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Diário da Resistência


Marcos Coimbra: Ainda bem que a credibilidade da mídia é pequena
Política

Marcos Coimbra: Ainda bem que a credibilidade da mídia é pequena


06/01/2013 - 10h29

O Compromisso da Continuidade

por Marcos Coimbra, em CartaCapital, sugestão de Julio Cesar Macedo Amorim

Foi-se metade do governo Dilma. Restam-lhe, portanto, dois anos. Diz-se que, para os governantes, os primeiros dois passam devagar e que eles se sentem como se tivessem a eternidade pela frente. E que os segundos voam, pois o fim do mandato se torna um dado cada vez mais palpável e mais presente no dia a dia. Esse não é apenas um sentimento.

Desde antes do fim do terceiro ano, a sucessão torna-se assunto principal. Cessam as inovações e as experiências. A pauta do governo fica limitada e a cobrança de resultados intensifica-se. É preciso ter coisas, de preferência “concretas”, para pôr na mesa. Tudo começa a girar em torno de um objetivo central: reeleger-se ou escolher quem possa vencer a eleição que vem a seguir.

A segunda metade dos governos costuma ter, portanto, dois tempos distintos: um terceiro ano predominantemente administrativo, mas já político, e uma “reta final”, marcadamente política. Se Dilma estivesse mal, se a população se sentisse insatisfeita com ela, os dois anos que tem pela frente seriam suficientes para que revisse rumos e encontrasse meios de consertar problemas.

Já vimos isso acontecer com governadores e prefeitos. São muitos os casos dos que conseguiram recuperar a imagem depois de atravessar dificuldades no comeco. Mas Dilma está bem. Na verdade, muito bem. Segundo dados das pesquisas CNI-Ibope, ela saiu da eleição de 2010 com a imagem de que faria uma administração “ótima” ou “boa”. Em dezembro daquele ano, era assim que pensavam quase dois terços (62%) dos entrevistados pelo instituto.

Depois de ter alcançado, em março de 2011, a marca de 68% de avaliações positivas, Dilma foi a 55% em julho (sempre de acordo com o Ibope). De lá pra cá, cresceu sistematicamente. A cada pesquisa, foi batendo os recordes de seus antecessores em igual momento. Nenhum presidente da República foi mais bem avaliado que ela. Nem Lula.

Nas mais recentes, seus números igualam ou ultrapassam as expectativas da população antes que começasse a governar. Em outras palavras: a maioria imaginava que seria uma presidenta “ótima”ou “boa” e acha que é isso que ela está sendo.

Para o eleitorado, quando disputou e venceu a eleição de 2010, Dilma fez uma promessa fundamental: faria um governo de continuidade. Era o que as pessoas queriam. Apesar das dificuldades, elas entendem que Dilma cumpriu seu compromisso nos primeiros 24 meses do mandato.

Ela manteve as políticas mais claramente identificadas com Lula, como o Bolsa Família, o ProUni, o Minha Casa Minha Vida. Não houve mudança na retórica ou em sua implementação. Foram ampliadas e aperfeiçoadas. Prosseguindo a principal opção da política econômica que herdou, renovou a aposta no mercado interno e continuou a procurar a expansão do emprego, da renda e do consumo.

As pesquisas mostram que insistir nas políticas do governo Lula nunca foi demérito para ela. A vasta maioria da população não desejava que fossem alteradas ou esperava que quem havia sido parte importante do governo anterior as mudasse. Com o agravamento da crise na economia internacional. Essa continuidade mostrou-se mais significativa. Em vez de retroceder e voltar à prática conhecida de “apertar os cintos”, diminuindo gastos públicos e controlando a moeda, o governo manteve suas escolhas. E as aprofundou.

No segundo semestre de 2012, o governo mudou o discurso e passou a agir para corrigir velhas distorções no funcionamento da economia, algumas particularmente prejudiciais ao cidadão comum. Juros estratosféricos, impostos exorbitantes, preços abusivos da energia elétrica, incompetência e falta de transparência das prestadoras de serviços públicos básicos, coisas que as pessoas consideravam males eternos e sem remédio, começaram a mudar.

Em razão disso, cresceu a aprovação das ações do governo em relação, por exemplo, à inflação (entre junho e 2011 e setembro de 2012, a desaprovação caiu de 56% para 45%) e à taxa de juros (a aprovação subiu de 29% para 49%, no mesmo período). Alguns dos poucos temas de política econômica em que a insatisfação predominava diminuíram de gravidade.

Terminamos o ano com o aumento das preocupações relativas à crise, mas com a maioria da população acreditando que o Brasil está mais preparado que o resto do mundo para superá-la. Ainda bem que é pequena a credibilidade do noticiário econômico produzido pela imprensa oposicionista, que nos diz que vivemos à beira do abismo.

As pessoas acreditam que o País e o governo vão bem, seja porque a economia está corretamente administrada, seja porque a opção social que caracteriza as administrações petistas foi mantida. Mas também porque a presidenta está sendo, desde o início, uma boa surpresa. Sua “maneira de governar” é aprovada por 77% e reprovada por 18%. Confiam nela os mesmos 77% e há 22% que dizem que não. Nas duas dimensões, as respostas positivas vêm aumentando desde 2011.

