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Diário da Resistência


IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens
Denúncias

IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens


20/07/2013 - 15h49

Os governos tucanos de Mario Covas, Geraldo Alckmin e José Serra nada fizeram para conter o esquema de corrupção

O esquema que saiu dos trilhos

Um propinoduto criado para desviar milhões das obras do Metrô e dos trens metropolitanos foi montado durante os governos do PSDB em São Paulo. Lobistas e autoridades ligadas aos tucanos operavam por meio de empresas de fachada

Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas, em ISTOÉ, sugestão dos leitores H.92 e Mariano

Ao assinar um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a multinacional alemã Siemens lançou luz sobre um milionário propinoduto mantido há quase 20 anos por sucessivos governos do PSDB em São Paulo para desviar dinheiro das obras do Metrô e dos trens metropolitanos. Em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos, a empresa revelou como ela e outras companhias se articularam na formação de cartéis para avançar sobre licitações públicas na área de transporte sobre trilhos.

Para vencerem concorrências, com preços superfaturados, para manutenção, aquisição de trens, construção de linhas férreas e metrôs durante os governos tucanos em São Paulo – confessaram os executivos da multinacional alemã –, os empresários manipularam licitações e corromperam políticos e autoridades ligadas ao PSDB e servidores públicos de alto escalão.

O problema é que a prática criminosa, que trafegou sem restrições pelas administrações de Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, já era alvo de investigações, no Brasil e no Exterior, desde 2008 e nenhuma providência foi tomada por nenhum governo tucano para que ela parasse.

Pelo contrário. Desde que foram feitas as primeiras investigações, tanto na Europa quanto no Brasil, as empresas envolvidas continuaram a vencer licitações e a assinar contratos com o governo do PSDB em São Paulo. O Ministério Público da Suíça identificou pagamentos a personagens relacionados ao PSDB realizados pela francesa Alstom – que compete com a Siemens na área de maquinários de transporte e energia – em contrapartida a contratos obtidos.

Somente o MP de São Paulo abriu 15 inquéritos sobre o tema. Agora, diante deste novo fato, é possível detalhar como age esta rede criminosa com conexões em paraísos fiscais e que teria drenado, pelo menos, US$ 50 milhões do erário paulista para abastecer o propinoduto tucano, segundo as investigações concluídas na Europa.

As provas oferecidas pela Siemens e por seus executivos ao Cade são contundentes. Entre elas, consta um depoimento bombástico prestado no Brasil em junho de 2008 por um funcionário da Siemens da Alemanha. ISTOÉ teve acesso às sete páginas da denúncia. Nelas, o ex-funcionário, que prestou depoimento voluntário ao Ministério Público, revela como funciona o esquema de desvio de dinheiro dos cofres públicos e fornece os nomes de autoridades e empresários que participavam da tramoia.

Segundo o ex-funcionário cujo nome é mantido em sigilo, após ganhar uma licitação, a Siemens subcontratava uma empresa para simular os serviços e, por meio dela, realizar o pagamento de propina. Foi o que aconteceu em junho de 2002, durante o governo de Geraldo Alckmin, quando a empresa alemã venceu o certame para manutenção preventiva de trens da série 3000 da CPTM (Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos).

À época, a Siemens subcontratou a MGE Transportes. De acordo com uma planilha de pagamentos da Siemens obtida por ISTOÉ, a empresa alemã pagou à MGE R$ 2,8 milhões até junho de 2006. Desse total, pelo menos R$ 2,1 milhões foram sacados na boca do caixa por representantes da MGE para serem distribuídos a políticos e diretores da CPTM, segundo a denúncia. Para não deixar rastro da transação, os saques na boca do caixa eram sempre inferiores a R$ 10 mil. Com isso, o Banco Central não era notificado. “Durante muitos anos, a Siemens vem subornando políticos, na sua maioria do PSDB, e diretores da CPTM.

“A MGE é frequentemente utilizada pela Siemens para pagamento de propina. Nesse caso, como de costume, a MGE ficou encarregada de pagar a propina de 5% à diretoria da CPTM”, denunciou o depoente ao Ministério Público paulista e ao ombudsman da empresa na Alemanha.

Ainda de acordo com o depoimento, estariam envolvidos no esquema o diretor da MGE, Ronaldo Moriyama, segundo o delator “conhecido no mercado ferroviário por sua agressividade quando se fala em subornar o pessoal do Metrô de SP e da CPTM”, Carlos Freyze David e Décio Tambelli, respectivamente ex-presidente e ex-diretor do Metrô de São Paulo, Luiz Lavorente, ex-diretor de Operações da CPTM, e Nelson Scaglioni, ex-gerente de manutenção do metrô paulista.

Scaglioni, diz o depoente, “está na folha de pagamento da MGE há dez anos”. “Ele controla diversas licitações como os lucrativos contratos de reforma dos motores de tração do Metrô, onde a MGE deita e rola”. O encarregado de receber o dinheiro da propina em mãos e repassar às autoridades era Lavorente. “O mesmo dizia que (os valores) eram repassados integralmente a políticos do PSDB” de São Paulo e a partidos aliados. O modelo de operação feito pela Siemens por meio da MGE Transportes se repetiu com outra empresa, a japonesa Mitsui, segundo relato do funcionário da Siemens.

Procurados por ISTOÉ, Moriyama, Freyze, Tambelli, Lavorente e Scaglioni não foram encontrados. A MGE, por sua vez, se nega a comentar as denúncias e disse que está colaborando com as investigações.

Além de subcontratar empresas para simular serviços e servir de ponte para o desvio de dinheiro público, o esquema que distribuiu propina durante os governos do PSDB em São Paulo fluía a partir de operações internacionais.

Nessa outra vertente do esquema, para chegar às mãos dos políticos e servidores públicos, a propina circulava em contas de pessoas físicas e jurídicas em paraísos fiscais.

Uma dessas transações contou, de acordo com o depoimento do ex-funcionário da Siemens, com a participação dos lobistas Arthur Teixeira e Sérgio Teixeira, através de suas respectivas empresas Procint E Constech e de suas offshores no Uruguai, Leraway Consulting S/A e Gantown Consulting S/A. Neste caso específico, segundo o denunciante, a propina foi paga porque a Siemens, em parceria com a Alstom, uma das integrantes do cartel denunciado ao Cade, ganhou a licitação para implementação da linha G da CPTM.

O acordo incluía uma comissão de 5% para os lobistas, segundo contrato ao qual ISTOÉ teve acesso com exclusividade, e de 7,5% a políticos do PSDB e a diretores da área de transportes sobre trilho.

“A Siemens AG (Alemanha) e a Siemens Limitada (Brasil) assinaram um contrato com (as offshores) a Leraway e com a Gantown para o pagamento da comissão”, afirma o delator.

As reuniões, acrescentou ele, para discutir a distribuição da propina eram feitas em badaladas casas noturnas da capital paulista. Teriam participado da formação do cartel as empresas Alstom, Bombardier, CAF, Siemens, TTrans e Mitsui. Coube ao diretor da Mitsui, Masao Suzuki, guardar o documento que estabelecia o escopo de fornecimento e os preços a serem praticados por empresa na licitação.

Além de subcontratar empresas que serviram de ponte para o desvio de dinheiro público, o esquema valeu-se de operações em paraísos fiscais

Os depoimentos obtidos por ISTOÉ vão além das investigações sobre o caso iniciadas há cinco anos no Exterior.

Em 2008, promotores da Alemanha, França e Suíça, após prender e bloquear contas de executivos do grupo Siemens e da francesa Alstom por suspeita de corrupção, descobriram que as empresas mantinham uma prática de pagar propinas a servidores públicos em cerca de 30 países. Entre eles, o Brasil.

Um dos nomes próximos aos tucanos que apareceram na investigação dos promotores foi o de Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), nomeado pelo então governador tucano Mário Covas.

No período em que as propinas teriam sido negociadas, Marinho trabalhava diretamente com Covas. Proprietário de uma ilha paradisíaca na região de Paraty, no Rio de Janeiro, Marinho foi prefeito de São José dos Campos, ocupou a coordenação da campanha eleitoral de Covas em 1994 e foi chefe da Casa Civil do governo do Estado de 1995 a abril de 1997.

Numa colaboração entre promotores de São Paulo e da Suíça, eles identificaram uma conta bancária pertencente a Marinho que teria sido abastecida pela francesa Alstom. O MP bloqueou cerca de US$ 1 milhão depositado. Marinho é até hoje alvo do MP de São Paulo. Procurado, ele não respondeu ao contato de ISTOÉ. Mas, desde que estourou o escândalo, ele, que era conhecido como “o homem da cozinha” – por sua proximidade com Covas –, tem negado a sua participação em negociatas que beneficiaram a Alstom.

Entre as revelações feitas pela Siemens ao Cade em troca de imunidade está a de que ela e outras gigantes do setor, como a francesa Alstom, a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui, reuniram-se durante anos para manipular por meios escusos o resultado de contratos na área de transporte sobre trilhos.

Entre as licitações envolvidas sob a gestão do PSDB estão a fase 1 da Linha 5 do Metrô de São Paulo, as concorrências para a manutenção dos trens das Séries 2.000, 3.000 e 2.100 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e a extensão da Linha 2 do metrô de São Paulo. Também ocorreram irregularidades no Projeto Boa Viagem da CPTM para reforma, modernização e serviço de manutenção de trens, além de concorrências para aquisição de carros de trens pela CPTM, com previsão de desenvolvimento de sistemas, treinamento de pessoal, apoio técnico e serviços complementares.

Com a formação do cartel, as empresas combinavam preços e condicionavam a derrota de um grupo delas à vitória em outra licitação também superfaturada.

Outra estratégia comum era o compromisso de que aquela que ganhasse o certame previamente acertado subcontratasse outra derrotada. Tamanha era a desfaçatez dos negócios que os acordos por diversas vezes foram celebrados em reuniões nos escritórios das empresas e referendados por correspondência eletrônica.

No início do mês, a Superintendência-Geral do Cade realizou busca e apreensão nas sedes das companhias delatadas. A Operação Linha Cruzada da Polícia Federal executou mandados judiciais em diversas cidades em São Paulo e Brasília.

Apenas em um local visitado, agentes da PF ficaram mais de 18 horas coletando documentos. Ao abrir o esquema, a Siemens assinou um acordo de leniência, que pode garantir à companhia e a seus executivos isenção caso o cartel seja confirmado e condenado. A imunidade administrativa e criminal integral é assegurada quando um participante do esquema denuncia o cartel, suspende a prática e coopera com as investigações.

