VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Mano Brown: A morte por “parecer ser”


24/10/2012 - 08h17

Leia também:

Comparato: Pretos, pobres, prostitutas e petistas

Dalmo Dallari critica vazamento de votos e diz que mídia cobre STF “como se fosse um comício”

Rubens Casara: “Risco da tentação populista é produzir decisões casuísticas”

Gurgel pede arquivamento de denúncia contra deputado que recebeu de Cachoeira

Luiz Flávio Gomes: “Um mesmo ministro do Supremo investigar e julgar é do tempo da Inquisição”

Paulo Moreira Leite: Denunciar golpe imaginário é recurso “quando se pretende promover ruptura”

Marcos Coimbra: STF invade atribuições dos demais Poderes





37 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

tiagojacob da rocha

23 de novembro de 2013 às 11h18

11de setembro no brasil é todo dia!

Responder

As medidas que precedem a privatização do Maracanã « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de outubro de 2012 às 19h22

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Altamiro Borges: O terrorismo de Serra e o caos na saúde « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de outubro de 2012 às 19h22

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Datafolha: Haddad 58% x Serra 42% « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de outubro de 2012 às 18h31

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Fatima Souza: Sobre os ataques a policiais em São Paulo « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de outubro de 2012 às 13h19

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Stanley Burburinho: Sobre o falso site de Haddad « Viomundo – O que você não vê na mídia

26 de outubro de 2012 às 23h28

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Robôs ligam para casa de eleitores atacando Haddad « Viomundo – O que você não vê na mídia

26 de outubro de 2012 às 22h05

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

PUC com Haddad: Por uma SP onde os direitos sociais sejam objetivo concreto « Viomundo – O que você não vê na mídia

26 de outubro de 2012 às 16h39

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Bala de prata em SP é falso cancelamento do Enem « Viomundo – O que você não vê na mídia

26 de outubro de 2012 às 01h04

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Campinas: Candidato defende o trabalho infantil; Justiça confirma « Viomundo – O que você não vê na mídia

25 de outubro de 2012 às 20h17

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Barbosa chama Lewandowski de ‘advogado de Valério’ « Viomundo – O que você não vê na mídia

24 de outubro de 2012 às 23h17

[…] Mano Brown: A morte por “parecer ser” […]

Responder

Fabio Passos

24 de outubro de 2012 às 22h04

A “elite” branca e rica está acostumada a torturar e assassinar preto e pobre na periferia sem ter de prestar contas.

Se joaquim barbosa tivesse vergonha na cara, ao invés de fazer campanha eleitoral descarada para eleger serra, estaria lutando para impedir os abusos da polícia de extermínio da Casa Grande.

Responder

Milena

24 de outubro de 2012 às 19h02

William, a guerra acontece no Brasil inteiro. E é de responsabilidade dos governadores manter a segurança pública numa situação “aceitável”.

Mas pelo noticiário dos jonais, pelas notícias dos telejornais e pelas denúncias feitas pela população dos bairros periféricos, a polícia de São Paulo está matando por vingança, e não tão indiscriminadamente assim, já que os pobres e as pessoas de cor são os alvos prediletos.

Sei que eventualmente um rico empresário pode ser tambem assassinado, como aconteceu recentemente.E isto mostra que ninguém em São Paulo está seguro. Um caso emblemático é o do Jornalista que esta sendo ameaçado por um policial recém-eleito à camara municipal,e que teve que fugir da capital com a sua família para não ser assassinado.

A vingança da polícia é principalmente pela morte de muitos policiais, mortes que estão acontecendo no bojo de uma guerra surda travada entre o PCC e as forças de segurança. E o Senhor governador Geraldo Alckmim, pelos seus atos e pelo seu discurso, é o responsável direto por esse caos na segurança do Estado mais rico da Federação.

Não é à toa que quase todas as sub-prefeituras são administradas por ex-policiais. A estrutura da segurança no Estado de São Paulo é fascista na medida em que o Estado impõe “segurança” pelo medo e pelo terrorismo. Não é um polícia pacificadora, mas belingerante, que mata primeiro e pergunta quem morreu depois, se é que pergunta alguma coisa.

