDA

Sabe qual será o dia em que os *mensalões do [famigerado, fatídico e nefasto] conluio PSDB/DEMo e de todos os outros partidos políticos serão julgados e os réus, lapidar e exemplarmente, condenados?!
RESPOSTA [mais do que óbvia!] No dia alusivo às comemorações e festividades sacras em homenagem ao padroeiro do ‘Brazil’(!), “o Santo mais preparado e de melhor biografia (sic) entre todos os outros Santos, pregressos e futuros”, São [José] (S)erra Rossi Malafaia!
[excetuando o mensalão do PT, revisor!]
… AMÉM!…

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado até “a goela” de pipoca e caldo de cana, elevando a audiência da TV (In)Justiça!…

Responder

Mário SF Alves

12 de outubro de 2012 às 13h12

Tá no texto. Tá na imprescindível análise do Paulo:
“A oposição quer o contrário. Sabe que sua herança é um obstáculo imenso aos planos de retorno ao poder.”
.
.
Concordo. Resta saber:
1- A quem serve essa dita oposição?
2- Qual o projeto de País passível de ser elaborado e realizado pela citada e específica oposição?
Ares de Grito, conforme observado, e no dado contexto, nos diz muito sobre o que tem sido o Estado. Mostra claramente que o Estado, resultante do embate de forças que a ferro e fogo, suor e lágrimas o engendraram é hoje mera propriedade privada daqueles que violentamente o sustentam. Sim. Admitimos, o Estado é deles; realmente, é deles o Estado de Fato convenientemente e, às vezes, mal dissimuladamente travestido de Estado de Direito. Recordando o texto:
.
“Tudo isso é muito digno mas não vamos perder o fio da história que nos ajuda a ter noção das coisas e aprender com elas.Em várias oportunidades, o ministro que faria a defesa do Estado de Direito contribuiu para derrotá-lo.”
.
É deles, dos que historicamente o emolduraram e o conservam intocável e imutável pela força, pela ideologia, por instituições especialmente idealizadas e pela mídia corporativa privada. Imutabilidade negadora do tempo, negadora de espaço, negadora de povo, negadora de democracia. Porém, o dilema está colocado: o “Brasil País de Uns Poucos” realmente não existe; é mera figura de linguagem (será?). Apenas serve à retórica. O que realmente existe é o Brasil País de Todos; de todos os brasileiros (com certeza!!!). E isso é incontestável. O resto é política de boa vizinhança.
Assim, cabe a pergunta: por onde andará o Estado capaz de permitir o desenvolvimento? Onde andará o Estado capaz de permitir a superação do eterno subdesenvolvimento que atormenta, humilha e faz sofrer um dos povos mais belos do planeta, num dos países mais ricos do mundo? Quem será capaz de construí-lo? Qual ou quais os partidos políticos e demais forças sociais estarão preparadas para trazê-lo à vida?

Responder

    FrancoAtirador

    12 de outubro de 2012 às 16h48

    .
    .
    Pergunta:
    A quem serve essa dita oposição?

    Resposta: Valore$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 18h08

    Iaaaaaaaaaaau! É de explodir a pauta, véi.

Valmont

12 de outubro de 2012 às 13h00

O que torna histórico esse julgamento é o fato de ser este o mais deslavado golpe autoritário contra a democracia brasileira e reduzir o Supremo Tribunal Federal a mero instrumento de dominação de uma PLUTOCRACIA FALIDA e derrotada, numa tentativa de reprisar no Brasil a triste história de republiquetas subjugadas e espoliadas dos confins da América Latina.

O povo brasileiro não pode se calar diante de tamanha desfaçatez.

O aparato antidemocrático tem dois braços: a grande mídia corporativa encabeçada pelas Organizações Gloebbels e o ora atuante judiciário.

Não alimente o PIG. Veja quem são os donos da mídia em seu Estado:
http://www.donosdamidia.com.br

Responder

JOACIL DA SILVA CAMBUIM

12 de outubro de 2012 às 12h27

“Projeto de poder de continuísmo seco, raso. Golpe, portanto”. Tudo isso, min. Britto, com a compra (segundo o STF) de votos para aprovação de projetos impopulares. Ou alguém acredita que as emendas apontadas como vicidas, tributária e previdenciária, tiveram apoio popular? Tenha santa paciência!

Responder

mello

12 de outubro de 2012 às 12h26

Espantoso ! Um extrato da história política do Brasil em poucas linhas….De precisão incontestável.
O que o ministro ayres brito pretende com suas declarações remete ao ato 5 de costa e silva…, ao laerda de 64….Golpismo “preventivo ” é brabo !

Responder

J Souza

12 de outubro de 2012 às 11h46

O STF e a nova e enfraquecida (politicamente, mas não financeiramente!) UDN continuam querendo “exterminar” os neo-“comunistas”.
É preciso que o PT crie uma “central de inteligência” para averiguar que dá apoio ao projeto golpista da coligação encabeçada por Globo-Veja. São os banqueiros? Se sim, quais banqueiros? Os que “inventaram” suas fortunas no governo FHC (PSDB)? Os são os neo-ricos das privatizações do governo FHC (PSDB)? Ou as famílias Marinho e Civita estão bancando tudo sozinhas com seus 18 BILHÕES de reais?

