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Entidades criticam Alckmin: É boicote à redução da conta de luz


04/12/2012 - 20h00

Nota sobre a decisão da CESP de não aderir à renovação de concessões do setor energético, encaminhada pela Assessoria de Imprensa do PT na Alesp, via e-mail

A decisão do governo Alckmin de não aderir à renovação das concessões das empresas do setor energético e deixar a Cesp de fora do pacto nacional pela redução da tarifa de luz, na média de 20% a partir de janeiro de 2013, foi alvo de críticas de lideranças sindicais e entidades sociais que analisaram a questão, nesta terça-feira (4/12), em uma reunião na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Na avaliação das lideranças, o governo de São Paulo está se recusando a contribuir com o desenvolvimento do país e com a redução dos custos de produção, o poderia tornar o Brasil mais competitivo, com reflexos diretos na geração de emprego e no fomento da economia.

Os sindicalistas ressaltam que o boicote do governo tucano reflete em prejuízo para o conjunto da sociedade brasileira. Isto porque, diante da recusa da Cesp (São Paulo), Cemig (Minas Gerais) e Copel (Paraná), todas ligadas a gestões do PSDB, em participar do plano, a redução dos custos da tarifa de luz, projetados em 20% pelo governo federal, poderá ficar mais baixa, em 16,7% a partir do ano que vem.

A adesão à proposta do governo federal, apresentada por meio da Medida Provisória 579, editada pela presidente Dilma Rousseff, em 11/9, foi assinada hoje pelas demais empresas do setor no país.

Outra observação feita por Wilson Marques Almeida, diretor do Sinergia, é de que os trabalhadores aguardam que, além da redução das tarifas, o governo busque meios de assegurar também a continuidade de investimentos, a garantia da manutenção de empregos e dos benefícios dos trabalhadores, destacou o integrante da Plataforma Operária e Camponesa para a Energia no Estado de São Paulo, composta por representantes sindicais e entidades sociais como a Central de Movimentos Populares e o MBA — Movimento dos Atingidos por Barragens.

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76 comentários

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06 de dezembro de 2012 às 23h32

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Roberto Locatelli

06 de dezembro de 2012 às 20h48

A Blogosfera e as redes sociais (principalmente twitter e facebook) serão nossas ferramentas para levar essa denúncia ao maior número possível de pessoas. O cidadão comum tem que saber quem defende seus direitos e quem defende especuladores.

O termo é esse mesmo, especuladores, pois eles já amortizaram os investimentos feitos nas usinas, isto é, esses investimentos já voltaram para os bolsos deles, fora o lucro que já tiveram. Agora querem renovar os contratos com os mesmos percentuais? Ser capitalista assim é moleza…

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Morre no Rio de Janeiro o arquiteto Oscar Niemeyer « Viomundo – O que você não vê na mídia

06 de dezembro de 2012 às 10h31

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Rodrigo Leme

06 de dezembro de 2012 às 09h42

Eu fui atrás do que não vejo no Vi o Mundo, e ouvi na CBN entrevista com o José Aníbal sobre o motivo da recusa da redução. Cabe ao blog levantar se isso procede ou não.

1. O governo anunciou a redução, contou com a adesão de todas as concessionárias, com a condição que as regras e compensações seriam apresentadas depois.

2. Ao apresentar as compensações, as da CESP não chegavam nem perto do montante investido e da amortização de equipamentos e infra (a diferença, segundo Aníbal, é de 1,75 apresentados pelo governo federal versus 5,6 bi investidos)

3. A Empresa Metropolitana de Águas e Energia S. A. (EMAE), tbm do governo paulista, aceitou a compensação apresentada e aderiu ao projeto, o que deixa mal explicada a justificativa de “cunho político” na recusa da CESP.

4. Obviamente, a redução de energia é boa para todos. Mas a CESP é uma empresa com acionistas, que precisam ser remunerados pelo que investem. Seria irresponsabilidade aceitar uma proposta que faz quem investe em uma empresa perder dinheiro, atitude pela qual o governo do estado e talvez a União poderiam se colocar em posição de serem acionados na justiça por acionistas.

Se o blog (que tem mais tempo que os 40 min que fico ouvindo CBN no caminho do trabalho) puder apurar se isso confere ou não, e se essa é a situação das outras concessionárias que recusam, agradeço.

