VIOMUNDO

Diário da Resistência


Dilma Rousseff, Vandana Shiva, Tony Blair e uma certa revista britânica
Opinião do blog

Dilma Rousseff, Vandana Shiva, Tony Blair e uma certa revista britânica


07/12/2012 - 18h45

Vandana Shiva lidera, entre outros, o movimento contra a escravidão das sementes transgênicas

por Luiz Carlos Azenha

A revista britânica Economist sugeriu — e a mídia brasileira repercutiu com grande alarde — a demissão do ministro Guido Mantega.

O que me lembrou de outro episódio. Estava eu no simpático hotel Marvel, em Lahore, Paquistão, digerindo um apimentado nihari que quase me tirou de combate, quando decidi olhar a BBC, que em geral é vista em inglês nos sistemas de cabo das ex-colônias britânicas.

A BBC promovia um debate sobre pobreza que tinha como convidados, entre outros, o ex-primeiro britânico Tony Blair — o lapdog de George W. Bush — e a militante Vandana Shiva.

O problema — para Blair, obviamente — é que a BBC  tinha buscado representar na audiência o mundo como ele é, hoje: não um monopólio intelectual dos brancos de olhos azuis e suas ideias eurocêntricas, mas um apanhado de morenos, muitos dos quais de olhos puxados.

Havia acadêmicos malaios, indonésios, chineses e muitos africanos participando do debate.

A certa altura, Blair veio repetir a velha ladainha sobre como eliminar a pobreza na África: governança, reforma do Estado (leia-se privatizações) e outras sandices do Banco Mundial, já testadas na década de 80 e que fracassaram espetacularmente, deixando no rastro instituições ainda mais enfraquecidas diante do poder neocolonial das transnacionais.

Ninguém chegou a destacar o importante papel que a China teve na África, ao se colocar como mercado alternativo para as commodities locais e financiar obras de infraestrutura sem as famosas condicionalidades impostas pelo Ocidente — eu te dou uma grana do FMI desde que você privatize os portos, ou o petróleo, ou as minas de carvão.

Governança, governança, governança, insistia Blair, como se o déficit de democracia fosse a causa principal da pobreza e não, por exemplo, os subsídios agrícolas europeus e norte-americanos, que reduzem a competitividade da produção agrícola dos países mais pobres.

Até que a maravilhosa Vandana Shiva largou uma sapatada verbal nele: Tony, disse ela em outras palavras, se a governança proposta por vocês fosse tudo isso, a Europa não estaria hoje mergulhada numa profunda crise financeira e ameaçada de estilhaçamento político.

Silêncio constrangedor na plateia. Aqueles olhos todos se voltaram para Blair, fuzilando a condescendência dele. O ex-primeiro britânico ficou ainda menor na cadeira.

Fiquem com nossa mídia colonizada:

Dilma reage a crítica de revista britânica à economia brasileira

07/12/2012 – 16h42

Danilo Macedo e Renata Giraldi

Repórteres da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff rebateu hoje (7) o artigo da revista britânica The Economist, que sugere a demissão da equipe econômica brasileira, sob comando do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Dilma disse que não se deixará influenciar pela opinião de uma revista estrangeira e destacou que a situação nos países desenvolvidos é mais grave do que a do Brasil.

“Em hipótese alguma, o governo brasileiro, eleito pelo voto direto e secreto do povo brasileiro, vai ser influenciado pela opinião de uma revista que não seja brasileira”, disse a presidenta, antes do almoço oferecido aos participantes da Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, no Itamaraty.

Segundo Dilma, o Brasil cresceu 0,6% no último trimestre e crescerá mais no próximo, o que não motiva a recomendação da revista. “Não vi, diante dessa crise gravíssima pela qual o mundo passa, com países tendo taxas de crescimento negativas, escândalos, quebra de bancos, quebradeiras, nenhum jornal propor a queda de um ministro.”

Ao ser perguntada se a situação dos demais países era pior que a do Brasil, a presidenta foi enfática. “Vocês não sabem que a situação deles é pior que a nossa? Pelo amor de Deus!”, disse ela. “Nenhum banco, como o Lehman Brothers, quebrou aqui. Nós não temos crise de dívida soberana, a nossa relação dívida/PIB é de 35%, a nossa inflação está sobre controle, nós temos 378 bilhões de dólares de reserva.”

A presidenta reafirmou que é favorável à liberdade de imprensa, apesar de divergir do conteúdo publicado em alguns veículos. A reação de Dilma à publicação britânica ocorre em meio a discussões sobre regulação dos meios de imprensa na Argentina e no Equador, países cujos presidentes, Cristina Kirchner e Rafael Correa, respectivamente, estavam presentes nas reuniões de hoje.