Responder

Messias Franca de Macedo

12 de outubro de 2012 às 11h46

ESTÁ TUDO DENTRO DOS CONFORMES, “COMO MANDA O FIGURINO, COMO REGE O ‘SCRIPT’”! Senão vejamos

A DIREITONA até hoje lamenta não ter proposto o impeachment do presidente Lula, lá pelos idos de 2004-2005! A estratégia “de deixar o presidente Lula sangrar até morrer [o seu governo] exangue” não surtiu o efeito tal esperado por FFHH et caterva! Seguindo no tempo: há cerca de mais ou menos seis meses, durante a programação da ‘RouboNews’, são feitas constantes inserções com a chamada: “Em outubro, aguardem assinantes(!), acompanharemos ‘o julgamento do século’, o julgamento do mensalão [o do PT, não é demais lembrar, revisor – adendo nosso!]. A emissora montou um verdadeiro quartel-general na Sala do Júri do STF [“onde já se viu isto?”, o matuto, indignado, pergunta os seus botões de uma camisa de tecido ordinário] e transmite ao vivo e a cores todas as sessões direto da Sala do Júri do STF! STF que mandou às falas o mínimo de recato condizente a tão nobre espaço “supremo”!… E as manchetes imprensas, radiodifundidas… Pelo restante do PIG?!… Portanto, está claro que os “supremos” juízes do “supremoTF” “estão procedendo ao julgamento “com as espadas [de ouro reluzente e de gume afiado e inclemente] dos barões da grande mídia nativa na jugular”! E todo o script, até agora [até agora!], segue o curso previsto, inclua-se o ato cronológico do período eleitoral!… Respeitados, na trama (sic), os escusos interesses político-econômico-sociais – e, portanto, – de poder da decrépita oligarquia ‘nacioná’… Mesmo porque, imagine dileto leitor, imagine dileta leitora, imagine(m) o grau de frustação, o grau de desapontamento das elites [elites?!] desta República de ‘Nois’ Bananas caso o STF procedesse a um julgamento técnico, respeitando os pressupostos fundamentais e elementares do *Direito, em especial ao ‘Na dúvida, o réu[deve ser favorecido]’ – e o princípio pétreo no qual ‘cabe a quem acusa o ônus da prova’. Bom, aí os “oniscientes e onipresentes supremos do supremoTF” [“dos notáveis(!) Gilmar Mendes e de tantos ‘Mellos’] tiveram que “se virar nos trinta” para atender o “clamor popular por justiça!”… Restou aos magistrados retirar do baú o empoeirado ‘domínio do fato’! “Se virar nos trinta” para fornecer subsídios ‘tênues’ de que “o Brasil a partir deste julgamento será a primeira nação do planeta Terra a extinguir ad infinitum o abominável anátema social que assola e envergonha o nosso país, decorrente da corrupção via caixa dois e utilização de ‘recursos nã—contabilizados’ nas campanhas eleitorais – muito antes de ser instituído, no país, o instituto do financiamento público das campanhas eleitorais (idem sic)…
Enfim, a sociedade brasileira, as suas gloriosas elites (elites?!), as instituições… Estão passando por uma, digamos, catarse sem precedentes na história desta, até então, República de ‘Nois’ Bananas!…
RESCALDO: realmente, convenhamos, “o nosso supremoTF” concluiu o seu processo de AUTODESMORALIZAÇÃO: a nossa – ‘plausível tênue’ – subdemocracia, mais uma vez, enxovalhada – e na eminência de sucumbir, para todo e sempre!
Parabéns ao elenco dessa [trágica] chanchada *draconiana!…

*Drácon ou Draconte (em grego: Δράκων, transl. Drákōn) foi um legislador ateniense(século VII a.C.)
As leis draconianas têm um importante papel na história do Direito, mas não são o primeiro código de leis escrita, como havia sido proposto antes. O primeiro código de leis escritas de que a humanidade tem registro é o código de Ur-Nammu (cerca de 2040 a.c.).
E uma de suas características era a previsão de penas pecuniárias.
Afirmava, essencialmente, a supremacia dos poderes públicos. Consagrava o direito de jurisdição do pai sobre o filho, mas suprimiu a vingança particular. Para os crimes graves, aqueles submetidos ao Areópago, as penas eram a morte ou o exílio. O código escrito por Drácon, contudo, não era uma constituição pois não contemplava os problemas econômicos e sociais. Estes, somente seriam resolvidos por Sólon de Atenas.
Deve-se a Drácon o começo de um importante princípio do Direito Penal: a diferença entre o homicídio involuntário, voluntário e legítima defesa.
No código de Drácon, a punição para qualquer forma de roubo era a morte. Tanto o furto como o assassinato recebiam a mesma punição: a morte. Essa severidade fez que o adjetivo draconiano (do francês draconien) chegasse à posteridade como sinônimo de desumano, excessivamente rígido ou drástico. Dêmades, político ateniense do século IV a.C., disse que “as leis de Drácon tinham sido escritas com sangue e não com tinta”.. As leis eram tão severas que os atenienses as aboliram, não por algum decreto, mas apenas deixando de cumprí-las.
Pausânias menciona um exemplo curioso da aplicação da lei draconiana: Teágenes (filho de Timóstenes) foi um grande vencedor dos Jogos Olímpicos. Quando ele morreu, um dos seus inimigos ia toda noite à sua estátua, e chicoteava o bronze, como se estivesse chicoteando o próprio Teágenes, até a vez em que a estátua caiu e matou o homem. Os parentes do morto, então, processaram a estátua por assassinato, e ela foi condenada e jogada no fundo do mar – pena baseada no código de Drácon, que previa o banimento para objetos inanimados que caíssem e matassem um homem.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dr%C3%A1con

EM TEMPO: parodiando uma frase célebre do ex-governador da Bahia, Octávio Mangabeira: “Pense num absurdo! Na Bahia tem precedente!” Basta, apenas, ao leitor e à leitora substituir a palavra ‘Bahia’ por ‘Brasil’! Simples assim!

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado até “a goela” de pipoca e caldo de cana, elevando a audiência da TV (In)Justiça!…

Responder

    Messias Franca de Macedo

    12 de outubro de 2012 às 11h58

    Chanchada, em arte, é o espetáculo ou filme em que predomina um humor ingênuo, burlesco, de caráter popular. As chanchadas foram comuns no Brasil entre as décadas de 1930 e 1960.

    Respeitosas saudações democráticas, progressistas, nacionalistas, civilizatórias e anti-golpistas.