Em caso de condenação, o cartel está sujeito à multa que pode chegar a até 20% do faturamento bruto. O acordo entre a Siemens e o Cade vem sendo negociado desde maio de 2012. Desde então, o órgão exige que a multinacional alemã coopere fornecendo detalhes sobre a manipulação de preços em licitações.

Só em contratos com os governos comandados pelo PSDB em São Paulo, duas importantes integrantes do cartel apurado pelo Cade, Siemens e Alstom, faturaram juntas até 2008 R$ 12,6 bilhões.

“Os tucanos têm a sensação de impunidade permanente. Estamos denunciando esse caso há décadas. Entrarei com um processo de improbidade por omissão contra o governador Geraldo Alckmin”, diz o deputado estadual do PT João Paulo Rillo.

Raras vezes um esquema de corrupção atravessou incólume por tantos governos seguidos de um mesmo partido numa das principais capitais do País, mesmo com réus confessos – no caso, funcionários de uma das empresas participantes da tramoia, a Siemens –, e com a existência de depoimentos contundentes no Brasil e no Exterior que resultaram em pelo menos 15 processos no Ministério Público. Agora, espera-se uma apuração profunda sobre a teia de corrupção montada pelos governos do PSDB em São Paulo.

No Palácio dos Bandeirantes, o governador Geraldo Alckmin disse que espera rigor nas investigações e cobrará o dinheiro que tenha sido desviado dos cofres públicos.

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110 comentários

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HAMILTON PEREIRA: NÃO É CARTEL DE EMPRESAS, É CORRUPÇÃO DO PSDB! – Toninho Kalunga

25 de julho de 2016 às 14h16

[…] a Lei de Licitações. Foi a revista IstoÉ que fez as revelações mais recentes, aqui e aqui. Segundo a revista, em apenas seis contratos o prejuízo ao Tesouro público foi […]

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Ao fim e ao cabo Lula e o PT são os atores centrais da política brasileira desde os anos 80

25 de agosto de 2014 às 10h47

[…] Os trens e metrôs estão em colapso, corrupção e falta de investimento dos 20 anos de tucanos no …. […]

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Levante denuncia Siemens e Alstom como empresas corruptoras - Viomundo - O que você não vê na mídia

04 de setembro de 2013 às 21h28

[…] A denúncia da IstoÉ sobre o propinoduto tucano […]

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Propina tucana frequentou conta laranja. Literalmente - Viomundo - O que você não vê na mídia

16 de agosto de 2013 às 15h37

[…] IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens […]

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Disputa no Rio: Na presidência da CPI dos Ônibus, vereador do contra - Viomundo - O que você não vê na mídia

16 de agosto de 2013 às 00h17

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Carlos Neder: Tucanos sumiram com 30 kms do metrô paulistano - Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de agosto de 2013 às 00h21

[…] IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens […]

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Rafael Stedile: As fotos do protesto contra a corrupção tucana em SP - Viomundo - O que você não vê na mídia

14 de agosto de 2013 às 20h37

[…] IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens […]

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João Paulo Rillo: Alckmin, a raposa, o galinheiro e o cartel - Viomundo - O que você não vê na mídia

14 de agosto de 2013 às 15h59

[…] IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens […]

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Giovani Jorgetto: Comparando as capas de revistas - Viomundo - O que você não vê na mídia

12 de agosto de 2013 às 10h23

[…] a cobertura do escândalo dos trens em São Paulo, retratado pela IstoÉ aqui e aqui, o blogueiro Davis Sena Filho observou no Palavra Livre o editorial publicado pela Veja que […]

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Nilo albuquerque

10 de agosto de 2013 às 11h31

Quando eu penso que esses rapazes eram todos comunistas, perseguidos pela ditadura militar. Eu tinha, na minha santa ingenuidade, tinha certeza que o probo Covas estava no céu. O mundo está perdido. E as as privatizações? Vou esperar, agora, o noticiário do inferno.

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Nilo albuquerque

10 de agosto de 2013 às 11h23

Que tal, gostaram? Imaginem, que é uma MEA-CULPA, da Siemens. Agora nas privatizações… só vamos saber pelos noticiários do inferno.

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Passe Livre volta às ruas em 14 de agosto contra propinoduto do tucanato - Viomundo - O que você não vê na mídia

01 de agosto de 2013 às 00h53

[…] IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens […]

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    Jofajun

    03 de agosto de 2013 às 19h40

    Da para entender porque o PSDB é blindado por SP…eles preferem perder uma eleição nacional a deixar outros candidatos for deste esquema…VAMOS PARA A RUA…”’TRAVEZ”

Rômulo Gondim – Passe Livre volta às ruas em 14 de agosto contra propinoduto do tucanato paulista

31 de julho de 2013 às 23h02

[…] IstoÉ: O propinoduto do tucanato paulista com dinheiro da Siemens […]

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IstoÉ: Assalto tucano em São Paulo foi de R$ 425 milhões - Viomundo - O que você não vê na mídia

27 de julho de 2013 às 19h52

[…] Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de…Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos. […]

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Ricos bons, pobres maus | crônicas & outras coisas

24 de julho de 2013 às 14h44

[…] mas o governo é composto pelos ricos, oras. Eles fazem empresas para “prestar serviços” à população e enriquecer ainda […]

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Décio Rodrigues Goulart

24 de julho de 2013 às 13h25

Oxalá isso chegue ao supremo. Já era hora. Agora, se vão dar a mesma importância ao caso semelhante do partido dos trabalhadores, isso já é outra coisa.

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Eduardo

23 de julho de 2013 às 18h49

E aí MP de Sampa? O Que está fazendo? Investigando o Lula e o Sombra? Vagabundos! Estão na folha dos doleiros do PSDB igual varios Jornalistas?Precisamos de lei que determine que as investigações jornalisticas tenham resposta oficial do MP! Isto é mais importante que o MP investigar! Do jeito que está, tem que ter varias investigações independentes para ver se concluimos alguma coisa! Esta denuncia do Ghost aqui, quem vai investigar? PF ou MP? Prefiro investigacão desses”Porra Loucas” da ” Isto É”, ou será que a Isto É comprou essa reportagem do MP ou da PF? Depois reclamam que está havendo quebradeira,depredação de patrimônio público etc.Querem depredação maior que esta mostrada pela Isto É? Onde está o nervoso porta voz dos “Marinho” Arnaldo Jabour e os pelegos Merval Pereira, Ali Kamel, Sardenberg, Miriam Suino? E os ridiculos e desavergonhados Álvaro Dias e Agripino? Os piores humanos são os hipócritas que não que não respeitam a si mesmos!

Responder

antonio carlos ciccone

22 de julho de 2013 às 20h46

Vamos premiar a Isto É pela coragem , e fazer uma assinatura da Revista……

Responder

antonio carlos ciccone

22 de julho de 2013 às 20h39

Tem que contar também o que foi superfaturado na obra da Marginal do Tietê, que a Delta construiu.Quanto custou?Falam em 1,3 Bi.Ou 1,6 bi. Ou 1,8 Bi . Quanto foi pro caixa -dois?
O Pagot, do DNIT sabe.
Quando foi desviado do Rodoanel nesses 20 anos?
E os contratos de concessão das Rodovias, mel na sopa?
Quantos bilhões o Estado já repassou às OSs pra deixarem a Saude do mesmo jeito?

Responder

Luís CPPrudente

22 de julho de 2013 às 18h00

Propinoduto tucano: uma ação entre amigos.

O PSDB é especialista em realizar “ações entre amigos” com o dinheiro público.

Responder

RicardãoCarioca

22 de julho de 2013 às 13h32

Dilma, usei o controle remoto e não vi essa denúncia grave em nenhum telejornal de nenhuma emissora!

Volta, Lula.

Responder

    Luís CPPrudente

    22 de julho de 2013 às 17h53

    Parece que o único controle remoto que funciona é o da presidenta Dilma.

    Ô Dilma, acorda e tira a gente desse pesadelo criado pelo PIG.

Ghost

22 de julho de 2013 às 12h56

Banco Paulista e sua controlada e a corretora SOCOPA.

Este pequeno banco, de propriedade de uma família muito tradicional “Paulistana Quatrocentona” (a família Vidigal) transformou-se em um banco para lavagem de dinheiro, abastecimento de doleiros, e “mutretas” do PSDB em São Paulo.

Recebem dinheiro vivo e também TEDs (transformados em dinheiro geralmente dentro de 48 horas) de grupos de traficantes conhecidos, traficantes de armas, pirataria / contrabando de bens e até de grupos terroristas, etc. O PCC usa o banco para lavagem de grana e para saques milionários para compra de drogas.

± 400 milhões de dólares por mês, vem da tríplice fronteira do Brasil / Paraguai / Argentina direto para o Banco Paulista, em São Paulo. De lá, eles sacam o dinheiro semanalmente e entregam à vários doleiros para manter o mercado negro funcionando. O banco está cobrando entre 3% e 5% para sacar dinheiro e 20% para lavagem de dinheiro.

O Banco também cobra um fee de 3%  para aceitar depósitos em dinheiro vivo de qualquer fonte. Sem perguntas, é só pagar!

Agora o grande negócio do banco é o dólar paralelo e os doleiros.

O banco utiliza sua licença para comprar dólares oficiais do Banco Central do Brasil (no valor de $ 10 milhões por dia), e vende os mesmos dólares no mercado negro (via contratos cambiais fraudulentos). O ponto focal de distribuição para o dinheiro vivo (dólares e reais) é o principal escritório da SOCOPA na Rua Funchal, 129 – 5 º andar, em São Paulo, Brasil.

A pessoa encarregada de entregar o dinheiro lá é a Sra. Maria José

Quando os volumes são grandes, eles entregam onde você indicar!

Há sete principais “culpados” nesta atividade criminosa:

Alvaro Augusto Vidigal
Alvaro Augusto de Freitas Vidigal
Marcelo Pereira
Tarcísio Rodrigues
Nilma Kodama (anteriormente envolvidos em escândalos financeiros / criminoso)
Antanos Nour Eddine Nasrallah (traficante conhecido / contrabandista de armas, juntamente com os irmãos)
Hwu Su Chi Law (Esposa de Law Kin Chon – contrabandista)

Existem outros envolvidos:

Lúcio Funaro (doleiro)
Flávio Guimarães (ex Banco Socimer)
Esclimont Participações S/C Ltda.
Bellagio Investments LLC
Sitesharing NE (empresa que ajudou a fraudar grupo americano American Tower em mais de USD 285 Milhões)
Joseph Nour Eddine Nasrallah (foragido da justíça, traficante, membro de facção criminosa)

Se alguém fica de olho em qualquer dia da semana, vai ver políticos, empresários, pessoas comuns, criminosos, etc, tudo indo para SOCOPA para obter os seus pacotes de dinheiro ou uma vez por semana vários caminhões levando dinheiro para os doleiros.

