VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Altamiro Borges: Fundos privados degradam serviço público


28/02/2012 - 21h43

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Retrocesso na previdência do servidor

Por Altamiro Borges, no blog do Miro

Por pressão do Palácio do Planalto, poderá ser votado ainda nesta semana o projeto que cria o Funpresp (Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público Federal). O DEM ameaça obstruir a votação e o PSDB diz que apresentará emendas. Os dois partidos concordam com a tese de “privatização” da previdência social, mas tentam criar embaraços e constrangimentos para o governo num ano eleitoral.

Na outra ponta, deputados mais vinculados ao movimento sindical resistem à pressa na votação por discordarem do conteúdo do projeto. Ele cria novas regras para os futuros servidores, que perdem a aposentadoria com salário integral e passam a receber os valores mínimos do INSS. Para complementar a renda, eles terão que contribuir para um fundo privado da previdência.

Servidor “pauperizado”, serviço “degradado”

Inúmeros estudos indicam que o Funpresp prejudicará os funcionários públicos e terá impacto negativo na própria qualidade dos serviços prestados à população. Sem a aposentadoria integral, várias carreiras despertarão menos interesse dos profissionais com maior formação. Experiências mundiais comprovam que os “fundos privados” degradam os serviços e beneficiam exclusivamente os banqueiros.

Segundo alerta o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), Pedro Delarue, “a criação da previdência complementar para o funcionalismo público vai retirar uma das poucas vantagens de se entrar para o setor. Ele vai ficar esvaziado e a população é que será prejudicada”. O servidor será “pauperizado” e o serviço será ainda mais degradado.

Máquina de capital para os banqueiros

Já para João Paulo Ribeiro, dirigente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), o projeto é “privatizante”, retira direitos históricos dos servidores e beneficia apenas o chamado mercado. O Funpresp será “uma máquina do capital”, permitindo que a contribuição dos trabalhadores seja “usada pelos bancos e instituições financeiras em transações e especulações”.

A votação do projeto deve ser tensa. A Confederação Nacional dos Servidores Públicos (Condsef) agendou visitas aos deputados. Também foi criada uma Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público, que recebeu a adesão de mais de 200 deputados. Além disso, caso seja aprovado, a briga irá para a Justiça, já que o projeto tem “várias inconstitucionalidades”, segundo o Sindifisco.

A pressão da mídia rentista

Apesar da pressão, o governo federal não está disposto a negociar. Alega que o Funpresp é vital para reduzir os gastos e equilibrar as contas públicas. Nesta ofensiva, a presidente Dilma Rousseff conta com o apoio dos deputados ligados às entidades patronais e da mídia corporativa. Nas últimas semanas, os jornalões publicaram vários editoriais em defesa do projeto.

O jornal Valor, por exemplo, defendeu no seu editorial de sexta-feira passada (24) que o “Funpresp é prioridade para desarmar a ‘bomba relógio’” dos gastos públicos. Na mesma semana, outro editorial do diário das famiglias Marinho e Frias, mais voltado para os executivos, criticou o governo pela redução da taxa básica de juros. Bem coerente: mais juros para os rentistas, menos direito para os servidores!

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116 comentários

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JOSE DANTAS

05 de março de 2012 às 18h21

"várias carreiras despertarão menos interesse dos profissionais com maior formação" Isso seria impossível por absoluta falta de espaço.

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Marcelo de Lima

01 de março de 2012 às 22h03

Nos anos 80 e 90 trabalhava em uma mutinacional que prestava serviço em diversas estatais e o que eu via era um grande cabide de emprego.
Naquela época os jornalões reclamavam, apontavam ineficiencia nas estatais e os funcionarios delas se sentiam donos daquilo.
Os sindicatos só reclamavam e nada faziam para que o corporativismo e desperdicio de dinheiro fosse estancado, quando vieram as privatizações eu ví na Petroflex demitidos que nem puderam sair dos onibus, assim como ví o prédio da Telerj, Banerj, Petrofertil e CSN no RJ ficarem vazios.
Agora te pergunto, porque os sindicatos não cessaram os desmandos na administração púbica e preferiram mamar nas tetas do governo?
Reclamar da perda de vantagem é mole, difícil é apontar o erro no sistema corrompido que te favorece.

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Marcelo de Lima

01 de março de 2012 às 21h53

Trabalhei na iniciativa privada por 20 anos de minha vida e hoje sou funcionario publico, então não entendo ainda toda a novela que estão fazendo contra este funpresp, principamente que meu salário é muito melhor do que era e o plano de carreira nem se compara.

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Lucas Costa

29 de fevereiro de 2012 às 23h53

A qualidade dos serviços prestados tem lá sua correlação com os benefícios concedidos aos trabalhadores. O serviço melhorou bastante de uns anos para cá. O desmonte dos anos 1990 vinha sendo revertido, mas parece que a maré mudou de vez!

Estão criando um enorme passivo futuro. O nível do serviço pública tende ao declínio com esse tipo de política de desmonte. Supressão de direitos não tende a ser um afrodisíaco para incremento da produtividade e qualidade. Os anos 1990 estão aí e não nos deixam mentir.

Não são todos os servidores que ganham R$ 30.000,00. Professores de universidades e centros tecnológicos ganham um salário bem raquítico quando comparados com isso aí, principalmente levando em conta que possuem uma formação bastante elevada (mestrado, doutorado, etc.). Um professor doutor, na melhor das hipóteses, se forma por volta dos 30 anos. Não sei como esse camarada que começa a trabalhar tão tarde, por força das peculiaridades dos pré-requisitos de sua carreira, irá fazer para manter o seu padrão salarial quando de sua aposentadoria.

Talvez aumentem a aposentadoria compulsória para 80 anos, daqui a uns dias… Aí sim. O professor doutor conseguirá construir um saldo previdenciário capaz de manter os seus R$ 10.000,00 de salário na aposentadoria. Isso se não esculhambarem o novo fundo com as engenharias contábeis, fazendo com que o dinheiro vá parar ali pelo Caribe…

Antigamente o PT não era dado a essas coisas não. Muito estranho vê-lo de braços dados com o PSDB nessa nova empreitada. Por falar em Caribe, esquisitíssimo o PT em silêncio, ladeado pelo PSDB, diante da CPI da Privataria. A resposta virá em 2014. O PT está comprando briga com gente que tem lá sua capacidade de articulação.

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Sagarana

29 de fevereiro de 2012 às 17h50

Nessa eu não voto mais!

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Nelson

29 de fevereiro de 2012 às 16h43

O Funpresp é mais uma medida implementada pelo governo Dilma a mostrar que o duo FMI/Banco Mundial continua a mandar aqui dentro. Ao contrário de toda aquela ladainha de que se utilizaram os lulistas juramentados quando afirmavam que o FMI já não "dava mais cartas" por aqui.