“Eu sou a favor da liberdade de imprensa. Não tenho nenhum ‘senão’ sobre o direito de qualquer revista ou jornal dizer o que quiser”, ressaltou a presidenta. Para ela, a reação da revista britânica pode ter sido motivada pela queda dos juros no Brasil.

“[Será que] tudo isso se dá porque os juros caíram no Brasil? Os juros não podiam cair aqui? Aqui tinha que ser o único, como dizia um economista antigo nosso [Delfim Netto], ou o último peru de Ação de Graças?”, acrescentou a presidenta, referindo-se à hipótese de o Brasil só ter condições de baixar os juros quando todos os países da região já tivessem feito.

Edição: Nádia Franco

Leia também:

O embate entre Dilma e os tucanos nas contas de luz

Entidades sindicais e movimentos populares criticam Alckmin: É boicote à redução da conta de luz

Heitor Costa: Democratizar as decisões sobre o sistema eltétrico

 





56 comentários

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Santayana: As fronteiras políticas se movem na Europa « Viomundo – O que você não vê na mídia

29 de janeiro de 2013 às 17h05

[…] Dilma Rousseff, Vandana Shiva, Tony Blair e uma certa revista britânica […]

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eca

09 de dezembro de 2012 às 07h17

Na minha humilde opniäo, a Dilma näo deveria nem dar o prazer de responder, apenas ignora-los, essa seria a melhor resposta, pois o silencio vale à outra parte, que as palavras dela (revista) näo vale nada, é pó ao vento.

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Roberto Locatelli

08 de dezembro de 2012 às 21h37

O principal partido político da direita é a velha mídia, principalmente as redes de TV. Por isso precisamos democratizar as comunicações, dando voz às opiniões que, hoje, são censuradas.

Responder

    Mário SF Alves

    08 de dezembro de 2012 às 23h20

    Aliás, antes de mais nada, se querem continuar exercendo o papel de partido político oposicionista, que se registrem como tal, que mostrem publicamente qual é o seu estatuto e programa partidário. Sem isso, é exercício ilegal de poder; é estelionato eleitoral; é operar na clandestinidade. Inconstitucionalissimamente PiG.

    Betinense

    09 de dezembro de 2012 às 07h45

    Azenha, eu pediria a vocês, PHA, Rodrigo Viana e os demais, brilhantes componentes desta trupe. Dêem uma olhada para nossa cidade de Betim, onde um Empresário Midiático, usa seus folhetins, para manipular a política, aqui, e exercer uma dominação indireta em nossa região.

renato

08 de dezembro de 2012 às 20h49

Importantissimo trazer ao nosso conhecimento estes fatos,
por isto este lugar, é sagrado!
Parabens, agora vou buscar mais informações sobre esta reunião.

Responder

    Mário SF Alves

    08 de dezembro de 2012 às 23h25

    Concordo, Renato. A exemplo dos territórios dos Guarani-Kaiowás, estamos num santuário de fé na possibilidade de consolidação da democracia no mundo. E isso aconteceria no exato instante que os EUA a adotassem; ainda que fosse só como estratégia para superar a crise.

Marat

08 de dezembro de 2012 às 20h44

Tony Blair, inglês (naquilo que de mais pejorativo pode existir ao termo: pirata, ladrão, finório, sarcástico, assassino, ladrão etc.) não quer que a pobreza acabe. Ele apenas deseja um controle de natalidade para eles, e os remanescentes poderão servir aos homens brancos de olhos azuis, sem reclamar… Sobre George W. Bush… faço com ele o que o país dele faz com os denominados terroristas: desconsidero tudo o que diz e o considero um animal perigoso a ser eliminado!

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abolicionista

08 de dezembro de 2012 às 15h42

Blair é um representante do colonialismo econômico que atende pela alcunha de “neoliberalismo”. O próprio FHC, se não fosse ele mesmo tão submisso, deveria ter respondido ao Tony Blair quando esse lhe deu um puxão de orelha, dizendo que o que impedia os países subdesenvolvidos de pagar suas dívidas não eram os juros extorsivos praticados pelos credores desenvolvidos, mas a má administração (FHC engoliu em seco, e ficamos com cara de otários). O que nós precisamos, antes de tudo, é soberania. O governo Lula entendeu isso muito bem e, em parte por esse motivo, revolucionou nossa política externa.

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    Bonifa

    08 de dezembro de 2012 às 21h51

    Perdão, aboliciosta, mas quem disse isso a FHC não foi o Clinton, o mesmo que o fazia de palhaço nas reuniões de países ricos?