As autoridades de São Paulo não se importam ou pelo menos fingem que o problema não existe e os meios de comunicação tradicionais, não relatam este crime diário!

Este pequeno banco é uma verdadeira “bomba atômica” e ameaça nossa vida diariamente ajudando os assassinos, traficantes, corruptos que assolam nossa nação.

Responder

abolicionista

22 de julho de 2013 às 12h15

Claro que a Globo nem ouviu falar dessa história.

Responder

Weber

22 de julho de 2013 às 12h08

O MP São Paulo abriu 15 inquéritos e no 15° não ficou com a pulga na orelha, ou não conseguiu as provas?

Responder

Mardones

22 de julho de 2013 às 08h43

Se fosse governos do PT a imprensa, junto com os órgãos de justiça (MPF, OAB e STF) estariam fazendo um escândalo nacional. Globo, Folha de São Paulo e Veja já teriam feito dezenas de matérias escandalosas. Mas como se trata do sócio PSDB, estes marginais ficam calados, não pede, impeachment e nem tem Gilmar Mendes na tv pedindo prisão dos chefes da quadrilha.

Responder

    Luiz Aldo

    22 de julho de 2013 às 17h40

    Concordo plenamente!
    E ainda haveria um magote de “babacanets” aspergindo bobagens rede afora no seu peculiar estilo pitbull…

FrancoAtirador

22 de julho de 2013 às 07h04

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QUADRILHA DA VEJA ATACA SITE DA ISTOÉ

O script malicioso foi inserido através de um comentário de Troll-Hacker
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Após denúncia contra PSDB de SP, site da IstoÉ sofre ataque

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania

O site da revista IstoÉ – que funciona hospedado no portal Terra – publicou no sábado (20.7) uma retumbante denúncia contra o PSDB de São Paulo, por envolvimento em esquema internacional de corrupção envolvendo a transnacional Siemens e as obras do metrô paulistano.

Na chamada da matéria, a explicação do que se trata:

“Um propinoduto criado para desviar milhões das obras do Metrô e dos trens metropolitanos foi montado durante os governos do PSDB em São Paulo. Lobistas e autoridades ligadas aos tucanos operavam por meio de empresas de fachada”.

A matéria, já nas primeiras horas da manhã do sábado, espalhara-se como fogo por redes sociais e blogs.

Eis que, durante o dia, o site foi atacado.

Mais especificamente, o ataque hacker foi feito contra a matéria contendo a denúncia.

Quem tentou, durante parte do sábado, ler a denúncia no site da IstoÉ, não conseguiu.

Ao clicar na matéria acusatória ao PSDB, o internauta era redirecionado para o site da revista Veja.

Quem promoveu esse ataque entende pouco de informática – o desenvolvedor que presta serviços ao Blog da Cidadania afirma que tal ataque foi bem rudimentar e que qualquer garoto com algum conhecimento de informática pode perpetrar ataques assim.

Durante o sábado, o site da IstoÉ foi saneado e, ao fim da tarde, já era possível acessar a matéria-denúncia contra o PSDB.

Contudo, novo ataque foi desfechado contra o site do Terra às 22:29 hs. do mesmo dia.

A parte do site da revista escolhido para o novo ataque foi o “blog” do jornalista Paulo Moreira Leite, que saiu da revista Época e foi para a IstoÉ por ter desagradado a Globo durante o julgamento do mensalão, quando dissentiu da família Marinho e criticou o viés político do STF, inclusive em livro que escreveu sobre o julgamento.

Este Blog foi avisado por leitores que tentaram acessar o blog de Moreira Leite através do link nesta página de que, ao fazê-lo, estavam sendo direcionados para o site da Veja.

O técnico que assessora este Blog conseguiu decifrar o método usado pelo hacker que atacou o site da IstoÉ.

Abaixo, imagem do método rudimentar usado.

O script malicioso foi inserido no blog de Moreira Leite por um método muito simples, foi colocado em um comentário.

Ao clicar no link do blog de Moreira Leite hospedado na IstoÉ ou no link do blog do jornalista que figura nesta página, até as 11:39 hs. de domingo (21.7) o internauta era direcionado para o site [www.veja.abril.com.br] apesar de ter tentado acessar o site http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/colunista/48_PAULO+MOREIRA+LEITE

Ironicamente, segundo o técnico deste blog seria muito simples a IstoÉ eliminar o problema.

Na linha 654 do script de programação da página de Moreira Leite, a identificação do comentário: “value 11120493”.

Bastaria apagar esse comentário para eliminar o problema.

O técnico do Blog da Cidadania espantou-se com a fragilidade da segurança do site da IstoÉ e do portal Terra.
Segundo ele, a maioria dos sites impediria ataque assim.
Contudo, quem atacou, como já se disse acima, pode não ser bom em informática mas entende de política, pois a Veja é ligada umbilicalmente ao PSDB paulista.

(http://www.blogdacidadania.com.br/2013/07/apos-denuncia-contra-psdb-de-sp-site-da-istoe-sofre-ataque)

Responder

    abolicionista

    22 de julho de 2013 às 12h11

    Será que não dá para rastrear o autor da agressão? Acredito que seja simples…

Douglas da Mata

21 de julho de 2013 às 22h09

Ando maio macambúzio.

Fora a alegria de ver os sacripantas do psdb e afins atolados em esquemas que eles praticam há tempos, mas que querem nos fazer acreditar que começaram em 2002, eu me ponho a refletir:

Desde a ascensão dos (neo)liberais na década de 80, nos EEUU, GBR e depois, no resto do mundo, montanhas de recursos públicos vem sendo carreadas rumo a concentração mais brutal de riquezas jamais vista em outras épocas, transformando as agendas públicas e as administrações estatais em meras agentes ou leões-de-chácara deste fluxo de expansão e retração de capitais, que se auto-recicla e varre enormes contingentes de riquezas nacionais, empregos, vidas, enfim, sociedades e seus ambientes.

E sempre há um sofisma, uma premissa falsa que se transforma em bastião ideológico para justificar a prevalência destes interesses restritos sobre os da vasta maioria.

Foi assim que criaram a “War on Drugs”, que tinha o triplo sentido de dar conta do excedente de negros que seriam segregados política e economicamente com o Consenso de Washington, dar vazão as rotas de narco-financiamento dos para-militares na América Central, e por último, alimentar a indústria da militarização das polícias ao redor do mundo, que sugariam trilhões de dólares dos já combalidos orçamentos públicos dos países ricos, mas principalmente dos mais pobres.

Como não se podia mais discriminar os negros “legalmente”, criou-se o discurso “lei e ordem”, e depois, elegeram-nos os inimigos públicos.

Convenientemente, a população carcerária saltou para 2 milhões de pessoas, a enorme maioria de negros e latinos (e outros indesejados), que nunca mais votarão (assim como tem uma série de restrições de acesso a determinadas facilidades públicas), e passaram a incorporar uma massa de subempregados em condicional (parole), com salários sob medida para aumentar o lucros das grandes corporações.

O sistema prisional dos EEUU revelou-se um ótimo negócio. O sistema de justiça estadunidense era a mola propulsora de condenação (convictions) cada vez mais severas, que enredavam um número cada vez maior de pessoas em uma espiral de violência, prisão, e mais violência, e mais prisão.

Este sistema é chamado pela ativista e advogada Michele Alexander de “New Jim Crow”, em seu livro The New Jim Crow, mass incarceration in the age of colorblindness (O Novo Jim Crow, encarceramento em massa na idade da cegueira racial).

Para quem não sabe, Jim Crow deu nome ao conjunto de leis e regras segregacionistas que duraram até o fim da década de 60, como o Ato dos Direitos Civis.

A política neoliberal de enfrentamento das drogas atendia a necessidade econômica de “enquadrar” os fracassados, que já o eram antes mesmo de tentar qualquer reação, na medida que um sistema de exclusão não traz oportunidades iguais para todos.

Como não se podia enfrentar abertamente o desejo de dizer que se há poucas chances, que se danem os negros e latinos, criou-se uma “armadilha legal e jurídica” para enjaulá-los, tudo sob o argumento que não se tratava de discriminação, mas apenas de cumprir a lei e manter a ordem contra grupos que “se negavam” a obedecer.

Depois da onda “War on Drugs”, que começou a ser questionada inclusive domesticamente, dada seu gigantesco custo e pífio resultado (a não ser para as corporações e certos grupos políticos sustentados por elas e vice-versa), veio a Guerra ao Terror.

Engana-se quem imagina que o petróleo foi o único alvo das corporações para empurrar a maior máquina de guerra do planeta ao Iraque, Afeganistão e arredores.

Blackwater é o nome da maior empresa privada de mercenários do mundo, que tinha mais gente no Iraque na segunda invasão que as tropas regulares.

Sua meteórica ascensão se deu durante o ciclo bush filho, mas seu embrião já estava semeado na administração bush pai.

Só a título de exemplo, não havia legislação que regulamentasse suas ações em solo estrangeiro.

O Massacre de Falujah, descrito no livro Blackwater: A ascensão do exército mercenário mais poderoso do mundo, de Jeremy Scahill, é um exemplo claro da falta de controle, isto é, da perda de controle do Estado sobre o mundo privado.

Pela primeira vez na História, mercenários agiram em solo estadunidense, durante o Furacão Katrina, em Nova Orleans e outras regiões próximas, para impedir que as propriedades fossem esbulhadas pela horda de refugiados famintos e revoltados com o abandono do governo central.

Mas o que isto tudo tem a ver com escândalos repetidos no Brasil?

Ora, a frequência com a qual governos de orientações políticas aparentemente diferentes, e com objetivos distintos, se envolvem com estruturas de financiamento eleitoral que se alimentam no superfaturamento de obras e serviços públicos, mas que têm como principais (e ocultos) beneficiários grandes corporações nacionais e não raro, transnacionais, nos mostra que o assédio do poder financeiro sobre os processos democráticos ao redor do mundo, e neste caso, no Brasil, já ultrapassou qualquer medida do aceitável.

Inclua-se neste jogo as corporações de mídia, causa e efeito deste estamento, que tem em sua outra perna o sistema judicial, que proporciona uma judicialização (às vezes policialesca) dos conflitos sociais e políticos).