    Messias Franca de Macedo
    Feira de Santana, Bahia
    República de ‘Nois’ Bananas e Babacas

    Messias Franca de Macedo

    12 de outubro de 2012 às 17h14

    Erratas desprezíveis em comentário acima:

    # não surtiu o efeito tão esperado por FFHH et caterva!
    # “Em outubro, aguardem assinantes(!), acompanharemos ‘o julgamento do século’, o julgamento do mensalão [o do PT, não é demais lembrar, revisor – adendo nosso!].”
    # [“onde já se viu isto?”, o matuto, indignado, pergunta aos seus botões de uma camisa de tecido ordinário]
    # A emissora [RouboNews] montou um verdadeiro quartel-general na Sala do Júri do STF [“onde já se viu isto?”, o matuto, indignado, pergunta aos seus botões de uma camisa de tecido ordinário] e transmite ao vivo e a cores todas as sessões direto deste espaço “nobre” (sic)
    # … e, portanto, de poder…
    # ‘Na dúvida, o réu’! [deve ser favorecido]
    # utilização de ‘recursos não-contabilizados’ nas campanhas eleitorais –…

    Respeitosas saudações democráticas, progressistas, nacionalistas, civilizatórias e anti-golpistas,

    Messias Franca de Macedo
    Feira de Santana, Bahia
    República de ‘Nois’ Bananas e Babacas

Swen,o Barba Bifurcada

12 de outubro de 2012 às 10h37

Mas a Dilma ainda acredita em um acordo com o PIG,talvez ela queira inverter o bônus da manipulação midiática a seu favor. Ela que se cuide!

Responder

Messias Franca de Macedo

12 de outubro de 2012 às 10h11

A [TÊNUE(!)] DEFESA [DESPRETENSIOSA(!)] DO STF – POR ‘MERDAL’ PEREIRA!

“… É muito importante a absolvição de alguns réus [sessão do STF de 11/10/12]! Os assinantes (sic – adendo nosso) podem reforçar a constatação de que o julgamento do mensalão (o mensalão do PT, revisor – de novo, adendo nosso!) não é discricionário ou de exceção! Quando tem de condenar, os ministros condenam… [Ministros de Igrejas evangélicas, revisor? Não, ministros do STF!]… E quando existem provas *convincentes, estes mesmos juízes condenam. Portanto, não estamos diante de um julgamento tendencioso!…”

*o MERDAL Pereira “da Globo” – em seu “técnico comentário jurídico” – não mencionou a expressão ‘provas contidas nos autos’! As tais ‘provas convincentes’ nos remetem à perspectiva do tal ‘domínio do fato´, a mesma tese que, anteriormente, o mesmo ‘colonista’ já tratara de defender, afirmando que este princípio jurídico está, há muito tempo, contemplado no Direito Penal!…”

RESCALDO: com aquela cara de ‘criança chupando pirulito’, o MERDAL Pereira “da Globo” pensa que embroma quem, além de alguns dos assinantes da TV paga?!

Que país é esse, sô?! República de ‘Nois’ Bananas, responde, “na lata”, o matuto ‘bananiense’!

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo – empanturrado de pipoca e caldo de cana, elevando a audiência da TV (In)Justiça!…

Responder

Paciente

12 de outubro de 2012 às 09h49

Tudo perfeito. Acrescentaria que o Supremo Tribunal Federal é das peças mais importantes para dar suporte a um Golpe de Estado. Coordenado pela mídia, esta associada e monitorada pela mídia internacional, alia-se à parte do Congresso e de movimentos religiosos, além de manter uma estrutura de quadros apoiadores dentro da máquina governamental, em todos os níveis e nas empresas estatais. As Forças Armadas estão silentes,como deve ser, não têm imiscuido na política,mas na realidade são verdadeiros icebergs, cuja ponta vemos nos pronunciamentos, terríveis roncos, dos Clubes Militares. Além do mais, sabemos que sempre pendem (dão o suporte da força para esmagar civis desarmados) para onde pendam o grande capital, que controlam nossa economia. Foi essa tipo de máquina hedionda, que já fez das suas no Brasil como mostra, sempre usado pelos países ricos para direcionar a política no sentido de seus interesses, que atuaram com êxito em Honduras e no Paraguai e fracassaram na Venezuela em 2002(Lula foi peça importante para aí derrotá-las) e em 2005 no Brasil, onde recuaram diante de Lula mais uma vez. Existe montada uma máquina semelhante para dar Golpe de Estado no Brasil. Suas peças estão sempre azeitadas, seus líderes conspiram às claras, dizendo-se honestos, limpos, éticos, verdadeiros querubins, tudo fazem para afastar quem os incomodam para obstar encaminhamentos contra seus interesses, até fisicamente pode acontecer, é bom não dar mole. No STF, nesse julgamento do Processo nº 470 dá para ver do que são capazes, dá para ver explicitamente o ódio ideológico, nos votos e nas ações dos Ministros,no açodamento para cumprir prazos, julgando na base do ouvir dizer e eu acho assim (é como voto). É bom que os verdadeiros democratas acautelem-se e preocupem-se em defender o Estado de Direito. Não se pode deixar os caminhos livres para ações deletérias. Quanto mais tempos fora do poder, em termos claro,porque nossa economia ainda lhes serve, e muito, quanto mais afoitos e perigosos ficam.

Responder

    assalariado.

    12 de outubro de 2012 às 10h18

    Paciente voce articula bem os seus comentários que, por sinal são muito bons.

    Acho que ficarão melhores se fossem dividos em partes, quando comentários longo.

    Abraços Fraternos.

Fernando José

12 de outubro de 2012 às 09h18

PML defensor de corruptos! Que vergonha pra revista Época deixar um defensor de corruptos escrever em suas páginas!

Responder

    Jose Mario HRP

    12 de outubro de 2012 às 12h16

    A verdade dói né?
    E na falta de contra argumentação consistente, tentativa de desconstrução!
    Um cara tão coerente e competente, PML, e voce o que é?

