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Gabriel Brito: São Paulo, um desastre de “culpados” anônimos


26/10/2011 - 13h30

Tempos de crise radicalizam ideário conservador e neoliberal da mídia

por Gabriel Brito, do Correio da Cidadania, sugestão do sgeral/MST

Apesar das denúncias que estudiosos e a chamada mídia alternativa sempre registram contra os abusos dos grandes veículos de imprensa, insistir em assinalar suas ‘escorregadas’ segue sendo uma tarefa necessária, haja vista a importância dos jornais, sites, televisões e rádios na formação do pensamento nacional, mais objetivamente, na “batalha das idéias”.

Dessa forma, vale repassar alguns fatos recentes e as respectivas abordagens conferidas pelos veículos de comunicação mais tradicionais, cada vez mais patronais e mercadistas em sua orientação ideológica, ainda que os tempos de crise causada pelo receituário político-econômico que defenderam exaustivamente recomendassem algum arejamento e reflexão.

São Paulo: um desastre de “culpados” anônimos

Em sua militância partidária, a mídia paulista, especialmente a Folha de S. Paulo, segue empenhada em ofuscar o descalabro que os governos tucanos promoveram em São Paulo nos últimos 20 anos.

Principalmente quando se trata de saúde e educação, provavelmente os dois temas mais caros a todos, pratica-se um jornalismo persecutório a educadores, médicos, trabalhadores comuns de repartições públicas, geralmente acompanhado de informações dando conta de que houve investimento do poder público no local visitado pela reportagem.

Isso ocorreu clara e freqüentemente ao longo deste ano, o primeiro da nova gestão Alckmin. Quando da greve das escolas técnicas, houve pesada propaganda da excelência desses centros que formam milhares de novos profissionais preparados. Ao depararmos com a realidade, entretanto, verifica-se somente abandono e muito voluntarismo de professores, pais e profissionais de “baixa patente” do âmbito escolar.

Deseducando o debate e os leitores

Já nas discussões de alteração da carga disciplinar, a reação foi histérica e imediata. Argumentando tortuosamente a imperiosidade de se ensinar o mais necessário à vida real das pessoas e sociedades, desqualificou-se, sem analisar a fundo, todo um projeto que NÃO visa oferecer menos estudo. O objetivo, muito evidente, seria reformular e tornar mais abrangentes nossas grades curriculares, indo, quem sabe, em direção à emancipação e desenvolvimento de habilidades e sensibilidades que a escola atual claramente não propicia mais, especialmente aquela a que os pobres têm acesso.

No entanto, quando um jornal que não critica há décadas os governos responsáveis pela educação pública criminaliza e desqualifica as lutas dos professores e defende políticas produtivistas que só precarizam essa nobre profissão, é obrigatório desconfiar de tamanho interesse pelo futuro de uma educação hoje tão desvalida – que muito obviamente precisa mesmo de reformas e trava intensa luta nacional pelo aumento do percentual mínimo do PIB investido na área.

Tal como mostrado pela revista Caros Amigos em primorosa edição especial sobre Educação, em junho deste ano, o que a mídia corporativa defende nada mais é do que a cartilha empresarial do setor, um ensino que seja voltado exclusivamente às necessidades do mercado. Trata-se da linha política e ideológica – apesar de negarem exatamente esse caráter – delineada pelo FMI e Banco Mundial quando voltaram olhares ao campo da educação, cada vez mais percebida como outro belo nicho econômico. E reproduzida por entidades nacionais como a Todos Pela Educação, composta por empresários do setor, em geral muito mais próximos e influentes no governo do que profissionais e militantes da educação dos chamados setores progressistas da sociedade.