E não se trata de uma questão moral, apenas. Porque acusar-se mutuamente é uma idiotice sem par.

É uma questão estratégica crucial dotar os sistemas políticos nacionais de antídotos capazes de mitigar e/ou diminuir a influência do capital e seus interesses sobre os rumos e escolhas políticas feitas pela população.

Estranhamente, estes setores que fortalecem seu poderio com a cooptação de governos, partidos, e sociedade inteiras, ficam à salvo dos questionamentos morais feitos pela população, onde à representatividade e o exercício da política cabem todo o ônus, girando com mais força um círculo de desgaste da Democracia, acenando com convites a soluções de força (anti-democráticas os proto-democráticas).

Em países como o Brasil, com pouca maturidade institucional, macaqueamos e digerimos todos os libelos ideológicos com “ingênua crueldade”:

Nos EEUU a segregação prende e alija do sistema eleitoral, aqui matamos os pretos e pobres, e só os que sobram mofam nas cadeias.

Até bem pouco tempo, se é verdade que não chegamos ao ponto de termos um apartheid racial legalmente instituído, como EEUU e África do Sul, também tivemos enorme dificuldade de enxergar os cortes segregacionistas e as clivagens sócio-raciais para podermos implementar políticas afirmativas que destruíssem o mito da “democracia racial”(colorblindness).

Nossa “guerra as drogas” não é(foi) uma metáfora inofensiva.

Se mito da supremacia privada sobre o setor público já causa estragos ao redor do mundo, no Brasil destroçou e devorou enormes aparatos estatais e patrimônios públicos, soterrou médicos, policiais, professores e toda a cultura do funcionalismo estatal em idiotices baseadas em “accountability”, “planos estratégicos”, “reengenharias”, e outras baboseiras repetidas como mantra pelos dementes de RH.

Não raro, diante de qualquer impasse, a solução era simples: troque salário por gratificação, e se não der certo, terceirize, se ainda não der certo, “quarteirize”.

A conta, caro amigo, geralmente era mais alta, e o saldo de ineficiência sempre maior.

O paraíso que o mercado nos prometeu não chegou a Terra. A História não acabou, e só nos resta juntar os cacos.

O caso Siemens, Metro SP, daniel dantas, privatarias tucanas, o caso da ação 470, o caso globo-Receita-Ilhas Virgens não são pontos “fora da curva”, que sirvam para delimitar vantagem ou desvantagem competitiva entre nós.

Mas de tudo, se não nos servir para nada, ao menos ajuda-nos a combater a hipocrisia…de todos nós.

Responder

elizabeth pretel

21 de julho de 2013 às 20h00

Nao sei não. Estou achando muito estranho essa matéria, (da qual todos nós tinhamos algum tipo de informação) ter saído justamente agora, através da Isto é(!!!!!!). E, justamente no momento que o padim, epiteto, “cerra” está se movimentando para ser candidato???? Acho que o psdb está se destruindo sozinho, e, repetindo, acho, que isso é muito bom. Quem dera o dem, o pps e outros tivessem essa discórdia dentro do
próprio partido né??!!!!.

Responder

Pafúncio Brasileiro

21 de julho de 2013 às 19h59

Azenha,
Será que lá no STF, irá haver o seguinte diálogo entre o Gilmar e o Celso Melo: “O que fizeram com o ME-TRÔ DE SÃO PA-U-LO, eminência ? O-QUE-FI-ZE-RAM ?
O-QUE-FI-ZE-RAM, COM A C-P-T-M ? Eminência ! ”

Como são tucanos os envolvidos, este diálogo jamais irá ocorrer.

Responder

Eduardo Raio X

21 de julho de 2013 às 19h28

O tal Fernando Drechesler que deve ser um TROLL disse que o mensalão foi maior??? Mensalão de quem??? O número que ele deu em milhões é o seguinte 82370948713094821, colocando o ponto e vírgula e cifrão vejamos como fica?!?! R$ 823.709.487.130.948,21; Séria mais ou menos assim oitocentos e vinte e três trilhões, setecentos e nove bilhões, quatrocentos e oitenta e sete milhões, cento e trinta mil, novecentos e quarenta e oito reais e vinte um centavos!? Como diz o ditado quem não sabe ler ou escrever tente a sorte no circo, o PIG tem vagas para cidadão tão esclarecido e informado como este!

Responder

    Luiz Eduardo

    22 de julho de 2013 às 04h32

    Caro Eduardo Raio X, para mim ficou muito claro que o Fernando Drechsler usou de ironia. Muita gente, quando entrava no blog do Professor Hariovaldo, ficava brava, muito brava, com o que ele e seus ‘discípulos’ escreviam ali. Não percebiam que tudo ali era uma grande gozação sobretudo com as elites tupiniquins e com seus lacaios e lambe-botas.

    Fernando

    23 de julho de 2013 às 13h35

    Esta tb foi minha impressão. Pura ironia…

Maria Amélia Martins Branco

21 de julho de 2013 às 17h10

Vamos fazer a nossa parte divulgando nas redes, o PIG aos poucos está sendo desmascarados, tanto que perde em credibilidade, menos pessoas lendo veja,folha,estadão e assistindo globo.

Responder

Lucas C.

21 de julho de 2013 às 16h44

Ué! Esqueceram de mencionar que o DISTRITO FEDERAL do PT tá envolvido? Que curioso…

Responder

    Joshua Ghosn

    21 de julho de 2013 às 23h47

    O Metro do DF – carissimo e precário por sinal – foi iniciado no governo Roriz e concluido pelo Arruda (DEMOS), com know-how dos tucanos paulistas!!!
    Muito da corrupção que derrubou o demoniocrata de Brasília foi importada de São Paulo – O esquema, os personagens e o resultado são os mesmos: Menos Metrô e Mais corrupção!!!

    Saulo

    22 de julho de 2013 às 02h40

    Envolvido não tá, mas vão dá um jeitinho de envolvê-lo nesse caso exclusivo dos tucanos !!!

Messias Franca de Macedo

21 de julho de 2013 às 13h50

O propinoduto do tucanato paulista irrigado com dinheiro da Siemens

publicado em 20 de julho de 2013 às 15:49

… Esse ‘DOMÍNIO DO FATO’ DEMoTUCANO é antigo! E tão ‘plausível’!… [RISOS]

“Meu ‘fi’, não há nada ‘mió’ do que o dia que ‘assucede’ o outro!” Por minha saudosa e sábia avó!

“As elites são tão estúpidas que desprezam as próprias ignorâncias!” Eminente e catedrático escritor e pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano

… E que país é esse, sô?! “É o ‘brazil’ [radicalmente!] mudado por um menino paupérrimo (sic) chamado Joaquim!” Coitado do Ruy Barbosa!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Franca de Macedo

21 de julho de 2013 às 13h47

… ‘A Falha de São Paulo’ já divulgou as últimas denúncias BOMBÁSTICAS contra o Joaquim Barbos, contra o Eduardo [Em] Campos [Minados], contra o ‘prefeitim’ de João Pessoas do PSB do Neto do doutor Miguel Arraes!… E, até agora, nenhum ‘tantim’ de prosa ‘miúda’ sobre o longevo (sic) ‘PROPINODUTO TUCANO EM SÃO PAULO DO PSDB/DEMo’! Um silêncio [seletivo] sepulcral!…

A PERGUNTINHA: lá isso é jornalismo, sô?! Lá isso é prestação equilibrada e responsável de serviços públicos?!…

E VAPT VUPT!

PANO RÁPIDO! Limpa e desinfeta as sujeiras e as infestações do PIGolpista/fascista/terrorista/antinacionalista ‘de meia tigela cheia de factóides e falcatruas sórdidas’!…

“Meu ‘fi’, não há nada ‘mió’ do que o dia que ‘assucede’ o outro!” Por minha saudosa e sábia avó!

“As elites são tão estúpidas que desprezam as próprias ignorâncias!” Eminente e catedrático escritor e pensador humanista uruguaio Eduardo Galeano

… E que país é esse, sô?! “É o ‘brazil’ [radicalmente!] mudado por um menino paupérrimo (sic) chamado Joaquim!” Coitado do Ruy Barbosa!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Nelio faria

21 de julho de 2013 às 13h05

E a Teoria do Domínio do Fato, será que vai valer?

Responder

Roberto Locatelli

21 de julho de 2013 às 11h56

Cara, um dos motivos para NÃO votar no PSDB é que eles governam e roubam com grande proteção do PIG. Roubam sem serem incomodados.

Responder

Marat

21 de julho de 2013 às 11h46

Minha inteligência é muito limitada,por isso pergunto aos amigos mais perspicazes… Por que Globo e Veja nunca escrevem uma linha sequer com os possíveis, digamos, deslizes dessa turma que está no poder em SP? Como já disse, sou burrinho e não vejo sentido nisso.

Responder

Anízio Bragança Júnior

21 de julho de 2013 às 11h09

Se o MP e Justiça investigassem um pouquinho os governos de São Paulo e Minas (Aécio governador repassava dinheiro para Aécio dono de rádio, e um sumiço de R$ 3 bi da saúde), o PSDB não teria como ter candidatos em 2014.

Responder

    Abel

    21 de julho de 2013 às 22h34

    Bingo! Ouvir a Inconfidência FM é ouvir propaganda do Aébrio intercalada com música…

    Luiz Moreira

    22 de julho de 2013 às 13h30

    Vi algo dos MONARQUISTAS que o TIRADENTES foi uma farsa. Pode até ser, mas se não for, seu nome foi usado aos montes por canalhas. Inconfidência era sinônimo (errado) de movimento libertário. Agora é nome de rádio canalha.
    Piorou bastante. Tiradentes o herói das polícias brasileiras! Será que por isto é que elas praticam a TORTURA com completo descaramento? Ou o TIRADENTES era torturador e não torturado? Bom, antigamente, dentista era sinônimo de TORTURADOR. Devem ter levado por este lado. Muito sutis, os rapazes (e suas abonadas chefias). E viva a limpeza étnica e social do CARANDIRÚ. Que os santos os protejam. Vão receber as bençãos do FRANCISCO. Todos de branco. Vestais modernas.

Maria Libia

21 de julho de 2013 às 10h51

Por causa desta sanha por dinheiro que a filha matou pai e mãe, ele Diretor de uma autarquia e que de classe média passou a rico.

Responder

    edir

    21 de julho de 2013 às 12h40

    Ele um alemäo (se näo me engano), engenheiro, chegou no Brasil e logo foi trabalhar na DER, como ? näo sei ! Enrriqueceu rapidamente. Teve o troco. Com certeza meteu a mäo no dinheiro público.