FrancoAtirador

08 de dezembro de 2012 às 12h02

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De Dilma para a ‘Economist’:

“O governo brasileiro foi eleito pelo voto direto,
não se orienta pela opinião de uma revista”.
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Aqui se tem a dimensão do poder absoluto a que arrogou-se a Mídia Mafiosa:

Em qualquer país decente e democrático, seria considerado um ato de indignidade um(a) Presidente da República se fundamentar num editorial simplório, mera opinião de um órgão empresarial de mídia com objetivos financeiros bem definidos, para exonerar do cargo um membro do governo.

Daqui a uns dias, Dilma Rousseff vai ter de ligar para os Marinho para saber qual deve ser o Ministro da Fazenda ideal aos ‘interesses da economia brasileira’.

Também deverá telefonar para o Civita para indicar um Ministro do Supremo Tribunal Federal.

Ou quem sabe a Presidente terá de entrar em contato com os Frias para saber qual o nome ideal para o Ministério das Comunicações.

Efetivamente a Mídia Mafiosa se apoderou do Estado Democrático de Direito – absorvendo os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário – para ditar a toda população o que deve ser o Estado, o que deve ser Democrático e o que deve ser de Direito.
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Responder

Julio Silveira

08 de dezembro de 2012 às 11h18

A presidenta Dilma teve uma atitude maravilhosa, que roforça a prerrogativa de termos uma nação soberana. Claro, isso desagrada os infestados pelo virus colonista, que podem subliminarmente começar alguma campanha vendendo uma imagem distorcida de seu ato, com o objetivo de atingí-la no todo. Minha divergência dela decorre de nossas visões antagonicas sobre o que seja liberdade de expressão. Para ela, aparentemente, liberdade de expressão permite que flua até ações que concorram para a antidemocracia. Que não permite a igualdade, quando retira dos mais frageis economicamente, na voz de seus representantes, o mesmo poder na divulgaçao suas opiniões e pretenções.
No Brasil, um país dos mais suscetiveis a força do poder financeiro, historicamente, falar em liberdade de expressão, sem qualquer restrição, é fazer o jogo dos poderosos. Reforçando a sua capacidade tecnologica para conquistar mentes e preservar poder. E aí mora a injustiça.

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José X.

08 de dezembro de 2012 às 10h29

A Economist que se dane. Ela que vá dar palpites a seus vizinhos europeus…e ao próprio Reino Unido, hoje uma mera colônia decadente americana.

Responder

Rodolfo Machado

08 de dezembro de 2012 às 10h11

Vandana Shiva alia a física quântica ao ativismo social para resistir pacificamente a um sistema que considera ter colonizado a terra, a vida e o espírito. Conta-nos como começou a defender a floresta, as sementes e os modos de vida e produção locais contra o controlo e o registo de patentes feitos pelas multinacionais.
A análise de Shiva vai mais além: remete-nos para as profundas implicações que o sistema capitalista patriarcal tem na construção de um mundo desigual, com consequências dramáticas, como a fome ou as alterações climáticas, que, para Shiva, são sintomas de implosão de uma civilização que falha material e espiritualmente. A nossa civilização, para sobreviver, terá de rever o seu modelo de compreensão e de interação com o mundo, tendo como exemplo o conhecimento holístico das civilizações chinesa e indiana, que, para Shiva, sobreviveram à História essencialmente porque diferem do Ocidente na relação que estabeleceram com a natureza

http://www.youtube.com/watch?v=-xi_4Lc5mqs

Responder

Jose Mario HRP

08 de dezembro de 2012 às 09h57

Joaquim Barbosa, o Deus da Verdade, o que é arranjo jurídico Masre of Masters?????
Que PO….é essa camarada ???
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-12-08/stf-dependera-de-arranjo-juridico-para-cassar-mandatos-de-reus-do-mensalao.html
Brasil o país da piada pronta, do amdorismo e da cafajestada jurídica dominando o fato!

Responder

Ana Cruzzeli

08 de dezembro de 2012 às 08h34

Aqui Dilminha linda pegou a redondinha e matou no peito…
“Não vi, diante dessa crise gravíssima pela qual o mundo passa, com países tendo taxas de crescimento negativas, escândalos, quebra de bancos, quebradeiras, nenhum jornal propor a queda de um ministro.”

Aqui Dilminha, nossa rainha botou a redondinha no pé fez, segundo Joemir Beting, o gol de PLACA.
“Vocês não sabem que a situação deles é pior que a nossa? Pelo amor de Deus!”, disse ela. “Nenhum banco, como o Lehman Brothers, quebrou aqui. Nós não temos crise de dívida soberana, a nossa relação dívida/PIB é de 35%, a nossa inflação está sobre controle, nós temos 378 bilhões de dólares de reserva.”