É a primeira vez que temos no Planalto alguém como ela. Que não chega lá para fazer “grandes mudanças”, mas para continuar. Que não exibe uma biografia de “coisas notáveis”, mas um perfil de administradora e gerente. Que não tem passado na política e revela pequena paciência com seus hábitos e personagens.

Com tantas particularidades, ela tinha um enorme desafio quando tomou posse: governar o País sem deixar que a população sentisse saudade de Lula. Não era fácil suceder “o melhor presidente que o Brasil já teve”, de acordo com a opinião majoritária. Mesmo para políticos experientes seria difícil. Imagine-se para quem estava em começo de carreira.

Ao longo do primeiro ano, enfrentou e resistiu ao desgaste de uma série de problemas nos ministérios. Diversos ministros acabaram substituídos, quese todos por suspeita de irregularidades, algumas graves, outras menores. Em nenhum episódio foi vista como conivente ou tolerante. Atravessou-os como a maior interessada no seu esclarecimento, como quem queria aproveitá-los para fazer uma “faxina” na administração federal.

No exterior, sempre foi considerada uma importante liderança, que assumiu, com naturalidade, o papel de porta-voz de um Brasil com mais protagonismo.

O segundo semestre de 2012 tinha todos os ingredientes para ser um inferno astral para Dilma. Na economia, estabeleceu-se uma conjugação perversa de problemas complicados: crise na economia internacional, aumento das pressões inflacionárias internas, uma sensível retração na indústria.

Na política, o jogo pesado da oposição extrapartidária, procurando transformar o julgamento do “mensalão” em um tribunal de condenações ao PT e suas lideranças. A mídia conservadora, o empresariado que a sustenta e os setores da sociedade inconformados com a longa duração da hegemonia petista apostavam que enfraqueceriam o partido. Com isso, que fragilizariam o governo, seja o desgastando diretamente, seja por meio do aumento do custo público de manter o bloco situacionista em condições operacionais no Congresso. Embora ainda vá correr muita água sob a ponte nesse front, o saldo da atual etapa da guerra do “mensalão” foi negativo para as oposições. O efeito eleitoral imediato que buscavam, ao interferir na eleição municipal, foi pequeno. O julgamento não teve consequências relevantes na escolha dos prefeitos.

Pelo que revelaram as pesquisas, especialmente qualitativas, realizadas durante a eleição, nem Dilma nem o governo estiveram em discussão, sequer entre as parcelas do eleitorado sensibilizadas pelas críticas ao PT. O que reprovavam no partido e no comportamento das lideranças condenadas nunca foi estendido à presidenta. Com isso, assim como enfrentou a piora do cenário econômico dando resposta positivas, ela atravessou o julgamento com a naturalidade de quem não tem contas a prestar pelo que aconteceu em 2005.

A eleição de outubro foi uma espécie de batismo para Dilma. Pela primeira vez, subiu ao palanque para pedir votos para outras pessoas. Nos diversos balanços de resultados publicados pela mídia conservadora, prevaleceu a noção de que ela fora malsucedida no novo papel. Que seus candidatos não emplacaram.

É uma avaliação incorreta. Nunca é decisiva a influência do apoio presidencial na escolha dos prefeitos. Como mostra nossa história recente, presidentes mal avaliados não enterram seus candidatos e mesmo os mais populares não fazem milagres. De positivo, a principal contribuição que podem dar é servir de argumento para correligionários e aliados, permitindo que usem com proveito seu nome e realizações.

Isso Dilma ofereceu a candidatos do Brasil inteiro, o que a torna corresponsável pelos bons resultados de seu partido. O saldo de sua entrada direta na eleição em determinadas cidades não deve ser medido pelo número de prefeitos eleitos – mesmo que tenha desempenhado papel nada irrelevante na vitória de Fernando Haddad, a mais importante. Ao subir ao palanque, ela mostrou-se mais do que uma administradora competente ou uma “gerente”. Assumindo papel eleitoral, Dilma sinalizou para o sistema político que faz parte dele, à sua maneira, mas de forma plena. O que ela não podia era se recusar a essa identificação.

Em termos dos indicadores da popularidade, aconteceu na eleição municipal de 2012 o que ocorrera nas anteriores: uma alta da aprovação. Se todos os antecessores se beneficiaram, não havia razão para imaginar que não se repetiria com Dilma.

Ao olhar as pesquisas disponíveis, o que se vê é que o PT está indo para a próxima eleição presidencial com nítido favoritismo. Nas que estão sendo feitas atualmente, seus dois possíveis candidatos lideram com folga. Seja Lula, seja Dilma, têm, sozinhos, mais de quatro vezes a soma dos adversários.

Quando um partido tem um nome com 60% e outro com 70% das intenções de voto, a decisão a respeito de qual deve concorrer deixa de ser eleitoral e passa a ser exclusivamente política. Quando, juntos, têm 80% dos votos espontâneos, a questão se torna estratégica e não instrumental.

