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Diário da Resistência


IstoÉ: Rombo tucano em São Paulo foi de R$ 425 milhões
Denúncias

IstoÉ: Rombo tucano em São Paulo foi de R$ 425 milhões


27/07/2013 - 19h48

Só o UOL acha que ninguém notou o tratamento desigual dado a iguais (arte do tuiteiro Lux Rei)

N° Edição:  2280 |  26.Jul.13 – 20:40 |  Atualizado em 27.Jul.13 – 18:59

Trens e Metrô superfaturados em 30%

Ao analisar documentos da Siemens, empresa integrante do cartel que drenou recursos do Metrô e trens de São Paulo, o Cade e o MP concluíram que os cofres paulistas foram lesados em pelo menos R$ 425 milhões

Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas, na revista IstoÉ

Segundo integrantes do MP e do Cade, seis projetos de
trem e metrô investigados apresentaram sobrepreço de 30%

Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de um ex-funcionário da multinacional alemã Siemens ao Ministério Público. Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos.

Toda a documentação, inclusive um relatório do que foi revelado pelo ex-funcionário da empresa alemã, está em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para quem a Siemens – ré confessa por formação de cartel – vem denunciando desde maio de 2012 as falcatruas no Metrô e nos trens paulistas, em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos. Até semana passada, porém, não se sabia quão rentável era este cartel.

Ao se aprofundarem, nos últimos dias, na análise da papelada e depoimentos colhidos até agora, integrantes do Cade e do Ministério Público se surpreenderam com a quantidade de irregularidades encontradas nos acordos firmados entre os governos tucanos de São Paulo e as companhias encarregadas da manutenção e aquisição de trens e da construção de linhas do Metrô e de trens.

Uma das autoridades envolvidas na investigação chegou a se referir ao esquema como uma fabulosa história de achaque aos cofres públicos, num enredo formado por pessoas-chaves da administração – entre eles diretores do metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) –, com participação especial de políticos do PSDB, os principais beneficiários da tramoia.

Durante a apuração, ficou evidente que o desenlace dessa trama é amargo para os contribuintes paulistas. A investigação revela que o cartel superfaturou cada obra em 30%.

É o mesmo que dizer que os governantes tucanos jogaram nos trilhos R$ 3 de cada R$ 10 desembolsado com o dinheiro arrecadado dos impostos.

Foram analisados 16 contratos correspondentes a seis projetos. De acordo com o MP e o Cade, os prejuízos aos cofres públicos somente nesses negócios chegaram a RS 425,1 milhões.

Os valores, dizem fontes ligadas à investigação ouvidas por ISTOÉ, ainda devem se ampliar com o detalhamento de outros certames vencidos em São Paulo pelas empresas integrantes do cartel nesses e em outros projetos.

Entre os contratos em que o Cade detectou flagrante sobrepreço está o de fornecimento e instalação de sistemas para transporte sobre trilhos da fase 1 da Linha 5 Lilás do metrô paulista. A licitação foi vencida pelo consórcio Sistrem, formado pela empresa francesa Alstom, pela alemã Siemens juntamente com a ADtranz (da canadense Bombardier) e a espanhola CAF.

Os serviços foram orçados em R$ 615 milhões. De acordo com testemunhos oferecidos ao Cade e ao Ministério Público, esse contrato rendeu uma comissão de 7,5% a políticos do PSDB e dirigentes da estatal. Isso significa algo em torno de R$ 46 milhões só em propina.

“A Alstom coordenou um grande acordo entre várias empresas, possibilitando dessa forma um superfaturamento do projeto”, revelou um funcionário da Siemens ao MP. Antes da licitação, a Alstom, a ADtranz, a CAF, a Siemens, a TTrans e a Mitsui definiram a estratégia para obter o maior lucro possível. As companhias que se associaram para a prática criminosa são as principais detentoras da tecnologia dos serviços contratados.

O responsável por estabelecer o escopo de fornecimento e os preços a serem praticados pelas empresas nesse contrato era o executivo Masao Suzuki, da Mitsui. Sua empresa, no entanto, não foi a principal beneficiária do certame.

Quem ficou com a maior parte dos valores recebidos no contrato da fase 1 da Linha 5 Lilás do Metrô paulista foi a Alstom, que comandou a ação do cartel durante a licitação. Mas todas as participantes entraram no caixa da propina.

Cada empresa tinha sua própria forma de pagar a comissão combinada com integrantes do PSDB paulista, segundo relato do delator e ex-funcionário da Siemens revelado por ISTOÉ em sua última edição.

Nesse contrato específico, a multinacional francesa Alstom e a alemã Siemens recorreram à consultoria dos lobistas Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira.