    Pafúncio Brasileiro

    21 de julho de 2013 às 20h06

    Maria,
    Este é um assunto proibidíssimo para muitos pavões e outras espécies que tem penas. Você me entendeu ?
    Um dia, o que se comenta vai virar primeira página da blogosfera independente e “sujinha”. A chapa tá esquentando !

    FrancoAtirador

    22 de julho de 2013 às 06h49

    .
    .
    Seria este o caso em questão?

    Sexta-feira, 8 de Novembro de 2002, 18:51
    Estadão Online

    Engenheiro assassinado a mando da filha era homem-chave do Rodoanel

    O diretor de Engenharia da Desenvolvimento Rodoviário S/A. (Dersa), Manfred Albert von Richthofen, assassinado no último dia 31 a mando da própria filha, era homem-chave na maior obra do governo de São Paulo.

    Ele era o diretor do projeto do trecho sul do Rodoanel, disse nesta sexta-feira Sérgio Luiz Gonçalves Pereira, presidente da Dersa.

    “A morte dele atrapalhou o andamento do projeto do Rodoanel. Ele fez o edital, julgou as propostas e sabia tudo do assunto”, comentou Pereira.

    O presidente da Dersa destacou que agora o projeto está sendo tocado pela equipe de engenharia, da qual Manfred era o diretor.
    A Dersa não deverá nomear uma pessoa para ocupar o posto do engenheiro.

    Além do Rodoanel, Manfred dirigiu obras da Dersa na cidade de Campinas, interior do Estado.
    Ele foi responsável pela construção da terceira faixa da Rodovia Dom Pedro II e do anel de Campinas.

    Manfred nasceu em Erbach, na Alemanha, mas era naturalizado brasileiro. Ele tinha 49 anos.
    Era engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em 1975.
    Ele obteve especialização na área de mecânica dos solos e fundações no Institut fur Boden und Felsmecpanik, da Universidade de Karlsruhe, da Alemanha.

    Manfred atuou em diversas empresas e consultorias de engenharia, como Hidroservice, Promon e CNEC.
    Começou a trabalhar na Dersa em novembro de 1998 como assessor do então diretor de engenharia da empresa, Walter Nimir, que o convidou.
    Nimir teve uma doença grave e saiu da Dersa, e [entregou] o cargo de diretor para Manfred em junho de 2002.

    (http://www.estadao.com.br/arquivo/cidades/2002/not20021108p20949.htm)

Hélio Pereira

21 de julho de 2013 às 09h44

Eu acho uma “injustiça” algumas pessoas sugerirem que o PSDB “ROUBA”,todo mundo sabe que não é verdade,o PSDB é especialista em FAZER ARRASTÕES !!!
ROUBO é com os outros,com o PSDB os atos são mais aprimorados,não é a toa que este Partido tem o apoio incondicional da “Massa Cheirosa”.

Responder

Roberto Locatelli

21 de julho de 2013 às 09h26

Blog do Paulo Moreira Leite na IstoÉ está, desde ontem, direcionando para a Veja. Provavelmente foram os mesmos hackers tucanos (talvez o anonymous) que atacaram o site da IstoÉ.

http://www.paulomoreiraleite.com.br

Responder

    Marat

    21 de julho de 2013 às 12h38

    Locatelli, pode ser o tal de guru indiano, o “astro” da turminha, que também conta com futurólogos, e gente do porte de um Quiroga… Que droga de partido!

Gerson Carneiro

21 de julho de 2013 às 07h17

Mentira. Eu não vi nada disso no Jornal Nacional nem no Jornal da Cultura, tampouco na revista Veja.

Responder

FrancoAtirador

21 de julho de 2013 às 03h11

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IstoÉ

A SEMANA > ENTREVISTA | N° Edição: 1701 | 08.Mai.02

Mino Pedrosa

“Há segredos que levamos para o túmulo, outros não”

Jornalista Mino Pedrosa segue carreira empresarial e prepara livro explosivo sobre os bastidores da política, de Fernando Collor a FHC.

ISTOÉ – Por que um repórter reconhecido e premiado resolve deixar as redações depois de tanto tempo?

MINO PEDROSA – Essa foi uma decisão muito pessoal e vem sendo amadurecida há algum tempo. Em 1993, montei a Free Press, uma empresa de assessoria e consultoria de comunicação. Trabalhamos na campanha presidencial de Fernando Henrique Cardoso, cuidando de toda a mídia impressa. Para isso precisamos montar uma estrutura nacional, o que gerou custos elevados. O problema é que tão logo o candidato virou presidente veio o calote. Precisei fechar as portas da empresa. Ficaram as dívidas e a frustração. Voltei para ISTOÉ e consegui, ao longo desses anos, pagar as dívidas da empresa. Agora, chegou o momento de combater a frustração. Acredito que sou capaz de manter meu próprio negócio e resolvi seguir por essa estrada. Encaro isso como um desafio, mas continuo ligado no que está acontecendo e não paro um segundo de apurar as coisas. Se, como dizem, o jornalismo é uma cachaça, acho que tenho tudo para virar um alcoólatra.

ISTOÉ – Explique melhor essa história do calote. Vocês não trabalharam para um candidato que ganhou a eleição?

MINO – Terminada a eleição, o Sérgio Motta (ex-ministro das Comunicações), que era o caixa da campanha, precisava de umas notas fiscais para justificar gastos. Havia muito dinheiro em jogo. Foi uma campanha milionária. Pediram as notas e eu emiti. O próprio Sérgio Motta se comprometeu a me repassar o dinheiro referente aos impostos que incidiriam sobre aquelas notas, mas até hoje não recebi sequer um centavo. Resultado: fiquei com o papagaio na Receita. Acho, porém, que as relações da Free Press com o governo se deterioraram por outras razões.

ISTOÉ – Quais?

MINO – Tomei conhecimento de um grande escândalo de corrupção envolvendo o governo recém-eleito no processo de implantação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). Alertei o governo sobre o que descobrira, mas interesses mais fortes impediram que fosse sanado o problema. Então, não tive outra escolha: denunciei o escândalo. Isso, certamente, foi decisivo para o fechamento de minha empresa e minha volta para as redações.

ISTOÉ – Agora você retoma a sua empresa. O calote do Sérgio Motta serviu de lição?

MINO – Deveria, mas não foi bem assim. Reativei a Free Press, estou fazendo consultoria e assessoria, mas já estou no prejuízo. Comecei a trabalhar na pré-campanha de Roseana Sarney à Presidência. Viajei por vários Estados, comecei a contratar pessoal e tudo ia bem até a armação na Lunus (empresa de Jorge Murad onde foi apreendida a mala com R$ 1,34 milhão). Resultado: a candidatura dela foi abortada e vi parte do meu dinheiro pela televisão, numa mala apreendida pela PF no escritório de Murad.

ISTOÉ – E agora?

MINO – Apurei exatamente como tudo ocorreu, como tudo foi montado. Mas, é bom que se diga que tudo o que conseguiram promover não passa de demagogia barata. Na campanha de Fernando Henrique, em 1994, alguns milhões eram pagos às empresas. Ninguém sabia a origem e tão pouco houve interesse da Polícia Federal e do Ministério Público em apurar como eram pagas as despesas daquela campanha. Aliás, nenhuma campanha. Todos os bastidores sobre a campanha de 1994 e o episódio envolvendo a Lunus serão contados no meu livro.

ISTOÉ – Você foi o repórter responsável pela localização do motorista Eriberto França, que acabou se transformando na testemunha-chave para o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. O livro diz alguma coisa sobre esse caso?

MINO – O livro contará todos os bastidores inéditos da nossa história no período que vai do impeachment de Collor ao final dos oito anos de FHC. Logo após a descoberta da testemunha Eriberto, procurei o então senador Mário Covas, membro da CPI que investigava Collor. Pedi a ele que levasse o motorista para a CPI. Ele ficou estarrecido com o que ouviu, mas se recusou a levar Eriberto ao Congresso. Pediu primeiro que eu fizesse a reportagem, e depois, se fosse o caso, Eriberto seria convocado a depor. Assim foi feito. Depois de publicada a reportagem, Covas e outros membros da oposição se reuniram com o motorista, comigo e com os jornalistas João Santana e Augusto Fonseca. Eles queriam preparar o depoimento.

ISTOÉ – Você está dizendo que o depoimento de Eriberto na CPI foi dirigido?

MINO – Não. Nos reunimos na casa de João Santana. Estavam, além de Covas, Sigmaringa Seixas, João Paulo Bisol e Aloizio Mercadante. Eles ouviram tudo o que Eriberto tinha a dizer e ficaram absolutamente surpresos. Bisol se levantou e disse: “O relato dele é verdadeiro. Não precisamos ensaiar nada. A verdade foi dita sem contradição.” Eriberto chegou à CPI, deu seu depoimento e a tropa de choque de Collor ficou desarmada. O principal defensor de Collor, o deputado Roberto Jefferson, perguntou ao motorista se o que ele estava fazendo era apenas por amor à pátria. Eriberto respondeu: “É preciso mais que isso.”

ISTOÉ – E depois?

MINO – Após o depoimento do motorista Eriberto na CPI, a oposição já tinha a certeza de que o presidente Collor cairia. Não havia mais tempo nem condição política para que o presidente reagisse. Começaram então uma série de reuniões. O então vice-presidente Itamar Franco, do PMDB, temia que a caça às bruxas o atingisse, embora não fosse uma figura de destaque, e ameaçava não assumir o governo no lugar de Fernando Collor.

ISTOÉ – Mas o Itamar Franco tomou posse…

MINO – Sim, mas foram necessárias várias reuniões de toda a oposição com Itamar. Como bom mineiro, ele mais ouviu do que falou, mas obteve a garantia de toda a oposição de que não sofreria retaliações. No livro, descrevo muitos detalhes dessas reuniões, bem como toda a história que nos levou a descobrir o motorista Eriberto.

ISTOÉ – Os bastidores do governo de Fernando Collor e da gestão de Fernando Henrique são diferentes?

MINO – O Collor caiu por corrupção.
O Fernando Henrique usa um rótulo de vestal, mas tem problemas. Seu governo começou com um grampo, o do caso Sivam. Transformou-se em uma república do grampo.
Foi o escândalo do BNDES, da compra de votos para a reeleição e outros.
E está terminando com outro grampo, o da Roseana. Quanto ao patrimônio, acho que FHC não tem nada.
Tem um procurador complicado de sua filha, Luciana Cardoso.

ISTOÉ – Conte detalhes disso.