Muita coisa pode acontecer até o fim de 2013 e o início de 2014, quando a escolha tiver de ser feita. A guerra do “mensalão” não terminou e novas batalhas vão acontecer no futuro próximo, agora que os antilulopetistas se descobriram tão amigos de alguns integrantes do Judiciário.

Nada sugere que a imagem do governo venha a atravessar perturbações significativas em 2013, a ponto de impactar na eleição. Salvo uma hecatombe altamente improvável, o mais certo é que Dilma e o governo mantenham níveis de aprovação semelhantes aos de agora.

Devemos a Fernando Henrique Cardoso uma curiosidade de nosso sistema político: em um país que cultua o futebol, todo ano de eleição presidencial tem Copa do Mundo (se ele não tivesse reduzido para 4 anos o mendato em troca da reeleição, as duas só coincidiriam a cada 20 anos). Temos suficiente experiência para saber que as duas coisas não são relacionadas. Ganhar ou perder nos gramados foi irrelevante nas eleições de 1994 para cá. Em 2014, o caso é outro. Não que a eleição dependerá do futebol. O relevante é a outra Copa que, simbolicamente, estaremos disputando. Um campeonato para mostrar ao mundo e a nós mesmos que somos capazes de organizar com competência o evento. Onde os adversários serão nossos problemas crônicos – nos transportes, nas comunicações, na saúde, na segurança pública, na mobilidade urbana, nos aeroportos e rodovias.

Essa Copa é mais importante para as pessoas do que o resultado esportivo. Elas lamentarão muito mais se ocorrerem falhas na organização do que se a Seleção for goleada. Se houver problemas, a responsabilidade será do governo federal e da presidenta. Tudo o que acontecer de ruim cairá em seu colo. E podemos apostar a quem nossa “grande imprensa” atribuirá a culpa.

A final da Copa do Mundo vai acontecer em 13 de julho de 2014. Dali a dois meses e meio, teremos a eleição. Tudo o que conhecemos hoje sobre a opinião pública brasileira aponta para o favoritismo do governo. O que ele não pode é ignorar que será julgado na véspera pelo que ocorrer na Copa do Mundo.

Se existe uma prioridade para Dilma nos próximos dois anos, é organizar uma Copa do Mundo sem problemas. Ao menos, sem os problemas evitáveis.

Leia também:

Carta Maior: Governo precisa dar à crise o seu nome

Paulo Kliass: Kátia Abreu, mais uma “companheira” no Ministério Dilma?

Flávio Aguiar: A direita brasileira e o sadomasoquismo

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Marcelo Justo: Usinas midiáticas do setor financeiro contra Dilma

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29 comentários

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O dedo tucano na Operação Porto Seguro « Viomundo – O que você não vê na mídia

13 de janeiro de 2013 às 10h15

[…] Marcos Coimbra: Ainda bem que a credibilidade da mídia é pequena […]

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Gonzaga Belluzzo e Gomes de Almeida: Muito barulho por nada « Viomundo – O que você não vê na mídia

13 de janeiro de 2013 às 08h37

[…] Marcos Coimbra: Ainda bem que a credibilidade da mídia é pequena […]

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sandro

07 de janeiro de 2013 às 15h41

Dilma esta bem, muito bem e vai melhorar até o fim do mandato,
surpreendeu a muitos positivamente, inclusive inimigos
clássicos do PT, porem vem desagradando supostos amigos que andam
em campanha aberta contra a mesma, na blogsfera “progressista”.

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anac

07 de janeiro de 2013 às 13h27

“O discurso do neoliberalismo é a redução do Estado ao mínimo. Os neoliberais argumentam que o Estado cresceu demais, gasta demais e é, por isso mesmo, insustentável. Por isso, é preciso reduzir os gastos públicos, o funcionalismo público, seus salários, privatizar as empresas estatais.

Com isso, se tornaria o Estado mais leve, mais ágil. No entanto, o que ocorre de fato quando as políticas neoliberais são implementadas? O Estado diminui? Absolutamente. Em todos os países onde o neoliberalismo foi implementado, a arrecadação tributária, ao invés de diminuir, aumentou.

Veja o caso do Brasil: quando Fernando Henrique Cardoso chegou ao poder, nossa carga tributária correspondia a 29% do PIB. Ao sair, oito anos depois, ela tinha subido para 35,5% do PIB. E, com Lula, continuou subindo, chegando hoje a 37% do PIB.

Aí é que está a questão: o Estado extrai mais impostos dos cidadãos, mas não para melhorar os serviços públicos, mas sim para pagar a dívida e seus juros. O Estado é reduzido ao mínimo para o social – saúde, educação, habitação, transporte, trabalho etc. -, mas é aumentado para o capital financeiro.

Vamos tomar o caso das privatizações. Um dos dois principais motivos alegados para a privatização das empresas estatais era o pagamento da dívida pública: com os recursos oriundos da venda destas empresas, reduziríamos a dívida. O que ocorreu de fato?

As empresas foram vendidas, mas a dívida, tanto a externa quanto a interna, aumentou exponencialmente. A dívida externa passou de US$ 148 bilhões para US$ 248 bilhões, entre 1995 e 2002, e a dívida interna decuplicou, passando de R$ 62 bilhões para R$ 662 bilhões, no mesmo período.”