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betinho2

29 de fevereiro de 2012 às 16h10

Li a matéria e os comentários. Primeira constatação é que está havendo uma total ideologização e partidarização na questão, consequentemente desvio analítico.
Vou começar com um exemplo. Minha ex esposa, aposentada do BB recebe integral, parte INSS, parte Previ.
Exporadicamente a Previ faz uma distribuição de parte dos lucros, quando a lucratividade fica acima da necessidade da reserva atuarial. Atualmente minha ex está recebendo esse complemento, mensalmente, equivalente a +- 18% da aposentadoria. No sistema previdenciário estatal isso jamais aconteceria, primeiramente por ser históricamente deficitário, coberto com os impostos de todos nós, segundo, mesmo que fosse lucrativa, as sobras não poderiam ser usadas para compras de ações ou empresas, como faz a Previ. Portanto, caso a Previdência estatal não fosse deficitária, ai sim suas sobras atuariais seriam, ou momentaneamente incorporadas ao Tesouro, ou aplicações em bancos.
Segunda questão, é enganoso dizer que haverá perda de direitos, pois os atuais funcionários não serão atingidos, somente os novos estarão sujeitos ao novo regime.
Terceira questão, todo país é dependente de poupança interna, que vai além do conceito de depósito na poupança. O sistema Previdenciário estatal, como é deficitário em quase 100% dos países em que existe, jamais poderá ser considerado poupança, ao contrário de uma Previ. Não fossem os fundos de pensão, principalmente do BB, CEF e Petrobrás, a desnacionalização de nossas empressas teria sido absurdamente maior, a Vale por exemplo, tirando a parte do Bradesco, estaria na mão de extrangeiros.
A Previ é hoje o maior Fundo de Pensão da América Latina e 24º do mundo, com patrimônio de mais de 150 bilhões. Não é muito, considerando que o Fundo de Pensão dos professores dos EEUU tinha a 10 anos atrás mais de um TRILHÃO de dólares de patrimônio, não sei hoje. Quero crer, que o que está sendo criado é um Fundo nos moldes da Previ, se for isso, será bem vindo, e é falácia dizer que será para engordar lucro de Bancos, a Previ é contraprova. O atual sistema de aposentadorias integrais sangra toda a população através dos impostos, o novo regime será, aos moldes da Previ, sustentado por seus próprios benificiários e certamente por um aporte do Governo Federal, como co-patrocinador, porém com um desembolso menor que atualmente, na integridade das aposentadorias.
Última questão, a Previdência Estatal, nos atuais moldes, com a espectativa de vida aumentando anos a anos, será cada vez mais deficitária, e se hoje a choradeira (com razão) da sangria da juros, amanhã será sobrepujada pelo insustentável sistema previdenciário.
A bem da verdade histórica uma resalva deve ser feita. Nos primórdios da criação da Previdência, com suas diversas nomenclaturas mudadas através dos tempos, era altamente superavitária, pois havia milhares de contribuintes e pouquissimos aposentados. Esse acúmulo de "poupança" foi usado em empréstimos para Estados e Municípios, que como todos sabemos, sempre foram rolados e nuna pagos, e hoje fazem parte da enorme dívida federal, que assumiu as dívidas estaduais e municipais. ou seja, o dinheiro da Previdência foi "queimada" no passado. O BNH, teve seu capital inicial também oriundo das sobras da Previdência, quebrou e nunca devolveu o capital.
De maneiras, que os funcionários, públicos ou privados, jamais terão poder de decisão no sistema previdenciário Estatal, ao contrário de um Fundo de Pensão privado, à exmplo da Previ e outros.

Responder

    betinho2

    29 de fevereiro de 2012 às 16h57

    Alguns devem lembrar o quanto a Previ já foi criticada no passado, dizendo dos seus "previlégios", bem como dos funcionários do BB. Hoje se dá o contrário, dizem que o sistema (fundo de pensão) tira direitos e que "terá impacto negativo na própria qualidade dos serviços prestados à população"?
    Esqueciam de dizer que os funcionários do BB contribuiam para a Previ e ao mesmo tempo para a Previdência Estatal. Mudaram de opinião ou de lado político?
    Perguntem hoje aos funcionários aposentados do BB, se fosse possivel retroagir e optar pelo atual sistema de aposentadorias integrais, sem a Previ repassando lucros e elevando os salários além da integralidade, se optariam em mudar a opção.

Valdeci Elias

29 de fevereiro de 2012 às 15h49

Uma vez na faculdade, um professor de defendendo o estado minimo, afirmou que o Estado não era pra gastar com saude, nem com aposentadoria . Varios alunos perguntaram oque aconteceriam com os pobres e os idosos. O professor respondeu, que no Brasil Imperial, quem cuidava dos pobres era a Igreja, e não o Estado.
Se não lutar-mos, é isso que vai acontecer. Trabalhador doente, ou velho vai depender de caridade. Nós temos a falsa ilusão que férias remunerada, licensa remunerada, aposentadoria, sempre exitiram e são intocaveis. È só olhar na China, India e EUA e ver que não é verdade.

Responder

Celso Reis

29 de fevereiro de 2012 às 15h07

Sou a favor da criação do fundo. Nada justifica o "privilégio" da aposentadoria com salário integral do funcionalismo federal. Pior do que isto: no Judicíário existem aposentadorias faraônicas de juizes e desembargadores em cima do chamado "direito adquirido", que no caso deles se torna "privilégio adquirido". Tudo isto pago pelo bolso do contribuinte que aposenta regido pela CLT, na melhor das hipóteses com o teto de 10 salários de referência (valor inferior a 10 salários mínimos).

Responder

    André

    04 de março de 2012 às 10h12

    realmente, o privilégio acabaria se os funcionários da inciativa privada também tivessem aposentadoria integral. Trabalhador brasileiro gosta de nivelar por baixo e se contentar com migalhas. infelizmente.

Sr.Indignado

29 de fevereiro de 2012 às 14h23

Manchete possível: Governo joga servidores federais na privada.

Responder

walter junior

29 de fevereiro de 2012 às 13h53

O Brasil é o país da lorota.
Independente do partido os caras sempre falam que são pela educação, saúde , habitação e segurança.

Vamos aos números:
Paguei , na fonte, mais de 20 mil de imposto de renda.
O governo dos trabalhadores vai me devolver 1.400 pratas.
Gastei com educação quase 6 mil reais no ano, sem contar os livros didáticos.
O governo da educação deduz do meu imposto de renda 2 mil e novecentos reais
Gastei com previdência oficial e plano de saúde mais de 11 mil reais
O governo da saúde deduz 4 mil reais
Gastei com habitação entre aluguel e condominio mais de 19 mil reais
O governo da habitação não me deduz NADA e nem me devolve NADA.
Segurança então nem se fala, é alarme pro carro, alarme para casa
O governo da segurança não devolve nada.
Sem falar que pago IPVA para andar em ruas e estradas esburacadas.
Pago IPTU além do aluguel e do condominio.

VIVA O PARTIDO DOS TRABALHADORES , o governo da saude, da habitacao,da educacao , da seguranca :o governo dos banqueiros e da roubalheira, tal e qual os outros que o antecederam

Responder

helio filho

29 de fevereiro de 2012 às 13h25

Desconfio, por instinto e conviccao, de qualquer retrocesso nos direitos do trabalhador.
Mas ha uma equacao a ser resolvida, que deve levar em conta o envelhecimento da populacao,
ja em marcha no Brasil. Menos trabalhadores ativos, mais beneficios (justos) a pagar.
E um deficit, ja consideravel. Argumento da direita, verdade, mas nem por isso desprezivel.
Qual a alternativa?

Responder

    Oxaguiam

    29 de fevereiro de 2012 às 14h13

    Simples. Ao invés de gastar 47% do orçamento com juros e amortização da dívida aos bancos, gastar parte dessa montanha de dinheiro com a Previdência (18% hoje), não só dos servidores públicos como dos trabalhadores em geral.
    Um Estado precisa cobrar impostos justamente porque tem muitas despesas e estas não dão lucro… A questão é quais priorizar. Em qualquer lugar com um mínimo de dignidade educação, saúde, previdência e assistência são prioridade e não dar lucro a banqueiros.

    beattrice

    29 de fevereiro de 2012 às 14h22

    Aumentar a base de arrecadação [informais] e cobrar os devedores corporativos biliardários.

    Oxaguiam

    29 de fevereiro de 2012 às 14h24

    Tem mais alternativas. Se quer se livrar dos "custos" da Previdência do servidor, ao invés de entregar o dinheiro da aposentadoria do servidor público para o mercado financeiro, o Governo deveria, para os novos servidores, criar uma Previdência com contas individuais onde seria depositado o dinheiro (a parte do Estado e a parte do servidor), sendo que esta conta deveria ser remunerada da mesma forma que o Governo remunera os bancos (nem mais nem menos). Esses recursos pertenceriam ao servidor (obviamente só poderiam ser sacados para efeitos de aposentadoria) e sua gestão seria de responsabilidade do Estado em seus bancos públicos, sem possibilidade de "investimento" deste recursos, principalmente para privatização de bens e serviços públicos.