Gerson Carneiro

12 de outubro de 2012 às 08h39

Feliz Dia das Crianças!

Responder

Gerson Carneiro

12 de outubro de 2012 às 08h36

PSDB há 30 anos no Poder em São Paulo, debaixo do nariz do Ayres Brito.
Mas o golpista é o PT.

Será que o Ayres nunca ouviu falar de Feirão de Emendas da ALESP?

Responder

Romanelli

12 de outubro de 2012 às 08h34

Sou daqueles que acha que HOUVE sim inúmeros delitos que devem, a bem duma democracia séria, serem apontados e punidos.

Por outro lado, por outro lado sempre disse, e não canso de repetir, que este enredo do mensalão foi MUITO MAL FEITO ..um enredo que fala de “compra de votos pra perpetuação no poder”, sendo que dos projetos de lei citados, no máximo se tocava em governabilidade, e nenhum falava de prolongamento automático, 3o ou mais mandatos, não falava em se permitir de direitos a “forças” e poderes especiais, diminuição compulsória de partidos etc etc.

CONCORDO COM O AUTOR em achar que esta havendo um EXAGERO quando dos votos de alguns supremos togados que, fora das sentenças e justificativas, insistem também em passar verdadeiros carões, chegando por vezes, como foi o caso citado no artigo, a exagerarem na tinta, ou em outras, quando alguns destes nomeados de mandatos vitalícios, passam a esculhambar e a HUMILHAR os réus em suas sentenças, enfim, passando a politizar as penas, dando-lhes cores de ideologia e/ou de verdadeiras “vendettas” (tipo Celso de Melo, Marco Aurélio e o presidente que se orgulha de ser, nas horas vagas, um poeta repentista)

Assim não, né ?! norteamento pela serenidade e pela ética, pelo respeito a cidadania de todos, inlsuive dos réus, é o que gostaria de ver em AMBOS os lados ..mas isso parece que esta cada vêz mais difícil de ocorrer

Responder

    Romanelli

    12 de outubro de 2012 às 08h53

    a titulo de reflexão ..se, e somente SE, a expressão de Ayres tivesse se referido a um potencial “golpe” na democracia, este que tais junções políticas causam, o tal fisiologismo – isso, com a presença de homens VENAIS se vendendo e se comprando, acabando por traírem valores, promessas e compromissos feitos diante do eleitor (tipo a PRIVATARIA NUNCA debatida)- aqui eu até concordaria, embora reconheço que somando toda a peça teatralesca, não me parece que foi isso que ele tentou nos dizer não ou, ou ele foi muito infeliz em tentar nos dizer o que acabou por não fazer.

    La Fontaine

    12 de outubro de 2012 às 10h21

    Dá para traduzir para uma linguagem clara o que escreveu? Afinal, o que é que você quis dizer?

Roberto Locatelli

12 de outubro de 2012 às 08h00

Como foi dito no twitter: o STF se recusou a julgar os torturadores de Genoino, contra os quais há provas. Mas condenou Genoino, sem provas.

Responder

Jose Mario HRP

12 de outubro de 2012 às 07h50

LULA E DILMA DERAM GOLPE SEGUNDO O ” PROBO ” AYRES BRITO!
Deram sim!
Golpe de 54 milhões de votos em tres eleições seguidas!”
GOLPE, LAVADA, COÇA, seja lá qual for a palavra FOI UM SHOW DE BOLA!
Perderam por tres vezes, com a lomba lanhada do PSDB/PEFELEDEM!!!!

Responder

Antonio

12 de outubro de 2012 às 07h43

Agora começo a acreditar que está em curso um golpe no país para tirar o poder do voto dos brasileiros. Jamais acreditei que isso era possível no Brasil pois nao somos o Paraguai, mas manifestacoes do Judiciario e da caserna tentando envolver Lula no caixa 2 (dito mensalao), só está faltando a Igreja. Muito triste tudo isso!

Responder

José X.

12 de outubro de 2012 às 07h17

Reforma do judiciário, já. Ou então, lutar contra o aparelhamento do mesmo pela direita hidrófoba e radical que vemos hoje.

Responder

Roberto Locatelli

12 de outubro de 2012 às 07h15

Esse texto é fundamental para entendermos que realmente está-se preparando um golpe de estado no Brasil.

Washington tem pressa. As elites locais têm pressa, principalmente os banqueiros e especuladores. A dívida pública dos EUA está alcançando 110% do PIB, ou seja, uma dívida impagável. Tio Sam precisa que a América do Sul volte a ser seu quintal, vendendo petróleo barato (além de açúcar e outras comoditties).

Para barrar o golpe só há um caminho: organizar a classe trabalhadora, os movimentos sociais e as organizações populares. Ou isso, ou o golpe será vitorioso.

Responder

    La Fontaine

    12 de outubro de 2012 às 10h24

    Epa! Até que enfim, vejo alguém botar o dedo bem no meio da ferida.

    abolicionista

    12 de outubro de 2012 às 19h17

    Tem toda razão, os EUA não mandaram as tropas do Afeganistão para cá à toa.
    Todo cuidado é pouco.

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 19h44

    Abolicionista,

    Isso que tá aí pra todo mundo ler é isso mesmo? Tem certeza de que não houve erro na conjugação do verbo?

    José Geraldo Gouvea

    12 de outubro de 2012 às 20h07

    a questão é: as pessoas estão prontas para pegar em armas contra os EUA?

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 23h31

    Serve flexa? E cerol? E agrotóxico? E sulfato de amônia?

    Bom, se nada diso servir, tenho um iPad com conexão 4G, será que dá?

Fabio SP

12 de outubro de 2012 às 07h05

“Denunciar golpe é recurso “quando se pretende promover ruptura””
Taí uma frase que cabe muito bem para os dois lados… Tanto de Juízes quanto de Situacionistas…

Responder

    Romanelli

    12 de outubro de 2012 às 10h30

    pensei nisso tb ..e no colega que não me lê, o LOCATELLI, claro

Rodrigo Carvalho

12 de outubro de 2012 às 05h34

O genro do Ayres Brito com o Roriz é história mal contada e mal acabda, se o Ayres Brito se encontrava com o genro e em sendo este (genro) culpado, então o Ayres Brito é culpado.