Responder

Zezinho

06 de dezembro de 2012 às 06h58

Conceição e Azenha,

me parece que vcs respeitam a opinião do Ildo Sauer. Vcs poderiam postar esta entrevista para a CBN?

http://cbn.globoradio.globo.com/programas/jornal-da-cbn/2012/12/05/RACIONAMENTO-ENERGETICO-PODE-SER-AFASTADO-PARA-O-PROXIMO-ANO.htm

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Mario

06 de dezembro de 2012 às 04h41

Este partido PSDB não esta preocupado com o povo e sim com seus próprios interesses….mostraram que não se preocupam com o crescimento do Brasil, apenas querem continuar no “poder pelo poder”

O PSDB tem que ser banido de São Paulo nas próximas eleições.

Responder

José Carlos Araújo

05 de dezembro de 2012 às 21h34

O PSDB(São Paulo, Minas Gerais e Paraná) boicota e o PIG/JN mostra a manchete: “O Governo prometeu 20% e só poderá dar 10%…”. Esse partido(psdb/dem/pps) está atrasado…Ficou prá trás…Morreu…Sempre contra o Brasil e o Povo Brasileiro.
Aqui no Ceará passou de 54 para 9(nove) Prefeituras, tem atualmente 2(dois) Deputados Estaduais e nenhum Senador. Acabou.

Responder

antonio carlos ciccone

05 de dezembro de 2012 às 20h54

Alckmin lidera os govern. do PSDB contra a redução da tarifa de Energia.Alckmin lidera os govern. todos contra a redução da cobrança da CIDE nos combustiveis,redução esta que é para evitar aumento de preços.Alckmin e Serra não quiseram assinar acordo com o gov. federal e São Paulo perdeu creches e escolas.Alckmin não quis assinar acordo com o BNDS e São Paulo perdeu várias escolas do SESI. Alckmin cancelou 81 mil bolsas de estudo de Ingles para alunos de escolas do Estado assim que assumiu o governo, por futricas com o Serra. Esperamos que este Sr. nunca mais ocupe o Palacio dos Bandeirantes!!

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regina gonçalves

05 de dezembro de 2012 às 20h43

A solução é a sociedade se organizar e ir para a rua denunciar o boicote dos governos de São Paulo, Minas e Paraná. Hoje o GLOBO vem com a seguinte manchete que dia mais ou menos o seguinte:Dilma concede uma redução menor que prometeu na energia.Vocês entenderam a jogada? é para dizer depois que queriam uma redução maior e o governo não concedeu.

Responder

    Mario

    06 de dezembro de 2012 às 04h42

    A cada dia que passa tenho mais nojo do PIG

Gerson Carneiro

05 de dezembro de 2012 às 19h36

Dilma poderia manter a tarifa de energia elétrica cara, de quem é tucano, e reduzir, de quem não é.

Quero ver tucano cabra macho fazer questão de pagar tarifa de energia elétrica mais cara aonde a tarifa for reduzida.

Responder

    Márcia Nogueira

    06 de dezembro de 2012 às 00h11

    Ah, mas para quem já paga os maiores valores de pedágio, IPVA etc, isso não é nada!!!

Luis Fernando

05 de dezembro de 2012 às 19h34

Às 9:54 eu enviei uma mensagem dizendo sobre os motivos da Cesp não aderir à redução de energia. Leiam agora no 247 o que disse sérgio guerra, presidente do bando tucano. Disse que Dilma fez o plano como movimento eleitoreiro. É simplesmente um paspalho.

Responder

José Eduardo

05 de dezembro de 2012 às 16h57

Esse é o famoso “choque de gestão” tucano. Deixam todo mundo chocado!…rs

Responder

H. Back™

05 de dezembro de 2012 às 16h40

Juro; essa eu não entendi. As concessões foram criadas, se não me engano, pelo FHC. Por qual razão o PSDB não deseja que isso se mantenha, é um verdadeiro mistério!

Responder

italo

05 de dezembro de 2012 às 16h02

A globo e a abril juram que não,mas a política do PT é para usuários de energia elétrica, a do PSDB e do JN é para os donos das companhias de energia. A explicação que pode falar na tv é boa e motivo que convence é como especialista e perito, tem qualquer quantidade.

Responder

Aluisio

05 de dezembro de 2012 às 14h13

Geraldo Alckimin, Beto Richa, Antônio Anastasia e Aécio Neves, por favor, peçam pra c… e saiam!

Responder

    Mora

    05 de dezembro de 2012 às 17h31

    Minas Gerais, Estado quebrado, desgovernado e ainda mantendo uma relação promíscua com o senador “carioca” baladeiro. Além de não cumprir suas obrigações constitucionais nas áreas da saúde, educação e segurança, o desgovernador que atende pela alcunha de AZIA, nada mais é que um bibelô do playboy do Baixo Leblon, frequentador assíduo também do CERVANTES em Copacabana (o vídeo do chapadão está disponível no youtube, apesar da censura da maninha destemperada).