    André

    04 de março de 2012 às 10h19

    alternativa: o dinheiro ir para quem trabalha e não ficar na mão de quem nao faz nada. Como? acabar com os privilégios, inclusive a aposentadoria, de parlamentares, presidentes e presidenta, prefeitos e governadores. Taxar fortemente os ganhos financeiros. Revisão na tabela do IR para a faixa dos 1% do estrato superior de renda. Encampar todos os bens de corruptos e seus parentes, vendê-los e colocar o resultado no caixa da previdência geral. Diminuir os juros ao invés de ficar consultado o mercado sobre qual taxa de juros eles querem receber(com o eufemismo de 'expectativas'). Aumentar a produtividade e fazer com que os ganhos sejam distribuidos para os trabalhadores, em lugar de procurar ganhos retirando direitos e pagando salário miserável como é comum no Brasil. Fico por aqui , mas tem mais.

BRUNO BARROS

29 de fevereiro de 2012 às 12h06

Além da CPI DA PRIVATARIA QUE NÃO SAI, A DILMA ACABA DE GARFAR OS SERVIDORES PÚBLICOS. É, PT, QUE VERGONHA! NEM O BOCA MOLE DO FHC CONSEGUIU ESSA FAÇANHA!!!! O LULA NÃO QUIS NEM PENSOU EM FAZER ISSO!!!! POR FAVOR, RETIRE O NOME TRABALHADORES DO PT. SERVIDOR NÃO TEM FGTS E AGORA TERÁ UM TETO DE APENAS 3,6 MIL PARA SE APONSENTAR, MAS PARLAMENTARES E A PRÓPRIA PRESIDENTA SE APOSENTARÁ COM O INTEGRAL POR APENAS 4 ANOS DE TRABALHO!!!! VERGONHA, VERGONHA!

Responder

    Conceição Lemes

    29 de fevereiro de 2012 às 12h44

    Bruno, letras minúsculas nos próximos comentários, por favor. Normas do Viomundo. abs

    Bruno

    29 de fevereiro de 2012 às 13h21

    Ok, obrigado por ter postado, sou novo aqui é que foi a indignação! E,bota indignação nisso, sou petista e me sinto enganado. De um lado, os vendilhões tucanos, entreguistas, capazes de vender a própria mãe. Agora a Dilma vem com essa??? Francamente… não temos para onde correr. Daqui a pouco vão acabar com a estabilidade. Tenho certeza!!!!

Vinicius Garcia

29 de fevereiro de 2012 às 11h30

Os Fundos de Previdência Privados são os piores investimentos que alguém pode fazer, nenhum, absolutamente nenhum dá um bom retorno ao dinheiro aplicado, uma simples poupança, consegue ser mais rentável que um fundo de previdência privado, há que se estudar melhores soluções.

Responder

    Valdeci Elias

    29 de fevereiro de 2012 às 15h36

    A poupança funciona, se a pessoa não adoecer nem sofrer um acidente.

    betinho2

    29 de fevereiro de 2012 às 17h20

    Vinícius
    Dá uma lida no meu outro comentário sobre a rentabilidade e retorno de lucro da Previ aos seus mantenedores.

Joao Barbosa

29 de fevereiro de 2012 às 11h13

Vou ater-me, apenas, à algumas das inverdades do texto do Altamiro Borges:

1- "pressão do Palácio do Planalto": Leia-se, tentativa sensata do governo Dilma, vislumbrando o futuro, de equilibrar os pagamentos dos benefícios previdenciários. É melhor cada um receber um pouco, do que poucos, receberem tudo.

2- “privatização” da previdência social: A adesão a previdência privada é opcional e não mandatória. Como o Brasil está transformando-se em um país desenvolvido é salutar, adotar uma postura menos paternalista com relação aos servidores públicos.

3- "passam a receber os valores mínimos do INSS": Errado, eles passam a receber o TETO e não o mínimo.

4- "terá impacto negativo na própria qualidade dos serviços prestados à população": Com esta afirmação, o autor acaba de colocar preço na honestidade de todos os servidores. Um salário exorbitante NÃO condiciona excelência na prestação de serviço público, vide a situação atual do poder judiciário. Recebem os MAIORES salário do serviço público e prestação um serviço EXTREMAMENTE ruim. Felizmente, ao contrário do que diz o autor, a maioria dos servidores continuará a exercer o seu trabalho com eficiência.

5- "Sem a aposentadoria integral, várias carreiras despertarão menos interesse dos profissionais com maior formação": Com o fortalecimento da máquina pública e tendo um estado realmente indutor de políticas públicas, os bons profissionais SEMPRE estarão interessados pela carreira pública. Vide a enorme procura pelos atuais concursos. O fator instabilidade econômica, que se implantou em definitivo na ordem mundial, também é um fomentador na busca pela carreira pública.

6- "retira direitos históricos dos servidores": A sociedade vê esses "direitos" como privilégios. Se os serviços fossem prestados com eficácia, talvez a população relevasse estes privilégios, mas, como não é este o entendimento da maioria do povo, então, não faz sentido manter tais salários.

7- "Dilma Rousseff conta com o apoio dos deputados ligados às entidades patronais e da mídia corporativa": Sem comentários…apenas risos…

Responder

    walter junior

    29 de fevereiro de 2012 às 14h00

    Joao Barbosa… Voce está completamente equivocado.
    O Poder Judiciario recebe hoje em dia um dos menores salários do serviço público.
    Pare de repetir igual papagaio e vai pesquisar .
    Ate tecnico do INSS ganha mais que tecnico do judiciario. O ultimo concurso pro TRF2 teve 29% de ausências. O cara fez a inscrição e não apareceu porque o salário não vale a pena.
    Não confunda salário de Juiz com salário de servidor do Poder Judiciário

    Joao Barbosa

    29 de fevereiro de 2012 às 16h48

    Prezado Walter,

    Eu balizei os meus comentários em números extraídos dessas fontes:

    Salário médio do Judiciário é o maior dos Três Poderes: http://contasabertas.uol.com.br/WebSite/Noticias/…

    Salário de funcionário público sobe 8 vezes mais que o do setor privado: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,salar…

    Tabela de vencimentos e gratificações :http://www.jf.jus.br/cjf/gestao-pessoas/administracao-de-rh/tabelas-de-remuneracao/servidores/Tabela%20de%20vencimentos%20e%20gratificacoes%20-%2001_12_2008.pdf/view

    Boletim Estatístico de Pessoal: http://www.servidor.gov.br/publicacao/boletim_est…

    Aumento de 56% para os servidores do Judiciário: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/…

    O pior cego é o que não quer enxergar…

    BRUNO BARROS

    29 de fevereiro de 2012 às 15h29

    no mínimo, vc é mal intencionado. Ou é recalcado! Ou é banqueiro, estes serão os verdadeiros beneficiários dos fundos…. Francamente, vendilhão tem em tudo quanto é lugar. Eu até acreditaria na sua opinião se os parlamentares, STF e a própria Dilma, governadores e prefeitos fossem enquadrados nessa lei!

    Ronaldo Curitiba

    29 de fevereiro de 2012 às 15h36

    Assino embaixo.

    Quero ver o tamanho da fila para os concursos públicos após a aprovação do projeto. Dizer que a aposentadoria é o argumento para o serviço público deve ser a explicação porque os funcionários públicos, em sua maioria, ficam sentados esperando o tempo passar.

    Não adianta protestar. Devido a minha profissão frequentei as repartições públicas e foi o que eu via. Quem nega é porque tem interesse através do próprio emprego ou de algum parente.