Documentos apresentados por ISTOÉ na semana passada mostraram que eles operam por meio de duas offshores localizadas no Uruguai, a Leraway Consulting S/A e Gantown Consulting S/A. Para não deixar rastro do suborno, ambos também se valem de contas em bancos na Suíça, de acordo a investigação.

No contrato da Linha 2 do Metrô, o superfaturamento identificado até agora causou um prejuízo estimado em R$ 67,5 milhões ao erário paulista. As licitações investigadas foram vencidas pela dupla Alstom/Siemens e pelo consórcio Metrosist, do qual a Alstom também fez parte. O contrato executado previa a prestação de serviços de engenharia, o fornecimento, a montagem e a instalação de sistemas destinados à extensão oeste da Linha 2 Verde.

Orçado inicialmente em R$ 81,7 milhões, só esse contrato recebeu 13 reajustes desde que foi assinado, em outubro de 1997. As multinacionais francesa e alemã ficaram responsáveis pelo projeto executivo para fornecimento e implantação de sistemas para o trecho Ana Rosa/ Ipiranga. A Asltom e a Siemens receberam pelo menos R$ 143,6 milhões para executar esse serviço.

O sobrepreço de 30% foi estabelecido também em contratos celebrados entre as empresas pertencentes ao cartel e à estatal paulista CPTM. Entre eles, o firmado em 2002 para prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva de dez trens da série 3000.

A Siemens ganhou o certame por um valor original de R$ 33,7 milhões. Em seguida, o conglomerado alemão subcontratou a MGE Transportes para serviços que nunca foram realizados. A MGE, na verdade, serviu de ponte para que a Siemens pudesse efetuar o pagamento da propina de 5% acertada com autoridades e dirigentes do Metrô e da CPTM.

O dinheiro da comissão – cerca de R$ 1,7 milhão só nessa negociata, segundo os investigadores – mais uma vez tinha como destino final a alta cúpula da estatal e políticos ligados ao PSDB. A propina seria distribuída, segundo depoimento ao Cade ao qual ISTOÉ teve acesso, pelo diretor da CPTM, Luiz Lavorente.

Além da MGE, a Siemens também recorreu à companhia japonesa Mitsui para intermediar pagamentos de propina em outras transações. O que mais uma vez demonstra o quão próxima eram as relações das empresas do cartel que, na teoria, deveriam concorrer entre si pelos milionários contratos públicos no setor de transportes sobre trilhos.

O resultado da parceria criminosa entre as gigantes do setor pareceu claro em outros 12 contratos celebrados com a CPTM referentes às manutenções dos trens das séries 2000 e 2100 e o Projeto Boa Viagem, que já foram analisados pelo CADE.

Neles, foi contabilizado um sobrepreço de aproximadamente R$ 163 milhões. 
Não é por acaso que as autoridades responsáveis por investigar o caso referem-se ao esquema dos governos do PSDB em São Paulo como uma “fabulosa história”.

O superfaturamento constatado nos contratos de serviços e oferta de produtos às estatais paulistanas Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos [CPTM] supera até mesmo os índices médios calculados internacionalmente durante a prática deste crime.

Cálculos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, por exemplo, apontam que os cartéis ocasionam um prejuízo aos cofres públicos de 10% a 20%. No caso destes 16 contratos, a combinação de preços e direcionamentos realizados pelas companhias participantes da prática criminosa levaram a um surpreendente rombo de 30% aos cofres paulistas.

Diante das denúncias, na última semana o PT e outros partidos oposicionistas em São Paulo passaram a se movimentar para tentar aprovar a instalação de uma CPI.

“O governador Geraldo Alckmin diz querer que as denúncias do Metrô e da CPTM sejam apuradas. Então, que oriente a sua bancada a protocolar o pedido de CPI, pelo menos, desta vez”, propôs o líder do PT na Assembleia paulista, Luiz Cláudio Marcolino.

“É flagrante que os contratos precisam ser revisados. Temos de ter transparência com o dinheiro público independente de partido”, diz ele. Caso a bancada estadual do PT não consiga aprovar o pedido, por ter minoria, a sigla tentará abrir uma investigação na Câmara Federal.

“Não podemos deixar um assunto desta gravidade sem esclarecimentos. Ainda mais quando se trato de acusações tão contundentes de desvios de verbas públicas”, afirmou o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP).

O que se sabe até agora já é suficiente para ensejar um inquérito. Afinal, trata-se de um desvio milionário de uma das principais obras da cidade mais populosa do País e onde se concentra o maior orçamento nacional. Se investigada a fundo, a história do achaque de 30% aos cofres públicos pode trazer ainda mais revelações fabulosas.