MINO – Investigado pela Receita Federal, o procurador em 1994 possuía um patrimônio insignificante.
Hoje, detém cerca de R$ 60 milhões em imóveis registrados em cartórios.
No livro, vou contar tudo sobre isso.
Darei o nome do procurador e os registros em cartório.

ISTOÉ – Mas como um sujeito assim permite que fiquem tantos rastros?

MINO – Vou lhe contar apenas uma pequena história envolvendo esse personagem.
Luciana Cardoso e seu marido procuraram um lote no entorno de Brasília para comprar.
Acharam o terreno e combinaram com a proprietária que a escritura seria passada em nome da irmã do procurador.
O negócio foi feito.
Tudo estava absolutamente certo.
O que jamais imaginaram é que a proprietária do terreno era a avó de Luiz Francisco de Souza, o procurador mais combatente que o Ministério Público Federal tem em seus quadros.

(http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/22503_HA+SEGREDOS+QUE+LEVAMOS+PARA+O+TUMULO+OUTROS+NAO+)

Responder

    FrancoAtirador

    22 de julho de 2013 às 07h37

    .
    .
    IStoÉ
    N° Edição: 1559 | 18.Ago.99 – 10:00

    Porteira aberta

    Dona de fazenda vizinha à de FHC, a Camargo Corrêa construiu em 1995 aeroporto que é usado sobretudo pela família do presidente

    MINO PEDROSA – Buritis (MG)

    O presidente Fernando Henrique Cardoso tem um vizinho no município mineiro de Buritis que todo fazendeiro gostaria de ter.
    Em vez de avançar a cerca sobre a propriedade alheia, como de hábito no meio rural, a construtora Camargo Corrêa mantém sempre aberta a porteira que separa sua fazenda da gleba presidencial.
    Quem também mora por ali está acostumado a ver um intenso movimento entre as duas propriedades: pessoas saindo da fazenda Córrego da Ponte, de FHC, entrando na Pontezinha, da Camargo Corrêa, e voltando à Córrego da Ponte.

    A atração na Pontezinha é uma ampla pista de pouso que costuma receber mais aviões tripulados pela corte do presidente do que jatinhos de uma das maiores empresas do País.
    “Nunca vi avião nenhum da Camargo Corrêa pousando ali. Mas da família de Fernando Henrique não pára de descer gente”, conta o fazendeiro Celito Kock, vizinho de ambos e atento observador do trânsito aéreo na região.

    A pista particular tem 1.300 metros de comprimento e 20 metros de largura, asfaltados numa grande área descampada. Um estacionamento com capacidade para 20 pequenas aeronaves completa o aeródromo.

    A pista, avaliada em R$ 600 mil, começou a ser construída no dia 1º de julho de 1995 e foi concluída em 30 de setembro daquele ano.
    Apesar de ter os equipamentos necessários para a obra, a Camargo Corrêa encomendou o serviço à Tercon – Terraplanagem e Construções, numa autêntica troca de gentilezas.
    Meses antes, a Tercon havia conseguido um bom negócio ao ser contratada pela Camargo Corrêa para fazer a ampliação do Aeroporto Internacional de Brasília – empreitada que só terminou anos depois.
    Com isso, não se furtaria a retribuir o favor.

    O registro oficial da pista no Departamento de Aviação Civil (DAC) foi feito no dia 23 de outubro de 1995, com a publicação da portaria 175/EM3. Está autorizada a receber aviões do tipo Bandeirantes e Lear-Jets.
    O engenheiro responsável pela obra, Marcelo Ávidos, elogia a qualidade da pista, discorda das restrições de pouso impostas pela Infraero e garante que o aeródromo está preparado para grandes aeronaves.
    “Até um Boeing 737 pode aterrissar ali”, atesta Ávidos.

    A fazenda Pontezinha é de propriedade da Agropecuária Jauense, uma subsidiária da Camargo Corrêa, que produz ali milho, feijão e soja.
    Procurado por ISTOÉ, o diretor administrativo da Jauense, Dorivaldo Ferreira, não foi localizado na semana passada, apesar de haver sido destacado pela empresa para tratar do assunto.

    Na região próxima à fazenda do presidente, em Buritis, não há vizinho satisfeito com a presença de FHC por ali.
    A briga com o governador de Minas Gerais, Itamar Franco, vem fazendo com que a Secretaria de Transportes do Estado trate com indiferença as esburacadas rodovias que ligam o município aos principais centros de Minas e Goiás.
    “Essa rixa só nos prejudica. E, além disso, o presidente não ajuda o município para não ser criticado”, reclama o secretário de Administração de Buritis, Antônio Eustáquio Caetano.

    Situação oposta vive o presidente argentino, Carlos Menem.
    Ninguém na cidadezinha de Anillaco, localizada na província La Rioja, reclama da infra-estrutura montada pelo colega portenho de FHC em sua casa de campo.
    A mansão, que custou meio milhão de dólares, também conta com um aeroporto particular cujas dimensões permitem o pouso do Tango 1, o Boeing 757 presidencial.
    Há dois anos, porém, fortes turbulências passaram a atingir Menem depois que ele afirmou que a pista de pouso era um presente de empresários.
    Acabou respondendo a um processo judicial sobre a origem dos recursos usados na construção.

    Dois habitués na pista da Pontezinha são Luciana Cardoso, filha do presidente, e seu marido, Getúlio Vaz, que vão à fazenda de Fernando Henrique sempre que podem.

    A assessoria de imprensa da Presidência da República informou que FHC usou apenas uma vez a pista da Camargo Corrêa, num dia em que estava difícil voar de helicóptero.
    Mas confirmou a utilização da pista pelos familiares do presidente.
    O próprio Fernando Henrique tem ido cada vez menos à propriedade.
    Quando ainda era senador, ia com muita frequência de Brasília a Buritis, enfrentando de carro 180 quilômetros de estrada esburacada.
    Tempos em que a fazenda vivia cheia de amigos.

    As visitas só diminuíram depois que Ruth Cardoso visitou pela primeira vez o local. Ao entrar na casa-grande, a primeira-dama se surpreendeu com um par de botas femininas, para montaria, e um chicote guardados de forma descuidada num dos quartos. A inevitável crise de ciúmes encerrou a temporada de festas.

    (http://www.istoe.com.br/reportagens/33102_PORTEIRA+ABERTA)

abolicionista

21 de julho de 2013 às 01h59

E ainda tem gente que quer fazer do Covas um herói. O inferno é pouco para essa canalha!

Responder

antonio carlos ciccone

20 de julho de 2013 às 22h58

Vamos enviar centenas de e-mails com este link para o MPF, STF,PIG,nossos amigos, parentes,etc,etc.
Faz 20 anos que eu venho tentando mostrar isso!!

Responder

    Roberto Locatelli

    21 de julho de 2013 às 06h44

    Sim, é hora de repercutir essa matéria, pois certamente ela não aparecerá na Globo, Veja, etc…

    JP

    21 de julho de 2013 às 09h58

    Vamos incluir a privataria TuCaNa com as centenas de provas do Amaury Júnior.

    edir

    21 de julho de 2013 às 12h54

    Eu posto no Face e envio por emails. È essa a minha tática, pois sei que muita gente näo fica nem sabendo. Isso que devemos fazer para que o maior numero de pessoas tenha acesso a essa informacäo.

    edir

    21 de julho de 2013 às 13h00

    post aqui os e.mails certos e eu estarei fazendo isso, com certeza.

LEANDRO

20 de julho de 2013 às 21h20

Esse pig é de lascar. Só faz denuncia contra o Pt.

Responder

    Luiz Eduardo

    22 de julho de 2013 às 04h08

    E o pior, Leandro, é que as denúncias contra o PT sempre (ou quase sempre)são baseadas não em fatos, mas em boatarias, calúnias, difamações, “ouvi dizer”. Contra o PSDB, ao contrário, as denúncias feitas são quase sempre baseadas em fatos, documentos, mas não costumam dar em nada.
    O que fica evidente é que no Brasil um dos grandes problemas não é a corrupção em si, mas a impunidade absurda de que desfrutam os senhores da Casa Grande e os seus prepostos. Desse modo, como os grandes corruptores e corruptos não são punidos, a corrupção persiste. O mesmo se aplica aos grandes sonegadores. A sonegação no Brasil atinge a espantosa cifra de centenas de bilhões de reais. E não acontece nada com essa gente. O Ministério Público e todos os poderes da república estão, em maior ou menor grau, sob o domínio das elites tupiniquins, cujo grande porta-voz é o PIG. O Executivo federal não tem força suficiente para bater de frente com toda essa gente. Quando no governo Lula a Polícia Federal começou a fisgar os grandes tubarões (grandes empresários, comerciantes, industriais, desembargadores, juízes), começou a grita no PIG, o Gilmar ‘Dantas’ Mendes começou a dizer que o Brasil estava virando um estado policial, o que acabou culminando no enfraquecimento do grande trabalho que a Polícia Federal e a Abin vinham fazendo. Nessa ocasião, o Gilmar Mendes em conluio o com o então senador Demóstenes Torres soltaram para o PIG que haviam sido grampeados, o que acabou levando à demissão do Paulo Lacerda, como diretor da Abin. Ficou claríssimo pouco tempo depois, para quem ainda tinha alguma dúvida, que jamais houve grampo. Gilmar Mendes e Demóstenes Torres mentiram descaradamente e, com a ajuda decisiva e inestimável do PIG, derrubaram o competentíssimo Paulo Lacerda. Porém, um episódio dessa gravidade, em que um ministro do STF (Gilmar Mendes), que naquela ocasião exercia a presidência do STF, mente descaradamente e, com isso, derruba o diretor da Abin, além de quase provocar uma crise entre o Executivo e o Judiciário, não acarretou qualquer punição, por menor que fosse, para o Gilmar Mendes.
    O que quero dizer, afinal, é que provavelmente o maior problema que há no nosso país é esse domínio que as elites tupiniquins exercem sobre todos os poderes, sobre todas as instâncias de poder, o que lhes garante total impunidade por todos os crimes que cometeram e continuam cometendo, além de lhes propiciar condições de desestabilizar e até mesmo derrubar governos que não são de seu agrado, que não contemplam plenamente os seus interesses e caprichos e/ou que não lhe são submissos.
    Há um tanto de coisas mais a serem ditas para aprofundar a compreensão desse assunto, mas vou parar por aqui para não me estender ainda mais.

