Maurício Caleiro: A novilíngua “dissimulada e sussurante”

Tempo de leitura: 10 min

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O retorno à privatização

por Maurício Caleiro, no Cinema e Outras Artes

O leilão para a concessão, à iniciativa privada, pelo prazo médio de 25 anos, dos aeroportos de Cumbica (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF) – agendado para a próxima segunda-feira (06/02) na BM&fBovespa – marca a retomada, pelo governo federal, da privatização como política setorial de Estado e reacende o debate público sobre um tema com profundas ressonâncias na vida socioeconômica brasileira das últimas décadas.

Abordadas inicialmente por Aloysio Biondi – um jornalista econômico com tal grau de independência e expertise que foi capaz de identificar, no calor da hora, de forma documentada e em detalhes, o descalabro que foi a privatização da era FHC –, tais consequências, examinadas amiúde em textos em sua maioria acadêmicos e desconhecidos mesmo de leitores interessados no tema, voltaram ultimamente ao debate público – graças, sobretudo, ao livro A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr. (Geração Editorial, 2011), que tem promovido uma ainda tímida mas efetiva revisão das consequências da privatização dos anos 90.

Trata-se de um empreendimento essencial para que possamos não apenas melhor entender nosso passado – bem como temas essenciais como a relação entre capital, mídia e a propagação de concepções valorativas sobre os âmbitos público e privado -, mas para evitar repetir graves erros. Porém, como estes não se restringem aos resultados da privatização promovida pelo governo peessedebista – sendo, na verdade, inerentes à concepção ideológica de Estado que gerou o boom das privatizações, da qual decorrem -, é necessário expandir a análise para além do retrato de seus temerosos resultados, contextualizando-a em termos históricos, econômicos e culturais.

New World Order

O modelo de privatização do Estado tal como mundialmente difundido a partir da primeira metade dos anos 90 deriva diretamente do chamado Consenso de Washington – uma cesta de dez medidas originalmente concebidas, por economistas do setor financeiro, como receituário a ser adotado (ou imposto aos) países latino-americanos como forma de, através de ajustes macroeconômicos, padronizar suas economias e, alegadamente, permitir sua “inserção” na (ou, em muitos casos, absorção pela) “nova ordem econômica mundial” liderada pelos EUA e caracterizada pelo capitalismo tecnofinanceiro.

Nesse cenário, encerra-se não somente a repartição binária do poder mundial pré-Queda do Muro de Berlim, mas a era do sistema econômico mundial acordado em Bretton Woods (ou seja, em que a cotação das moedas nacionais em relação ao dólar, e desta em relação ao preço do ouro, pretensamente funcionaria como uma âncora entre a economia real e a financeira). O capitalismo, então, se reifica em um modelo sem lastro monetário, com predomínio do financeiro sobre a economia real e no qual têm papel preponderante as tecnologias de informação e a telecomunicação digital em tempo real. É este o sistema econômico mundial sob o qual temos vivido nos últimos 20 e poucos anos.

Naturalmente, sem os contrapesos que a competição entre capitalismo e socialismo impunha, tal sistema implica, em termos sociais, na redução – ou, a depender de fatores geopolíticos, mesmo no fim – do Estado de Bem-Estar Social que assegurara, ao longo do século XX, as maiores conquistas trabalhistas e sociais da história da humanidade. Tal abandono se dá em prol de uma “nova ordem” em que o Estado daria lugar ao protagonismo do setor financeiro e de megas corporações forjadas a partir de sucessivas fusões empresariais, num modelo altamente nocivo à economia real e ao mundo social do trabalho. Decorrência óbvia dessa dinâmica, o consumo como gerador de cidadania e a criminalização da pobreza completam o quadro dantesco.

Das dez medidas propostas pelo Consenso de Washington – disciplina fiscal, corte de gastos públicos, reforma tributária, juros e dólar regulados pelo mercado, abolição de barreiras ao comércio exterior e ao investimento estrangeiro em economias nacionais, desregulamentação do mercado de trabalho, respeito aos direitos autorais, e privatização do Estado -, esta última foi não somente a mais visível e impactante das políticas adotadas, como o próprio termo que a designa passou a ser utilizado como uma referência sumária às políticas de orientação neoliberal.

O papel da mídia

A privatização foi “vendida” à população de boa parte do mundo como uma panaceia: por um lado, enxugaria os gastos estatais; por outro, abasteceria os cofres públicos com a receita das vendas das empresas e dos serviços gerenciados pelo Estado. Um autêntico Ovo de Colombo! Ao menos foi assim que a mídia corporativa, em bloco, de forma incessante e sem permitir a menor dissonância (a internet não havia ainda se popularizado) a propagou.