Queima de arquivo

Uma pasta amarela com cerca de 200 páginas guardada na 1ª Vara Criminal do Fórum da cidade de Itu, interior paulista, expõe um lado ainda mais sombrio das investigações que apuram o desvio milionário das obras do metrô e trens metropolitanos durante governos do PSDB em São Paulo nos últimos 20 anos.

Trata-se do processo judicial 9900.98.2012 que investiga um incêndio criminoso que consumiu durante cinco horas 15.339 caixas de documentos e 3.001 tubos de desenhos técnicos.

A papelada fazia parte dos arquivos do metrô armazenados havia três décadas. Entre os papeis que viraram cinzas estão contratos assinados entre 1977 e 2011, laudos técnicos, processos de contratação, de incidentes, propostas, empenhos, além de relatórios de acompanhamento de contratos de 1968 até 2009. Sob segredo de Justiça, a investigação que poderá ser reaberta pelo Ministério Público, diante das novas revelações sobre o caso feitas por ISTOÉ, acrescenta novos ingredientes às já contundentes denúncias feitas ao Cade pelos empresários da Siemens a respeito do escândalo do metrô paulista.

Afinal, a ação dos bandidos pode ter acobertado a distribuição de propina, superfaturamento das obras, serviços e a compra e manutenção de equipamentos para o metrô paulista.

Segundo o processo, na madrugada do dia 9 de julho do ano passado, nove homens encapuzados e armados invadiram o galpão da empresa PA Arquivos Ltda, na cidade de Itu, distante 110 km da capital paulista, renderam os dois vigias, roubaram 10 computadores usados, espalharam gasolina pelo prédio de 5 mil m² e atearam fogo. Não sobrou nada.

Quatro meses depois de lavrado o boletim de ocorrência, nº 1435/2012, a polícia paulista concluiu que o incêndio não passou de um crime comum.

“As investigações não deram em nada”, admite a delegada de Policia Civil Milena, que insistiu em se identificar apenas pelo primeiro nome. “Os homens estavam encapuzados e não foram identificados”, diz a policial.

Investigado basicamente como sumiço de papéis velhos, o incêndio agora ganha ares de queima de arquivo. O incidente ocorreu 50 dias depois de entrar em vigor a Lei do Acesso à Informação, que obriga os órgãos públicos a fornecerem cópias a quem solicitar de qualquer documento que não seja coberto por sigilo legal, e quatro meses depois de começarem as negociações entre o Cade e a Siemens para a assinatura do acordo de leniência, que vem denunciando as falcatruas no metrô e trens paulistas.

“Não podemos descartar que a intenção desse crime era esconder provas da corrupção”, entende o deputado Luiz Cláudio Marcolino, líder do PT na Assembleia Legislativa do Estado.

Além das circunstâncias mais do que suspeitas do incêndio, documentos oficiais do governo, elaborados pela gerência de Auditoria e Segurança da Informação (GAD), nº 360, em 19 de setembro passado, deixam claro que o galpão para onde foi levado todo o arquivo do metrô não tinha as mínimas condições para a guarda do material.

Cravado em plena zona rural de Itu, entre uma criação de coelhos e um pasto com cocheiras de gado, o galpão onde estavam armazenados os documentos não tinha qualquer segurança.

Poderia ser facilmente acessado pelas laterais e fundos da construção. 

De acordo com os documentos aos quais ISTOÉ teve acesso, o governo estadual sabia exatamente da precariedade da construção quando transferiu os arquivos para o local.

O relatório de auditoria afirma que em 20 de abril de 2012 — portanto, três dias depois da assinatura do contrato entre a PA Arquivos e o governo de Geraldo Alckmin — o galpão permanecia em obras e “a empresa não estava preparada para receber as caixas do Metrô”.

A comunicação interna do governo diz mais. Segundo o laudo técnico do GAD, “a empresa não possuía instalações adequadas para garantir a preservação do acervo documental”. Não havia sequer a climatização do ambiente, item fundamental para serviços deste tipo.

O prédio foi incendiado poucos dias depois da migração do material para o espaço. “Não quero falar sobre esse crime”, disse um dos proprietários da empresa, na época do incêndio, Carlos Ulderico Botelho.

“Briguei com o meu sócio, sai da sociedade e tomei muito prejuízo. Esse incêndio foi estranho. Por isso, prefiro ficar em silêncio”. Outra excentricidade do crime é que o fato só foi confirmado oficialmente pelo governo seis meses depois do ocorrido.

