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Manifestantes rejeitam o termo regime militar em lugar de ditadura


09/10/2011 - 20h47

do boletim do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp)


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52 comentários

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Marat

11 de outubro de 2011 às 23h57

O tal do Gilberto Dimenstein disse que isso foi uma briguinha estúpida por causa de uma placa. Ou ele é tolo, ou pensa que os que o lêem o são!

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Nelson Menezes

11 de outubro de 2011 às 22h42

Eu não sabia mas foi molestado quando criança,temos que dar um desconto.

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SILOÉ-RJ

11 de outubro de 2011 às 02h39

Eles tentam de tudo para suavizar o capítulo mais vergonhoso da história do Brasil.

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    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    11 de outubro de 2011 às 22h21

    Pelo menos eles colocam o nome , otário!Não é que nem você que quer opinar sobre tudo , sem se identificar , claramente!Na hora que você botar seu nome aí vou te levar a sério, por enquanto, tu não passa de mais um fanfarrão babaca!!!

Lucas

10 de outubro de 2011 às 20h00

…qual o problema de chamar de regime? Nunca ouvi falar da palavra regime ser um regime de valor. E não há qualquer contradição em chamar uma ditadura de regime. Regime, se você pegar qualquer dicionário, simplesmente significa o sistema político de uma nação. Um sistema político fascista continua sendo um regime.

De qualquer forma, estou mais preocupado com a comissão da "verdade" que já passa no congresso, essa vai ser a última oportunidade que teremos de haver algum esclarecimento sobre os crimes. E a oportunidade parece perdida.

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Luiz Moreira

10 de outubro de 2011 às 12h29

Para o "Eu Não Sabia", as terras da familia Castro foram entregues para a reforma agraria, por isto a MANA se mandou para os EUA. (Depois de trabalhar para a CIA) Alem disto, os mortos em Cuba são bem menos que os condenados à morte nos EUA. E a qualidade destes "herois" fuzilados, variam entre um Capitão Segura (o da carteira de pele de prisioneiro) ao chefe militar da aviação cubana que traficava drogas . Deviam ser mandados para o GARROTE VIL, como na ESPANHA catolica e Franquista.

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Ricardo

10 de outubro de 2011 às 12h25

Contra a ditadura Cubana ninguem da um pio…

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    Marcio H Silva

    11 de outubro de 2011 às 17h28

    Ditadura em Cuba? aquilo sim foi revolução. Revolução social profunda. Deixaram de ser quintal e Puteiro dos EUA…..

    Marcelo Fraga

    11 de outubro de 2011 às 19h21

    Quando acabam os argumentos, a direita traz Cuba pra discussão.

Ari

10 de outubro de 2011 às 10h25

O golpe militar não é revolução, mas a ditadura é um regime político, no caso um regime que se opõe ao democrático. Se é um regime autoritário ou totalitário, não sei.

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Julio Silveira

10 de outubro de 2011 às 09h04

Ninguem aceita a expressão regime militar por que está errada. O militares não prescreveram nenhum receiturario para emagrecimento do cidadãos. O que fizeram foi rasgar a constituição vigente e dar um golpe de estado. Quiseram aplicar um 171 na população fazendo transferencias regulares de poder entre os próprios, enquanto oprimiam os oposicionistas, muitos foram mortos. Ditadura cruel, feita na força do silencio e na eliminação de admiradores das liberdades individuais. Plagiando uma chamada televisiva, que diz que o Brasil nunca deve deixar cair no esquecimento esta podre pagina de sua história, para não correr o risco de permitir que ela se repita.

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    Ari Silveira

    12 de outubro de 2011 às 01h00

    Politicamente, a palavra regime diz respeito às relações de poder. A ditadura é um regime político, ainda que ilegítimo. É um regime no qual uma pessoa (regime totalitário) ou um grupo (regime autoritário) detém poderes que violam as liberdades e garantias individuais, em oposição ao regime democrático. Mas concordo que não existe um regime chamado “regime militar”.

João Paulo

10 de outubro de 2011 às 03h38

a dinastia Castro em Cuba também é ditadura?