    E não entendo a grita geral. Os funcionários atuais estão com o seu futuro garantido. Estão lamentando a queda da qualidade que virá? Que tal se preocupar com a qualidade AGORA? Deixem o problema do fundo para os que virão. Quem não gostar não precisa entrar. O setor privado está empregando como nunca.

    Me aposentei pelo INSS e durante a vida toda cuidei de poupar para complementar a aposentadoria. Agora estou garantido. Não fiquei rico mas vivo com dignidade. Os ilustres funcionários públicos não podem fazer isto?

    Espero que esta atitude do governo federal se espalhe pelas outras esferas do poder.

    A lamentar o fato de o judiciário ter o próprio fundo. Imagem o que vai acontecer em mais esta caixa preta.

    Nelson

    29 de fevereiro de 2012 às 16h29

    Pela madrugada, Seu Curitiba. Teu comentário transborda rancor. O rancor de quem não conseguiu receber um salário parecido com o que grande parte dos funcionários públicos recebem, que, é preciso dizer, não é nenhuma fortuna, não. A não ser uma pequena parte, que deve andar em torno dos 3% ou 4%, no máximo, os quais pode-se dizer que recebem altos salários verdadeiros, a esmagadora maioria dos funcionários públicos deste país o que faz é receber salários bem mais dignos do que aquela merreca que, normalmente, a iniciativa privada paga.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 19h54

    nao adianta repetir isso. os desonestos intelectualmente pegam a propaganda que a campanha do Gudin, da fiesp e do collor cristalizaram na cabeca de quem desconhece o funcionamento do sistema publico, e repetem ad nauseum.

    Nelson

    29 de fevereiro de 2012 às 16h32

    "Deixem o problema do fundo para os que virão".
    Então é assim que tu acreditas que deve ser, meu caro Curitiba. Individualismo, egoísmo, à toda prova. Se eu consegui me dar bem, o resto que se f…. Nada mais neoliberal que essa tua postura.

    Nelson

    29 de fevereiro de 2012 às 16h40

    Fosse a realidade brasileira conforme tu pintas quando escreves que "os funcionários públicos, em sua maioria, ficam sentados esperando o tempo passar", aí, sim, estaríamos numa "M" total.
    Eu te afirmo que a realidade é diferente, bem ao contrário do que tu descreves: a maioria dos funcionários públicos trabalha com afinco e não tem reconhecido seu esforço.

    Eduardo

    29 de fevereiro de 2012 às 16h24

    Matou a cobra e mostrou o pau !! Mais claro, impossível.
    O Altamiro atirou na codorna e acertou no cachorro. Poderia ter escolhido um tema mais ameno, para não perder credibilidade.
    Não existe fórmula mágica que permita, a partir de uma contribuição mensal de 12 a 20% do salário, desfrutar de uma aposentadoria integral, aos 60 anos. Em nenhuma sociedade do mundo, em regime nenhum, simplesmente porque é uma questão aritmética, independe de sistemas e ideologias.

    André

    04 de março de 2012 às 10h08

    realmente o item sete só rindo mesmo….como é a mais absoluta verdade, nao deu para dizer dizer mostrar que era inverdade…o projeto foi aprovado com o voto da maioria do… PSDB. Precisa dizer mais????

José DF

29 de fevereiro de 2012 às 10h50

O PT finalmente rasgou sua última bandeira. Depois do Lula criar contribuição para tomar dinheiro de aposentados e pensionistas – com apoio do PSDB, destaque-se – Dilma mobiliza a base parlamentar para aprovar a criação de fundo de previdência complementar para os servidores. O governo, com grande auxílio da mídia, vende à opinião pública a ideia que os funcionários públicos são a razão das mazelas da nação alardeando um déficit que, na verdade, não existe.
Historicamente, os recursos destinados aos cofres da seguridade social são permanentemente desviados para outras finalidades. Enquanto isso, prossegue intocável os ditames da cartilha conservadora.

Responder

Paulo

29 de fevereiro de 2012 às 10h39

…“a criação da previdência complementar para o funcionalismo público vai retirar uma das poucas vantagens de se entrar para o setor. Ele vai ficar esvaziado e a população é que será prejudicada”. Na mosca. O grande atrativo do serviço público atualmente é a garantia da aposentadoria integral, sem ficar refém da "merreca" concedida pelo INSS para os celetistas. Além disso, já é sabido que fundos de pensões sempre estão sujeitos a má gestão ou gestão fraudulenta, prejudicando os beneficiários quando eles mais precisam: na terceira idade. Vide o caso dos aeronautas da Varig.

Responder

leoleo

29 de fevereiro de 2012 às 10h24

Brasil pais incrivel, agora toda esquerda contra Dilma, Democracia é isso, jogo de mercado minha gente, gostem ou não.

Responder

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 12h20

    nao, democracia nao e forca de mercado. alias, foi preciso muita batalha do movimento operario pra enfiar democracia nos regimes politicos que optaram pelas forcas de mercado. essa nocao liberaloide de democracia como liberdade das forcas economicas e' tacanha, reducionista, histricamente falsa, e contraria toda a teoria democratica desde seus inventores gregos.

    Carmen

    01 de março de 2012 às 01h32

    Meu caro, depois de lutas históricas para restaurar a democracia hoje me sinto de luto!!!!! Mas saudemos a tua "servidão voluntária" …. você deve ser aqueles assalariados que pensam que são capitalistas porque recebem um dinheiro no final do mês para viver o mes seguinte e confundem com capital.

Filipe Rodrigues

29 de fevereiro de 2012 às 10h22

Que corporativismo, a esquerda defendendo os marajás e seus privilégios.
O sujeito que aposenta pelo serviço público muitas vezes ganha acima do teto, o governo gasta boa parte do orçamento para pagar seu salário e ainda reclamam?
Enquanto o aposentado que não fez carreira no serviço público e a ganha acima do mínimo vive no sufoco, pois todo o dinheiro gasto na previdência vai para sustentar a vida mansa dos afetados pelo projeto.

Responder

    Matheus

    29 de fevereiro de 2012 às 15h06

    Esse aí votou no Collor.

    Incrível que esses espertalhões que crucificam os funcionários públicos, principalmente os da educação, saúde, segurança, ciência, etc., não se incomodam com os banqueiros bilionários especulando à vontade, com empresários explorando trabalho escravo ou pagando salários miseráveis, etc. Bando de hipócritas elitistas!

leoleo

29 de fevereiro de 2012 às 10h21

sempre foi uma distorção funcinário público aposentar com salário integral, só no Brasil, mas lógico que apos decadas vão chiar muito, mas é a unica solução independente de qualquer tipo de governo (democratico claro), pois senão INSS não dura mais 30 anos.

Responder

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 20h02

    "so no brasil" e' um dos bordoes mais ridiculos e vazios dos direitoides… Sabe que os escandinavos, todos eles, estao entre os mais ricos do mundo, suponho. Ja estudou alguma coisa relacionada ao papel do welfare state, da seguridade social e do FUNCIONALISMO PUBLICO no desenvolvimento dessas economias? Claro que nao.

evando peixoto

29 de fevereiro de 2012 às 10h05

Não é verdade que a aposentadoria dos futuros servidores (os atuais continuam com o dereito adquirido) será como a do setor privado. Os trabalhadores da iniciativa privada não contam com fundo de pensão patrocinado, como será o dos servidores. Com o Funpresp, os servidores vão contribuir com valor X e a União entra com outro X para a composição do fundo para a aposentadoria complementar. Nenhum patrão da iniciativa privada faz isso. Ou não haverá contribuição por parte da União ao Funpresp? Se não haverá, estou falando besteira.