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anac

07 de janeiro de 2013 às 13h16

É simples: votar no PSDB significa o retorno triufante do FMI ao Brasil.
O PSDB na gestão Fernando Henrique quebrou o país por tres vezes, sem que na epoca tivesse ocorrido qualquer crise na dimensão da que houve em 2008. Diante das reclamações de FHC, Bill Clinton em seminario na Italia pois os pontos nos is: o Brasil estava mal por incompetencia do governo FHC, que suplicou a Clinton o emprestimo de 40 bi para pagar o serviço da divida, uma vez que o Brasil tinha de reserva apenas 17 bi. Isso depois de vender estatais e arrecadar 100 bi que sumiram.

Em 1994, FHC recebe de Itamar Franco um país com U$ 40 bilhões de reservas econômicas e uma dívida externa de aproximados U$ 145 bilhões. Em 2002, FHC repassa para Lula esse mesmo país com U$ 16,3 bilhões em reservas econômicas e uma dívida de U$ 240 bilhões.

Em 4 anos Lula paga a dívida externa triplicada ao longo de 8 e, hoje, o Brasil acumula reservas que beiram aos U$ 360 bilhões de dólares, aproximadamente 20 vezes mais daquela que se reduziu há quase ¾ do valor inicial. Absoluto mistério como o governo Lula consegue permitir gastos estratosféricos no cartão corporativo, a CORRUPÇÃO e ao mesmo tempo pagar uma divida externa que o mundo inteiro concluía definitivamente impagável.E ainda possui 300 BILHÕES de saldo em reservas.

São fatos e contra fatos não há argumentos. Basta de humilhações. Um pais com o potencial de riqueza do Brasil não pode continuar sendo sabotado por essa elite pevertida verdadeiros traidores da patria.

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    Mário SF Alves

    08 de janeiro de 2013 às 22h38

    Meus respeitos, AnaC.

spin

07 de janeiro de 2013 às 08h03

O Nassif havia adiantado que a tática do pig-psdb-mpf-stf agora é detonar Dilma a partir de ataques à Petrobrás, PAC…Nâo deu outra: Neste domingo, ao dirigir-me até a praça para comer um sanduiche, me deparo com o Fantástico detonando a Petrobrás. Lá na praça vi também que o lobo tá bem equipado: A TV que transmitia o Fantástico usava a tecnologia digital que, como se sabe, com o seu advento deste recurso não mudou nada o monopólio, pelo contrário, piorou quando imaginei que viesse a diversidade, que tivéssemos mais opções quando dentro de um ônibus ou táxis, o que não ocorreu. Fiquei só observando as várias famílias olhando a reportagem da Grobo sem o menor senso crítico, sem se antenar, sem se tocarem, sem desconfiômetro mesmo, assim como se fossem, e eram, bovinos sendo levados para o matadouro. Alguém sabe me informar pq o advento do mundo digital não mudou em nada esse monopólio tosco da comunicação? Os táxis usam GPS que captam os canais de TV digitais, com um detalhe: Só pega a Globo e mais os canais de duas ou 3 familias que ficaram com uma beirada do setor. Acabei de comprar uma TV LED que pega digital mas achei de uma porcaria sem tamanho pq é tudo muito restrito: Só pega a Grobo, o TV do Bispo, SBT e Bandeirantes, ah e a TV de Bento 16, a Rede Vida, enfim, pelo conteúdo, eu deveria ter ficado com meu antigo caixotão e ter jogado a LED no lixo, prá que mesmo essa novidade se não me acrescentou nada, a não ser uma imagem mais definida prá ver o pig, nem a TV Brasil pega. Prá que serve essa tecnologia digital? Lembro-me que a Globo conseguiu impor sua vontade quando do advento da tecnologia digital no país, mas não sei exatamente o que ocorreu para que chegássemos a isso, só sei que é uma lástima esse monopólio da comunicação, a única diferença com o México é que lá o Carlos Slim coneguiu abocanhar tudo, se tornando o homem mais rico do mundo, por aqui há um quartel, digo cartel, o bolo foi dividido entre quatro famílias mas, como funcionam em pool[com a Globo se apropriando de 70% desse mercado], não difere do império de Carlos Slim.

P.S- Agora é torcer prá ver se muda alguma coisa com a entrada das teles na produção de conteúdo para nossos celulares, esta é a última esperança, se a Globo não brecar e, prá isso não titubeará e poderá até derrubar Dilma pela causa claro, mesmo se sabendo que o pig, por conta da Privataria, ficou com pedaços das teles. Esse artigo é de 2006, alguém tem alguma novidade sobre o assunto?

17/05/2006, por Fernando Paiva

Operadoras de telefonia celular e empresas de radiodifusão parecem ter hasteado a bandeira branca na discussão sobre a adoção da TV digital móvel no Brasil. Depois de muita polêmica no passado a respeito do modelo de negócios a ser empregado, os dois setores parecem concordar em se utilizar um modelo híbrido, que comporte a oferta de conteúdo gratuito e também conteúdo pago.