Responder

assalariado.

24 de outubro de 2012 às 15h24

Mano Brown e internautas, a violencia que vem dos braços armados do capital, para com os 4 Ps (preto, puta, pobre e petistas), não é um ‘privilégio’ da cidade de SP. Devemos observar, a que cultura está ligada esta violencia? A mando de quem, para que? Afinal de contas, esta cultura de violencia do Estado contra os assalariados e as massas despossuidas estão diretamente ligadas a cultura burguesa de dominação para exploração, aplicadas nos momentos em que as massas se rebelam (de uma forma ou de outra), contra o poder ditatorial burgues em forma de Estado constituido. Esta é a forma como os donos do capital entendem para nos controlar seja no convencimento, seja na porrada.

Sim, esta é a cultura, valores ‘sociais’ de dominação pelos detentores do poder economico, por ora, imposto para o povo do andar debaixo. Ora, a partir do momento que voce estabelece uma ordem de relação social se dará através da exploração de um ser pelo outro, que resultados poderemos esperar disso, que não, a cultura do egoismo/ individualismo/ preconceitos e tals, da qual tem origem na ideologia pré estabelecida pelos parasitas do capital. Esta politica de controle social para com os 4 Ps, são dourtinas ensinadas dentro do quarteis que, segundo as ‘leis’ ditadas pelas elites, o povo é o inimigo Nº 1 do Estado e da ordem, da ordem capitalista.

Estamos todos, sob o teto de uma sociedade de luta de classes onde o explorador olha e, sempre elegeu, o povo na condição de inimigo. Seja esse povo assalariado em greve, seja sem teto, seja sem terra, seja desempregado, seja negro que, em resumo, estão todos colocados na esteira dos 4 ps. Então este trabalho cultural e musical (rap), tem letras que acordam e alertam as massas e, o fato de a imprensa burguesa não darem espaços para este tipo de cultura popular não é mera coincidencia. É uma necessidade deles de manter nosso povo tipo anestesiado com relação as suas condiçoes de vida. Sabe porque? Porque a classe capitalista, tem consciencia a que classe pertencem e nós não. Carlos Mariguela explica, está em sua letra musical, lembras?

Saudações Socialistas.

Responder

Rodrigo Falcon

24 de outubro de 2012 às 15h20

E essa declaração do Mano Brown infelizmente é só a ponta do bico tucano. Se fosse possível, nossa elite entreguista e historicamente racista e despótica, como em toda América Latina, implementaria sem pensar meia vez a política nazista da eugenia e da multiplicação da “raça superior”. Está aí a idéia do outro candidato de reabrir as catacumbas da demência com os conceitos do sr. Cesare Lombroso, como bem lembrou Saul Leblon na Carta Maior.

Responder

miguel

24 de outubro de 2012 às 15h12

Eu ainda era criança e ouvia história de chacina,hoje já sou senhor e a conversa é a mesma,e os telhadas da vida continuam sendo eleitos.

Responder

David

24 de outubro de 2012 às 12h25

“…estão matando por PARECER SER, mas desde que o Brasil é Brasil sempre tivemos esse julgamento…”
Pretos aqui por parecer ser e Kaiowá Guarani lá por serem. Os bandeirantes e capitães do mato ainda são muito eficientes os obstáculos frente aos interesses ecônomicos do Estado e dos poderosos.

Responder

Luana

24 de outubro de 2012 às 12h13

Como disse o grande Milton Santos, Brown e a trupe dos Racionais Mc’s são os verdadeiros poetas do asfalto.

Responder

Aline C Pavia

24 de outubro de 2012 às 11h00

A fala do Leandro Lehart foi tão contundente quanto, mas foi mais emocionante, quando abordou a morte dos bairros tradicionais de SP à mercê da especulação imobiliária, o fim dos bailes black da periferia, dos blocos carnavalescos e pequenas agremiações de bairros que tinham mais de 50, 60 anos, e especialmente a epidemia de crack que está dizimando a juventude da periferia – e que, nas palavras dele, “ninguém faz nada”!
Agora, QUANDO que Serra iria abrir suas portas para ouvir cerca de 30 lideranças culturais desses movimentos diversos que nasceram e vivem na periferia? O rap, a black music, os bailes funk, os blocos e grupos de carnaval, as casas de samba e pagode, o rock, o punk, o metal, o hardcore, os skatistas… Tudo é motivo pra descer cassetete, na estreita visão desses que estão aí.

