VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Jaime Amparo Alves: Nunca houve tanto ódio na mídia brasileira


29/12/2012 - 13h10

por Jaime Amparo Alves, no Pragmatismo Político, via Vermelho

Os brasileiros no exterior que acompanham o noticiário brasileiro pela internet têm a impressão de que o país nunca esteve tão mal. Explodem os casos de corrupção, a crise ronda a economia, a inflação está de volta, e o país vive imerso no caos moral. Isso é o que querem nos fazer crer as redações jornalísticas do eixo Rio-São Paulo. Com seus gatekeepers escolhidos a dedo, Folha de S. Paulo, Estadão, Veja e O Globo investem pesadamente no caos com duas intenções: inviabilizar o governo da presidenta Dilma Rousseff e destruir a imagem pública do ex-presidente Lula da Silva. Até aí nada novo.

Tanto Lula quanto Dilma sabem que a mídia não lhes dará trégua, embora não tenham – nem terão – a coragem de uma Cristina Kirchner de levar a cabo uma nova legislação que democratize os meios de comunicação e redistribua as verbas para o setor.

Pelo contrário, a Polícia Federal segue perseguindo as rádios comunitárias e os conglomerados de mídia Globo/Veja celebram os recordes de cotas de publicidade governamentais. O PT sofre da síndrome de Estocolmo (aquela na qual o sequestrado se apaixona pelo sequestrador) e o exemplo mais emblemático disso é a posição de Marta Suplicy como colunista de um jornal cuja marca tem sido o linchamento e a inviabilização política das duas administrações petistas em São Paulo.

O que chama a atenção na nova onda conservadora é o time de intelectuais e artistas com uma retórica que amedronta. Que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso use a gramática sociológica para confundir os menos atentos já era de se esperar, como é o caso das análises de Demétrio Magnoli, especialista sênior da imprensa em todas as áreas do conhecimento.

Nunca alguém assumiu com tanta maestria e com tanta desenvoltura papel tão medíocre quanto Magnoli: especialista em políticas públicas, cotas raciais, sindicalismo, movimentos sociais, comunicação, direitos humanos, política internacional… Demétrio Magnoli é o porta-voz maior do que a direita brasileira tem de pior, ainda que seus artigos não resistam a uma análise crítica.

Agora, a nova cruzada moral recebe, além dos já conhecidos defensores dos “valores civilizatórios”, nomes como Ferreira Gullar e João Ubaldo Ribeiro. A raiva com que escrevem poderia ser canalizada para causas bem mais nobres se ambos não se deixassem cativar pelo canto da sereia. Eles assumiram a construção midiática do escândalo, e do que chamam de degenerescência moral, com o fato. E, porque estão convencidos de que o país está em perigo, de que o ex-presidente Lula é a encarnação do mal, e de que o PT deve ser extinguido para que o país sobreviva, reproduzem a retórica dos conglomerados de mídia com uma ingenuidade inconcebível para quem tanto nos inspirou com sua imaginação literária.

Ferreira Gullar e João Ubaldo Ribeiro fazem parte agora daquela intelligentsia nacional que dá legitimidade científica a uma insidiosa prática jornalística que tem na Veja sua maior expressão. Para além das divergências ideológicas com o projeto político do PT – as quais eu também tenho –, o discurso político que emana dos colunistas dos jornalões paulistanos/cariocas impressiona pela brutalidade. Os mais sofisticados sugerem que a exemplo de Getúlio Vargas, o ex-presidente Lula cometa suicídio; os menos cínicos celebraram o “câncer” como a única forma de imobilizá-lo. Os leitores de tais jornais, claro, celebram seus argumentos com comentários irreproduzíveis aqui.

Quais os limites da retórica de ódio contra o ex-presidente metalúrgico? Seria o ódio contra o seu papel político, a sua condição nordestina, o lugar que ocupa no imaginário das elites? Como figuras públicas tão preparadas para a leitura social do mundo se juntam ao coro de um discurso tão cruel e tão covarde já fartamente reproduzido pelos colunistas de sempre? Se a morte biológica do inimigo político já é celebrada abertamente – e a morte simbólica ritualizada cotidianamente nos discursos desumanizadores – estaríamos inaugurando uma nova etapa no jornalismo lombrosiano?

Para além da nossa condenação aos crimes cometidos por dirigentes dos partidos políticos na era Lula, os textos de Demétrio Magnoli , Marco Antonio Villa, Ricardo Noblat, Merval Pereira, Dora Kramer, Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Eliane Cantanhêde, além dos que agora se somam a eles, são fontes preciosas para as futuras gerações de jornalistas e estudiosos da comunicação entenderem o que Perseu Abramo chamou apropriadamente de “padrões de manipulação” na mídia brasileira. Seus textos serão utilizados nas disciplinas de ontologia jornalística não apenas com o exemplos concretos da falência ética do jornalismo tal qual entendíamos até aqui, mas também como sintoma dos novos desafios para uma profissão cada vez mais dominada por uma economia da moralidade que confere legitimidade a práticas corporativas inquisitoriais vendidas como de interesse público.