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    ana

    10 de outubro de 2011 às 09h41

    vai perguntar para os cubanos

    EUNAOSABIA

    10 de outubro de 2011 às 09h49

    Lá é um super avançado "governo progressista"..

    Vai dizer pra esses lunáticos que Castro já levou pra cova mais de 100 mil em 50 anos de despotismo.

    E essa turma pensa que engana alguém….

    O_Brasileiro

    10 de outubro de 2011 às 09h52

    Também é ditadura!

Leonardo Câmara

10 de outubro de 2011 às 02h48

Agora sim!

E que se ponha abaixo qualquer tentativa de reescrever a história dessa ditadura covarde e canalha.

Responder

    EUNAOSABIA

    10 de outubro de 2011 às 09h51

    Tá nervoso rapaz?

    Guanabara

    10 de outubro de 2011 às 20h08

    Olha aí, um fã da ditabranda.

    Leonardo Câmara

    11 de outubro de 2011 às 06h17

    A carapuça serviu?

beattrice

10 de outubro de 2011 às 01h50

Enquanto na Argentina, a VERDADE é exposta noite e dia, com os militares insubordinados e golpistas devidamente presos e enquadrados, aqui estamos a lutar pela terminologia correta: DITADURA.
Esse atraso cívico-social no Brasil dói.
[youtube 16kTa7LLtPE http://www.youtube.com/watch?v=16kTa7LLtPE youtube]

Responder

    Mário SF Aives

    10 de outubro de 2011 às 10h36

    Beattrice,
    "Esse atraso cívico-social no Brasil dói." Olha, com todo o respeito pela sua dor (e que também é minha dor), gostaria de lhe dizer que, no que tange aos crimes cometidos pela ditadura, e não apenas nisso, Brasil e Argentina são realidades distintas. Não dá para transplantar modelos. Temos a obrigação de entender e distinguir bem a realidade e a complexidade política brasileira. Só assim definiremos e aplicaremos o método brasileiro. E, o que é fundamental, construir (sempre, diuturnamente) a vacina que nos imunize contra toda e qualquer (nova ou velha) ditadura.

    Aline C Pavia

    10 de outubro de 2011 às 13h52

    Quer dizer, o conceito de crime, tortura e violência muda de acordo com a geografia?

    Mário SF Aives

    10 de outubro de 2011 às 22h02

    Não, Aline. De modo algum, o que muda são os métodos.

Paulo Chacon

09 de outubro de 2011 às 23h24

EU NÃO SABIA , você na USP, saindo da biblioteca da Economia??? Quem, a mando do zé "esgoto" serra, vc estava espionando?

Responder

    Polengo

    10 de outubro de 2011 às 02h26

    E completando, Paulo,
    Será que ele se formou em economia, ou não tem diploma, igual ao serra?

cronopio

09 de outubro de 2011 às 23h06

Certa vez, caminhando pelo campus da USP, vi um playboy que saía com seu carrão importado da FEA quase atropelar uma idosa. O vândalo deu risada e xingou a senhora de tartaruga, enquanto passava no farol vermelho. Quando os baderneiros (que mamam dinheiro público, vale lembrar), não respeitam a vida humana e andam à toda pela USP com seus carros importados serão punidos?

Continua

Responder

Marat

09 de outubro de 2011 às 23h04

A direita brasileira (cada vez mais extrema) está ai, no poder, há mais de 500 anos e ainda não aprendeu. Ela não aceita nem a verdade dos fatos. O golpe de 1964 instalou aqui uma ditadura. Tudo bem que foi uma ditadura cívico-militar (vide Pedro Aleixo), mas foi uma D-I-T-A-D-U-R-A. É preciso que essa esquizofrenia da nossa direita seja medicada, pois estamos no século XXI. Será que nunca conseguirão conviver com a democracia e coma verdade?

Responder

    Polengo

    10 de outubro de 2011 às 02h27

    É, Marat, mas há quem diga que foi só uma ditabranda.