Francisco

20 de julho de 2013 às 21h13

Enquanto não tiver um vereador, ou uma secretária executiva, ou pelo menos um humilde office boy que seja ligado ao PT, envolvido no crime, esse tipo de ação, no Brasil, não vai para adiante…

Responder

Ulisses

20 de julho de 2013 às 20h58

Cadê o cão amestrado Lulipe para não vir aqui comentar esta notícia? Será que vai vir com a eterna comparação com o Lula e seu filho?

Responder

    edir

    21 de julho de 2013 às 12h59

    Ulisses, ele aparecerá sim, mas com outro nome. Eles säo assim, tem vários enderecos de e.mails e vários pseudonimo , passam o dia na net cutucando nos blogs progressistas. È o trabalho deles, foram amestrado para isso. Veja voce, a direita näo tem quase políticos, tá mal das pernas mas na net eles superam os militantes da esquerda.

Malú

20 de julho de 2013 às 19h33

É impressionante o barulho que faz o silêncio do PIG sobre esse assunto.

Responder

M. Cruz

20 de julho de 2013 às 19h32

Ei pessoal do MPL: se não for só por R$ 0,20, que tal por R$ 12,6 bilhões?

Ei manifestantes “coxinhas”: quantos hospitais e escolas padrão FIFA seriam construídos com MAIS esse propinoduto?

Ei ministério público e justiça: já que todos acordaram por que não se levantam desse sono de 20 anos?

Ei mídia e seus seguidores (inclusive os da extrema esquerda e alguns do próprio PT): nada a declarar sobre o caso?

Infelizmente, embora um veículo da direita que tenha divulgado o esquema de corrupção tucano, ficaremos outra vez como na música do Chico: “Já conheço os passos dessa estrada. Sei que não vai dar em nada”…

Responder

Pedro

20 de julho de 2013 às 19h25

Quais as reais provas que existem contra os petistas que foram condenados? O que realmente existe de verdade e sério e o que não passa de luta política? Com relação aos do psdb, não sou advogado mas para mim ficou claro a quantidade imensa de provas contra eles não só em relação ao caso dos trens(Metro incluso), mas também em outras grandes maracutais, ambulâncias e etc…Agora, dá para ter esperança de justiça com os juízes que temos? Talvez fosse melhor exigirmos que a justiça nesses casos sejam feitas por tribunais europeus, estadunidenses ou de onde se originar as empresas corruptoras e sem benefícios a qualquer das partes envolvidas.

Responder

Abelardo

20 de julho de 2013 às 19h11

Será que o STF vai fazer vista grossa? Será que Gilamar e Cia vão conceder HCs cangurus para o tucanato? Qual será o motivo que a mídia convivente e (quem sabe?), parceira de muitos momentos do tucanato, irá alegar por não ter, até a data de hoje, investigado minuciosamente (como faz com o PT) todos os indícios do envolvimento de políticos com “o mais longo e duradouro (con) trato de suborno e corrupção da história do Brasil”? Porque será que os políticos do PSDB, que prevaricaram e se corromperam seguidamente, por anos e anos, mesmo sabendo das investigações, tinham tanta certeza da impunidade e continuaram a orgia corrupta e abusiva com tranqüilidade e sem medo? Será que existem marcas da lama desta planejada, articulada e destemida operação criminosa em algum sapato do judiciário? Temos todo o direito, como cidadãos, ao livre arbítrio do pensamento, quando um caso de uma grandeza estratosférica, como é o caso deste abusivo, cínico e acobertado crime acontece e se mantém camuflado anos e anos por todos os que deveriam não só combatê-los intensificadamente, como denunciá-los em rede nacional ao Brasil inteiro pelo tamanho da sua audácia e pelo forte aparato de protecionismo oficial. A cada dia que passa, as atuais instituições públicas deixam a impressão que são o exemplo prático de que a sordidez e o que há de pior no submundo do crime, está irremediavelmente entranhada em todas as suas camadas, sem nenhuma exceção. Só não sabemos, ainda, se somos Sodoma ou Gomorra.

Responder

abolicionista

20 de julho de 2013 às 18h56

As manchetes só falam da empresa, é impressionante como a imprensa corporativa defende os tucanos. Enquanto isso, a roubalheira tucana corre solta.

Responder

Luís Carlos

20 de julho de 2013 às 18h55

Gurgel vai dizer que não lê IstoÉ. Só lê a Veja.

Responder

Luís Carlos

20 de julho de 2013 às 18h54

E aí Globo? Folha? Estadão? Veja? Tem matéria de capa ou de 22 minutos sobre o tucanoduto metroviário?
E aí Gurgel? Tem denúncia contra a “quadrilha” do PSDB? Ou tem acordo com Globo que sonega e com tucanos que recebem propinas?

Responder

Murdok

20 de julho de 2013 às 18h36

Coletivo de tucano é bando.

Responder

    joao

    20 de julho de 2013 às 19h02

    Azenha se pesquisarem as quarteirizadas FAÇON,MPE e outras descobrirá muito mais.

Alencar

20 de julho de 2013 às 18h33

Tem-se como certa a implicação dos governadores tucanos. Basta aplicar a “teoria do domínio do fato”. Como diriam ministros do Supremo: “não é possível que não soubessem”. A dita teoria está pacificada pelas decisões do STF ou teremos de mudar os votos supremos do dito “mensalão” ?

Responder

Francisco de Assis

20 de julho de 2013 às 18h25

Seria bom corrigir o título da matéria, pois claramente não se trata de “dinheiro da Siemens”. O dinheiro da corrupção tucana é dinheiro roubado do cidadão paulista, através da quadrilha PSDB-Siemens-Alstom-Bombardier-…

Responder

Elias

20 de julho de 2013 às 18h24

Jô Soares tornou-se um serviçal do padrão Ali Kamel de notícias. Dia desses (esta semana) ele mostrou uma série daquelas placas com erros de ortografia e ao final olhou para os músicos e perguntou: Onde anda o Lula? Poucos riram. E ele logo mudou de assunto.
Assisto ao Jô dependendo do entrevistado. Nos dias que ele faz aquela mesa com as “meninas” que eu prefiro chamar de “as fubangas do Jô”, pego o controle remoto e dou uma zapeada. Se não acho nada que me agrade, desligo a TV, faço um lanche e ouço Jazz na Rádio Cultura FM, 103,3 de São Paulo. Lá pelas duas da matina ainda ouço boa parte do programa Pianíssimo, do Gilberto Tinetti. Aí, durmo com o rádio ligado e desperto antes do Começando o Dia, com Alexandre Machado, outro que me dá nos nervos pela sutileza de seu piguismo.
Pior que ao mudar para Band News também tenho de filtrar tudo que Ricardo Boechat diz, porque assim como Alexandre Machado, Boechat também segue o padrão Ali Kamel de notícias.
Enfim. A IstoÉ publicou escândalo colossal. E uma pergunta fica no ar. O Jornal Nacional irá repercutir O PROPINODUTO DO TUCANATO? Ou mais uma vez irá escamotear os deslizes de seus pares? A resposta é tão óbvia quanto repugnante.

Responder

    José X.

    20 de julho de 2013 às 20h36

    Não consigo entender como ainda tem gente preso nesse meios de comunicação antiquados do século 20…faz pelo menos uns 5 anos que simplesmente não assisto televisão. Hoje, com meia hora de “zapeada” pela internet estamos (muito) mais bem informados do que se tivéssemos assistidos todos os “noticiários” da televisão…da semana toda. Rádio então, só usava pra ouvir músicas, hoje nem pra isso radio serve mais. Jornais então, já morreram, só falta mesmo serem enterrados.

    Elias

    20 de julho de 2013 às 21h44

    Concordo plenamente contigo, José, mas ainda não consegui me livrar desses vícios, ràdio e TV. Abs.

    Roberto Locatelli

    21 de julho de 2013 às 07h03

    José X, estou quase lá. Na TV ou no computador assisto TV Senado, NBR, TV Escola, Shoptime (pois é divertido) e um ou outro filme, geralmente documentários. A TV Brasil quase não assisto pois acho muito pobre.

    No computador assisto à TeleSur (http://www.telesurtv.net/el-canal/senal-en-vivo), à BBC (neste link – http://www.streamago.tv/general/1916/ – ou neste – http://weplaylive.tv/world-news-stream/ – quando o outro não funciona). Há também a Radio Del Sur – http://laradiodelsur.com/ .

    Nesses canais que citei há notícias, músicas, filmes.

    Quanto aos filmes, sou obrigado a dizer: são só atores fingindo. Não é real. Então, me dá preguiça de assistir.

    Leio um pouco de cada um dos principais blogs progressistas: VioMundo, Conversa Afiada, Blog da Cidadania, Escrevinhador, O Cafezinho, Carta Capital, Luis Nassif.

    Gosto também dos sites internacionais:

    Counterpunch – http://www.counterpunch.com

    Huffington Post – http://www.huffingtonpost.com/

    Detalhe importante: sou capista e modelador 3d. Ou seja, meu trabalho é direto no computador (umas 12 a 14 horas por dia). Então eu mais ouço do que vejo esses canais de tv. Só paro o que estou fazendo se alguma parte do áudio me chama a atenção. Aí sim, clico na aba para ver.

    Luís Carlos

    21 de julho de 2013 às 11h47

    Primeiro, 15 anos atrás, assinei DirecTV pois ela não tinha a Globo. Queria me livrar daquela sensação terrível de vazio e tédio dos finais de domingo com Trabalhões e Fantástico. Foi terapêutico e meus domingos melhoraram muito, aliado a outras atividades de domingo.
    Depois, com a SKY, deixei de assistir tv regularmente, e hoje, não assisto mais canais abertos. Eventualmente algum canal fechado de dcoumentários. Filmes mais pela web mesmo, pois muitos filmes que quero assistir não passam no Brasil, seja em canais abertos ou fechados.
    Rádio, só ouço se estou em carro de outra pessoa.
    Revistas? Ainda compro Carta Capital (mas já fui assinante e deixei de assinar) e Caros Amigos, e Le Monde, mas mesmo assim, não sempre. As demais, quando tem alguma situação que entendo deva ser guardada para futuro.

Regina Braga

20 de julho de 2013 às 18h22

Xoque de Jestão dos tucanos é choque traumático para o povo.Perde-se milhões em saúde,transporte,educação…enquanto a turminha vai mamando e os bolsos ficando cheios.Cadê o MP de Sampa? Virou fumaça ou neblina?