Essa foi uma das conclusões do debate “Os modelos de negócio da TV digital móvel” realizado durante o 5º Tela Viva Móvel, na semana passada em São Paulo. Em palestra que precedeu o debate, o diretor de assuntos regulatórios da Claro, Marcelo Pereira, deu o sinal de que as teles não serão inflexíveis quanto ao modelo de negócios da TV móvel: “Não somos contra a TV digital móvel gratuita”, afirmou. Depois, ao longo do debate, tanto ele quanto a gerente de serviços de valor agregado da Oi, Fiamma Zarife, afirmaram que entendem que um modelo híbrido é viável.

A expectativa é de que o conteúdo gratuito seja dirigido ao consumo de massa, enquanto o conteúdo pago, on demand, seja direcionado ao público de classes sociais mais altas. Roberto Franco, diretor de tecnologia do SBT e presidente da SET (Sociedade de Engenharia de Televião), concorda com a posição.

Outro ponto de convergência na opinião dos dois setores é de que o melhor canal de retorno para a interatividade com a TV será a rede das operadoras móveis. “O radiodifusor não precisa ser dono do canal de retorno. Existem redes mais capacitadas e capilarizadas para isso”, disse Franco, referindo-se às operadoras celulares. E acrescentou mais um ponto em que as emissoras precisarão da ajuda das teles: “Os radiodifusores não têm a expertise para fazer billing, atendimento ao cliente etc”.

Outro ponto em que os dois setores precisarão dar as mãos para lançar a TV digital móvel é a construção da rede. Pereira, da Claro, entende que não faz sentido investir em uma rede 100% nova. O executivo defende que haja um compartilhamento da atual infra-estrutura de celulares, aproveitando seus sites. Nesse ponto, contudo, Roberto Franco lembra que a rede de transmissão das emissoras de TV será a mesma dos sinais para TV fixa, e que a complementariedade virá no retorno.

O preço do terminal móvel capaz de receber sinal de TV é considerado atualmente o ponto mais crítico para o lançamento e popularização desse serviço no País. Hoje, fala-se em terminais a preços de aproximadamente US$ 1 mil. O diretor de assuntos regulatórios da Claro acredita que dentro de dois anos ainda não haverá escala suficiente para uma oferta desses aparelhos a preços acessíveis para a maioria da população.

No bloco “Os modelos de negócio da TV digital móvel” do 5º Tela Viva Móvel, Pereira deixou claro que não tem nada contra a oferta de conteúdo gratuito para a TV móvel. Porém, lembrou que o modelo japonês de TV digital (ISDB-T), que viabiliza essa oferta gratuita, pode dificultar a produção em larga escala. “No Japão não há GSM. Hoje, não há um celular que seja GSM e, ao mesmo tempo, ISDB-T”, comentou.

Morris Arditti, diretor de desenvolvimento de negócios da Gradiente, pondera que o grande desafio (e oportunidade) do Brasil será desenvolver aparelhos híbridos GSM/ISDB-T. “Isso ainda não existe e podemos ser os primeiros a desenvolver a tecnologia”. Já o diretor de tecnologia do SBT, Roberto Franco, lembrou que os celulares não serão os únicos receptores de TV móvel. “Vários tipos de dispositivos conviverão juntos: laptops, celulares, PDAs, receptores portáteis”, previu o executivo.

Arditti é um dos mais otimistas. Ele acredita que, no futuro, a TV móvel será quase tão indispensável quanto o celular é hoje. Por conta disso, conforme ganha escala a produção desses aparelhos, Arditti prevê que não será essencial que as operadoras banquem subsídios para a popularização dos terminais.

Modelo de produção
Qual será o modelo de produção de conteúdo para a TV digital móvel? Essa foi outra das questões debatidas. Enquanto uns apostam na produção prévia do conteúdo, outros acreditam que os produtores (tanto os independentes quanto as próprias emissoras) só começarão a investir em conteúdo quando a distribuição do mesmo estiver garantida.

“Não vejo desenvolvimento de produtos novos aqui. Há poucas alternativas para a incubação de conteúdo no Brasil, e esse modelo terá de ser revisto para que se pense em TV digital móvel”, diz Adalberto Vianna, consultor de empresas de telecomunicações e ex-executivo da Globo, da Americel e do SBT, após lembrar a experiência com a TV por assinatura, que teve seu início exatamente no sentido inverso, o de produzir primeiro e encontrar canais para a distribuição depois.

Por um lado, a produção de conteúdo demanda tempo e investimento, e as produtoras e empresas de radiodifusão podem não estar dispostas a assumir o risco de produzir e não ter canais para a distribuição dos produtos. “As operadoras não vão investir na viabilização enquanto não houver garantia de conteúdo. Por outro lado, os produtores não vão gastar cerca de seis meses desenvolvendo o projeto de um programa sem garantias de que terão os meios para distribui-lo”, afirma Franco, do SBT.

Ele afirma que, além da necessidade de meios para a distribuição, também é necessária uma auto-regulação do mercado, na qual operadoras e radiodifusoras encontrem o seu papel na TV digital móvel. “Os participantes dessa cadeia precisam ter garantias de que quando esse mercado nascer e se desenvolver, todos eles terão acesso a ele de forma isonômica”.