Propagandeia-se, assim, a atual estrutura de nossas escolas, que oferecem uma formação básica com prioridade máxima a duas matérias, sugerindo que disciplinas mais ‘complexas’ fiquem para depois, na dita formação complementar, através de cursos superiores e paralelos, em geral pagos. Em resumo, para as massas, a mesma educação limitadora e acrítica. Quanto ao campo das idéias, abstrações, inovações, criações, o mesmo retrato histórico: branco e burguês; se possível, crente de deus e do mercado. O encerramento do editorial do dia 30 de setembro da Folha de S. Paulo é de corar aqueles que um dia quiseram a cabeça de Galileu: “Menos filosofia e sociologia; mais matemática e português”.

Caos na saúde? Culpa dos funcionários

Na saúde, o mesmo. Com greves e protestos de servidores ao longo do ano, fora as intermináveis denúncias de caos e desespero da população, passa-se a fazer um jornalismo de “busca pelas causas” da barbárie em nossos hospitais, clínicas e afins. Claro que não se trata de emparedar o Secretário de Saúde ou o governador, mas de incriminar trabalhadores comuns, anônimos e muito evidentemente precarizados – detalhe que, por sinal, ignoram completamente. Enquanto as Organizações Sociais corroem os cofres e a saúde paulista, a mídia volta seu foco a subalternos inexpressivos.

Em 13 de outubro, a Folha deu exemplo inequívoco do expediente, utilizado também pela Rede Bandeirantes em tempos não muito distantes. Uma dupla de repórteres foi escalada para uma rara visita midiática a bairro marginalizado de nosso progresso econômico, Paraisópolis, e relatou história de médica que realiza atendimentos relâmpagos, isto é, fictícios. Não há espaço algum para a defesa da profissional, muito menos o questionamento aos superiores da administração pública sobre eventuais dificuldades dos médicos em cumprirem escalas de trabalho, que não raramente se dão em diferentes e desconexos postos de saúde municipais.

Capital e trabalho

Em outros assuntos, segue-se praticando um jornalismo unilateral, que permite somente uma interpretação dos fatos do mundo. Outra novidade da Folha é a de inserir as reportagens a respeito de movimentos grevistas no caderno Mercado, decisão editorial provavelmente sem paralelo no mundo. Como nas recentes greves dos Correios e dos bancários, sublinha-se basicamente os prejuízos causados à sociedade, os transtornos gerados pela diminuição e inviabilização dos serviços, a perda econômica…

Até na greve dos miseráveis funerários o jornal fez uma abordagem negativa, destacando azares pessoais pela falta do serviço e ignorando a condição de trabalho insalubre dos coveiros, que certamente não encontraria amparo nos estudos de órgãos especializados e trabalhistas, como a OMC, o Ministério e a Justiça do Trabalho. Mas direitos trabalhistas são um inimigo a ser fervorosamente combatido por essa mídia, sempre entusiasta das flexibilizações, cortes e repressão, jurídica ou policial, a greves.

Contravenção e mentiras

Já a Veja continua superando todos os limites do anti-jornalismo e contaminando o quanto pode os debates nacionais. Dois fatos recentes reforçam a pecha de ‘jornalismo de pistolagem’ dos escribas de don Civita. Primeiro, uma (quase) espetacular ação de espionagem do repórter Gustavo Ribeiro para destrinchar a vida política atual de José Dirceu e amainar um pouco a tara de seus patrões pelo PT. Instalou câmeras em corredor de hotel, tentou invadir o quarto, cooptar uma camareira para a empreitada e agora responderá criminalmente. Resta saber se a revista, mandante da ação, pagará também, o que de toda forma serve para reacender o debate da regulamentação social da mídia.

Além disso, o semanário voltou a mostrar sua falta de compromisso com o público ao colocar na capa de sua edição de 7 de setembro, sob o título “Parece milagre”, o Victoza, uma suposta novidade da medicina que ajudaria a perder peso e atingir as formas sonhadas. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) veio a público desmentir tais informações, avisando que o remédio só pode ser indicado para diabetes tipo 2 e não possui qualquer eficácia reconhecida no que se refere a emagrecimento ou combate à obesidade. Mas apesar das contra-indicações inclusive dentro da ‘reportagem’, insiste-se descaradamente em vender o produto e exaltar seus ‘milagres’. Por fim, negou o espaço pedido pela ANVISA para esclarecer as irresponsáveis informações disseminadas.