Os bestas dos ingleses que criaram o futebol estão tão desengonçados que é só Deus na causa.
Cantando para Dilminha..
¨É a camisa 10 da seleção
Vai lá , vai lá vai lá

Dilminha é a camisa 10
Da seleção..

Responder

Jose Mario HRP

08 de dezembro de 2012 às 08h32

Um mais um sempre significa dois!
01 + 01 = 02!

Responder

    Hélio Pereira

    08 de dezembro de 2012 às 20h29

    há há há,concordo plenamente!

LEANDRO

08 de dezembro de 2012 às 07h52

Adorei isso…
“Em hipótese alguma o governo brasileiro, eleito pelo voto direto e secreto brasileiro, vai ser influenciado por uma opinião de uma revista que não seja brasileira”…isso mesmo dilma, só demite quando a VEJA mandar.

p.s.: A dilma vai no esquenta da GLOBO, como é bom lamber o pé do pig

Responder

    xacal

    08 de dezembro de 2012 às 11h22

    Leandro, és um gênio! E acho que nem você sabe disto: Inventou uma nova categoria analítica: comparar fatos e situações díspares como se fossem as mesmas coisas, algo como comparar bananas e laranjas só porque são frutas.

    A Regina Casé deve indicar algum ministro ou discutir os rumos da Selic, a formação dos preços públicos, a política de metas inflacionárias e o novo arranjo energético, até porque, este é o viés de seu programa, enquanto o The Economist é um veículo-tablóide destinado ao entretenimento.

    É, pode ser…vai ver que a Regina Casé é mais séria do que quem se pretende ser, quem sabe?

    Não falei que mesmo na merda pode nascer um cogumelo? Então, leandro, parabéns…

    Bonifa

    08 de dezembro de 2012 às 22h10

    Se o foco for o Lula, vale até elogiar a Dilma para espinafrar o Lula. Se o foco for a Dilma, como agora por conta da conta de luz, vale também qualquer coisa, até fingir de esquerdista radical. Nada de novo com os Trolls.

Messias Franca de Macedo

08 de dezembro de 2012 às 07h07

MEDÍOCRE E SABURRO JORNALISMO COLONIZADO! E COVARDE! ENTENDA

Dilma estrila com ‘pedido de demissão’ de Mantega

Manchete do portal da ‘veja’ “dos esgotos da MARGINAL Tietê”!
07/12/2012 – 16:30

Agora, após clicar na estúpida e acintosa manchete:
*Crise econômica
Dilma se **irrita com ‘pedido de demissão’ de Mantega

*Crise econômica europeia?!… Crise econômica nas plagas do Tio San?!…
**os pusilânimes “da ‘veja’” dos Civitas “dos esgotos da MARGINAL Tietê” substituíram a diatribe da palavra ‘estrila’ por uma, digamos, ‘tênue’, ‘se irrita’!…

Ô ‘coitchados’: não têm o mínimo de ‘sinmacol’®!…
estrilar

es.tri.lar
(estrí(du)lo+ar2) vint 1 Soltar estrilo ou som estrídulo. vint 2 Zangar-se, exasperar-se, danar-se: Malandro não estrila (dito popular). vtd 3 Bradar, vociferar: Exigimos nossos direitos! estrilaram os grevistas. vint 4 Ziziar.
FONTE: http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=estrilar

Lá isto é jornalismo?!…

Viva o ‘Brazil’(!)… E os seus ‘jeniais’ [anti-]nacionalistas!…

Lei dos Meios JÁ passou da hora!…

“NUMDISSE”?!… República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Franca de Macedo

08 de dezembro de 2012 às 05h20

Aonde eles pretendem chegar?
Por Mino Carta

Editorial
07.12.2012 09:23

em http://www.cartacapital.com.br/politica/aonde-eles-pretendem-chegar/

Mala tempora currunt, costumava dizer meu pai quando a situação política
azedava. Maus tempos chegaram, em tradução livre.
(…)
Que nada aconteça que você não queira lembrar. Nem sempre, contudo, a vida sorri.
(…)
Até onde vai a parvoíce e onde começa o fingimento? É possível que graúdos representantes do poder econômico não se apercebam das responsabilidades e alcances da sua adesão ao insondável Millenium? Ou estariam eles incluídos na derradeira prece de Cristo na cruz: perdoe-os, Pai, eles não sabem o que fazem? Que o golpismo da mídia da casa-grande seja irreversível é do conhecimento do mundo mineral. Causa espécie o envolvimento de personalidades aparentemente voltadas aos interesses do País em lugar daqueles da minoria.
(…)
E à presidenta, que CartaCapital apoiou e apoia, recomendamos a leitura de um dos mais qualificados arautos da direita golpista. Merval Pereira não se confunde com Carlos Lacerda, mas na semana passada avisou não ser o caso de isentar Dilma das denúncias de corrupção, presentes e passadas. Está clara a intenção de aplicar à presidenta a tese do domínio do fato.