A definição do padrão de TV digital vai permitir que os radiodifusores ofereçam serviços móveis a inúmeros dispositivos, com ou sem serviços interativos. “A previsão é que os celulares representem apenas 50% desses aparelhos”, afirma Franco, que não vê antagonismo entre as redes das operadoras e radiodifusores, mas um trabalho conjunto. “Hoje a legislação já permite a retransmissão de TV aberta em dispositivos móveis, o que a rede digital vai viabilizar assim que o padrão for definido”.

SBT, TVA e Universidade Mackenzie testam, há um ano, a transmissão de TV aberta para dispositivos móveis com o padrão japonês ISDB, com bons resultados, segundo Franco. “O sistema usa apenas um retransmissor para cobrir toda a cidade com a necessidade de poucos repetidores, o que torna o custo da tecnologia mais acessível”, diz o executivo. “Hoje o telespectador médio gasta em torno de 4 horas por dia vendo TV. A partir de um dispositivo móvel é possível maximizar esse tempo, já que uma pessoa pode gastar até 3 horas em deslocamentos pela cidade”, diz Franco.

Resta saber quem vai bancar o custo do terminal, já que o telespectador que usa transporte público não vai querer pagar em torno de R$ 1 mil por um terminal que pode receber vídeo. “A discussão sobre os custos do terminal (mais simples ou integrado com celular) e qual público vai ser o alvo da nova tecnologia (classes A e B ou C e D) ainda está na ordem do dia”, completa.

Coréia
Um dos exemplos citados é o da KTF, segunda maior operadora de telecomunicações da Coréia, com 12,5 milhões de assinantes, que experimenta a convivência entre dois modelos de TV móvel: a terrestre e por satélite. A primeira, uma iniciativa do governo e radiodifusores, oferece conteúdo da TV aberta e é gratuita; a segunda, operada pelas teles móveis, tem a melhor cobertura e oferece conteúdos pagos, mas debate-se com a dificuldade de retransmitir conteúdo da TV aberta, que tem a maior demanda dos consumidores.

O DMB-S (por satélite) foi o primeiro a ser lançado, impulsionado pelo setor privado e pelas operadoras móveis que enfrentavam o problema de desenvolvimento lento desse mercado. “Os serviços móveis chegaram a 80% de penetração, por isso as operadoras tiveram que buscar fontes extras de receita”, disse Young Sin An, diretor de desenvolvimento e estratégias da KTF, presente ao 5o. Tela Viva Móvel.

O outro modelo, o DMB-T (terrestre), começou pouco depois, a partir de uma iniciativa do governo para o estabelecimento de padrões do serviço móvel e para desenvolver esse mercado com mais rapidez. O resultado, por ser um serviço gratuito, foi a adesão de 600 mil assinantes, enquanto o DMB-S, mais antigo, mas pago, parou nos 540 mil assinantes.

A TV móvel por satélite usa a freqüência de 2,5GHz, enquanto o terrestre as faixas abertas de UHF, com velocidades maiores. Em janeiro de 2005, a Coréia resolveu seus problemas regulatórios com a nova tecnologia, licenciando 39 canais, sendo 12 de vídeo, 26 de áudio e 1 canal de dados. Em 2004, o Ministério das Comunicações já havia promulgado novas leis limitando os territórios dos radiodifusores e das operadoras nesse novo mercado, diz Sin An.

Na Coréia, o DMB-S custa US$ 30 para instalação mais uma taxa mensal, enquanto o DMB-T é gratuito mas vive o paradoxo de arrecadar pouco em publicidade: US$ 100 mil mensais que não cobrem as necessidades do serviço. “A meta, para que o serviço pague os investimentos na rede para ter cobertura, seriam US$ 50 milhões por ano”, diz Sin An.

No DMB-S, as teles recebem 25% de participação dos provedores de serviços, mais a receita complementar dos canais de dados e serviços interativos. A cobertura entre os dois sistemas também é bastante diferente: o DMB-T opera apenas na região metropolitana de Seul e deve estender-se até o final do ano para outras cidades. Já o DMB-S cobre todo o país.

A previsão da KTF é contar com 8 milhões de assinantes de TV móvel até 2010, com conteúdos diferenciados e fazendo uso de novas tecnologias de redes para transmissão de vídeo, como MediaFLO e DVB-H, prevê Sin An. Por conviver com dois serviços, existe uma disputa acirrada por assinantes e por conteúdo. As teles, segundo ele, não conseguem ter acesso às transmissões de TV aberta, regulada pelos radiodifusores, limitando o oferecimento de conteúdo. Um obstáculo adicional é a limitação na oferta de aparelhos. “A Samsung desenvolveu um handset dual mode (para DMB-S e DMB-T) que foi recusado pelas operadoras por medo de perderem assinantes”, completa o executivo da KTF. Empresas de telecomunicações e radiodifusores também travaram uma disputa no que diz respeito à distribuição dos sinais das redes abertas. “As pessoas querem ver o mesmo sinal da TV convencional, mas as emissoras não cedem seus sinais para o sistema pago”, diz o executivo da KTF.