Nessa nova conformação, passam a existir razões tanto estruturais quanto de confluência de interesses econômicos que explicam porque a mídia corporativa torna-se não só uma defensora precípua do neoliberalismo, mas parte constitutiva desse capitalismo infotelefinanceiro que tem na cartilha neoliberal sua base ideológica: legitimá-lo e retroalimentá-lo significa, na prática, aumentar continuamente a importância e agregar valor material à própria mídia (tanto de seu produto-informação quanto enquanto estrutura).

Antonio Rubim, no artigo “A contemporaneidade como Idade Mídia” sugere que essa nova dinâmica capitalista implica na revisão do papel dos aparelhos de reprodução midiática na clássica divisão marxista entre estrutura e superestrutura, já que, incrustada, como parte constituinte, no próprio aparelho reprodutor do sistema econômico, a mídia não pertenceria mais exclusivamente ao segundo termo da equação.

Talvez isso soe um tanto abstrato, mas o importante é constatar que o papel da mídia em corroborar o receituário neoliberal e em fornecer-lhe autenticidade ideológica está hoje não só bem documentado, mas analisado – eventualmente com primor – por dezenas de autores. Ao internauta não familiarizado com o tema, basta, talvez, a leitura do artigo “O Globalismo como neobarbárie”, do professor brasileiro Muniz Sodré (um dos ótimos textos críticos sobre globalização oferecidos pela coletânea Por Uma Outra Comunicação (Record, 2003), organizada por Dênis de Moraes).

No curto texto, Sodré, a partir da constatação de que “todo fenômeno social de largo alcance gera (…) uma prática discursiva pela qual se montam e se difundem as significações necessárias à aceitação generalizada do fenômeno”, traça uma verdadeira genealogia e uma análise do modus operandi dos agentes midiáticos encarregados de fornecer uma retorica de legitimação ao neoliberalismo.

Adotando o mercado como paradigma, essa “elite logotécnica”, atuando no ãmbito das formações ideológicas, adota uma lógica discursiva segundo a qual “a economia de mercado é traduzida como resultado de uma natureza eterna e imutável do homem”, fornecendo “uma base não-meritória para justificar a desigualdade” e colocando as demandas sociais em segundo plano ante a sacrossanta auto-regulação do mercado.

Deriva precisamente desse “cadinho de cultura” o protagonismo midiático de jornalistas (e protojornalistas) econômicos que hoje continuam em evidência nas corporações midiáticas e cuja linha de atuação consiste em negar-se a reconhecer qualquer avanço na economia que não derive do receituário neoliberal.

Esses analistas simbólicos – muitos dos quais atuam “simultaneamente” na imprensa, na TV, no rádio e na internet – são alguns dos principais responsáveis, por um lado, pela fixação e naturalização, no senso comum, do modelito neoliberal, privatista e anti-Estado como o único válido; e, por outro, pelo terrorismo midiático contra a adoção de qualquer medida que divirja de tal paradigma.

Ventríloquos do grande capital, do mercado e da plutocracia midiática, formam, há décadas, a linha de frente da oposição aos avanços sociais e à verdadeira democratização do país. Gozam, ainda, de acesso a um contingente enorme do público, mas, após a popularização da internet e o fenômeno da blogosfera política e das redes socais, são volta e meia contraditos e desmascarados publicamente. Reinaram, porém, nos anos 90, tendo sido fundamentais para articular e propagar a ideologia que sustentou, ante o público, a urgência e inescapabilidade das privatizações dos anos FHC.

Novilíngua tucana

A novilíngua da privatização tucana era direta, técnica e alvissareira: prometia trocar o inchado, letárgico e ineficaz Estado brasileiro pela eficiência implacável das gestões metódicas; relegar o ideologismo fanático e descriterioso pelo tecnicismo científico e (acredite quem quiser) a-ideológico; substituir os barnabés caipiras, pançudos e insolentes, sangue-sugas das tetas do Estado, por funcionários asseados, adestrados e risonhamente submetidos aos rigores da hierarquia, da disciplina e do relógio de ponto.

Falar é fácil, mas a realidade foi bem outra. O destino dado às receitas obtidas pela privatização do Estado brasileiro na era FHC permanece – ou ao menos permanecia, até a publicação de A Privataria Tucana – um mistério. De qualquer modo e ao contrário do que fora apregoado, ele nunca serviu para a liquidação ou mesmo amortização de nossa dívida externa – muito pelo contrário: o Brasil que FHC entregou a Lula devia R$20,8 bilhões e a razão da dívida pública sobre o PIB era de 60,6%; no governo Lula, o Brasil passou de devedor a credor do FMI (a quem emprestou U$10 bi) e a relação dívida pública/PIB caiu para 41,4%. Em resumo: a privatização, no Brasil, foi um grande engodo.