LÁ VEM O MATUTO E OS SEUS BOTÕES DE UMA CAMISA DE TECIDO ORDINÁRIO!

Prezado, competente e intrépido jornalista Mino Carta, humildemente, reitero: ‘A DIREITONA [eterna] OPOSIÇÃO AO BRASIL está apostando todas as fichas (sic) nas últimas consequências!’… O que não deixa de ser um risco iminente à nossa [‘tênue’!] subdemocracia de bananas!… … Ademais, entre vários, dois demissionários não são demitidos (idem sic): o ministro (quase-)tucano José Eduardo Cardozo e o ‘neocoroné’ Geddel ‘Voto Com ACMalvadeza Neto Vieira Lima!… … Ínclito jornalista Mino Carta, desculpe pelo plágio grosseiro: pergunto aos meus botões – de uma camisa de tecido ordinário – as razões destas “notáveis” figuras continuarem em seus cargos: ministro da Justiça e vice-presidente para assuntos de pessoas jurídicas da Caixa Econômica Federal, respectivamente. O máximo que retirei dos meus botões foi a recomendação para que eu procurasse O Iluminado Oráculo de Delphos!…

Parabéns! Felicidades!

“NUMDISSE”?!… República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Franca de Macedo

08 de dezembro de 2012 às 05h09

… Está mais fácil a revista britânica ‘Economist’ “fechar as portas” – destino iminente da ‘veja’ – do que o egrégio, competente, desenvolvimentista/nacionalista e economista catedrático doutor Guido Mantega ser demitido do Ministério da Fazenda!…

“Folhetim metido a intervencionista”, ¿Por qué no te callas?… “Vá dar pitaco na crise européia e meter o bedelho na ‘primavera(?!) árabe'”!…

O Brasil está muito bem obrigado, situação de pleno emprego, redução considerável da pobreza, mercado interno aquecido, um eterno presidente, uma presidente magnífica e um ministro da Fazenda mais firme no cargo do que a realeza britânica no Palácio de Buckingham!…

RESCALDO: quer dizer, então, que o PIGolpista/terrorista/antinacionalista está pedindo colaboração da “correspondente” na Inglaterra! Ah, bom, “peça arrego, não, ‘destá’!”!… [RISOS DO MATUTO!]

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

ricardo silveira

08 de dezembro de 2012 às 02h58

E a mídia pode continuar mentindo, manipulando a população, pois para a presidente isso é liberdade de imprensa.

Responder

Thomaz

08 de dezembro de 2012 às 02h27

Patética a cena, uma presidente da República sublinhando na tevê que não vai seguir a sugestão de demissão de ministro feita por uma revista.

Responder

    xacal

    08 de dezembro de 2012 às 11h25

    Não filho, patético é o mundo no qual o equilíbrio das finanças e a estabilidade de Estados nacionais inteiros estejam a mercê das injunções do mercado e das agências de rating que falam através de “especialistas”, como a citada revista e outros jornalistas econômicos de coleira por aqui.

    A especulação sobre queda de ministros é o tipo de sabotagem que pode trazer prejuízos enormes, inclusive para você, que embora não saiba bem o que está se passando, vai pagar a conta com as oscilações.

    Bonifa

    08 de dezembro de 2012 às 22h23

    Não foi patético, foi absolutamente necessário. Ficar calada depois de um ataque como este, vindo de quem veio, seria fatal. E foi muito inteligente de parte da Dilma falar que não levaria a sério nenhuma sugestão de órgão de imprensa que não fosse brasileiro. Isso joga na cara do Economist sua grosseira e inadequada intervenção em assuntos políticos internos do país. Pela revolta que esta frase provocou entre falsos analistas de esquerda, que queriam que Dilma espinafrasse a imprensa de cá junto com a de lá, podemos deduzir que Dilma acertou na mosca em com esta afirmação.

sandro

08 de dezembro de 2012 às 01h36

god save the queenn!
Os xenófilos daqui devem estar tendo orgasmos multiplos.

Responder

vinícius

07 de dezembro de 2012 às 23h25

Tô dizendo que ela é Dilmais de inteligente!!
E tem gente achando que ela tem medo do tal do PIG!!
Enquanto o governo age; a mídia reage para defender seus interesses.
E cada vez que reage só se enrola na própria teia.
E pode colocar o judiciário nessa teia também.