Gerson Carneiro

05 de dezembro de 2012 às 13h07

É inútil exigir ao lobo para que não seja lobo.

O PSDB vem sabotando programas do Governo Federal que possam favorecer a população. Acontece com o Minha Casa Minha Vida; com o Bolsa Família; com o SAMU…

Esse é o PSDB.

“São Paulo é o único estado que não investe um centavo no SAMU/192”

https://www.viomundo.com.br/denuncias/sao-paulo-e-o-unico-estado-que-nao-investe-um-centavo-no-samu192.html

Responder

pedro - bahia

05 de dezembro de 2012 às 12h56

Nenhuma surpresa. Afinal o Alkmim sempre agiu dessa forma quando se quer beneficiar a população. é a guerra dos poderosos com o apoio do PSDB.

Responder

Paulo

05 de dezembro de 2012 às 12h52

Prezados amigos

Acredito que muitos não tenham entendido o que está acontecendo. Vou explicar: o governo não está dando 20 bilhões para as empresas concessionárias de energia de mão beijada. Veja bem, a maioria das concessões vencem em 2015 e dessa forma, supondo que nenhuma empresa renovasse a concessão agora, esses 20 bilhões seriam pagos a elas de qualquer modo, até 2015, porque é de direito delas, estão contratadas para isso. Só que, chegando em 2015, os ativos dessas empresas retornariam para a união. A união, não tendo interesse em ficar com as empresas, ou seja, não querendo reestatizá-las, realizaria novos leilões. No mercado há muitas empresas extremamente capitalizadas e que entrariam forte nestes na participação desses novos leilões em 2015. As empresas que hoje possuem essas concessões poderiam vir a perdê-las. Agora, de qualquer modo, em 2015, os valores das concessões seriam reduzidos, igual ao que está sendo proposto agora. Então, o que fez o que governo federal, chegou para as empresas e disse: olha, sua concessão vencerá em 2015 e sua receita será de x reais até lá. Se você renovar a concessão agora, por mais 30 anos, sem haver necessidade de efetuar novo leilão, eu te adianto agora a receita prevista até 2015, mas já a partir de 2013 começaremos a cobrar os valores das novas concessões, ou seja, mais baixas. Enfim, o que está acontecendo agora é que simplesmente se está antecipando para 2013 o que fatalmente aconteceria em 2015. A energia elétrica seria mais barata a partir de 2015, de qualquer jeito. Mas como a crise tá feia lá fora, vamos antecipar o barateamento da energia para agora. Mas por que CESP, CEMIG e COPEL não tiveram interesse em renovar? Por mais que elas entendam que o valor proposto pelo governo pelo ressarcimento seja menor do que a receita até 2015, elas estão pensando somente no curto prazo, e não a longo prazo. Como trabalho em empresa de energia elétrica em SP, a CESP até entendo porque não quer renovar. A CESP foi dividida em 5 empresas sendo, 3 geradoras, 1 transmissora e 1 distribuidora. 1 dessas geradores continuou com o nome CESP. A cada privatização que era realizada, o governo jogava a dívida dessa empresa para a nova CESP. E por que o governo se SP não conseguiu privatizar a CESP? Porque nem graça alguém queria, pois sua divida é maior que seus ativos. Só que o que retorna para a união são os ativos das empresas, as dividas continuam com o governo estadual. Pense nisso…

Responder

    Paulo

    05 de dezembro de 2012 às 13h02

    Somente para completar: a empresa estatal era a CESP (chamávamos de CESPONA): empresas oriundas após a desverticalização das empresas: CTEEP (transmissora), AES Tiête (geradora), Duke (geradora), CESP (geradora) e Elektro (distribuidora). Na privatização da Elektro, que foi a primeira, suas dividas eram repassadas para a CESP e assim sucessivamente.

    ademar

    05 de dezembro de 2012 às 13h05

    facil porque os tucanos não mostra quem são os acionistas,desta vez não morderam a isca,morderam o anzol direto

João Luiz

05 de dezembro de 2012 às 12h34

Quando vi que as estatais de três estados se recusaram a aceitar estas condições para a redução, vi que não era simples coincidência – Minas, São Paulo e Paraná, três estados governados por tucanos.