Em 16 páginas do Diário do Diário Oficial, falou-se em “sumiço” da papelada. Logo depois da divulgação do sinistro, o deputado estadual do PT, Simão Pedro, hoje secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo, representou contra o Governo do Estado no Ministério Público Estadual.

“Acredita-se que os bandidos tenham provocado o incêndio devido o lugar abrigar vários documentos”. Para o parlamentar, “esse fato sairia da hipótese de crime de roubo com o agravante de causar incêndio, para outro crime, de deliberada destruição de documentos públicos”, disse Simão, em dezembro passado.

Procurados por ISTOÉ, dirigentes do Metrô de SP não quiseram se posicionar.

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64 comentários

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wagner paulista de souza

29 de julho de 2013 às 18h56

Falando em Barbosa – ” O Menino pobre que…….comprou um apartamento em Miami “

Responder

Urbano

29 de julho de 2013 às 18h21

Quatrocentos e vinte e cinco milhões de reais, pra tungano da gema mesmo, vem a ser troco.

Responder

jose bernardes neto

29 de julho de 2013 às 17h49

Se abrir a “caixa preta”, a verdadeira bomba relógio do PSDB, incluindo os escândalos da era FHC: as chamadas “privatizações” – passando pelo mensalão tucano mineiro – a lista de FURNAS- as propinas dos governantes e os seus desmandos administrativos(SP-MG-GO) podemos afirmar que o PSDB é partido mais corrupto do país….Mas, a grande mídia e o Judiciário tentam abafar os escândalos do tucanato… Por quê?….

Responder

jose bernardes neto

29 de julho de 2013 às 16h08

Engraçado, o partido da imprensa golpista(PIG) não se manifesta quando se refere a denúncias contra o psdb e sua quadrilha….Vejamos: o mensalão tucano está no STF há anos esperando o julgamento e até agora nada…. Os desmandos administrativos do falastrão Aécio Neves aqui em MG não são publicados na imprensa …… A roubalheira dos governadores tucanos em SP existe há vários anos e a grande mídia continua escondendo tai fatos… Pergunto: até quando? Resumindo a grande imprensa do país é a favor dos tucanos e seu grupo…

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Valente

29 de julho de 2013 às 11h58

Enquanto o preenchimento de cargos for feito à maneira atual, não teremos uma arrecadação efetiva, nem uma fiscalização efetiva, em nenhum órgão do estado estadual nem do federal.

Responder

Valente

29 de julho de 2013 às 11h57

Isso me lembra o incêndio da CESP.

Responder

Valente

29 de julho de 2013 às 11h57

Se o pobre do Maluf reclamar vem um drone em cima.

O escandalos dos Banests, não vai aparecer…..

Responder

Mário Malerba

29 de julho de 2013 às 10h54

Noves fora, a soma da sonegação da globo mais o propinoduto tucano do metrô paulista passa da casa de 1 BI de rombo aos cofres públicos e o silêncio ensurdecedor do PIG permanece.

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henrique de oliveira

29 de julho de 2013 às 10h35

Caramba e a midia (PIG) achando que mensalão é grande coisa , na verdade é dinheiro de pinga perto da roubalheira tucana desde Mario Covas no estado de São Paulo , ja imaginou se abrir a caixa preta dos governos fhc?
Cadê o MPF e outra porcarias que deveriam ver isso?

Responder

Jose Mario HRP

29 de julho de 2013 às 10h07

Tudo começou com o “santinho” Mário Covas!
E aí a roubalheira continuou, só que com outros quadrilheiros!
Antes Quércia e Fleury, depois com Covas Alck, Aloisio, Anibal, Serra, FHC, Clóvis Carvalho, Madeira?(sic), e muitos mais!!!!!!!!
A “Festa NÃO PODE PARAR!”

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abolicionista

29 de julho de 2013 às 09h10

Se não sair na grande mídia não acontecerá nada, nossa presidenta não tem força para enfrentar ninguém. O Tucanato deita e rola em SP, e não é só p metrô, eles também fazem caixa dois nas universidades, sempre faço questão de enfatizar pois é algo escandaloso, é só investigar as contas da USP. São 4 bilhões. Mas nada disso virá a público com nossa imprensa corrupta e mentirosa. Democratização da mídia já!!!

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    Valente

    29 de julho de 2013 às 11h54

    E cuidado com as fundações também.

Mardones

29 de julho de 2013 às 09h04

ACM ficou famoso pelos incêndios nos prédios da secretaria de educação na Bahia. Sempre sumiam documentos de licitações também. É interessante o modo de atuação da direita: simplesmente some com as provas do crime. Aprenderam isso com a ditadura, que sempre tratou em dar fim nos oponentes do regime.