Em decorrência, é óbvio que, após as privatizações dos anos 90, tampouco o Estado, desprovido de suas gorduras, tornou-se mais eficiente, e não só porque não há eficiência que resista à falta de giz para escrever na lousa ou ao breu resultante de lâmpadas que não se acendem (porque a conta de energia elétrica não foi paga) – mas pelo fato que a aposentadoria massiva de recursos humanos, promovida pelo hoje canonizado Bresser Pereira, fez o índice de médicos por paciente e de professores por aluno cair a níveis muito abaixo dos que são internacionalmente aceitáveis. (Em post a ser publicado em breve, analisaremos de forma mais aprofundada a questão do trabalho e dos serviços públicos no Brasil sob os efeitos de sua privatização.)

O resto é história. Contada em pouquíssimos livros, renegada pela imprensa, mas de plena lembrança nos corações, mentes e bolsos dos brasileiros, da classe média para baixo, que vivenciaram o negro quarto de século que separa a adoção do Consenso de Washington e sua substituição por um modelo que, embora conservando parte considerável das orientações neoliberais (como na atuação do Banco Central, na priorização do setor financeiro, na manutenção dos contratos terceirizados de obras e serviços ou no modelo de incentivo estatal à cultura), passou, a um tempo, a promover a ascensão socioeconômica dos estratos menos favorecidos e a apostar na expansão tanto do Estado quanto do mercado interno como propulsores da economia – três premissas que contrariam frontalmente os dogmas neoliberais.

No entanto – e após não apenas manter mas aprofundar os citados resquícios de neoliberalismo que caracterizaram o governo Lula – a administração Dilma, ao regredir, através do Ministério da Cultura, na política relativa aos direitos autorais e ao retomar a política de privatização do Estado, reinsere na agenda, no momento de maior crise internacional do modelo neoliberal, dois dos principais itens do Consenso de Washington, perdendo uma oportunidade histórica de marcar uma posição progressista, de minar ainda mais o modelo hegemônico e de oferecer alternativas próprias e não conservadoras ao domínio político-ideológico.

Novilíngua petista

Ao contrário do vocabulário neoliberal tucano, a ora corrente novilíngua da administração federal petista em relação às privatizações é dissimulada e sussurrante. A insistência em termos como “concessão” e “controle do Estado” — cuja efetividade não supera o jogo de palavras — procura mitigar a contradição de estar promovendo uma política administrativa a qual, a exemplo da maioria de seus eleitores, o petismo sempre rejeitou (e, convém lembrar, cujas acusações de uso pelos adversários peessedebistas serviram de arma eleitoral nos últimos pleitos presidenciais).

Mas, se na forma as privatizações tucana e petista diferem, na essência implicam em uma premissa em comum: a crença na incapacidade do Estado (e, em decorrência, em seus servidores) de realizar, com a excelência e a presteza necessária, as obras demandadas pelo país.

Assim, premido, por um lado, segundo a ANAC, pelo aumento exponencial de passageiros aéreos que a própria ascensão socioeconômica promovida pelo governo Lula engendrou, e, por outro, pelo temor de não cumprir os prazos requeridos pela Copa e pela Olimpíada que o Brasil em breve sediará, o governo Dilma Rousseff valida e corrobora a visão do Estado brasileiro como um ente incompetente, incapaz de operar com a destreza e expertise que grandes eventos esportivos mundiais demandam, colocando-o, simbólica mas efetivamente, em uma posição hierarquicamente inferior em relação à iniciativa privada.

É no mínimo contraditório que tal política seja promovida por um governo que afirma estar ora a realizar uma revolução na -– atenção para a significativa apropriação de um slogan marqueteiro tucano — “gestão do Estado”, a qual alegadamente otimizaria a atuação do funcionalismo público e o funcionamento da máquina estatal.

Retornando, em uma perspectiva crítica, às ideias de Sodré, parece necessário reconhecer que, se o apoio militante da mídia aos pressupostos neoliberais mesmo durante os governos Lula e Dilma foi, de fato, um obstáculo de difícil transposição à articulação e à difusão de uma prática discursiva que desse conta do modelo mezzo neoliberal, mezzo pós-keynesiano em vigência em tais administrações petistas – e que colaborasse para aprimorá-lo –, a insistência destas em não confrontarem o establishment neoliberal acaba por evidenciar o esvaziamento ideológico da política que tal recusa promove.

Este é, em si, um dos aspectos mais retrógrados e, a médio prazo, potencialmente mais danosos à evolução do debate público no Brasil, pois ao invés de avançar em direção contrária e para além do conteúdo programático neoliberal, os setores ditos progressistas e de centro-esquerda ora no poder preferem mimetizar o conservadorismo, endossá-lo e com ele se confundir, correndo o risco de, ao tornar-se ideologicamente indistinguível aos olhos dos eleitores, abrir caminho para a oposição conservadora.