O chamado “mensalão” tem recebido a projeção de uma bomba de Hiroshima não porque os barões da mídia e os seus gatekeepers estejam ultrajados em sua sensibilidade humana. Bobagem! Tamanha diligência não se viu em relação à série de assaltos à nação empreendidos no governo do presidente sociólogo!

A verdade é que o “mensalão” surge como a oportunidade histórica para que se faça o que a oposição – que nas palavras de um dos colunistas da Veja “se recusa a fazer o seu papel” – não conseguiu até aqui: destruir a biografia do presidente metalúrgico, inviabilizar o governo da presidenta Dilma Rousseff e reconduzir o projeto da elite “sudestina” ao Palácio do Planalto.

Minha esperança ingênua e utópica é que o Partido dos Trabalhadores aprenda a lição e leve adiante as propostas de refundação do país abandonadas com o acordo tácito para uma trégua da mídia. Não haverá trégua, ainda que a nova ministra da Cultura se sinta tentada a corroborar com o lobby da Folha de S. Paulo pela lei dos direitos autorais, ou que o governo Dilma continue derramando milhões de reais nos cofres das organizações Globo e Abril via publicidade oficial. Não é o PT, o Congresso Nacional ou o governo federal que estão nas mãos da mídia.

Somos todos reféns da meia dúzia de jornais que definem o que é notícia, as práticas de corrupção que merecem ser condenadas, e, incrivelmente, quais e como devem ser julgadas pela mais alta corte de Justiça do país. Na última sessão do julgamento da Ação Penal 470, por exemplo, um furioso ministro-relator exigia a distribuição antecipada do voto do ministro-revisor para agilizar o trabalho da imprensa (!). O STF se transformou na nova arena midiática onde o enredo jornalístico do espetáculo da punição exemplar vai sendo sancionado.

Depois de cinco anos morando fora do país, estou menos convencido por que diabos tenho um diploma de jornalismo em minhas mãos. Por outro lado, estou mais convencido de que estou melhor informado sobre o Brasil assistindo à imprensa internacional. Foi pelas agências de notícias internacionais que informei aos meus amigos no Brasil de que a política externa do ex-presidente metalúrgico se transformou em tema padrão na cobertura jornalística por aqui. Informei-lhes que o protagonismo político do Brasil na mediação de um acordo nuclear entre Irã e Turquia recebeu atenção muito mais generosa da mídia estadunidense, ainda que boicotado na mídia nacional. Informei-lhes que acompanhei daqui o presidente analfabeto receber o título de doutor honoris causa em instituições européias, e avisei-lhes que por causa da política soberana do governo do presidente metalúrgico, ser brasileiro no exterior passou a ter uma outra conotação. O Brasil finalmente recebeu um status de respeitabilidade e o presidente nordestino projetou para o mundo nossa estratégia de uma America Latina soberana.

Meus amigos no Brasil são privados do direito à informação e continuarão a ser porque nem o governo federal nem o Congresso Nacional estão dispostos a pagar o preço por uma “reforma” em área tão estratégica e tão fundamental para o exercício da cidadania. Com 70% de aprovação popular, e com os movimentos sociais nas ruas, Lula da Silva não teve coragem de enfrentar o monstro e agora paga caro por sua covardia.Terá a Dilma coragem com aprovação semelhante, ou nossa meia dúzia de Murdochs seguirão intocáveis sob o manto da liberdade de e(i)mprensa?

Jaime Amparo Alves é jornalista, doutor em Antropologia Social, Universidade do Texas em Austin [email protected]

Leia também:

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Miguel do Rosário: Versões impressas de Globo e Estadão omitem que Jobim negou chantagem de Lula

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



35 comentários

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Luciano Martins Costa: O autoengano da imprensa « Viomundo – O que você não vê na mídia

11 de fevereiro de 2013 às 16h30

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Marcos Coimbra: Ainda bem que a credibilidade da mídia é pequena « Viomundo – O que você não vê na mídia

06 de janeiro de 2013 às 16h02

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Janio de Freitas: Governos petistas são um fracasso de comunicação « Viomundo – O que você não vê na mídia

31 de dezembro de 2012 às 18h38

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Venício Lima: 2013 não será fácil — como, aliás, nunca foi « Viomundo – O que você não vê na mídia