Responder

Silvia

20 de julho de 2013 às 18h00

É revoltante a omissão do ministério público quando se trata de investigar os casos de corrupção envolvento políticos do psdb. Nem vou me dar ao trabalho de julgar o comportamento do judiciário para não passar nervoso, tamanha a panelinha entre certos togados, setores empresariais, mídia e políticos psdbistas. Agora mais esta do propinoduto, até quando?
Obs. Gostaria de contribuir com o blog via boleto ou depósito bancário, pois não tenho cartão de crédito. Como devo proceder, já que não consegui optar por este método no link do pagseguro?

Responder

    CarmenLya

    21 de julho de 2013 às 10h30

    Silvia, gostaria de reforçar teu pedido sobre contribuição com depósito bancário, inclusive com opção de valor. Penso que alguns poderiam depositar mais de 10 reais, ou já depositar para o blog e para as reportagens.

anderson

20 de julho de 2013 às 17h52

SEGUE INFORMAÇÃO:
http://www.ocafezinho.com/2013/07/20/neofascismo-coxinha-tenta-virar-ideologia/
Neofascismo coxinha tenta virar ideologia
Enviado por Miguel do Rosário on 20/07/2013 – 2:23 pm 0 comentários
Francisco Bosco, que talvez anseie se tornar uma espécie de Sartre dos coxinhas, publicou a seguinte mensagem em seu Facebook:
A PM pergunta: “Quem está tentando saquear lojas está reivindicando um país melhor?” No contexto político presente, sim, está. Passar ao real é o último recurso para transformar uma realidade que se especializou em frustrar todos os demais recursos (“política”, nas democracias contemporâneas, virou isso). Assim como, nessas condições, a política depende do real para realizar-se, por outro lado a única atitude que pode tirar as pessoas das ruas e acabar com essas passagens ao real é uma atitude efetiva, vinda do Estado, na realidade. Ou seja: ações, não apenas discursivas, mas concretas, por meio das quais o Estado reconheça sua responsabilidade pela revolta popular e comece a fazer política verdadeira, servindo à população. Mas, em vez disso, temos um governador a quem falta qualquer senso de realidade e uma polícia que sabe apenas passar ao real. Pois bem, não vai ser no registro do real que tudo isso será resolvido, mas no registro da realidade. E os manifestantes, mesmo aqueles que passam ao real (os “vândalos”) na verdade não querem isso, não querem falar a “linguagem” da PM. Esse é apenas o último recurso que resta quando os recursos da realidade são todos falseados. Portanto, respondendo novamente à pergunta da PM, quem está tentando saquear lojas está, precisamente, reivindicando um país melhor. E eles nos representam. São os únicos que realmente nos representam.
Bem, vou repetir a frase que o próprio Bosco repetiu:
quem está tentando saquear lojas está, precisamente, reivindicando um país melhor. E eles nos representam. São os únicos que realmente nos representam.
Esse é o nível dos colunistas do Jornal O Globo. Defensores do terrorismo coxinha, disfarçado sempre de “manifestações pacíficas”. Um bando de idiotas mascarados quebrando e saqueando lojas, inclusive a fachada da Globo, incendiando carros de reportagem, depredando patrimônio público.
E tudo para fazer uma revolução? Para defender uma lei de herança? Para defender uma reforma urbana que contenha uma tributação adequada para evitar que uma pessoa tenha excesso de imóveis – situação que gera o aumento no preço dos aluguéis por deixar milhares de apartamentos em mãos de um cartel imobiliário? Para criação de um forte imposto sobre o carro que deveria ser usado para construção de metrôs?
Infelizmente, não.
Quebram tudo para protestar contra a corrupção, contra a Copa (!) ou contra a “privatização” do Maracanã…
Recebi este vídeo pelas redes sociais, falando da organização de uma grande manifestação no dia 7 de setembro. É assustador. É contra tudo e todos, petistas e tucanos, numa estratégia maquiavélica para não se associar a nenhum partido ou ideologia, mas a principal bandeira é contra “os impostos”. Ou seja, há sim interesses ultraconservadores por trás do que está acontecendo no Brasil. Há forças obscuras se movimentando para estancar o crescimento nacional. A quem interessa um país em chamas, desorganizado, com tudo sendo exibido pelo tweetcasting?
Que espécie de idiotia coletiva é esta que acha bonito ver mauricinhos saqueando lojas? E se a moda pega? Vamos bater palma assistindo o povo brasileiro aderir a esta loucura coletiva e sair saqueando estabelecimentos comerciais pelo país afora? Vamos copiar modelos de guerra civil africana?
É evidente que o resultado será um violento retrocesso conservador. Esta loucura tem de ser combatida na raíz. Os coxinhas já produziram a sua milícia, os mascarados vândalos, e agora começam a pipocar oportunistas querendo faturar intelectualmente. Daqui a pouco estarão dando palastras nos clubes militares, que aliás já declararam apoio entusiástico às manifestações da turma danoninho.
O lado bom – se é possível achar que existe um lado bom nisto – é que este nascimento do neofascismo coxinha obriga todos a ficarem acordados: o sindicalismo adormecido, a militância partidária preguiçosa e as pessoas cujo bom senso não foi destruído por colunistas de jornal. Manifestações são positivas quando tem propósitos objetivos, democráticos e populares, e não usam métodos que visam destruir e desestabilizar o país.
– See more at: http://www.ocafezinho.com/2013/07/20/neofascismo-coxinha-tenta-virar-ideologia/#sthash.uvSPJJul.dpuf

Responder

ricardo silveira

20 de julho de 2013 às 17h35

Nada que venha dos tucanos surpreende, nem a falta total de punição surpreende. É o Brasil da Casa Grande, com o qual os brasileiros da Senzala já se acostumaram. Às vezes há algum protesto e alguns se levantam, esbravejam, xingam, mas e daí? Quem os leva em conta? Quem manda é a Casa Grande. Ela controla todos os poderes da República, principalmente o da Comunicação.

Responder

Julio Silveira

20 de julho de 2013 às 17h34

Mas estranhar por que? Se a tucanagem está acostumada a andar no limite da irresponsabilidade.
Sabem que não dá nada.

Responder

Herbert

20 de julho de 2013 às 17h22

Uma coisa que muita gente perguntava ( e até respondia) é de onde veio o dinheiro para pagar a concessão da estrada.

Responder

Herbert

20 de julho de 2013 às 17h21

Eis porque muita gente chamava Covas de Santo ironicamente.

Isso não é 10% dos fatos totais….

Responder

jõao

20 de julho de 2013 às 16h48

vamos entupir o site do supremo tribunal federal com Denúncias
sobre o propinoduto do tucanato

Responder

    Maria Libia

    21 de julho de 2013 às 10h47

    Me explica como fazer, pois não entendo muito de passar pra lá e pra cá. Eu quero encher o MP com todas as denúncias.

H.92

20 de julho de 2013 às 16h41

“Os governos tucanos de Mario Covas, Geraldo Alckmin e José Serra nada fizeram para conter o esquema de corrupção”

PORQUE $ERÁ, NÉ?

Responder

Luiz Fortaleza

20 de julho de 2013 às 16h20

Quero ver se Jô Soares vai fazer aquele programa sobre corrupção como fez com o suposto mensalão do PT. Se Alexandre Garcia e Miriam Leitão vão soltar o verbo pseudo político moralista contra a corrupção. Se Jabor vai fazer aquele disparate esquizofrênico dele como fez com o PT. Se Merval vai destilar seu veneno contra os tucanos como fez com os petistas.

Responder

    Abel

    20 de julho de 2013 às 18h21

    Eu estou pensando em como seria a edição especial do Jornal Nacional, caso fosse descoberto algo assim envolvendo o “lulopetismo ateu e comunista” ;)

    Claudemir De Grecci

    23 de julho de 2013 às 21h36

    Companheiro Fortaleza, eles não precisarão dizer nada,você já disse tudo. abs e até mais.

Gilson Raslan

20 de julho de 2013 às 16h19

Plagiando Fastão, o balofo sem graça da TV Globo: a chapa esquentou para a tuCANALHA.

Responder

Roberto Locatelli

20 de julho de 2013 às 16h08

A página da revista chegou a ser hackeada por alguns minutos. Agora voltou ao normal.

Responder

    Claudemir De Grecci

    23 de julho de 2013 às 21h29

    Companheiro Locatelli, por que tanto medo da possibilidade do país ser governado pelo PSDB? se não fosse por ele,tanto eu quanto você não estaríamos escrevendo aqui o que bem entendemos,sua foto não estaria aí pra todo mundo ver,estaríamos sem Ipad, Smartphones,Lep Tops, Internet etc, e totalmente na contramão do mundo,e talvez estaríamos esperando uma linha telefônica, paga antecipada por dois anos,como no passado, e a sua poupancinha já teria evaporada pela instabilidade econômica,ele nos trouxe esperança ou não?,abraço e até mais.

Roberto Locatelli

20 de julho de 2013 às 16h07

Esta imagem do site da IstoÉ ficou simplesmente genial!!

Obs.: o nobre senador Aébrio Neves garantiu a interlocutores que não tem nadica de nada a ver com a denúncia bombástica da IstoÉ.

Responder

    Florival

    20 de julho de 2013 às 21h40

    Aébrio, também conhecido como Anéscio.

    Roberto Locatelli

    21 de julho de 2013 às 07h50

    Anéscio ficou ótimo!! rs

    O humor dos blogs progressistas dá de mil a zero no “humor” de nossa tv aberta…

    André

    22 de julho de 2013 às 00h31

    Essa cara do Cerra é impagável.

    André

    22 de julho de 2013 às 00h36

    Cadê o Jabor? Cadê o Merval? Cadê o Noblat? Cadê o Reinaldo Mimimi? E principalmente cadê a Cantanhede?? A massa cheirosa está começando a feder.

    Apavorado por Vírus e Bactérias

    22 de julho de 2013 às 18h12

    Por um acaso esses dois aí são os avôs dos Irmãos Metralha?

    Eles são propinólogos e corruptólogos?

    Ouvi dizer que são especialistas muitíssimo preparados.

    Um deles dizem que é até engenheiro e economista. Dizem também que ele nunca mostrou o diploma, mas é um prático em lavanderia financeira. Só trabalha com enorme quantidade.

    O outro é quase santo.

Marcelo de Matos

20 de julho de 2013 às 16h07

Os jornais brasileiros, como Globo, Folha e Estadão, depois dos estrangeiros, noticiaram a existência do esquema da Alston. Nenhum deles indicou supostos recebedores de propinas. Há uma blindagem total do tucanato. Só aqui e em algum outro blog vemos a cara dos “supostos” criminosos. Ninguém vai falar, porém, em formação de quadrilha. Tucano não forma quadrilha – faz ação entre amigos.

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