Responder

Apolônio

05 de dezembro de 2012 às 12h07

Esse assunto tem que ir para a internet. Para o twitter e outras redes sociais. A hora é agora! Vamos mostrar que esse pessoal sempre foi contra a população e contra o desenvolvimento do país. Esse assunto tem que ser disseminado, pois a grande mídia, pouco vai falar, e ainda, vai distorcer.

Responder

Riba

05 de dezembro de 2012 às 11h56

O interessante é a cara de pau,mesclado de cinismo por parte da TUCANALHA e asseclas, em não concordar com esta medida,a qual irá proporcionar benefícios em todos os setores…Ah tá! É populismo e “fazer a festa com chapéu alheio”…Tucanalhas,seres em extinção,ou no máximo com viagem(obs: só de ida) a ATLANTA,para bem o de nossa nação!

Responder

Julio Silveira

05 de dezembro de 2012 às 11h10

Essa atitude vai no intuito de não dar margem a melhoria que possam acarretar boas avaliações. É o afã de se fazer oposição mesmo prejudicando os próprios eleitores.

Responder

Luis Fernando

05 de dezembro de 2012 às 09h30

Cadê o presidente da Fiesp, que fica fazendo propaganda na TV a favor da redução da tarifa de energia? É hora da entidade pressionar os governadores. Afinal, quem deixará de lucrar também são suas próprias empresas. A não ser que os governadores farão uma redução à parte para as empresas e deixarão a sociedade se danar. É típico de tucanos.

Responder

Saulo

05 de dezembro de 2012 às 09h21

Quem nasceu para síndico de igreja em Pindamonhangaba não deveria se meter a governador de estado importante. E se meteu, e deu no que deu, deveria ter a hombridade de pedir pra sair…

Responder

francisco niterói

05 de dezembro de 2012 às 09h18

Viomundo

No campo de atuacao destas eletricas, o investimento destas tem sido baixo pois geralmente a cobertura aos usuarios ja é ampla. Novas usinas sao geralmente construidas por novas empresas, consorcios, sociedades de proposito especifico, etc.

Assim, eslas distribuem muito dividendo. E por isso foram sempre muito recomendadas por administradores financeiros aqui e no exterior. Comprar acao, muito lucro e pouco investimento. Pro cassino das bolsas, empresa que investe muito pode nao ser uma boa, a nao ser pra quem tem compromissos atuarias, como os fundos.

Rsumo: os investidores estao desolados e a midia e pretensos especialistas procurando meios pra se vitimizar. Ninguem explica, porm, como que usina ja paga deva ter a amortizacao de custos de construcao, etc.

Ouvir a CESP agora é ecoar interesses mesquinhos de investidores travestidos de “amor ao desenvolvimento brasileiro”. Mas acho que deva ser ouvida, apesar do auxilio que a midia lhe deu travestido de interesse publico. Enfim, tem alienado pra tudo.

Responder

Rodrigo Leme

05 de dezembro de 2012 às 08h11

Boa matéria. Entrevista um monte de cooptados do petismo, em nenhum momento são apresentados os argumentos da CESP para não aceitar a renovação, mas boa matéria. Bem completa.

Responder

    Dorival

    05 de dezembro de 2012 às 08h56

    E precisa , diminuir o lucro agora no Brasil é prejuizo , pecado capital punivel com enforcamento .

    Fabio SP

    05 de dezembro de 2012 às 08h57

    Fazer caridade com o chapéu alheio é típico do PT…

    francisco niterói

    05 de dezembro de 2012 às 11h59

    Como chaoeu alheio?

    AS USINAS PERTENCEM À UNIAO. SAO EXPLORADAS POR CONCESSAO POR EMPRESAS, ESTATAIS OU PRIVADAS.

    É como o aluguel de um apartamento. Vencido o prazo, o dono impoe condicoes pra renovacao do contrato ou aluga pra outro.

    ONDE ESTA O CHAPEU ALHEIO?

    francisco niterói

    05 de dezembro de 2012 às 12h09

    Um adendo ao equivoco “chapeu alheio”.

    O que a Cesp fez, usando a analogia do apartamento, é o seguinte:

    Se um contrato de apto vence em 2015, ate lá o proprietario nao pode pedir de volta o mesmo.

    O que a CESP fez, portanto, foi dar oreferencia aos acionistas, cobrando mais caro até 2015.

    EM 2015 ela vai oedir a renivacao.

    Qual o problema: o povo paga mais alto ate 2015. Por outro lado, atrasa uma renovacao por X anos, empurrando a decisao pra “cima do gongo” , o que em planejamento eletico é um desastre.

    A CESP ESTA USANDO O PODER DO CONTRAO DELA PRA AUFERIR BENEFICIOS À CUSTA DO POVO E DA SEGURANÇA.