Retrocesso conservador

Com a privatização, o governo Dilma, além de fortalecer tremendamente a posição da mídia corporativa, fornece subsídios que revalidam a posição a priori falaciosa daqueles que acham que há mínimas diferenças entre os métodos e estratégias tucanos e petistas e que a disputa entre PT e PSDB não passa de uma luta pelo poder, sem um verdadeiro embate de conteúdos programáticos, ideologias e propostas, e dos muitos que consideram que falta à aliança petista coragem e/ou vontade política para assumir uma posição político-ideológica, difundi-la e defendê-la, como forma de promover o avanço da cidadania e das lutas político-sociais.

Reforça e acelera, ainda, a impressão — perceptível desde a votação de Marina Silva no segundo turno presidencial e hoje fácil e amplamente detectável — de que é necessário superar o (para alguns, falso) binarismo “petismo versus peessedebismo” e buscar uma terceira opção que resgate e assuma, de forma clara e como tais, valores da esquerda.

Basta uma mínima dose de realismo político para se aperceber que, na atual configuração político-eleitoral, tais premissas, por não apresentarem a mínima possibilidade de viabilização eleitoral no curto e médio prazo, significam, em última análise, o fortalecimento das forças conservadoras. Pois o retrocesso privatista ora promovido pela “centro-esquerda” no poder agrava e acelera fissuras em seu próprio campo e, às vésperas dos pleitos municipais e em um momento em que ela encontra-se muito fragilizada, dá aval ideológico-programático a demandas históricas da oposição conservadora.

Assim, parece mais do que justificado que muitos – entre os quais este blogueiro – recebam com ceticismo, desalento e temor o retorno à privatização ora levado a cabo pelo governo Dilma.

Um pensador cujas ideias, embora sob intenso bombardeio há um século, a realidade teima, de quando em quando, em revalidar, afirma que o passado só se repete como farsa. Oxalá esteja, uma vez mais, certo. Mas, dado os resultados sociais da privatização no Brasil e no mundo, nos últimos 25 anos, parece lícito questionar a necessidade de tais medidas neste momento e arguir se não estaria o governo Dilma dando um perigoso – e talvez irreversível — passo atrás.

PS do Viomundo: Entregar o Plano Nacional de Banda Larga às teles já apontava claramente qual seria o caminho do governo Dilma.

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Comentários

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baader

como dizia um amigo (hoje acabado pela esquizofrenia): "se é para privatizar, vamos privatizar a rede globo, a andrade gutierrez, as empresas de onibus, etc"

souza santos

Quando o PT se aliou com os ruralistas ( novo codígo desflorestal) já era o início da virada a direita .

    Abolicionista

    Antes disso o PT se aliou ao capital financeiro, quando mudaram o sistema da previdência e "capitalizaram" os fundos. Começou aí.

Emilio Matos

Esse Caleiro é o mesmo que escreveu um artigo "indignado" contra o governo Dilma logo no início. Se fez passar por grande apoiador do governo decepcionado. O artigo era cheio de argumentos falaciosos.

Houve uma indignação grande dos comentaristas à época, porque era visível que o sujeito estava com alguma agenda que não estava sendo explicitada. À época, me lembro de que alguns comentaristas, entre eles o Betinho, a Aline e eu, concluímos que o sujeito era um marineiro disfarçado.

Agora parece bem claro: o cara votou na Marina e acha que ela é a melhor opção. O que incomoda é que esconder intenções, como ele fez no artigo passado, é indicativo certo de que há alguma coisa bem errada com o discurso. Mesmo nesse artigo aí, ele esconde as intenções bem, citando num parágrafo como não fosse o objetivo principal do artigo, que Marina é a melhor opção…

roger

Lula, socorro!!!

Alexandre

Privatização, concessão ou privataria é tudo patifaria!

Maria Helena

Hmm… não sei não…. estou tendendo a ficar com os argumentos que Zé Dirceu alinha em seu blog. Teremos uma PPP onde o governo (Dilma) deixou o pé na porta. Veremos quer tem razão nessa disputa. Enquanto isso temos de aturar os tucanos alardeando que esta concessão é a mesma da privataria, porque a imprensa adora fazer marketing neoliberal, e porque do lado da esquerda progressista ninguém ainda manifestou apoio ao governo.