Em São Paulo tem Ministério Público, Tribunal de Justiça ou qualquer coisa que lembre justiça? Ah, tem OAB em São Paulo?

Cadê aquelas pessoas que estavam ‘cansadas’ de corrupção? Ainda não cansaram de 20 anos de roubo aos cofres públicos? Ou será que só se cansam quando as acusações têm eco na imprensa dominada por simpatizantes de tucanos?

Responder

Mardones

29 de julho de 2013 às 08h57

O Uol diz hoje que a Siemens está disposta a devolver o dinheiro desviado das licitações fraudulentas de SP e DF. E não cita um tucano envolve no crime.

Essa é a imprensa que acoberta os criminosos bicudos. Esse que é, sem dúvida, o mair escândalo de corrupção do sistema de transporte público no Brasil não tem tratamento devido pelo PIG.

Nenhum ministro do STF dá entrevistas ao PIG, nenhum senador se horroriza com o dinheiro desviado que poderia construir casas, rede de esgoto, hospital, escolas e etc.

Nenhum artista de ocasião – como Caetano e Regina Duarte – se diz intimidado com a rede de corrutos que se instalou na maior cidade do Brasil, nada, nada.

Nenhuma gangue de marginal é acusada de corrupção pelo PIG. Nem parece que aconteceu no Brasil.

Esse é o PIG. Se fosse um governo do PT, roubando por 20 anos, como fazem os tucanos em Sampa (com provas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!), o povo já estava fartamento ‘informado’ dos desvios criminosos. MAs como é dos mensaleiros do PSDB, aí tudo é feito para jogar para debaixo do tapete. Assim como foi no caso da compra da reeleição de FHC, dos inúmeros casos de corrupção abafados pelo GEraldo Brindeiro no governo FHC e no mensalão que iniciou-se em Minas Gerais.

Não há crime para o PIG quando se trata de tucanos.

Responder

    Valente

    29 de julho de 2013 às 11h56

    O mais incrível é a Interpol. A Interpol tem lado no Terceiro Mundo.

    quá, quaá, quáAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA1!!!!!!!!!!!!

    Também, agora ela manda um drone e cima de quem reclamar….

    Marat

    29 de julho de 2013 às 21h10

    Mardones, parabéns! Texto perfeito!!!!!!!!!
    O PIG é tão estúpido, tão burro, tão imbecil, que imagina que os outros não percebem… e os tontos da Paulista? Vão fazer passeata?

Luís CPPrudente

28 de julho de 2013 às 23h38

Enquanto isto a famiglia Marinho, a que sonega mais de um bilhão de reais aos cofres públicos, continua sonegando a informação aos brasileiros.

Só a Ley de Medios para cobrar a informação da famiglia Marinho (ela deve ganhar muito com essas tramóias do PSDB).

Responder

Gerson Carneiro

28 de julho de 2013 às 23h06

Impressão minha, ou de fato a tropa que defende os tucanos não apareceu por aqui?

Responder

Irineu

28 de julho de 2013 às 21h43

Azenha e ilustres leitores,
Triste essas coisas(corrupção) que parasitam nosso País fazendo-o sucumbir e perder o fôlego. Esta ai os motivos da enorme desigualdade social…A “mídia=PIG” num conchavo de interesses onde também deve “receber dinheiro” dessa corrupção se silencia.
Azenha cada vez mais isso me deixa chateado, e tudo isso e muito mais é causador da desigualdade social.
Ainda bem que existe o seu blog que nos informa, mais isso tem que ir além. Fala pra Record fazer uma reportagem, seja você o repórter.
A corrupção no Brasil é imensa, é uma ramificação espalhada. Não é só políticos há muitos “empresários , empresas, banqueiros, agronegócio, etc”(CORRUPTO E CORRUPTOR)
Vejo o Brasil como um elefante que vai perdendo suas forças com esses parasitas.
Azenha, isso não pode ficar assim impune, essa noticia tem que se espalhar, pois trata-se de dinheiro publico onde há políticos e empresários envolvidos.
VOU CITAR ALGO QUE O CIRO GOMES DISSE AO PHA.(ENTREVISTA RECORD ATUALIDADES)
ELE PERGUNTOU:CIRO TEREMOS CPI DA PRIVATARIA TUCANA?
CIRO:NÃO, PORQUE HA GRANDES EMPRESAS ENVOLVIDAS E ATE SETORES DA MÍDIA.

Responder

Elvys

28 de julho de 2013 às 18h58

Notaram uma coisa: na edição da semana passada, eram R$ 50 milhões afanados, nesta edição, são R$ 425 milhões. Na próxima vai passar de bilhões fácil, fácil. Ai, quem sabe o gigantes paulista desperta.