Responder

Luiz Lima

29 de fevereiro de 2012 às 10h02

Este projeto – que, a propósito, foi aprovado na Câmara com nada menos que 70% dos votos dos deputados – é condenável não apenas pelo que propõe explicitamente. A ideia de criar fundos de pensão para os servidores públicos é dar um belo passo no desmonte progressivo do regime de aposentadorias por repartição – em que trabalhadores ativos custeiam as pensões dos inativos -, substituindo-o pelo regime de capitalização (em que cada um trata de "construir" seu próprio pecúlio). Isto já ocorre em boa parte da "iniciativa privada" e nas empresas estatais de "economia mista" (vejam aí a Previ, o Petros, o FUNCEF etc.). Além de destruir a solidariedade social implícita no regime de repartição, trata-se de liberar bilhões de reais – que deveriam ser recolhidos para os cofres da Previdência Social – para alimentar a finança, através de "investimentos" na jogatina das Bolsas, na capitalização de empresas privadas, na sustentação da obscenidade rentista através da compra maciça de títulos da dívida pública. E de quebra, encher as burras dos nossos "champions" privados – que administram como suas as empresas que na verdade deveriam ser consideradas como estatais – vejam aí o caso emblemático da CVRD, que tem mais de metade do seu capital constituído por fundos de pensão de estatais e é administrada pelo sócio minoritário – o Bradesco.

E toda essa calhordice é defendida para a "opinião pública" com base na doutrina de choque – "se não aprovarmos esta reforma, a Previdência vai explodir!".

Em suma, o "governo popular" vai removendo, pouco a pouco, os véus que encobrem a sua cara feia neoliberal. Será mesmo que este é o preço que temos de pagar para evitar que a camarilha do PSDB/DEM volte ao poder?

Responder

    beattrice

    29 de fevereiro de 2012 às 14h33

    É mais do que tempo de buscar uma terceira via, á esquerda.

    Evandro

    29 de fevereiro de 2012 às 17h09

    Na aposentadoria dos milicos ninguém mexeu até agora. Por que?

FrancoAtirador

29 de fevereiro de 2012 às 09h57

.
.
Os servidores públicos estatutários federais, estaduais e municipais

não têm direito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

É por isso que têm estabilidade e aposentadoria com salário integral.

E para tanto contribuem com 11% sobre o total da remuneração bruta.
.
.

Responder

    Lu_Witovisk

    29 de fevereiro de 2012 às 11h10

    Pois é, pra conseguir comprar um teto tem que juntar o $$ da entrada mês a mês, não tem essa de usar o FGTS…

    FrancoAtirador

    29 de fevereiro de 2012 às 23h54

    .
    .
    Quando consegue juntar algum.
    .
    .

    Lu_Witovisk

    01 de março de 2012 às 06h05

    AHHAHAHAHHA EXATO!!! pq tb o aluguel tá uma sacanagem…. aqui no Rio tá de lascar o couro.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 11h56

    isso os disseminadores de ladainhas anti servidores nunca mencionam.

Lu_Witovisk

29 de fevereiro de 2012 às 08h32

Ta aí ó pq não sai a regulamentação da mídia!!! Ahhhhhhh D Dilma, ta apoiada por eles tb, saquei!

"Os dois partidos concordam com a tese de “privatização” da previdência social, mas tentam criar embaraços e constrangimentos para o governo num ano eleitoral." – QUE BOBAGEM!!!! o PSDB + DEM não precisam disso!! o projeto em si já é um grande embaraço e constrangimento para o governo "trabalhista".

E ai, qdo a gente vai parar de falar aqui na net para ir pra rua?? o Brasil precisa parar geral pra ver se o governo acorda.

Responder

augusto

29 de fevereiro de 2012 às 08h31

Mas nao póde, repete-se, absolutamente nao aceitamos, duas previdencias no nosso pais. Uma para os aposentados publicos e outra para os aposentados privados.
E voce nao não nivelar por cima, vai? nem poderia.
E eu por outro lado, nao vou esperar 30 anos. Tambem nao poderia.
Alguem cede ou vamos para a guerra.

Responder

    André

    04 de março de 2012 às 10h26

    poderia nivelar por cima sim. É só uma questão de redistribuição. O salário no Brasil é miserável e portanto, o encargo de termos um regime geral de previdência que garantisse aposentadoria integral para todos os trabalhadores não seria tão alto. É só taxar os ganhos financeiros com alíoquotas altas, vender todos os bens de corruptos e seus parentes e colocar no caixa da previdência geral, acabar com todos os privilégios – inclusive aposentadoria – dos politicos, e por aí vai. Dinheiro não falta.

Marc

29 de fevereiro de 2012 às 07h41

Até onde sei a previdência social dos funcionários públicos é deficitária, por isso, acho justo a equiparação com os funcionários privados.
Quem desejar receber acima do teto, faça a contribuição em separado.

Responder

JOSE DANTAS

29 de fevereiro de 2012 às 06h51

"Para complementar a renda, eles terão que contribuir para um fundo privado da previdência."
Antes eles que eu. O que quer dizer a frase, é que pagamos para que os funcionários públicos se aposentem com salários integrais sem contribuir no nível que deveriam, cuja diferença é bancada pela nação brasileira.
"o serviço será ainda mais degradado". Isso acontecerá de qualquer jeito, se depender da disposição do servidor público para suar a camisa e da orientação que vem de cima (dos sindicatos).

Responder

    André

    04 de março de 2012 às 10h27

    Apenas uma correção no seu comentário: a contribuição dos funcionários públicos é maior do que a dos funcionários privados…

Marcio H Silva

29 de fevereiro de 2012 às 03h53

O PT não recuperou o RGPS e tá piorando o RPPS. Pelo menos vamos morrer juntos abraçados no barco afun dando……

Responder

    Marcio H Silva

    29 de fevereiro de 2012 às 03h55

    Devberiam fazer o mesm o para o poder judiciário e o legislativo…….todo mundo pagando para receber sua pensãozinha. e os Políticos só teriam direito após 30 anos de mandato……desta forma só sarney receberia ehehehehehehehe

    André

    04 de março de 2012 às 10h28

    Acho que os politicos não deveriam ter direito a aposentadoria.

Miguel

29 de fevereiro de 2012 às 01h35

funcionario de cef e bb nao sao estatutarios, genio.

Responder

ZePovinho

29 de fevereiro de 2012 às 00h53

O dilema moral: servir ao mercado ou pensar no coletivo.

[youtube Py8RZlA8Vog http://www.youtube.com/watch?v=Py8RZlA8Vog youtube]

Responder

ZePovinho

29 de fevereiro de 2012 às 00h50

A previdência nunca foi deficitária.Em primeiro lugar,o governo retira 20% das verbas destinadas pela CF88 à area social,por meio da DRU, e faz com esse dinheiro o que quiser.Isso aí já é u dos motivos para o chamado "rombo da previdência",que nada mais é do que dinheiro desviado da Seguridade Social(Previdência,Saúde e Assistência Social) para fazer superávit primário com o dinheiro dos trabalhadores.
Os ricos,como sabemos,pagam muito menos impostos do que os trabalhadores e(por meio do famigerado planejamento tributário ou da mais deslavada sonegação) vivem muito bem,obrigado,sem precisar de aposentadoria pública porque vivem de rendas emprestando ao governo cafetão do povo brasileiro.

Responder

    Marcio H Silva

    29 de fevereiro de 2012 às 04h05

    Caro Zé povinho, o estudo do Deputado PAIM mostra que o RGPS é superavitário e o RPPS e Militar são deficitários. Dilma na campanha afirmou isto. E eu do RGPS me aposentei c om pouco menos de 5 mínimos e no entanto paguei a vida toda ao INSS pelo teto. Levei duas porradas, a primeira é o salário de referencia que é media dos ultimos 60 meses, e depois entrou o fator que com eu mais um pouco os meus proventos. enfim me aposentei com 0,79 do teto de REFERENCIA ( que não é o mínimo, é media ), enquanto os fun cionários ´publicos e militares se aposentam integral. Voce acha isso justo?