31 de dezembro de 2012 às 18h25

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P.Marin

31 de dezembro de 2012 às 01h41

O que falar desta imprensa “CANALHA”.O Sr.Magnoli quem sabe um dia vai ser reitor da “USP” o Sr.Ubaldo Ribeiro acredito sofre de abstinência etilíca,O Sr.Ferreira Gullar poderia ser melhor aproveitado, na plantação como espantalho pois o bicho é feio, o Sr.Augusto Nunes o problema é outro. Quanto aos outros: Dora,Eliane,Noblate,Lúcia,Merdal e outros, se vivo fosse diria o jornalista “Antonio Gusman” é o resto do restolho do rebotalho dessa imprensa FACISTA.

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Jose Mario HRP

30 de dezembro de 2012 às 19h53

Irmãos , camaradas, quando derrubamos Collor a TV Cultura a revelia de seus “donos”, naquela tarde memorável , exibiu esse filme que LEVANTA O POVO E MOSTRA QUE NÓS SOMOS O POVO DE DEUS!
Agora cabe a nós defender esses 12 ANOS DE PODER DO POVO!

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lMcTKNDB2TM

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Narr

30 de dezembro de 2012 às 18h35

Eu não sei o motivo para que Ubaldo e Gullar tenha ficado desse jeito. Se é que ficaram, se é que não foram sempre assim. Muita gente foi da esquerda quando jovem e envelheceu na direita. Teriam mudado tanto assim? Não foi apenas um enfoque mais racional dos preconceitos da juventude, uma espécie de otimização do ressentimento? Tem uma turma do velho partidão que nunca engoliu ter dado lugar ao PT. Nos anos 1980s apoiavam o pelego Joaquinzão porque Lula era “criação da CIA e da social-democracia alemã”. O partidão tinha força no meio intelectual, formava quase uma família. Com o PT, essa turma ficou meio alijada. Perdeu a referência. Continuam a achar que esquerda verdadeira eram eles e que essa aí só pode ser falsa esquerda. Estou sendo benevolente. Talvez o tardio reconhecimento oficial, Gullar e Ubaldo já tiveram séries na TV Globo, tenha convertido os homens. Não sei. Não vejo a fúria deles contra o PT ser lançada contra a Globo. Talvez porque tenham descoberto que o monopólio (o Truste, como se dizia nos tempos em que “havia esquerda de verdade”) nas comunicações seja benéfico à liberdade de imprensa. Talvez só precisem mesmo é de um pouco de bajulação e cheques. Eu bem disse que Lula devia ter criado uma revista e um programa de TV bem cultural, pagando regiamente a essa turma, dando destaque, bajulando, e eles talvez pudessem entender logo a importância do PT, da aliança das esquerdas e dos progressistas etc. O fato é que ser contra a pobreza, o domínio dos milionários e mercantilização da cultura é necessário mas não é suficiente para alguém ser de esquerda. Os democratas social-liberais e os fascistas também se revoltavam contra essas coisas. A diferença está no projeto e como chegar lá. Enfim, há o ditado da sabedoria popular que diz que ajuda demais do santo a gente desconfia. Será que esses caras acham que o pão-de-ló da Globo é por uma súbita guinada à esquerda da “burguesia nacional anti-imperialista”?

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Lu Witovisk

30 de dezembro de 2012 às 17h59

Ontem quase tive um treco, procurando o que ver na tv (sem lembrar que era noite de sabado) parei qdo vi uma cena representando DPI às margens do Ipiranga para a Independencia do Brasil, nisso apareceu um viajante do futuro e o discurso P-A-T-É-T-I-C-O:
“Não, não, não faça isso… Você não sabe o que está fazendo!! Por favor, não faça!! Portugal será da UNIÃO E-U-R-O-P-É-I-A e o povo ganhará em EURO!! O euro custará R$2,..”

Não aguentei, tirei. Era a porcaria do programeco “humoristico” de sabado na globosta. Pensei: ontem foi a retrospectiva (que tb não assisti) filmada dentro do antigo palacio da justiça, pra dizer que o judiciario é heroico. Hoje essa porcaria pra vender a imagem que tudo está uma m* e que o Brasil não deveria ter se desligado de Portugal.

O Pig está desesperado, não sabe mais como vender a vergonha de ser brasileiro, a vergonha de ser pobre, negro, etc…

Lei dos meios já!
Acorda Dilma!