Responder

    Acássia

    30 de julho de 2013 às 13h25

    Oi, Elvys.

    Isso aí dá 20 milhões por ano de governo. Foi muito mais.
    As pessoas não tem noção do que é dinheiro em S. Paulo.São Paulo é metade do Brasil.Eles roubam isso tudo e não aparece. O povo nem percebe.

RicardãoCarioca

28 de julho de 2013 às 16h42

Joaquim Barbosa teve a cara de pau de colocar como sede da sua empresa off-shore o seu apartamento funcional em Brasília:

247 – O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, é hoje um homem fora da lei. É o que informa reportagem do Correio Braziliense, assinada pela jornalista Ana D’Angelo, publicada neste domingo. Segundo o texto, ele se colocou nesta condição ao atribuir como sede de sua empresa offshore nos Estados Unidos, a Assas JB Corp, o apartamento funcional onde mora, em Brasília, que pertence ao próprio STF e pode ser usado apenas com finalidades residenciais. Em outro aspecto, ele também ignorou o Estatuto do Servidor Público ao ser sócio de empresa privada. Leia abaixo:

Responder

Crow

28 de julho de 2013 às 13h59

Olhem este site , ele mostra em ranking os deputados que mais gastam a cota parlamentar !!
É um absurdo ver eles gastarem R$ 10.000 em posto de gasolina
http://www.rankingcp.net/

Responder

Roberto Locatelli

28 de julho de 2013 às 13h32

É espantoso que os paulistas fiquem indiferentes a essa gigantesca falcatrua. É dinheiro público sendo roubado!!

Obviamente o tal movimento passe livre (a soldo da CIA?) não tomará nenhuma atitude a respeito, mesmo sendo assunto DIRETAMENTE ligado aos transportes. Como o PSDB é oposição ao governo federal, não interessa ao tal movimento passe livre (a soldo da CIA?) incomodar Alckmin, Serra ou a direção do Metrô.

Então, cabe às forças de esquerda fazer o que os mauricinhos não fazem: ir à luta contra essa roubalheira. O primeiro passo é divulgar exaustivamente na internet, pois o PIG (Partido da Imprensa Golpista) não divulgará os fatos, pois também quer proteger Alckmin, igualzinho aos meninos do tal movimento passe livre (a soldo da CIA?).

Responder

Pedro Cruz

28 de julho de 2013 às 12h04

A Carta Capital tucanou??? Não pública nada sobre o propinoduto tucano. Esse Mino Carta!!!!

Responder

José X.

28 de julho de 2013 às 11h59

E contra quem os paulistas protestaram ontem à noite na Paulista ?

Contra o Cabral, governador do Rio…

Responder

    RicardãoCarioca

    28 de julho de 2013 às 16h32

    Inacreditável tamanha alienação.

    Acássia

    29 de julho de 2013 às 09h37

    Black Blocks fulos com sua dívida de cartão de crédito e sem reclamações eleitorais vão pra cima da direita e esquerda. O MPL acha é bom, já que não sabe bem o quer além de “tudo, e agora”.

    E Dorinha fofoqueira do Serra culpa Dilma e Lula pela lama no Rio, mesmo que estes nunca tenham sido prefietos do Rio. Façam me o favor!!!!!

Messias Franca de Macedo

28 de julho de 2013 às 11h50

“O que fizeram com o dinheiro do honesto povo trabalhador de São Paulo!?” Por Gilmar Mendes, indignado (sic), perante as revelações da IstoÉ

“Nos vultosos desvios de recursos públicos do erário paulista, os (ir)responsáveis pelas delinquências agiam como bandoleiros de estradas!” Pelo imparcial (idem sic) decano Celso de Mello

A conferir, nos próximos dias!…

… E que país é esse?! “É o ‘Brazil’(!) mudado por um menino paupérrimo (idem sic) chamado Joaquim!”

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Rose PE

28 de julho de 2013 às 10h30

Estou esperando MPL ir às ruas, não são os protestadores contra a tudo que está errado, cadê o povo nas ruas contra esse absurdo. Vamos assistir que os Tucanos pode tudo? esperar que o PIG publique algo é acreditar em mula-sem-cabeça.

Responder

Roberto Locatelli

28 de julho de 2013 às 09h27

Certamente o PSOL liderará a luta contra essa gigantesca roubalheira!! Não, acho que não… O PSOL é aliado do PSDB…

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edir

28 de julho de 2013 às 05h59

Os coxinhos näo väo manifestar contra isso ? O gigante näo vai manifestar contra isso ? o MPL näo vai manifestar contra isso ? Todos farinha do mesmo saco !!!