    ZePovinho

    29 de fevereiro de 2012 às 13h21

    Você foi vítima do fator previdenciário,Marcio.O problema com o Funpresp é retirar a responsabilidade do Estado em remunerar os servidores de forma digna.Se você for contribuir com uma previdência complementar,além de contribuir para o RGPS,que vida vai levar??Além de contribuir para dois regimes(o geral e o complementar(para teoricamente se aposentar com um provento integral),a Receia ainda vai garfar 27,5% do seu salário se vc receber mais do que 3 mil e 800 e poucos reais.Vai sobrar dinheiro para quê???Vamos trabalhar para dar dinheiro aos rentistas e para um fundo de previdência privada que vai ser gerido por bancos que ganharão horrores especulando com nosso dinheiro???
    O Funpresp é uma forma de detonar o Regime Geral de Previdência Social.Desde que a CF88 foi promulgada,pode reparar,que a ordem social que está nela vem sendo destruída por emendas constitucionais de caráter neoliberal.E o neoliberalismo,sabemos agora,foi destruído pelo livro "O universo neoliberal em desencanto", onde 3 brasileiros acabaram com essa história de que existem preços de equilíbrio em mercados abertos.É essa teoria que o mercado se apóia para dizer que existem juros de equilíbrio que impedem que haja inflação com o crescimento do PIB.É essa teoria furada que é usada para aumentar a taxa SELIC,que explode a dívida pública(atrelada a ela em 1/3 do montante) e obriga o governo a desviar recursos da sociedade para alimentar os rentistas que sempre apoiam,com a imprensa-empresa,a subida dos juros para ganhar mais dinheiro.
    A trabalho que acabou com o neoliberalismo esta aqui: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-tres-…

    Os bancos que mamam no dinheiro dos nossos impostos,em 2012,estão aqui: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/hp/downloads/de…
    BCO BRADESCO S A
    BCO BTG PACTUAL S A
    BCO CITIBANK S A
    BCO DO BRASIL S A/MERCADO
    BCO J P MORGAN S A
    BCO SANTANDER (BRASIL) S A
    BCO VOTORANTIM S A
    CAIXA ECONOMICA FEDERAL/MERCADO
    CM CAPITAL MARKETS CCTVM LTDA
    HSBC BANK BRASIL S A – BANCO MULTIPLO
    ITAU UNIBANCO S A
    RENASCENCA DTVM LTDA/BRAD
    (Período de Avaliação: 10/02/2012 a 31/07/2012)

    Pela enésima vez,o tamanho do roubo que o andar de cima promove no Tesouro Nacional:

    <img width="550" src="http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/Grafico2011grande.jpg">

    Sagarana

    29 de fevereiro de 2012 às 17h55

    Imagina quando havia uma turma insinuando o calote e apavorando nossos credores. Essa faixa amarela era quase o dobro. Taí o grande segredo do "sucesso administrativo" do governo Lula. E quem pagou a conta? NÓSOTROS!

    beattrice

    29 de fevereiro de 2012 às 14h25

    Não não é justo, mas ao invés de corrigir estas injustiças este des-governo da direita travestido de esquerda quer cometer injustiças iguais ou piores.

    André

    04 de março de 2012 às 10h04

    não acho justo não. Acho que você como aposentado do setor privado deveria receber aposentadoria integral como os funcionários públicos. Antes que você me pergunte de onde viria o dinheiro eu te adianto: dos trilhões pagos para os bancos, da corrupção, da aposentadoria de parlamentares, presidentes e presidenta, prefeitos e governadores, da correção da tabela do IR para que os 1% do estrato superior de renda paguem mais, da taxação pesada dos ganhos financeiros, do imposto de grande riquezas, do imposto sobre igrejas,…enfim dinheiro é o que não falta no Brasil.Ao invés de brigar com trabalhador, combata o verdadeiro inimigo.

    Fabio_Passos

    29 de fevereiro de 2012 às 07h19

    Está coberto de razão. Cortar a mamata rentista destes ricaços o governo não faz.
    Uma diminuta casta de miliardários vagabundos mamando nas tetas do Estado sem sequer precisar trabalhar… e o governo prefere cortar benefícios de trabalhadores em mais um trambique neoliberal.
    rede globo, quadrilha veja, estadão e fsp aplaudem dilma.

carneirouece

29 de fevereiro de 2012 às 00h19

Isso é somente o governo Dilma mostrando para que veio: neoliberalismo puro, segue a cartilha a risca.

Mais uma vez eu me arrependendo pro ter feito campanha corpo-a-corpo nas ruas.

Responder

    Rafael

    01 de março de 2012 às 15h53

    Somos vários arrependidos! Dilma do PT, quem te viu quem te vê!

Rafael

29 de fevereiro de 2012 às 00h00

Funcionários da CEF. BB e Petrobras recebem salário do INSS e complementação do seu fundo de pensão correspondente. Acredito que os únicos que recebem salário integral quando se aposentam são os funcionários públicos. Não sei, mas acredito que não contribuem também para previdência. isso tem que valer para todo mundo. Até para presidente da república.

Responder

    Carmen

    01 de março de 2012 às 01h42

    Esse é o grande problema, Rafael…condenar sem conhecer. Eu sou aposentada pelo judiciário e ganho em torno de 9sm…há cinco anos sem reajuste. O desconto no fp é de 11% do salário bruto. No INSS tem um teto. E ainda continuo com um confisco no meu salário, pois é claro que não vou me aposentar novamente. É claro que o governo está fazendo o mesmo que os governos anteriores…jogando um miserável contra o outro, no caso assalariados privados e do funcionalismo, para governar para os ricos. Estimula o que o ser humano mais tem de repugnante…a inveja. E pior, a inveja apenas por "ouvir dizer" que os outros estão melhores…se você fizesse uma análise sensata perceberia que não é bem assim.

Constantino Kaváfis

28 de fevereiro de 2012 às 23h39

Vou comentar os comentários do outro Post sobre o mesmo assunto: Seu Miguel ao comentar é o protótipo da soberba dos meus colegas servidores públicos:"fiz pós, mestrado, doutorado, concurso dificílimo.." Fez a sua obrigação. Se por isso vc conseguiu um cargo público bem remunerado, seu dever é servir ao povo brasileiro com humildade. Muitos pensam que ao alcançar o cobiçado serviço público, daí em diante deve ser venerado, só direitos… Lembram daquela observação do grande Darcy Ribeiro? Ao chegar ao Senado e conhecer as regalias disse: "mas isso aqui é o céu na terra, onde todas as vontades da gente são realizadas imediatamente…"
Dona Beatricce, comentarista veterana desse blog se disse muito decepcionada com a Presidente. Acho que vc não está assim tão decepcionada com a Presidente não. Lembro de um comentário que fiz por aqui na época do Cansei. Eu disse que não entendia porque uma pessoa como Hebe Camargo que ganha mais de 1 milhão por mês, sem contar a fortuna que já tem acumulada, se dispunha a ir para a Praça da Sé protestar contra um governo que apenas fazia todos, pobres e ricos, melhorar um pouco de vida, que era tão maldosa ao não aceitar um pouquinho de melhora dos pobres. Você defendeu a Dona Hebe. Por que esse mal estar agora, só porque a Presidente quer igualar um pouquinho mais os aposentados do INSS com nossa casta do serviço público? Era para se decepcionar com Dona Hebe e não com a Presidente.
Acordem meus colegas de esquerda. Ser de esquerda não é sair distribuindo benefícios insustentáveis, ser de esquerda é distribuir os escassos recursos existentes da maneira mais justa possível.

Responder

    Lu_Witovisk

    29 de fevereiro de 2012 às 08h48

    "fiz pós, mestrado, doutorado, concurso dificílimo.." Fez a sua obrigação. Se por isso vc conseguiu um cargo público bem remunerado, seu dever é servir ao povo brasileiro com humildade. Muitos pensam que ao alcançar o cobiçado serviço público, daí em diante deve ser venerado, só direitos…

    Vc realmente não conhece a realidade de um pesquisador. Há os ruins, claro, mas a maioria trabalha muito e as condições nem sempre são boas e deles, meu caro, depende o desenvolvimento tecnológico e científico do país. Um país pode ter muito $$, mas sem pesquisa forte, viverá refém dos outros países eternamente.

    Não dá pra jogar todo o funcionalismo no mesmo saco como se fossem vagabundos.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 19h57

    ele deve saber de tudo isso. so esta fazendo proselitismo barato.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 12h25

    e eu vou repetir a mesma resposta entao:detesto desfilar titulos, foi apenas uma resposta a uma insinuacao canalha de que somos vagabundos, encostados e privilegiados. trabalhamos muito, tenho orgulho de ser funcionario publico, nao acho que isso seja motivo pra ser intocavel mas tampouco e' razao para ser diminuido. nao devemos ser venerados nao senhor, de onde tirou isso?onde comentei algo parecido? arruma outro espantalho pra bater, que essa nao cola. ser funcionario publico foi a reaizacao de uma longa e ardua caminhada e preparacao, que culminou com a aprovacao em um concurso disputadissimo (portanto nao tenho privilegio nenhum, mereci essa vaga) e me esforco muito para devolve ao publico o investimento social que recebi e pretendo repassar a outras geracoes. mas nunca vou deixar cinicos com defeito de carater diminuir o funcionalismo publico.

    beattrice

    29 de fevereiro de 2012 às 14h29

    A trollagem dilmista se junta com a de direita, embaralham comentários, confundem opiniões e vira um FEBEAPÁ de dar inveja ao Stanislaw, chega a ser hilário!

    Matheus

    29 de fevereiro de 2012 às 15h01

    Esse Constantino é um mentiroso da pior espécie. Ele não é "funcionário público" coisa nenhuma. Está aqui fazendo propaganda. Deve ser um "comentador profissional", destes que recebem salário do PT/PMDB/PCdoB para fazer comentários favoráveis ao governo em blogs e sites de política.

    André

    04 de março de 2012 às 09h56

    "Se por isso vc conseguiu um cargo público bem remunerado, seu dever é servir ao povo brasileiro com humildade", caro, a época da servidão acabou a muito tempo, funcionário público não é escravo do estado e nem servo dos governantes. Aliás, fala para a gente, se você é funcionário público mesmo em que você trabalha?????

Vinicius

28 de fevereiro de 2012 às 23h37

"Ele cria novas regras para os futuros servidores, que perdem a aposentadoria com salário integral e passam a receber os valores mínimos do INSS."

Tem uma incorreção no texto. O que se pretende é que os servidores recebam até o teto do INSS, ou seja valores máximos e não mínimos. O restante, para garantir o valor completo da aposentadoria, teria de ser recolhido no fundo privado.

Com todo respeito as entidades de classe, mas a reclamação é puro corporativismo. O que não se pode é criar duas classes de trabalhadores uma dos particulares e outra dos públicos. O projeto de certa forma corrige essa distorção.

Responder

    Marcio H Silva

    29 de fevereiro de 2012 às 03h58

    Concordo, este sistema de casta tem que acabar…….o tratamento tem que ser igual para todos.

    Micaela

    29 de fevereiro de 2012 às 08h47

    bem, já há duas, classes, CLT e estatutários, se for assim, espero que o governo comece a pagar FGTS, ai fica tudo igual.

    Marcelo

    29 de fevereiro de 2012 às 16h51

    FGTS não é pado pelo governo , ele descontado do salário .

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 19h52

    parte dele. mas nao e' esse o ponto: a questao e' que quando aposentamos, nao temos fgts acumulado pra complementar a aposentadoria.

Constantino Kaváfis

28 de fevereiro de 2012 às 23h32

Vou repetir um comentário que escrevi em outro Post. É incrível como parte da esquerda se apega a mentiras e falsas previsões. Sou servidor público federal. Ganho salário invejável. Como tenho 20 anos de serviço público me aposentarei integralmente pois o FUNPRESP não me afetará. Nesses meus anos de serviço público vi colegas de trabalho que se aposentaram bem jovens. Aqueles colegas que entraram antes da Constituição/88 sem concursos, com indicação política (houve muitos!). Tive uma colega que se aposentou com 42 anos, salário 15000 reais, após aposentar engravidou (em 1994) e está passando, quem sabe, os últimos 40 anos de sua vida, criando seu rebento, fagueira às custas do povo brasileiro. Isso é sustentável? Aposentados aparecem com frequência em nosso órgão, sempre bronzeados, com histórias de Miami e Punta del Este, falando sobre a última lancha que compraram para andar no Paranoá, sempre falando mal de Lula ou Dilma porque não deram aumento, isso é sustentável? Como essa festa não pode durar para sempre, o governo bola o FUNPRESP para salvar a situação dos atuais servidores (inclusive a minha), regulando o futuro antes que a bolha de fantasia estoure e ainda são contra? Se fossem concursandos protestando, seria compreensível, mas associações de aposentados? Piraram de vez? Acham que dinheiro cai do céu e há almoço grátis? O governo rebolando justamente para poder continuar pagando pontualmente seus salários e eles contra!! Deus do céu, burrice tem limite…

Responder

    Lu_Witovisk

    29 de fevereiro de 2012 às 08h42

    Constantino e o que vc fala pra uma criatura que estudou mais de 10 anos (faculdade – doutorado), faz uma prova, passa, ai tem dedicação exclusiva por 30 anos ao serviço. Pesquisa, leciona e forma novos pesquisadores. E que por mais que dê 7,5% do seu salario que sera a contribuição maxima não chegara ao que ganhará depois de 30 anos. O inicial tá variando entre 4 mil e poucos e 7 mil, depende da federal. Imagine que depois o teu piso da aposentadoria sera 3.900, qtos % vc terá que dar ao mes para se aposentar com uns 8-10 mil? Pô, isso me parece piada e da sem graça. E ainda entregar pra previdencia privada é sacanagem pura!

    Querem enxugar, enxuguem nos salarios de deputados, senadores, privilégios… Querem que funcionario contribua, ok, mas para o $$ servir para especuladores NÃO.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 11h58

    vai falar que esta se achando intocavel e exibindo titulos, como ele respondeu no outro texto. Cinico.

    Lu_Witovisk

    29 de fevereiro de 2012 às 13h22

    É Miguel, a imprensa conseguiu convencer a sociedade que o governo dá $$ para vagabundos… triste.

    Rafael

    01 de março de 2012 às 16h00

    Gostaria de saber por que os excelentíssimos srs. deputados federais não se incluiram também no projeto de limitar os valores de suas aposentadorias. Palhaçada! Que adianta estudar 10 anos, se matar (literalmente) em um laboratório, ter a disposição em seguir uma carreira de docência e pesquisa em uma instituição federal, para depois de 35 anos de trabalho ter direito a uma aposentadoria que mal dará para pagar o plano de saúde e os remédios da iminente velhice débil?
    É mais fácil cortar no pequeno e em quem realmente trabalha para a melhoria desse país do que nesse bando de sanguessugas que dedicam a vida a maquinar maneiras de enriquecer às custas dos cofres públicos (ou seja, do nosso dinheiro). A corja dos deputados, senadores e algumas outras categorias ditas "especiais" continuarão a ter o direito de aposentadorias integrais. Para os novos integrantes do serviço público federal restará a possibilidade de contribuir para um fundo complementar que ficará a mercê dos interesses políticos e financeiros de quem administrá-los. De fato, o Brasil é um país rídiculo e medíocre.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 10h16

    e eu vou repetir que essa conversinha mole nao parece vinda de servidor publico. A nao ser que o senhor seja da cvm ou do bacen, onde metade do pessoal pensa e age como se fosse do mercado, sem qualquer compromisso com o publico.

    o governo rebola pra pagar BANCO, que suga quase o triplo do que a aposentadoria do funcionalismo custa. deixa de ser cinico.