Só não vê quem não quer.

Trabalhe, Dilma. Trabalhe!
É o que esperamos.
Você tem mostrado que dá conta do recado. Parabéns!

Responder

    Mário SF Alves

    09 de dezembro de 2012 às 14h32

    Parabéns pelo comentário. Lúcido, companheiro, lúcido. Sempre foi assim, enquanto os cães raivosamente ladram, a caravana passa; com alguma dificuldade, é certo, mas passa.

sérgio

07 de dezembro de 2012 às 22h55

Economist go out, ensine a George Osborne a reerguer o império britânico que vai de mal a pior, e divirtam-se com a gravidez da Princesa de Cambridge, diversão para trouxas.

Responder

anac

07 de dezembro de 2012 às 22h49

“nós temos 378 bilhões de dólares de reserva”
E o PiG na maior cara de pau ainda divulga que nunca se robou tanto no governo petista. Quando FHC chegou ao poder, nossa carga tributária correspondia a 29% do PIB. Ao sair, oito anos depois, ela tinha subido para 35,5% do PIB.Na era FHC um dos dois principais motivos alegados para a privatização das empresas estatais era o pagamento da dívida pública: com os recursos oriundos da venda destas empresas, reduziríamos a dívida. O que ocorreu de fato?
As empresas foram vendidas, mas a dívida, tanto a externa quanto a interna, aumentou exponencialmente. A dívida externa passou de US$ 148 bilhões para US$ 248 bilhões, entre 1995 e 2002, e a dívida interna decuplicou, passando de R$ 62 bilhões para R$ 662 bilhões, no mesmo período.
FHC para pagar o serviço da divida recorreu ao FMI, obtendo deste um empréstimo emergencial da ordem de US$ 40 bilhões, mas foi obrigado a adotar um reajuste fiscal (desvalorização cambial, aumento da arrecadação e diminuição de gastos públicos. Tais medidas provocaram recessão da atividade econômica.

Responder

    anac

    07 de dezembro de 2012 às 22h51

    Lula sem vender empresas estatais deixou de reservas 300 bilhões de dolares.

    Hélio Pereira

    08 de dezembro de 2012 às 20h49

    Pois é,temos 380 bilhões de dólares de Reservas,mas e dai?
    Meu caro eu tenho certeza que Lula e Dilma são mil vezes melhores que qualquer Governo Tucano,só que não adianta ter Reservas nestes montantes se nossas empresas estão FALINDO e sendo vendidas a multinacionais,se temos obras inacabadas da Transposição do Rio São francisco,enquanto o Nordestino vê suas criações morrendo por falta d’água,se temos a BR 319 sem asfalto,se não temos a construção da Ponte sobre o Rio Madeira que deixa a Região Norte isolada do resto do Brasil,se a duplicação da BR Régis Bittencourt que começou em 1985 até hoje não foi concluida,muito embora o Governo Federal tenha autorizado a cobrança de Pedagios nesta Rodovia,se o Trecho Central de 19 Km da Serra do Cafézal continua fazendo vitimas 5 anos após o inicio da cobrança de Pedágios pelo Grupo Espanhol que enche o Bolso enquanto os Motoristas são obrigados a colocar a vida em risco todos os dias no trecho central da Serra do Cafézal,enquanto isto,o Governo Federal faz de conta que não tem nada com isto!
    Ora qual a vantagem de ter Dinheiro em caixa,não seria melhor investir estes recursos em Infra-estrutura?

Ubiratan J. dos Santos

07 de dezembro de 2012 às 22h46

E o PIG, repercute The Economist, babando e abanando o rabo…

Responder

    maria olimpia

    09 de dezembro de 2012 às 16h48

    Exato, Ubiratan!
    O PIG vive disso! Fala de crises inexistentes por aqui, não fala de crise existentes na Europa e EUA e, para arrematar a idiotice, repercute bobagens de certa mídia furiosa, por sinal, inglesa! Será por que já ultrapassamos a Grâ Bretanha e esse mesmo assunto não foi divulgado por esse mesmo PIG?
    Além disso, “peitar” bancos, mercado financeiro, companhias de energia e gás em mãos estrangeiras pela privatização (AES/DUKE/BP- dona da Congás – e outras), não é para qualquer um! Ou entra no rumo ou esperneia até onde der…

Henrique

07 de dezembro de 2012 às 22h05

A previsão do Banco da Inglaterra de crescimento do PIB do Reino Unido para 2012 é de 0 a 1%. Para 2013 é de 1%.