Responder

juliana morais

28 de julho de 2013 às 05h44

FOLHA, GLOBO e ESTADÃO estão blindando o PSDB de responder ao caso do Metrô. Pois bem. Proponho que todos os blogueiros e leitores que comentam em todos os blogs progressistas entrem nos comentários desses orgãos e do Brasil 247 amanhã das 10 da manhã até o meio dia e postem links para as matérias da IstoÉ. É uma forma lícita e lucida de cobrar desses panfletos do golpe, da corrupção e da traição ao Brasil um mínimo de compostura!

Responder

Gerson Carneiro

28 de julho de 2013 às 05h16

Aos que acreditam que José Dirceu é o bandido e o Geraldo Alckmin o mocinho.

Responder

Gerson Carneiro

28 de julho de 2013 às 05h09

R$ 425 milhões representa quantos “mensalões”?

Responder

anderson

28 de julho de 2013 às 03h23

caro azenha,a Confederação Nacional da Indústria (CNI) presidida por Robson Andrade, principal articulador e financiador do PSDB de Minas Gerais, logo suas pesquisas beneficiam seus aliados do psdb tanto em são Paulo quanto minas gerais, abaixo segue informação:
http://www.novojornal.com/politica/noticia/ibope-mostra-36-de-aprovacao-de-anastasia-mas-omiti-sua-re-25-07-2013.html
Ibope mostra 36% de aprovação de Anastasia, mas omite sua rejeição
Aprovação do governo Antonio Anastasia é de 36%, aponta Ibope, porém deixou de divulgar o percentual de avaliação ruim, péssima e regular
Pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) presidida por Robson Andrade, principal articulador e financiador do PSDB de Minas Gerais foi divulgada nesta quinta-feira (25) e mostra que 36% dos eleitores avaliaram como “bom ou ótimo” o governo de Antonio Anastasia (PSDB) em Minas Gerais.

A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O Ibope ouviu 812 eleitores no estado com mais de 16 anos entre 9 e 12 de julho.

Para muito, a interferência de Robson impediu que fosse divulgado o percentual de eleitores que consideram o governo ruim, péssimo ou regular.

O Ibope também perguntou aos eleitores se aprovam a maneira de governar de Anastasia, e 50% responderam positivamente. Além disso, 49% disseram que confiam no governador.

É a primeira vez que a CNI encomenda uma pesquisa sobre desempenho de governos estaduais. O levantamento foi realizado após as manifestações de rua em todo o país que pediram melhores condições de vida e o fim da corrupção no mês de junho.
abraço

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Francisco

28 de julho de 2013 às 02h53

Eu tenho cá as minhas dúvidas sobre se os militares conseguiriam censurar com tanta eficiência a imprensa durante o regime militar…

Nada.

Em canto algum…

Nenhum artista pode falar, nenhum jornalista de grande imprensa pode falar, nenhum cantor…

Nada.

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Alberto Santos Neto

28 de julho de 2013 às 01h26

Mesmo assim, a presidente Dilma dá uma entrevista exclusiva para a Folha de São Paulo. A presidente está precisando, urgentemente, tirar a venda que está tapando seus olhos e ver o que acontece ao seu redor. Ou será que ela acha que a Folha de São Paulo não tem nada haver com sua queda nas pesquisas eleitorais e na aprovação de seu governo? Se a resposta for sim, então, estamos mesmo em maus lençóis!

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cassio

27 de julho de 2013 às 23h38

É a elite porca justificando que o Alckmin está bem próximo da média nacional de aprovação, que convenhamos é uma M! Para a elite pouco importa, afinal estão defendendo o leitinho deles. Agora o f! é escutar de pessoas comuns que o governo federal é uma M! Duas uma, ou os caras não sabem ler, ou tem dificuldade de entender o significado dos números, pois se a média nacional de aprovação é baixíssima e o governador de São Paulo está abaixo dela, então há desgoverno. Mas foi assim com o Kassab os 6 anos que ficou no governo, mas com a ajuda da mídia, assim como acontece com o Alckmin, estamos na ilha da fantasia. E olha que nem um tal de MPL para incomodar a gestão Serra/Kassab em 8 anos de governo, mesmo a tarifa saindo de R$ 1,60 (início da gestão Serra em 2004) e chegando a R$ 3,00 (final da gestão Kassab em 2012), ou seja quase 100% de aumento. Ups! já ia esquecendo: quando o serra assumiu a prefeitura em 2004 logo diminui o tempo de integração do bilhete único de 4 horas (criado pela Marta) para 2 horas. O Serra também fechou a porta nos terminais. Antes bastava estar dentro de um terminal de ônibus para ter direito a integração nas linhas integrantes daquele terminal. O Serra tirou isto também e o passageiro acabava superlotando os ônibus, pois com 2 horas a menos na integração ficavam com medo deste tempo vencer. Então, de uma certa forma isto é como se fosse um aumento indireto das passagem, fato que passou despercebido mais uma vez nos anticapitalistas do MPL.