(c) Tela Viva News

http://revistahometheater.uol.com.br/site/tec_artigos_02.php?id_lista_txt=2162

Responder

Almir

07 de janeiro de 2013 às 01h11

Não vou trocar o certo pelo duvidoso.

Responder

Almir

07 de janeiro de 2013 às 01h10

“pensar diferente”? E vocês pensam? O que eu ouço de você é mera repetição do que diz a redebobo. Meros papagaios da redebobo e nada mais. E ainda acham que pensam.

Responder

Messias Franca de Macedo

06 de janeiro de 2013 às 23h16

“ ‘O BRAZIL’ MUDADO POR UM MENINO POBRE!” OU, MAIS UM PRECEDENTE PARA A *BAHIA DOS ABSURDOS! ENTENDA
[Carlinhos] Cachoeira em lua de mel

Beneficiado por habeas corpus após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o recém-casado Carlos Cachoeira (esq.) reapareceu no sábado (5), em uma pousada em Península de Maraú (BA), com a mulher, Andressa Mendonça (**centro)

EDITORIA ***PODER
CACHOEIRA – perdão, ato falho -, FONTE: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/12637-cachoeira-em-lua-de-mel
06/01/2013

*Parodiando o ex-governador da Bahia, Octávio Mangabeira: “Pense num absurdo! Na Bahia tem precedente!”
Otávio Mangabeira, nascido Octavio Mangabeira (Salvador, 27 de agosto de 1886 — Rio de Janeiro, 29 de novembro de 1960) foi um engenheiro, professor e político brasileiro. Foi governador da Bahia e membro da Academia Brasileira de Letras.
(…)
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ot%C3%A1vio_Mangabeira

**centro da foto “na cadeia paradisíaca!”
***Pasme, [Editoria] Poder(!)

NOTA FÚNEBRE: o conluio ****“supremoTF”/PIGolpista/terrorista/antinacionalista é pior do que uma vergonha nacional: é a “suprema esculhambação”, “a suprema tragédia” da República de ‘Nois’ Bananas! VA-GA-BUN-DA-GEM! VAGABUNDAGEM!…
****“ supremoTF”: aspas monstruosas e letras submicroscópicas!
Viva o ‘Brazil’!
RESCALDO: o menino pobre – e retirante nordestino – que começou, verdadeiramente, a mudar o BRASIL responde pelo nome de Luiz Inácio Lula da Silva!… Joaquim é piada de *****português! Piada pronta do momento PIGolpista!…
*****Perdão aos portugueses!…

República Desta [energúmena e beócia eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, terrorista, histriônica, alienada, aloprada, MENTEcapta, impunemente terrorista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’! (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente e catedrático pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Adilson

06 de janeiro de 2013 às 20h24

Olha pessoal aquir na Bahia e de pessoas que vieram passar as ferias de São Paulo a imagen de Lula ficou sim arranhada com o “mensalão”, temos que urgente promover o mensalão tucano para contrapor.

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    RicardãoCarioca

    07 de janeiro de 2013 às 11h04

    Oh, meu Deus! E agora? Com a imagem de Lula arranhada, grandes nomes do PSDB como Aécio Neves e José Serra podem agora sonhar com a vitória da corrida presidencial…

    kkkkk! Relaxa!

Eduardo Raio X

06 de janeiro de 2013 às 20h18

A presidenta Dilma precisa fazer o mais importante, abrir sempre o palácio do Planalto para todos os seguimentos da sociedade civil comunidades, minorias, mulheres, servidores públicos, índios, religiosos, estudantes
classe operária de todos os seguimentos, pessoal da industria, comercio, serviços, sindicatos, pessoal do campo, jornalistas(epa que não seja os do PIG), todos os blogueiros “sujos” etc etc etc! Ouvir a todos sem distinção, presidenta aproxime de nós seu povo que elegeu a senhora e confiou o nosso destino e da nação em suas mãos. A senhora tem boas intenções, porém, quem esta do seu lado não quer ou deseja a sua aproximação junto de nós o povo brasileiro, busque coragem, força e energia para vencer a essa turma sem escrúpulos, moral, ética e civilidade. Para tudo der certo comece a cobrar pesado de quem recebeu sua confiança e quem não tem mais nada acrescentar ou nunca disse para que veio como é o caso do ministro das comunicações e da justiça mostre o do olho da rua Já!

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Jotace

06 de janeiro de 2013 às 17h27

Parabéns, Marcos Coimbra! Artista desenvolto da impostura como tu és, sabes de fato ‘levar o incenso da hipocrisia ao turíbulo da bajulação’…Que se fiem nas tais pesquisas os dois candidatos de que tu falas! Jotace

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Isidoro Guedes

06 de janeiro de 2013 às 16h27

Embora a credibilidade da velha mídia, felizmente, tenha caído muito (e continua caindo) ultimamente, é bom não subestimarmos essa mídia reacionária e sua capacidade para inocular golpismos na veia da sociedade. Não temos ainda um sistema educacional eficiente o suficiente para reduzir substancialmente o analfabetismo funcional que lamentavelmente ainda graça nas novas gerações. Por conta disso a capacidade crítica dessa e de algumas futuras gerações ainda será muito afetada por manipulações midiáticas, que não são facilmente perceptíveis a olho nu. Exceto para os que já sofisticaram o seu grau de criticidade.

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    Luís

    06 de janeiro de 2013 às 19h32

    Bom saber que eu não sou o único a se deixar levar por esse oba-oba.

    A credibilidade pode ser pequena, mas o poder de influência e persuasão ainda é enorme.

genital lacerda

06 de janeiro de 2013 às 14h55

Lev Davidovitch Bronstein que passou à historia com o codinome de Trotsky, sobre o analfabetismo na Russia czarista…’para ler o que essa imprensa publica muito melhor mesmo que o povo seja iletrado”..bingo

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souza

06 de janeiro de 2013 às 14h44

parabéns pelas palavras sr. coimbra.
na realidade é preciso afastar o amigo da onça.
este que dá o suporte a esta mídia perversa.

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HERANÇA MALDITA « FATOS & FOTOS

06 de janeiro de 2013 às 13h23

[…] Marcos Coimbra: Ainda bem que a credibilidade da mídia é pequena   do VIOMONDO de Conceição Lemes     […]

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João Alexandre

06 de janeiro de 2013 às 12h02

“o melhor presidente que o Brasil já teve”, de acordo com a opinião majoritária.

Pois é, essa verdade é um soco no estômago da opinião publicada que representa os 6% discordantes mas que costuma reverberar muito mais do que a opinião da maioria.

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José X.

06 de janeiro de 2013 às 11h45

“Se existe uma prioridade para Dilma nos próximos dois anos, é organizar uma Copa do Mundo sem problemas. Ao menos, sem os problemas evitáveis.”

Uma das tarefas desta prioridade é evitar o boicote dos governos tucanos, especialmente o governo fascistóide de sua excelência a incompetência em pessoa, Geraldinho Pinheirinho.

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Roberto Ribeiro

06 de janeiro de 2013 às 11h35

FHC: “Como diz a bandeira dos mineiros sobre a Liberdade, que a Justiça pode tardar, mas não falha. São meus votos” de que um dia nesse País sejam julgados, condenados e presos também os Mensaleiros Tucanos, e que seja instalada a CPI da Privataria Tucana para colocar atrás das grades aqueles que sem dó do Povo roubaram a própria Pátria para doá-la aos amigos.

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Rio Guaiba

06 de janeiro de 2013 às 11h30

Se a mídia não tem credibilidade pq se importar com ela??
Com Lula/Dilma batendo unanimidade na preferencia nacional, é só tocar em frente, que o PT governara sozinho por pelo menos 70 anos.

E quando então o STF tiver sido substituído por 11 Lewandowskis, o parlamento for uma grande aliança pro PT, as midias substituídas por TV’s antiimperealistas, e o mercosul uma grande nação bolivariana, não haverá ais nada a se preocupar.

Certamente acharemos um método eficaz e calar aqueles míseros 4% que insistem em pensar diferente.

Os irmãos Castro poderão nos dar ampla assessoria neste campo.

Ja pensou podermos proibir os brasileiros deixarem o pais??

QUE NIRVANA

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    PauloH

    06 de janeiro de 2013 às 15h42

    “Pensar diferente” neste caso é um eufemismo pra: torcer contra o país, ter raiva de pobre (e de negros, de índios, de gays…), e achar que o Brasil estaria melhor se fosse uma colônia dos EUA. Esses “4%” podem continunar “pensando diferente” – afinal, isto aqui é uma democracia. Só não podem esperar que gente de bom senso apoie essa agenda do ódio.

    Ramalho

    06 de janeiro de 2013 às 15h46

    Não se entende uma coisa: sua irritação é porque o novo cenário que você pinta é o esperado pelo PT, como você parece acreditar, ou é porque você sofreu lavagem cerebral e acredita no que as TVs “não imperialistas”, segundo sua crença, divulgam? E quanto ao interesses do Brasil, você pensou neles? O Mercosul é ruim para o Brasil? Se você acha que sim, como parece, por quê? Você é a favor do país e de seus habitantes, ou é, apenas, repetidor de teses rotas da “imprensa não imperialista”, como você professa, que nada trazem de bom para a maioria dos brasileiros?

    Ora, “Rio Guaíba”, nirvana era o que se tinha antes dos governos do PT: inflação a mais de 20%, dívida externa de bilhões, SM a US$60.00, dívida pública líquida em 605 do PIB. Aquilo é que era nirvana, não é mesmo?

    PauloH

    06 de janeiro de 2013 às 15h46

    Esses “4%” não têm culhões pra deixar o Brasil, nunca deixarão o Brasil. Por um motivo bastante simples: no Brasil esses “4%” são os “sinhôzinhos”; no exterior, seriam um bando de zé-ninguém.

    Antenor

    06 de janeiro de 2013 às 18h23

    Quanta asneira!!!

    Rogerio

    07 de janeiro de 2013 às 11h38

    Se está achando ruim o Nirvana então vá pro inferno…


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