Douglas O. Tôrres

Diziam do PSDB,Pior Salario do Brasil , Partido So De Ladrão.Agora o PT começa a ganhar força o Partido de Trairas.E a presidente nos forum social,se reuniu com ongs a portas fechadas dizendo que seu governo foi longe demais em criminaliza-las.Tambem foi longe demais em estender a mão a velha mídia assim que tomou posse,em vez de quem lutou para elege-la.Foi longe com sua arrogancia,que alguem a acordou e foi se desculpar com as centrais,é arrogante no seu silencio a blogosfera "suja",a sua base e movimentos sociais.e já está se tornando comum medidas,projetos e ministros confrontarem com estes mesmos movimentos sociais.Não há,e nem se avizinha um canal de comunicação com esta base,ela esta em uma ilha da fantasia do poder,navega na popularidade de conquistas de Lula,que só administra,é um governo inssoso,centrista e que ,até agora não mostrou a que veio,principalmente oriundo da esquerda e sua presidente uma ex torturada,a unica palavra que o define até hoje é decepção.

elton

Não sou a favor das privatizações, pois alimentam um sistema que esta em colapso mundial. E como tambem não tenho pensamento academico apoio as ações que tendem a trazer o convivio entre os que pensam ter o poder (ricos) e os que sequer sabem o poder que tem (pobres). A elite detem o capital, e como não somos barbaros, fazer a alianças é o que nos resta (as alianças tão criticadas pelos idealistas). Ao menos com essas alianças foi possivel ver no Brasil a distribuição de renda. Eu diria que a adaptação esta na essencia do brasileiro, e prender se a ideologias de nada serve, elas somente devem nos inspirar à fazer melhor. SE É MELHOR PARA TODOS É BOM PRA MIM.

    Felipe

    Claro que a adaptação é o nosso forte!
    Primeiro os índios se adaptaram a serem dizimados pelos europeus
    Depois os negros africanos se adaptaram a serem queimados como lenha para atender questões econômicas coloniais
    Ai, Canudos se adaptou a não mais existir no mapa
    Logo em seguida os pobres se adaptaram a morar em morros
    Continuando nossa escalada adaptativa, nos adaptamos a ditadura do Vargas
    E, como se não bastasse para provar que somos adaptáveis nos adaptamos a ditadura militar.
    Enfim, pra mostrar que continuamos a nos adaptar; a mais nova vanguarda de pobres pinheirenses estão se adaptando a não ter mais um teto.

Eduardo Lima

Essa privatização da Dilma era tudo que os tucanos precisavam para abafar a CPI da Privataria. Será que a ida de Dilma à Cuba foi um meio de "disfarçar" a virada direitista do governo? Posso estar enganado, mas que dá para desconfiar, isso dá.

    MARCELO

    Até a Cristina Kirchner está tomando as dores dos GORILAS da Ditadura Militar,e quer as
    Malvinas pra Argentina.Só falta pedir a mão do Videla em casamento.

willforlife

"na essência implicam em uma premissa em comum: a crença na incapacidade do Estado (e, em decorrência, em seus servidores) de realizar, com a excelência e a presteza necessária, as obras demandadas pelo país."

isso é fato.

realmente deixar bilhões de investimentos na mão de políticos seria um risco muito maior do que na mão dos empresários capitalistas e selvagens, porém mais eficientes em realizar obras…imaginem quanto dinheiro não se iria perder nas licitações, no superfaturamento, no recálculo dos gastos…a iniciativa privada tem suas virtudes, devido aos lucros…
só gostaria de saber os nomes, o serasa das empresas, e as questões sociais que estão previstas em contrato…

    Matheus

    Mas os BILHÕES já estão se perdendo no próprio processo de PRIVATARIA PETISTA.

    E "virtudes devido aos lucros" só pode ser piada. Empresas públicas podem buscar lucros pelo incremento da produtividade, e ainda por cima socializar estes lucros, transformando-os em investimentos na educação e na saúde. E o próprio processo de privatização é corrupto: por que o Estado ENTREGARIA empresas e serviços e empréstimos e incentivos fiscais para banqueiros e industriais, se não for em troca de subornos?

    Não há justificativa para privatizar. Mesmo supondo (apenas supondo) um processo totalmente honesto e transparente, há argumentos de princípio contra a privatização de serviços e empresas públicas: danos aos trabalhadores do setor, aumento da desigualdade e do desemprego, remessa de lucros para o exterior, especulação financeira, perde do controle sobre setores estratégicos para a soberania e desenvolvimento nacionais, perda de rendimentos para financiar gastos sociais, etc.

peron

Para aqueles que defendem a privatização dos serviços públicos (concessão) é bom lembrar dos pedágios nas estradas paulistas onde muitas vezes gasta-se mais com as tarifas cobradas do que com o combustivel utilizado no veículo. E pior ainda, esse custo do pedágio é repassado na cadeia de consumo sobrando para o assalariado (que nem usou a estrada) o resgate final da conta. Como sempre.

riorevolta

Nada mais à direita do que ser "esquerda dentro do possível".

Cretiníssimo.

Não existe nada mais desastroso para esse país do que um partido DITO de esquerda e anti-sistêmico fazer as políticas sistêmicas da direita. Maior legitimação da ordem burguesa neoliberal é impossível.

É a política européia dos últimos 20 anos está aí para mostrar o que acontece quando a "esquerda" vira mais direita que a própria.

LIXO.