Primeiro o mercado, depois a mulher

Já no caso do polêmico comercial televisivo em que Gisele Bundchen apresenta a mulher como objeto consumista e consumível, causando enorme repúdio de diversos setores da sociedade e da Secretaria de Direitos Humanos, o ex-editorialista Fernando Barros e Silva não teve dúvidas: desancou a peça publicitária, sob os mais iluministas dos argumentos. Mas duplicou a dose sobre a ministra Maria do Rosário, a quem logo acusou de censora e outras monstruosidades. Como entender tanta esquizofrenia? Ora, o mercado pode ser bárbaro, mas precisa continuar livre, assim, a propaganda, por abominável que seja, deve ser tolerada, ainda mais num setor que tem seu próprio órgão auto-regulador, outro fetiche que sempre comoveu a mídia conservadora. Portanto, primeiro o Conar e o mercado publicitário; depois, o respeito à mulher e à Secretaria de Direitos Humanos da República.

Em nome do pai

Para completar esse exaustivo giro midiático, um vexame que mais faz rir que qualquer coisa, mas reafirma, novamente, o caráter de partido político conservador mencionado no início. Em suas glorificadas turnês mundiais, Lula tem recebido uma série de títulos Honoris Causa em prestigiosas universidades. Ver o ex-presidente e ex-operário receber tal galardão em Paris, na famosa Escola de Ciência Política, no país da Sorbonne, mexeu com os brios globais. Inconformada, a repórter Deborah Berlinck inquiriu o mediador da gala: “Por que não FHC?”.

Além da exposição desnecessária do fanatismo deste setor midiático por seus ídolos neoliberais, foi uma postura que qualquer manual de etiqueta bem lido teria evitado. Porém, somada a todo o conjunto de práticas de jornalismo brasileiro em 2011, mostra-nos como segue urgente a construção de novos e populares canais de comunicação.

Que fazer?

Para isso, o governo pode, se de fato pretende honrar o rótulo “democrático e popular”, dar o seu impulso de diversas formas, não somente através da regulação social da comunicação, como também pela promoção de novos debates entre seus atores, como ocorreu na Conferência Nacional da Comunicação em 2009, a (re)distribuição de verbas publicitárias (que ainda privilegia em muito a velha mídia) e a regulação de dispositivos desamparados após a revogação de nossa lei de imprensa, como o sagrado direito de resposta e o próprio exercício da precarizada profissão de jornalista.

Aos movimentos e comunicadores populares, fica a outra parte, de cada vez mais articular, promover e reforçar canais alternativos de informação, que façam frente aos veículos tradicionais em qualidade e apresentação da realidade. Com ou sem regulação, estes manterão seu perfil conservador. Lutar por migalhas de espaços em suas páginas ou viver desmentindo suas falácias jamais será suficiente para democratizar o direito à comunicação.

Gabriel Brito é jornalista.

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14 comentários

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Analice Silva

18 de janeiro de 2012 às 21h45

No resto do Brasil as coisas funcionam? Educação, saúde, trabalho para todos? Se a participação tributária dos demais estados fosse a mesma, certamente o país seria melhor, o Governo Federal teria meios para fazer o que não faz.. Temos há vinte anos um governo ruim… e uma "elite" que trabalha, produz eque paga as contas do bolsa-família. Sem a nossa contribuição tributária este benefício poderia não existir.

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joni

27 de outubro de 2011 às 14h20

Depois que ouvi de uma pessoa, que nunca se interessou por política,apontar as contradições e o mau humor de certas TVs, revistas e jornais, creio que a "coisa", está surtindo efeito. Transcrevo aqui uma frase: eu melhorei de vida nestes últimos anos, minha família melhorou,os meus amigos também. Será que els moram em outro país?