    Mário SF Aives

    10 de outubro de 2011 às 10h13

    Ditabranda, aquilo?!! Como ousam e a quem interessa jogar esse jogo de tentar dissimular o horror causado pela tortura, pelo terrorismo de estado, pela imposição de um modelo policamente alienante de educação pública, e pela mais vil recolonização de milhões e milhões de brasileiros, mediante o poder das armas e de todos os demais aparatos de força bruta com a qual impediu as reformas destinadas à correção de séculos e séculos de distorções anti-sociais e que seriam resolvidas se se mantivesse o livre curso da história? Ah! Esses representantes da casa-grande; ainda creem mesmo que o destino do Brasil é ser eterna senzala.

    Polengo

    10 de outubro de 2011 às 12h25

    Eu concordo contigo, mas a folha não.

Ruy Acquaviva

09 de outubro de 2011 às 22h56

Sou ex-aluno e tenho muitos amigos que são professores e funcionários e outros tantos cujos filhos são alunos da USP. Todos concordam com esse movimento e ficam indignados pela terminologia errada utilizada nesse caso. Nenhum é baderneiro.
Porém os direitistas defensores da ditadura, da tortura e da intolerância sempre procuram usar de mentiras para tentar livrar a barra dos crimes praticados naquele período.
Eu conheço muito bem esses crápulas e seus métodos insidiosos.

Responder

Roberto Locatelli

09 de outubro de 2011 às 22h50

Uma ditadura que depôs, pelas armas, um governo ELEITO pelo povo deve ser chamada pelo seu nome: ditadura.

Os mesmos que falam em "revolução de 64" dizem que o presidente ELEITO e REELEITO da Venezuela é um ditador. Aliás, o PIG tentou depô-lo e instaurar uma ditadura lá, mas o povo impediu.

Responder

Sr. Indignado

09 de outubro de 2011 às 22h49

E militar que se prestou à ditadura, com ou sem treinamento no SOA, deveria ser expulso. No mínimo!!!
Querem, de todo jeito, mudar a história. Houve ditadura sim, rasgaram a constituição de seu país sim, que deveriam defender, houveram morte sim, torturas … etc.
Ainda temos o legado, partidos descomprometidos com a democracia, uma polícia repressora de movimentos sociais, uma parte da imprensa descomprometida com a realidade com repórteres e jornalistas que parecem lobotomizados de tanta careta, um serviço público despolitizado na sua maioria (alguns dizem que são apolíticos, é algo como ser contra o oxigênio, pode?) e por aí vai.
É verdade é o único caminho para buscarmos a democracia.

Responder

Walter Decker

09 de outubro de 2011 às 22h49

A ditadura caiu de podre, em todos os paises da AL. No Brasil a ex-guerrilheira Dilma foi eleita pelo povo de forma democratica e hoje é a Comandante em Chefe das Forças Armadas. Suprema vitória da militante de esquerda que lutou contra os milicos. Acabou a revolta, o medo dos anos de chumbo. Medo agora só dos torturadores que, ao contrário da Dilma, ficam se escondendo enclausurados em seus apartamentos e fugindo de jornalistas como o diabo da cruz.

Responder

    Ricardo

    12 de outubro de 2011 às 23h08

    Menos em Cuba…

Bruno

09 de outubro de 2011 às 22h22

Deveria ser "Caçados" pela Ditadura Militar.

Responder

EUNAOSABIA

09 de outubro de 2011 às 21h39

Era o famoso "Kit PT", isso era uma segunda feira 10 horas da manhã, os dois me pararam (seu shape e vestimentas eram horríveis) e me pediram para informar "onde poderiam tomar uma cerveja", na verdade eles queriam saber onde ficava a saída do Campus, (são três ao todo) pois a área é grande e eles estavam era perdidos, não eram da USP claro, eram mesmo baderneiros de fora, indiquei a eles então uma barraca no mesmo caminho que acabara de fazer, (eu já vinha de volta para a FEA) ali mesmo dentro da USP, onde eles poderiam tomar sua cerveja, ficaram surpresos, seus rostos eram um misto de surpresa e incontida alegria pois não imaginavam que ali dentro mesmo se vendia cerveja livremente, me agradeceram e foram rapidamente encher a cara de cachaça.

É esse tipo de gente, esses baderneiros profissionais é que são os "manifestantes" da USP.

Conheço muito bem essa gente.