Felipe

Digite o texto aqui![youtube WxM1EDi8PD4&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=WxM1EDi8PD4&feature=related youtube] Aos reformmistas, defensores da pequena burguesia e militantes crentes

Francisco

Governar e eleger prioridades. Daqui no máximo trinta anos esses aeroportos voltam ao poder público. Não voltará se não formos politicamente ativos (como não estamos sendo com as centrais elétricas e as contas de luz…). 49% das ações são da estatal da área, além do capital privado nativo, o que dá maioria nacional nas decisões.

Quem dera que os neoliberais tucanos tivessem privatizado assim. Faltariam somente dez anos para dar um pé na bunda da Tele Afônica. O Brasil é beeeeeem maior que três aeroportos…

PS – Socialista total, hoje no mundo, só a Coréia do Norte, eu sou socialista, mas eu não quero aquilo nem…

    Matheus

    1) "Apenas 30 anos", e depois vai ser renovada, mediante novos subordnos para quem está no poder.
    2) 49% dá minoria das decisões; os outros 51% ficarão com os beneficiários da privataria.
    3) SIM, os tucanos privatizaram assim também, à partir do 2o. governo de FHC, nos governos estaduais (de Serra, p.ex.). Olhe a política para o petróleo do FHC.
    4) Os tucanos se dizem "socialdemocrataS', os demos se dizem "democratas liberais", os PMDBistas se dizem "democratas centristas", os pseudobistas se dizem "comunistas". Rótulos não têm valor algum, sem ações que provem o que a pessoa realmente é.
    5) A Coréia do Norte é um regime militar com economia planificada, nada há de socialista nisso.

FabioREM

A Concessão ou Privatizaçao dos aeroportos, como quiserem, tem um motivo claro: a Copa do Mundo ali adiante – a necessidade quase urgente de se ter aeroportos adequados para o que vem em 2014.
Mas por que o contrato de 25 anos? Nao poderia ser só de 10 anos, por exemplo?
Concessão, Partilha e Privatização sao diferentes, não me parece ser somente questão semântica. Mas é claro que são primos próximos, pelo menos.
Mas não confundam com Privataria, que essa sim é bem diferente. Seguindo a analogia, esta seria um primo com câncer terminal.

damastor dagobé

uma coisa é certa quanto a privatização de aeroportos: pobres de volta ao busão pq a taxa de embarque será mais cara que a passagem aérea e o pão de queijo na lanchonete deve passar fácil dos 30 reais…cada pãozinho..aqui em BH ja custa 12 – sem privatização.

jaime

Excelente texto e necessário, ante a verificação de que está sendo difícil para muitos que se consideram esquerda, conseguirem perceber que seis é igual a meia dúzia, que concessão é a novilíngua da privatização. Só lamento que enquanto ficamos discutindo o "seis e o meia dúzia" o tempo está passando e não se está fazendo nada por uma via alternativa ao que está aí.
A direita não esconde que deseja privatizar e aniquilar o Estado, se possível. Quanto a isso estamos avisados; já o PT, fingiu e mentiu. Somem: a mídia (Paulo Bernardo), a Comissão da (meia) Verdade (anistia a militares torturadores), o agronegócio nadando de braçada, os movimentos sociais no ostracismo, o PIB levou um Tombini, e agora essa cereja no bolo – os aeroportos que poderiam dar muito dinheiro a um Estado que se diz falido, foram entregues e com eles o presumível lucro. "Tem dias que a noite é f…"

claudio

Tem hora que penso que o brasileiro tá é burro mesmo!
Uma coisa é privatizar um bem público para terceiros administrarem serviços. Que na verdade o que a Dilma fez com os aeroportos, foi terceirizar os serviços, e ainda pegou uma bolada por isto e continua mandando.
Agora o que fez o ilustre FHC ( assim chamado pela elite) , foi entregar produto, Jazidas, Terras brasileiras a grupos exploradores e que só querem lucros incessantes. Não temos como controlar! Só estatizando novamente! Quando acabar bye bye Brasil.
Agora, os aeroportos continuam!!!

Carlos Cruz

O governo Dilma, para mim, é um decepção desde seu começo. A colocação de políticos expulsos do governo anterior por práticas execraveis foi um início ruim. Logo após caem os mesmos, começam a desabar, diante das denuncias de ilicitos (mesmo que morais…). Sua apariçao em programas e jornais da direita golpista foi um outro senão. A satanização de funcionários públicos, com administrações voltadas ao lucro e não ao social, completou a desmistificação. Já foi dificil acreditar, após 8 anos de governo Lula, que ia ser diferente. Agora o copo transbordou. Mas parece (?) que as centrais sindicais acordaram. Já é um alento.