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CLAUDIO LUIZ PESSUTI

27 de outubro de 2011 às 13h17

Ok, e o que você acha do seguinte:esta semana houve um dia de protesto NACIONAL dos profissionais do SUS contra os baixos salários e as mas condições da saúde e não houve uma unica matéria nos chamados blogs progressistas.Ja num , bem "afiado" por ai, ate inauguração de ponte com direito a foto de Lula e Dilma de cocar(amigos, parece coisa do regime militar, inauguração ufanista de obra e presidenta colocando cocar na cabeça, impressionante!!). Então o que eu acho e que se você quer diferença , tem que ser diferente. Senão , muda a posição relativa mas o procedimento continua o mesmo.Que a mídia paulista faz isso, já e noticia antiga.Agora o atual governo da Dilma esta fazendo a mesma coisa em vários setores, negando problemas e dizendo que e "critica politica". Então , no fim, as coisas vão indo para o mesmo caminho.

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Jason_Kay

26 de outubro de 2011 às 23h03

"SP tem as 18 melhores ligações viárias do Brasil, mostra pesquisa"

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) aponta que estão em São Paulo as 18 melhores ligações viárias –extensões formadas por uma ou mais rodovias federais ou estaduais pavimentadas– do país.

As primeiras do ranking são administradas por concessões privadas.

26/10/2011 – 16h42

"Pesquisa mostra disparidade entre rodovias privadas e de gestão pública"

DA AGÊNCIA BRASIL

A 15ª Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada nesta quarta-feira pela Confederação Nacional do Transporte, mostrou a grande disparidade entre as condições das rodovias sob concessão privada e sob responsabilidade dos governos federal e estadual.

"Os dez trechos de rodovias mais bem avaliados estão em São Paulo e são concedidos à iniciativa privada", disse o diretor executivo da CNT, Bruno Batista.

De acordo com a pesquisa, a soma dos resultados ótimos e bons do estado geral das rodovias sob gestão pública federal e estadual foi de 33,8%, enquanto nas concedidas à iniciativa privada esse percentual ficou em 86,9%.

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"Os dez trechos de rodovias mais bem avaliados estão em São Paulo e são concedidos à iniciativa privada", disse o diretor executivo da CNT, Bruno Batista.

"De acordo com a pesquisa, a soma dos resultados ótimos e bons do estado geral das rodovias sob gestão pública federal e estadual foi de 33,8%, enquanto nas concedidas à iniciativa privada esse percentual ficou em 86,9%."

OH! QUE HORROR!

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    ANDRE

    31 de outubro de 2011 às 23h40

    Garanto que as carteiras dos motoristas que trafegam nessas estradas estão vazias

    mfs

    04 de novembro de 2011 às 21h44

    Sim, e as mansões de São Paulo que custam milhões de reais em geral estão no nível da algumas das melhores do Primeiro Mundo. O que demonstra a necessidade imperiosa de o Brasil manter a atual distribuição de renda, única maneira de garantir a qualidade top de parte das moradias no país. Ah sim, se a saúde fosse toda privatizada, poderiam destinar as verbas públicas para subsidiar o sistema particular, que assim garantiria excelente qualidade para os que pudessem pagar os planos de saúde… A excelente lógica da direita! Gastem com a minoria e verão que há qualidade disponível.

    Luciana

    06 de novembro de 2011 às 01h50

    Você esqueceu de mencionar os muitos km de ferrovias de primeiro mundo – porque trem é coisa de primeiro mundo! – construídos pelo PSDB, integrando os principais centros urbanos do estado. Você esqueceu de mencionar que Campinas, uma cidade com dezenas de universidades, tem metrô de excelente qualidade construído ao longo dos 20 anos de governo. Você não disse que o PSDB usou o dinheiro do Bco Mundial para finalmente despoluir o Tietê, conforme promessa – e propaganda de TV! – na primeira metade dos 1990, para deixar o rio limpinho (como todos podemos ver). Você também não disse que os níveis de poluição da cidade de SP chegaram a níveis mínimos, justamente porque o PSDB prioriza o transporte coletivo, política pública de primeiríssimo mundo! Ah, você também esqueceu de dizer que a educação e a saúde (públicas) em SP – o que realmente interessa quando se fala em desenvolvimento econômico e social – são impecáveis, com os profissionais valorizados e mais bem pagos do país, e alunos e pacientes felizes da vida. Tudo bem, tanta preocupação assim com as estradas para os carros não permite mesmo que se olhe em volta e faça uma análise mais apurada da realidade…