    Carmen

    01 de março de 2012 às 01h27

    Acho que deveria haver uma séria investigação onde você trabalha…claro que com esse salário "invejável" só pode ser conservador e de direita…mas imagino como vocês conseguiram todos esses privilégios!!!!! Ocasionalmente ficamos sabendo desses "salários e vantagens" através de denúncias, como os amiguinhos do Sarney no senado e as nomeações que não eram publicadas, lembra????? Mas o fp honesto e sem padrinhos rala prá caramba. Eu também não serei atingida pela nova legislação, mas a perversidade da Dilma e do PT ficarão na história. Tudo isso não é para melhorar a vida do trabalhador privado, mas apenas para jogar na mesma miséria os assalaridados. Triste fim do PT!!!!!! coragem para enfrentar torturador e covardia para enfrentar os ricos. Pobre Dilma!!!!! que triste papel lhe reserva a história!!!!!

    André

    04 de março de 2012 às 09h49

    o que voce fala é verdade. Há muitos funcionários públicos que se aposentaram bem jovens com um salário invejável como o seu e ganham aposentadoria integral. Mas o FUNPRESP não vai resolver isso. Esses continuarão viajando para Miami e quem vai pagar a conta são os novos funcionários públicos. O governo não acabou com o que você chama de festa, apenas garantiu como você mesmo disse que você possa participar dela. É isso que parece o seu cometário: o meu tá garantido, então pouco importa os outros…
    PS: desconfio que voce deve ser milico. Tenho um parente militar que pode se aposentar aos 45 anos. Já eu professor universitário, trabalho desde os 25 e terei que trabalhar até os 65 para me aposentar sem um 'salário invejável' para comparado com quem tem a mesma qualificação(doutorado) e trabalha no setor privado. Essa 'festa' o funpresp da nossa dama de latão não corrigiu…

Fabio_Passos

28 de fevereiro de 2012 às 23h14

Inacreditável os retrocessos promovidos pelo governo dilma na área econômica.
Aumentou os juros de forma irresponsável em seu primeiro ano de governo, promoveu a privataria dos aeroportos e agora ameaça perseguir os servidores públicos federais com perda de direitos.
Só falta chama-los de vagabundos como fez o finado fhc.
Não há mais motivos para a mídia perseguir o governo Dilma. Perceberam como a mídia-lixo-corporativa está enamorada deste governo? Estão alinhadinhos.
Os especuladores miliardários e vagabundos agradecem.

Responder

    beattrice

    29 de fevereiro de 2012 às 01h13

    Sua reflexão me leva a outra: terá realmente o senhor palocci deixado a Esplanada ou continua por lá atuando incansavelmente?

    Fabio_Passos

    29 de fevereiro de 2012 às 07h09

    Um espírito rondando o planalto? Uma alma penada? Um consultor?

    A dúvida é: antonio palocci ou pedro malan?

    augusto

    29 de fevereiro de 2012 às 12h18

    aumentou os juros até julho do primeiro ano de governo, para ser preciso.
    substituiu gente no bc e nao conseguiria mesmo apoio para 'combinar' com bc e inverter logo no começo do mandato.

    Lu_Witovisk

    29 de fevereiro de 2012 às 14h29

    Fabio, espere mais retrocessos:

    CRIVELLA no Min. da Pesca.
    http://blog.planalto.gov.br/senador-marcelo-crive…

Marcelo

28 de fevereiro de 2012 às 22h33

Será que esses mesmos jornais apoiariam um projeto pra acabar com a propaganda estatal na mídia? Queria ver os editoriais.

Responder

    leandro

    29 de fevereiro de 2012 às 10h21

    O que você chama de propaganda estatal? Você acha que Petrobras, BB ou Caixa deveriam fazer propaganda onde?? Só na Carta Capital ou em mídias alternativas?? E o público alvo delas? E a concorrência engolindo as estatais por erro de estratégia para atender questões ideológicas.

    Marcelo

    29 de fevereiro de 2012 às 11h22

    Propaganda estatal é aquela na qual o governo (federal, estadual, municipal) joga fora nosso dinheiro de impostos para agradar a mídia, quer seja Globo, Veja, Carta Capital, Record, Folha, etc, com a finalidade de diminuir as críticas e abafar escândalos. É continuar alimentando um pseudo-jornalismo cuja única finalidade é o dinheiro e o poder e não informar e servir como instrumento de defesa da sociedade.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 12h01

    a funcao social e politica de estatais nao e' atender forcas de mercado, mas cumprir um papel na sociedade que os sustenta.

    leandro

    29 de fevereiro de 2012 às 15h00

    Só que as "estatais" tem compromissos com seus acionistas, entre eles fundos de pensão, que não vão aceitar perda de receita por ideologia.

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 19h59

    se e' estatal, o "socio majoritario" e' o Estado, e quem comprou acoes sob tais condicoes estava ciente do porque o governo manter o controle acionario.

    e que mania desagradavel mercadistas tem de repetir que "livre atuacao das forcas de mercado" nao e' ideologia…

    André

    04 de março de 2012 às 09h53

    propaganda de agencias do governo deveria ser proibida. O Estado não vende mercadoria(será que não?) para ficar angariando novos consumidores.

Remindo Sauim

28 de fevereiro de 2012 às 22h19

O mérito do projeto é que o país deixa de ter dois tipos de aposentados, os que podem receber até 30 mil reias por mês e os que recebem no máximo o teto do INSS que deve andar aí pelos 3.600 reais. Daí então todos os brasileiros serão iguaís. Agora, tem que valer para todos, militares, juízes e o pessoal do Itamarati. Bem como presidentes e governadores.

Responder

    Leo V

    28 de fevereiro de 2012 às 23h55

    Isso vamos nivelar por baixo né. Que todos os trabalhadores ganhem menos e que esse dinheiro vá todo para o mercador financeiro, a serviços dos Daniel Dantas da vida.

    wolf

    29 de fevereiro de 2012 às 00h51

    qualquer trabalhador pode, pagando 11% sobre seu salário obter aposentadoria igual ao que vinha recebendo na ativa. só que normalmente recolbem sobre o máximo da previdência e não sobre o total de seus rendimentos como os servidores. Esse projeto só é bom para os banqueiros que passaram a
    administrar ainda mais dinheiro do governo. Perdem todos os demais.

    Micaela

    29 de fevereiro de 2012 às 08h51

    Os Juizes foram contrários a ter um único fundo e a lei permite até 3, então, já viu, vai ter a vala e a elite.

    André

    04 de março de 2012 às 10h23

    então voce está engando, porque o projeto de dona Dilma garante a aposentadoria de todos os presidentes, parlamentares, governadores e prefeitos. MAs sou contra um funpresp para cargos eletivos. Esse simplesmente não tinham que ter aposentadoria.

luiz carlos

28 de fevereiro de 2012 às 22h08

Sou totalmente favorável, que seja criado um fundo de pensão para os funcionários públicos. Os funcionários do BB e da CEF, também contribuem para uma previdência privada.
Temos que repensar a Previdência Social que hoje abrange a iniciativa privada, os funcionários públicos e o Loas.
Desse jeito ela será sempre deficitária.

Responder

    Lu_Witovisk

    29 de fevereiro de 2012 às 08h34

    pô, mas previdencia PRIVADA é dose hein??

    Miguel

    29 de fevereiro de 2012 às 10h17

    comentei, mas nao publicaram sei la por qual motivo: funcionarios do BB e da CEF NAO SAO ESTATUTARIOS!!!


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