Responder

João-PR

12 de outubro de 2012 às 02h09

Grande parte dos ministros do STF estão anacrônicos: os tempos mudaram, e o Brasil não é Honduras.

Um dia a História colocará esta página do STF no seu devido lugar. Mas, até lá, os cidadãos de bem, que defendem o estado democrático de direito, não podem se calar. E, nesse sentido, a blogosfera tem um papel importantíssimo. Só espero que não mandem nos prender, por expressarmos nossas opiniões aqui…será que voltamos aos tempos da Inquisição, e alguns estão se arvorando o direito de ser o Torquemada dos nossos tempos???

Responder

Ceiça Araújo

12 de outubro de 2012 às 01h10

digo: piguenta…

Responder

Ceiça Araújo

12 de outubro de 2012 às 01h10

O que está acontecendo? A imprensa pinguenta tentando se redimir?

Responder

    razumikhin

    12 de outubro de 2012 às 08h23

    Não vejo o porquê. PML, assim como PHA e Azenha, faz há muito tempo, desde 2003, parte da PIG – propaganda, imprensa, governista.

Jbarreto

12 de outubro de 2012 às 00h31

Isso é o que se pretende: reeditar com o nome de “mensalão” a versão atualizada do Atentado da Toneleros e do Comício da Central do Brasil.

Responder

CARLOS MOREIRA-MACEIÓ/AL

12 de outubro de 2012 às 00h16

QUASE ESQUECI: Paulo MOreira Leite, PARABENS , DE NOVO, tenho acompanhado seus comentarios…a EPOCA… e reproduzidos pelo PHA. VAMOS A LUTA.

Responder

CARLOS MOREIRA-MACEIÓ/AL

12 de outubro de 2012 às 00h12

Frncisco Hugo, e sobre a PRIVATARIA TUCANA, NÃO FALA NADA???????????PAU QUE DÁ EM CHICO,… DÁ EM FRANCISCO CARA. SE NÃO, ta tudo errado né?????
Mais se es masoquista,.. tudo bem!!!!!!!!!! eu TÔ adorando o NORDESTE,… PESTE….. GRAÇAS AO NORDESTINO E BRASILEIRO LULA E A MINEIRA E GAUCHA DILAMA…PODE CHORAR………

Responder

mello

12 de outubro de 2012 às 00h11

Parece o costa e silva se pronunciando.

Responder

Fabio Passos

11 de outubro de 2012 às 23h48

O stf, um tribunal de merda, que condena cidadãos sem provas, parece cada dia mais uma sucursal do PiG.

Na falta de votos, levando uma surra atrás da outra nas eleições… a direita recorre ao golpe.

Responder

    Fabio SP

    12 de outubro de 2012 às 07h06

    Denunciar golpe é recurso “quando se pretende promover ruptura”… tá vendo só!!!

    razumikhin

    12 de outubro de 2012 às 08h25

    Iço cumpanhêro. Vâmo fechá o STF e imprantá a dentadura do proleitariado.

    Fabio

    12 de outubro de 2012 às 11h48

    Meu caro ramumikhin, não seja irônico!!! Não precisa escrever assim para emitir sua opinião. A sua falta de respeito com a opinião dos trabalhadores, das pessoas normais e dos INTELECTUAIS (com letra maiúscula) – é…. são aqueles intelectuais que estão na sala de aula da USP, UFRJ, UNICAMP, PUC por exemplo (Paul Singer, Maria da Conceição Tavarez, Vladimir Safatlle, Lincoln Secco, Maria Victoria Benevides, Maria Rita Khel, Leda Paulani, entre muitos outros). Seu desrespeito escancara a truculência e o preconceito contra formas diversas de pensar, como por ex. Paulo Moreira Leite. Mas este complexo de superior com pessoas que tem vícios no português, com nordestinos, bolivianos, negros etc. no fundo tenta esconder o complexo de vira-lata que têm, logo quando avista um americano do olho azul, o supra-sumo do avanço não é mesmo?!?! Mas gente como você já é manjada desde 1964 e das marchas pela família e bla bla bla!!!
    Caro, Fabio SP, é isso mesmo… denunciar golpe. E não tem ambigüidade nenhuma nisso. A credibilidade que se tentava passar neste julgamento, acabou no momento em que se marcou o processo para o período eleitoral; passando pelas condenações sem provas – com a teoria do domínio de fato usada para julgar nazistas e soldados da alemanha oriental; e terminando com o presidente da corte anunciando a tentativa de golpe do PT, partido que poderia tentar mudar as regras como o FHC mudou para se reeleger. Com certeza o Lula teria sido eleito para um terceiro mandato com 80% de votos. Um partido, de pessoas que estão sendo condenadas que lutaram na ditadura, contra as pessoas que realmente deram um golpe la atrás, cujo o STF não ousa nem julgar, um partido que em nome da república, colocou o primeiro negro no STF, colocou a primeira mulher na presidência, um partido que sabia da linha conservadora de gurgel, mas mesmo assim o deixou lá, para que não engavetasse denúncias, como um certo engavetador de outro período atrás, mas recente. Entre diversas outras coisas.
    Então não me venha falar que o golpe aqui cabe para os dois lados. Isso é uma análise rasa, sem fundamento nas atitudes do partido e nos resultados do país na última década.

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 15h57

    Eia, Fábio. Caramba sujeito. E eu que achava que você só vociferava. Sei não, desculpa aí, mas, francamente, acho que você fica bem melhor assim.
    Desculpa a brincadeira.

    Abs.,

    Atenciosamente,

    MSFA

    Mário SF Alves

    17 de outubro de 2012 às 11h22

    Fábio Passos,

    Você é a própria Graúna, cara. Henfil, se estivesse por aqui, certamente, se sentiria honrado.

lulipe

11 de outubro de 2012 às 23h26 Responder

Willian

11 de outubro de 2012 às 23h17

Isto aqui tá parecendo uma sucursal do PIG; um dia é colunista da Época, outro dia da Folha. Sinal que o PIG é mais plural que a blogosfera.

Responder

    FrancoAtirador

    11 de outubro de 2012 às 23h27

    .
    .
    ESSE TROLL É O “ONBUNDSMAN” DO VIOMUNDO.
    .
    .

    razumikhin

    12 de outubro de 2012 às 08h27

    Mané, o certo é “ombudsman”, e “presidente” Dilma, valeu?

    FrancoAtirador

    12 de outubro de 2012 às 11h05

    .
    .
    Não, Mané razumikhin,

    esse aí é onBUNDSman mesmo.

    Mas não fica com ciúme,

    que chega a tua vez.
    .
    .

    Mário SF Alves

    12 de outubro de 2012 às 16h08

    É ombusdsman, cara. Ass.: vazakasputkin.
    .
    .
    Não, Mané vazakasputkin,

    esse aí é onBUNDSman mesmo.

    Mas não fica com ciúme,

    que chega a tua vez.
    .
    .
    Santa Bárbara!!! Crudelíssimo, prezado Franco Atirador. Crueldade ao cubo, com direito a gol de trivela. Tá voando pena e bico de tucano até agora.

francisco niterói

11 de outubro de 2012 às 23h12

Ayres brito é um arrrivista, intelectualmente pequeno.

Ja vai tarde embora do Supremo.

Que sirva de licao ao governo petista na hora de indicar novos ministros. Alias, escolhe-los no Judiciario é um perigo visto que este poder é o mais conservador e refratario às mudancas da sociedade brasileira.

Por fim, lista triplice pra PGR deve ser encarada como mera sugestao. Acatá-la como fato consumado é a presidente( que tem a decisao e os votos dados a ela pelo povo) passar para sem votos ( os procuradores) poder que o povo deu exclusivamente a ela.

Alias, dado o reacionarismo do MP, a Dilma deve ignorar esta lista pois dela so advem reacionarios visto que a classe é, majoritariamente, reacionaria.

Responder

    Lucas

    12 de outubro de 2012 às 00h06

    Ayres Britto não é magistrado de carreira. Ele era advogado. Aliás, consta que era bastante simpático ao PT, no passado.

    Não credite o cidadão à magistratura.

    PS. Em um passado muito distante (ali pelos idos de 1990) o dito cujo foi candidato a deputado federal. Partido? PT.

    Jose Mario HRP

    12 de outubro de 2012 às 07h54

    Ayres está engessado, chantageado por que parente próximo praticou crimes, e é extremamente intimo de Ayres, o que provocou forte sensação de que os crimes foram praticados ao cobertor mdo “ministro ex petista”!
    KKKKKKK……muita sujeira embaixo do tapete e chantagens mil sabe-se lá de quem!
    Virou Leão da moralidade ou subserviente lacaio da sua posição????

    francisco niterói

    12 de outubro de 2012 às 09h38

    Eu nao disse que o ayres era magistrado. Talvez na pressa eu tenha dado a entender isso.

    Acontece que as 3 ultimas escolhas foram 2 do STJ e uma do TST.

    Escolhas so no judiciario num momento que este tribunal adota comportamento de excecao torna preocupante a escolha majoritariamente em extrato conservador.

    razumikhin

    12 de outubro de 2012 às 08h30

    Iço, cumpanhêro. Vâmo escolhê os membro do STF lá no sindicato de S.Bernardo. Tudo amigo noço.

    Lucas

    12 de outubro de 2012 às 19h05

    O último indicado, Teori Zavascki, também não é magistrado de carreira. Ele era ministro do STJ, é certo, e, salvo engano, foi desembargador de TRF. Mas, originariamente, era Procurador do Banco Central.

    francisco niterói

    12 de outubro de 2012 às 22h18

    Acho desnecessario te dar alguma explicacao sobre a carreira da magistratura.

    Em 1989, o ministro entrou no TRF. Se foi por merito ou antiguidade, no caso da 1a. INSTANCIA, ou por reserva constitucional, ele passa a integrar a magistratura.

    Ao ser indicado oara tribunal superior, STJ, o foi como membro da magistratura.

    Talvez vc nao seja da area, entao te aconselho ler um pouco, comecando pelo basico que é a CF 88.

    francisco niterói

    12 de outubro de 2012 às 22h33

    Complementando: leia a composicao do STJ.
    Um terco, se nao me engano, sao de membros de tribunais federais.

    Assim, nao importa como o ministro entrou no TRF. Apartir deste instante ele passa a ser membro do JUDICIARIO e é nesta condicao que ele foi indicado pro STJ. Ele já era membro do poder judiciario.

    Ele nao entrou no STJ como advogado. É tao cristalino o entendimento do mandamento constitucional que dá dó a sua tentativa de explicar o inexplicavel.

Francisco Hugo

11 de outubro de 2012 às 23h07

Um “projeto de poder de continuísmo seco, raso” não poderia ter acrescentado figuras tão lamentáveis ao clubinho do Lago Sul, ao Gilmar, aos Mellos…
A nota abaixo é de agosto de 2009. Rascunho ao gosto do Departamento de Estado.
A figuração “amiga” cumpriu “religiosamente” seu papel.