    Fabio SP

    05 de dezembro de 2012 às 08h59

    O Governo de São Paulo devia baixar uma lei isentando todas as indústrias paulistas de IPI… queria só ver…

    Marcelo

    05 de dezembro de 2012 às 10h34

    Se quer pagar mais caro, vai lá na CESP e pede pra aumentar a tarifa da sua conta. Nāo tem lógica alguém ir contra uma medida que vai beneficiá-lo. Ou é burro demais ou está sendo pago pra isso.

    francisco niterói

    05 de dezembro de 2012 às 11h34

    Nao poderia o governo de SP isentar IPI pois a constituicao nao lhe deu esta competencia.

    Porem, a Uniao impor condicoes para a renovacao de concessao de propriedade dela, nao só pode como deve e a CF protege este ato.

    As usinas ja foram amortizadas entao o custo agora é outro.

    Lastimavel essas opinioes misturando alho com bugalhos sem ver que o problema é 2014. Apos, a CESP vai renovar, mesmo que às custas de um planejamento que, no setor eletrico, demanda tempo.

    Qual empresa vai querer ficar sem usinas? Investidor nao é bobo. Ele nao confundiria competencias constitucionais sobre tributos (IPI, por ex.).

    flavio

    05 de dezembro de 2012 às 14h14

    Fabio – puxa saco do governo tucano

    Valdeci Elias

    05 de dezembro de 2012 às 14h32

    O IPI , é um imposto federal. Agora, o ICMS, é estadual. E São Paulo já vem diminuindo atravez da guerra fiscal.

    Julio

    05 de dezembro de 2012 às 14h47

    Esse é o jeito de desgovernar do partido sócio do bicheiro: reduzir a tarifa de energia dos industriais(quem sabe não dá pra reduzir nos jardins tambem?) E O POVO BRASILEIRO QUE SE EXPLODA……..ETA PARTIDINHO DE M…..

    Luis Fernando

    05 de dezembro de 2012 às 09h54

    Os argumentos da Cesp são: Boicotar medida de cunho popular para usá-la futuramente contra o PT, dizendo que prometeu redução de 20% e deu só 16,7%. A manchete do jornal o globo de hoje fala exatamente isso.
    É só esse o argumento tucano. Fazer politicagem. Aliás, um partido que por 8 amargos anos, ferrou o desenvolvimento social no país, quebrando 3 vezes nossa economia, subserviente aos bancos internacionais, privataria-entrega de nossas empresas, com direito à comissão de venda de 20% nas Ilhas Virgens Britânicas, um boicotizinho de redução de energia é café pequeno pra eles.

    Paulo Figueira

    05 de dezembro de 2012 às 12h05

    Certamente é apenas coincidência, que os únicos a ficarem contra, foram os governadores do PSDB.

Murdok

05 de dezembro de 2012 às 06h47

O PSDB não ta explorando o caso Rosemery, que tal o PT explorar essa negativa do PSDB em não aderir à redução de tarifas de energia elétrica?
Isso é o mínimo que o PT tem que fazer. Ou eles querem que nós cidadãos vamos para as ruas pra fzer?

Responder

Marco A+

05 de dezembro de 2012 às 01h05

Curiosos os industriais tupiniquins: marcham (mesmo cansados) contra os 0,36% da movimentação financeira e silensiam diante um boicote à redução dos custos de energia.
Será porque ganham mais sonegando o fisco?

Responder

Reinaldo

05 de dezembro de 2012 às 00h07

Cadê a Fiesp,Fiemg e principalmente a ACSP que faz politicagem com o tal do impostômetro.

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

04 de dezembro de 2012 às 23h55

PRECISAMOS DE UM PAÍS UNITÁRIO, PARA TERMOS UM PROJETO DE NAÇÃO!

QUE FEDERAÇÃO É ESSA?

01. ONDE A GUERRA FISCAL TEM SIDO PRATICADA AMPLAMENTE, SÓ VISANDO OS INTERESSES DE GRUPOS LOCAIS. A NAÇÃO FICA RELEGADA, O POVO ESQUECIDO.

02. COM ESSA GUERRA PELOS RECURSOS DO PETRÓLEO; VISANDO, MAIS UMA VEZ, OS INTERESSES MESQUINHOS DESSES MESMOS GRUPOS POLÍTICOS LOCAIS.