Claudio Machado

Daqui a pouco verei aqui os que irão defender que até o barbeiro, o açougueiro, o jornaleiro, o quitandeiro, o bombeiro, o marceneiro, o dono de bar (Ahhh, esse não, por favor!), terão que ser funcionários públicos.
Sem falar que é forçar muito a barra, quando se tenta, como o autor do texto, misturar as privatizações tucanas (venda de patrimônio a preço de banana) e as concessões promovidas pelos mesmos (muito boas e baratas para os concessionários, mas péssimas para o poder concedente e, principalmente, para o cidadão), com o que o atual governos está fazendo. Gostaram do ágio? E de o governo ter continuado com 49% do negócio? Pois é….. E vou avisando logo que não sou filiado ao PT ou a partido algum.

Penso

O PL 1992 sobre a previdência dos servidores públicos também "não" é privatização…

Na verdade, nós não estamos no Brasil; isto aqui não são letras; vivemos o pós-neoliberalismo; não há supremacia financeira no mundo.

É tudo intriga da oposição seja de "direita" seja de "extrema esquerda" querendo desestabilizar o atual governo atribuindo-lhe a desestatização, por exemplo, com destinação de 45,05% do Orçamento Geral da União de 2011 ao sistema da dívida (R$ 708 bilhões) enquanto que a habitação contentou-se com 0,00% (um passarinho pia: Pinheirinho! Pinheirinho!). http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/a

Fabio_Passos

Confiram análise arrasadora do Paulo Kliass:

Privatização dos aeroportos: vergonha nacional!
Por Paulo Kliass, na Carta Maior http://www.rodrigovianna.com.br/geral/privatizaca

"
O Estado tem recursos para investir
O principal argumento utilizado pelo governo para lançar mão da privatização é a tão propalada falta de verbas para investimento. Porém, a verdade dos fatos desmente essa versão enganosa. Recursos sobram no Orçamento! O problema é a prioridade definida pelas autoridades para sua utilização. Encerradas as contas de 2011, por exemplo, apurou-se que o Estado brasileiro forçou a geração de um superávit primário no valor de R$ 130 bilhões ao longo do ano. Uma loucura! Mais de 3% do PIB destinados exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública. Um número que se revela 30% mais elevado do que o superávit de 2011. E agora basta uma simples comparação. A operação de privatização desses 3 aeroportos vai render R$ 240 milhões por ano aos cofres da União. Ou seja, se houvesse destinado apenas minguados 0,2% do superávit a cada ano para esse importante compromisso, não precisaria transferir a concessão dos aeroportos ao capital privado. Mas a vida é feita de escolhas. E elas revelam a essência de nossas verdadeiras vontades.
"

Esta opção da Dilma pela privataria é desmoralizante.
Voltamos ao desgoverno fhc?

Não avançar é ruim.
Retroceder é inaceitável.

paulo sergio

Maurício Caleiro , que texto brilhante .Parabéns !
Abçs
Paulo Sergio

trombeta

Se servir de consolo, a aquisição da concessão dos 51% do capital da infraero foi feita em boa parte por fundos de pensões de estatais e empresas de capital misto, assim, praticamente, o capital privado continua sendo bem minoritário nos aeroportos.

Era só ver a cara dos paus mandados do PIG, entre eles Joelmir Beting, pra sentir que a "privatização" não agradou a direitada e o "mercado".

Por outro lado, entrou uma bufunfa considerável no caixa do governo, cerca de 24 bi que espero seja bem aplicado e interioze os investimentos em infraestrutura no país.

Maisa

Lá nos cafundó do judas, onde o vento faz curva, aquele cidadão brejoeiro, matuto, simplório, diria, ao ouvir tudo isso, a seguinte frase: óia, moça, u certo é qui só muda os musquito, mas a merda é a mesma(…)
Ninguém é mais mais conservador do que um anarquista!… Vida que segue!

Fabio_Passos

Que governo é esse que elegemos?
bonecos a serviço do capital?

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O_Brasileiro

Quantas ferrovias a iniciativa privada construiu no Brasil com dinheiro próprio?
Quantas estradas a iniciativa privada construiu no Brasil com dinheiro próprio?
Quantas hidrelétricas a iniciativa privada construiu no Brasil com dinheiro próprio?
Quantas linhas de transmissão de energia a iniciativa privada fez no Brasil com dinheiro próprio?
Quantas empresas de telefonia a iniciativa privada montou no Brasil com dinheiro próprio?
Quantos portos a iniciativa privada construiu no Brasil com dinheiro próprio?
Quantos aeroportos a iniciativa privada construiu no Brasil com dinheiro próprio?
A iniciativa privada no Brasil só faz shoppings centers!!!
Toda a INFRA-ESTRUTURA existente no Brasil foi feita por FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, honrados e trabalhadores!
Se a iniciativa privada fosse realmente mais eficiente, o atendimento no Itaú e no Bradesco seria melhor do que no Banco do Brasil, a internet não seria cara e de má qualidade, os telefones celulares funcionariam melhor e não seriam mais caros do que no resto do mundo.
Quem PRIVATIZA tem PREGUIÇA!