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Hélio Pereira

30 de dezembro de 2012 às 17h09

“O Reporter precisa dar a noticia com ar de seriedade,para que o Telespectador não pense que esta sendo enganado”,frase dita pelo Jornalista José Hamiltom Ribeiro.
Na visão da Globo e não apenas deste Reporter,a encenação é Fundamental para passar credibilidade a informação,não importa se a informação é falsa,o importante é despertar “credibilidade” em quem assiste a Globo.
Globo,Folha de SP,Revista Veja e Estadão não conseguem mais manipular a opinião pública,não conseguem mais derrubar Governos Trabalhistas,como fizeram com Vargas,por isto apelam ao SUPREMO,que prontamente atende seus pedidos.
Para azar desta meia dúzia de donos de midia,o eleitor não deu bola pro SUPREMO e votou contra o “queridinho” desta Turma e derrotou José Serra mais uma vêz!

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cecilia silva

30 de dezembro de 2012 às 16h52

Li um artigo muito interessante sobre esse assunto no blog dandomilhoaospombos.wordpress.com. Ele de alguma forma completa os dizeres sobre o ódio ao Lula.

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Messias Franca de Macedo

30 de dezembro de 2012 às 12h32

[A IMPARCIALIDADE E O SENTIDO DE ÉTICA, SEGUNDO ‘A FOLHA DE SÃO PAULO’! ENTENDA O JÁ ENTENDIDO (sic)!]

Forte na política, mas desgastado, PT faz 10 anos no poder
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
30/12/2012 – 06h00

(…)
O tucano [presidente FHC] conviveu com 54 CPIs, mas teve comando total em todas. Lula enfrentou 42 investigações e perdeu o controle durante a mais relevante, a do mensalão.
FHC também foi *hábil ao evitar a abertura de CPIs que poderiam escapar do comando. Um caso relevante ocorreu em 1997, quando o tucano abafou uma investigação sobre a compra de votos a favor da emenda da reeleição.
À época, os deputados envolvidos foram forçados a renunciar aos mandatos. E nove dias depois de o caso eclodir, o PMDB, vital na operação dos interesses políticos tucanos no Congresso, impôs a nomeação de dois ministros.
Lula nunca conseguiu impedir a investigação do mensalão. Não que não tivesse tentado. Mas a política de fragmentação partidária não dava ao petista essa margem. De maneira inadvertida, o petismo e o lulismo ajudaram o Brasil a conhecer um pouco mais como se opera a política no país.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1208017-forte-na-politica-mas-desgastado-pt-faz-10-anos-no-poder.shtml

*SOBRE O SENTIDO DE ÉTICA DO PIG: “FHC foi hábil…”

O(a) leitor(a) entendeu “a habilidade do ‘hábil’ [FHC] do ‘hábil’ colunista “dos Frias da ‘ditabranda’ e do candidato (S)erra?!”Sim, a tal da ética do PIG & do restante da DIREITONA [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL; do mesmo FHC que proferiu esta, digamos, ‘hábil’ declaração: “Os aposentados são vagabundos!”

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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sebastiao

30 de dezembro de 2012 às 10h15

Joao Ubaldo Ribeiro e Ferreira Gullar,mais dois escrotos a se juntar à canalha!

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Messias Franca de Macedo

30 de dezembro de 2012 às 03h03

DA [NEFASTA E FAMIGERADA] SÉRIE “ESCUTA ESSA!”

O folhetim que responde pela indecorosa alcunha de ‘veja’ propõe que voltemos ao tempo do Pedro Álvares Cabral! ‘Jenial’! ENTENDA [mais este] sacrilégio antinacionalista/terrorista/capcioso/golpista!

‘Com reformas de Dilma, Brasil não é mais porto seguro.’

CACHOEIRA – perdão, ato falho -, FONTE: destaque do ‘home page’ da ‘(in)veja’!… Economia
Conjuntura
29/12/2012 – 08:31

Lá isto é jornalismo?!…

Lei dos Meios JÁ passou da hora!…

NOTA ACAUTELATÓRIA: presidente Dilma Vana Rousseff, A Magnífica, a Cristiana Lôbo [de Raiva]! já está “chutando” que o candidato do PT na próxima eleição presidencial será o Lula! ‘A jornalista amiga dos patrões Marinhos’ – experta em ‘fatos & distorções'(!) -, sorriso largo (sic), está a afirmar que a senhora cederá à vontade indômita do Lula voltar ao poder! O engraçado é que o [eterno] presidente Lula será o principal cabo eleitoral em prol da sua [merecida e lídima] reeleição!…
Presidente Dilma Vana Rousseff, A Magnífica, não nos faça sentir inveja da presidente Cristina Kirchner! Confie no honesto, sapiente e impávido povo trabalhador brasileiro!…

EM TEMPO: é provável que o desagravo a mais esta infâmia abjeta seja proferida pelo Paulo Skaf! O (quase-)tucano ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, é um dos que não irá se abalar, contrariamente: poderá até concordar com a tese dos Civitas!…

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Julio Silveira

29 de dezembro de 2012 às 20h46

Caraca, hoje é o dia dos articulistas que lêem meus pensamentos. Mas sobre esse assunto da midia, tenho uma avaliação. De que essa midia, a corporativa das cinco familias, sempre foi e será odienta contra todo aquele que ousar tentar fazer a dissolução dos niveis sociais em nossa sociedade, lhes colocando no mesmo patamar de um popular qualquer. Para mim, essa gente tem demonstrado a muito tempo, nas entrelinhas de seus pronunciamentos, que preferem o distanciamento ritualistico secular e cultural que advem das praticas do império. Mas isso em referência a hierarquia de classes que se verificou de forma absoluta naquele periodo, mas que hoje querem manter de forma abstrata, imperceptivel mas real. E isso poder ser mensurado de forma concreta quando se avaliam a forma como gostam de se postar, como numa casta especial de gente. Demonstrações inequivocas desse sentimento são transmitidas, e não é de hoje. Para um analista mais atento isso pode ser percebido quando cidadãos inúteis, socialmente falando, podem ser glamourizados ou marginalizados de acordo com a classe social que o origina. Para mim aí sempre residiu um grande sinal, de que não são valores o que os guia mas apenas o que classificam como bom como valoroso. E vendem essa conduta. E com base nesse sistema procuram doutrinar a sociedade, para que no seu amago prolifere a desigualdade e se encare as diferenças com uma naturalidade constrangedora. E tem conseguido, apesar das diversas aberturas propiciadas por alguns aglutinadores, ou libertários como preferirem, o fato é que apesar de já encontrarem resistências, para seu desespero e rancor, permanece, ainda, a antiga cultura do senhores do povo.

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Sideval Jr.

29 de dezembro de 2012 às 20h38

A mídia brasileira está fora de controle. É um desafio, para toda a sociedade brasileira, encontrar uma forma de neutralizar a influência monopolizadora dos meios de comunicação, como fonte da verdade única, sem que isso constitua censura, que a Constituição Federal veda.

Por outro lado, é preciso conscientizar a população brasileira, de que certos meios de comunicação – principalmente seus sites e espaços de comentários, estão pregando o ódio como ferramenta legítima na obtenção de seu desiderato, que é o aniquilamento histórico dos avanços obtidos pela esquerda no Poder, com vistas a devolver o país às elites saudosistas. Seus “colunistas” são cúmplices das difamações e injúrias que os comentaristas cometem, babando em seu ódio e desumanidade. A censura (a mesma que eles dizem ser contra) é uma sua ferramenta recorrente. E a grosseria e os xingamentos dos bloguistas parecem ser o mais natural de seus recursos jornalísticos.

A população brasileira sabe que há tantos honestos e desonestos do lado de lá quanto do lado de cá. Mas ainda não compreendeu que, ao contrário de nós, a direita odeia, discrimina e destrói, placidamente, qualquer reputação. Que a direita não se conforma com a divisão do poder, a distribuição mais equânime da renda e da melhoria irrefutável da imagem externa do Brasil, .

Eles almejam apagar o Brasil da História. Eles têm saudades do “Brazil”, a cordata e rastejante nação ajoelhada perante os grandes, com seu dólar a 4 reais, e que tira os sapatos nos aeroportos das nações “superiores”, e que tem ojeriza de qualquer forma de protagonismo. Eles já não mais repetem a sentença de Nelson Rodrigues, quanto ao “complexo de vira-latas” do brasileiro. Eles parecem que nós somos, efetivamente, vira-latas. É nosso dever reagir com rigor e inteligência à tentativa de lavagem cerebral.

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RicardãoCarioca

29 de dezembro de 2012 às 20h21

A possibilidade de o Lula ser o próximo governador de SP, desbancando mais de 20 anos de tucanato, está deixando o PiG extremamente desesperado. Isso é perigoso, presidenta. O PiG já não se contenta mais em distorcer os fatos, já passou para o ramo da mentira faz tempo.

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Pedro

29 de dezembro de 2012 às 20h13

“In the Western world truth no longer has any meaning”. [Blog do Paul Craig Roberts]

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Abel

29 de dezembro de 2012 às 19h48

Ultimamente (de uns dois anos para cá), eu só tenho lido “The Guardian” e o “Asia Times” (online, é claro), quando quero ver alguma coisa minimamente isenta sobre Lula e Dilma.

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Panino Manino

29 de dezembro de 2012 às 18h52

Mais do que simplesmente discordarem do PT, eles o transformaram em uma ferramenta. Combater o PT é um meio para combater o próprio povo. O ódio deles não é contra o PT em si, apenas o deram como rosto para o que odeiam. E quanto mais essa lutra prossegue mais os ameaçados são iludidos e deixam de prestar atenção na ameaça que estão sofrendo.
Se o “PT” perder, será apenas o início. Aí sim a merda irá começar e uns 5 anos depois se darão conta da gravidade do que acontecem, da abrangência do crime.

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Anibal Paz da Silva

29 de dezembro de 2012 às 17h42

Esta análise é a verdade. Desagradável, é ficarmos assistindo e nada poder fazer, é claro que vamos continuar a dar cartão vermelho, pelo voto. As redações vão continuar, cuspindo fogo pelas ventas, e o governo estático. Até quando vamos ter que aguentar essa imprensa, safada e golpista ??…,mas por favor, não subestimem nossa inteligência.

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Emanuel Cancella

29 de dezembro de 2012 às 16h22

Lula: Esse cara sou eu!

Outros presidentes tiveram a oportunidade de fazer o que ele fez e não fizeram. Perderam o bonde da história! O Bolsa Família é uma migalha em relação ao que pagamos de juros da dívida, como também muito pouco em relação aos lucros dos banqueiros. Um simples cartão onde principalmente uma mãe pobre pode garantir a alimentação diária de seus filhos!

Quem inspirou Lula no Bolsa Família foi Betinho, do Fome Zero, e o senador do PT, Eduardo Suplicy, com o seu programa de Renda Mínima.

Quem se reuniu em todas as noites de natal com os catadores de lixo? É demagogia, dirão seus críticos, mas nunca antes, neste país, se viram tantas cooperativas de materiais reciclados distribuindo renda às famílias pobres. A coisa tomou tanto vulto que virou tema de novela, Avenida Brasil, no horário nobre da TV.

Fale quem quiser e o que quiser, mas esse cara levou o país aos que alguns economistas chamam de “pleno emprego”. Mas esse cara não governou só para os pobres, levou o Brasil a ser a 6ª economia no mundo. Nunca trabalhadores e banqueiros ganharam tanto dinheiro. Uma pequena correção, os banqueiros estão reclamando da queda dos juros, e da intervenção do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, puxando os juros para baixo e aumentando o crédito. Lula desengavetou o projeto do pré-sal, que estava engavetado há uns trinta anos, criminosamente, pois provavelmente queriam entregá-lo junto com a privatização da Petrobrás.

A política de Cotas e o Prouni, junto com o Bolsa Família, é uma forma de fazer justiça com os setores excluídos da sociedade. São também políticas temporárias que visam a atender as classes sociais menos favorecidas. Muitos intelectuais são críticos ferrenhos dessa política! Mas a maioria deles nunca passou fome, morou em comunidades ou também nunca ficou desempregado. E ainda o governo Lula inverteu o ciclo migratório, hoje os estrangeiros é que querer tentar uma vida melhor no Brasil!

A direita já sofreu tantas derrotas desse projeto que apela para outros aliados, o STF e a grande mídia! A mídia golpista, que apoiou e cresceu à sombra da ditadura, sempre a serviço do grande capital, agora se vê ameaçada.

No mundo desenvolvido, não existe essa concepção de mídia: monopolista e sem controle social. Depois da Europa e o dos EUA que democratizam seus meios de comunicação, chegou a vez do nosso continente. Por aqui a Venezuela e Argentina já iniciaram o processo. Lula e agora Dilma fogem desse tema como o diabo da cruz!

O medo da grande mídia é que governos como de Lula e Dilma possam mudar o nível de conscientização da sociedade, já que o povo alimentado passa a não querer só comida, como diz o compositor. Com isto a sociedade organizada exigirá mudanças. Eles querem barrar o ciclo virtuoso do Brasil, que começou com Lula e continua com Dilma!

Eles vão continuar tentando desconstituir a imagem de Lula, endemonizando, mas até agora, a julgar pelas pesquisas, estão endeusando-o. Diante desse cenário, Lula tem que pedir a seus críticos, “falem mal, mas falem de mim! E na preferência popular, disputando contra tudo e contra todos, Lula nos braços do povo: _Esse cara sou eu!

RIO DE JANEIRO, 29 de dezembro de 2012

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Alberto Nasiasene

29 de dezembro de 2012 às 15h57

Ferreira Gullar e João Ubaldo Ribeiro estão senis. É uma pena que a obra de ambos seja coroada pela biografia que estão impondo ao fim de suas vidas. Não têm a generosidade de um Niemeyer, de um Drummond, de Guimarães Rosa ou de um Graciliano Ramos.

O Gullar é que cometeu suicídio moral e intelectual, sem falar no suicídio político que ele já cometeu em vida. Não me esqueço do barraco que ele arrumou com o Márcio de Souza ao ser preterido, vejam só, por FHC na Funarte. Aquele episódio, na década de 1990, em plena era FHC, mostrou o lado mais mesquinho deste ex-poeta de esquerda e revelou o quanto ele é capaz de lutar por cargos e benesses financeiras pessoais. Um dos argumentos que ele utilizou contra a nomeação do Márcio como gestor da Funarte foi o de que o escritor havia votado no Lula e não no FHC, como ele. Ou seja, suas posições políticas de hoje estão diretamente vinculadas a seus interesses financeiros e por cargos (em redações de jornalões) e nada tem que ver com as grandes causas que as grandes almas perseguem como alvos (é o velho toma lá dá cá). Deve ser porque a venda de seus livros não consegue sustentar seu padrão material de vida e ele precise puxar o saco dos patrões donos de jornalões e meios de comunicação para continuar fazendo um bico intelectual qualquer que lhe dê um dinheirinho a mais em sua velhice.

Se as pessoas souberem o que ele faz com os próprios filhos verão que estatura moral ele tem.

Quanto ao João ubaldo, ele nunca foi lá um Graciliano Ramos, nem um Guimarães Rosa. Portanto, suas posições pouco importam.

É lamentável assistir tamanha decadência moral de escritores como os dois. O Brasil merece mais do que o testemunho mesquinho que eles dão para a posteridade.

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    Narr

    30 de dezembro de 2012 às 18h41

    Outro dia, eu passeava na calçada e J. Ubaldo estava num bar do Leblon. Suponho sinceramente que a beber guaraná – não tenho direito de me intrometer na vida dele a esse ponto. Mas fiquei a matutar: o sujeito agora virou cronista para público de botequim chique?

Rubens Bispo

29 de dezembro de 2012 às 15h56

Pois é, meus colegas….
Tenho a impressão de que o “grosso” da população “não está nem aí” para essa criação MENSALÃO…
Como a grande maioria dos lares já dispõe de um PC, será que essa “população” ainda caí no canto da sereia da chamada “grande imprensa”? Será que dá credibilidade ao que os “tais jornalistas” retrocitados escrevem e/ou propalam? Sei não, heim….
Caso emblemático está no Estado de São Paulo, onde a matança geral ocorre…
Como não acompanho o noticiário policial das TV´s, restrijo-me a ler o que o notável Luciano Martins Costa escreve no “”Observatorio da Imprensa”… E pelo o que acompanho a situação está “complicada” para o lado do Governo…
E como 2014 já está aí… é esperarmos para ver….. PT no Estado de São Paulo
Prefiro manter-me informado por outros meios….E com certeza, alghuns dos Blogs nacionais e a BBC UK, conseguem me manter minimamente bem informado….

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Coutinho

29 de dezembro de 2012 às 15h52

O comentário que o autor faz a respeito da influência da mídia sobre o Poder Judiciário é um caso sério de passível reflexões. Por que não se toca nem de leve no mensalão mineiro nem nas denúncias contidas no livro de Amaury JR?

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Mário SF Alves

29 de dezembro de 2012 às 15h47

Pois é, caro Jaime Amparo. A coisa anda meio de ovo virado. Parece mesmo que jogo democrático só pode ser jogado quando a elite mais retrógrada do planeta ganha. Afinal, 2014 está por aí mesmo, não? E quem “guenta” mais outros 08 ou 12 anos fora do poder naquilo que sempre foi o domínio absoluto da Casa-Grande-Brasil-Eterna-Senzala?
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A propósito, ainda há pouco estive comentando com um companheiro, no Blog. Como é que são as coisas, não? Hoje fui a uma lotérica; a fantasia da mega da virada me puxou pra lá. Duzentos e trinta milhões! Cara! É grana a dar com pau. Podia ser um bilhão, um tanto melhor. O problema, caro cidadão, não é tanto a fantasia por trás de tudo isso. O problema é a concentração disso nas mãos de uns poucos. Eterna indecência anticivilizatória, meu caro. Até quando? Eis aí o problema. Eis aí a origem e o motor do fascismo que grassa (ou desgraça?) nossos dias.
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Mario Silva Lima

29 de dezembro de 2012 às 15h43

O Presidente Lula declarou no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC que tinha entendido o jogo, que era, em sua visão, a inveja que a “elite” tinha de suas realizacões. Personalizando sua interpretação, parece que o Presidente não entendeu o jogo não, pois o que se trata aqui querido Presidente é a luta de classes!