Responder

Lucas Gomes

24 de outubro de 2012 às 09h43

Fraco… e olha que eu acredito que São Paulo muda com Haddad, obviamente que para melhor!
mas essa fala dele foi fraquíssima.

Responder

    Rodrigo Falcon

    24 de outubro de 2012 às 14h41

    Pra quem caminha em trilha de ovos, de alianças sedentas por uma fatia do bolo da vitória, do olho gordo da imprensa tradicionalmente despótica, a poucos dias da eleição, não poderia falar as verdades que lhe cabem na consciência, senão perderia a eleição, não neste momento. Realmente foi uma resposta fraca, de frases cuidadosamente pensadas para não extrapolar o óbvio. É um ser político e como tal tem a destreza de comer pelas beiradas.

    Rodrigo Falcon

    24 de outubro de 2012 às 15h17

    E essa declaração do Mano Brown infelizmente é só a ponta do bico tucano. Se fosse possível, nossa elite entreguista e historicamente racista e despótica, como em toda América Latina, implementaria sem pensar meia vez a política nazista da eugenia e da multiplicação da “raça superior”. Está aí a idéia do outro candidato de reabrir as catacumbas da demência com os conceitos do sr. Cesare Lombroso, como bem lembrou Saul Leblon na Carta Maior.

    rodrigo

    24 de outubro de 2012 às 15h27

    Xará, não é comer pelas beiradas, chama-se hipocrisia mesmo.
    Mas está institucionalizada…

    Marcus

    24 de outubro de 2012 às 21h51

    Realmente esse cuidado na escolha das palavras soa mal aos nossos ouvidos “bem treinados”, mas é necessário para não soltar nenhuma frase que sirva de manchete na FSP amanhã, do tipo “Haddad diz que PM de SP é assassina”. Além disso, devemos lembrar que segurança pública é atribuição constitucional do estado, então ao prefeito resta apenas ações sociais e educação para enfrentar o problema.

demetrius

24 de outubro de 2012 às 09h38

Em SP ou qualquer outra parte do Brasil ser pobre é ser marginal, é ser bandido, é ser drogado, é ser lixo e por isso tem que ser morto para dar uma sensação de segurança para os pseudoricos.

A classe média, a classe que é boa em repetir tudo que a grande mídia fala, a classe papagaio, que tem o ego inflado por um carro 0 KM no carnê de 60 meses.

Papagaios embaixo das asas do Sr. Geraldo Adolf Alckmin, que converte seu imposto em armas pra matar você mesmo, pobre.

Responder

Hélio Pereira

24 de outubro de 2012 às 09h27

Na Região Sul de SP(Capão Redondo e Jardim Ângela) vem ocorrendo uma série de mortes aparentemente sem explicação.
Nesta Região o PCC executou vários Policiais a Paisana ou mesmo Fardados.
O Governador Alckmim diz abertamente que “Bandido que reagir morre”,endoçando a violência por parte da PM de SP e é aplaudido por parte da População que não suporta tanta violência e acha que a Policia tem de matar mesmo.
A realidade é que o PCC resolve vingar a Morte de seus componentes e sai Matando PMs e em represália outros PMs saem a Paisana a Noite Mascarados em Motos ou “Carros Frios”e atiram em qualquer um que esteja transitando nas Ruas escuras do Capão Redondo,não importando se é Marginal ou não.
Em minha opinião os “Justiceiros” PMs a Paisana veem nos Negros os maiores suspeitos e pela cor ao defrontarem com um Negro na Rua a noite atiram,supondo que ele pode ser um Bandido!
Nesta Guerra entre PCC e PM e com a incompetência e omissão do Governador Geraldo Alckmim,quem paga o Pato são os Moradores da Periféria que em sua imensa maioria são Negros!