03. COM SETORES QUERENDO DIVIDIR ESTADOS, SÓ PARA TIRAR VANTAGENS PARTICULARES, CRIANDO SUA PRÓPRIA MÁQUINA DE GOVERNO.

04. ESTÃO QUERENDO, INCLUSIVE, AUMENTAR O NÚMERO DE VEREADORES, EM TODO O BRASIL. VEREADOR SÓ DEVE RECEBER AJUDA DE CUSTO PARA FISCALIZAR. ASSIM, O NÚMERO PODE ATÉ TRIPLICAR. LEI ÚNICA, CÂMARA ÚNICA!

05. NECESSITAMOS DE UMA NOVA ESTRUTURA PARTIDÁRIA, DE MANDATO ÚNICO PARA TODOS OS NÍVEIS. LEI RÍGIDA, ESTATUTO QUE EVITE O SURGIMENTO DE DONOS E CACIQUES DE PARTIDOS.

06. ACREDITO NUM PAÍS UNITÁRIO, COM UMA ÚNICA LEI PARA TODA NAÇÃO. ESTADOS E MUNICÍPIOS, APENAS PARA ADMINISTRAR.

07. DEPUTADOS ESTADUAIS E VEREADORES, SOMENTE PARA FISCALIZAR; RECEBENDO, APENAS, UMA AJUDA DE CUSTO. ASSIM, PODE TRIPLICAR O NÚMERO.
08. CÂMARA ÚNICA PARA LEGISLAR. OS REPRESENTANTES DESSA CÂMARA RECEBENDO SALÁRIOS, MANDATO ÚNICO!

09. SÓ FINANCIAMENTO PÚBLICO PARA AS ELEIÇÕES, EM TODOS OS NÍVEIS. REPETINDO: PARA DIRETORES DE PARTIDO, TAMBÉM, SÓ MANDATO ÚNICO.

10. ISSO AQUI É A BASE. COM UM PLEBISCITO SOBRE O ASSUNTO, A MAIORIA APÓIA! POR UMA PARTICIPAÇÃO AMPLA, PACÍFICA, DO POVO, EM TODOS OS NÍVEIS.

Com esse sistema atual, não teremos um projeto de desenvolvimento nacional!

Responder

FrancoAtirador

04 de dezembro de 2012 às 23h44

.
.
Os tucanos não querem reduzir a tarifa de energia elétrica.

Bom, agora se algum empresário vier falar em “Custo Brasil”

podem afirmar com certeza que a culpa é dos governos do PSDB.
.
.

Responder

    LEANDRO

    05 de dezembro de 2012 às 09h54

    Como sempre o governo federal quer fazer caridade e populismo com o caixa dos estados e municípios. Foi assim com a redução de ipi e cofins e agora com essa demagogia.

    “Eletrobras perde 58% de seu valor desde a MP 579”

    Se o governo federal pode quebrar uma estatal nessa operação, os estados não podem. Quer desonerar a produção, reduza impostos que terão impacto no caixa federal e não nos dos estados que ficam só com 30% do que é arrecado no país.

    RicardãoCarioca

    05 de dezembro de 2012 às 11h23

    IPI e Cofins são imposto e contribuição federais. Você escreveu bobagem. Essas reduções de tributos federais foi uma renúncia fiscal federal em prol do aumento das vendas, que ocorreu e os governos estaduais faturaram, com o ICMS.

    Vocês demotucanos defendem até aumento de preço! Além de falarem qualquer baboseira para fazer politicagem. Que absurdo. Por isso é que estão e continuarão fora do poder.

    Maria

    05 de dezembro de 2012 às 11h48

    Esses tucanos conseguem ser contra até a diminuição de preços. É por isso que vão ficar mais quatro anos fora do governo e bem provavelmente vão perder São Paulo (estado). E os argumentos pra isso são tão simplórios; vazer milagre com o chapéu alheio. Vê se pode.

    Paulo Figueira

    05 de dezembro de 2012 às 12h28

    Populista é o adjetivo que os tucanos e a direita em geral, usam pejorativamente para identificar medidas do governo que objetivam favorecer aos mais pobres, os aumentos reais do salário mínimo, o Bolsa Família, a redução dos juros e etc…
    Eles gostam mesmo é de banqueirismo, privaterismo, globerismo e etc…

    LEANDRO

    05 de dezembro de 2012 às 13h10

    p/ RicardãoCarioca

    “O estímulo à economia representado pelas sucessivas isenções do IPI tem consequências diretas no repasse de recursos federais para os estados.

    O senador Walter Pinheiro (PT-BA) estima que, até o fim do ano, o benefício deverá diminuir em cerca de R$ 5 bilhões o bolo do Fundo de Participação dos Estados (FPE).”