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pierre

27 de julho de 2013 às 22h57

Dilma cuide do Brasil! Isso Dilma, fede que nem chorume de pocilga. Reaja Presidenta, o silêncio da Senhora e do PT, deixa na gente uma sensação de que ao PSDB tudo é permitido e lícito. A gente chega até mesmo a pensar que a Senhora e o PT estão acostumados com essas imoralidades. Além do roubo ainda contam com o silêncio do PIG, do PT e do governo presidido pela Senhora. Os efeitos do estouro dessa bomba, que esta sendo construída pelo PSDB há bastante tempo, não ficará restrito a ele PSDB, mas a todos os políticos e partidos.

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Marat

27 de julho de 2013 às 22h48

Se dependermos do MP-SP (chapa alvíssima…), da PGR (gerida por quem???), da banda podre (que é bem grande!!!) da Polícia Federal, e de nosso inefável STF, o PSDB pode ficar tranquilíssimo, como sempre esteve… Por outro lado, o PIG tratará de disseminar suas verdades fabricadas, e ignorar outras vozes… E assim continuaremos caminhando, pois, os indignados que protestam e vandalizam apenas lêem a veja multiuso (da direita) e e assistem a Rede Göebbels.

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juliana morais

27 de julho de 2013 às 22h46

vejam os tiranos em ação http://www.youtube.com/watch?v=VHG47vmNkvU

Responder

Marat

27 de julho de 2013 às 22h43

Meus caros, os governos pessedebistas em SP gastam alguns milhões de reais anualmente, com assinaturas de jornais e revistas pigueanos, como Estadão, Folha, Época e Veja. Além disso, comungam da mesma ideologia neoliberal,elitista e submissa aos interesses dos EEUU. Basta ler textos ou ouvir os áudios de Reinaldo Azevedo, Eliane Cantanhêde, Dora Kramer, Merval Pereira, Boris Casoy, Nêumane, William Waack e tantos outros jornalistas do tipo “50 tons de marrom” para se perceber.
A promiscuidade entre o PSDB/PFL/PPS com o PIG é tão grande, que gerou até um (quem sabe) filho de carne e osso… entre o Imperador de Higienópolis e uma jornalista sumida da Rede Globo…
Como é que neste estado de coisas, não haveria corrupção, mentira, sonegação, embuste, acobertamento???

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juliana morais

27 de julho de 2013 às 21h01

Azenha: a FOLHA, GLOBO e ESTADÃO estão blindando o PSDB de responder ao caso do Metrô. Pois bem. Proponho que todos os blogueiros e leitores que comentam em todos os blogs progressistas entrem nos comentários desses orgãos e do Brasil 247 amanhã das 10 da manhã até o meio dia e postem links para as matérias da IstoÉ. É uma forma lícita e lucida de cobrar desses panfletos do golpe, da corrupção e da traição ao Brasil um mínimo de compostura!

Responder

    Agnaldo F. Amorim

    27 de julho de 2013 às 22h40

    Oi Juliana, você poderia me ensinar a fazer isso que sugeriu?? Gostaria de ajudar a desmascarar esses ladrões. Aguardo um retorno seu. Obrigado.

    Rodrigo

    28 de julho de 2013 às 10h33

    247 eu pensava que era um tipo obsoleto de boeing

    beleza, aceitei o desafio, mas parece que eles mesmos já tem o link lá no 247

Bacellar

27 de julho de 2013 às 20h30

E sempre bom lembrar que esse mesmo governo dos “bons gestores” administrou a licitação das obras da linha amarela que abriram uma gigantesca cratera na Marginal em 2007 com direito a levar 3 vidas de trabalhadores inocentes.

Responder

Maria Lúcia

27 de julho de 2013 às 20h29

SÃO PAULO É UM FEUDO TUCANO.
PARTE DA JUSTIÇA E MÍDIA BLINDAM OS TUCANOS.
JUÍZES E PROMOTORES SÃO, MUITAS VEZES, BENEFICIADOS COM PROMOÇÕES E NOMEAÇÕES FEITAS PELO PODER EXECUTIVO. NISSO O BARBOSÃO TEM RAZÃO: promoção, só por mérito.
Maria Lúcia

Responder

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