Responder

    cronopio

    09 de outubro de 2011 às 23h03

    Há realmente baderneiros na USP, principalmente os que estudam na FEA, faculdade que nutre notória inveja por ter sido superada pela GV em muitos cursos.

    Ana Paula

    09 de outubro de 2011 às 23h03

    Rapaz, você é muito chato! Deveria ir pra Unicamp, onde além de ser proibida a venda de bebida e cigarros, as aglomerações casuais de alunos conversando são desbaratinadas pela segurança do campus.

    beattrice

    10 de outubro de 2011 às 01h39

    Os "idealizadores" da USP de Ribeirão e da UNICAMP sempre defenderam que não houvesse árovres nos campi. Sem árvores, sem sombra. Sem sombra, sem estudantes reunidos, "badernando".

    ZePovinho

    09 de outubro de 2011 às 23h30

    Se a USP admnite alunos como você,EUNAOSABIA,é porque está em decadência.

    Polengo

    10 de outubro de 2011 às 02h21

    E sobrou mesmo alguma bebida para eles ou você já tinha tomado tudo?

    Polengo

    10 de outubro de 2011 às 02h22

    Você precisa também decidir: era cerveja ou cachaça?
    Pelo menos conta a história igual.

EUNAOSABIA

09 de outubro de 2011 às 21h39

Certa vez na USP, saindo da biblioteca de economia e indo em direção a uma agência dos correios comprar cartão telefônico, encontei dois tipos desses, digo, sindicalistas, era um período de greves e a baderna corria solta no campus, fazia parte dos motins contra Serra no governo do estado…

continua…

Responder

    Polengo

    10 de outubro de 2011 às 02h24

    Peraí, era período de greves, e você diz que saía da biblioteca e ia até o correio…
    O que é que estava em greve então, você?

    ana

    10 de outubro de 2011 às 09h42

    o cérebro dele. que, aliás, ainda continua em greve

    Julio Silveira

    10 de outubro de 2011 às 10h22

    Não esquenta Polengo o Robo é nada mais que isso um Robo, ele não pensa é programado.
    Deram cordinha nele ele saiu tresloucado.

    Panambi

    10 de outubro de 2011 às 10h37

    Meu caro Polengo, foram os cacos de vidro que despombalizaram este "rapaz"…

    SILOÉ-RJ

    11 de outubro de 2011 às 20h53

    Quem defende a ditadura se locupletava com ela, financeiramente, físicamente e moralmente.
    Nem vem com esse papo de mais ordem, menos roubo, menos criminalidade nas ruas.
    Também pudera, com a mídia editando só água com açúcar para favorecer ESSE REGIME ILEGÍTIMO e abocanhar o seu quinhão, e com tamanha repressão: Até eu!!!
    A criminalidade ficava por conta DELES MESMOS, além de não divulgar seus crimes, se livravam dos corpos lançando-os nús em alto mar pra não ficar nem vestígios.
    A lavagem cerebral imposta aos estudantes e a péssima qualidade de ensino, querendo nos tranformar em idiotas dizendo amém , foi para mim o que de pior aconteceu. Deixando sequelas em toda uma geração e um atraso na evolução do país que JAMAIS recuperaremos.
    Se dependesse de mim faria que nem FIDEL:
    AL PAREDON !!!

    CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

    11 de outubro de 2011 às 22h18

    Camarada que nem tem coragem de botar o nome vindo falar de Paredon!!Revolucionáriio de botequim , otário!Primeiro, tenha a coragem de se identificar , com nome e sobrenome , seu fanfarrão babaca!"Valente" escondido atrás de nome falso , que piada!

    SILOÉ-RJ

    12 de outubro de 2011 às 01h43

    Cara você é muito pândego, sabia???
    Seu nome todo não me diz nada, mas as besteiras que escreve sim, a quem você pensa que engana com esse liguajar idiota???
    Já falei que desisti do convite que lhe fiz de se juntar aos bons, mesmo assim você insiste em pegar no meu pé, qualé mané???
    Tô estranhando essa fixação em mim agora, desistiu do Aécio???
    Olha que eu sou feia velha e gorda, e não tenho dinheiro pra bancar garotão bobalhão não!!!
    Vai encarar???


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