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    Mário SF Alves

    29 de dezembro de 2012 às 17h33

    Luta de classes, Mario? Onde, companheiro, onde? Que classes estão em luta, amigo? Para mim é nada mais que luta pela manutenção da hegemonia de uma dada histórica e dominante classe. Ou… falta de classe, talvez, quem sabe?
    Abs.,

    MSFA
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    Que tal exemplicarmos o que é realmente uma luta de classes?

    Mario Silva Lima

    30 de dezembro de 2012 às 17h29

    O capital financeiro internacional contra o povo trabalhador, por exemplo, caro Mário. Ou será que não há mais conflitos de interesses entre eles e nós? Abração, e grato por ler meu comentário!

RicardãoCarioca

29 de dezembro de 2012 às 14h02

70% da população que é beneficiada pelas políticas públicas e pela condução macroeconômica governamental não está nem aí para o PiG.

Já são 10 anos de militância demotucana dos jornalões. O povo já percebeu que esses jornais atacam o governo por ele não ser do seu grupo partidário.

Hoje em dia, vejo mais progressistas dando importância ao que o PiG escreve do que a maioria da população.

Mas, o trabalho de vigiar e denunciar tal militância conservadora-financista-demotucana do PiG por parte dos progressistas nunca deve parar, pelo bem do Brasil.

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Francisco Cavalcante Souto

29 de dezembro de 2012 às 14h01

Excelente análise da atual conjuntura política do País. Precisamos continuar com nossa luta pois o inimigo é poderoso. Mas, haveremos de vencê-los. Todos os “blogs ditos sujos” devem continuar com suas análises e informações para esclarecimento do povo.

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lulipe

29 de dezembro de 2012 às 13h50

Qual a teoria conspiratória por trás da exibição do filme do lula, em horário nobre, pela Globo???Busca por audiência, não é, já que o filme fracassou no cinema….

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Messias Franca de Macedo

29 de dezembro de 2012 às 13h43

“Nunca houve tanto ódio na mídia brasileira.” Jaime Amparo Alves

… Prova disto foram os sorrisos descomunais exibidos pela Cristiana Lôbo “da ‘grobonews'”, especificamente nas horas que antecederam a decisão do Joaquim Barbosa acerca da prisão imediata ou não dos réus da Ação Penal 470: “´… Policiais federais já estão apostos nas proximidades das residências dos condenados; os condenados já estão de malas prontas para passar o Natal e o ‘Réveillon’ na cadeia; juristas ouvidos por esta repórter afirmam que o mais ‘plausível’ é que o presidente do STF acolha o pedido do procurador geral da república…”

Uma vergonha! Um acinte abominável! Uma lição de sadismo, irresponsabilidade e terrorismo/golpismo televisionada!…

Lei dos Meios JÁ passou da hora!…

… República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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    Mário SF Alves

    29 de dezembro de 2012 às 16h22

    Piada! E nós e que somos os sujos, bacana não? Pois é, caro Messias Franca. Fico pensando… o que a teia [WWW] e o jejum de poder absoluto não tem feito nas cabeças daqueles que por mérito ou não compõem a elite mais retrógrada do Planeta. Verdadeiro “estrago”, pois não?
    _________________________________________
    Jogaram no lixo não apenas a história e o que escreveram. Junto pregaram e em seguida engoliram o tal choque de capitalismo. O tempo passa. Dois mil e quatorze já está por aí e o desespero – compreensível – já os faz perder de vez os estribos. Jogaram na lata do lixo aqueles velhos e tímidos pudores éticos. Ética jornalística na mídia oposicionista murdochiana? Quem viu? Quem sabe? Quem dera!
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    Igualaram-se de vez ao que há de mais deplorável no universo: a intriga, a fofoca, a dissimulação, a calúnia e a devassidão moral. Questão de opção, fazer o quê, não é?

    Messias Franca de Macedo

    30 de dezembro de 2012 às 01h41

    Prezado e valoroso Mário SF Alves, esqueci de mencionar a narrativa: “Polícia Federal invadirá o Congresso Nacional para retirar à força deputados, caso o presidente do STF acate o pedido do procurador e determine a prisão imediata dos condenados no mensalão!” [mensalão do PT, revisor!]

    … Lamentável, deve ser a imprensa [o PIG] mais perniciosa da face da Terra: escrúpulo zero; fofoqueiros(as) nas masmorras das redações sob ar-condicionado (sic); assassinos [seletivos!] de reputações!…

    … Enquanto isto, um “caminho” é recorrer a um bom e velho Engov®, diria Zeca Baleiro!…

    Felicidades ao amigo!

    Lei dos Meios JÁ passou da hora!…

    … República da [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, MENTEcapta, néscia, golpista de meia-tigela, antinacionalista, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo!’ (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo


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A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.