Lu_Witovisk

26 de outubro de 2011 às 19h32

Declaração de atriz hollywoodiana "É preocupante ver que as produções estão ficando cada vez mais conservadoras. Eu vejo filmes dos anos 1970, como 'Rede de Intrigas' [de Sidney Lumet] e não acho que ele seria produzido hoje. Uma história que desafia o público a questionar a credibilidade da mídia? Isso é considerado muito desafiador hoje." Emma Stone.

Questionar a credibilidade da mídia virou algo MUITO DESAFIADOR. Não preciso dizer mais nada.
http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/hol

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helena

26 de outubro de 2011 às 18h37

Ótimo artigo: denso, consistente, extenso e muito esclarecedor. E ao autor minha admiração pelo profundo humanismo de sua formação.

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Julio Silveira

26 de outubro de 2011 às 16h17

Fico imaginando como estão os grupos midiaticos que compõem o poder instalado em São Paulo nestes ultimos anos. Devem estar torcendo para que venha logo um governo oposicionistas para irem em catarse para a oposição e atribuir tudo de ruim que existe em Sampa, que nestes ultimos 20 anos de governo tucano paulista prometeram e não cumpriram. Devem estar sofrendo com a garganta coçando, está ficando dificil para eles atribuirem aos idos governos petistas a responsabilidade pelas mazelas paulistas afinal tão ficando sem desculpas para mais um periodo de enganação.

Responder

pap

26 de outubro de 2011 às 15h48

A proposito da parte da matéria que fala em educação e mercado de trabalho:

Por que pouco ou nada se fala ou se critica sobre essa gente em forma de consultores,especialistas e profissionais que
atuam em recursos humanos, que da boca para fora falam em curriculos, formação de primeira linha, viagens pelo mundo
(melhor ainda se for para os eua, sua terra de coração),eficácia,produtividade,excelência, que no fundo não passa de
defesa dos interesses de quem lhes paga e os abriga embaixo das asas(empresas e o mercado corporativo), mas que
acabam recorrendo ao famigerado networking – que não passa da versão "in english" de algo conhecido como "quem
indicou"-isso para não dizer do peleguismo enrustido e ter que aceitar lidar com interesses, fora que não admitem ou
omitem suas falhas, para não dizer ter que engolir situações que para eles fogem da compreensão ianque de vida que
tem: situações tipo lula recebendo titulos no exterior e neto apresentando programa de tv.
Não passam de serviçais de "mirandas"(a chefe do filme O DIABO VESTE PRADA).

Responder

jose

26 de outubro de 2011 às 13h37

O SR Gabriel já pediu a benção da revista Veja? Caso não tenha pedido, encaminhe-se à ed Abril e solicite ao nosso Presidente Civita o que voce pode reinvindicar, querer, amar, odiar, requerer, e principalmente o que vc pode criticar, depois disso venha a público e cite o que devemos fazer, tudo de acordo com nosso honorável Presidente da Republica Federativa do Brasil, sua excelencia, o Sr Civita, aguardamos suas ordens amado Presidente!

Responder

    Jairo_Beraldo

    26 de outubro de 2011 às 15h46

    Talvez mr. Robert Civita, venha a deitar na maca que está a montar para a presidenta…quem viver, verá o desfecho desta tramóia…façam suas apostas…

    Lu_Witovisk

    26 de outubro de 2011 às 19h33

    Oxalá!


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