Em outros “países ricos” para 2012 são:

Portugal
PIB: -3,0%
Desemprego: 15,7%

Espanha
PIB: -1,4%
Desemprego: 25,9%

Itália
PIB: -2,3%
Desemprego: 10,8%

Austria
PIB: 0,8%
Desemprego: 4,4%

França
PIB: 0,2%
Desemprego: 10,8%

Bélgica
PIB: -0,2%
Desemprego: 7,4%

Grécia
PIB: -6%
Desemprego: 25,4%

Alemanha
PIB: 0,8%
Desemprego: 5,4%

(agência de notícias Eurostat)

NENHUM MINISTRO DESSES PAÍSES FOI DEMITIDO!?

Responder

Indio Tupi

07 de dezembro de 2012 às 21h53

Aqui do Alto Xingu, os índios acham que os britânicos pensam que estão no séc. XIX, quando eram um império mundial e faziam e desfaziam dos países, na maior parte, à época, suas colônias. Mas, apesar de haverem perdido as colônias, não perderam a pose. E continuam arrogantes, esquecendo de olhar como está seu quintal. E o quintal, a economia britânica, vai mal. Segundo a OCDE, o PIB real do Reino Unido cairá 0,1%, em 2012, quando o Brasil crescerá 1,5% — pouco acima dos 1,4% a ser registrados pelos 34 países mais industrializados da OCDE; em 2013, a Grã-Bretanha registrará crescimento de apenas 0,9%, enquanto a OCDE espera que o Brasil cresça 4,0%, contra os mesmos 1,4% de expansão da OCDE; e, em 2014, enquanto a Grã-Bretanha, segundo a OCDE, registrará expansão de 1,6%, o crescimento brasileiro deverá ser de 4,1%, em comparação com os 2,3% esperados para o conjunto dos países da OCDE. Faria melhor a The Economist se voltasse seus canhões para o próprio umbigo. Na verdade, pretende dar sobrevida à moribunda oposição brasileira.

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Wagner

07 de dezembro de 2012 às 21h46

Tinha que chamar o Palocci pra Ministro e tirar logo esse tonto que está aí.

O Palocci é meio sem vergonha e tem problemas com caseiros, mas foi um Ministro da Fazenda muito competente.

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    Bonifa

    08 de dezembro de 2012 às 06h34

    Trollismo fraco.

Rafael

07 de dezembro de 2012 às 21h42

Mas também, Blair topar com uma das intelectuais mais brilhantes da atualidade, só poderia dar no que deu: “apanhou de relho”.

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    maria olimpia

    09 de dezembro de 2012 às 16h52

    Concordo!

xacal

07 de dezembro de 2012 às 21h26

Azenha,

Na minha rasa e semi-analfabeta opinião:

Modelo energético em polvorosa(sócios estrangeiros), pressão pelo abandono já anunciada retomada da queda dos juros e talvez uma forçada para aproximar os indicadores e taxas das posições compradas e vendidas do mercado de títulos, cambial, etc.

Matéria encomendada com algum sadismo político. A parte do questionamento do “intervencionismo” é a deixa…a assinatura inconteste da banca descontente.

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    maria olimpia

    09 de dezembro de 2012 às 16h57

    Perfeito, Xacal!!!

    Mário SF Alves

    09 de dezembro de 2012 às 22h41

    Sherlock Xac’holmes.

Bonifa

07 de dezembro de 2012 às 21h22

Só um desavisado não perceberia que o Brasil, com a política de queda dos juros, estaria contrariando não apenas os chacais internos, mas também os interesses internacionais de lobos ferozes. Lobos europeus, por exemplo, que atacam na escuridão das florestas financeiras, para os quais a crise não é nada, já que não passam fome às custas de cadáveres espalhados por toda a Europa. Estes lobos não iriam mesmo gostar da idéia de que seu peru de Natal, ou de Ação de Graças, tenha se recusado a botar o pescoço no cepo, para que que pudessem decapitá–lo. Cansados de esperar pela vitória eleitoral de seus agentes internos, encarregados naturais de convencer o peru a se deixar sacrificar, eles já começam a agir diretamente. É preciso que o peru se arme, porque os lobos já estão armados.

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    xacal

    09 de dezembro de 2012 às 20h11

    Epa, deixe os x(ch)acais fora disto. rsrsrsr

FrancoAtirador

07 de dezembro de 2012 às 20h53

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Apenas um reparo:

A mídia oligárquica mafiosa não é ‘nossa’, é deles (U.S.A.).

E não é ‘colonizada’, mas uma mera sucursal norte-americana.

Eles não precisam mais de ditaduras para subjugar os povos.