NOTA DO CLUBE MILITAR

EM SE COMPRANDO TUDO DÁ … VOTOS
Os homens são tão simplórios, e se deixam de tal forma dominar pelas necessidades do momento, que aquele que saiba enganar achará sempre quem se deixe enganar.(Maquiavel)
Nunca na história deste país se fez tão pouco caso da honra, de tal maneira se desprezou a ética, tanto se usou de meios escusos para corromper, para enlamear instituições, para comprar consciências. A amarga sensação que fica é a da total perda, por parte de um grande número de homens públicos, de qualquer noção de honestidade, de dignidade, de honradez.
O atual governo, contrariando todos os princípios apregoados enquanto estava na oposição, abandonou completamente o decoro no trato da coisa pública e partiu para o uso de um verdadeiro rolo compressor, comprando tudo e todos a sua volta, desde que possam, de alguma forma, interferir em seus objetivos.
Recordemos o esquema do mensalão, quando um grupo de aliados do Presidente, gente de dentro do governo, usou meios escusos para organizar a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo, com o objetivo de comprar o apoio de parlamentares e, em última instância, perpetuar no poder seu grupo político.
O então Procurador-geral da República, Dr Antônio Fernando de Souza, apresentou uma denúncia contundente contra os principais envolvidos no escândalo. Ficou de fora o Presidente da República que alegou desconhecer o esquema. Em termos jurídicos, a desculpa valeu. O Procurador-geral retirou-o da denúncia por não ter encontrado evidências firmes de seu envolvimento. Agora, firulas jurídicas à parte, parece pouco provável que alguém, dotado de capacidade de reflexão, tenha acreditado na história. A ser verídico o desconhecimento, cairíamos na dúvida que, à época, circulou na internet: será que temos um Presidente aparvalhado, incapaz de entender fatos que acontecem ao seu redor, protagonizados por seus mais íntimos colaboradores?
Em outra vertente, há o Bolsa Família, sem dúvida o maior programa de compra de votos do mundo. Trata-se de um programa que gera dependência, antes de estimular o desenvolvimento humano. As pessoas atendidas, recebendo o benefício sem nenhuma necessidade de contrapartida, ficam desestimuladas até de buscar emprego. Mesmo a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) chegou a afirmar que o programa “vicia” e que deixa os beneficiários “acomodados”.
Não é que alguém seja contra a minorar a aflição de quem tem fome. O problema é que o programa parte de uma premissa falsa ao confundir pobreza com fome. A esses últimos é mais do que justo assistir com recursos públicos. Aos pobres, a melhor ajuda que o governo poderia dar é investir corretamente em educação. Mas não, confundindo conceitos, prefere manter um Bolsa Família hiperdimensionado, gastando recursos que fazem falta à educação, uma vez que, assim como está, o retorno nas eleições, em termos de votos, tem sido muito compensador.
A comprovação de que não são todos os pobres no Brasil que estão famintos veio de uma pesquisa do IBGE, realizada em 2004 – Pesquisa de Orçamentos Familiares. Em uma parte dessa pesquisa, ficou constatado que o índice de pessoas abaixo do peso estava menor do que aquele considerado normal pela OMS. E, para a perplexidade dos que acenam com a necessidade de combater a fome para manter e ampliar o programa, verificou-se que, entre nós, a obesidade é um problema mais crítico do que a fome.
Não satisfeito em aliciar parlamentares para sua base de sustentação política e populações desassistidas para aumentar suas possibilidades eleitorais, o governo trata, também, de evitar qualquer problema nas ruas, em termos de manifestações públicas de desagrado contra os muitos desvios de ética praticados por seus correligionários e aliados. Nada melhor, então, do que colocar a União Nacional dos Estudantes igualmente em seu balcão de negócios.
É assim que o governo, da mesma forma que faz com sindicatos, resolveu patrocinar a UNE. As verbas federais, dessa forma, passaram a irrigar o movimento estudantil, seja em termos de patrocínio, como aconteceu em seu último congresso nacional, seja com a destinação de alguns milhões para a reconstrução de sua sede, seja, ainda, com o pagamento de generosas “mesadas” a seus dirigentes.
Com isso, foi neutralizado o espírito combativo que era a marca do movimento estudantil e eliminou-se toda possibilidade de agitações de rua indesejáveis. Um exemplo disso ocorreu no referido congresso, quando houve um protesto contra a CPI da Petrobras. Em outros tempos, seria a UNE a primeira a se mobilizar para exigir a completa elucidação dos fatos. Agora, sem sequer conhecer os resultados de uma CPI que nem começou, faz o protesto. Passam por cima da necessidade de se investigar denúncias de irregularidades em uma empresa cujo maior acionista é o governo, em um congresso que era patrocinado por esse mesmo governo. E o presidente da UNE tem a desfaçatez de dizer que não vê nada de errado nisso.
Com a prática da compra indiscriminada de todos que possam atrapalhar os desígnios do governo, este foi perdendo todos os escrúpulos. Conseguindo manter níveis elevados de popularidade, julga-se acima do bem e do mal, capaz de tudo, inclusive de defender crimes praticados por aliados, pouco se importando com a ética e com a moralidade pública. Pouco se importando com a evidência de que está corrompendo os brios de toda uma nação que, em um dia não tão distante, teve orgulho de se proclamar brasileira.
Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO
Presidente do Clube Militar

Responder

    francisco pereira neto

    12 de outubro de 2012 às 00h50

    Xiiii!!! General de pijama pulando nas tamancas?
    Quanta idiotice proclamada.
    Se não estivesse de pijama, mandaria já para a solitária.

    Francisco Hugo

    12 de outubro de 2012 às 03h51

    Mais atenção, Xará!
    O que estou mostrando: em agosto de 2009, o “general de pijamas” não “pulava nas tamancas”. Ele escreveu o roteiro pro show PIG/STF.
    Até expressões como “a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo” inspiraram o Gurgel, o Joaquim Barbosa, o Jornal Nacional…
    Você, pelo visto, nada sabe sobre o nascedouro de todos os golpes de estado.