    Quem não entende de impostos?????

    De Paula

    05 de dezembro de 2012 às 17h38

    Leandro, por que não te calas?

Aline C Pavia

04 de dezembro de 2012 às 23h30

Dilma baixou o IPI da linha branca no final do ano passado para estimular as vendas de eletrodomésticos. Entretanto, aqui em SP Alckmin reajustou em 20% o IVA – imposto sobre valor agregado – que é um imposto estadual, ou seja, vai para os cofres do governo do estado. Por isso, o Brasil inteiro desfrutou de descontos em fogões, geladeiras, microondas e máquinas de lavar… menos os paulistas. E continuam elegendo tucanalhas. Deve ser porque gostam de sofrer. Vai entender.

Responder

    João Paulo Ferreira de Assis

    05 de dezembro de 2012 às 15h27

    Aline C. Pavia

    Existe uma coisa chamada sadomasoquismo. Foi descoberta na Inglaterra vitoriana. Professores espancavam alunas na sala de aula, e algumas sentiam prazer sexual com isso. Ou seja, eleger governantes que atuam contra a população fazem dos eleitores paulistas, mineiros, paranaenses e goianos uma espécie de pessoas que sentem prazer em sofrer. Não me incluo nessa (sou mineiro) porque Aécio não se reelegeu com meu voto, e nem Anastasia. Em 2002, eu ainda votei no senador carioca.

Raphael Tsavkko Garcia

04 de dezembro de 2012 às 23h17

Interessante, mas reclamar contra a re-privatização de Dilma que irá nos custar mais de 20 bilhões – nosso dinheiro doado pras empresas de energia, além dos 9 bi que á nos devem….

Assim é mole! As empresas nos roubam 9 bilhões, aí Dilma finge que vai reduzir preço – ao invés de fazê-las NOS pagar 9 bi que nos tomaram – através de renúnciad e impostos (ou seja, as empresas nos roubaram e ainda ganharão redução de impsotos) e de quebra ainda completa dando 20 bi pra elas e amplia a privatização? GENIAL!

Só muito trouxa ou muito fanático pra apoiar isso.

Responder

    J Fernando

    05 de dezembro de 2012 às 10h19

    Ah, sim, continue pagando caro, já que você está de acordo e não reclame.

    Paulo

    05 de dezembro de 2012 às 12h41

    Caro Rafael

    Acredito que você não tenha entendido o que está acontecendo. Vou lhe explicar: o governo não está dando 20 bilhões para as empresas concessionárias de energia. Veja bem, a maioria das concessões vencem em 2015. Ou seja, supondo que nenhuma empresa renovasse a concessão agora, esses 20 bilhões seriam pagos a elas até 2015 porque é de direito delas, estão contratadas para isso. Só que, chegando em 2015, os ativos dessas empresas retornariam para a união. A união, não tendo interesse em ficar com as empresas, ou seja, não querendo reestatizá-las, realizaria novos leilões. Só que no mercado há muitas empresas extremamente capitalizadas e que entrariam forte nestes novos leilões, em 2015. As empresas que hoje possuem essas concessões poderiam vir a perdê-las. E de qualquer modo, em 2015, os valores das concessões seriam reduzidos, igual está sendo proposto agora. Então, o que fez o que governo federal: chegou para as empresas e disse: olha, sua concessão vencerá em 2015 e sua receita será de x reais até lá. Se você renovar a concessão agora por mais 30 anos, sem haver necessidade de efetuar novo leilão, eu te adianto a receita até 2015, só que já a partir de 2013 começaremos a cobrar os valores das novas receitas, mais baixas. Enfim, o que está acontecendo é simplesmente se está adiantando para 2013 o que acontecerá em 2015. Agora, por que CESP, CEMIG e COPEL não tiveram interesse em renovar? Por mais que elas entendam que o valor proposto pelo governo seja menor do que a receita até 2015, elas estão pensando somente no curto prazo, e não a longo prazo. Como trabalho em empresa de energia elétrica em SP, a CESP até entendo porque não quer renovar. A CESP foi dividida em 5 empresas sendo, 3 geradoras, 1 transmissora e 1 distribuidora. 1 dessas geradores continuou com o nome CESP. A cada privatização que era realizada, o governo jogava a dívida dessa empresa para a nova CESP. E por que o governo se SP não conseguiu privatizar a CESP? Porque nem graça alguém queria, pois sua divida é maior que seus ativos. Só que o que retorna para a união são os ativos das empresas, as dividas contunuam com o governo estadual. Pense nisso…

    João Paulo Ferreira de Assis

    05 de dezembro de 2012 às 15h33

    Muito simples. É só você enviar um ofício para a concessionária de eletricidade que serve ao seu município pedindo para pagar mais caro. Eles vão te adorar.