Hoje, um ‘press release’ da embaixada surte o mesmo efeito.
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Responder

    Bonifa

    08 de dezembro de 2012 às 06h41

    Boa observação. Cortar as asas do Clarín, por exemplo, equivale a mandar para casa uma enorme tropa de ocupação, ou a fechar uma base naval de submarinos atômicos, no mínimo.

    abolicionista

    08 de dezembro de 2012 às 10h55

    Perfeito. E se as filiais estão apelando para a matriz é porque a coisa está feia para o lado deles. O que os deixa desesperados é que todos já perceberam que o neoliberalismo foi pro brejo de onde nunca deveria ter saído. Por isso estão retomando a estratégia de fomentar golpes de estado.

    FrancoAtirador

    08 de dezembro de 2012 às 14h41

    .
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    Observem:
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    PRESS RELEASE

    Embaixada dos EUA prorroga inscrição no Programa Jovens Embaixadores para 26 de agosto

    Estudantes da rede pública devem se inscrever exclusivamente pela internet

    Brasília, 30 de julho de 2012 – A Embaixada dos Estados Unidos prorrogou para 26 de agosto o prazo para inscrições na décima edição do programa Jovens Embaixadores, intercâmbio cultural que há 10 anos seleciona 35 estudantes da rede pública brasileira para um intercâmbio de três semanas nos Estados Unidos.
    As inscrições devem ser feitas apenas pela internet, no site do programa: http://www.jovensembaixadores.org/2013/

    Inscrições:

    Para se candidatar, o estudante deverá estar cursando o ensino médio, ter entre 15 e 18 anos, com excelente desempenho escolar, trabalho voluntário em suas comunidades e boa fluência no idioma inglês para representar o Brasil como um embaixador nos EUA.

    Programa Jovens Embaixadores:

    O Programa Jovens Embaixadores foi criado no Brasil em 2002 e agora é replicado em 25 países.

    Desde o lançamento, 294 brasileiros da rede pública já participaram do programa. Os parceiros da Embaixada dos EUA nesta iniciativa são:

    FedEx,
    MSD,
    Dow Brasil,
    Microsoft,
    Bradesco,
    Carlson Wagonlit Travel,
    IBM,

    Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED) (!!!)

    e Centros Binacionais.

    http://portuguese.brazil.usembassy.gov/yaprorrogacao12pt.html

    Bonifa

    08 de dezembro de 2012 às 22h31

    Se estão tentando criar serpentes desde o ovo, estão no caminho errado. Nada garante que o feitiço não se vire contra o feiticeiro. Mas se estão tentando um intercambio honesto e despido de doutrinação ideológica, tudo bem. Só que os esforços do Governo Federal em mandar estudantes brasileiros para estudarem fora do país é mil vezes mais importante que estas iniciativas pontuais.

PauloH

07 de dezembro de 2012 às 20h18

Sendo chato de novo: chamar o grupo formado por União Européia e EUA de “Ocidente” é embarcar nesse eufemismo inventado pelos paísas da União Européia e pelos EUA pra atribuir-se alguma autoridade moral. Além de uma apropiação (outra) de um conceito geográfico alheio. Porque a América Latina é a rigor mais “ocidental” que a Europa, mas está excluída do conceito geopolítico de “Ocidente”. Eu acho que “Ocidente” é simplesmente mais um eufemismo para “países brancos”; depois que o termo “arianos” ficou queimado, eles tinham que criar outra idéia conceitual que devolvesse a noção de superioridade intelecto-moral caucasiana. Por isso toda vez que atualmente leio “Ocidente” nos jornais a imagem mental que eu crio é a de um branco “educando” professoralmente “um apanhado de morenos, muitos dos quais de olhos puxados”. Já não bastasse nos terem roubado a “América”, agora querem desapropriar-nos do “Ocidente”. O ocidente é nosso.

Responder

João Brasileiro

07 de dezembro de 2012 às 19h39

Olá, Azenha

É impressionante como esses dirigentes dos chamados países ricos acreditam piamente que ainda vivemos nos séculos da escravidão e do colonialismo!!!
Naquela época eles eram ricos às custas do suor, do sangue e das lágrimas de milhões de seres humanos espalhados pelo mundo afora!!!!
Graças a Deus, estamos no Século XXI, com líderes desses países explorados secularmente mais comprometidos com seu povo!!!
Um exemplo disso é o fato de aqui, na América do Sul, termos líderes que dizem NÃO a esses sanguessugas!!!
Um abraço!!

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Johann

07 de dezembro de 2012 às 19h08

Azenha, quando foi que passou esse debate? Esse constrangimento do Blair deve ter sido ótimo de se ver

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