    Ricardo Franco

    12 de outubro de 2012 às 01h02

    Caro General,a idéia central do texto faz sentido e as periféricas estão bem amarradas. Deste modo, gostaria que o Gal. produzisse outro texto no mesmo padrão de qualidade, que é boa. Tenho alguns pontos a sugerir:
    _1. Conte-nos mais sobre as verbas liberadas pelo Governo Lula para a UNE e para a reconstruçao de sua sede; não esquecendo de mencionar o por quê foi necessário reconstrui-lá.
    _2. Esse ponto seria em relação à compra de votos. Não me recordo de nenhuma nota expedida pelo Clube Militar quando da cassação de dois Deputados Federais sob a acusação de ter vendido o voto na seção do Congresso que aprovou a emenda da reeleição; não esqueça de mencionar que os nobres Deputados são réus confessos.
    _3. Poderia o Gal. também desenvolver um pouco sobre o porquê de O STF não ter tomado conhecimento destes fatos; aqui vai uma pista, procure no google sobre um tal de Engavetador Geral da União. O Sr. ficará surpreso ao tomar conhecimento do tamanho dos glúteos máximos deste Excelentíssimo, visto a quantidade de processos que foram escondidos sobre eles.
    4. Verse um pouco sobre Sérgio Motta, aquele que se gabava de vender ar por bilhões ( privatização das teles ); aproveite e extenda o assunto até chegar no mais recente sucesso literário deste País, um livro chamado Privataria Tucana. Estou certo que a leitura lhe trará fortes emoções.
    5_ … General, minha filha me chama e pede minha atenção. Gostaria muito de ampliar minhas sugestões para o Sr. mas meu tempo é escasso.

    Att Ricardo Franco

    Francisco Hugo

    12 de outubro de 2012 às 04h09

    Ricardo,
    Argumentar com general é estupidez.
    A nota é de agosto de 2009, quando “este” general escreveu o roteiro pro show PIG/STF.
    Até expressões como “a maior quadrilha jamais montada em qualquer lugar do mundo” inspiraram o Gurgel, o Joaquim Barbosa, o Jornal Nacional…
    Você, pelo visto, nada sabe sobre o nascedouro de todos os golpes de estado.
    Sou antigo: observo golpes e tentativas desde os tempos do Getúlio, no Brasil, na América Latina, na África, na Ásia…
    Usar o Judiciário é, sem dúvida, inovação.
    Mas o Judiciário sempre foi, de longe, o mais corrupto dos podederes.
    Abração!

    Luiz Moreira

    12 de outubro de 2012 às 09h58

    O regime comandado pelo exercito brasileiro foi um exemplo de humanidade. No tratamento aos presos, choques, castração mutilação, e outras coisinhas mais. Após a queda do regime hitlerista, os “bondosos” foram condenados à morte. Aqui arrotam justificativas. Tropa de covardes. Não eram amigos dos EUA? Deviam ir para o VIETNAME lutar.Ao contrário, contrataram torturadores dos EUA para treinar seus pupilos no BRASIL. Aqui pregavam represália militar, ou seja, prender parentes e, com isto, fazer os inimigos guerrilheiros se entregar. Isto foi oficial, ensinado aos soldados em 1961. Abram as ordens do dia, se tem um pingo de vergonha na cara.

    augusto2

    13 de outubro de 2012 às 22h59

    olha, general, voce viu um monte de “evidencia de que estao corronpendo os brios”…
    que linguagem, meu quatro, tres ou sei la quantas estrelinhas!
    E tudo isso porque “conseguiu alguma popularidade!”?
    Lula e seu sonho levado adiante por alguns fortes que voces tentaram matar é um democrata, dos grandes e universalmente conhecido! Como voce general é um perfeito jejuno (eu dia dizer outra coisa) politico, eu podia te mencionar aqui uma duzia de grandes politicos de fora do brasil que apenas nos ultimos anos se declararam lulistas e o queriam e querem como modelo. Mas voce nao sabe nem a diferença entre Bismarck e hitler, uma vergonha pra quem estudou historia militar.
    E se nao se convencer, eu e o povo das ruas estmos indo ajudar a dar o golpe do voto na urna.
    Brios, sr general, quem os tinha era o capital Sergio “macaco” miranda que se recusou a cumprir ordens assassinas que vinham de cima e voce sabe de onde.

Fabio Nogueira

11 de outubro de 2012 às 22h58

Caríssimos, me desculpem pela observação óbvia, mas

POR QUE A OAB ESTÁ CALADA???!!!

Seriam infinitos os motivos para que os doutos representantes dos homens das leis se pronunciassem, mas nem uma palavra, nem os grilos se ouvem no fundo da sala.

A condenação sem provas, por dedução, é algo que deveria preocupar profundamente aqueles cujo ofício é a defesa de acusados. Ou o novo lema é “Todos têm direito à defesa, desde que já não tenham sido pré-julgados”?

Esse silêncio incomoda. Os que se movem (ou não) motivados pelo ódio que sentem pelo PT (e pelos pobres que trouxe com ele para a vida nacional) estão preferindo sacrificar os direitos mais básicos dos cidadãos apenas para ver o PT cair. Pelo jeito, continuam apostando que o Brasil continuará, por muito tempo, divido entre nobres e plebeus, e que será exatamente este o princípio que norteará as Cortes para a aplicação da teoria do “domínio do fato”, ou seja, a condenação com base em indícios e deduções.

Responder

    maria

    12 de outubro de 2012 às 01h08

    E o que falar daquele ”comentarista – especialista em mensalao – que a Globonews contratou para esclarecer os votos dos ministros do STF. Nao acreditei quando ouvi que ele é um dos caciques da OAB – RJ.
    Ou é um ”vendido” ou a apresentadora errou e o mesmo pertence ao MP. Advogado – nao acredito. Ter OAB é outra coisa.

    Vivianne

    12 de outubro de 2012 às 04h28

    Amigo, vá por mim, prefira a OAB calada. Há muito anda a serviço do que há de pior…

Abel

11 de outubro de 2012 às 22h52

É impressão minha ou ouço o som das Trevas se aproximando?

Responder

    Vlad

    11 de outubro de 2012 às 23h14

    Pô meu…maneeeeero o barulho das trevas…maior barato.
    Quero um desses ae também.


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