    Agora se você é PSOL, saiba que vocês andam puxando o saco da mídia e da oposição, se houver um golpe de estado, vocês serão os primeiros a irem para a cadeia, pois a direita jamais vai permitir que o PSOL chegue a ser em tamanho um outro PT. Vão matar vocês no berço.

Nelson

04 de dezembro de 2012 às 22h58

Vale tudo pra derrubar o PT, até mesmo afundar o Brasil.
Mais não dá nada não, 2014 está ai, se o Lula não se candidatar ele coloca um mais um poste que iluminará o Estado de São Paulo.

Responder

Messias Franca de Macedo

04 de dezembro de 2012 às 22h57

OPOSIÇÃO AO BRASIL! ENTENDA

*A Cesp, a Cemig e a Copel não irão aderir ao programa de redução da taxa da energia elétrica. Em consequência, a população e a indústria pagarão 16,7% a menos – a redução da conta seria de 20%! A presidente Dilma Rousseff e o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, estão desolados, não conseguem conceber o comportamento destas empresas, prejudicando o país como um todo…
*Empresas de Energia Elétrica dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, respectivamente. ‘O domínio do fato’: estados governados pelo conluio PSDB/DEMo…

RESCALDO: ao discorrer sobre o assunto, o editor de economia João Borges estava tão constrangido que chegou a gaguejar, várias vezes, algo incomum porquanto o jornalista tem uma boa dicção, convenhamos!…

“NUMDISSE”?!…
… República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, fascista eterna, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, impunemente terrorista, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Entidades criticam Alckmin: É boicote à redução da conta de luz | Mesa do Futepoca | Scoop.it

04 de dezembro de 2012 às 22h57

[…] Entre elas, o Sinergia, a Central de Movimentos Populares e o MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), por a CESP não aderir à renovação de concessões do setor energético…  […]

Responder

silvia macedo

04 de dezembro de 2012 às 22h03

Depois não sabem por que perdem a eleição

Responder

Rose PE

04 de dezembro de 2012 às 21h59

Grande novidade saber que o PSDB sempre está contra algo que beneficie o povo deste País, esse partido é o atraso para esta Nação.

Responder

    Sávio Sobreira

    05 de dezembro de 2012 às 00h07

    Esses pássaros imbecíes e augorentos, boicotaram o Minha Casa Minha Vida, o programa bolsa família e agora, a redução de 20% nas contas de energia do povão e 30% para as indústrias, é por este motivo que São Paulo cresce menos que O Pernambuco e o Ceará, relativamente….. Os Tucanos estão sempre prontos para MELAR,literalmente falando.

Francisco

04 de dezembro de 2012 às 21h36

O JN vai dedicar 17 minutos de seu telejornal a essa questão.

Ou nem tchun…

Responder

    Márcia Nogueira

    06 de dezembro de 2012 às 00h20

    O JN não citou o curioso fato de serem todas as empresas de estados governados por tucanos, ou seja, quando não distorce, omite.

francisco niterói

04 de dezembro de 2012 às 21h31

Nao renovacao implica que as usinas voltam pra posse do legitimo proprietario: a Uniao.

Espero que a UNIAO nao se amedronte em face do discurso da midia: vai falir a empresa, trabalhador perderá emprego, etc, etc, etc. Tudo bem embalado pra defender investidor.

Nao se amedrontando, o governo licita novamente “correndo o perigo” de ate obter tarifas menores.

Por outro lado, é um absurdo a pretensao do PSDB: só renovar depois da eleicao 2014 as usinas que vencerao depois desta data. E o governo ficara no limbo, aceitando isso? Lembremos que no setor eletrico tudo tem que ter muita antecedencia. Mas os tucanos vao deixar pra depois. E o governo medroso vai aceitar. É claro que a nao aceitacao, pela CESP, da renovacao é golpe pois a alternativa é devolver as usinas. E qual empresa em sã consciencia faz isso? Investidor rasga dinheiro?

Éa campanha 2014. E a midia caladinha mesmo que traga prejuizos pro povo. FDP

Responder

José X.

04 de dezembro de 2012 às 20h57

Pois é, cadê as lesmas do PT pra botar a boca no mundo ???

Responder

Helder

04 de dezembro de 2012 às 20h19

Todos sabem pra que o psdb governa, isso não me surpreendeu em nada.

Responder

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