    Fabio_Passos

    A privataria tucana foi um fracasso gigantesco. Hoje pagamos preços absurdos por serviços vagabundos.

    E agora vem a privataria petista.
    Chegam ao poder e quebram seus compromissos.
    Já não tenho mais paciência com estes mentirosos que só sabem fazer negociatas sujas.

    Jorge Nunes

    Pelo que li há grande diferenças da concessões de aeroportos e as venda de empresas brasileiras. Nos aeroportos as governo tem direito a veto.

    Nas telefônicas o governo e as agências não regulam nada.

    Flausino Rubiloca

    E a ANAC? Regula ou não regula.
    E tome malabarismo semântico

    carneirouece

    linda colocação!

    Fabio SP

    Veja bem! Nenhuma das atividades acima descrita pode ser de propriedade da iniciativa privada. Todas são concessões governamentais. Antigamente, se não me engano, a iniciativa privada podia construir usinas hidrelétricas, mas acho que hoje em dia não pode mais.

    João Grillo

    QUE PANCADA NA MOLEIRA!!!
    POR QUÊ NÃO SE CALAM?

    almerio

    comentário perfeito….

Felipe

"Brasília – Um dia depois do leilão do governo que transferiu a empresas privadas o controle de três aeroportos, PT e PSDB, que dividem o comando do país há 17 anos e nesse período brigaram em eleições por causa de privatizações, enfrentaram-se no Congresso. Em entrevistas e discursos, os tucanos tentaram carimbar os rivais como incoerentes e privatistas. Ao reagir, os petistas buscaram mostrar que haveria diferença entre leilões dos anos 90 (nocivos) e o de agora (melhor).
Na Câmara, o PSDB convocou entrevista coletiva com o presidente e o líder do partido, deputados Sérgio Guerra (PE) e Bruno Araújo (CE), para, com ironia, parabenizar o adversário por ter, na opinião tucana, se rendido a uma evidência. O Estado brasileiro seria supostamente menos eficiente e não teria recursos para melhorar os aeroportos. ‘O PT, mais do que desculpas ao PSDB, deve desculpas ao país’. Sempre pregou que era um mal e agora se rendeu. ”
http://correiodobrasil.com.br/no-congresso-pt-e-p

AINDA FAZ SENTIDO A DISPUTA MANIQUEISTA ENTRE MILITANTES DE PSDB-PT? POIS É, MEUS CAROS, NOSSOS REPRESENTANTES BEBERAM EM ADAM SMITH, DELFIM NETO, FRIEDRICH HAYEK E OUTROS PALADINOS DO NEOLIBERALISMO; NOTÓRIOS PELA SUA CRUZADA CONTRA O ESTADO. Bom, o PT de Paulo Freire, Florestan, Marilena Chauí num volta mais e o PSDB de Alckmin, Serra e FHC tá mais a direta do que o Arena. Só nos resta tomarmos as rédeas da sociedade numa união trabalhadora libertária e democrática, já imaginou como seria uma greve geral sem os freios da CUT? Consciência, Organização e Coragem são ótimas bandeiras para o povo brasileiro!

    Felipe Superego

    O que me deixa com o pé atrás é que nosso governo neoliberal está apostando num modelo político-econômico em colapso… Será que é tática revolucionária aos avessos?! Jogar o povo brasileiro dentro do caldeirão convulsionado pra ver se a revolução sai mais rápido?! Vai que é né…

josué

Esse silêncio transcedental do governo Dilma ante muitos acontecimentos recentes era de fato revelador. Eis aí o motivo. A assunção do neoliberalismo nu e cru. Já faz tempo que nossos vizinhos progressitas olham o governo Dilma com desconfiança. E tinham razão. Para eles seremos mais uma Colombia que despreza seu povo nativo pobre enquanto incensa os gringos endinheirados.

JoãoP

Parabéns pelo excelente texto. Estou indignado com essa privatização dos aeroportos. Que decepção presidente Dilma!

    Fabio_Passos

    O governo Dilma vai pagar caro por repetir a política neoliberal de fhc.
    Como pode fazer campanha criticando os privatas e depois mergulhar de cabeça no entreguismo?

    <img src=http://2.bp.blogspot.com/-Al-A2Rq2zso/TqS2m9eIo7I/AAAAAAAAAVM/x3nXHhZy9h0/s1600/Dilma%2BPrivatiza%25C3%25A7%25C3%25A3o.gif>

Julio Silveira

Já fui um crente, hoje estou me tornando um cético contumaz.

Pancho Villa

Mais um site da internet que virou SOPA.

btjunkie.org se desliga "voluntariamente".
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5598…

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