Responder

Marcelo de Matos

24 de outubro de 2012 às 09h22

Já que eu destravei a língua, vou falar de um assunto paralelo: as tentativas de assepsia das áreas invadidas por usuários de crack, as chamadas cracolândias. Deixando a hipocrisia de lado, somos forçados a admitir que não é fácil para qualquer filho de Deus livrar-se de um vício. Mesmo que seja um vicio aparentemente singelo, como aquela cervejinha no fim do expediente, ou o vinho nosso de cada dia. Quanto mais livrar-se do uso do crack. É quase impossível: deve ser diminuto o número dos que conseguem. O que querem os governos, então, com a liberação dessas áreas? É evidente que o viciado expulso daqui vai se aboletar acolá. Eles têm direito a uma área onde possam satisfazer aos anseios compulsivos de sua psique dominada pelo vício. Não adianta persegui-los nos logradouros públicos e tentar interná-los. Isso é enxugamento de gelo. Enquanto não se elimina a causa do problema, que é a produção e o tráfico de derivados da coca, é preciso que se respeite o espaço dessas pessoas. Que fumem e, se infelizmente for essa a única alternativa, que morram em paz.

Responder

    Aline C Pavia

    24 de outubro de 2012 às 12h48

    Seu desconhecimento sobre o problema da dependência química, especialmente do crack, é espantoso. É lamentável ver que incutiu-se na grande população a ideia de que o drogado é mesmo um vagabundo que enfiou-se nessa situação porque quis, e por isso, que vá morrer prá lá.

    Marcelo de Matos

    24 de outubro de 2012 às 13h49

    Pode ser que você tenha a fórmula para a recuperação dessas pessoas. Não seja egoísta e indique essa fórmula para as prefeituras do Rio e São Paulo. O que todo mundo sabe é que os drogados não param nos centros de recuperação. Fogem e voltam para as ruas. Precisamos é ser realistas, largar de hipocrisia. O que as prefeituras querem é livrar as áreas ocupadas pelos drogados para beneficiar grupos imobiliários. Eu acho que os drogados têm o direito a um local onde fiquem em paz.

Marcelo de Matos

24 de outubro de 2012 às 08h51

Uma noção básica de Direito que aprendemos nos bancos escolares é a de que o Estado tem o monopólio do poder de julgar. Quando assistimos ao suposto, como se diz modernamente, revival dos esquadrões da morte da década de 60, perguntamos: poderá o Estado perder sua prerrogativa de julgar? O que faz com que grupos não investidos dessa prerrogativa julguem, condenem e executem? Essa suposta segunda versão dos esquadrões da morte, que julgávamos coisa do passado, teria surgido como reação às mortes de policiais encomendadas por facções criminosas, inclusive de dentro dos presídios. Oficialmente, não se admite nada disso. A imprensa, de vez em quando, divulga listas de policiais marcados para morrer. Uma vendeta dessa natureza, depois que se alastra, pode levar décadas para ser debelada. É preciso que a sociedade, o governo, os meios de comunicação iniciem o trabalho de mudança dessa cultura. É preciso ir às origens: por que surgiu o PCC? Qual o plano da sociedade brasileira para mudar esse estado de coisas?

Responder

Willian

24 de outubro de 2012 às 08h42

A guerra só ocorre em São Paulo, o resto do Brasil vai bem. Graças a Deus.

Responder

    Aline C Pavia

    24 de outubro de 2012 às 12h45

    Me aponte uma cidade onde um prefeito petista desça cassetete, bala de borracha e gás de pimenta contra zumbis drogados da Cracolândia, alunos grevistas da USP, professores, marcha da maconha, sem-teto.

    gonçalves

    24 de outubro de 2012 às 19h22

    Bela resposta “Aline” já resolveu tudo,basta levar todos os citados por você para as cidades onde governa o PT , mais uma vez se usa a filosofia do PIG ,em nome da ideologia política vale tudo ,demagogia ,mentira,agressão moral entre outros artificios ,cuidado isto é típico de “ALIENADA”.

    Willian

    24 de outubro de 2012 às 19h31

Deixe uma resposta

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding